<?xml version="1.0"?>
<rss version="2.0">
   <channel>
      <title>Geology Is Cool by andre vieira</title>
      <link>https://padlet.com/andrevieira14686/6sq6o2izsnbhymcx</link>
      <description>Olá bem vindo ao nosso padlet do grupo #douradinhos da turma 11ºA1</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-03-11 17:36:24 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2025-11-17 21:58:21 UTC</lastBuildDate>
      <webMaster>hello@padlet.com</webMaster>
      <image>
         <url>https://padlet.net/icons/png/1f5fb.png</url>
      </image>
      <item>
         <title>Sismo de magnitude 3.4 registado em Lisboa</title>
         <author>andrevieira14686</author>
         <link>https://padlet.com/andrevieira14686/6sq6o2izsnbhymcx/wish/1329919967</link>
         <description><![CDATA[<div>No dia 18 de março de 2021 foi registado um sismo de 3.4 na escala de Richter pelo IPMA (Instituto Português do Mar e da Atmosfera) com epicentro em Loures e profundidade de 13 quilómetros.</div><div>Este fenómeno foi sentido pelos cidadãos pelas 9 horas e 51 minutos gerando preocupação.&nbsp;</div><div>Este sismo teve uma intensidade máxima de III/IV na escala de Mercalli modificada</div><div><br>O que é um sismo?<br><br></div><div>Um sismo consiste na vibração das partículas dos materiais do globo terrestre originada pela libertação brusca de energia acumulada numa zona do interior da Terra, essa acumulação de energia resulta da deformação progressiva e elástica das rochas por efeito de enormes forças de tensão que se fazem sentir sobre elas.&nbsp;<br><br>Os sismos possuem diversas magnitudes. Se a magnitude for menor do que 2 são microssismos, entre 2,0 e 2,9 são sismos muito pequenos, entre 3,0 e 3,9 são sismos pequenos, entre 4,0 e 4,9 são ligeiros, entre 5,0 e 5,9 são moderados, entre 6,0 e 6,9 são fortes, entre 7,0 e 7,9 são grandes, entre 8,0 e 8,9 são importantes, entre 9,0 e 9,9 são excecionais e superiores a 10 são considerados extremos. &nbsp;<br>&nbsp;&nbsp;<br>André Vieira</div><ul><li>https://www.rtp.pt/noticias/pais/sismo-em-lisboa-sentido-em-varias-zonas-da-cidade_n1305469</li><li><em>https://pt.wikipedia.org/wiki/Escala_de_Richter</em></li></ul>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1074898360/747603801b29b3ca1425a426f8534a58/unknown.png" />
         <pubDate>2021-03-19 14:16:59 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/andrevieira14686/6sq6o2izsnbhymcx/wish/1329919967</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Vulcão Sinabung entra em erupção na Indonésia</title>
         <author>pedrorodrigues151251</author>
         <link>https://padlet.com/andrevieira14686/6sq6o2izsnbhymcx/wish/1330377265</link>
         <description><![CDATA[<div>No dia 2 de março de 2021, o vulcão Sinabung, localizado na ilha de Sumatra, na Indonésia, entrou em erupção.<br>As autoridades da Indonésia elevaram o nível de alerta para o vulcão, devido à formação de uma grande coluna de cinzas e a 13 projeções que alcançaram 5.000 metros de altura, registados pelos vulcanologistas, assim muitas pessoas tiveram de permanecer em casa para se protegerem das cinzas.<br><br>Apesar de a nuvem de  cinzas ser a maior desde 2010, não houve erupção de lava nem necessidade de cancelar o trafego aéreo, o que acabou por não trazer consequências graves para a população.<br><br>A Indonésia está situada numa zona com uma enorme atividade sísmica e erupções vulcânicas, o anel de fogo do pacifico, onde ocorre a convergência de 3 placas tectónicas.<br><br>O vulcão Sinabung é um estratovulcão de andesito e dacito com 2.460 metros de altitude esteve inativo durante 4 séculos até 2010, e a partir dessa data, varias erupções ocorreram, sendo a ultima em janeiro de 2020.<br><br><strong>Vulcão:</strong><br>Vulcão é uma estrutura geológica  criada quando o magma, gases e partículas quentes como as cinzas escapam para a superfície. Eles ejetam altas quantidades de poeira, gases e aerossóis na atmosfera, interferindo no clima. São frequentemente considerados causadores de poluição natural. Tipicamente, os vulcões apresentam formato cónico e montanhoso.<br><br><strong>Vulcanismo:</strong><br>O vulcanismo ativo está associado à emissão de magma contido em câmaras magmáticas até à superfície através de vulcões, fraturas ou fendas, normalmente as erupções vulcânicas ocorrem devido à convergência de placas tectónicas onde se verifica o mergulho ou subducção de uma placa sob outra.<br>Os principais alinhamentos de vulcões estão, normalmente, associados aos limites de placas tectónicas, coincidindo com regiões de intensa atividade sísmica; atendendo à sua relação com as placas tectónicas, as zonas vulcânicas podem classificar-se em: zonas de vulcanismo de subducção, zonas de vulcanismo de vale de rifte, zonas de vulcanismo intraplacas.<br><br>Pedro Rodrigues<br><br><em>https://exame.com/mundo/vulcao-sinabung-entra-em-erupcao-na-indonesia/<br><br>https://pt.wikipedia.org/wiki/Monte_Sinabung</em></div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1074981775/ffa132c5624a6fb026b07a4e68df8bf4/transferir.jpg" />
         <pubDate>2021-03-19 15:56:18 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/andrevieira14686/6sq6o2izsnbhymcx/wish/1330377265</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Pegadas de dinossauros descobertas no cabo Espichel</title>
         <author>pedrorodrigues151251</author>
         <link>https://padlet.com/andrevieira14686/6sq6o2izsnbhymcx/wish/1330649699</link>
         <description><![CDATA[<div>Em janeiro de 2021, O Centro Português de Geo-História e Pré-História (CPGP), anunciou a descoberta de 614 pegadas de vários dinossauros carnívoros e herbívoros que deixaram o seu rasto à 129 milhões de anos, na zona do cabo Espichel, em Sesimbra, no distrito de Setúbal.<br>De acordo com o CPGP, esta foi a maior descoberta de conjuntos de fosseis em Portugal.<br><br>As pegadas foram encontradas em diferentes camadas no topo de uma formação geológica datada do período Cretácico Inferior. As pegadas formaram-se em um ambiente litoral frequentado por um número elevado de dinossauros herbívoros (saurópodes e ornitópodes), que ali deixaram o seu rasto e que, provavelmente, usavam este local como zona de passagem entre áreas de pastos e onde possivelmente seriam perseguidos por dinossauros carnívoros (terópodes) que os pretendiam caçar.<br><br>Estes estudos e trabalho científico tem como objetivo o registo de pegadas de dinossauros do Cretácico português, através de uma vasta equipa de paleontólogos e geólogos, os estudos enquadram-se num projeto de investigação do CPGP, Os Vertebrados do Barremiano do cabo Espichel e o seu contexto ibérico: implicações paleoambientais e paleogeográficas, que tem vindo a estudar esta região desde 1998. <br><br>Fósseis:<br>São rastos ou vestígios da atividade de seres vivos que viveram à milhões de anos e ficaram preservados nas rochas.<br>São uma ferramenta indispensável para a reconstituição da geo-história.<br>Através do registo fóssil conseguimos:<br>- Aperceber-nos do aumento progressivo da complexibilidade biológica;<br>- Conhecer formas de vida atualmente extintas;<br>- Definir o momentos das principais expansões e extinções biológicas;<br>- Saber durante quanto tempo certo grupo de seres vivos povoou o planeta;<br>- Estabelecer relações atuais e outros já extintos.<br><br>Pedro Rodrigues<br><br>https://www.publico.pt/2021/01/29/ciencia/noticia/600-pegadas-dinossauros-descobertas-cabo-espichel-1948468<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1074981775/26d751bf325dea285d4b1f6045eaf878/images.jpg" />
