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      <title>Pensar e agir_ 10º E by </title>
      <link>https://padlet.com/poemarte8b2020/10E</link>
      <description>Blogue de Leitura e Cidadania </description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2020-11-17 19:17:50 UTC</pubDate>
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         <title>Amar à vista de Jorge Serafim</title>
         <author>sandrabettencourt</author>
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         <description><![CDATA[<div>É a história de uma embarcação que tenta a todo o custo encontrar passagens de tolerância e de fraternidade nos mares pelos quais navega. De um barco que transporta corações de todas as cores sem distinção, credo ou raça. Mais do que o desejo de avistar terra, procura incessantemente que o verbo AMAR seja o porto onde possa ancorar as vidas que transporta. Uma viagem que é uma alusão a todos aqueles que são forçados a partir e a abandonar as suas origens e raizes e que posteriormente, depois de travessias angustiantes, ao invés de chegarem a terra firme, ainda são confrontadas com a intolerância, o preconceito, o medo e a violência. De todas as formas é uma história de esperança, pois durante a narrativa está subjacente que é através do diálogo e da compreensão dos outros, e dos outros por nós, que se esbatem fronteiras e se constroem caminhos alternativos à ignorância. Como a certa altura é mencionado no texto: “Uma ponte</div><div>&nbsp;é quando a bondade une as distâncias”.</div><div>&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-14 09:44:38 UTC</pubDate>
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         <title>Beja, Portugal</title>
         <author>sandrabettencourt</author>
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         <description><![CDATA[<div>"Amar à vista"</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-14 09:48:56 UTC</pubDate>
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         <title>Documentário sobre Direitos Humanos</title>
         <author>sandrabettencourt</author>
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         <description><![CDATA[<div>A Declaração Universal dos Direitos do Homem é uma carta de princípios onde se estabelecem e defendem quais os direitos do individuo que são inalienáveis.<br><br></div><div><br>Esta declaração, proclamada pela Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas a 10 de dezembro de 1948, é o resultado direto do conhecimento das atrocidades cometidas durante a 2ª Guerra Mundial, especialmente, pelos nazis.</div><div><br>Neste documento são enunciados os direitos considerados fundamentais para a vida do ser humano. São referidos os direitos individuais e coletivos, sem discriminação de raça, género ou nacionalidade.</div><div><br>A declaração não é sobrescrita por todos os países da Organização das Nações Unidas, que todos os anos apresenta uma lista de denúncias e violações cometidas tanto por países subscritores como não-subscritores.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-14 09:49:10 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Declaração Universal dos Direitos Humanos, 10 de dezembro de 1948</title>
         <author>sandrabettencourt</author>
         <link>https://padlet.com/poemarte8b2020/10E/wish/1415679073</link>
         <description><![CDATA[<div>A Declaração Universal dos Direitos Humanos, que delineia os direitos humanos básicos, foi adotada pela Organização das Nações Unidas em 10 de dezembro de 1948. Foi esboçada principalmente pelo canadense John Peters Humphrey, contando também, com a ajuda de várias pessoas de todo o mundo.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-14 09:49:28 UTC</pubDate>
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         <title>Bruxelas, Bélgica</title>
         <author>sandrabettencourt</author>
