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      <title>Resenhas do Clube de leitura Elas contam by Amanda Fanny Guethi</title>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-08-21 18:15:17 UTC</pubDate>
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         <title>Nem sagu nem pudim - Michelli Provensi (Livro: Marinheira de açude)</title>
         <author>leticiamiranda1090</author>
         <link>https://padlet.com/aguethi/6umo77y7lqwi0cuk/wish/2273924191</link>
         <description><![CDATA[<div>Michelli Provensi, escritora brasileira, nasceu em Maravilha, Santa Catarina, no dia 8 de Novembro de 1984 (tem 37 anos de idade). Além de escritora, Michelli atua como modelo fotográfica. No livro Marinheira de açude, a autora escreve o conto Nem sagu nem pudim, onde retrata a vida de Clédis e Julmir, um casal meio conturbado e um relacionamento abusivo. Em um dia, enquanto Clédis tratava dos porcos, Julmir chegou em casa bêbado, - nada muito fora do comum - pula a porteira, agarrou-a pela cintura mordendo seu pescoço. A pobre mulher só conseguiu sair correndo quando o marido caiu no chão, tonto por causa da cachaça. Foi então que Clédis pegou a bicicleta do filho e foi até a delegacia mais próxima denunciar o homem pelo ocorrido. Julmir foi preso, porém, Clédis, ficou sem nenhuma ajuda na colheita, -  o filho estava feliz de mais com o novo emprego para a ajudar - foi então, que retirou a denúncia contra o maluco do marido, e já não era a primeira vez que fazia isso. Na segunda vez que Julmir foi preso, Clédis havia acabado de chegar do velório de seu pai, Genitor. O marido odiava o sogro, por isso não fez questão alguma de acompanhar sua esposa, e ainda deixou-lhe um recado: "cuspa no caixão por mim!".  É claro que com ambas as situações Clédis ficou mal, o que a fez não fazer o jantar para o marido, que estava mais uma vez enchendo a cara no bar. Quando chegará, ficou furioso com o que viu: penelas vazias em cima do fogão e a esposa dormindo. Clédis escutou um barulho, quando virou só sentiu o tapa que levará de Julmir em seu tímpano. Como se não bastasse, o mesmo continuou a bater até sangrar, mas agora com a frigideira de ferro que ganharam de presente de casamento. Por dó, mas uma vez Clédis retirou a denúncia contra o marido. Chegou o Natal, seu filho havia ganhado um perú do frigorífico onde trabalhava. Para completar a ceia, resolveram matar e fazer um porco no tacho. Julmir, mas uma vez bêbado, esquartejava o animal, enquando Clédis arrumava o tacho no fogo. De repente, o homem tira seu cinto com tudo e parte para cima da mulher, que corre, fazendo com que o maluco do marido caia dentro do tacho co oléo quente. Para se vingar, Clédis ainda pegou um pedaço de arame farpado e deu uma coça em Julmir, sapecando-o como torresmo. Chorou conformada enquanto via o resgate o levar para o hospital, pois sabia que, uma vez que se desanca o pudim no sagu, não tem volta.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-28 19:47:30 UTC</pubDate>
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         <title>Conto: Vento solar - Suzana Montoro (Livro: Travessias, de Suzana Montoro)</title>
         <author>trize131313</author>
         <link>https://padlet.com/aguethi/6umo77y7lqwi0cuk/wish/2274172497</link>
