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      <title>PRIMAVERA ÁRABE by Cintia Moraes de Aguiar</title>
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PESQUISE SOBRE O PAPEL DAS TECNOLOGIAS  DIGITAIS NA PRIMAVERA ÁRABE  E FAÇA SUA POSTAGEM. </description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-09-22 10:28:55 UTC</pubDate>
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         <title>O papel das tecnologias digitais na Primavera Árabe </title>
         <author>Lavinia_Fraga_Lima</author>
         <link>https://padlet.com/cintiamaguiar/6tgmxm5ape8w47lj/wish/1759722311</link>
         <description><![CDATA[<div>A chamada Primavera Árabe consiste em uma complexa sequência de protestos iniciados em<strong> </strong>2010, ocorridos na Tunísia, no Egito, resultando também em guerra civil na Líbia e na Síria, atingindo também outros locais da região. A revolução é considerada a primeira grande onda de protestos democráticos do mundo árabe no século XXI. <br>A adoção da primeira lei de direito à informação por um país do Oriente Médio, na Jordânia, em 2007, constitui-se como exemplo desta tendência, que passou a se estender a todas as regiões geográficas do mundo comumente citadas. Nesse contexto, inclui-se a primeira decisão tomada por um tribunal internacional, no intuito de reconhecer o direito à informação, com declarações cada vez mais enfáticas de órgãos e autoridades internacionais sobre o <em>status </em>deste direito.<br>Notadamente, a ocorrência do movimento tem relação com a crise econômica global de 2008,&nbsp; gerando agravamento da pobreza&nbsp; e a elevação de preços. Nos atos de revolta, têm se destacado técnicas de resistência civil em campanhas sustentadas, envolvendo recursos como Facebook, Twitter e Youtube. Preocupado com as manifestações, o governo egípcio suspendeu a Internet e a telefonia móvel. Sob a perspectiva política, apontam-se regimes corruptos e autoritários como aspectos motivadores do movimento, informação revelada pelo vazamento de informações constantes em telegramas diplomáticos dos Estados Unidos, divulgados pelo Wikileaks.<br>Como sugerem estudiosos, a utilização do Facebook e de aparelhos celulares constituiu um instrumento de auxílio ao processo revolucionário. Isto, por decorrência, assume um papel na propagação dos movimentos e, consequentemente, no alcance de seus objetivos, ao menos no caso egípcio.&nbsp;<br><br>Lavinia Fraga-301.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-22 11:28:28 UTC</pubDate>
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         <title>Luiz Filipe 301 </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><br>Nos atos de revolta, têm se destacado técnicas de resistência civil em campanhas sustentadas, envolvendo recursos como Facebook, Twitter e Youtube. Preocupado com as manifestações, o governo egípcio suspendeu a Internet e a telefonia móvel.&nbsp; Sob a perspectiva política,&nbsp; apontam-se regimes corruptos e autoritários como aspectos motivadores do movimento , informação&nbsp; revelada pelo vazamento de informações constantes em&nbsp; telegramas diplomáticos dos Estados Unidos, divulgados pelo Wikileaks.<br><br>Como sugerem estudiosos, a utilização do Facebook e de aparelhos celulares constituiu um instrumento de auxílio ao processo revolucionário.&nbsp; Isto, por decorrência, assume um papel na propagação dos movimentos e, consequentemente, no alcance de seus objetivos, ao menos no caso egípcio. Na realidade, diversas manifestações tiveram início nas redes sociais e se estenderam às ruas. Uma das vantagens deste tipo de comunicação consiste no anonimato, como aponta Antoun. Segundo Hussein Amine, especialista em meios de comunicação da Universidade estadunidense de O Cairo, as redes sociais deram pela primeira vez aos militantes a possibilidade de divulgar rapidamente a informação escapando das restrições governamentais.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-22 11:31:40 UTC</pubDate>
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         <title>O papel das tecnologias digitais na primavera árabe</title>
         <author>camilamvarela</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Nos atos de revolta, têm se destacado técnicas de resistência civil em campanhas sustentadas, envolvendo recursos como Facebook, Twitter e Youtube. Preocupado com as manifestações, o governo egípcio suspendeu a Internet e a telefonia móvel.&nbsp; Sob a perspectiva política,&nbsp; apontam-se regimes corruptos e autoritários como aspectos motivadores do movimento , informação&nbsp; revelada pelo vazamento de informações constantes em&nbsp; telegramas diplomáticos dos Estados Unidos, divulgados pelo Wikileaks.<br>Como sugerem estudiosos, a utilização do Facebook e de aparelhos celulares constituiu um instrumento de auxílio ao processo revolucionário.&nbsp; Isto, por decorrência, assume um papel na propagação dos movimentos e, consequentemente, no alcance de seus objetivos, ao menos no caso egípcio. Na realidade, diversas manifestações tiveram início nas redes sociais e se estenderam às ruas. Uma das vantagens deste tipo de comunicação consiste no anonimato, como aponta Antoun (2008, p.2).Segundo Hussein Amine, especialista em meios de comunicação da Universidade estadunidense de O Cairo, as redes sociais deram pela primeira vez aos militantes a possibilidade de divulgar rapidamente a informação escapando das restrições governamentais.</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-22 11:33:56 UTC</pubDate>
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         <title>A chamada Primavera Árabe  consiste em uma complexa sequencia de protestos iniciados em 2010, ocorridos na Tunísia , no Egito , resultando também em guerra civil na Líbia  e na Síria, atingindo também outros locais da região. A revolução é considerada a primeira grande onda de protestos democráticos do mundo árabe no século XXI. Os regimes em questão, nascidos de nacionalismos árabes dentre as décadas de 1950 e 1970, foram se convertendo em governos repressores que impediam a oposição política credível que deu lugar a um vazio preenchido por movimentos islamistas de diversas índoles.O movimento, desencadeado em dezembro de 2010, quando um jovem tunisiano- Mohamed Bouazizi – ateou fogo ao próprio corpo, apresenta-se como nítido exemplo de consolidação da última geração de direitos fundamentais a povos que sequer tinham as garantias mínimas, elencadas pela primeira geração dos mesmos direitos. O acesso à informação, direito fundamental proposto por Bonavides[1] (apud Cavalcanti, 2005), foi importante fator para a ruptura com o status quo vigente, sendo inegável que o uso da internet tenha contribuído para desencadear o processo de mudança na região.A adoção da primeira lei de direito à informação por um país do Oriente Médio, na Jordânia, em 2007, constitui-se como exemplo  desta tendência, que passou a  se estender a todas as regiões geográficas do mundo comumente citadas. Nesse contexto, inclui-se a primeira decisão tomada por um tribunal internacional, no intuito de reconhecer o direito à informação, com declarações cada vez mais enfáticas de órgãos e autoridades internacionais sobre o status deste direito.Notadamente, a ocorrência do movimento tem relação com a crise econômica global de 2008,  gerando agravamento da pobreza  e a elevação de preços. Nos atos de revolta, têm se destacado técnicas de resistência civil em campanhas sustentadas, envolvendo recursos como Facebook, Twitter e Youtube. Preocupado com as manifestações, o governo egípcio suspendeu a Internet e a telefonia móvel.  