         <link>https://padlet.com/poemarte8b2020/10E/wish/1415679831</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><em><br>Centro Regional de Informação das Nações Unidas&nbsp;<br></em></strong><strong>A Assembleia Geral<br></strong><br></div><div>Proclama a presente <a href="https://unric.org/pt/wp-content/uploads/sites/9/2019/07/Declara%C3%A7%C3%A3o-Universal-dos-Direitos-Humanos.pdf">Declaração Universal dos Direitos do Homem</a> como ideal comum a atingir por todos os povos e todas as nações, a fim a que todos os indivíduos e todos os órgãos da sociedade, tendo-a constantemente no espírito, se esforcem, pelo ensino e pela educação, por desenvolver o respeito desses direitos e liberdades e por promover, por medidas progressivas de ordem nacional e internacional, o seu reconhecimento e a sua aplicação universais e efectivos tanto entre as populações dos próprios Estados membros como entre as dos territórios colocados sob a sua jurisdição.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-14 09:49:49 UTC</pubDate>
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         <title>Os direitos fundamentais</title>
         <author>sandrabettencourt</author>
         <link>https://padlet.com/poemarte8b2020/10E/wish/1415680139</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Artigo 1.º&nbsp;<br></strong><br></div><div>Todos os seres humanos nascem livres e iguais em dignidade e em direitos. Dotados de razão e de consciência, devem agir uns para com os outros em espírito de fraternidade.<br><br></div><div><strong>Artigo 2.º&nbsp;<br></strong><br></div><div>Todos os seres humanos podem invocar os direitos e as liberdades proclamados na presente Declaração, sem distinção alguma, nomeadamente de raça, de cor, de sexo, de língua, de religião, de opinião política ou outra, de origem nacional ou social, de fortuna, de nascimento ou de qualquer outra situação. Além disso, não será feita nenhuma distinção fundada no estatuto político, jurídico ou internacional do país ou do território da naturalidade da pessoa, seja esse país ou território independente, sob tutela, autónomo ou sujeito a alguma limitação de soberania.<br><br></div><div><strong>Artigo 3.º&nbsp;<br></strong><br></div><div>Todo o indivíduo tem direito à vida, à liberdade e à segurança pessoal.<br><br></div><div><strong>Artigo 4.º&nbsp;<br></strong><br></div><div>Ninguém será mantido em escravatura ou em servidão; a escravatura e o trato dos escravos, sob todas as formas, são proibidos.<br><br></div><div><strong>Artigo 5.º&nbsp;<br></strong><br></div><div>Ninguém será submetido a tortura nem a penas ou tratamentos cruéis, desumanos ou degradantes.<br><br></div><div><strong>Artigo 6.º<br></strong><br>Todos os indivíduos têm direito ao reconhecimento em todos os lugares da sua personalidade jurídica.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-14 09:49:58 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Dos Direitos Humanos aos Direitos dos Refugiados</title>
         <author>sandrabettencourt</author>
         <link>https://padlet.com/poemarte8b2020/10E/wish/1415682734</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Artigo 13.º&nbsp;<br></strong><br></div><ol><li>Toda a pessoa tem o direito de livremente circular e escolher a sua residência no interior de um Estado.</li><li>Toda a pessoa tem o direito de abandonar o país em que se encontra, incluindo o seu, e o direito de regressar ao seu país.</li></ol><div><strong>Artigo 14.º&nbsp;<br></strong><br></div><ol><li>Toda a pessoa sujeita a perseguição tem o direito de procurar e de beneficiar de asilo em outros países.</li><li>Este direito não pode, porém, ser invocado no caso de processo realmente existente por crime de direito comum ou por actividades contrárias aos fins e aos princípios das Nações Unidas.</li></ol><div><strong>Artigo 15.º&nbsp;<br></strong><br></div><ol><li>Todo o indivíduo tem direito a ter uma nacionalidade.</li><li>Ninguém pode ser arbitrariamente privado da sua nacionalidade nem do direito de mudar de nacionalidade.</li></ol>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-14 09:51:10 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>ACNUR, Genève, Suíça</title>
         <author>sandrabettencourt</author>
         <link>https://padlet.com/poemarte8b2020/10E/wish/1415683138</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>O escritório do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (ACNUR) foi criado em 14 de dezembro de 1950, no final da Segunda Guerra Mundial, para ajudar os milhões de europeus deslocados pelo conflito.</strong></div>]]></description>
         <enclosure url="https://youtu.be/Ekjul8D8o5M" />
