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      <title>Leitura e Escrita para a Produção do Conhecimento by </title>
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      <pubDate>2021-10-28 09:56:39 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>a83293</author>
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         <description><![CDATA[<div>A exposição oral é um dos métodos expositivos mais recorrentes no nosso contexto académico sendo, portanto, de extrema importância a sua compreensão para a obtenção do conhecimento transmitido pelos professores.&nbsp;<br><br></div><div>O método que costumo usar para a tomada de notas perante uma exposição oral, é um método que se assemelha ao <em>Mapping</em>. Tal como neste método, hierarquizo e identifico os assuntos mais relevantes através de símbolos (ao invés de posição na página) e relaciono-os entre eles mediante setas.<br><br></div><div>O referido método resulta para mim no sentido em que me permite anotar com rapidez, resultando numa mínima perda de informação quando se trata de exposições longas e intensivas; é também eficiente uma vez que, voltando aos apontamentos, sou intuitivamente capaz de interpretá-los e reconstruir, a partir destes, um resumo coerente e estruturado do conhecimento transmitido.<br><br></div><div>Este método apresenta, no entanto, alguns desafios. Quando o assunto exposto é novidade, pode ser complexo identificar as relações entre os conceitos, isto é, saber quais os mais importantes, quais os menos importantes e como se relacionam entre si. No sentido de combater estes efeitos, há algumas associações que, uma vez estabelecidas, tornam a tomada de notas mais fluida e eficiente. Por exemplo, quando o professor ou orador usa frequentemente um conceito, sabe-se que este será de elevada importância, pelo que lhe podemos atribuir a respetiva simbologia; da mesma forma, quando utiliza expressões como “devido a”, “provoca”, “leva a que”, “origina”, entre outros, sabe-se que se estabelece uma relação de causalidade e, deste modo, podemos substituir o texto por uma seta que represente esta causalidade; outro exemplo, particular do contexto académico, é quando o professor usa expressões como “típica pergunta de teste”, caso no qual se atribui uma simbologia típica de estado de emergência (sejam sinais de perigo, escrever nas mãos ou, no limite, aplicação de luzes néon).&nbsp;<br><br></div><div>Adicionalmente, o Mapping é, na minha opinião, um método de tomada de notas muito versátil e flexível uma vez que a relação entre conceitos não é sempre linear, ou seja, por vezes há uma rede de conexões. Nestes casos, as setas oferecem-nos flexibilidade no sentido em que não estamos limitados a uma direção nem, tão pouco, a um sentido.&nbsp;<br><br></div><div>Em suma, perante a importância da tomada de notas no sentido de obter um bom rendimento académico, impera que para tal se utilize um método que otimize a nossa compreensão. No meu caso, o Mapping (adaptado) é o que melhor se ajusta ao meu método de aprendizagem, facultando-me caraterísticas como a rapidez de anotação, a versatilidade e flexibilidade e a facilidade de compreensão e estruturação à posteriori.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-28 09:58:55 UTC</pubDate>
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         <title>Tabela de Símbolos</title>
         <author>a83293</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-10-28 10:08:14 UTC</pubDate>
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         <title>PERCEPÇÃO DOS DISCENTES DE ENGENHARIA CIVIL ACERCA DO CURSO: ESTUDO DE CASO DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO SUL E SUDESTE DO PARÁ, 2019</title>
         <author>a83293</author>
