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      <title>Portfólio Concepção e Avaliação de Projectos e de Instituições Educativas by Olivier Marques</title>
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      <description>MEAV 2021</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-02-09 17:04:09 UTC</pubDate>
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         <title>OPINIÃO  [08.02 ]</title>
         <author>up202001389</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong><sub>Reflexão&nbsp; acerca de uma educação voltada para a criatividade e o papel da escola na manutenção/ criação/ desenvolvimento de um papel crítico (Sir Ken Robinson, TED, 2007). De que modo a postura criativa dos alunos é incitada? O que é a criatividade em contexto escolar? Educar para o futuro é educar para a criatividade?</sub></strong></div><div><br><sup>Esta questão pode ser interessante para pensarmos num problema; <br>O facto de a escola "matar" a criatividade, pode ser controverso por várias questões:<br>- &nbsp; "a questão do preparar para um futuro incerto" ... talvez possamos pensar a escola enquanto instituição poder ser ela apenas uma possibilidade criativa de encontrar alternativas;</sup><strong><em><sup><br></sup></em></strong><sup>- se a criatividade é algo intrínseco da natureza humana, não sabemos, o facto é que cada vez mais esta questão é valorizada pela forma de como conseguimos resolver problemas.&nbsp; Por isso, acreditamos que enquanto exercício a opção será errar sem medo para gerar oportunidades e para podermos continuar a errar, mas a errar de uma forma cada vez mais sofisticada;<br>- uma outra questão é associarmos quase sempre a criatividade à dimensão do trabalho, mas ela pode ser-nos `útil´ noutras esferas da vida.<br>- parece-me que a criatividade é um traço humano, naturalizado no campo educativo, podemos é evitar esta ideia de binómio ao questionar o lugar de sermos ou não criativos. <br></sup><sub><sup>-</sup></sub><sup> </sup><sub>quando queremos democratizar a cultura, não basta conceder acesso a uma produção existen</sub><sub><sup>t</sup></sub><sub>e que representa uma ordem social particular do mundo, mas sim permitir que a cultura inclua várias e imprevisíveis produções. A criatividade na escola não deve, portanto, ter um papel meramente reprodutor </sub><em><sub>(fazer como). </sub></em><sub>No entanto, permitir essa disparidade de práticas e ideias é complexo: não apenas pela lógica institucional e burocrática da escola, mas também pelo próprio papel de professor/a e a sua influência e função.<br>- No ensino artístico, pela sua sujeição ao modelo pedagógico mais ou menos tecnicista e pelos seus moldes mais ou menos diretivos, a arte na escola toma não raramente formas “domesticadas” (Loponte 2012), que servem determinados pretextos e se prendem a resultados que podem ser mobilizados para outros propósitos (como decoração ou entretenimento). Esse tipo de préstimo serve uma linha reprodutiva e passiva, que anula, em certa medida, uma apropriação dos meios artísticos e das suas potencialidades, não apenas numa aceção expressiva, mas de gramáticas, ações, pensamentos particulares e coletivos.</sub></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-02-09 17:19:22 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>up202001389</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong><em>“As escolas devem dizer como pensar, e não o que pensar”&nbsp;</em></strong></div><h1><br></h1><h1><strong><em>“A criatividade é tão importante na educação, quanto a alfabetização, e deve ser tratada com a mesma importância”.</em></strong></h1><h1>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; <sub>Ken Robinson</sub></h1><div><del><sub>imagem (VanGogh)</sub></del></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-02-10 13:04:59 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>up202001389</author>
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         <title></title>
         <author>up202001389</author>
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         <title>COLABORAÇÃO </title>
         <author>up202001389</author>
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         <description><![CDATA[<div><sub>[sala 5, dia 08.02]</sub></div>]]></description>
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         <author>up202001389</author>
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         <title></title>
         <author>up202001389</author>
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         <title></title>