         <pubDate>2021-04-14 09:51:21 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>ACNUR, 18 de junho de 2020 </title>
         <author>sandrabettencourt</author>
         <link>https://padlet.com/poemarte8b2020/10E/wish/1415683487</link>
         <description><![CDATA[<div>Quantos refugiados existem no mundo?</div><div>Pelo menos <strong>79,5 milhões de</strong> pessoas em todo o mundo foram forçadas a abandonar suas casas. Entre eles estão quase <strong>milhões</strong> de refugiados, mais da metade com <strong>menos de 18 anos</strong> .</div><div><strong>Também existem milhões de apátridas aos</strong> quais foi negada a nacionalidade e o acesso a direitos básicos como educação, saúde, emprego e liberdade de movimento.</div><div>Em uma época em que <strong>1% da população mundial foi forçada a abandonar suas casas</strong> devido a conflitos e perseguições, <a href="https://www.acnur.org/que-hace.html">nosso trabalho</a> no ACNUR é agora mais importante do que nunca.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-14 09:51:31 UTC</pubDate>
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         <title>As tarefas</title>
         <author>sandrabettencourt</author>
         <link>https://padlet.com/poemarte8b2020/10E/wish/1415808634</link>
         <description><![CDATA[<div>1.&nbsp; &nbsp; &nbsp; Partir da leitura do livro <em>Amar à vista</em> e da Declaração Universal dos Direitos Humanos e refletir sobre os artigos 1º a 6º e 13º a 15º;</div><div>2.&nbsp; &nbsp; &nbsp; Recorrendo ao site da ANURC e/ou outros e recolher uma notícia atualizada sobre refugiados no ano 2021 e publicar no padlet;</div><div>3.&nbsp; &nbsp; &nbsp; Publicar a notícia no padlet como link - o local escolhido deve ser um referenciado da notícia (ponto de origem do refugiado ou ponto de chegada);</div><div>4.&nbsp; &nbsp; &nbsp; No corpo da publicação, fazer uma reflexão sobre a situação documentada na notícia e o respeito/desrespeito da DUDH (artigos), apresentando uma tomada de posição. Referir ainda a importância da "Comunicação no séc. XXI" para o conhecimento que temos desta situação.<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div><div>Avaliação:<br><br></div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Qualidade e relevância da notícia publicada;</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Referenciação das fontes;</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Qualidade e relevância da reflexão.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-14 10:48:21 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>O Padlet</title>
         <author>sandrabettencourt</author>
         <link>https://padlet.com/poemarte8b2020/10E/wish/1415809867</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://youtu.be/-5uUe9Tzyyo" />
         <pubDate>2021-04-14 10:48:57 UTC</pubDate>
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         <title>Fazer uma referência</title>
         <author>sandrabettencourt</author>
         <link>https://padlet.com/poemarte8b2020/10E/wish/1416662502</link>
         <description><![CDATA[<div>Seguimos a Norma Portuguesa 405. Para facilitar podemos usar o site da Harvard, que cria bibliografias automaticamente. Podemos iniciar sessão, se quisermos guardar as nossas referências aqui. Podemos também começar a utilizar, sem registo. Enquanto estivermos a utilizar o site, os dados vão sendo temporariamente guardados.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-14 14:28:37 UTC</pubDate>
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         <title>Alentejo, Portugal</title>
         <author>amargaridabferreira</author>
         <link>https://padlet.com/poemarte8b2020/10E/wish/1524169848</link>
