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      <title>My Semester Productions by Daiane Lopes Sampaio</title>
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      <description>Criado com Foco e Persistência ♥</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2020-11-09 22:34:09 UTC</pubDate>
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         <title>Concepções de Estágio</title>
         <author>201620021</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong><sup> <br></sup></strong><strong>RESENHA<br></strong><br></div><div><strong> <br></strong><br></div><div><strong>Daiane Lopes Sampaio</strong><strong><sup>1<br></sup></strong><br></div><div> <br><br></div><div>PIMENTA, Selma Garrido; LIMA, Maria Socorro Lucena. <strong>Estágio e Docência:</strong> diferentes concepções. Revista Poíesis - v. 3, N. 3 e 4, p. 5-24, 2005/2006.<br><br></div><div> <br><br></div><div> <br><br></div><div>Selma Garrido Pimenta é graduada em pedagogia pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (1965), e possui ainda, mestrado (1979) e doutorado (1985) em Educação: filosofia da educação pela mesma universidade. Atualmente, é professora titular da Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo FE- USP e professora assistente do programa de pós-graduação em Educação da universidade Católica de Santos. Atua também, como vice- presidente da ANDIPE (Associação Nacional de Didática e Prática de Ensino) e coordenadora da Coleção Docência em Formação, junto à Cortez editora, SP. Suas pesquisas mais recentes são no campo da pedagogia universitária e docência no ensino superior.<br><br></div><div>Maria Socorro Lucena Lima possui graduação em letras (1971) e pedagogia (1978) pela Universidade Regional do Cariri- URCA. É mestre em Educação Brasileira pela Universidade Estadual do Ceará- UFC (1995). Doutora em Educação na área de Didática, Teorias de Ensino e práticas Escolares pela Universidade de São Paulo – USP (2001) e Pós-doutora em Educação junto ao departamento de Metodologia de Ensino e Educação comparada na Universidade de São Paulo- USP (2007). Integra o quadro de pesquisadores do Programa de Pós-Graduação em Educação- PPGE da Universidade Estadual do Ceará- UECE, na linha Docência no Ensino Superior e na Educação Básica e pertence ainda, ao Grupo de Estudos e Pesquisas em Formação de Educadores - GEPEFE e Grupo de Estudos e Pesquisas sobre a Formação do Educador e ELOSS - Educação e Cooperação Sul – UNILAB.<br><br></div><div>No trabalho intitulado Estágio e Docência: diferentes concepções, as autoras descritas, discutem (como diz o título) sobre as diferentes concepções do estágio, o qual é visto como ‘a parte prática do curso’, havendo, então, uma dicotomia entre teoria e prática. <br><br></div><div>Ao se pensar em estágio como a ‘parte prática do curso’, torna-se visível a separação da teoria e da prática. Nesse sentido, o que se entende por teoria é o conglomerado de disciplinas isoladas, desconectadas da realidade a qual lhe deu origem. Sendo assim, somente depois de terem visto esse conglomerado de disciplinas, ou seja, no finalzinho do curso, é que vem a parte prática, na qual os alunos observam a prática docente, imitando assim, os modelos escolares observados. Dessa forma, ao haver essa valorização das praticas e instrumentos tradicionais de ensino, a escola se resume apenas ao papel de ensinar, portanto, se o aluno não aprende, a ‘culpa’ é dele, da sua família ou de sua cultura, a qual se diferencia da cultura da escola, sendo esta, vista como suficiente em sua função de ‘ensinar’.<br><br></div><div>Além da visão de prática como imitação de modelos, existe ainda a visão de praticas que priorizam a instrumentalização técnica, sendo estes, fatos que preocupam as autoras. Segundo Pimenta e Lima (2005/2006, p.10), “nas disciplinas ‘práticas’ dos cursos de formação nas universidades em geral, a didática instrumental aí empregada gera a ilusão de que as situações de ensino são iguais e poderão ser resolvidas com técnicas”, desconsiderando assim a pluralidade e as diversas situações em que o ensino ocorre, sendo que o papel do professor não é apenas ter o domínio das técnicas, mas deve desenvolver a habilidade de abrir mão das técnicas e criar novas técnicas quando necessário.<br><br></div><div>Logo, sendo separada a teoria da prática e vice versa, o papel do estágio é apenas a observação e imitação de modelos escolares, visto que por um lado tem-se a teoria como um conglomerado de disciplinas isoladas e sem conexão com a realidade, e por outro, a prática priorizando apenas o domínio da técnica, reforçando a idéia de que a prática se aprende na prática, não havendo então, uma análise crítica da realidade a partir de subsídios teóricos. Nesse sentido, autoras Pimenta e Lima (2005/2006, p. 6) denunciam essa falha na formação de professores: “o curso não fundamenta teoricamente a atuação do futuro profissional nem toma prática como referência para a fundamentação teórica, ou seja, carece de teoria e de prática”.<br><br></div><div>As autoras afirmam que não se pode separar a teoria da prática, visto que há sempre um diálogo do conhecimento pessoal com a ação. Nesse sentido, valoriza-se assim, a formação intelectual do professor, o qual deixa de ser um sujeito que apenas reproduz as práticas e modelos escolares, passando a ser chamado de professor pesquisador ou professor reflexivo, visto que segundo Pimenta (1994, p.14) “o estágio... ao contrário do que se propugnava, não é atividade prática, mas atividade teórica instrumentalizadora da prática docente”, sendo assim, o sujeito em formação encontrará subsídios para então, intervir na realidade, visto que a profissão docente é uma prática social.<br><br></div><div>Pimenta e Gonçalves (1990) “consideram que a finalidade do estágio é a de propiciar ao aluno uma aproximação à realidade a qual atuará”, assim sendo, é preciso que se apropriem dessa realidade para analisá-la criticamente com o aporte das teorias, visto que segundo Pimenta e Lima (2005/2006) a função destas <br><br></div><div>                                      “(...) é oferecer aos professores perspectivas de análise para compreenderem os contextos históricos, sociais, culturais, organizacionais e de si mesmos como profissionais, nos quais se dá sua atividade docente, para neles intervir, transformando-os”. (PIMENTA E LIMA, 2005/2006, p.16)<br><br></div><div> <br><br></div><div>Sendo assim, as disciplinas necessitam oferecer conhecimentos e métodos, contribuindo assim, para a formação de professores. Nessa perspectiva, o estágio não se faz por si, ou seja, não se separa das outras disciplinas, mas alavanca-se, através de um articulado projeto político pedagógico constituído por todas as disciplinas do curso.<br><br></div><div>Por fim, as autoras falam sobre a concepção de estágio como pesquisa e a pesquisa no estágio. As duas fazem então, um percurso, o qual se inicia a atividade de pesquisa, tendo como ponto de partida a análise crítica, partindo para os aportes teóricos, e contribuição das diversas áreas de conhecimento, visando alcançar os objetivos e metas, transformando assim, a realidade.<br><br></div><div>                                      O desenvolvimento desse processo é possibilitado pela atividade de pesquisa, que se inicia com a análise e a problematização das ações e das práticas, confrontadas com as explicações teóricas sobre elas, com experiências de outros atores e olhares de outros campos de conhecimento, com os objetivos que se pretende e com as finalidades da educação na formação da sociedade humana. (PIMENTA e LIMA, 2005/2006, p.17)<br><br></div><div> <br><br></div><div>Sendo compreendido o estágio dessa maneira, podendo o aluno conhecer, se aproximar e interpretar esse real existente, o curso possibilitará uma boa formação, ao oferecer as condições e os saberes que são fundamentais para o futuro exercício profissional dos alunos.<br><br></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-12 01:34:36 UTC</pubDate>
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         <title>A Pesquisa como Eixo da Formação Docente</title>