         <description><![CDATA[<div>Suzana Montoro é uma escritora e psicóloga brasileira. Nascida em 1957 na cidade de São Paulo, é romancista, roteirista e contista. Foi premiada no Brasil e no Exterior: <em>O menino das chuvas</em> (Studio Nobel) recebeu o selo Altamente Recomendável da Fundação Nacional do Livro Infantojuvenil (FNLIJ), e <em>Nem eu nem outro</em> (Edições SM) recebeu menção honrosa no Prêmio Barco a Vapor 2009 e finalista do Prêmio Jabuti 2012. Seu Conto Vento solar, que faz parte do livro de coletâneas de seus contos <em>Travessias</em>, é uma produção que materializa um sentimento de almejada nostalgia. A protagonista do conto começa a obra contando sobre uma ligação que teria recebido de um “ex-amigo próximo”, esse havia ligado para questionar sobre um evento que parecia se perguntar se realmente havia ocorrido. A personagem, ao receber a ligação, aparenta perceptível animação com a conversa que flui após as indagações e respostas ao “colega-do-passado”. O conto segue com ocasionais ligações e mensagens entre esses amigos, ambos parecem sempre relembrar momentos que haviam vivido anteriormente, confirmando coisas aqui e ali. O sentimento que se tem presente é como se quisessem recuperar algo do passado. Após inúmeras conversas à distância, os colegas decidem, depois de muita resistência, se encontrarem pessoalmente. Nesse encontro, os dois parecem perceber que aquilo que procuravam ali, que um dia existiu no passado, já não existia mais; os dois decidem deixar de lado a busca pelo sentimento um dia presente no passado e falam sobre o que fizeram atualmente, deixam sua atualidade deslizar sobre os assuntos que ali conversam e percebem que talvez não seja preciso fingir que nada mudou.</div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-29 02:41:15 UTC</pubDate>
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         <title>Se eu fosse um homem (1914) - Charlotte Perkins (O papel de parede amarelo)</title>
         <author>trize131313</author>
         <link>https://padlet.com/aguethi/6umo77y7lqwi0cuk/wish/2283630269</link>
         <description><![CDATA[<div>O conto apresenta a vida de&nbsp; Mollie Mathewson, uma esposa amorosa e mãe dedicada dotada da "habilidades sociais" que acaba transmutando e virando um homem, Gerald Mathewson. As dificuldades que antes atingiam Mollie passam a ser questionamentos a serem feitos por Gerald como os chapéus inúteis e fúteis das mulheres. A protagonista passa o conto inteiro entre suas duas figuras Mollie e Gerald pois enquanto sua&nbsp;mente tenta manter o lado feminino, seu corpo se rendeu ao masculino. No final do conto enquanto conversava com outros homens, Gerald finalmente se rende e defende sua opinião em apoio a população feminina. Mas afinal quem é o protagonista? Mollie ou Gerald?<br>Um pouco sobre a a autora: Charlotte Perkins nasceu em Hartford, Estados Unidos no ano de 1860. Foi uma grande romancista e feminista tendo influenciado várias gerações seguintes. Em 1935 descobriu um câncer terminal e infelizmente se suicidou.<br>(Lorena, 1º Eletrônica)</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-06 00:55:10 UTC</pubDate>
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         <title>O cego feliz- Sui Sin Far (contos de crianças chinesas)</title>
         <author>trize131313</author>
         <link>https://padlet.com/aguethi/6umo77y7lqwi0cuk/wish/2283637225</link>
         <description><![CDATA[<div>Ah yen é um jovem que acaba por machucar seu dedinho após enfia lo em uma torta ainda quente. Com raiva, como toda criança que é impedida de brincar, o menino passa a olhar pela janela e resmungar. Um senhor cego que passava por ali, cantando e trazendo alegria, chama atenção do menino. Esquecendo seu dedo machucado e curtindo a música do senhor o jovem o&nbsp;questiona "de como pode ser tão feliz sendo velho, cego e manco" e o mais velho apenas diz que seus defeitos é o que&nbsp; tornam sua música alegre. O final do conto se dá com o garoto recuperado de sua lesão e também de sua angústia.<br>Um pouco sobre a autora: Sui Sin Far foi uma autora inglesa conhecida na América do Norte por falar sobre o povo chinês. "Sui Sin Far", seu pseudônimo, signfica a flor de narciso, em cantonês.<br>(Lorena, 1º Eletrônica)</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-06 00:59:45 UTC</pubDate>