         <pubDate>2021-03-19 16:54:49 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/andrevieira14686/6sq6o2izsnbhymcx/wish/1330649699</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Fóssil de um dinossauro desconhecido no Reino Unido encontrado em Lisboa</title>
         <author>josemoutinho17036</author>
         <link>https://padlet.com/andrevieira14686/6sq6o2izsnbhymcx/wish/1342139838</link>
         <description><![CDATA[<div>Uma investigação de uma equipa de paleontólogos portugueses e espanhóis identificou, através de um úmero descoberto em Peniche, a presença de uma espécie de dinossáurios saurópodes comum a Portugal e ao Reino Unido. <br><br>"O úmero foi encontrado antes de 1957 (fóssil), na Praia dos Frades , mas só com este trabalho tivemos a possibilidade de perceber que se tratava de Duriatitan humerocristatus, espécie só antes conhecida no Jurássico Superior do Reino Unido", explicou à agência Lusa Pedro Mocho, investigador da equipa responsável por um novo estudo sobre dinossáurios saurópodes do Jurássico Superior de Portugal, ou seja, com cerca de 145 a 150 milhões de anos. <br><br>Fósseis:<br>São rastos ou vestígios da atividade de seres vivos que viveram à milhões de anos e ficaram preservados nas rochas.<br>São uma ferramenta indispensável para a reconstituição da geo-história.<br>Através do registo fóssil conseguimos:<br>- Aperceber-nos do aumento progressivo da complexibilidade biológica;<br>- Conhecer formas de vida atualmente extintas;<br>- Definir o momentos das principais expansões e extinções biológicas;<br>- Saber durante quanto tempo certo grupo de seres vivos povoou o planeta;<br>- Estabelecer relações atuais e outros já extintos<br><br>Além da identificação destes grupos de saurópodes o investigador destaca "a presença de um úmero isolado", encontrado na primeira metade do século XX , na Praia dos Frades, em Peniche, e que passou despercebido mais de meio século.<br><br>Após uma visita ao Museu de História Natural de Londres , em 2014, a equipa de paleontólogos "voltou a encontrar a mesma característica, desta vez no úmero de Duriatitan humerocristatus", saurópode descoberto no Reino Unido em rochas contemporâneas às rochas onde foi encontrado o exemplar português, ou seja, entre 145 a 150 milhões de anos.<br><br>José Moutinho<br><br><a href="https://www.dn.pt/sociedade/dinossauro-desconhecido-fora-do-reino-unido-descoberto-em-museu-em-lisboa-5345443.html">https://www.dn.pt/sociedade/dinossauro-desconhecido-fora-do-reino-unido-descoberto-em-museu-em-lisboa-5345443.html</a></div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1075074226/76cdbe20479ba51c7405dc2f52b087d0/image.png" />
         <pubDate>2021-03-23 10:41:15 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/andrevieira14686/6sq6o2izsnbhymcx/wish/1342139838</guid>
      </item>
      <item>
         <title>&quot;Pedregulhos&quot; na Etiópia desvendam mistério sobre a Idade do Gelo</title>
         <author>zaynajogos</author>
         <link>https://padlet.com/andrevieira14686/6sq6o2izsnbhymcx/wish/1342155824</link>
         <description><![CDATA[<div>Uma equipa de investigadores, liderada por Alexander Groos, Heinz Veit (Instituto de Geografia) e Naki Akçar (Instituto de Ciências Geológicas) da Universidade de Berna, em colaboração com colegas da ETH Zurique, da Universidade de Marburg e da Universidade de Ankara, usou as Terras Altas da Etiópia como local de teste para investigar a extensão e o impacto do arrefecimento regional nas montanhas tropicais durante o último período glacial.<br><br></div><div>“As montanhas da Etiópia atualmente não estão cobertas por gelo, apesar da sua elevação de mais de quatro mil metros”, explicou Groos, em comunicado <br><br></div><div>"Pedregulhos" nas montanhas Bale e Arsi foram mapeados, e posteriormente datados usando o isótopo de cloro 36Cl (O cloro 36 é um isótopo do cloro, que tem dois isótopos estáveis ​​e um isótopo radioativo: o 36Cl) para determinar com precisão a extensão e o tempo das glaciações anteriores.<br><br>Ao analisar os resultados, os cientistas obtiveram uma surpresa. “Os nossos resultados mostram que os glaciares* nas montanhas do sul da Etiópia atingiram a sua extensão máxima há entre 40 mil e 30 mil anos, vários milhares de anos antes do que noutras regiões montanhosas na África Oriental e em todo o mundo”, explicou o Groos.<br><br>*Os Glaciares são grandes massas de gelo comprimido que se formaram ao longo de milhares de anos com a acumulação de neve num só lugar. Há cientistas que afirmam que são vestígios da última Era do Gelo, há cerca de 20.000 anos.<br><br></div><div>No total, os glaciares nas terras altas do sul cobriam uma área de mais de 350 quilómetros durante o seu máximo. Além do arrefecimento de pelo menos 4ºC a 6°C, os extensos planaltos vulcânicos acima de quatro mil metros favoreceram o desenvolvimento da glaciação nesta magnitude.</div><div><br>Diogo Lourenço<br><br>https://zap.aeiou.pt/pedregulhos-e-misteriosas-riscas-gigantes-na-etiopia-desvendam-mis-388556<br><br></div><div><br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1074946549/ce21f267831a1aafe57e0c07eccf489f/noticia.jpg" />
         <pubDate>2021-03-23 10:47:09 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/andrevieira14686/6sq6o2izsnbhymcx/wish/1342155824</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Vulcão entra em erupção na Islândia, perto de Reiquejavique</title>
         <author>andrevieira14686</author>
         <link>https://padlet.com/andrevieira14686/6sq6o2izsnbhymcx/wish/1342158197</link>