         <description><![CDATA[<div>-Inês Gomes, Margarida Ferreira, Marta Seco<br><br>No último ano, o número de imigrantes em Portugal aumentou cerca de 70 mil, sobretudo de origem Asiática, Africana (África Ocidental) e Americana (América Latina). Após a pandemia, os trabalhadores estrangeiros empregados na área da hotelaria/restauração foram dispensados, sendo assim obrigados a procurar trabalho na área agrícola, mais especificamente no Alentejo.</div><div>Ao longo dos últimos meses, foram reportados vários casos de desrespeito dos direitos humanos para com os imigrantes, muitas vezes ilegais. Muitos deles, estando sujeitos às guerras e perseguições do seu país de origem decidem fugir e procurar melhores condições noutro país, usufruindo assim dos seus direitos de “deixar qualquer país, inclusive o próprio” (artigo 13.2- Declaração Universal dos Direitos Humanos) e de “procurar e de gozar asilo em outros países, caso sejam vítimas de perseguição” (artigo 14.1- Declaração Universal dos Direitos Humanos).</div><div>Na chegada a Portugal, a maior parte dos imigrantes tem uma vida melhor em relação ao que tinham, no entanto, deparam-se muitas vezes com trabalho pesado, por norma recusado por trabalhadores portugueses, como a limpeza e manutenção das florestas.</div><div>Assim, concluímos que, apesar de bem recebidos e das grandes expetativas com que vêm, a verdade é que muitas vezes a realidade é bastante diferente, podendo chegar também a violar alguns direitos humanos.</div><div><br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.dn.pt/sociedade/661-mil-imigrantes-mais-71-mil-do-que-antes-da-pandemia-13680577.html" />
         <pubDate>2021-05-14 11:11:14 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Ceuta, Espanha</title>
         <author>sandrabettencourt</author>
         <link>https://padlet.com/poemarte8b2020/10E/wish/1574254189</link>
         <description><![CDATA[<div>“Ele não queria voltar, não tinha família em Marrocos, não queria saber se morria de frio. Ele preferia morrer... a ter de voltar para Marrocos. Nunca tinha ouvido aquilo de alguém tão novo”, disse o soldado que traduziu muitas das inquietações dos migrantes.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.publico.pt/2021/05/26/p3/noticia/prefiro-morrer-voltar-jovem-marroquino-chegou-ceuta-flutuar-garrafas-plastico-1964171" />
         <pubDate>2021-05-31 18:59:59 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>20 de junho, Dia Mundial do Refugiado</title>
         <author>sandrabettencourt</author>
         <link>https://padlet.com/poemarte8b2020/10E/wish/1605461132</link>
         <description><![CDATA[<div>This year, the COVID-19 pandemic poses an additional threat to refugees and displaced people, who are among the most vulnerable. My recent <a href="https://www.un.org/sites/un2.un.org/files/sg_policy_brief_on_people_on_the_move.pdf">Policy Brief on COVID-19 and People on the Move</a> called on governments to ensure that they are included in all response and recovery efforts.<br><br></div><div><br></div><div><strong>UN Secretary-General António Guterres</strong></div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.un.org/en/observances/refugee-day" />
         <pubDate>2021-06-14 16:02:57 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>661 mil imigrantes, mais 71 mil do que antes da pandemia (dn.pt) </title>
         <author>amartaseco</author>
         <link>https://padlet.com/poemarte8b2020/10E/wish/1610300575</link>
         <description><![CDATA[<div><br>No último ano, o número de imigrantes em Portugal aumentou cerca de 70 mil, sobretudo de origem Asiática, Africana (África Ocidental) e Americana (América Latina). Após a pandemia, os trabalhadores estrangeiros empregados na área da hotelaria/restauração foram dispensados, sendo assim obrigados a procurar trabalho na área agrícola, mais especificamente no Alentejo.&nbsp;</div><div>Ao longo dos últimos meses, foram reportados vários casos de desrespeito dos direitos humanos para com os imigrantes, muitas vezes ilegais. Muitos deles, estando sujeitos às guerras e perseguições no seu país de origem, decidem fugir e procurar melhores condições noutro país, usufruindo assim dos seus direitos de “deixar qualquer país, inclusive o próprio” (artigo 13º, 2- <em>Declaração Universal dos Direitos Humanos</em>) e de “procurar e de gozar asilo em outros países, caso sejam vítimas de perseguição” (artigo 14º,1- <em>Declaração Universal dos Direitos Humanos</em>).&nbsp;</div><div>Na chegada a Portugal, a maior parte dos imigrantes tem uma vida melhor em relação ao que tinha, no entanto, deparam-se muitas vezes com trabalho pesado, por norma recusado por trabalhadores portugueses, como a limpeza e manutenção das florestas.&nbsp;</div><div>Assim, concluímos que, apesar de bem recebidos e das grandes expectativas que trazem, a verdade é que muitas vezes a realidade é bastante diferente, podendo chegar também a violar alguns direitos humanos.