         <author>up202001389</author>
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         <title></title>
         <author>up202001389</author>
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         <description><![CDATA[<div><del><sub>by.Plano Nacional das Artes&nbsp;</sub></del></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-13 14:32:55 UTC</pubDate>
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         <title>COLABORAÇÃO</title>
         <author>up202001389</author>
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         <description><![CDATA[<div>PEE EASR -&nbsp; Caso de Estudo<br>[aula 01.03]</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-13 14:52:43 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>up202001389</author>
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         <pubDate>2021-03-13 15:01:35 UTC</pubDate>
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         <title>OPINIÃO [15.02]</title>
         <author>up202001389</author>
         <link>https://padlet.com/up202001389/6r35bsaxebj0c6tz/wish/1305461214</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><sub>A sociedade do conhecimento - A mudança das condições educativas</sub></strong><sub><br>[ texto * Hargreaves, 2003] </sub><strong><sub>Ensinar para a Sociedade do Conhecimento; A educação na era da insegurança.</sub></strong></div><div><sub>Esta questão foi levantada na aula pela professora à turma, em que a maioria&nbsp; afirmou que estávamos na Sociedade da Informação. Vivemos, claramente, numa sociedade de informação, repleta de mudanças constantes e de atropelos de tempo, ou seja, a tal "sociedade líquida" de Zygmunt Bauman. A sociedade de informação que presenciamos é imersiva. Devido ao transbordo de imagens, meios de comunicação e a um cruzamento frequente entre informação, entretenimento e consumo, torna-se essencial a prática cada vez mais autónoma e sistemática da pesquisa e investigação na escola.<br>A informação abunda na sociedade de hoje, ou seja, a internet e as tecnologias digitais fizeram emergir um novo paradigma social, a que alguns autores descrevem como sociedade da informação ou sociedade em rede alicerçada no poder da informação (Castells, 2003).&nbsp;</sub></div><div><sub>Em que a mente humana nunca esteve tanto na centralidade do conhecimento e do poder.&nbsp;</sub></div><div><sub>“…o conhecimento é um recurso flexível, fluido, sempre em expansão e em mudança (…) Ensinar implica que os docentes assentem a sua prática numa base de pesquisa e de experiência … base esta que está sempre a mudar e a expandir-se” (Hargreaves, 2003, p. 33; p.47) Como pode a promoção da diferença e da adaptabilidade da escola aos alunos existir num mundo volátil e interpolado por globalização cultural? Como se entende o trabalho dentro da instituição escolar? É uma antecâmara para o mundo “real” do trabalho? <br>Implica falarmos em utilidade em determinados tipos de saber? Como se quando falamos de potencialidade ou falamos nessa espécie de futuridade de um determinado saber, é como o nosso próprio horizonte de aplicação dessa futilidade tivesse sempre que haver com o mundo do trabalho, como é que estamos programados para pensar dessa forma, como é que o nosso horizonte de possíveis cenários do ponto de vista do nosso próprio pensamento supostamente não devia ter estes imperativos e estas margens que não deviam estar balizado. Como é que o nós quando nos referimos a estas questões de utilidade um determinado saber a partir da escola porquê que nos inclinamos sempre para o mundo do trabalho e não para outras esferas da vida. Acho que estas questões também podem ser colocadas quando falamos da utilidade dos saberes, porque de facto nos é difícil deslocarmo-nos de determinados enquadramentos, como se esses enquadramentos fossem absolutamente naturais. <br>Assistimos </sub><em><sub>"Cada vez mais governos, </sub></em><strong><em><sub>empresas</sub></em></strong><em><sub> e educadores estão a instar os professores da sociedade do conhecimento a empenharem-se numa aprendizagem baseada em padrões de exigência predefinidos"</sub></em><sub> (p 48) - (1) terão as empresas o direito de ditar seja o que for sobre educação? (2) o que são </sub><strong><sub>padrões de exigência predefinidos</sub></strong><sub>? padrões que garantem o fim total do espaço para a </sub><strong><sub>gratuitidade</sub></strong><sub>, para </sub><strong><em><sub>wonder</sub></em></strong><sub>, para qualquer possibilidade de real transformação? (3) Como combinar esta ideia de padrões </sub><strong><sub>predefinidos</sub></strong><sub> com </sub><em><sub>"o </sub></em><strong><em><sub>domínio do incerto e do desconhecido</sub></em></strong><em><sub>"</sub></em><sub> ou </sub><em><sub>"</sub></em><strong><em><sub>o risco de experimentar</sub></em></strong><em><sub> uma ideia nova ou uma prática desconhecida; de se estar preparado para falhar [...]; de não se levar demasiado a peito os insucessos; de se ser aberto..."