         <author>201620021</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>RESENHA<br></strong><br></div><div><strong> <br></strong><br></div><div><strong>Daiane Lopes Sampaio</strong><strong><sup>1<br></sup></strong><br></div><div><strong><sup> <br></sup></strong><br></div><div>MARTUCCI, Elisabeth Márcia<strong>. Estudo de Caso Etnográfico</strong>. Revista de Biblioteconomia de Brasília. V. 25, n. 2, p. 167-180, 2001. Disponível em: <a href="HTTP://www.brapci.inf.br/repositorio/2010/03/pdf1e9bd793d30008783.pdf">HTTP://www.brapci.inf.br/repositorio/2010/03/pdf1e9bd793d30008783.pdf</a>. Acesso em: 02 ago. 2019.<br><br></div><div> <br><br></div><div> <br><br></div><div>Elisabeth Márcia Martucci é graduada em Biblioteconomia (1972) pela Escola de Biblioteconomia e documentação de São Carlos. Possui mestrado em Ciência da Informação pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas (1980), além de ser doutora em Educação (1999) pela Universidade Federal de São Carlos. Sua experiência profissional é na área da educação, com ênfase em formação de professores e de outros agentes educativos. Atua mais precisamente nos seguintes temas: conhecimento prático e bibliotecário de referência.<br><br></div><div> <br><br></div><div>Com o trabalho intitulado Estudo de Caso Etnográfico, Martucci (2001) aborda sobre os conceitos, características, técnicas, entre outros, os quais permeiam em torno desse tipo de pesquisa, que por sua vez é denominada como qualitativa ou interpretativa.<br><br></div><div>À respeito da pesquisa qualitativa ou interpretativa, Martucci (2001) cita Bogdan; Biklen (1994, p.54-55), e diz que em sua abordagem<br><br></div><div>                                     (...) encontra-se a asserção de que a experiência humana é mediada pela interpretação, de que existem múltiplas formas de interpretar as experiências, em função das interações com os outros, e de que a realidade não é mais do que o significado de nossas experiências; ela é socialmente construída.<br><br></div><div>Sendo assim, as formas de interpretação das experiências, acontecem de forma interativa, ou seja, nas relações de grupo, as quais determinam a realidade, visto que essa é construída através dessas interações.<br><br></div><div>Para Martucci (2001) a abordagem qualitativa da pesquisa é: naturalista ou de campo (diz respeito ao ambiente onde ocorrem as ações), descritiva (dados coletados), indutiva (teoria fundamentada) e, por fim, pesquisa de significações, visando compreender o sentido que diferentes indivíduos atribuem às suas vidas, clarificando a interligação de seus pensamentos e ações.<br><br></div><div>Entendendo o sentido da pesquisa interpretativa, nos resta compreender melhor o sentido do título dado pela autora em seu trabalho: Estudo de Caso Etnográfico. Ao se falar estudo de caso, refere-se especificamente à um único caso, com todas as suas singularidades, ou seja, algo particular. Por etnografia, entendemos que esta se trata de um estudo detalhado desse caso, ou seja, do estudo de uma sociedade específica e particular. As pesquisas etnográficas possuem uma amplitude de características, as quais se sobrepõem as características da pesquisa qualitativa, visto que, dentre outras, visam a descoberta, enfatizam a interpretação em contexto, buscam retratar a realidade de forma completa, usam uma variadas fontes de informação, permitem generalizações naturalísticas, procuram representar os diferentes pontos de vista, além de utilizarem uma linguagem científica mais acessível. Este tipo de pesquisa é dividida em três etapas, as quais são: etapa inicial de planejamento, etapa prolongada de trabalho de campo ou de coleta de dados, e a última, que se trata da elaboração do relatório final, cujos conteúdos vão desde uma descrição geral e descrição particular (campo delimitado), até a compreensão do fenômeno, ou seja, uma das possíveis versões do caso. As técnicas utilizadas para a coleta de dados são: a observação participante, entrevistas, e textos escritos pelos sujeitos; com relação à observação participante, o pesquisador deve participar ativamente das atividades feitas pelo grupo social, o qual está sendo pesquisado. Deve, portanto, adentrar, interagir, e se comportar como um colega dos sujeitos pertencentes ao grupo. Por fim, atentaremos para as vantagens de um estudo de caso etnográfico (id. P. 53 Apud Martucci, 2001) “fornece uma visão profunda, ampla e articulada de uma unidade social complexa, possui a capacidade de retratar situações vivas do dia-a-dia, clarifica os vários sentidos do fenômeno estudado e, com isto, é considerado relevante na construção de novas teorias e no avanço do conhecimento”.<br><br></div><div>Como vimos, o estudo de caso etnográfico demanda tempo, disponibilidade, e entrega, por parte do sujeito, o qual terá que ‘vestir-se de outra cultura’, a fim de compreender uma determinada realidade de um grupo social, contribuindo, assim, para a construção e ampliação de conhecimentos acerca da culturalidade.  <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-12 01:35:56 UTC</pubDate>
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         <title>Discutindo sobre Currículo Escolar</title>
         <author>201620021</author>
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         <description><![CDATA[<div> A jornada pedagógica da rede municipal, através da secretaria de educação, ocorreu nos dias 02 e 03 de março de 2020, no centro de Cultura Antônio Carlos Magalhães, estando presente toda a comunidade escolar, desde professores, gestores, coordenadores pedagógicos, além de nós, estudantes de pedagogia do VII semestre de pedagogia da UESB. O tema discutido durante o evento foi ‘Currículo Escolar e suas Interfaces com a Aprendizagem: diálogos no contexto das políticas públicas educacionais’, o qual foi muito bem abordado na primeira noite, com a palestra da doutora em psicopedagogia e ciência da educação, Alda Pepe.<br><br></div><div>A abertura do evento contou com apresentações culturais, iniciando com o músico Marcos Belchote, e logo depois, com alunos do Projeto  ‘Som do Sol’, idealizado pela secretaria de educação. Depois dessas atrações, deu-se início a apresentação da mesa, a qual estava composta por diversas autoridades, sendo essas: o secretário de Educação, o professor, Paulo Andrade que, também, estava representando o prefeito de Jequié, Sérgio da Gameleira; o presidente da Câmara Municipal, o vereador, Emanuel Campos Silva, o Tinho de Waldeck; representando a coordenação do Fórum Estadual de Educação, o professor, Luiz Valter Lima; a presidente do Conselho Municipal de Educação, a professora, Elaine Teixeira Novaes; a diretora do Departamento Pedagógico da Prefeitura de Jequié, a professora, Jocélia Conceição Almeida; a diretora geral da APLB Sindicato Delegacia do Sol/Apromuje, a professora, Caroline Moraes Brito, além da palestrante Alda Pepe, citada anteriormente.<br><br></div><div>Em sua fala, a doutora Alda Pepe explicitou a importância de se ter um currículo básico, bem como as mudanças intencionadas acerca deste: <br><br></div><div>                                     “Esse é um momento especial, principalmente em um momento de mudanças prováveis, pelo menos nas mudanças que estão sendo intencionadas, que é a mudança curricular. São profundas diferenças que nós vamos ter e, com certeza, nós esperamos que os professores estejam, de fato, dispostos a entender que essa é uma mudança propícia e significativa para a educação. Há muito tempo, já faz mais de 30 anos, que a Constituição já falava da necessidade de se ter um currículo básico e alguma coisa que completasse com as especificidades locais, mas todos deveriam ter pelo menos uma parte básica, o que significa, portanto, um da ordem de sessenta por cento da parte geral e da parte que é comum para o território nacional e mais quarenta por cento do que se completa com aquilo que é característico do espaço, tanto do território de identidade, quanto do próprio município, possibilitando nos identificarmos naquilo que seja significativo pra formação de cada grupo de alunos, para cada geração de alunos que vão conhecer melhor o seu próprio espaço, além da parte geral.”, disse a doutora em Psicopedagogia e Ciência na Educação, a professora, Alda Pepe.<br><br></div><div>Durante todo o decorrer do dia 02, houve diversas manifestações em prol da valorização dos professores, exigindo assim, o pagamento do piso salarial. Enquanto algumas autoridades falavam, se estendiam faixas na frente do público, acompanhada de protestos em que todos participavam. Um destaque maior, se dá para o momento da fala do secretário de educação, que estava representando o prefeito, sendo que este foi vaiado por todos nesse momento, visto que os professores queriam demonstrar assim toda a indignação para com a gestão do prefeito Sérgio da Gameleira.<br><br></div><div>Na segunda noite, dia 03 (terça-feira), aconteceu o Fórum Municipal de Educação (FME), o qual constitui-se em um órgão de caráter permanente que com a participação da sociedade, visando  discutir, propor, acompanhar e avaliar as políticas públicas, especialmente, as deliberadas no Plano Municipal de Educação (PME).<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-12 01:36:34 UTC</pubDate>
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         <title>Juntos por uma Educação de Qualidade</title>
         <author>201620021</author>
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         <description><![CDATA[<div>A jornada pedagógica na Escola Municipal Dr. Joel Coelho Sá (CAIC), localizada na avenida Antônio Tourinho, S/N no bairro Jequiezinho, bem como em todas as escolas da educação básica da rede municipal, ocorreram nos dias 4, 5 e 6 de março do presente ano. Na escola citada, a jornada foi ministrada pelo diretor e coordenadora pedagógica da mesma, estando presentes todos os professores, os quais a partir das orientações dadas, tendo como suporte a Base Nacional Comum Curricular (BNCC), reuniram-se em grupos, de acordo com cada série, para realizarem, assim, suas rotinas e planejamentos de aulas. Nesse momento, nós estagiárias pudemos participar, de forma ativa, dando assim nossas sugestões e opiniões acerca desse planejamento.<br><br></div><div>Ao decorrer desses dias, foram apresentadas ainda, informações que vão além da sala de aula, como organização do recreio e merenda, número total de alunos matriculados (até o momento), dias e horários do AC (atividade complementar), distribuição dos brinquedos durante o recreio, entre outros. Além disso, as professoras planejaram quais as dinâmicas usariam para o primeiro dia de aula, bem como as lembrancinhas que seriam entregues aos alunos.<br><br></div><div>Por fim, esses dias foram riquíssimos para uma melhor compreensão de como esse planejamento é fundamental para o processo de ensino e aprendizagem dos alunos, pois a partir das ideias e discussões ocorridas, é possível se traçar metas a fim de um bom resultado na educação da escola.<br>Subjetivamente, participar desses momentos foi enriquecedor, pois pude ver na prática como realmente acontece esse planejamento inicial das aulas, e como a coletividade nesse processo é fundamental para assim, trocar ideias acerca de como fazer um trabalho de forma eficiente durante o ano letivo. Sem dúvida, esse momento foi importantíssimo no que tange a minha formação profissional, visto que é preciso ir além da teoria, e conhecer de fato a realidade da escola.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-12 01:37:35 UTC</pubDate>