Sob a perspectiva política,  apontam-se regimes corruptos e autoritários como aspectos motivadores do movimento , informação  revelada pelo vazamento de informações constantes em  telegramas diplomáticos dos Estados Unidos, divulgados pelo Wikileaks.Como sugerem estudiosos, a utilização do Facebook e de aparelhos celulares constituiu um instrumento de auxílio ao processo revolucionário.  Isto, por decorrência, assume um papel na propagação dos movimentos e, consequentemente, no alcance de seus objetivos, ao menos no caso egípcio. Na realidade, diversas manifestações tiveram início nas redes sociais e se estenderam às ruas. Uma das vantagens deste tipo de comunicação consiste no anonimato, como aponta Antoun (2008, p.2)[2] .Segundo Hussein Amine, especialista em meios de comunicação da Universidade estadunidense de O Cairo, as redes sociais deram pela primeira vez aos militantes a possibilidade de divulgar rapidamente a informação escapando das restrições governamentais.O regime sírio, por sua vez,  tentou apaziguar o cenário e anunciou a intenção de promover reformas, tais como a anulação das leis de emergência, em vigor no país desde a revolução de março de 1963. No país, o partido Baath representa um fator de coesão social, e reproduz o apoio da população ao regime de Assad. Essa base popular ainda é representativa de uma parte da população síria. Portanto, esse regime não pode ser descrito como era o  de Hosni Mubarak, no Egito, onde havia uma distinção clara  entre o presidente e as forças de segurança, particularmente o Exército. Este preferiu não apoiar mais o presidente e se encarregou dos assuntos do Estado.Ao contrário dos outros países da “Primavera Árabe”, que já estão em um sistema transitório de governo, ou que controlaram as manifestações, a Síria permanece com um futuro incerto. Os conflitos se mantêm mesmo após um ano da primeira manifestação e o número de mortos não pode ser confirmado devido à repressão que a imprensa sofre na região.Dessa forma, as perspectivas do regime serão condicionadas não só pela proporção do apoio entre os habitantes da periferia, mas principalmente pela força da classe média entre as elites sunitas nas grandes cidades, sobretudo Damasco, e que apoiaram o regime na década de 1980, contra 0s Irmãos Muçulmanos. Também, os curdos (10% da população)  terão  um papel importante na capacidade do governo reprimir as manifestações.Sabe-se que o futuro da Síria depende dos jovens do país- pessoas entre 20 e 30 anos, que constituem mais da metade da população. Tratam -se de sunitas e de outras comunidades, que vivem nas periferias de grandes cidades- elas determinarão a forma e o futuro do país. A comunidade internacional vem se mobilizando para pressionar a saída de Bashar al-Assad do governo ou encontrar uma solução pacífica. Entretanto, alguns países não foram favoráveis às primeiras propostas da ONU, como a China e a Rússia, que vetaram a resolução que condenava a repressão do governo sírio contra os manifestantes. A Síria, sendo o único laço restante com a Rússia, passa a ser um caso muito particular para a diplomacia russa, uma vez que essa interação promove um vínculo entre o governo de Moscou e os países árabes, o que seria interessante para a  garantia da influência política russa na região. O regime continua fazendo uma forte repressão aos opositores. Além disto, um empecilho criado no plano da ONU foi a fixação das datas para a retirada das tropas do exército de Bashar al-Assad.Já os Estados Unidos, principal potência mundial que apoia os opositores do regime de Assad, atualmente não possuem capacidade de manobra para abreviar o fim da revolta e muito menos a possibilidade de uma intervenção militar, caso isso fosse aprovado por alguma resolução do Conselho de Segurança  da ONU. O país pode, contudo, empregar sua capacidade militar, enviando armas aos opositores e na defesa de que seja aprovada alguma resolução na ONU, mas dificilmente fará algo mais efetivo.Um avanço aparente nas negociações foi o plano de paz, aceito pela Síria, proposto por Kofi Annan (emissário da ONU). O plano prevê o fim de todos os atos de violência, da parte do regime ou dos opositores. Também prevê que a pacificação seja supervisionada pela ONU, a libertação de presos políticos e o envio de ajuda humanitária. Contudo, o que se viu alguns dias depois do encontro entre Kofi Annan e Bashar al-Assad foi um cenário diferente do proposto no plano.Como possível análise do cenário internacional, identifica-se que uma queda do regime sírio provocaria um desequilíbrio de poder no Oriente Médio, abrindo um vácuo de influência na região, o qual certamente seria disputado entre as principais potências mundiais, pois a Síria e o Egito apresentam considerável relevância geopolítica a muitos países. Ao menos no Egito, a renúncia do Presidente Hosny Mubarak inaugura um governo de transição, com indefinições políticas em âmbitos interno e externo.  ReferênciasCAVALCANTI, F.R. A primavera árabe à luz da Teoria das Gerações dos Direitos Fundamentais. Disponível em http://www.pesquisedireito.com/artigos/diversos/apaltgdf. Acesso em 27/05/13.</title>
         <author>giovaniclima</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-09-22 11:40:06 UTC</pubDate>
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         <title>Rafael Brum - 301</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>A ocorrência do movimento tem relação com a crise econômica global de 2008,&nbsp; gerando agravamento da pobreza&nbsp; e a elevação de preços. Nos atos de revolta, têm se destacado técnicas de resistência civil em campanhas sustentadas, envolvendo recursos como Facebook, Twitter e Youtube. Preocupado com as manifestações, o governo egípcio suspendeu a Internet e a telefonia móvel.&nbsp; Sob a perspectiva política,&nbsp; apontam-se regimes corruptos e autoritários como aspectos motivadores do movimento , informação&nbsp; revelada pelo vazamento de informações constantes em&nbsp; telegramas diplomáticos dos Estados Unidos, divulgados pelo Wikileaks.<br>Como sugerem estudiosos, a utilização do Facebook e de aparelhos celulares constituiu um instrumento de auxílio ao processo revolucionário.&nbsp; Isto, por decorrência, assume um papel na propagação dos movimentos e, consequentemente, no alcance de seus objetivos, ao menos no caso egípcio. Na realidade, diversas manifestações tiveram início nas redes sociais e se estenderam às ruas. Uma das vantagens deste tipo de comunicação consiste no anonimato .Segundo Hussein Amine, especialista em meios de comunicação da Universidade estadunidense de O Cairo, as redes sociais deram pela primeira vez aos militantes a possibilidade de divulgar rapidamente a informação escapando das restrições governamentais.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-22 11:42:31 UTC</pubDate>