         <description><![CDATA[<div>Um vulcão no sudoeste da Islândia, na Península de Reykjanes, entrou em erupção no dia 19 de março de 2021, depois de milhares de sismo naquela área durante as últimas semanas.<br>Um helicóptero com uma equipa científica já se deslocou para o local para avaliar a dimensão da erupção.</div><div>De acordo com as informações do IMO, "a erupção é considerada pequena neste neste momento e a fissura eruptiva tem aproximadamente 500 metros de comprimento. A área de magma é aproximadamente de 1 km2. As fontes de lava são pequenas".</div><div>Como medida de prevenção, todo o tráfego aéreo no Aeroporto Internacional de Keflavik foi interrompido durante parte da noite, mas entretanto já foi retomado, embora sujeito a demoras.</div><div>A Proteção Civil pediu à população para permanecer em casa, mantendo-se calma e de sobre aviso. Todas as estradas da região foram fechadas e a circulação de drones foi proibida.</div><div><br>O que é um vulcão?<br>Um vulcão é, na maior parte das vezes, uma estrutura de forma cónica - <strong>cone vulcânico </strong>- que possui uma depressão na parte central, a cratera que se prolonga para o interior da Terra por meio de um canal a <strong>chaminé vulcânica. </strong>Esta permite a ascensão do magma contido nas <strong>câmaras magmáticas,</strong> que<strong> </strong>estão rodeadas por rochas sujeitas a enormes pressões, as <strong>rochas encaixantes. </strong>O <strong>magma, </strong>material rochoso fundido e rico em gases contido na camara magmática, constitui a <strong>bolsada magmática. </strong>Para além do <strong>cone principal, </strong>podem existir cones mais pequenos, designados por <strong>cones adventícios </strong>ou<strong> secundários, </strong>na extremidade dos quais se abrem chaminés vulcânicas adventícias ou secundárias. Estas constituem canais mais pequenos que partem da chaminé principal, pelos quais ocorre ascensão de magma.<br>O esvaziamento da câmara magmática, subjacente ao cone, pode conduzir ao abatimento do aparelho vulcânico originando uma depressão designada por caldeira. Frequentemente, nestas formações ocorre acumulação de agua, originando lagoas.<br><br>Que tipos de vulcanismo existem?<br>As erupções vulcânicas confinadas fundamentalmente a um cone vulcânico configuram um tipo de vulcanismo designado por <strong>vulcanismo central.</strong> A expulsão de materiais vulcânicos pode ocorrer igualmente, através de extensas fraturas ou fendas existentes na superfície terrestre , designando-se o conjunto de fenómenos associados a essa expulsão por <strong>vulcanismo fissural</strong>.<br><br>André Vieira <br><br></div><ul><li><em>https://tvi24.iol.pt/internacional/atividade-vulcanica/vulcao-entrou-em-erupcao-na-islandia</em></li><li><em>https://observador.pt/2021/03/19/vulcao-fagradalsfjall-entra-em-erupcao-na-islandia-veja-as-imagens/</em></li><li>https://www.publico.pt/2021/03/19/mundo/noticia/vulcao-entra-erupcao-islandia-perto-reiquejavique-1955242</li></ul><div><br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1074898360/ebebe8c35a10537cf7cb3e8992c240e2/transferir.jpg" />
         <pubDate>2021-03-23 10:48:03 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/andrevieira14686/6sq6o2izsnbhymcx/wish/1342158197</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Levantado alerta de tsunami no Japão, depois de sismo de magnitude 7,2</title>
         <author>pedrorodrigues151251</author>
         <link>https://padlet.com/andrevieira14686/6sq6o2izsnbhymcx/wish/1342162880</link>
         <description><![CDATA[<div>No dia 20 de março de 2021, foi emitido um alerta tsunami em Miyagi no Japão, devido a um sismo de magnitude 7,2 na escala de Richter, por volta das 18h26.<br>Devido à subida do nível do mar na zona de Miyagi de 1 metro;<br>&nbsp;O sismo foi sentido em várias regiões da ilha do Japão, incluindo na capital do país, Tóquio, a cerca de 400 quilómetros do epicentro.<br><br>Segundo a Agência Meteorológica do Japão, o hipocentro está localizado a uma profundidade de 60 quilómetros;&nbsp;</div><div>Fonte da Agência Meteorológica do Japão informou que este abalo foi&nbsp; uma réplica do sismo de magnitude 9 que devastou a região há dez anos.<br><br>Apesar de não terem sido registadas mais ocorrências na região, as autoridades japonesas foram obrigadas a emitir um alerta tsunami, as cidades de Shichigahama e Watari foram evacuadas, com cerca de 25 mil pessoas a terem de ser deslocadas de suas casas a restante população da região foi aconselhada a evitar aproximar-se do mar.<br><br>A companhia de eletricidade Tohoku Electric Power suspendeu a actividade na central nuclear de Onagawa para verificar se existia alguma irregularidade, porém não foram encontrados problemas.</div><div>Parte da prefeitura de Miyagi ficou sem eletricidade na sequência do sismo, de acordo com a Tohoku Electric Power.<br><br></div><div><strong>Sismo:</strong><br>Consiste na vibração das partículas dos materiais do globo terrestre originada pela libertação brusca de energia acumulada numa zona do interior da Terra, designada por foco ou hipocentro. Essa acumulação de energia resulta da deformação progressiva e elástica das rochas por efeito de enormes forças de tensão que se fazem sentir sobre elas, sobretudo nos limites das placas tectónicas.<br>O Japão é um pais com uma atividade sísmica muito intensificada, pois está numa zona do planeta onde há convergência de placas, conhecido como o anel de fogo do pacifico,<br>De acordo com o modelo do ressalto elástico, a libertação de energia ocorre quando e ultrapassado o limite de elasticidade das rochas sujeitas a deformação, ocorrendo fraturas no interior da massa rochosa. Na zona da fratura - falha ativa - verifica-se, então, o deslizamento brusco (ressalto) de um lado da falha relativamente ao outro.<br><br><strong>Porque acontecem os Tsunamis?</strong><br>A energia mecânica libertada no hipocentro é transmitida aos materiais vizinhos, propagando-se em todas as direções sob a forma de ondas sísmicas. Quando um sismo tem o seu hipocentro localizado nos fundos oceânicos e resulta de um deslizamento vertical dos blocos, a energia sísmica é comunicada à massa de água oceânica, podendo formar-se então, uma onda gigante, o tsunami.<br><br>Pedro Rodrigues<br><br>https://www.publico.pt/2021/03/20/mundo/noticia/alerta-tsunami-japao-sismo-magnitude-72-1955253</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1074981775/cfdd1f10e49801aebfd6ca0e558a8b4f/1565657.jpg" />
         <pubDate>2021-03-23 10:49:50 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/andrevieira14686/6sq6o2izsnbhymcx/wish/1342162880</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Rio Nilo é 6 vezes mais antigo do que o especulado!</title>
         <author>josemoutinho17036</author>
         <link>https://padlet.com/andrevieira14686/6sq6o2izsnbhymcx/wish/1342194882</link>