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         <title>Pisando no Chão da Escola</title>
         <author>201620021</author>
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         <description><![CDATA[<div><br>A Escola Dr. Joel Coelho Sá 🤬 localizada numa região periférica no bairro do jequiezinho na cidade de Jequié/BA. Com aproximadamente 377 alunos matriculados, sendo que em sua maior parte composto por alunos de baixa renda, que residem em bairros como Jardim Tropical, Senhor do Bonfim e Cachoeirinha, entre outros. “O que cada um deles é, ao chegar à escola, é fruto de um conjunto de experiências sociais vivenciadas nos mais diferentes espaços sociais. Assim, para compreendê-lo, temos de levar em conta a dimensão da "experiência vivida". (DAYRELL, 1996, p. 12). Estes em sua maioria, utilizam o ônibus escolar como meio de transporte para conduzi-los a escola, os demais vão acompanhado pelos pais, e os que moram próximo, vão sozinhos. Ao chegarem, os alunos são recepcionados pela diretora, e na sua ausência a vice-diretora que os organizam em filas de acordo com a turma, logo após, realiza-se o momento da oração e em seguida são direcionados às suas salas.<br><br></div><div><br>Em sua estrutura, a escola possui um espaço amplo, contendo 8 salas de aula, sala da direção, secretaria, sala da coordenação, biblioteca, salas de recursos multifuncional, sala de apoio administrativo, sala de reuniões, refeitório, cozinha, pátio, depósito, quadra, estacionamento e banheiros masculino e feminino, sendo um desses adaptado. O ambiente é bastante iluminado, usa recursos didáticos como: audiovisuais, livros, data show, notebook, caixa de som, microfone, tv, porém, apesar do ambiente ser vasto, é possível observar que há certa precariedade para a conservação e manutenção da escola, visto que, o banheiro da quadra está em desuso, as janelas não possuem tela de proteção, o refeitório não contém ventilação, as salas de aulas não possuem climatizados e, a pintura das paredes são antigas, não condizente com ambiente lúdico e educativo, além da instituição não dispor de sala de informática.<br><br></div><div><br>[...] a arquitetura escolar interfere na forma da circulação das pessoas, na definição das funções para cada local. Salas, corredores, cantina, pátio, sala dos professores, cada um destes locais tem uma função definida "a priori". O espaço arquitetônico da escola expressa uma determinada concepção educativa. (DAYRELL, 1996, p. 12).<br><br></div><div><br>Diante do exposto, os educandos podem desfrutar de um amplo espaço para interagirem durante as atividades recreativas, que costuma ocorrer nas aulas de educação física e no momento do recreio, nos quais duram em média 50 minutos, no caso do recreio, este ocorre entre o intervalo de aulas, tendo início da 15: 00 às 15:30. As crianças mantêm os costumes das brincadeiras em grupo, tais como: pula corda, futebol, pega-pega, entre outros. Essas brincadeiras são dirigidas por elas mesmas no momento do recreio, visto que, não há acompanhamento dos profissionais da escola com as mesmas.<br><br></div><div><br>A forma das relações entre os sujeitos vai variar também, dependendo do momento em que ocorrem, seja fora ou dentro da escola, fora ou dentro da sala, numa clara relação entre tempo e espaço. O recreio é o momento de encontro por excelência, além de ser o da alimentação. Os alunos de diferentes turmas se misturam, formando grupos de interesse. (DAYRELL, 1996, p. 12).<br><br></div><div><br>A escola deve promover a integração de toda a comunidade envolvida no processo de ensino e aprendizagem e, segundo Miziara, Ribeiro e Bezerra (2014) uma das preocupações maiores do coordenador (a) pedagógico deve ser a de articular e fomentar situações que favoreçam essa integração, em um processo de formação para todos os sujeitos, os quais fazem parte da vida escolar, e mais precisamente tem como função essencial, “promover a formação contínua dos professores para a (re)orientação do trabalho didático, no interesse da aprendizagem dos alunos.” (Miziara, Ribeiro e Bezerra, 2014, p.614). Em relação à esse quesito, Maria Conceição Souza Ganeim, a qual é coordenadora há um ano da Escola Dr. Joel Coelho Sá, possui graduação em pedagogia e duas especializações nas áreas de alfabetização e letramento, considera que assim como as autoras Miziara; Ribeiro e Bezerra (2014), que apenas a formação inicial (graduação) não é suficiente, e por isso é sempre importante a busca por especializações e cursos formativos.<br><br></div><div><br>Conforme esclarece Rivas (2007, p. 102), os principais aspectos metodológicos na formação inicial do pedagogo são insuficientes para sua atuação “[...] no que se refere ao planejamento da educação, à administração de sistemas, gestão escolar, formulação de políticas públicas para a educação, avaliação educacional e avaliação da aprendizagem, pesquisa pedagógica específica, etc.”. (Miziara, Ribeiro e Bezerra, 2014, p. 616)<br><br></div><div><br> A coordenadora demonstra responsabilidade e compromisso com o seu papel na educação, pois considera que o professor precisa sempre ter acesso a mais conhecimentos, tendo em vista que apenas a graduação não é suficiente para se enfrentar os desafios em sala de aula. Como meio de possibilitar uma formação continuada, a coordenadora tem o objetivo de auxiliar os professores em suas práticas em sala de aula, tendo como apoio estudos sobre a Base Nacional Comum Curricular (BNCC), os quais já foram iniciados durante a jornada pedagógica, e serão realizados também, durante as atividades complementares (ACs) da escola. Além desses estudos, ela diz que é durante os ACs que os professores organizam seu trabalho em sala de aula, a fim de ensinarem as crianças a lerem e escreverem e, consequentemente, solicitam os materiais pedagógicos necessários para a execução de tais atividades. No entanto, o conselho escolar, o qual é responsável pela compra desses materiais pode dispor de material suficiente para todos, mas a escola os disponibiliza. Em relação à escolha de instrumentos metodológicos como filmes e músicas, estes são feitos conjuntamente durante o AC, o qual é uma maneira e momento em que a coordenadora consegue assessorar o trabalho dos professores.<br><br></div><div><br>A respeito dos maiores desafios que enfrenta no cargo da coordenação, Maria da Conceição diz: “Um dos desafios é a gente poder fazer o avanço. Porque a coordenação está para o avanço dos alunos. A preocupação é o acompanhamento, dos alunos, o avanço dos alunos”. Relata que certas estratégias adotadas no ano anterior não deram certo, portanto, buscam meios para que esse avanço, de fato aconteça. À princípio, espera-se conhecer os perfis de cada aluno, e para isso realiza-se diagnósticos, sendo que através dos resultados destes, poderão buscar medidas pedagógicas para assim, agirem em sala de aula. A escola realiza dois diagnósticos durante o ano, um no primeiro semestre, a fim de conhecer o aluno, e outro no segundo semestre para detectar os possíveis avanços. Em caso de notificação de alunos com dificuldade na aprendizagem, estes são encaminhados para a sala de apoio, onde são diagnosticados, analisando-se assim qual o tipo de atendimento necessitam, para assim, serem encaminhados à sala de reforço, ou encaminhá-los para um diagnóstico com profissional habilitado, tendo suspeita de transtorno ou comprometimento cognitivo. Tantos os alunos especiais, quanto aqueles que precisam do reforço, são direcionados para a sala de apoio, a qual serve como triagem para o atendimento destes. Em relação ao reforço, este foi uma conquista da escola através da coordenadora, a qual disse: “Uma das coisas que eu briguei na secretaria esse ano foi ter professores de reforço”, pois segundo a Base Nacional Comum Curricular, as crianças precisam estar alfabetizadas até o 2º ano, sendo este um grande desafio a ser vencido.<br><br></div><div><br>A gente pensa na sala de reforço quando nos deparamos com a turma de 3º ano, que o índice de reprovação é maior. A sala de reforço serve para gente mudar este cenário de reprovação do 3º ano, amenizar a situação. Não temos o costume de aprovar a criança que nãos sabe ler ou escrever. (Coodenadora, CAIC, 2020)<br><br></div><div><br> Além desse desafio, outro fator a ser vencido, o qual não somente a diretora aponta, como também todos os professores, é em relação ao envolvimento das famílias, na escola, sendo este um dos principais motivos pela escolha do tema do projeto de intervenção do estágio supervisionado a ser trabalhado na escola, tema este que já vinha sendo abordado e trabalhado na referida instituição.