&nbsp;</div><div>&nbsp;Trabalho realizado por Inês Gomes, Margarida Ferreira e Marta Sêco </div><div>&nbsp;</div><div>NEVES, CÉU - 661 mil imigrantes, mais 71 mil do que antes da pandemia. Diário de Notícias. [Em linha]2021). . [Consult. 19 maio. 2021]. Disponível em WWW:<a href="http://url:https//www.dn.pt/sociedade/661-mil-imigrantes-mais-71-mil-do-que-antes-da-pandemia-13680577.html">URL:https://www.dn.pt/sociedade/661-mil-imigrantes-mais-71-mil-do-que-antes-da-pandemia-13680577.html</a>&nbsp;</div><div>&nbsp;</div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.dn.pt/sociedade/661-mil-imigrantes-mais-71-mil-do-que-antes-da-pandemia-13680577.html" />
         <pubDate>2021-06-16 15:52:37 UTC</pubDate>
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         <title>Baleizão. Aldeia com história e muitos imigrantes abandonados e com fome</title>
         <author>amarianavieira</author>
         <link>https://padlet.com/poemarte8b2020/10E/wish/1610315455</link>
         <description><![CDATA[<div>Ponto de origem: Índia&nbsp;</div><div>Ponto de chegada: Baleizão, Beja, Portugal</div><div>&nbsp;</div><div>A Declaração Universal dos Direitos Humanos é constituída por um conjunto de artigos que declaram os direitos e igualdades do ser humano, reconhecendo a dignidade dos cidadãos. Em pleno 2021, as pessoas continuam a desrespeitar, cada vez mais, os direitos humanos, de diversas maneiras. A forma retrograda de pensar de parte da população não permite uma evolução da paz, pelo contrário, a xenofobia, o racismo e outras generalizações em relação a como uma pessoa é, não deixa que todos vivamos em harmonia.</div><div>Um dos milhões de desrespeitos existentes na atualidade, foi relatado por Paulo Barriga. Este artigo fala sobre a precariedade do emprego de quem vem viver para o nosso país, pois o trabalho é mal remunerado e os direitos dos trabalhadores não são respeitados.&nbsp;</div><div>“ Não tenho dinheiro para comprar comida. Ao fim destes anos todos, tenho de pedir ajuda à minha família lá na India. Tenho vergonha de dizer isto mas é o que se passa. Eles agora é que me mandam algum dinheiro” - esta é uma das inúmeras afirmações de estrangeiros mal pagos, que trabalham horas e horas a fio e não são recompensados condignamente.</div><div>“ E a explicação é simples”, assegura José Lúcio, juiz presidente do tribunal da câmara de Beja, “esses trabalhadores não se queixam. Se estão mal, vão-se embora… se puderem. Mas se não puderem ir, enquanto cá estão ficam calados” - esta afirmação só demonstra a falta de respeito e a falta de preocupação que os empregadores estão a ter para com estes imigrantes. A isto também se chama injustiça social.</div><div>Para aumentar este nível de injustiça social, a maior parte das pessoas conhece, e algumas até assistemos maus tratos para com maioria dos trabalhadores imigrantes e, mesmo assim, ninguém faz nada para ajudar.</div><div>Na nossa opinião, todas as pessoas têm o direito de trabalhar e receber um ordenado mínimo, terem proteção contra o desemprego e o direito, sem discriminação, a salário igual por trabalho igual.Quem trabalha tem direito a uma remuneração equitativa (remuneração satisfatória que está de acordo com o trabalho desempenhado, permitindo uma existência conforme com a dignidade humana).</div><div>As famílias têm também o direito de criar com outras pessoas sindicatos e de se filiarem para a defesa dos seus interesses.Existem famílias que não têm condições e tentam pedir ajuda à justiça.</div><div>Ao artigo escolhido podemos associar alguns direitos humanos que não são respeitados, assim como o artigo 23º e 13º da Declaração Universal dos Direitos Humanos .</div><div>&nbsp;</div><div>Grupo: Maria Barriga, Ana Mendes e Mariana Vieira&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>Fonte:</div><div>BARRIGA, PAULO - Baleizão. Aldeia com história e muitos imigrantes abandonados e com fome. Diário de Notícias. [Em linha]2020). . [Consult. 2 maio. 2021]. Disponível em WWW:&lt;URL:https://www.dn.pt/pais/baleizao-a-vila-com-historia-e-muitos-imigrantes-abandonados-e-com-fome-12170747.html&gt;.</div><div>&nbsp;</div><div><a href="https://www.dn.pt/pais/baleizao-a-vila-com-historia-e-muitos-imigrantes-abandonados-e-com-fome-12170747.html">https://www.dn.pt/pais/baleizao-a-vila-com-historia-e-muitos-imigrantes-abandonados-e-com-fome-12170747.html</a></div><div>&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-16 15:59:53 UTC</pubDate>