         <description><![CDATA[<div>O Rio Nilo é o maior rio do nordeste africano, com extensão de 6800 Km. Mas o que faz com que este seja imutável?<br><br>De acordo com a equipa liderada por Claudio Faccena, professor e investigador da universidades de Roma e de Austin (Estados Unidos), foram os movimentos da rochas no interior do manto da Terra, as chamadas correntes de convecção (o manto é a camada da estrutura da Terra que fica diretamente abaixo da crosta/crusta prolongando-se em profundidade até ao limite exterior do núcleo) que condicionaram o leito do rio e o mantiveram praticamente imutável ao longo de toda a sua existência!<br><br>Então, à quanto tempo ocorre a passagem de água pelas terras nordestinas africanas?<br><br>Esta era uma pergunta que há muito andava sem resposta. Um grupo internacional de cientistas que estudou diferentes sedimentos do rio (detritos originados por erosão de outras rochas), incluindo as rochas vulcânicas (rochas originadas por acontecimentos relacionados com o magma) da região planáltica da Etiópia, e depois fez simulações computacionais para traçar a vida do rio até ao passado mais longínquo, contabilizou agora a idade do Nilo: <strong>30 milhões de anos (</strong>seis vezes mais do que se pensava).<br><br>José Moutinho<br><br>https://www.dn.pt/vida-e-futuro/nilo-e-seis-vezes-mais-antigo-do-que-se-pensava-afinal-tem-30-milhoes-de-anos-11502488.html</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1075074226/a0e9b9f207c18c3d70fcd1aa995d35ac/image.jpg" />
         <pubDate>2021-03-23 11:01:29 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/andrevieira14686/6sq6o2izsnbhymcx/wish/1342194882</guid>
      </item>
      <item>
         <title>O lado noturno deste exoplaneta pode estar cheio de vulcões</title>
         <author>zaynajogos</author>
         <link>https://padlet.com/andrevieira14686/6sq6o2izsnbhymcx/wish/1342209339</link>
         <description><![CDATA[<div>O LHS 3844b é o primeiro exoplaneta que, segundo astrónomos, pode apresentar evidências de atividade tectónica.&nbsp;<br><br>Um exoplaneta é um planeta que orbita uma estrela que não seja o Sol e, desta forma, pertence a um sistema planetário distinto do nosso.<br><br></div><div>Uma equipa de cientistas, liderada pela Universidade de Berna, na Suíça, encontrou evidências de padrões de fluxo dentro de um planeta localizado a 45 anos-luz da Terra. O material no interior de LHS 3844b flui de um hemisfério para o outro e pode ser responsável por inúmeras erupções vulcânicas no lado noturno do planeta.<br><br></div><div>“Observar sinais de atividade tectónica é muito difícil porque estes planetas costumam estar escondidos sob uma atmosfera. No entanto, os resultados sugeriram que, provavelmente, o exoplaneta LHS 3844b não tem uma atmosfera”, disse Tobias Meier (um dos autores do estudo)<br><br></div><div>Segundo o investigador, o exoplaneta orbita tão perto da sua estrela que “um lado está em luz do dia constante e o outro na noite permanente”.<br><br></div><div>Sem atmosfera para proteger o planeta da radiação intensa, a superfície chega até aos 800ºC no lado diurno, enquanto no lado noturno se fazem sentir temperaturas de -250ºC. Os cientistas consideram que estas mudanças severas de temperaturas podem afetar o fluxo de matéria no interior do planeta.<br><br></div><div>Os investigadores decidiram testar a teoria através de simulações computacionais, que acabaram por mostrar que havia fluxo ascendente de um lado do planeta e fluxo descendente do outro. Isto significa que o material fluiu de um hemisfério para o outro.<br><br></div><div>Com base no modelo da Terra, seria de esperar que o material no lado quente do planeta fosse mais leve e, portanto, fluísse para cima. No entanto, algumas simulações mostraram uma "direção oposta do fluxo“, revelou Dan Bowe (coautor do artigo científico publicado recentemente na Astrophysical Journal Letters)<br><br></div><div>O resultado “contra-intuitivo” acontece devido à mudança na viscosidade, provocada pela temperatura. Segundo Bowe, o material frio é mais rígido e, portanto, “não quer dobrar, quebrar ou subdividir-se no interior”. Já o material quente, como é menos viscoso, pode fluir para o interior do planeta.<br><br></div><div>“De qualquer forma, estes resultados mostram como a superfície e o interior de um planeta podem trocar material em condições muito diferentes das da Terra”, comentou.<br><br></div><div>A equipa de investigadores sugere, com base nestas descobertas, que o LHS 3844b poderia ter um hemisfério inteiro cheio de vulcões, enquanto o outro lado dificilmente revela qualquer atividade vulcânica – tudo por causa do intenso contraste da temperatura.<br><br>https://zap.aeiou.pt/sinais-atividade-tectonica-exoplaneta-385957<br>&nbsp;<br>Diogo Lourenço</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1074946549/dcb15f1ce75f6adc6676e125186597e3/noticia_exoplaneta.jpg" />
         <pubDate>2021-03-23 11:05:01 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/andrevieira14686/6sq6o2izsnbhymcx/wish/1342209339</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Teoria ensinada na escola pode estar errada</title>
         <author>zaynajogos</author>
         <link>https://padlet.com/andrevieira14686/6sq6o2izsnbhymcx/wish/1342232615</link>
         <description><![CDATA[<div>Uma equipa de investigadores da Universidade Nacional da Austrália confirmou (após investigar milhares de modelos numéricos) a existência de um “núcleo mais interno” nas profundezas da Terra.&nbsp;<br><br></div><div>Na escola, aprendemos que o planeta Terra é composto por quatro camadas distintas: a crosta, o manto, o núcleo externo e o núcleo interno. No entanto, uma nova investigação feita por uma equipa de cientistas da Universidade Nacional Australiana está a mudar o jogo: segundo os mesmos o núcleo interno tem um outro núcleo escondido dentro dele.<br><br>A Crosta é a camada mais externa da litosfera de um planeta ou de um corpo celeste. Trata-se de uma camada de rocha sólida que é em geral, menos densa do que as camadas inferiores<br><br>O Manto é a camada da estrutura da Terra que fica diretamente abaixo da crosta, que se prolonga em profundidade até ao limite exterior do núcleo.<br>&nbsp;<br>O núcleo é a camada mais profunda do planeta Terra situada após o manto, sendo a mais quente das camadas terrestres, dividindo-se em núcleo interno e externo.<br><br></div><div>“Tradicionalmente, fomos ensinados que a Terra tem quatro camadas principais: a crosta, o manto, o núcleo externo e o núcleo interno. A ideia de outra camada distinta foi proposta há algumas décadas atrás, mas os dados não eram muito claros. Conseguimos contornar isto usando um algoritmo de busca muito inteligente para vasculhar milhares de modelos do núcleo interno”, explicou a investigadora Joanne Stephenson (autora principal do estudo) num comunicado.<br><br></div><div>De acordo com a cientista, esta nova camada é bastante difícil de observar, mas as propriedades distintas que contém pode apontar para um evento dramático desconhecido na história da Terra.