<br><br></div><div><br>Vimos que a principal preocupação da coordenação da escola é em relação ao avanço das crianças. Isso se dá pelo fato de a coordenadora possuir uma vasta experiência como alfabetizadora, sendo que esteve durante 26 anos atuando como professora em sala de aula. Em decorrência disso, procura sempre estratégias que possam amenizar os casos de alunos com dificuldade de aprendizagem, chegando até a ocupar a sala de aula, em caso de falta de algum professor.<br><br></div><div><br>Uma das coisas que eu gosto é acompanhar a turma. se uma professora falta, eu gosto de ir na sala dar aula, conhecer as crianças, seus aprendizados, ter contato com os meninos. De modo que também a gente consegue fazer com que o aluno não falte. Depois converso com a professora, - olha tal criança está com dificuldade nesse aspecto, você está fazendo o que a respeito? Mesmo que atrapalhe meu trabalho como coordenadora, mas gosto de fazer isso. (Coordenadora, CAIC, 2020)<br><br></div><div><br> <br><br></div><div><br>Segundo Miziara, Ribeiro e Bezerra (2014), esta atividade está entre muitas outras, como auxílio à secretaria e à direção, organização de projetos para atender a comunidade, leitura de relatórios de estagiários, etc., as quais acabam impossibilitando o coordenador pedagógico de realizar as atividades que são atribuídas em sua função, com o devido êxito.<br><br></div><div><br>A coordenadora Maria da Conceição não somente comentou sobre sua preocupação a respeito da alfabetização e letramento na idade certa, como também explicou as diversas estratégias adotadas para amenizar o número de repetências. Relatou que costuma acompanhar o desempenho dos alunos através das cadernetas, relatórios, atividades, além dos diagnósticos, os quais as professoras descrevem o andamento de cada aluno, atribuindo notas, e ao verificar as dificuldades, buscam maneiras de fazer com que cada aluno consiga se alfabetizar. <br><br></div><div><br>Além disso, a mesma expõe que por ter atuado em sala de aula por muitos anos, conhece as especificidades e necessidades desse entorno. Relata que havia sempre mudanças na coordenação, pois ficava a cargo político, fato que implicava sempre no avanço dos trabalhos. Afirma, então, que atua como coordenadora pelo fato de conhecer a realidade da sala de aula, ou seja, por ter sido professora, e que foi designada para o exercício dessa função de coordenadora, sendo pertencente apenas do sindicato, estando fora da questão política, a qual só é nomeado ao cargo, se haver uma relação de interesse político.<br><br></div><div><br>Para Soares (2005) apud Segundo Miziara, Ribeiro e Bezerra (2014), o coordenador pedagógico pode se comparar a um maestro de orquestra, pois assim, como o maestro precisa estar atento, ouvir e direcionar cada músico, assim também acontece com o coordenador pedagógico, visto que este precisa ser um sujeito sensível durante o ‘concerto escolar’’. Precisa ter “sensibilidade para aprender, ouvir e mediar os atores da escola, a fim de que o tempo vivido seja de discussões fecundas e todos possam se manifestar e “vivê-lo como um tempo pedagógico” (Soares, 2005, p. 37, apud, Miziara, Ribeiro e Bezerra, 2014, p.619).<br><br></div><div><br> <br><br></div><div><br> <br><br></div><div><br> <br><br></div><div><br><br><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-12 01:38:21 UTC</pubDate>
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         <title>Método Sociolinguístico:alfabetizando com eficiência</title>
         <author>201620021</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>RESENHA</strong></div><div><br></div><div>MENDONÇA, O. S; MENDONÇA, O. C<strong>. A Eficiência do Método Sociolinguístico de Alfabetização:</strong> fundamentos, Práticas e resultados. </div><div><br><br></div><div>Daiane Lopes Sampaio</div><div><br><br></div><div>Onaide Schuartz Mendonça possui graduação (1990), mestrado (1994) e doutorado (1998) em letras, ambas pela Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho”, onde atua hoje como professora. Possui experiência na área de linguística com ênfase em alfabetização, abordando principalmente os seguintes temas: alfabetização, leitura; letramento, formação do professor e metodologias de alfabetização. Publicou em 2007, o livro Alfabetização- Método Sociolinguístico: consciência social, silábica e alfabética em Paulo Freire, o qual já está em sua 3ª edição. Em setembro de 2010 lançou o livro "Alfabetização linguística e letramento: práticas socioconstrutivistas", obra essa que contém metodologia e práticas de alfabetização, inspiradas em Paulo Freire e Emilia Ferreiro. E, no presente ano (2020) publicará o livro "Alfabetizar as crianças na idade certa: Práticas linguísticas", o qual contém inúmeras atividades didáticas que visam desenvolver a consciência fonológica, oralidade, e os diferentes tipos de escrita, bem como sua função social. </div><div>Olympio Correia de Mendonça é graduado em Letras/Linguística pela Universidade de São Paulo (1968); Bacharel em ciências jurìdicas (Direito) pela Universidade Braz Cubas (1985); Doutor em Letras/Linguística pela Universidade de São Paulo (1978). Docente aposentado de Linguística e Ensino de Língua Materna da Universidade Estadual Paulista, onde orientou dez mestrados e cinco doutorados recomendados pelo MEC. Foi Professor Adjunto da Universidade Estadual de Londrina e da Escola de Enfermagem da Cruz Vermelha Brasileira. Atualmente, é professor do Centro Universitário de Adamantina. Publicou entre outros artigos: Alfabetização reinventada: o método sociolinguístico - consciência social, silábica e alfabética em Paulo Freire. É autor dos livros: Alfabetização - Método sociolinguístico: consciência social, silábica e alfabética em Paulo Freire, em sua 3ª edição, Cortez Editora; Alfabetização Linguística e Letramento: práticas socioconstrutivistas; e, Alfabetizar as crianças na Idade certa com Paulo Freire e Emilia Ferreiro: Práticas, Editora Paulus.</div><div><br></div><div><br>O trabalho desenvolvido pelos autores citados, busca atender à uma urgente demanda, visto que pesquisas recentes apontam um grande fracasso da alfabetização no Brasil, havendo, então, um questionamento acerca dos métodos utilizados. Dessa forma, Mendonça e Mendonça, trazem propostas que visam contribuir com ideias capazes de superar esse problema. Tal proposta, fundamenta-se na sociolinguística e na psicolinguística, que organiza o trabalho do professor de forma em que o aluno seja  sujeito participativo, tendo, portanto, direito a vez e a voz através do diálogo, sendo este imprescíndível, pois a partir daí o professor terá subsídios para sistematizar sua aula, partindo da realidade do aluno, o qual passará de uma consciência ingênua à uma consciência crítica acerca dessa realidade. Nesse sentido, o objetivo principal será alfabetizar letrando, pois além de desenvolver competência fonológica nos conhecimentos das correspondências grafo-fonêmicas para o domínio da leitura e da escrita, discutem sobre seus usos sociais. As autoras apresentam ao final, resultados de pesquisas, as quais apontam a eficácia do Método Sociolinguístico de alfabetização, mostrando ainda, que é possível alfabetizar, independente da realidade social em que os alunos estão inseridos.</div><div>Através de suas experiências, os autores puderam apontar explicações para o fracasso na alfabetização, os quais vão além de questões estruturais da escola, como falta de material, livros, bibliotecas, como da própria desvalorização do professor. Destacam a questão das regras de alfabetização estarem embutidas apenas na teoria, visto que são elaboradas por “alfabetizadores teóricos”, os quais desconhecem a prática da sala de aula, e o professor recebe esse material a ser aplicado, sem nenhuma criticidade, pelo fato de não ter recebido uma formação científica que o possibilite analisar criticamente esse material. Os autores defendem a ideia de que é preciso ter conhecimento tanto da teoria como da prática, para que os métodos e estratégias de alfabetização se tornem eficientes.</div><div>Os autores apontam então, o método sociolinguístico, para atender à essa demanda da alfabetização eficaz, sendo este método embutido tanto na teoria como na prática.. Fundamenta-se na teoria de Freire, sendo adicionada a psicogênese da língua escrita de Emília Ferreiro e Ana Teberoosky (1986), a qual oferece subsídios psicolinguísticos à esta teoria. É “sócio” por desenvolver o diálogo em um contexto social de sala de aula, e “linguístico” por trabalhar o que é específico da língua. Esse diálogo, que é fundamental no “método” freiriano, ocorre a partir da palavra geradora, sendo essa extraída do universo vocabular dos educandos, havendo então, antes da palavra escrita, uma leitura do mundo ao redor do aprendiz, o qual passará a pensar criticamente sobre sua realidade, transformando sua consciência ingênua em uma consciência crítica. Para isso, a palavra geradora deve ter um teor de motivação e conscientização, e ser composta preferencialmente por três ou mais sílabas, a fim de se fazer análise e síntese, no qual o aprendiz tomará consciência da existência destas.