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         <title>Esposende desenvolve projeto de acolhimento a refugiados</title>
         <author>amartaseco</author>
         <link>https://padlet.com/poemarte8b2020/10E/wish/1610317043</link>
         <description><![CDATA[<div><br>A Declaração Universal dos Direitos Humanos inclui os direitos fundamentais de todos os seres humanos. Estes são direitos civis, políticos, económicos, sociais e culturais. Neste sentido, a Câmara Municipal de Esposende está a desenvolver um projeto de acolhimento a refugiados através da implementação de “estratégias de proximidade” e atividades que “estimulam o respeito , a diversidade e a convivência multicultural”. &nbsp;</div><div>Com base nos artigos 1°,6°,13° e 15° da Declaração Universal do Direitos Humanos, que referem que cada ser humano nasce livre, com dignidade, tem o direito de ser em qualquer lugar e ser reconhecido como pessoa, direito de locomoção e residência em qualquer lugar, a Câmara Municipal de Esposende criou uma iniciativa de integração de 21 refugiados provenientes da síria e do Iraque. Estes refugiados chegaram a Portugal, pois nos seus países de origem não são respeitados vários direitos humanos, como o 5°: “ninguém deverá ser submetido a tortura”, não existe liberdade de expressão e há imensas pessoas a viver sem dignidade.&nbsp;</div><div>Estas pessoas decidiram emigrar ilegalmente para um país desenvolvido, acreditando que os direitos humanos seriam respeitados (art. 14º). Infelizmente, por serem estrangeiros e terem dificuldades financeiras, são discriminados. (artº2) Neste contexto, a Câmara de Esposende criou esta iniciativa de integração no contexto escolar, consolidando o domínio da língua portuguesa por parte dos refugiados.&nbsp;</div><div>Nós concluímos neste trabalho que devem ser criadas mais iniciativas como esta, porque o estado tem o dever de fazer cumprir os direitos humanos. &nbsp;</div><div>&nbsp;Trabalho realizado por João Baiôa, João Guerreiro e Tomás Colaço.</div><div>PAÍS - Esposende desenvolve projeto de acolhimento a refugiados. [Em linha]2021). . [Consult. 19 maio. 2021]. Disponível em WWW:<a href="http://url:https//www.noticiasaominuto.com/pais/1742546/esposende-desenvolve-projeto-de-acolhimento-a-refugiados">URL:https://www.noticiasaominuto.com/pais/1742546/esposende-desenvolve-projeto-de-acolhimento-a-refugiados</a>&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-16 16:00:43 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Pessoas Refugiadas da Síria</title>
         <author>arodrigoleandro</author>
         <link>https://padlet.com/poemarte8b2020/10E/wish/1610317544</link>
         <description><![CDATA[<div>6,3 milhões de sírios deslocados dentro do país em busca de segurança e outros 5 milhões no exterior do país a viver em campos de refugiados, em condições desumanas, devido à falta de uma habitação condigna e acolhedora. &nbsp;</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Esta situação com refugiados viola alguns dos direitos humanos, como por exemplo o direito de escolher a sua residência, abandonar o seu país e regressar ao mesmo. “A quantidade de pessoas que deixam suas casas para trás cresce conforme o tempo passa.” Estas pessoas deveriam ter o direito à Paz, sobretudo, porque num país em constante guerra, certamente surgirá a falta de higiene, alimentação e pobreza. Toda a pessoa sujeita a perseguição tem o direito de procurar asilo em outros países, exceto se essa pessoa cometeu algum tipo de crime. “A guerra brutal e sem fim na Síria tomou dimensões regionais e há milhões de pessoas refugiadas em países vizinhos(…)”&nbsp;</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Acreditamos que estes refugiados têm direito a migrar e, devido à pandemia, certamente com um teste COVID-19 negativo poderiam, estas pessoas, começar uma vida nova num país diferente, aplicando-se, claro, as leis dos mesmos. &nbsp;<br><br>Fonte:&nbsp;</div><div>SIC NOTÍCIAS - Recorde de 80 milhões de refugiados e deslocados no mundo. [Em linha]2020). . [Consult. 12 maio. 2021]. Disponível em WWW:  <a href="http://url:https//sicnoticias.pt/mundo/2020-12-09-Recorde-de-80-milhoes-de-refugiados-e-deslocados-no-mundo">URL:https://sicnoticias.pt/mundo/2020-12-09-Recorde-de-80-milhoes-de-refugiados-e-deslocados-no-mundo</a>&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>Trabalho realizado por:&nbsp;</div><div>Luís Salvador&nbsp;</div><div>Rodrigo Rosa&nbsp;</div><div>Gonçalo Coelho&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-16 16:00:59 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Tribunal grego condena refugiado sírio a 52 anos de cadeia por entrar ilegalmente no país</title>