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         <description><![CDATA[<div><br></div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; <strong>Identifique os autores, seu estatuto e filiação institucional;<br></strong><br></div><div>Autores: Bruna G. Silva; Andrea S. Araújo; Tamara D. Souza; Saymon H. S. Santana e Lygia M. P. Ferreira.<br><br></div><div>Estatuto: Discentes da Universidade.</div><div><br></div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; <strong>Identifica os capítulos, partes, secções e subsecções em que o texto está dividido e o modo como cada uma delas está identificada</strong></div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; <strong>Relativamente a cada uma delas, indique a natureza do seu conteúdo;<br></strong><br></div><div>Resumo: No resumo, há uma primeira parte em que se contextualiza o assunto abordado (satisfação académica) e, numa segunda parte, como o nome indica, apresenta-se de forma sucinta o conteúdo desenvolvido no artigo.<br><br></div><div>Palavras-chave: Nesta secção, apresentam-se as palavras e conceitos de maior relevância.<br><br></div><div>Introdução: Apresenta-se uma contextualização histórica do assunto, a sua relevância no âmbito em que o artigo surge e o objetivo do mesmo.</div><div><br>Metodologia: Apresentação do método de investigação seguido, nomeadamente dos indicadores tidos em conta para o estudo.</div><div>Resultados e Discussão: Apresentação e análise dos resultados obtidos.</div><div>Considerações Finais: Conclusão com um breve resumo do estudo realizado, dos resultados obtidos e das conclusões que derivaram destes.</div><div>Agradecimentos: Agradecimento às pessoas e entidades que colaboraram e/ ou apoiaram de alguma forma o desenvolvimento do projeto elaborado.</div><div>Referências: Enumeração da bibliografia consultada para a elaboração do artigo.</div><div><strong>&nbsp;</strong></div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; <strong>Verifique como são feitas as citações e as referências;<br></strong><br></div><div>No artigo analisado não há citações. Relativamente às referências, estas surgem segundo o estilo ABNT, tomando diferentes formas: (Apelido, ano); (Apelido; Apelido, ano); segundo ‘nome’ (ano), …<br><br></div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; <strong>Caso haja notas de rodapé, refira a sua função;<br></strong><br></div><div>Este artigo não apresenta notas de rodapé.<br><br></div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; <strong>No caso da existência de figuras, quadros, tabelas, gráficos, etc. analise a sua forma e o conteúdo e diga qual a sua relevância para a transmissão de informação;</strong></div><div>&nbsp;</div><div>O artigo apresenta dois tipos distintos de gráficos (um gráfico de barras e um gráfico em pizza), que surgem no sentido de fazer uma distribuição de percentagens (neste caso, referentes à avaliação da satisfação). Estes gráficos estão inseridos no capítulo de Resultados e Discussão e ajudam a conferir uma maior facilidade de leitura de resultados. Adicionalmente, o artigo contempla ainda de três tabelas: duas delas, surgem no capítulo de Metodologia, nas quais se atribui as diferentes opções de atributo utilizadas no estudo para avaliar os indicadores desejados qualitativamente. No artigo, aparece ainda uma terceira tabela, também no capítulo de Resultados e Discussão, na qual se sumariza os resultados obtidos com uma adicional análise estatística.<br><br></div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; <strong>Identifique os diferentes tipos de fontes textuais utilizadas e descreva a respetiva forma de referência;<br></strong><br></div><div>Na referência bibliográfica do artigo deparamo-nos apenas com livros, sendo que o seu estilo de referência é o ABNT, norma derivada do estilo Chicago e utilizada apenas no Brasil.</div><div>&nbsp;</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; <strong>Escreva a referência bibliográfica do texto.<br></strong><br></div><div>Silva, Bruna G., Araújo, Andrea S., Souza, Tamara D., Santana, Saymon H.S., Ferreira, Lygia M.P. (2019). Perceção dos discentes de engenharia civil acerca do curso: estudo de caso da Universidade Federal do Sul e do Sudeste do Pará. <em>Revista de Ensino de Engenharia</em>, <em>1 </em>(1).<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-21 18:35:00 UTC</pubDate>
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         <title>SMART FACTORIES IN THE AGE OF THE INDUSTRY 4.0</title>
         <author>a83293</author>