</div><div>Os autores exemplicam os quatro passos do método, os quais são: codificação, descodificação, análise e síntese, e fixação da leitura e escrita. Os dois primeiros passos são extremamente necessários, pois partem da discussão da palavra geradora, através do diálogo e de códigos que o aluno já domina, garantindo que a aquisição da leitura e escrita sejam significativas. Enquanto a codificação o professor questiona a fim de descobrir o que o aluno pensa e conhece sobre determinado tema, na descodificação ele pode intervir através de conhecimentos científicos, fazendo com que o aluno reflita sobre ele e assim, cresça criticamente. No terceiro passo o aluno começa a entender o processo de composição e os significados das palavras por meio da leitura e escrita. E o quarto e último passo faz uma revisão da análise e síntese, para assim, através da ficha de descoberta formar novas palavras, compôr frases e textos com leitura e escrita significativos.</div><div>Ao final, as autoras apresentam resultados de pesquisas, em que foram aplicadas esse método. Trazem então, dados significativos que mostram que sua funcionalidade independente da realidade social, visto que aplicaram o método em duas escolas do município de Presidente Prudente, SP, sendo que uma delas apresentava  o IDEB mais baixo da região, e conseguiram através da continuidade do ensino sistemático de alfabetização, transformar essa realidade, estando 93,7 % dos alunos de 3º ao 5º ano, plenamente alfabetizados. </div><div>O método mostra-se, portanto, eficaz e produtivo, pois o aluno consegue responder as questões: o que  a escrita representa? e como ela cria representações?. Desenvolve a fala (codificação e descodificação) e leitura e escrita (análise e síntese), aspectos importantes da linguagem que giram em torno da alfabetização. </div><div>Sem dúvida, a leitura  deste trabalho é imprescindível para profissionais que buscam realizar um trabalho eficaz e significativo em sala de aula, para que possa ir além da técnica, ou seja, não só o conhecimento da palavra, mas uma “leitura de mundo”.</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-12 01:38:56 UTC</pubDate>
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         <title>Conversando com Onaide</title>
         <author>201620021</author>
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         <description><![CDATA[<div>Com um público de mais de 100 (cem) pessoas, sendo estas, discentes dos cursos de pedagogia e letras da UESB , além de professores/as da educação básica de ensino, a roda de conversa com a professora Onaide Mendonça Schwartz Côrrea de Mendonça, a qual é Dra. Em linguística com ênfase em alfabetização, se deu no dia 05 de novembro do presente ano.<br><br></div><div>A professora  Nandyara abriu o evento apresentando à todos, um pouco  da trajetória da Prof. Onaide, na educação. Logo após, passou a palavra para ela, que começou falar da sua imensa satisfação em se fazer presente neste evento, no qual se pode perceber o desejo de muitos educadores e futuros educadores, de lutar, assim como ela, por uma educação de qualidade. Onaide abordou sobre a questão do fracasso da alfabetização no Brasil, trazendo alguns dos fatores que puderam desencadear esse problema. Citou o uso das cartilhas e dos métodos tradicionais, sendo que estes priorizam a mecanização do ensino, pois privilegia a “memorização”, deixando de lado, então, a aprendizagem significativa, porém, relatou que o problema maior não está no método, mas na falta de um método, o qual se trata de uma sistematização do ensino. Com o advento modelo construtivista de educação, acreditou-se que não precisaria do uso de um método, sendo este deixado de lado, então, por muitos professores alfabetizadores. A ministrante também falou da questão do método em que não estão interligadas teoria e prática, enfatizando apenas um desses dois. Falou então da importância dessas duas no exercício de alfabetizar, e como o método sociolinguístico, nomeado por ela e criado a partir da teoria de Freire, com contribuições de Emília Ferreiro e Emília Teberosky, cumpre essa função de alfabetizar tendo como suporte tanto a teoria quanto a prática. Esse método se mostrou eficiente em avaliações recentes acerca dele, pois além de ser método (sistematização do ensino), é Sócio, ou seja, tem uma função social, e é linguístico, pois trabalha com questões específicas da língua. Onaide apresentou e exemplificou para todos, as quatro fases do método: codificação, descodificação, análise e síntese, e fixação da leitura e da escrita, mostrando o passo a passo de cada uma. Falou da importância do diálogo em sala de aula, o qual surge a partir da palavra geradora, nos dois primeiros momentos do método, em que o aluno pode passar de uma consciência ingênua, para uma consciência crítica, visto que a palavra geradora surge do próprio contexto e vocabular dos alunos, os quais poderão pensar criticamente sobre sua realidade, enfatizando assim, o sentido freiriano, vendo a “educação como um ato político”. Após a sua fala, Onaide respondeu aos questionamentos feitos pelos discentes de pedagogia, acerca do método, e assim, encerrou-se as discussões, com os agradecimentos das professoras de estágio, bem como do público presente.<br><br></div><div>As discussões trazidas por Onaide foram extremamente importantes para que nós, enquanto futuros/as professores alfabetizadores, pudéssemos refletir sobre como realmente deve ocorrer as práticas de alfabetização, e assim, poder lutar por um sucesso na alfabetização, e assim, contribuir por uma educação de qualidade.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-12 01:39:52 UTC</pubDate>
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         <title>&quot;O Poder está na Caneta&quot;</title>
         <author>201620021</author>
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         <description><![CDATA[<div>Baseado em fatos reais, o filme “Uma Lição de Vida” conta a história de um homem de 84 anos chamado  Kimani N'gan'ga Maruge, que ao ler nos jornais que o governo estava com um programa de “Educação para Todos”, foi em direção à uma escola com a finalidade de aprender a ler e escrever, para assim, decifrar uma carta que havia recebido da presidência de seu país, o Quênia. Ao chegar no portão da escola, disseram-lhe que não poderia estudar, pois a escola atendia apenas crianças. No entanto, Maruge continuou persistindo, indo vários dias na escola em busca de uma chance de aprender ler e escrever, até que finalmente conseguiu ser aceito na turma, através da professora Jane, a qual enfrentou toda a oposição para que Maruge pudesse participar de suas aulas.<br><br></div><div>As condições físicas da escola, era bastante precária, sendo que muitas crianças eram obrigadas a se sentarem no próprio chão, por falta de cadeiras suficientes. Mesmo em meio à essas condições, a professora Jane buscava fazer um trabalho eficiente, havendo participação de todos os alunos durante o processo de ensino e aprendizagem. Com toda dedicação, ela fez com que Maruge começasse a desenvolver suas primeiras escritas. Havia dedicação não somente por parte dela, mas também de Maruge, que se esforçava tanto na escola, como nas atividades para casa. Persistência era a palavra que os definia, pois ambos tiveram que enfrentar tanto o sistema educacional, como também os pais dos demais alunos, os quais não aceitavam o fato de seus filhos estudarem junto com um idoso. Não tendo, então, noção do quanto Maruge contribuía para a educação das crianças em sala de aula, pois ajudava a professora a manter a ordem e disciplina, além de ensinar alguns valores até a importância da palavra Uhuru (liberdade), incitando nas crianças o desejo de lutarem por ela, através do ler e escrever.<br><br></div><div>Através de persistência para ser incluído na escola, Maruge chama a atenção de toda a imprensa, o que fez com que muitos pensassem que estaria ganhando dinheiro com isso, porém, Marug não se deixou intimidar e disse à imprensa: “o poder está na caneta”, frase essa que marcou sua trajetória, visto que durante toda sua vida, ele sofreu tortura e violência, perdeu seus familiares, ao lutar pela liberdade do seu país, e somente depois de aprender ler e escrever (aos 84 anos), conseguiu falar com a presidência de seu país, bem como ler a carta que havia recebido há um certo tempo, a qual reconhecia toda sua luta e sacrifícios pela liberdade do seu país. Maruge acabou se tornando, então, um símbolo da educação gratuita.<br><br></div><div>O filme é indicado para educadores que acreditam na educação, e que lutam ou sentem o desejo de lutar, assim como a professora Jane, por uma educação de qualidade, e que não e restrinja somente às crianças, mas que seja  de fato “para todos”. <br>De modo particular, posso dizer que o filme mudou minha visão como aluna, pois pude aprender e me inspirar na persistência de Maruge para estudar sempre, e que não existem limites para conseguir esse objetivo. E como futura educadora, a professora Jane me inspirou e ensinou muito, pois ela não deixava se subestimar pelo sistema, indo contra ele a fim de lutar por aquilo que acreditava: uma educação inclusiva e de qualidade.<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-12 01:41:11 UTC</pubDate>