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         <title>A tecnologia na Primavera Árabe- Ana Carolina Peres </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cintiamaguiar/6tgmxm5ape8w47lj/wish/1759752489</link>
         <description><![CDATA[<div>No dia 13 de Maio de 2011 o site EXAME.COM publicou a seguinte matéria:<br>"São Paulo -- Facebook, Twitter e outras redes sociais desempenharam um papel considerável nos recentes movimentos contra a ditadura nos países árabes. Mas a internet também pode ser utilizada pelos líderes ameaçados para consolidar seu poder, afirmou a Anistia Internacional (AI) num informe publicado nesta sexta-feira.<br><br></div><div>"Não há nenhuma dúvida de que as redes sociais tenham desempenhado um papel muito importante ao permitir que as pessoas se reúnam. Mas temos que ter sempre em mente que isso dá também, aos governos, a oportunidade de tomar medidas duras contra a população", afirmou o secretário-geral da Anistia Internacional, Salil Shetty. A declaração coincide com a publicação do informe anual sobre a situação dos direitos humanos no mundo.<br><br></div><div>"Os governos lutam para recuperar a iniciativa ou para utilizar essa tecnologia contra os militantes", afirma o documento. A "primavera árabe", que começou com a revolta na Tunísia no início do ano, derrubou o presidente que permanecia no poder havia 23 anos, Zine El Abidin Ben Ali, e depois o presidente egípcio, Hosni Mubarak. Mas em outros países do norte da África e do Oriente Médio, como Iêmen, Líbia ou Síria, as revoltas continuam sem conseguir derrubar seus líderes. "As forças de repressão lançaram um sério contra-ataque. Na Líbia, o regime do coronel Muamar Kadafi utilizou sistematicamente a internet e meios sociais muito sofisticados para reprimir a população", ressaltou Salil Shetty.<br><br></div><div>A organização internacional também advertiu que as empresas que fornecem acesso à internet, os operadores de telecomunicações e as redes sociais correm o risco de se tornar cúmplices dos regimes, se forem utilizadas para espiar as ações dos ativistas e militantes, cortar as redes de telefonia móvel ou bloquear o acesso à internet. "Não devem se tornar marionetes ou cúmplices de governos repressivos que desejam sufocar a liberdade de expressão e espiar seu povo", adverte o informe.<br><br></div><div>Na China, onde as autoridades temem um contágio da Primavera Árabe, o controle da internet, que já era firme, foi reforçado. "É uma tentativa de prevenir uma revolta do estilo das do Oriente Médio. O governo estendeu a ofensiva contra os ativistas", adverte a Anistia. Mais de uma centena de ativistas, a maioria deles internautas ativos, desapareceram após um chamado lançado na rede em fevereiro convocando a população a se rebelar. Apesar do desenrolar "incerto" dos levantes em curso, a Anistia afirmou que a queda de ditadores e outras revoltas populares são motivo de otimismo para o futuro. "O gênio saiu da garrafa e as forças da repressão não podem voltar a prendê-lo", disse Salil Shetty."<br>Segundo esta matéria, a Internet foi utilizada tanto para o uso do governo, como também pelos terroristas e cidadãos, que reivindicavam e demonstravam os seus descontentamentos com a direção de seu país. <br><br><br></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-22 11:45:13 UTC</pubDate>
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         <title>Lucas Boeira -301</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>As redes sociais foram usadas como meio de denúncia e propagação, mostrando para outros países a falta de liberdade, e os abusos cometidos pelas "autoridades", nos respectivos países . Consequentemente, os primeiros videos compartilhados, incentivaram ações parecidas em outras regiões.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-22 11:46:02 UTC</pubDate>
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         <title>O papel das tecnologias digitais na primavera Árabe</title>
         <author>karolinydsala</author>
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         <description><![CDATA[<div>A chamada Primavera Árabe&nbsp; consiste em uma complexa sequencia de protestos iniciados em<strong> </strong>2010, ocorridos na Tunísia, no Egito, resultando também em guerra civil na Líbia e na Síria, atingindo também outros locais da região, movimento, desencadeado em dezembro de 2010, quando um jovem tunisiano Mohamed Bouazizi, ateou fogo ao próprio corpo, apresenta-se como nítido exemplo de consolidação da última geração de direitos fundamentais a povos que sequer tinham as garantias mínimas, elencadas pela primeira geração dos mesmos direitos. O acesso à informação, direito fundamental proposto por Bonavides (apud Cavalcanti, 2005), foi importante fator para a ruptura com o <em>status quo </em>vigente, sendo inegável que o uso da internet tenha contribuído para desencadear o processo de mudança na região. A adoção da primeira lei de direito à informação por um país do Oriente Médio, na Jordânia, em 2007, constitui-se como exemplo&nbsp; desta tendência, que passou a&nbsp; se estender a todas as regiões geográficas do mundo comumente citadas.&nbsp;<br><br>Notadamente, a ocorrência do movimento tem relação com a crise econômica global de 2008,&nbsp;gerando agravamento da pobreza&nbsp; e a elevação de preços. Nos atos de revolta, têm se destacado técnicas de resistência civil em campanhas sustentadas, envolvendo recursos como Facebook, Twitter e Youtube. Preocupado com as manifestações, o governo egípcio suspendeu a Internet e a telefonia móvel.&nbsp; Sob a perspectiva política,&nbsp;apontam-se regimes corruptos e autoritários como aspectos motivadores do movimento, informação&nbsp; revelada pelo vazamento de informações constantes em telegramas diplomáticos dos Estados Unidos, divulgados pelo Wikileaks.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-22 11:48:31 UTC</pubDate>
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         <title>  O papel das tecnologias digitais  na Primavera Árabe </title>
         <author>mikaeldsrosa</author>