<br><br></div><div>“Encontrámos evidências que podem indicar uma mudança na estrutura do ferro, o que sugere, talvez, dois eventos separados de arrefecimento na história da Terra”. “Os detalhes deste grande evento ainda são um pouco misteriosos, mas adicionamos outra peça do puzzle quando se trata do nosso conhecimento sobre o núcleo interno da Terra.”<br><br></div><div>O trabalho baseia-se numa teoria mais antiga. De acordo com o "Futurism" estudos anteriores indicam que o núcleo interno “mais interno” parece ocupar metade do diâmetro do núcleo interno geral e tem cristais de ferro a apontar na direção leste-oeste, que se opõem ao núcleo "externo" interno, que tem os cristais a apontar para o norte e para o sul.<br><br></div><div>A investigadora afirmou que investigar a estrutura do núcleo interno pode ajudar-nos a entender mais sobre a história e evolução da Terra. “É muito empolgante – e pode significar que teremos de reescrever os livros didáticos“, concluiu Stephenson.<br><br>https://zap.aeiou.pt/teoria-pode-estar-errada-nucleo-384958<br><br>Diogo Lourenço</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1074946549/8144f442c9d831d3bb850493314b1fdf/noticia_teoria.jpg" />
         <pubDate>2021-03-23 11:14:08 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/andrevieira14686/6sq6o2izsnbhymcx/wish/1342232615</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Icebergue parte-se perto de estação de investigação na Antártida</title>
         <author>andrevieira14686</author>
         <link>https://padlet.com/andrevieira14686/6sq6o2izsnbhymcx/wish/1342273506</link>
         <description><![CDATA[<div>O bloco de gelo, com 1270 quilómetros quadrados, será ainda maior que a cidade norte-americana de Nova Iorque.<br><br>Os cientistas detetaram, há já quase uma década, o aumento do número de fissuras no gelo, com 150 metros de espessura.<br><br></div><div>No entanto, uma fenda conhecida como North Rift começou a expandir-se de encontro a outra, em novembro, crescendo certa de <strong>um quilómetro por dia em janeiro</strong>.<br>A separação deu-se num processo denominado de calving, quando um bloco de gelo se separa de outro a partir de uma fenda.<br>O que é um iceberg ?<br>Um <strong><em>iceberg </em></strong>é um bloco ou massa de gelo de grandes proporções que, tendo se desprendido de um glaciar (por exemplo, das existentes nas calotas polares, originárias da era glacial), de um glaciar ou de uma plataforma de gelo continental, vagueia pelo mar, levado pelas águas dos mares árticos ou antárticos.<br><em><br></em>Os icebergs são constituídos primordialmente de água doce, não sendo pura, dado que podem trazer no seu interior outros corpos (animais, fosseis, etc.). Não se devem confundir os icebergs com bancos de gelo (plataformas de água do mar congelada no inverno), que raramente resistem ao verão.<br><br></div><div>De cada icebergue, apenas cerca de 10% da sua massa emerge à superfície.<br><br>O que é o processo de calving ?<br>Ice calving&nbsp; também conhecida como formação de um <strong>iceberg</strong> , é a quebra de pedaços de gelo da borda de um glaciar. É uma forma de rutura do gelo . É a libertação súbita e romper de uma massa de gelo de uma , plataforma de gelo , ou fenda . O gelo que se rompe pode ser classificado como um iceberg, mas também pode ser um "growler", "bergy bit" ou uma fenda que se rompe na parede. <a href="https://en.wikipedia.org/wiki/Ice_calving#cite_note-beltz-2"><sup><br></sup></a><br></div><div>O parto dos icebergs é frequentemente acompanhado por um forte estalo ou estrondo antes que blocos de gelo de até 60 metros de altura se soltem e caiam na água. A entrada do gelo na água causa ondas grandes e muitas vezes perigosas.&nbsp;<br><br>André Vieira<br><br></div><ul><li>https://sicnoticias.pt/mundo/2021-03-01-Iceberg-maior-que-Nova-Iorque-separa-se-de-plataforma-de-gelo-na-Antartida</li><li>https://zap.aeiou.pt/icebergue-maior-nova-iorque-partiu-384389</li><li>https://tvi24.iol.pt/tecnologia/brunt/iceberg-maior-do-que-nova-iorque-separa-se-de-placa-na-antartica</li><li>https://en.wikipedia.org/wiki/Ice_calving</li></ul><div>https://pt.wikipedia.org/wiki/Iceberg<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1074898360/ca41b1a42ddbc0334ba05b64a07595c4/transferir__1_.jpg" />
         <pubDate>2021-03-23 11:28:58 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/andrevieira14686/6sq6o2izsnbhymcx/wish/1342273506</guid>
      </item>
      <item>
         <title>O que desencadeou a extinção dos dinossauros? Um asteroide ou a intensa atividade vulcânica?</title>
         <author>josemoutinho17036</author>
         <link>https://padlet.com/andrevieira14686/6sq6o2izsnbhymcx/wish/1342296137</link>
         <description><![CDATA[<div>Existem diversas teorias que pretendem justificar a extinção dos dinossauros: <strong>A queda de um asteroide </strong>(pequenos corpos rochosos que possuem órbita definida ao redor do Sol), especialistas  têm provas de que, há 66 milhões de anos ocorreu colisão entre a Terra e um asteroide; <strong>A atividade vulcânica</strong>, originou alterações climáticas levando à extinção dos dinossauros.<br><br>Um estudo revelou que estas teorias poderão estar relacionadas!<br><br>Segundo investigadores de Berkeley, Universidade da Califórnia, a queda do meteoro acelerou a atividade geológica do planeta (mede-se através dos vulcões, sismos e movimentos tectónicos/placas tectónicas) ativando, assim, os vulcões, pois a atividade vulcânica está diretamente ligada com a atividade geológica. <br>As partículas de poeira libertadas para a atmosfera pela colisão do asteroide, juntaram-se as cinzas, libertadas pelos vulcões, criando assim, à volta do planeta, um "cobertor" que não permitia a passagem da luz solar, com trágicas consequências para o clima e para os animais.<br><br>Desta forma "é basicamente impossível atribuir os efeitos atmosféricos a um ou a outro fator. Ambos aconteceram ao mesmo tempo", argumenta o especialista Paul Renne.<br><br>José Moutinho<br><br>https://www.dn.pt/ciencia/o-que-matou-os-dinossauros-um-asteroide-ou-vulcoes-afinal-ambos-4811091.html<br>https://www.saberatualizadonews.com/2017/11/novas-estimativas-garantem-um-drastico.html</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1075074226/c4f2a3ed28e319729750bdc2f31c2002/dinosaurs.jpg" />
         <pubDate>2021-03-23 11:35:59 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/andrevieira14686/6sq6o2izsnbhymcx/wish/1342296137</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Vulcões “stressados” têm maior probabilidade de entrar em erupção!</title>
         <author>zaynajogos</author>
         <link>https://padlet.com/andrevieira14686/6sq6o2izsnbhymcx/wish/1399314648</link>