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         <title>Por que este Projeto?</title>
         <author>201620021</author>
         <link>https://padlet.com/201620021/6scno9y2n0zvynxg/wish/914802238</link>
         <description><![CDATA[<div><br>A criança é um sujeito que “sabe”, e que desde o seu nascimento começa a adquirir conhecimento, pois é sujeito histórico e que também produz cultura. Visto isso, e sabendo que ela vive em uma sociedade grafocêntrica, é preciso que tenha acesso a práticas de leitura e linguagem, as quais possibilita a inserção e participação nas práticas sociais. Dessa forma, deve-se levar para a sala de aula, textos que fazem parte do cotidiano das crianças como embalagens, bula de remédio, receita culinária, placas, enfim, além de contar estórias ( histórias), mostrar personagens, e recontar as histórias para que os alunos tenham intimidade com elas e ampliem seus conhecimentos, a fim de obterem  um bom repertório de leituras, as quais devem ser significantes para eles, valorizando assim, a cultura local, para que possam ser alunos participativos e protagonistas de todo esse processo de aprendizagem, deixando de serem vistos, assim, como “tábulas rasas” que recebem inúmeros conteúdos descontextualizados advindos de práticas tradicionais de ensino.<br><br></div><div><br>Entende-se que no processo de alfabetização, deva existir um trabalho sistematizado, o qual apoiará o professor (a) alfabetizador (a) na jornada de trabalho em sala de aula. Na primeira etapa do ensino fundamental, em sua boa parte é centrada na alfabetização do educando, “[...] a fim de garantir amplas oportunidades para que os alunos se apropriem do sistema de escrita alfabética de modo articulado ao desenvolvimento de outras habilidades de leitura e de escrita e ao seu envolvimento em práticas de letramentos.”(BRASIL,2017) visando garantir que o mesmo consiga ler e escrever, mas que também desenvolva o domínio da competência da leitura e escrita.<br><br></div><div><br>“No Brasil os conceitos de alfabetização e letramento se mesclam, se superpõem, frequentemente se confundem.” (SOARES, 2003, p. 7). Visto, que a alfabetização é o processo de aquisição do sistema convencional de escrita alfabética e ortográfica, e o letramento, grau de ênfase posta nas relações entre as práticas sociais de leitura e escrita, ambos são encarados como um só, essa relação acaba por negligenciar as especificidades de cada e interferir negativamente no processo escolar do aluno. “A alfabetização [...] foi obscurecida pelo letramento, porque este acabou por frequentemente prevalecer sobre aquela, que como consequência, perde a sua especificidade.” (SOARES, 2003, p. 11). Sendo assim, a autora acrescenta que é necessário visualizar esses dois processos como interdependentes e indissociáveis “a alfabetização desenvolve-se no contexto de e por meio de práticas sociais de leitura e de escrita, [...] e este, por sua vez, só se pode desenvolver no contexto da e por meio da aprendizagem das relações fonema–grafema [...]” (SOARES, 2003, p. 11). É necessário compreender que o letramento precisa estar de ‘mãos dadas’ com a alfabetização e não uma substituir ou sobrepor a outra. No que tange a alfabetização no contexto educacional brasileiro, segundo a ANA - Avaliação Nacional de Educação, em pesquisa realizada no ano de 2016, o cenário tem sido muito preocupante, “Os resultados da ANA revelam que 54,73% dos estudantes acima dos 8 anos, 90% permanecem em níveis insuficientes de leitura. Encontram-se nos níveis 1 e 2 (elementares).” Enquanto na pesquisa realizada no ano de 2014, “esse percentual era de 56,1%. Outros 45,2% dos estudantes avaliados obtiveram níveis satisfatórios em leitura, com desempenho nos níveis 3 (adequado) e 4 (desejável). Em 2014, esse percentual era de 43,8. (BRASIL, 2016)”.<br><br></div><div><br>Como se pode observar, não houve muito distanciamento dos níveis de alfabetização do ano de 2014 para o ano de 2016. “Os resultados revelam ainda que parte considerável dos estudantes, mesmo havendo passado por três anos de escolarização, apresentam níveis de proficiência insuficientes para a idade” (BRASIL, 2016).  Ter o domínio da competência da leitura e escrita permite que se tenha uma visão ampla e crítica de novos conhecimentos, possibilitando que haja o desenvolvimento cognitivo, como também o despertar para novos aspectos das práticas sociais, despertando para o mundo real e para o entendimento do outro ser.<br><br></div><div><br>Além dos pré-requisitos alfabetização e letramento, foi sugerido em reunião do planejamento escolar no dia 05 de março do presente ano o tema “Família” para o período de regência do estágio supervisionado nos anos iniciais, visto que este ocorrerá no mês em que é comemorado o dia das mães. Essa temática já vem sendo trabalhada pela escola, a qual visa garantir que essa data comemorativa contemple à todos os alunos, inclusive, aqueles que vivem sob os cuidados de outros familiares como, avô, avó, tias (os), irmãos, primos (as) e entre outros.<br><br></div><div><br>Embora seja de costume tradicional, a comemoração do dia das mães, sabemos que não existe apenas uma concepção de família, em que todos tem a figura materna pois, a sociedade contemporânea é composta por vários tipos de famílias, como:  família tradicional, informal, monoparental, anaparental, entre outros. A fim de desmistificar o modelo tradicional de família que ainda é abordado nas escolas o presente projeto, visa oferecer subsídios para que as crianças construam suas concepções acerca dessa temática, tendo como ponto de partida a ideia de que ‘família é quem cuida’.<br><br></div><div><br>De acordo com a Lei de Diretrizes e bases da Educação Nacional (LDB) 9.394/96 (BRASIL, 1996) a educação se encontra à cargo da família e do Estado.<br><br></div><div><br>Art. 2º:  A educação, dever da família e do estado, inspirada nos princípios de liberdade e nos ideais de solidariedade humana, tem por finalidade   	 o pleno desenvolvimento do educando, seu preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho. (BRASIL, 1996) <br><br></div><div><br>Logo, a educação deve ser garantida por meio de parceria entre Família e Escola, visando o bem comum, o qual se trata do desenvolvimento pleno do educando.  A relação família e escola existe desde sempre, ou seja, desde o surgimento da instituição escolar e da família, ainda que menos intensa e diferente da atual em que, segundo Nogueira (2006) é cada vez mais comum o envolvimento e participação da família na escola, indo além da simples presença em reuniões de pais e mestres. “A presença dos pais no recinto escolar e sua maior participação em determinadas atividades tornam-se mais comuns. Os contatos formais e informais se multiplicam e se diversificam. [...] os canais de comunicação parecem se ampliar para além da tradicional participação nas associações de pais e mestres[...].” (Nogueira, 2006, p.164).<br><br></div><div><br>A relevância de um trabalho conjunto se dá pelo fato de, os pais poderem participar nas questões pedagógicas que são promovidas pela escola, podendo  assim, a instituição conhecer seus alunos, bem como as especificidades, conflitos, entre outros, para assim, ajustar as suas ações pedagógicas, tendo em vista que a função da escola vai além de promover o desenvolvimento cognitivo. Deve garantir o desenvolvimento pleno do educando e, portanto, responsabilizar-se também pelo seu desenvolvimento emocional, primando, assim, para o bem estar psicológico dos alunos.  “[...] hoje, mais do que nunca, o discurso da escola afirma a necessidade de se observar a família para bem se compreender a criança, assim como para obter uma continuidade entre as ações desses dois agentes educacionais.” (Nogueira, 2006, p.161).<br><br></div><div><br>A família e a escola, portanto, devem estar em constante diálogo, a fim de promover de fato uma educação significativa, a qual considera o contexto do aluno, conhecendo assim, as suas principais demandas e necessidades, visto que ele não é uma ‘folha em branco’, mas sujeito histórico.<br><br></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-12 01:41:59 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Qual a Finalidade deste Projeto?</title>
         <author>201620021</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong><br>OBJETIVO GERAL<br></strong><br></div><div><br>Este projeto tem como objetivo central de promover aos alunos o reconhecimento de pertença dentro de um contexto familiar, partindo da premissa de que ‘família é quem cuida’. Portanto, dessa forma, será abordado a questão da identidade, sendo estes, cidadãos pertencentes à uma base da sociedade (família) a qual conjuntamente com a escola tem a função de promover a educação.<br><br></div><div><br>Ao tratar-se de uma turma do 2° segundo dos anos iniciais, consideramos a importância da alfabetização na idade certa, por isso, visamos ainda, ampliar a aprendizagem dos alunos à respeito do trio: oralidade, leitura e escrita. Serão abordados assunto que fazem parte do contexto familiar desses alunos, a fim de promover, uma aprendizagem significativa, em que possam de fato, serem participativos e interagirem em sala de aula, visto que são os verdadeiros protagonistas do processo de ensino e aprendizagem.   <br><br></div><div><strong><br>OBJETIVOS ESPECÍFICOS<br></strong><br></div><div><br>●   	Discutir sobre a importância da família, através de roda de conversa;<br><br></div><div><br>●   	Enfatizar a questão do cuidado, visto que este é essencial entre os membros das famílias;<br><br></div><div><br>●   	Ler conjuntamente textos, cujos assuntos, abordam questões cotidianas das famílias;<br><br></div><div><br>●   	Aplicar o método sociolinguístico, a fim de contribuir de forma acentuada nos quesitos de oralidade, leitura e escrita;<br><br></div><div><br>●   	Propiciar atividades práticas em sala de aula, visando uma melhor fixação do conteúdo trabalhado em sala de aula, bem como promover uma aprendizagem significativa.<br><br></div><ul><li><br>Estabelecer relações entre grafemas e fonemas, de modo que leiam e escrevam palavras, frase e textos.<br><br></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-12 01:42:51 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Utilizando o Método Sociolinguístico em Sala de Aula</title>