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         <description><![CDATA[<div><br></div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; <strong>Apresente as razões porque selecionou este texto e evidencie o contributo para a construção do conhecimento no respetivo domínio.<br></strong><br></div><div>Este artigo surge no âmbito da UC de Informação para o Fabrico, na qual foi proposta a realização de um trabalho sobre a Indústria 4.0. O estudo desta fonte bibliográfica possibilitou um melhor entendimento da definição da Indústria 4.0 e, adicionalmente, introduziu um resumo dos arquétipos de Fábricas do Futuro atualmente falados na bibliografia relacionada com a temática.<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; <strong>A partir do título do texto, registe, sob a forma de tópicos, o conhecimento que já possui sobre o assunto.<br></strong><br></div><div>-&nbsp; &nbsp; &nbsp; Atualmente encontramo-nos perante a 4ª revolução industrial, associada ao desenvolvimento das tecnologias da informação e comunicação;<br><br></div><div>-&nbsp; &nbsp; &nbsp; Objetivo: digitalização da informação;<br><br></div><div>-&nbsp; &nbsp; &nbsp; Um dos grandes desafios encontra-se associado com a falta de normalização na digitalização da informação.<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; <strong>Folheie o texto e, a partir de títulos, subtítulos e outros indicadores, explicite o modo como está organizado.<br></strong><br></div><div>O texto apresenta-se segundo uma estrutura análoga ao artigo analisado na tarefa anterior: inicialmente surge um <strong>resumo</strong>, onde há uma apresentação sucinta do conteúdo do artigo; seguidamente surgem as <strong>palavras-chave</strong>, onde se encontram os conceitos chave do mesmo; posteriormente, a <strong>introdução</strong>, na qual há uma contextualização do problema e da importância da pesquisa e desenvolvimento no âmbito da temática abordada; depois, apresenta-se o <strong>método de pesquisa</strong> onde, como o nome indica, se apresentam os critérios que orientaram a pesquisa bibliográfica; em seguida, são apresentados os <strong>resultados</strong>, ou seja, apresenta-se uma síntese dos conteúdos relevantes da bibliografia consultada; finalmente, surge a <strong>discussão e conclusão </strong>onde se ressalvam os desafios e obstáculos e ainda as áreas onde falta ainda desenvolvimento de maneira a tornar os arquétipos idealizados das fábricas do futuro, uma realidade, seguida pelas <strong>referências,</strong> onde se enumera a bibliografia consultada.<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; <strong>Construa um Esquema que traduza o conteúdo do texto.<br></strong><br></div><div>&nbsp;| <strong>Arquétipo de Fábrica do Futuro</strong> | Plantas automatizadas e robotizadas inteligentemente | Plantas centradas no cliente | Fábricas modulares móveis | Artesanal com toque digital<br> | <strong>Caraterísticas</strong> | - Produção em massa a custo competitivo; - Grande integração da cadeia de valor; -Manutenção preditiva; -Alta produtividade. | - Produtos totalmente personalizados; - Médias a largas cadências de produção; - Módulos de produção (máquinas ajustáveis). | - Amovíveis; -Pequena escala; Requer equipas altamente qualificadas. | - Produtos únicos de qualidade elevada; - Combinação do trabalho manual com as ferramentas digitais.<br> | <strong>Exemplos de Aplicação</strong> | Indústria alimentar | Adidas | Nestlé | Indústria aeronáutica</div><div><strong>&nbsp;<br></strong><br></div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; <strong>Redija a referência bibliográfica do texto de acordo com a norma/ estilo de referência que normalmente utiliza.<br></strong><br></div><div>Grabowska, S. (2020). Smart Factories in the Age of The Industry 4.0. <em>Management Systems in Production Engineering</em>, 28 (2), 90-96. http://doi.org/10.2478/mspe-2020-0014.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-21 21:34:53 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>a83293</author>
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         <title></title>
         <author>a83293</author>
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         <title></title>