         <description><![CDATA[<div>Um Vulcão é uma estrutura geológica criada quando o magma, gases e partículas quentes "escapam" para a superfície.&nbsp;<br><br>Um novo estudo descobriu que os vulcões sofrem de stresse. Esta pesquisa é bastante importante, pois fornece informações importantes para ajudar as pessoas a protegerem-se de futuros desastres com estas estruturas geológicas.<br><br>De acordo com os investigadores, é muito importante não esquecer que este processo não é simples. “Estes acontecimentos são muito difíceis de prever porque muitas das vezes não sabemos o que está a ocorrer dentro dos vulcões ativos, e quais são as forças que os podem tornar instáveis”.<br>Foram usados drones pelos investigadores de forma a criar um mapa da estrutura interna de um vulcão agora adormecido em La Palma, nas Ilhas Canárias, e mediu a largura de centenas de milhares de fissuras através das quais o magma fluiu durante erupções anteriores.<br><br></div><div>Este mapa permitiu aos cientistas perceber quais são as forças que agem dentro do vulcão e mostrar que estas aumentam lentamente ao longo do tempo, fazendo com que o vulcão fique “pressionado” e potencialmente instável.<br><br>O geólogo revela que com este estudo o grupo de investigadores conseguiu descobrir que “os vulcões vão ficando gradualmente “stressados​ “pelo movimento repetido do magma, o que potencialmente desestabiliza todo o vulcão, influenciando assim colapsos e erupções futuras”.<br><br>Diogo Lourenço<br><br>https://zap.aeiou.pt/vulcoes-stressados-entrar-erupcao-368800</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-04-09 10:16:13 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/andrevieira14686/6sq6o2izsnbhymcx/wish/1399314648</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Vulcão na islândia, denominado de Fagradalsfjall, não se cansa de surpeender!</title>
         <author>josemoutinho17036</author>
         <link>https://padlet.com/andrevieira14686/6sq6o2izsnbhymcx/wish/1399314862</link>
         <description><![CDATA[<div>O vulção (estrutura geológica criada quando o magma, gases e partículas quentes "escapam" para a superfície.) Fagradalsfjall, que se encontra a 40 Km de Reiquiavique, abriu uma nova fissura, devido à intensa atividade vulcânica efusiva (lavas com pH elevado, com baixa percentagem de sílica, alta percentagem de óxido de ferro e óxido de magnésio e temperaturas muito elevadas). O último acontecimento vulcânico, neste local, foi no ano 1210, durando <strong>3 décadas</strong>!<br><br>A abertura desta fissura intensificou, ainda mais, a erupção vulcânica,<strong> expelindo lava a várias centenas de metros</strong>, na direção do pequeno vale Merardalir.<strong><br><br></strong>Esta nova fissura, com cerca de <strong>100 a 200 metros</strong> de comprimento, está localizada a pouco menos de um quilómetro a nordeste do primeiro foco da erupção localizado no vale de Geldingadalir, nos arredores de Fagradalsfjall, de acordo com os serviços meteorológicos islandeses.<br><br>Isto é evidente acontecer, pois a Islândia encontra-se num limite divergente de placas tectónicas (afastamento de placas tectónicas que se movem em sentidos opostos) o que leva ao aparecimento de rifts, que é o nome dado à depressão na zona de afastamento das placas tectónicas.<br><br>https://www.voltaaomundo.pt/2021/04/06/fagradalsfjall-o-vulcao-que-nao-se-cansa-de-surpreender-a-islandia/noticias/871099&nbsp;<br>http://aeltec.blogspot.com/2011/05/mergulhador-fotografa-divisao-entre.html&nbsp;</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1075074226/c8707ba920bd3ef0deb60688a6202254/Islandia.jpg" />
         <pubDate>2021-04-09 10:16:20 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/andrevieira14686/6sq6o2izsnbhymcx/wish/1399314862</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Grande Vale do Rift </title>
         <author>andrevieira14686</author>
         <link>https://padlet.com/andrevieira14686/6sq6o2izsnbhymcx/wish/1399316099</link>
         <description><![CDATA[<div>O Grande Vale do Rift é uma serie de fendas contiguas com aproximadamente 7000 km de extensão que vai desde o Vale Beqaa no Líbano até&nbsp; Moçambique.<br>O Grande Vale do Rift ou Rift da Africa Oriental é um limite de placas divergentes que separa a placa Africana em duas novas placas.<br>Este limite de placas pode levar à formação de um novo mar ou oceano.<br>Este limite é considerado um limite divergente continente-continente onde existem tensões distensivas&nbsp;<br><br>Porquê que existem limite de placas?<br>De acordo com a teoria da tectónica de placas Os continentes são regiões emersas de grandes blocos em que a superfície sólida da Terra se encontra dividida. De facto a camada exterior sólida da Terra está fragmentada em várias placas litosféricas que se encontram em movimento entre si. Este movimento é alimentado pelas correntes de convecção resultantes de uma desigual distribuição de calor interno da Terra.<br>Uma vez que cada placa se move com uma unidade distinta, a interação entre as diferentes placas ocorre, sobretudo nas suas fronteiras ou limites. A definição dos contornos dessas fronteiras foi possível graças ao levantamento dos sismos e vulcões realizando a nível planetário.&nbsp;<br><br>Que tipos de limites existem?<br>Existem limites convergentes, divergentes e transformantes</div><ul><li>Os limites divergentes são zonas onde as placas tectónicas se afastam com formação de novo material rochoso.</li><li>Os limites convergentes são zonas onde as placas aproximam se umas das outras ocorrendo o afundamento de uma delas e a sua destruição.&nbsp;</li><li>Os limites transformantes são zonas onde as placas deslizam relativamente às outras sem formação ou destruição do material rochoso.</li></ul><div>Em todos os limites há a ocorrência de sismos e apenas nos limites divergentes e convergentes é que existem vulcanismo&nbsp;<br><br>André Vieira&nbsp;<br><br></div><ul><li>https://en.wikipedia.org/wiki/Great_Rift_Valley#/media/File:EAfrica.png</li><li>https://en.wikipedia.org/wiki/Great_Rift_Valley</li></ul><div><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1074898360/cd75aa90bb0e8e130f87d8d568ee6e11/EAfrica.png" />
         <pubDate>2021-04-09 10:16:48 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/andrevieira14686/6sq6o2izsnbhymcx/wish/1399316099</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Revelados novos dados (e as fronteiras) da Zelândia, o misterioso continente perdido</title>
         <author>pedrorodrigues151251</author>
         <link>https://padlet.com/andrevieira14686/6sq6o2izsnbhymcx/wish/1399337391</link>