         <author>201620021</author>
         <link>https://padlet.com/201620021/6scno9y2n0zvynxg/wish/914805468</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><br>TEMA DA INTERVENÇÃO: </strong>FAMÍLIA COLORIDA<br><br></div><div><strong><br>PALAVRA GERADORA: </strong>MISTURA<br><br></div><div><strong><br>OBJETIVOS:<br></strong><br></div><ul><li>Refletir sobre a miscigenação cultural;<br><br></li><li>Conhecer diferentes etnias, dando ênfase aos principais grupos étnicos do Brasil: indígenas, africanos, europeus e asiáticos;</li><li>Reconhecer a sua identidade racial</li><li>Respeitar as diferenças;</li><li>Aprender a escrita da palavra geradora (mistura), bem como o seu significado e relação com o tema;</li><li>Conhecer as famílias silábicas da palavra mistura;</li><li>Formar palavras através da junção das sílabas apresentadas;</li><li>Fazer análise linguística da palavra mistura<br><br></li></ul><div><br></div><div><strong><br>PRIMEIRO MOMENTO – CODIFICAÇÃO <br></strong><br></div><div><br>Cantar conjuntamente a música<strong> “A Família dos Dedos”</strong>, utilizando dedoches que representem os membros da família presentes na música, sendo essa família formada por diferentes etnias. Além de utilizar também a caixa de som, a fim de uma animação e ludicidade para o momento.<br><br></div><ul><li>Discutir a respeito da música, trazendo, para isso, os seguintes questionamentos:</li><li>Vocês já conheciam essa música?</li><li>Qual é o nome dela?</li><li>Quem faz parte da família dos dedos?</li><li>Quantas pessoas fazem parte da família dos dedos? </li><li>Eles são todos iguais, ou são diferentes?</li><li>As famílias de vocês se parecem com a família dos dedos?</li><li>Tracem a mão de vocês no caderno, e desenhem em cada dedo um membro da sua família. (Esses desenhos serão expostos em cartaz na sala)<br><br></li></ul><div><br></div><div><strong><br>SEGUNDO MOMENTO - DESCODIFICAÇÃO<br></strong><br></div><div><br></div><div><br>Será feita a leitura do livro “Minha Família é Colorida”, da autora Georgina Martins, a qual aborda sobre a questão da presença de diferentes etnias  dentro de um mesmo grupo familiar. Em seguida haverá uma discussão acerca da história, a partir das seguintes perguntas:<br><br></div><ul><li><br>Gostaram da história?</li><li>O que vocês entenderam da história? (intervir com explicações sobre a história)</li><li>Vocês entenderam porquê Ângelo é diferente?</li><li>A família de vocês também é colorida como a de Ângelo?</li><li>Com quem da sua família você se parece?<br><br></li></ul><div><br>Expor em cartaz o último trecho do livro: “- Mãe, então sabe porquê o meu cabelo não “vua”, e a minha pele é assim dessa cor? É porque a nossa família é toda colorida, e eu acho que ela é muito bonita, igualzinha a minha caixa de lápis de cor!”, para assim, fazer uma leitura conjunta e em voz alta do trecho. <br><br></div><ul><li><br>Construção de auto-retratos<br><br></li></ul><div><br>Cada criança irá se olhar em um espelho, o qual estará em uma caixinha, para observarem suas principais características, bem como detalhes do nariz, olhos, cabelos, enfim. Em seguida serão distribuídos para cada criança um pincel, tintas de diferentes cores e um papel machê para que os alunos criem seus auto-retratos. A partir da história discutida em sala, para assim, reconhecerem suas identidades raciais. Após a construção de cada atividade, cada aluno irá assinar a sua obra. Sendo convidadas a compararem suas pinturas, percebendo assim, suas principais semelhanças e diferenças.<br><br></div><div><br>Haverá uma roda de conversa, na qual todos irão dialogar à respeito das diferenças, a partir dos seguintes questionamentos: Todos são iguais ou diferentes? É legal ser diferente? Já imaginaram se a caixa de lápis de cor tivesse apenas lápis da mesma cor? Ou se o arco-íris não fosse colorido?. Após o diálogo com a turma, será exibido o vídeoclip da música Coloridos, da palavra cantada, reforçando a ideia de que “somos todos coloridos”.<br><br></div><div><br>Por fim, será organizada uma exposição, a qual ficarão a mostra todas as obras produzidas pelos alunos, convidando (se possível) os pais,  funcionários e os demais alunos da escola para apreciarem.<br><br></div><div><strong><br>TERCEIRO MOMENTO – ANÁLISE LINGUÍSTICA<br></strong><br></div><ul><li><br>Leitura do alfabeto de forma salteada (letra bastonada/ maiúsculas e minúsculas);</li><li> Apresentação da palavra geradora MISTURA (a qual dá sentido à família formada por uma mistura de etnias);</li><li>Quantas vezes abrimos a boca para falar a palavra MISTURA;</li><li> Fazer o reconhecimento das letras que formam a palavra MISTURA;</li><li>Fazer coletivamente a separação das sílabas, mostrando quantas vezes abrimos a boca para falar MISTURA;</li><li>Apresentação das famílias silábicas:<br><br></li></ul><div><br>MIS - TU - RA<br><br></div><div><br>MOS - MAS - MIS - MUS - MES - MÃOS<br><br></div><div><br>TO - TA - TI - TU - TE - TÃO<br><br></div><div><br>RO - RA - RI - RU - RE - RÃO<br><br></div><div><br></div><ul><li><br>Leitura e formação de novas palavras com as famílias silábicas da palavra geradora;</li><li>Socialização das palavras formadas pelas crianças;<br><br></li></ul><div><br></div><div><strong><br>QUARTO MOMENTO – ATIVIDADE POR NÍVEL DE ESCRITA<br></strong><br></div><ul><li><br>Realização da atividade por nível de escrita<br><br></li></ul><div><br><br></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-12 01:43:41 UTC</pubDate>
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         <title>Pensando com as letras</title>
         <author>201620021</author>
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         <description><![CDATA[<div>Na fase pré-silábica, a criança ainda não descobriu que a escrita nota ou registra no papel a pauta sonora.<br>No momento inicial não distingue desenho e escrita.<br>No percurso evolutivo, já são capazes de produzir rabiscos parecidos com letras, embora misturem elas com números ou "criem letras".</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-12 01:44:47 UTC</pubDate>
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         <title>Pensando com as Sílabas</title>
         <author>201620021</author>
         <link>https://padlet.com/201620021/6scno9y2n0zvynxg/wish/914809190</link>
         <description><![CDATA[<div>Depois de terem colocado uma sequência de letras para notar a palavra, os alunos tendem a pronunciar a palavra dividindo-as em sílabas ao ler. Nessa fase, a criança passa a interpretar "o que" a escrita nota é a pauta sonora das palavras que falamos. Quanto a questão do "como", a criança concebe que para cada sílaba pronunciada, deve_se colocar uma letra.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-12 01:45:52 UTC</pubDate>
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         <title>Pensando Alfabeticamente</title>
         <author>201620021</author>
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         <description><![CDATA[<div>No nível alfabético, os alunos já conseguem resolver as questões:o que a escrita representa? E como ela cria representações? da mesma forma que nós adultos bem alfabetizados, porém ainda cometem muitos erros ortográficos.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-12 01:46:27 UTC</pubDate>
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         <title>É Brincando que se Aprende</title>
         <author>201620021</author>
         <link>https://padlet.com/201620021/6scno9y2n0zvynxg/wish/914812589</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><br>Nome: <br></strong><br></div><div><br>Roleta das Sílabas<br><br></div><div><br></div><div><strong><br>Objetivo Geral:<br></strong><br></div><ul><li><br> Ler sílabas e compor palavras através do lúdico<br><br></li></ul><div><strong><br>Objetivos específicos:<br></strong><br></div><ul><li><br>Interagir em grupo</li><li>Trabalhar a coordenação motora</li><li>Desenvolver a criatividade</li><li>Expandir o aprimoramento do vocabulário </li><li>Aprender e utilizar a grafia correta das palavras<br><br></li></ul><div><strong><br>Materiais<br></strong><br></div><ul><li><br>Tampinhas de garrafa pet</li><li>Isopor</li><li>EVA</li><li>Spinner</li><li>Cartelas impressas<br><br></li></ul><div><strong><br>Metodologia<br></strong><br></div><div><br>Cada aluno será chamado individualmente para girar a roleta, e todos terão que anotar nas cartelas (as quais serão distribuídas ao início do jogo), cada sílaba sorteada pela roleta, a fim de formar o máximo de palavras. Garantindo assim, a participação e interação de todos nessa atividade.<br><br></div><div><strong><br>Avaliação<br></strong><br></div><div><br>Será processual, observando a interação e motivação em grupo, bem como a aprendizagem individual dos alunos. Analisando ainda, se todos os objetivos foram alcançados.<br><br></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-12 01:47:41 UTC</pubDate>