         <author>a83293</author>
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         <pubDate>2021-12-25 09:23:11 UTC</pubDate>
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         <title>Texto 1: Resistance Spot Weld Quality Characteristics</title>
         <author>a83293</author>
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         <description><![CDATA[<div>Palavras-Chave: Soldadura por resistência, tensão de corte, tensão de cedência, força do elétrodo, tempo de soldadura, corrente de soldadura, métodos estatísticos, normas RSMA.<br><br>Shafee, S., Naik, B. B., &amp; Sammaiah, K. (2015). Resistance Spot Weld Quality Characteristics Improvement By Taguchi Method. <em>Materials Today: Proceedings</em>, <em>2</em>(4–5), 2595–2604. https://doi.org/10.1016/j.matpr.2015.07.215</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-12-25 09:26:47 UTC</pubDate>
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         <title>Testo 2: Process Parameter Selection For Resistance Spot Welding Through Thermal Analysis Of 2 mm CRCA Sheets</title>
         <author>a83293</author>
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         <description><![CDATA[<div>Palavras-Chave: Soldadura por resistência, resistência da soldadura, diâmetro do cordão, tempo de soldadura, corrente de soldadura, diâmetro do elétrodo, análise térmica, simulação em software, normas RSMA.<br><br>Prashanthkumar, V., Venkataram, N., Mahesh, N., &amp; Kumarswami. (2014). Process Parameter Selection for Resistance Spot Welding through Thermal Analysis of 2mm CRCA Sheets. <em>Procedia Materials Science</em>, <em>5</em>, 369–378. https://doi.org/10.1016/j.mspro.2014.07.279</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-12-25 09:35:54 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>a83293</author>
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         <title>Texto 3: Comparison of Resistance Spot Weld Quality Assessment Techniques</title>
         <author>a83293</author>
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         <description><![CDATA[<div>Palavras-Chave: Soldadura por resistência, tensão de corte, tensão de cedência, diâmetro do cordão, análise térmica, mecanismos de falha.<br><br>Summerville, C., Compston, P., &amp; Doolan, M. (2019). A comparison of resistance spot weld quality assessment techniques. <em>Procedia Manufacturing</em>, <em>29</em>, 305–312. https://doi.org/10.1016/j.promfg.2019.02.142</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-12-25 09:40:26 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>a83293</author>
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         <pubDate>2021-12-25 09:40:42 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>a83293</author>
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         <title></title>
         <author>a83293</author>
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         <title></title>
         <author>a83293</author>
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         <title>Texto 4: Resistance Spot Welding of Dissimilar Sheets</title>
         <author>a83293</author>
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         <description><![CDATA[<div>Palavras-Chave: Resistance Spot Welding, diâmetro do cordão, corrente de soldadura, diâmetro do elétrodo.<br><br>Kolařík, L., Sahul, M., Kolaříková, M., Sahul, M., Turňa, M., &amp; Felix, M. (2012). Resistance Spot Welding of dissimilar Steels. <em>Acta Polytechnica</em>, <em>52</em>(3). https://doi.org/10.14311/1548<br><br><br></div>]]></description>
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         <author>a83293</author>
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         <pubDate>2021-12-25 09:45:22 UTC</pubDate>
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         <author>a83293</author>
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         <pubDate>2021-12-25 09:48:18 UTC</pubDate>
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         <title>Índice</title>