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         <description><![CDATA[<div><br>A chamada Primavera Árabe&nbsp; consiste em uma sequência de protestos iniciados em 2010, ocorridos na Tunísia , no Egito , resultando também em guerra civil na Líbia&nbsp; e na Síria, atingindo também outros locais da região. A revolução é considerada a primeira grande onda de protestos democráticos do mundo árabe. O movimento, desencadeado em dezembro de 2010, quando um jovem tunisiano- Mohamed Bouazizi – ateou fogo ao próprio corpo.<br>O acesso à informação, direito fundamental proposto por Bonavides (apud Cavalcanti, 2005), foi importante fator para a ruptura com o status quo vigente, sendo inegável que o uso da internet tenha contribuído para desencadear o processo de mudança na região.<br>A adoção da primeira lei de direito à informação por um país do Oriente Médio, na Jordânia, em 2007, constitui-se como exemplo&nbsp; desta tendência, que passou a&nbsp; se estender a todas as regiões geográficas do mundo comumente citadas. Notadamente, a ocorrência do movimento tem relação com a crise econômica global de 2008,&nbsp; gerando agravamento da pobreza&nbsp; e a elevação de preços. Nos atos de revolta, têm se destacado técnicas de resistência civil em campanhas sustentadas, envolvendo recursos como Facebook, Twitter e Youtube. Preocupado com as manifestações, o governo egípcio suspendeu a Internet e a telefonia móvel.&nbsp; Sob a perspectiva política,&nbsp; apontam-se regimes corruptos e autoritários como aspectos motivadores do movimento , informação&nbsp; revelada pelo vazamento de informações constantes em&nbsp; telegramas diplomáticos dos Estados Unidos, divulgados pelo Wikileaks. Como sugerem estudiosos, a utilização do Facebook e de aparelhos celulares constituiu um instrumento de auxílio ao processo revolucionário. Uma das vantagens deste tipo de comunicação consiste no anonimato, como aponta Antoun (2008, p.2). Segundo Hussein Amine, especialista em meios de comunicação da Universidade estadunidense de O Cairo, as redes sociais deram pela primeira vez aos militantes a possibilidade de divulgar rapidamente a informação escapando das restrições governamentais.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-22 11:51:10 UTC</pubDate>
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         <title>Luíza Gutz, 301</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>O número de usuários das redes sociais, especialmente <em>Facebook</em> e <em>Twitter</em>, aumentou substancialmente nos países árabes por ocasião do início do movimento.</div><div>As redes sociais foram o veículo de divulgação utilizado para dar a conhecer às pessoas sobre o movimento, bem como forma de expressar opiniões e ideias acerca do tema.</div><div>Igualmente, serviu para saltar à censura dos jornais, televisões e rádios controlados pelo governo em vários países.</div><div>Muitos protestos foram marcados e organizados pela população através das redes. Jornalistas e analistas, por sua vez, propagam mais velozmente os seus conteúdos a partir desse mecanismo, que foi sendo restringido pelos governos ao perceberem da sua força.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-22 11:52:47 UTC</pubDate>
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         <title>Raquel Da S. Dos Santos - 301</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cintiamaguiar/6tgmxm5ape8w47lj/wish/1759771207</link>
         <description><![CDATA[<div>Na primavera árabe as mídias digitais e os meios de comunicação tiveram um papel bem importante pois era onde a sociedade que estava vivendo isso pudia denunciar para outras nações a sua revolta.</div><div>O Facebook foi o mais utilizado, tornando-se a rede social mais importante na revolta árabe. Segundo estudos de Salem e Mourtada (2011), o número de usuários do Facebook em Janeiro de 2010 era de 11, 978,300 de pessoas, passando para 21, 361,863 em dezembro de 2010. Isso significa um aumento de 78% do início do ano até a época em que se teve o início da Primavera Árabe. Analisando esse efeito na região não se pode ignorar o início da revolta na Tunísia, assim contagiando uma série de eventos. Esse efeito causado pelo movimento, que surgiu em dezembro de 2010, deve-se as condições conjunturais, o clima político na região, os incentivos externos, como se pode notar os países ocidentais dando incentivos para a difusão da democracia, o clima político regional e o impacto dos países vizinhos.Esse crescimento de usuários no Facebook fez com que a rede social seja mais usada para fins políticos do que meramente sociais. Usuários que participavam de grupos onde se poderia ter contato com pessoas de outros países utilizavam-se dos grupos com a finalidade de mostrar a situação que eles estavam vivendo e pedindo um apoio internacional, além de compartilhar interesses com a sociedade</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-22 11:55:44 UTC</pubDate>
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         <title>Priscila Machado, Turma: 301</title>
         <author>priscilampeixoto</author>
         <link>https://padlet.com/cintiamaguiar/6tgmxm5ape8w47lj/wish/1759778206</link>
         <description><![CDATA[<div>Assevera-se amplamente que o uso maciço das Tecnologias da Informação e Comunicação (TICs) trouxe desdobramentos em todos os setores da sociedade. Entretanto, a questão a despertar interesse científico em ciências sociais aplicadas na contemporaneidade se concentrar mais no potencial transformador estas tecnologias do ponto de vista social. Neste contexto se insere este trabalho, que tem por meta averiguar os impacto transformador das manifestações ocorridas no mundo árabe em 2.010 e 2.011, popularmente conhecido como “primavera árabe”, e como ocorridas nos anos de 2.013 em diante no Brasil, chamadas forma de “ jornadas de junho ”. Por meio da pesquisa teórica e bibliográfica, visa-se perquirir acerca do eventual papel de manifestações populares como estas cada vez mais frequentes, rápidas e de pautas diversas, não procedimento de formação da política. Ademais, visa-se também investigar seus limites e desafios para que as referências de tais levantes possam a ser levadas em conta no produto final do jogo democrático, qual seja, a lei em amplo amplo.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-22 11:59:08 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>O PAPEL DAS TECNOLOGIAS DIGITAIS NA PRIMAVERA ÁRABE</title>
         <author>delcianisdlima</author>
         <link>https://padlet.com/cintiamaguiar/6tgmxm5ape8w47lj/wish/1759781453</link>