         <author>aartursupelnic</author>
         <link>https://padlet.com/poemarte8b2020/10E/wish/1610320446</link>
         <description><![CDATA[<div>O problema dos refugiados constitui uma das questões mais complexas com que a comunidade internacional se defronta em tempos mais recentes. É debatida pelas Nações Unidas, que procuram soluções para resolver este problema.&nbsp;</div><div>A notícia escolhida pelo nosso grupo menciona um refugiado preso, por entrar “ilegalmente” na Grécia, juntamente com a sua família.&nbsp;</div><div>Na nossa opinião, a condenação deste homem e a sua família foi injusta, pois ele não é refugiado voluntariamente. Ser refugiado não é ser estrangeiro, uma pessoa é refugiada, pois está apenas a procurar melhores condições de vida. Neste exemplo, este homem apenas queria garantir a segurança dos seus filhos.&nbsp;</div><div>Situações como esta já surgiram várias vezes e as condenações são diversas e variam, desde prisão até serem enviados de volta aos países de onde chegaram. O maior problema é a violação dos direitos humanos, neste exemplo foram violados os artigos 13º e 14º da Declaração Universal dos Direitos Humanos, que asseguram que todas as pessoas têm o direito de circular entre países e, se sujeitas a perseguição, o direito de procurar e beneficiar do asilo de outros países.&nbsp;</div><div>A evolução das comunicações do séc. XXI teve um grande impacto nas nossas vidas, pois através destas, tomamos conhecimento deste género de situações, de que há pessoas que necessitam da nossa ajuda e que são tratadas de forma injusta.&nbsp;</div><div>Para concluir, achamos que para lidar com esta situação dos refugiados deve-se respeitar, acima de tudo, os direitos humanos, para que ninguém seja desvalorizado devido ao seu país de origem.&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>CORREIO DA MANHÃ - Tribunal grego condena refugiado sírio a 52 anos de cadeia por entrar ilegalmente no país. [Em linha]2021). . [Consult. 20 maio. 2021]. Disponível em WWW:<a href="http://url:https//www.cmjornal.pt/mundo/detalhe/tribunal-grego-condena-refugiado-sirio-a-52-anos-de-cadeia-por-entrar-ilegalmente-no-pais">URL:https://www.cmjornal.pt/mundo/detalhe/tribunal-grego-condena-refugiado-sirio-a-52-anos-de-cadeia-por-entrar-ilegalmente-no-pais</a>&nbsp;<br><br>Realizado por: &nbsp;</div><div>Afonso Brissos &nbsp;</div><div>Artur Supelnic &nbsp;</div><div>Diogo Carrasco &nbsp;</div><div>10.ºE&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-16 16:02:25 UTC</pubDate>
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         <title>Mediterranean Sea</title>
         <author>amartimconceicao</author>
         <link>https://padlet.com/poemarte8b2020/10E/wish/1610334143</link>
         <description><![CDATA[<div>A notícia foca a terrível crise do Mediterrâneo, onde são milhares os refugiados que tentam chegar à Europa em condições difíceis.&nbsp;</div><div>Esta rota é mortal e o Mediterrâneo é já considerado uma vala comum, pois o seu fundo acumula milhares e milhares de cadáveres.&nbsp;</div><div>Com o problema do covid 19, a situação agravou-se e a Europa tem os portos fechados, os barcos que partem da Líbia e da Tunísia não conseguem desembarcar e não há navios humanitários que façam resgates de barcos à deriva no Mediterrâneo.&nbsp;</div><div>As organizações internacionais denunciaram que esta rota migratória do mediterrâneo é palco de uma das maiores tragédias da atualidade.&nbsp;</div><div>Apreciação crítica:&nbsp;</div><div>Relativamente ao tema da notícia, consideramos que o problema dos fluxos migratórios é algo muito complexo.Trata-se de um fenómeno social, económico, político e humano. Ultimamente este problema tem vindo a agravar-se, contribuindo para um elevadíssimo número de mortos.