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         <title>A vida que você salva pode ser a sua (Flannery O&#39;Connor)</title>
         <author>aguethi</author>
         <link>https://padlet.com/aguethi/6umo77y7lqwi0cuk/wish/2290300583</link>
         <description><![CDATA[<div>Flannery O'Connor (1925-1964) foi uma escritora estadunidense nascida no sul do país. Sua obra é formada por 2 romances e 32 contos e costuma ser identificada como pertencente ao gótico sulista. O conto "A vida que você salva pode ser a sua" encontra-se no volume de relatos Um homem bom é difícil de encontrar e outras histórias, publicado em 1955.<br><br>A história, narrada em terceira pessoa, conta a chegada de Mr. Shiftlet à fazenda onde vivem apenas as Lucynell Crater - mãe e filha, ambas com os mesmos nomes.&nbsp; Antes que Tom Shiftlet lhe peça trabalho, a velha Lucynell se adianta afirmando que não pode pagar, mas lhe ofereceria comida e lugar para dormir em troca de serviços de carpintaria. O homem aceita e em pouco tempo faz consideráveis melhorias no local e tenta convencer a proprietária a deixá-lo consertar também o carro enferrujado da família - onde dorme.&nbsp;Mr. Shiftlet percebe que as intenções de Lucynell mãe é que ele se case com sua filha - uma jovem de aproximadamente 30 anos que é criada pela mãe como criança - e permaneça na fazenda com ela, sem precisar se preocupar com dinheiro ou com o futuro. Ainda que um pouco contrariado, Tom oficializa  o casamento e sai em lua-de-mel com Lucynell filha, a quem abandona num restaurante de estrada a caminho da cidade de Mobile.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-09 22:08:29 UTC</pubDate>
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         <title>Marília, Acorda – Nathalia Borges Polesso (Amora)</title>
         <author>dudafernandes1227</author>
         <link>https://padlet.com/aguethi/6umo77y7lqwi0cuk/wish/2332708744</link>
         <description><![CDATA[<div>- Nathalia é uma escritora, pesquisadora e tradutora brasileira, nasceu dia 6 de agosto de 1981 em Bento Gonçalves.&nbsp;<br>- O livro Amora foi publicado em 2016 (Ed. Não Editora)<br>- O conto descreve a vida de um casal de mulheres, e ele nos conta com delicadeza e leveza um amor que perdurou por anos, onde Marilia gosta de rotinas e cuida de sua companheira, que “perdeu a força das pernas”.&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-10-09 19:33:33 UTC</pubDate>
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         <title>Amora – Natalia Borges Polesso (Amora)</title>
         <author>dudafernandes1227</author>
         <link>https://padlet.com/aguethi/6umo77y7lqwi0cuk/wish/2332711019</link>
         <description><![CDATA[<div>- Natalia é uma escritora, pesquisadora e tradutora brasileira, nasceu dia 6 de agosto de 1981 em Bento Gonçalves.&nbsp;<br><br></div><div>- O livro Amora foi publicado em 2016 (Ed. Não Editora)<br><br></div><div>- O conto amora conta sobre uma menina que adorava jogar xadrez e em um das competições conhece um menino e mesmo não tendo um contato muito grande ambos tiveram uma “conexão”, porém a menina era “moleca” gostava de usar roupas largas, ir no fliperama e um dia desses que foi ao fliperama ela vê o mesmo menino do xadrez e fica encantada, os dois se divertem a tarde toda e ao final quando ele diz para ela que conheceu sua irmã no xadrez e que ela era muito bonita, ficou decepcionada já que ele só a considerava bonita quando estava “mais feminina” o que foi um choque para ela....ao final do conto ela conhece angélica, onde descobrem juntas o que é crescer e a se doar uma a outra.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-10-09 19:37:09 UTC</pubDate>
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