         <description><![CDATA[<div>A chamada Primavera Árabe&nbsp; consiste em uma complexa sequência de protestos iniciados em 2010, ocorridos na Tunísia , no Egito , resultando também em guerra civil na Líbia e na Síria, atingindo também outros locais da região. A revolução é considerada a primeira grande onda de protestos democráticos do mundo árabe no século XXI.&nbsp;</div><div>O movimento, desencadeado em dezembro de 2010, quando um jovem tunisiano- Mohamed Bouazizi – ateou fogo ao próprio corpo, apresenta-se como nítido exemplo de consolidação da última geração de direitos fundamentais a povos que sequer tinham as garantias mínimas, elencadas pela primeira geração dos mesmos direitos.&nbsp;</div><div>Notadamente, a ocorrência do movimento tem relação com a crise econômica global de 2008,&nbsp; gerando agravamento da pobreza&nbsp; e elevação de preços. Nos atos de revolta, têm se destacado técnicas de resistência civil em campanhas sustentadas, envolvendo recursos como Facebook, Twitter e Youtube.&nbsp;</div><div>Como sugerem estudiosos, a utilização do Facebook e de aparelhos celulares constituiu um instrumento de auxílio ao processo revolucionário.&nbsp; Isto, por decorrência, assume um papel na propagação dos movimentos e, consequentemente, no alcance de seus objetivos, ao menos no caso egípcio. As redes sociais deram pela primeira vez aos militantes a possibilidade de divulgar rapidamente a informação escapando das restrições governamentais.</div><div>Ao contrário dos outros países da “Primavera Árabe”, que já estão em um sistema transitório de governo, ou que controlaram as manifestações, a Síria permanece com um futuro incerto. Os conflitos se mantêm mesmo após um ano da primeira manifestação e o número de mortos não pode ser confirmado devido à repressão que a imprensa sofre na região.</div><h1>Fonte: <a href="http://blog.pucsp.br/culturadigitalri/?p=84">http://blog.pucsp.br/culturadigitalri/?p=84</a>&nbsp;</h1><div>Turma: 301</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-22 12:00:46 UTC</pubDate>
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         <title>Juliana Santos - 301</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>A Primavera Árabe, iniciada no final de 2010, foi uma série de manifestações e protestos, que iniciou na Tunísia, com um homem que era comerciante tacando fogo em seu próprio corpo, numa praça pública. As pessoas presentes no local começaram a gravar o que estava acontecendo.<br><br>Através dessa informação, é possível perceber o quão importante a internet e as redes sociais foram durante esse período, visto que essas manifestações tiveram muito mais visibilidade e propagação.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-22 12:04:05 UTC</pubDate>
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         <title>O papel das tecnologias digitais na Primavera Árabe</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cintiamaguiar/6tgmxm5ape8w47lj/wish/1759793826</link>
         <description><![CDATA[<div>A internet contribuiu para que os protestantes civis tivessem voz para o mundo.&nbsp;<br>Trazendo para este povo mais visibilidade, comunicação e sensibilidade a população.<br>Trazendo reconhecimento dos problemas atuais e dos seus protestos enquanto os Estados tentavam censurar e reprimir a internet.<br>Esse meio de comunicação contribuiu positivamente nos protestos, fazendo com que o mundo soubesse dos atuais problemas enfrentados por esse povo.<br><br>Ana Carolina Aguiar 301</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-22 12:06:55 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Christian Martins  - 301</title>
         <author>christianmdsilva2</author>
         <link>https://padlet.com/cintiamaguiar/6tgmxm5ape8w47lj/wish/1759800869</link>
         <description><![CDATA[<div>A Primavera Árabe se caracterizou por uma série de protestos e revoltas ocorrida nos países de língua árabe a partir do final de 2010, em que a população de diferentes lugares foi às ruas com diferentes objetivos, que giraram em torno da derrubada de ditadores, da realização de eleições e da melhoria das condições de vida. Trata-se de um dos principais eventos desse início de século e deflagra a grande instabilidade política existente na região.<br>&nbsp; Tudo começou na Tunísia, quando um jovem teve sua banca de frutas e legumes confiscada pela polícia e ateou fogo em seu próprio corpo em protesto às condições de vida a que era submetido. Com a ajuda da internet e das mídias sociais envolvendo recursos como Facebook, Twitter e Youtube a notícia de seu gesto espalhou-se como o fogo em seu corpo — e rapidamente transformou-se em protestos contra o desemprego e a corrupção na Tunísia.&nbsp;<br>&nbsp; É claro que a revolta no país não foi ocorrida somente por isso, uma vez que esse evento foi somente a “gota d'água”, pois a população estava profundamente insatisfeita com os rumos político-sociais do país e clamava por democracia, exigindo o fim da ditadura de Zine El Abidine Ben Ali, que se encontrava no poder há 23 anos.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-22 12:09:47 UTC</pubDate>
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         <title>O papel das tecnologias digitais na primavera árabe </title>
         <author>biancagmoreira</author>
         <link>https://padlet.com/cintiamaguiar/6tgmxm5ape8w47lj/wish/1759803572</link>
         <description><![CDATA[<div>A chamada Primavera Árabe&nbsp; consiste em uma complexa sequencia de protestos iniciados em 2010, ocorridos na Tunísia , no Egito , resultando também em guerra civil na Líbia<a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Guerra_civil_na_L%C3%ADbia"> </a> e na Síria, atingindo também outros locais da região. A revolução é considerada a primeira grande onda de protestos democráticos do mundo árabe no século XXI. Os regimes em questão, nascidos de nacionalismos árabes dentre as décadas de 1950 e 1970, foram se convertendo em governos repressores que impediam a oposição política credível que deu lugar a um vazio preenchido por movimentos islamistas de diversas índoles.</div><div>O movimento, desencadeado em dezembro de 2010, quando um jovem tunisiano - Mohamed Bouazizi – ateou fogo ao próprio corpo, apresenta-se como nítido exemplo de consolidação da última geração de direitos fundamentais a povos que sequer tinham as garantias mínimas, elencadas pela primeira geração dos mesmos direitos. O acesso à informação, direito fundamental proposto por Bonavides, foi importante fator para a ruptura com o status quo vigente, sendo inegável que o uso da internet tenha contribuído para desencadear o processo de mudança na região.</div><div>Notadamente, a ocorrência do movimento tem relação com a crise econômica global de 2008,&nbsp; gerando agravamento da pobreza&nbsp; e a elevação de preços. Nos atos de revolta, têm se destacado técnicas de resistência civil em campanhas sustentadas, envolvendo recursos como Facebook, Twitter e Youtube. Preocupado com as manifestações, o governo egípcio suspendeu a Internet e a telefonia móvel.&nbsp; Sob a perspectiva política,&nbsp; apontam-se regimes corruptos e autoritários como aspectos motivadores do movimento , informação&nbsp; revelada pelo vazamento de informações constantes em&nbsp; telegramas diplomáticos dos Estados Unidos, divulgados pelo Wikileaks.<br>Fonte: http://blog.pucsp.br/culturadigitalri/?p=84</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-22 12:10:57 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Primavera Árabe - a revolução do smartphone </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cintiamaguiar/6tgmxm5ape8w47lj/wish/1759823268</link>