&nbsp;</div><div>Esta crise humanitária deve-nos levar a realizar um exercício de reflexão, pois trata-se de um crime de violação dos direitos humanos, nomeadamente os direitos defendidos no artigo 3º -“todo o ser humano tem o direito à vida e à segurança pessoal”- e no artigo 13º, alínea 2), que defende que todo o ser humano tem o direito de deixar qualquer país, inclusive o próprio, e a ele regressar.&nbsp;</div><div>Para além de todos os problemas enfrentados no mar, quando chegam à Europa debatem-se com um conjunto de burocracias, tal como a nacionalidade, passaporte, vistos de residência, arrendamentos(…), podendo ser deportados.&nbsp;</div><div>Nós, enquanto portugueses e habitantes do espaço europeu, temos o dever de ajudar e integrar os seres humanos que precisam de ajuda e que lutam todos os dias pela sobrevivência.&nbsp;</div><div>É urgente mudar mentalidades. Todo esse preconceito sentido por alguns Europeus, principalmente associado a ideais da extrema-direita, envergonham-nos enquanto europeus.&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>Fonte: &nbsp;</div><div>PÚBLICO - Mediterrâneo está a ser palco de “tragédia” sem testemunhas, denunciam ONG. [Em linha]2021). . [Consult. 14 maio. 2021]. Disponível em WWW:&lt;URL:<a href="https://www.publico.pt/2020/05/14/mundo/noticia/mediterraneo-palco-tragedia-testemunhas-alertam-ong-1916554">https://www.publico.pt/2020/05/14/mundo/noticia/mediterraneo-palco-tragedia-testemunhas-alertam-ong-1916554</a>&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>Francisco Fitas&nbsp;</div><div>Diogo Moreno&nbsp;</div><div>Martim Conceição&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-16 16:09:15 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Mais de 130 mortos em naufrágio na Líbia apesar de pedido de SOS </title>
         <author>aanapinto</author>
         <link>https://padlet.com/poemarte8b2020/10E/wish/1610349995</link>
         <description><![CDATA[<div>“Uma embarcação de resgate, Oceano Viking, confirmou a morte de pelo menos 130 pessoas num naufrágio perto da capital líbia, Trípoli.&nbsp;</div><div>O navio encontrou vários corpos boiando nas águas do Mediterrâneo central, após as vítimas terem passado dois dias num bote de borracha à espera de socorro. “&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>Através desta notícia tomamos conhecimento de que 130 refugiados morreram podendo ter sido salvos, pois mesmo com vários pedidos de ajuda, as pessoas ficaram dois dias, num bote de borracha, à espera de socorro. &nbsp;</div><div>Antes da pandemia já era muito complicado dar resposta a todos os pedidos de ajuda dos refugiados. Agora cada vez mais assistimos a uma escolha de pessoas. 130 pessoas que apenas estavam a tentar fugir às condições de vida desumanas no seu país não foram salvas por serem refugiados. &nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>Tal como consta no artigo 1ª da Declaração Universal dos Direitos Humanos, “Todos os seres humanos nascem livres e iguais em dignidade e em direitos. Dotados de razão e de consciência, devem agir uns para com os outros em espírito de fraternidade”, ou no artigo 7º, “Todos são iguais perante a lei e, sem distinção, têm direito a igual proteção da lei. Todos têm direito a proteção igual contra qualquer discriminação que viole a presente Declaração e contra qualquer incitamento a tal discriminação.” Estes são apenas dois dos muitos artigos onde se defende a igualdade. Esta notícia dá-nos um perfeito exemplo de que os direitos não se aplicam a todos de igual forma.&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>Fonte: &nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>ONU NEWS - Mais de 130 mortos em naufrágio na Líbia apesar de pedido de SOS. [Em linha]2021). . [Consult. 15 maio. 2021]. Disponível em WWW:<a href="http://url:https//news.un.org/pt/story/2021/04/1748672">URL:https://news.un.org/pt/story/2021/04/1748672</a>&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>Anna Pinto&nbsp;</div><div>Bárbara Pansini&nbsp;</div><div>Inês Freitas&nbsp;</div>]]></description>
         <enclosure url="https://news.un.org/pt/story/2021/04/1748672" />
         <pubDate>2021-06-16 16:16:45 UTC</pubDate>
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