         <description><![CDATA[<div><br>Neste momento está a acontecer uma nova expedição de mapeamento oceânico está a traçar as fronteiras da Zelândia, um “continente perdido” submerso que hospeda a Nova Zelândia e o território da Nova Caledónia no Pacífico sul.<br><br>Em 2017 a Nova Zelândia já tinha sido identificada como um continente por alguns geólogos.<br>Agora, este continente oculto está a ser parcialmente mapeado graças a uma expedição de mapeamento em águas profundas liderada pela Universidade de Queensland, em colaboração com o <em>Schmidt Ocean Institute</em>.<br><br>Derya Gürer, cientista-chefe e investigadora na Universidade de Queensland, passou 28 dias no mar a explorar as margens deste suposto novo continente<br>Gürer: “Estamos apenas a começar a descobrir os segredos da Zelândia, que permaneceu escondida à vista de todos até recentemente e é notoriamente difícil de estudar"<br><br>Segundo os cientistas, para obterem uma melhor compreensão de como o estreito entre os mares Tasman e Coral se formou, foram recolhidos dados topográficos e magnéticos do fundo do mar.<br>Os cientistas afirmaram que: “O fundo do mar está cheio de pistas para a compreensão da complexa história geológica das placas continentais da Austrália e da Zelândia. Esses dados também vão melhorar a nossa compreensão da estrutura complexa da crosta entre as placas australiana e Zelândia. Pensa-se que inclui <strong>vários </strong>pequenos fragmentos continentais, ou microcontinentes, que foram separados da Austrália e do supercontinente Gondwana no passado”<br><br>O projeto de mapeamento ofereceu 37 mil quilómetros quadrados de dados para o projeto <em>Seabed 2030</em>. O projeto tem como o objetivo produzir um mapa batimétrico disponível ao público para medir a profundidade do fundo do oceano do mundo até 2030.</div><div>Além dos dados batimétricos do fundo do mar, que medem a profundidade do oceano e características topográficas, foram colhidos aproximadamente 2.500 Km quadrados de dados magnéticos.<br><br><strong>Continente:</strong><br> é uma grande massa de terra cercada por água.<br><br><strong>Métodos de estudo dos fundos oceanicos:<br></strong>Utiliza-se sondas eletroacústicas para a investigação submarina. Estas sondas, os sonares, utilizam ondas ultrassónicas que se refletem no fundo do mar e permitem registar a chegada da onda refletida. Registando o tempo que as ondas demoram a atingir o fundo do mar é possível calcular as profundidades oceânicas.<br>Além dos sonares, podem ser utilizados sismógrafos e magnetómetros.<br>A informação obtida pelos diversos aparelhos permite organizar mapas e cartas mostrando a topografia dos fundos oceânicos, com detalhe idêntico ao que se consegue nos mapas topográficos dos continentes.<strong><br><br>Tectónica de Placas:<br></strong>Os continentes não são mais que&nbsp; regiões emersas de grandes blocos em que a superfície sólida da Terra está fragmentada em várias placas litosféricas que se encontram em constante movimento entre si. Este movimento é alimentado pelas correntes de convecção resultantes de uma desigual distribuição do calor interno da Terra.<strong><br><br></strong>Pedro Rodrigues<strong><br><br></strong>https://zap.aeiou.pt/revelados-novos-dados-e-as-fronteiras-da-zelandia-o-misterioso-continente-perdido-391040<br><strong><br></strong>https://pt.wikipedia.org/wiki/Continente<br><br>https://www.infopedia.pt/$morfologia-dos-fundos-oceanicos<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://zap.aeiou.pt/wp-content/uploads/2020/06/0e0f6030cfe68b9c0f5814e961eed1bc-783x450.jpg" />
         <pubDate>2021-04-09 10:28:29 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/andrevieira14686/6sq6o2izsnbhymcx/wish/1399337391</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Marte passou por vários ciclos de “vida e morte”</title>
         <author>zaynajogos</author>
         <link>https://padlet.com/andrevieira14686/6sq6o2izsnbhymcx/wish/1425129150</link>
         <description><![CDATA[<div>Uma equipa de cientistas descobriu mudanças históricas no clima de Marte entre períodos secos e húmidos, antes de secar completamente há cerca de 3 mil milhões de anos.<br><br></div><div>Os investigadores usaram o instrumento "<em>ChemCam"</em> da <em>Curiosity</em> para estudarem ao detalhe os leitos sedimentares da superfície do Planeta Vermelho.<br><br></div><div>Acima das argilas depositadas no lago que forma a base do Monte Sharp, a equipa observou estruturas largas, altas e estratificadas – que implicam a migração de dunas formadas pelo vento durante uma longa fase de <strong>clima seco</strong>.<br><br></div><div>Já no alto da montanha, a equipa viu leitos finos que alternavam entre resistentes e quebradiços – algo que acontece normalmente, em depósitos de rios e que sugere um retorno a condições ambientais mais <strong>húmidas</strong>.<br><br></div><div>Isto significa que o clima do Planeta Vermelho (Marte) teve <strong>várias flutuações</strong> em grande escala entre a cobertura de rios e lagos e condições de seca, até o planeta ter secado por completo.<br><br></div><div>Os cientistas estavam à espera de encontrar uma tendência de “aridez” na subida do Monte Sharp, mas não foi o caso. Por outras palavras, a <em>Curiosity</em> localizou outras áreas onde o tempo, aparentemente, poderia ter sido húmido.&nbsp;<br><br></div><div>A equipa conseguiu, assim, obter evidências claras de que as condições climáticas em Marte há milhares de milhões de anos não eram apenas húmidas ou áridas, mas uma <strong>mistura constante das duas</strong>. O artigo científico com as descobertas foi publicadas recentemente na <em>Geology.<br><br></em>Diogo Lourenço<em><br><br>https://zap.aeiou.pt/marte-nao-secou-de-uma-vez-394480<br><br><br>&nbsp;</em></div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1074946549/637c421047dffb573661e951ab5ab2e4/marssssss.jpg" />
         <pubDate>2021-04-16 12:45:42 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/andrevieira14686/6sq6o2izsnbhymcx/wish/1425129150</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Sismo de intensidade 6 na Indonésia</title>
         <author>josemoutinho17036</author>
         <link>https://padlet.com/andrevieira14686/6sq6o2izsnbhymcx/wish/1425168685</link>
         <description><![CDATA[<div>A 10 de abril de 2021, ocorreu um sismo que, foi classificado, com magnitude 6 na escala de Richter (utilizada para quantificar a magnitude de um sismo&nbsp; Varia de 1 a 12) anunciou o instituto Americano de Geofísica.<br><br>O epicentro (foco do sismo) localizou-se a <strong>82 Km</strong> de profundidade e o hipocentro (projeção perpendicular do epicentro na superfície terrestre) a <strong>45 Km</strong> da localidade de Malangue, na ilha de Java.<br><br>Como é formado um sismo?<br>De acordo com o modelo do ressalto elástico, a libertação de energia ocorre quando é ultrapassado o limite de elasticidade das rochas sujeitas à deformação, ocorrendo fraturas no interior da massa rochosa. Na zona da fratura verifica-se, então, o deslizamento brusco (ressalto) de um lado da falha relativamente ao outro.<br><br>A Indonésia encontra-se num limite convergente de placas tectónicas, estando associada a intensa atividade sísmica e vulcânica, fazendo parte do famoso anel de fogo do pacífico, que é um local de convergência entre 3 placas.<br><br>José Moutinho<br><br><a href="https://www.jn.pt/mundo/sismo-de-intensidade-6-registado-ao-largo-da-indonesia-13554969.html">https://www.jn.pt/mundo/sismo-de-intensidade-6-registado-ao-largo-da-indonesia-13554969.html</a></div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1075074226/735db1502ff3c6f661eecdef047e6a7e/placas.png" />