         <description><![CDATA[<div>O mundo árabe foi abalado a partir do ano de 2011 por uma série de revoltas (movimentos democráticos) conhecidas como <strong>Primavera Árabe</strong>. Essas revoltas foram iniciadas pelos jovens desses países, e também ficou conhecida como <strong>"A Revolução do Smartphone"</strong>, uma vez que os celulares contribuiram para derrubar várias ditaduras, de <strong>forma rápida e fervorosa</strong> por meio das <strong>redes sociais</strong>.<br><br>Manuela Homem, 301</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-22 12:20:30 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Laisa Matos </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cintiamaguiar/6tgmxm5ape8w47lj/wish/1759866054</link>
         <description><![CDATA[<div>A chamada Primavera Árabe&nbsp; consiste em uma complexa sequencia de protestos iniciados em<strong> </strong>2010, ocorridos na Tunísia , no Egito , resultando também em guerra civil na Líbia&nbsp; e na Síria, atingindo também outros locais da região. A revolução é considerada a primeira grande onda de protestos democráticos do mundo árabe no século XXI. <br>&nbsp;O acesso à informação, direito fundamental,foi importante fator para a ruptura com o <em>status quo </em>vigente, sendo inegável que o uso da internet tenha contribuído para desencadear o processo de mudança na região.<br>&nbsp;Como sugerem estudiosos, a utilização do Facebook e de aparelhos celulares constituiu um instrumento de auxílio ao processo revolucionário.&nbsp; Isto, por decorrência, assume um papel na propagação dos movimentos e, consequentemente, no alcance de seus objetivos.&nbsp;<br><br>Referência:http://blog.pucsp.br/culturadigitalri/?p=84</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-22 12:37:39 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Tecnologias na Primavera Árabe - Alessandra Santos</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cintiamaguiar/6tgmxm5ape8w47lj/wish/1759900948</link>
         <description><![CDATA[<div>Durante a Primavera Árabe, pode-se observar o aumento das tenologias e meios de comunicação digital. Com isso, as informações - muitas vezes censuradas pelos governos ditatoriais - estão na internet e nas redes sociais, para fácil acesso da população.<br>O ato de se queimar em praça pública de Mohamed Bouazizi, foi gravado e documentado por diversos cidadãos que estavam presentes na momento em que tudo ocorreu, e em pouco tempo, o vídeo tinha se espalhado, gerando descontentamento e revolta da população.<br>Páginas de manifestantes foram criadas, grupos de hackers se posicionaram contra os governos, a câmera foi usada como uma arma.<br>Portanto, a tecnologia foi usada como mecanismo de defesa e ataque, para que a população não fosse silenciada!</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-22 12:50:36 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>O papel das tecnologias digitais na Primavera Árabe. </title>
         <author>amandadclopes2</author>
         <link>https://padlet.com/cintiamaguiar/6tgmxm5ape8w47lj/wish/1759955866</link>
         <description><![CDATA[<div>Nos atos de revolta, têm se destacado técnicas de resistência civil em campanhas sustentadas, envolvendo recursos como Facebook, Twitter e Youtube. Preocupado com as manifestações, o governo egípcio suspendeu a Internet e a telefonia móvel. &nbsp;Sob a perspectiva política,&nbsp; apontam-se regimes corruptos e autoritários como aspectos motivadores do movimento , informação&nbsp; revelada pelo vazamento de informações constantes em&nbsp; telegramas diplomáticos dos Estados Unidos, divulgados pelo Wikileaks.<br><br>Como sugerem estudiosos, a utilização do Facebook e de aparelhos celulares constituiu um instrumento de auxílio ao processo revolucionário.&nbsp; Isto, por decorrência, assume um papel na propagação dos movimentos e, consequentemente, no alcance de seus objetivos, ao menos no caso egípcio. Na realidade, diversas manifestações tiveram início nas redes sociais e se estenderam às ruas. Uma das vantagens deste tipo de comunicação consiste no anonimato, como aponta Antoun (2008, p.2)[2] .Segundo Hussein Amine, especialista em meios de comunicação da Universidade estadunidense de O Cairo, as redes sociais deram pela primeira vez aos militantes a possibilidade de divulgar rapidamente a informação escapando das restrições governamentais.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-22 13:09:57 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>A Primavera Árabe - Iasmim Soares Peres 301 </title>
         <author>iasmimperes</author>
         <link>https://padlet.com/cintiamaguiar/6tgmxm5ape8w47lj/wish/1759977098</link>
         <description><![CDATA[<div>     Nunca uma revolução brilhou tanto. Graças às redes sociais e aos smartphones, o espírito da Primavera Árabe varreu o Oriente Médio e contribuiu para derrubar ditaduras. Desde então, a contra-ofensiva digital de Estados  autoritários silenciou muitos ativistas.<br>       A partir do aumento do número de usuários e acessos às redes sociais, começaram a surgir pessoas que se destacavam das demais por conta da frequência com que postavam suas mensagens e pela forma com que descreviam o que acontecia nos protestos.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-22 13:16:47 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>O papel das tecnologias digitais na Primavera Árabe </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cintiamaguiar/6tgmxm5ape8w47lj/wish/1760269195</link>
         <description><![CDATA[<div>A Primavera Árabe diz respeito a uma série de revoltas, iniciadas em 2010 quando Mohamed Bouazizi colocou fogo no próprio corpo em busca de seus direitos.&nbsp;<br>No local, as pessoas gravaram o acontecido, e desde então as tecnologias digitais foram usadas como meio para que esses movimentos democráticos da Primavera Árabe alcançassem cada vez mais espaço no mundo, uma vez que a internet é capaz de dar mais visibilidade para esses assuntos, sendo usada como um meio para que a população não fosse silenciada.<br><br>Luiz Antônio Scandolara - 301</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-22 14:44:13 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Morgana-301</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cintiamaguiar/6tgmxm5ape8w47lj/wish/1760393887</link>
         <description><![CDATA[<div>A primavera árabe foi uma serie de protestos que começou em 2010 para tirar o presidente Zine el abidine Ben Ali e a internet foi uma ótima oportunidade de conseguirem mais alcance com as redes sociais como Twitter, Facebook e etc…<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-22 15:23:51 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Laura Gomes - 301</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cintiamaguiar/6tgmxm5ape8w47lj/wish/1761233279</link>