         <author>a83293</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>1-&nbsp; &nbsp; &nbsp;Funcionamento do Processo:</strong></div><ul><li>Origem (1880)</li><li>Princípios de funcionamento (Textos 1 e 3)</li><li>Influência da Zona Afetada Termicamente (Texto 3)</li><li>Vantagens (Texto 3)</li><li>Área de aplicação (Textos 1 e 3);</li></ul><div>&nbsp;</div><div><strong>2-&nbsp; &nbsp; &nbsp;Importância da qualidade da junta:</strong></div><ul><li>Suscetíveis a falhar mediante vários tipos de carga (Texto 1);</li><li>Integridade estrutural de automóveis (Texto 3);</li></ul><div>&nbsp;</div><div><strong>3-&nbsp; &nbsp; &nbsp;Fatores que afetam a resistência da junta:</strong></div><ul><li>Modos de falha (Texto 3);</li><li>Como conseguir a temperatura ótima as peças a soldar (Texto 1);</li><li>Fatores gerais (Texto 3);</li><li>Particularidades alumínio (Texto 3);</li><li>Particularidades chapas dissidentes (Texto 4).</li></ul><div>&nbsp;</div><div><strong>4-&nbsp; &nbsp; &nbsp;Parâmetros a manipular:</strong></div><ul><li>Mais relevantes: Anova, manuais, DOE, Método de Taguchi (Textos 1, 2 e 3);</li></ul><div>&nbsp;</div><div><strong>5-&nbsp; &nbsp; &nbsp;Testes para a avaliação da qualidade:</strong></div><ul><li>Testes destrutivos (Texto 3);</li><li>Testes não destrutivos (Texto 3);</li><li>Recurso a softwares (Texto 2);</li><li>Normas associadas.</li></ul><div>&nbsp;</div><div>6<strong>-&nbsp; &nbsp; &nbsp;Diferentes experiências:</strong></div><ul><li>Para seleção dos parâmetros ótimos (Texto 1):</li></ul><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;o &nbsp; Materiais a unir;</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;o &nbsp; Parâmetros utilizados;</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;o &nbsp; Resultados obtidos.</div><ul><li>Seleção de parâmetros para soldadura de chapa de 2 mm de CRCA (Texto 2):</li></ul><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;o &nbsp; Materiais a unir;</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;o &nbsp; Parâmetros utilizados;</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;o &nbsp; Resultados obtidos.</div><ul><li>Soldadura de chapas dissimilares (Texto 4):</li></ul><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; o &nbsp; Materiais a unir;</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; o &nbsp; Parâmetros utilizados;</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; o &nbsp; Resultados obtidos.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-12-28 11:34:51 UTC</pubDate>
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         <author>a83293</author>
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         <description><![CDATA[<div>A soldadura por resistência (em inglês <em>Resistance Spot Welding</em> ou RSW) é um processo de união de chapas com origem em 1880.&nbsp; Este processo faz atravessar uma corrente elétrica pelo material e, utilizando a resistência deste, origina uma concentração de calor no local a soldar (Shafee et al., 2015). De acordo com Summerville et al. (2019), elétrodos de cobre pressionam os componentes de chapa metálica e uma elevada corrente de soldadura para gerar calor na interface e, sendo esta a zona de maior resistência, gera-se calor suficiente para fundir as chapas numa só. Este processo gera em torno da área soldada uma zona cujas propriedades são significativamente diferentes (zona afetada termicamente ou ZAT), sendo comummente a origem da falha deste tipo de junta nos aços (Summerville et al., 2019).<br><br></div><div>No estudo de Summerville et al.&nbsp;(2019), são sumarizadas as seguintes principais vantagens do processo de soldadura por resistência: reduzido tempo de ciclo; baixo custo; facilidade de implementação; facilidade de adaptação a diferentes configurações de junta e diferentes materiais a soldar. Às quais se pode adicionar o facto de se tratar de um processo automatizável (Shafee et al., 2015).