         <pubDate>2021-04-16 12:55:58 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/andrevieira14686/6sq6o2izsnbhymcx/wish/1425168685</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Vulcão entra em erupção em ilha do mar das Caraíbas</title>
         <author>pedrorodrigues151251</author>
         <link>https://padlet.com/andrevieira14686/6sq6o2izsnbhymcx/wish/1425462967</link>
         <description><![CDATA[<div>Um vulcão entrou em erupção no arquipélago de São Vicente e Granadinas, na ilha de São Vicente, situado no sudeste do mar das Caraíbas. O vulcão, La Soufrière, esteve inativo durante várias décadas, mas, no dia 9 de abril, pelas 08.41 h, sexta-feira; expeliu cinzas e fumo e obrigou as autoridades a declarar uma situação de emergência e a ordenar que as localidades mais próximas fossem evacuadas.<br><br>Nas imagens partilhadas através das redes sociais, pode ver-se uma coluna de fumo e cinzas no céu acima do vulcão. De acordo com as autoridades locais, as cinzas estão a ser levadas em direcção ao Oceano Atlântico. Não houve quaisquer relatos de feridos ou danos.</div><div><br>Na vespera desse acontecimento, o primeiro-ministro são-vicentino tinha ordenado a evacuação da zona mais a norte da ilha, e as autoridades elevaram o nivel de alerta, na sequência de vários tremores de terra detectados perto do vulcão, com algumas nuvens de fumo avistadas a sair da cratera.</div><div><br>Philmore Mullin, director do Gabinete Nacional de Serviços de Catástrofes de Antígua e Barbuda, disse à agência France-Presse que a ilha estava pronta para receber as pessoas retiradas de São Vicente. Contudo, deixou um alerta: “Se a erupção se prolongar, vai ser um evento que lhes vai mudar a vida. Dependendo da erupção, poderão não voltar a casa durante anos.”<br><br></div><div>Desde Dezembro do ano passado que as autoridades começaram a antecipar uma situação como estas, preparando as pessoas que viviam perto do vulcão para os protocolos a seguir caso entrasse em erupção.<br>Erouscilla Joseph, directora do Centro Sísmico da Universidade das Índias Ocidentais, deixou o alerta: “Podem ocorrer mais erupções”, cita a agência noticiosa Associated Press.<br><br></div><div><strong>Erupção Vulcânica:<br></strong>É a saída de magma, pedaços de rochas, gases e cinzas por conta do vulcanismo. O magma é composto de rochas e minerais derretidos devido às elevadíssimas temperaturas do interior da Terra. Ao entrar em contato com a superfície através das erupções vulcânicas, o magma recebe o nome de lava – que, ao solidificar-se ao longo do tempo, origina as rochas vulcânicas&nbsp; ou magmáticas.<br><br><strong>Previsão da atividade vulcânica:</strong><br>A previsão de erupções vulcânicas baseia-se na identificação de alguns acontecimentos que são considerados sinais precursores, como, por exemplo, a deteção de anomalias físicas e químicas - como deformações no <a href="https://www.infopedia.pt/$cone-vulcanico?intlink=true">cone vulcânico</a>, variação da temperatura da água e do solo nas proximidades dos vulcões, alteração da composição dos gases emanados - e a deteção de atividade sísmica.<br>Outro passo fundamental na previsão é a elaboração de mapas de zonas de risco (cartas de risco) que se baseiam na história eruptiva do vulcão. Para além da previsão, a sensibilização e educação das populações para uma situação de risco podem salvar muitas vidas.<br><br>Pedro Rodrigues<br><br>https://www.publico.pt/2021/04/09/mundo/noticia/vulcao-entra-erupcao-ilha-mar-caraibas-1957896<br><br>https://www.infopedia.pt/$previsao-e-prevencao-da-atividade-vulcanica<br><br>https://www.infoescola.com/geologia/erupcao-vulcanica/<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1074981775/6d0eed3c1d17f4de02c50feae3133fb8/image.png" />
         <pubDate>2021-04-16 13:58:20 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/andrevieira14686/6sq6o2izsnbhymcx/wish/1425462967</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Falha de Santo André</title>
         <author>andrevieira14686</author>
         <link>https://padlet.com/andrevieira14686/6sq6o2izsnbhymcx/wish/1425736524</link>
         <description><![CDATA[<div>A falha de Santo André é uma falha de desligamento que se estende por 1200 km. Esta falha representa um limite entre a Placa do Pacifico e a Placa da América do Norte (limite transformante). Esta placa possui um deslocamento lateral, deslocando-se entre 20 a 35 mm por ano.<br>A falha divide-se em 3 segmentos todos eles com características&nbsp; e graus de risco sísmico diferentes.<br><br>Como é que se forma uma falha?<br>Uma falha forma-se quando o limite de resistência&nbsp; à deformação (limite de plasticidade) é ultrapassado e a rocha cede entrando em rutura causando uma fratura.<br>Se ocorrer movimento relativo entre os dois blocos fraturados ao longo da superfície de fratura forma-se uma falha correspondendo o teto ao bloco acima do plano de falha e o muro ao bloco abaixo do plano de falha.<br><br>Que tipos de falhas existem?<br>Os tipos de tensão exercida determina o movimento relativo entre os dois blocos, formando-se assim 3 tipos de falhas:</div><ul><li><strong>Falha inversa</strong> - O teto sobe em relação ao muro; resulta de tensões compressivas;</li><li><strong>Falha Normal </strong>- O teto desce em relação ao muro; resulta de tensões distensivas;</li><li><strong>Falha de desligamento</strong> - os dois blocos movimentam-se horizontalmente, paralelamente à direção do plano de falha&nbsp;</li></ul><div>&nbsp;O que é um limite transformante ou conservativo?<br>Um limite transformante ou conservativo é um limite de placas tectónicas onde não existe destruição ou formação da litosfera. Estes limites formam sismos superficiais com grandes magnitudes. Não existe formação de vulcões ou libertação de magma.<br><br>André Vieira<br><br></div><ul><li>https://en.wikipedia.org/wiki/San_Andreas_Fault#Fault_zones</li></ul><div><br><br><br></div><div><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1074898360/4267dcd28dafc816c078ab9267ef352b/Sanandreas.jpg" />
         <pubDate>2021-04-16 14:54:18 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/andrevieira14686/6sq6o2izsnbhymcx/wish/1425736524</guid>
      </item>
   </channel>
</rss>