         <description><![CDATA[<div>Primavera Árabe<br><br>No início da Primavera Árabe em 2010, o movimento de protesto nos países muçulmanos começou na Tunísia e continua até hoje.<br><br>O movimento é caracterizado pela luta pela democracia e melhores condições de vida devido à crise econômica, desemprego e falta de liberdade de expressão.<br><br>Os países que se viram envolvidos incluem: Tunísia, Egito, Líbia, Iêmen, Argélia, Síria, Marrocos, Omã, Bahrein, Jordânia, Sudão, Iraque.<br><br>As causas para a Primavera Árabe podem ser resumidas em:<br><br></div><ul><li>desemprego;</li><li>alto nível de corrupção por parte dos dirigentes e da sociedade;</li><li>falta de liberdade política e de expressão;</li><li>população jovem, educada e antenada às novidades políticas do mundo;</li><li>percepção de isolacionismo e desprezo da elite do país.</li></ul><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-22 21:58:10 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>O PAPEL DAS TECNOLOGIAS DIGITAIS NA PRIMAVERA ÁRABE</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cintiamaguiar/6tgmxm5ape8w47lj/wish/1761354755</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp; Graças às redes sociais e aos smartphones, o espírito da Primavera Árabe contribuiu para derrubar ditaduras no oriente médio.<br>&nbsp; Naquela época, por não ser capaz de dominar essas ferramentas, os regimes do Norte da África e do Oriente Médio foram surpreendidos com a velocidade com que se espalhou o fervor dessas revoltas populares na internet.<br><br>João Pedro Rodrigues de Oliveira, 301</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-22 23:46:58 UTC</pubDate>
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         <title>Manuela Barufi 301</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cintiamaguiar/6tgmxm5ape8w47lj/wish/1761667773</link>
         <description><![CDATA[<div>Primavera Árabe foi uma série de revoltas populares que eclodiram em mais de 10 países no Oriente Médio e na região norte da África. A Tunísia foi o berço de revoluções que se espalharam pelas nações vizinhas em oposição às altas taxas de desemprego, precárias condições de vida, corrupção e governos autoritários.<br>Egito, Tunísia, Líbia, Síria, Iêmen, Bahrein, Marrocos e Jordânia foram os <a href="http://in.reuters.com/article/tunisia-revolution-anniversary/timeline-arab-spring-a-year-that-shook-the-arab-world-idINDEE80C0IT20120113">principais</a> envolvidos na Primavera Árabe. O período trouxe transformações históricas que mudaram os rumos da política mundial. As nações lutaram por objetivos em comum, como o fim das ditaduras ou melhores condições de vida, mas seguiram caminhos individuais durante as revoluções.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-23 02:14:26 UTC</pubDate>
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         <title>Eduardo Schmitt-301</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Primavera Árabe caracterizou uma série de protestos e revoltas ocorrida nos países de língua árabe a partir do final de 2010, em que a população de diferentes lugares foi às ruas com diferentes objetivos, que giraram em torno da derrubada de ditadores, da realização de eleições e da melhoria das condições de vida.<br>A internet contribuiu para que os protestantes tivessem mais visibilidade e comunicação</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-23 02:40:35 UTC</pubDate>
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         <title>Nathalia inae 301</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>O&nbsp;auxílio  da Internet foi muito importante durante os protestos que ocorreram, eles utilizaram a Internet para expor onde iria acontecer e também para que a população todo tivesse visibilidade e assim repórteres e mídia ficavam mais atentos e transmitiam tudo que acontecia. A resposta do uso foi muito boa e trouxe muitos resultados positivos a revolução. </div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-23 12:08:14 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Nunca uma revolução brilhou tanto. Graças às redes sociais e aos smartphones, o espírito da Primavera Árabe varreu o Oriente Médio e contribuiu para derrubar ditaduras. Desde então, a contra-ofensiva digital de Estados autoritários<br>&nbsp;silenciou muitos ativistas.&nbsp;<br>Naquela época, por não ser capaz de dominar essas ferramentas, os regimes do Norte da África e do Oriente Médio foram surpreendidos com a velocidade com que se espalhou o fervor dessas revoltas populares na internet.</div><div>Hiperconectadas e em sua maioria sem liderança, essas mobilizações fizeram a Primavera Árabe disparar em todas as direções, com flashmobs difíceis para as autoridades conterem ou reivindicações surgindo de reuniões públicas na internet sem comitês de direção a portas fechadas.</div><div>"Os blogs e as redes sociais não foram o gatilho, mas acompanharam os movimentos", estima o ex-ativista tunisiano Sami Ben Gharbia, autor de um blog no exílio e que voltou a seu país durante o levante de 2011. "Foram uma arma de comunicação formidável."</div><div>Desde então, os Estados autoritários preencheram suas lacunas, munindo-se de um arsenal de vigilância cibernética e censura na web, bem como exércitos de "trolls".</div><div>A esperança nascida da Primavera Árabe, por sua vez, morreu rapidamente sob o ataque de novos regimes ainda mais repressivos ou guerras devastadoras na Síria, Líbia e Iêmen. Os smartphones, ao possibilitarem a captura de fotos e vídeos, tornaram-se armas de informação do cidadão, permitindo que todos testemunhem e se mobilizem, uma tendência chamada em inglês de "mass mobile-isation".</div><div>"Stories" são publicadas no Facebook, fora do alcance das autoridades repressivas que há décadas amordaçam a mídia tradicional.</div><div>"O papel do Facebook foi decisivo", lembra Hamadi Kaloutcha, que voltou à Tunísia depois de estudar na Bélgica e que lançou em 2008 o fórum "I have a dream: uma Tunísia democrática".<br><br>Ana Carolina Alves - 301</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-23 13:47:12 UTC</pubDate>
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         <title>O papel das tecnologias digitais na primavera árabe</title>
         <author>lucasfduarte2</author>