<br><br></div><div>Trata-se de um processo muito utilizado na indústria automóvel, existindo cerca de 5000 juntas soldadas por carro (Shafee et al., 2015). Grande parte destas juntas surgem na estrutura do automóvel e, como tal, a integridade e a segurança deste mecanismo estão fortemente relacionadas com a resistência da junta de soldadura, pelo que importa garantir a segurança deste processo (Summerville et al., 2019). Adicionalmente, o processo de soldadura é suscetível a falhar mediante diversos tipos de carga, pelo que impera projetar o processo corretamente. Há diversos fatores que influenciam a qualidade da junta de soldadura. De maneira geral, podem dividir-se em dois, os principais modos de falha deste tipo de junta de soldadura por resistência: falha interfacial onde, como o nome indica, se separam as interfaces das chapas unidas; ou falha por pull-out, na qual o local de soldadura, ou parte dele (ao qual se dá o nome de botão), é removido de uma das chapas (Summerville et al., 2019). O segundo tipo de falha está comummente associado a falhas no processo. No entanto, diferentes mecanismos de falha são apresentados na norma AWS 8.9N de 2012 (Summerville et al., 2019).<br><br></div><div>De acordo com Shafee et al. (2015), um dos fatores a atender no processo de soldadura é que a temperatura ótima deve estar entre as duas chapas a soldar, pelo que se deve minimizar a resistência entre os elétrodos e as chapas a soldar sendo que tal se consegue controlando a área de contacto entre estes dois componentes, da seleção do material dos elétrodos e das peças a soldar, da qualidade superficial e das forças aplicadas. Por sua vez, Summerville et al. (2019), enumera o modo de falha, o tamanho do cordão de soldadura, o tipo de material, a severidade da zona afetada termicamente, os revestimentos superficiais, a estrutura do grão, a porosidade, o tempo de arrefecimento da junta após a soldadura, os contaminantes na superfície, a condição de carregamento e o alinhamento do local da soldadura com o material como fatores que afetam a resistência da soldadura. De acordo com Prashanthkumar et al. (2014), influenciam também o processo de soldadura fatores como a voltagem e a corrente de soldadura, a força exercida pelos elétrodos, o caudal da água de refrigeração e a espessura do material.<br><br></div><div>Fora os fatores gerais supramencionados, existem algumas particularidades para alguns materiais. Nomeadamente no alumínio que, uma vez que possui um óxido superficial muito resistivo e por se tratar de um material muito poroso apresenta maior probabilidade de sofrer uma falha interfacial (Summerville et al., 2019). Por outro lado, também soldar chapas dissidentes é desafiante na medida em que possuem diferentes propriedades físicas, químicas e mecânicas que, quando soldadas, representam um problema e podem originar anomalias como cordões de soldadura assimétricas (Kolařík et al., 2012).<br><br></div><div>Geralmente, com vista a definir os parâmetros do processo, tomam-se valores experimentais ou de manuais. No entanto, máquinas, condições e ambientes específicos exigem parâmetros específicoers (Shafee et al., 2015). De modo a selecionar os parâmetros a manipular, a bibliografia apresenta diferentes ferramentas. Shafee et al. (2015), utiliza uma ferramenta estatística (ANOVA) para prever a combinação ótima de parâmetros para o processo. Por sua vez, Prashanthkumar et al. (2014), parte do DOE (<em>Design of Experiments</em>) que possibilita a determinação simultânea dos efeitos individuais e interativos de vários fatores que podem afetar os resultados do output, isto é, fornece uma previsão da interação entre as variáveis; e ainda de simulação em softwares, como por exemplo o SORPAS, no qual se podem avaliar alguns dos parâmetros. Também o método de Taguchi surge no estudo de Shafee et al. (2015), como ferramenta estatística de elevada qualidade usada no projeto e desenvolvimento de produtos, através da investigação experimental. Consiste na definição de sistemas, parâmetros e tolerâncias de modo a atingir um processo sólido e, consequentemente, boa qualidade de produto (Shafee et al., 2015).