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         <title>Não Existe Propósito sem Processo</title>
         <author>201620021</author>
         <link>https://padlet.com/201620021/6scno9y2n0zvynxg/wish/914814146</link>
         <description><![CDATA[<div>Confesso que senti um pouco de medo ao retornar as aulas de forma remota, pois seria, assiim como  foi um desafio para mim, visto que tenho certa dificuldade com questões tecnológicas, porém, ao adentrar nesse ambiente virtual de aprendizagem, pude ver que sim, eu posso ir além, se houver foco e determinação. Pude ver que realmente, os desafios fazem parte da vida, e que o sentimento de superação é o melhor. Certamente todos os conteúdos abordados durante o semestre foram de grande relevância para meu futuro como educadora, e não somente na questão profissional, mas também, pessoal. Agradeço imensamente à todos os professores que colaboraram para a minha aprendizagem, a qual posso dizer que se deu de forma significativa. Agradeço também à minha dupla Andresa, pois sempre foi e é muito bom construirmos conhecimento juntas, como sempre falo: “a gente dá certo”. Por fim, deixo a seguinte frase, esta que me fez pensar que sempre haverá algo que devemos enfrentar para assim, atingir um objetivo: “Não existe propósito sem processo”.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-12 01:48:40 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Ideologia</title>
         <author>201620021</author>
         <link>https://padlet.com/201620021/6scno9y2n0zvynxg/wish/993719736</link>
         <description><![CDATA[<div>Os intelectuais, ou seja, aqueles que detém o poder, passam a elaborar ideias, tendo apenas como objetivo, continuar dominando, e essas ideias passam a ser incorporadas pelo senso comum, surgindo aí uma alienação, visto que essas ideias elaboradas por esses intelectuais (religiosos, políticos, etc) são “ideologias”, as quais tem a função de ocultar e dissimular as desigualdades sociais, dando um sentido de igualdade.<br><br></div><div>Para Marx (1846), a ideologia trata-se de uma “falsa consciência sistematizada da realidade social, política e econômica, cujo objetivo é perpetuar a dominação da classe burguesa sobre trabalhadores por meio do falseamento da realidade”.<br><br></div><div> <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-07 12:28:46 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Cultura</title>
         <author>201620021</author>
         <link>https://padlet.com/201620021/6scno9y2n0zvynxg/wish/993720941</link>
         <description><![CDATA[<div>São as formas desenvolvidas historicamente através das quais os membros de uma determinada sociedade se relacionam entre si. Trata-se de um complexo de ações realizadas por um grupo, ou uma determinada sociedade. Tais como, modos de vestir, falar, agir, além dos hábitos e crenças. Para  Thompsom (1998) e Wolf (2005) a cultura está sempre se atualizando e se transformando em decorrência da expansão capitalista.<br><br></div><div>Thompsom (1998) propõe entender a cultura  através da dimensão dialética dos costumes criados por determinados grupos ou povos em função das exigências que o mundo material lhes impõe para resolver as demandas cotidianas e conflitivas... O passado, nesse caso, permite estabelecer as conexões com a conduta no presente, impondo à cultura uma constante atualização e invenção.<br><br></div><div>Wolf (2005) compreende a cultura como o início, o indicador, o elo capaz de estabelecer diferentes conexões ecológicas, demográficas, econômicas e políticas que se desdobram em múltiplos eventos com diferentes contornos; ainda que, estruturalmente, esta diversidade de contextos apresente certas uniformidades. Segundo esse autor, a cultura permite estabelecer relações entre os diferentes universos, sendo constantemente organizada, transformada, por vezes, reiterada em certos aspectos; em outros, extinta, em função das consequências da expansão capitalista. (p.3)<br><br>SANTANA, S. O Papel das Mulheres na Definição e Demarcação das Terras Indígenas dos Tupinambá de Olivença-Ba. 2015. 415 f. Tese (Doutorado em Ciências Socais) Pontifícia Universidade Católica de São Paulo - PUC/SP, São Paulo, 2015. (p. 129-158).<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-07 12:29:23 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Etnicidade</title>
         <author>201620021</author>
         <link>https://padlet.com/201620021/6scno9y2n0zvynxg/wish/993721948</link>
         <description><![CDATA[<div>O conceito etnicidade está associado às práticas e construções culturais de diferentes grupos, sendo essas práticas que os diferenciam uns dos outros, como língua, vestuário, religião, entre outras. Portanto está ligada mais ligada ao conceito de cultura do que com o conceito de raça.<br><br></div><div>“A etnicidade constitui-se como fenômeno essencialmente social, pois é um processo contínuo de transmissão cultural entre diferentes gerações a partir do contato e da participação no meio social em que a etnia se configura”<br><br>https://www.preparaenem.com/sociologia/raca-etnicidade.htm</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-07 12:29:53 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Territorialidade</title>
         <author>201620021</author>
         <link>https://padlet.com/201620021/6scno9y2n0zvynxg/wish/993722382</link>
         <description><![CDATA[<div>O conceito de territorialidade diz respeito ao sentimento de pertença e identidade de um determinado grupo, para com a terra, a qual possui valores culturais para os membros que fazem parte desse grupo. Sendo assim, não está ligada à noção de o espaço em si, mas às "relações sociais e atividades diárias que os homens  têm com a sua natureza exterior” (SAQUET, 2009, p. 8), ou seja, trata-se de sua vivência e relação com a terra.<br><br></div><div>“Territorialidade remete à construção e a vivência, culturalmente variável da relação entre uma sociedade específica e sua base territorial”. (Gallois, p. 39)<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-07 12:30:06 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Educação Indígena</title>
         <author>201620021</author>
         <link>https://padlet.com/201620021/6scno9y2n0zvynxg/wish/993722966</link>
         <description><![CDATA[<div>A escola indígena é um lugar de interculturalidade e funciona como estratégia  de afirmação étnica, pois os índios têm acesso à conhecimentos da cultura ocidental, e também da própria cultura. Dessa forma, a partir desses conhecimentos, eles passam a ter instrumentos para lutarem por seus direitos, mantendo sua identidade, ou seja, seus próprios modos de vida. <br><br></div><div>A função da história, a qual é contada a partir do ponto de vista dos índios, especificamente, através da memória dos velhos, que funciona como biblioteca, é a valorizar a história dos povos originários, e como instrumento para qualificar o diálogo intercultural, a fim de contribuir, assim, para a afirmação da identidade étnica.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-07 12:30:21 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Educação para as Relações Étnico-raciais</title>
         <author>201620021</author>
         <link>https://padlet.com/201620021/6scno9y2n0zvynxg/wish/993723692</link>
         <description><![CDATA[<div>A educação para as relações étnico-raciais está prevista na lei 10. 639/03, a qual institui obrigatoriedade na aplicação dos conteúdos referentes à história e cultura afro-brasileira e dos povos indígenas brasileiros nos currículos escolares. Reconhece, assim, as diferenças, fugindo do discurso universalista, o qual se perpetuou por longos anos: “escola única e igual para todos”, ou seja, indiferente em relação aos diferentes.<br><br></div><div> <br>https://periodicos.unifesp.br/index.php/RIDAP/article/view/1287</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-07 12:30:42 UTC</pubDate>
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         <title>Autora deste Padlet</title>
         <author>201620021</author>
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         <description><![CDATA[<div>Sou Daiane Lopes Sampaio, discente do VII semestre de pedagogia da Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (UESB), Campus Jequié/BA. Criei este padlet com o objetivo de organizar e apresentar os conhecimentos que foram construídos ao longo do semestre. <br>"E eu vi que eu podia mais do que eu sabia<br>Eu vi a vida se abrir pra mim<br>Quando eu disse sim". (Sandy)</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-07 20:54:03 UTC</pubDate>
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         <author>201620121</author>
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         <pubDate>2020-12-14 04:51:29 UTC</pubDate>
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