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         <description><![CDATA[<div>A chamada Primavera Árabe&nbsp; consiste em uma complexa sequencia de protestos iniciados em 2010, ocorridos na Tunísia , no Egito , resultando também em guerra civil na Líbia&nbsp; e na Síria, atingindo também outros locais da região. A revolução é considerada a primeira grande onda de protestos democráticos do mundo árabe no século XXI. Os regimes em questão, nascidos de nacionalismos árabes dentre as décadas de 1950 e 1970, foram se convertendo em governos repressores que impediam a oposição política credível que deu lugar a um vazio preenchido por movimentos islamistas de diversas índoles.</div><div><br></div><div>O movimento, desencadeado em dezembro de 2010, quando um jovem tunisiano- Mohamed Bouazizi – ateou fogo ao próprio corpo, apresenta-se como nítido exemplo de consolidação da última geração de direitos fundamentais a povos que sequer tinham as garantias mínimas, elencadas pela primeira geração dos mesmos direitos. O acesso à informação, direito fundamental proposto por Bonavides[1] (apud Cavalcanti, 2005), foi importante fator para a ruptura com o status quo vigente, sendo inegável que o uso da internet tenha contribuído para desencadear o processo de mudança na região.</div><div><br></div><div>A adoção da primeira lei de direito à informação por um país do Oriente Médio, na Jordânia, em 2007, constitui-se como exemplo&nbsp; desta tendência, que passou a&nbsp; se estender a todas as regiões geográficas do mundo comumente citadas. Nesse contexto, inclui-se a primeira decisão tomada por um tribunal internacional, no intuito de reconhecer o direito à informação, com declarações cada vez mais enfáticas de órgãos e autoridades internacionais sobre o status deste direito.</div><div><br></div><div>Notadamente, a ocorrência do movimento tem relação com a crise econômica global de 2008,&nbsp; gerando agravamento da pobreza&nbsp; e a elevação de preços. Nos atos de revolta, têm se destacado técnicas de resistência civil em campanhas sustentadas, envolvendo recursos como Facebook, Twitter e Youtube. Preocupado com as manifestações, o governo egípcio suspendeu a Internet e a telefonia móvel.&nbsp; Sob a perspectiva política,&nbsp; apontam-se regimes corruptos e autoritários como aspectos motivadores do movimento , informação&nbsp; revelada pelo vazamento de informações constantes em&nbsp; telegramas diplomáticos dos Estados Unidos, divulgados pelo Wikileaks.</div><div><br></div><div>Como sugerem estudiosos, a utilização do Facebook e de aparelhos celulares constituiu um instrumento de auxílio ao processo revolucionário.&nbsp; Isto, por decorrência, assume um papel na propagação dos movimentos e, consequentemente, no alcance de seus objetivos, ao menos no caso egípcio. Na realidade, diversas manifestações tiveram início nas redes sociais e se estenderam às ruas. Uma das vantagens deste tipo de comunicação consiste no anonimato, como aponta Antoun (2008, p.2)[2] .Segundo Hussein Amine, especialista em meios de comunicação da Universidade estadunidense de O Cairo, as redes sociais deram pela primeira vez aos militantes a possibilidade de divulgar rapidamente a informação escapando das restrições governamentais.</div><div><br></div><div>O regime sírio, por sua vez,&nbsp; tentou apaziguar o cenário e anunciou a intenção de promover reformas, tais como a anulação das leis de emergência, em vigor no país desde a revolução de março de 1963. No país, o partido Baath representa um fator de coesão social, e reproduz o apoio da população ao regime de Assad. Essa base popular ainda é representativa de uma parte da população síria. Portanto, esse regime não pode ser descrito como era o&nbsp; de Hosni Mubarak, no Egito, onde havia uma distinção clara&nbsp; entre o presidente e as forças de segurança, particularmente o Exército. Este preferiu não apoiar mais o presidente e se encarregou dos assuntos do Estado.</div><div><br></div><div>Ao contrário dos outros países da “Primavera Árabe”, que já estão em um sistema transitório de governo, ou que controlaram as manifestações, a Síria permanece com um futuro incerto. Os conflitos se mantêm mesmo após um ano da primeira manifestação e o número de mortos não pode ser confirmado devido à repressão que a imprensa sofre na região.</div><div><br></div><div>Dessa forma, as perspectivas do regime serão condicionadas não só pela proporção do apoio entre os habitantes da periferia, mas principalmente pela força da classe média entre as elites sunitas nas grandes cidades, sobretudo Damasco, e que apoiaram o regime na década de 1980, contra 0s Irmãos Muçulmanos. Também, os curdos (10% da população)&nbsp; terão&nbsp; um papel importante na capacidade do governo reprimir as manifestações.</div><div><br></div><div>Sabe-se que o futuro da Síria depende dos jovens do país- pessoas entre 20 e 30 anos, que constituem mais da metade da população. Tratam -se de sunitas e de outras comunidades, que vivem nas periferias de grandes cidades- elas determinarão a forma e o futuro do país.</div><div><br></div><div>&nbsp;A comunidade internacional vem se mobilizando para pressionar a saída de Bashar al-Assad do governo ou encontrar uma solução pacífica. Entretanto, alguns países não foram favoráveis às primeiras propostas da ONU, como a China e a Rússia, que vetaram a resolução que condenava a repressão do governo sírio contra os manifestantes. A Síria, sendo o único laço restante com a Rússia, passa a ser um caso muito particular para a diplomacia russa, uma vez que essa interação promove um vínculo entre o governo de Moscou e os países árabes, o que seria interessante para a&nbsp; garantia da influência política russa na região. O regime continua fazendo uma forte repressão aos opositores. Além disto, um empecilho criado no plano da ONU foi a fixação das datas para a retirada das tropas do exército de Bashar al-Assad.</div><div><br></div><div>Já os Estados Unidos, principal potência mundial que apoia os opositores do regime de Assad, atualmente não possuem capacidade de manobra para abreviar o fim da revolta e muito menos a possibilidade de uma intervenção militar, caso isso fosse aprovado por alguma resolução do Conselho de Segurança&nbsp; da ONU. O país pode, contudo, empregar sua capacidade militar, enviando armas aos opositores e na defesa de que seja aprovada alguma resolução na ONU, mas dificilmente fará algo mais efetivo.</div><div><br></div><div>Um avanço aparente nas negociações foi o plano de paz, aceito pela Síria, proposto por Kofi Annan (emissário da ONU). O plano prevê o fim de todos os atos de violência, da parte do regime ou dos opositores. Também prevê que a pacificação seja supervisionada pela ONU, a libertação de presos políticos e o envio de ajuda humanitária. Contudo, o que se viu alguns dias depois do encontro entre Kofi Annan e Bashar al-Assad foi um cenário diferente do proposto no plano.</div><div><br></div><div>Como possível análise do cenário internacional, identifica-se que uma queda do regime sírio provocaria um desequilíbrio de poder no Oriente Médio, abrindo um vácuo de influência na região, o qual certamente seria disputado entre as principais potências mundiais, pois a Síria e o Egito apresentam considerável relevância geopolítica a muitos países. Ao menos no Egito, a renúncia do Presidente Hosny Mubarak inaugura um governo de transição, com indefinições políticas em âmbitos interno e externo.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-28 19:09:32 UTC</pubDate>
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