<br><br></div><div>Uma vez definido o processo, deve comprovar-se a qualidade das juntas obtidas mediante testes que podem ser de dois tipos: destrutivos ou não destrutivos. Dentro dos testes destrutivos surgem, segundo Summerville et al. (2019): o <em>chisel-test</em> (no qual se pressiona um cinzel entre as chapas junto ao local de soldadura, pressionando até à rotura); o <em>peel-off test</em> (no qual se recorre a um engenho de rolos para se fazer um <em>peel</em> e separar as duas chapas, sendo que este teste promove tipicamente a falha na zona termicamente afetada, uma vez que a carga se concentra fortemente num dos lados da soldadura); outros testes de resistência da soldadura como o <em>tensile-shear</em> ou <em>U-tension</em> (quw usam máquinas para aplicar cargas quase estáticas e determinar a resistência das juntas medindo o diâmetro do botão após a falha). Dentro dos testes não destrutivos surgem no estudo de Summerville et al. (2019), análises por ultrassons, termografias por infravermelhos e por correntes de <em>Foucault</em> (onde se podem gerar imagens do cordão de soldadura sem a destruição da amostra). Para a execução dos testes, surgem como guias orientadoras os standards da RWMA (<em>Resistance Welding Manufacturers Association</em>).<br><br></div><div>Em suma, na experiência de Shafee et al. (2015), procuram-se os parâmetros ideais para a soldadura por resistência de duas chapas de aço de baixo carbono laminado a frio (CR3; BIS 513-2008), com diferentes espessuras (uma com 0,8 mm, outra com 1 mm). Utilizando a ferramenta estatística ANOVA, reduziram-se o número de parâmetros a manipular a três: corrente de soldadura, tempo de ciclo e força do elétrodo. Posteriormente, utilizou-se o método de Taguchi para verificar a influência da variação dos três parâmetros mencionados nas resistências de tensão e de corte (medidas através do teste tensile-shear segundo os parâmetros de RWMA), obtendo-se que os parâmetros mais relevantes para a tensão de corte seriam a corrente, seguida do tempo e da força e, para a tensão de cedência seriam o tempo, seguido da corrente e da força (Shafee et al., 2015).<br><br></div><div>Na experiência de Summerville et al. (2019), procuram-se definir os parâmetros ideais para a soldadura de duas chapas de 2 mm de aço CRCA. Neste ensaio, manipulam-se a intensidade da corrente de soldadura e o tempo de ciclo, obtendo-se os resultados ótimos para uma corrente de 3928 A e um tempo de ciclo de 0,3 segundos.<br><br></div><div>Finalmente, na experiência de Kolařík et al. (2012), visam-se obter os parâmetros ideais para a soldadura de duas chapas de 2 mm: uma constituída por aço inoxidável austenítico e outra constituída por aço de baixo carbono.&nbsp; Neste ensaio, apenas se manipula a corrente de soldadura, mantendo os demais parâmetros constantes e avaliando a qualidade da junta mediante testes não destrutivos (microscopia de luz e EDX) e testes destrutivos como ensaios de microdureza e um teste de <em>peel</em> segundo a norma ISO 10.447. Obtendo-se como resultados uma assimetria no cordão de soldadura (maior fusão no aço inox do que no de baixo carbono); uma zona afetada termicamente mais ampla no aço de baixo carbono (devido à sua maior condutividade térmica); diferentes microestruturas e um aumento da dureza na zona afetada termicamente.<br><br><br><br><strong>Referências Bibliográficas:</strong><br><br>Kolařík, L., Sahul, M., Kolaříková, M., Sahul, M., Turňa, M., &amp; Felix, M. (2012). Resistance Spot Welding of dissimilar Steels. <em>Acta Polytechnica</em>, <em>52</em>(3). https://doi.org/10.14311/1548<br><br>Prashanthkumar, V., Venkataram, N., Mahesh, N., &amp; Kumarswami. (2014). Process Parameter Selection for Resistance Spot Welding through Thermal Analysis of 2mm CRCA Sheets. <em>Procedia Materials Science</em>, <em>5</em>, 369–378. https://doi.org/10.1016/j.mspro.2014.07.279<br><br>Shafee, S., Naik, B. B., &amp; Sammaiah, K. (2015). Resistance Spot Weld Quality Characteristics Improvement By Taguchi Method. <em>Materials Today: Proceedings</em>, <em>2</em>(4–5), 2595–2604. https://doi.org/10.1016/j.matpr.2015.07.215<br><br>Summerville, C., Compston, P., &amp; Doolan, M. (2019). A comparison of resistance spot weld quality assessment techniques. <em>Procedia Manufacturing</em>, <em>29</em>, 305–312. https://doi.org/10.1016/j.promfg.2019.02.142</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-01-03 11:14:34 UTC</pubDate>
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