</sub></em><sub> (p 51)&nbsp; &gt; </sub><em><sub>"Novas abordagens à aprendizagem necessitam de novas abordagens ao ensino [...]; </sub></em><strong><em><sub>aprendizagens baseadas no conhecimento científico sobre o cérebro</sub></em></strong><em><sub>"</sub></em><sub> (p 46) - será que as questões fundamentais sobre educação e ensino têm alguma coisa a aprender com os progressos científicos sobre o cérebro? Não será um sintoma da fé na Ciência que caracteriza a sociedade em que a Ciência se tornou a religião dominante (cf. Paul Feyerabend)?<br> </sub><em><sub>"os professores podem [...] </sub></em><strong><em><sub>responder de um modo eficaz e criativo</sub></em></strong><em><sub> aos imperativos externos da reforma"</sub></em><sub> (p 48) - </sub><strong><sub>ser</sub></strong><sub> </sub><strong><sub>criativo</sub></strong><sub> não é </sub><strong><sub>responder de forma eficaz</sub></strong><sub> a questões externas, é </sub><strong><sub>saber pôr outras questões</sub></strong><sub> e pôr em causa os desafios externos. (p 49) pais como "</sub><strong><em><sub>recursos indispensáveis</sub></em></strong><sub>" - na </sub><strong><sub>linguagem da economia</sub></strong><sub> tudo são recursos (ou </sub><strong><em><sub>assets</sub></em></strong><sub>): os pais, os alunos, os professores, as escolas, ..&nbsp; </sub><em><sub>"Resumindo, para </sub></em><strong><em><sub>estimular a economia</sub></em></strong><em><sub> baseada no conhecimento, o ensino necessita de ter e de promover as seguintes qualidades:..."</sub></em><sub> (p 54) - a função do ensino é estimular um determinado tipo de economia? Faz sentido pensar o ensino a partir de noções de economia? Os seres humanos existem para servir a economia, ou a economia existe para servir os seres humanos? É esta a sociedade e a educação que queremos: ditadas pelos pressupostos da economia?</sub></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-13 15:03:47 UTC</pubDate>
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         <title>Projetos Desenvolvidos pelas Escolas </title>
         <author>up202001389</author>
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         <description><![CDATA[<div>Ponto 2*&nbsp; Projeto Educativo&nbsp;<br>[análise de uma realidade e discussão].<br><br><br><br></div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;&lt; <em>Caso de Estudo&nbsp;</em></div>]]></description>
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         <title></title>
         <author>up202001389</author>
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         <description><![CDATA[<div><sup>Ponto 3*&nbsp; &nbsp; Roteiro de Acompanhamento e Avaliação de Projectos</sup></div><div><sup>de Intervenção Comunitária (GPS)</sup></div><blockquote><strong><sup>&nbsp;Em que consiste a&nbsp;avaliação?</sup></strong><strong>&nbsp; &nbsp; &nbsp;</strong>&nbsp; &nbsp; &nbsp;</blockquote>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-18 20:27:10 UTC</pubDate>
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         <title>Mapa Conceptual acerca da Avaliação de Projetos</title>
         <author>up202001389</author>
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         <description><![CDATA[<pre>TIPOS DE AVALIAÇÃO     **<sub>Tarefa  3.1  [aula 15.03]</sub></pre><div><del><sub>ferramenta</sub></del><sub> (desenho digital iPad - </sub><strong><sub>krita*)</sub></strong></div><div><em><sub><sup>textos de apoio:&nbsp;<br>MONTEIRO, Alcides(2000) "A avaliação em projetos de intervenção social:reflexões a partir de uma prática", in Sociologia, problemas e práticas, metodologias de avaliação nº22, Lisboa:ISCTE, pp.138-143.&nbsp;<br>K´CIDADE, equipa (2007) GPS roteiro de Acompanhamento e Avaliação de Projectos de Intervenção Comunitária , in Fundação Aga Khan Portugal, Lisboa, pp. 17-33.</sup></sub></em></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-18 20:38:16 UTC</pubDate>
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         <title>O que é a Avaliação de Projetos?</title>
         <author>up202001389</author>
         <link>https://padlet.com/up202001389/6r35bsaxebj0c6tz/wish/1329642332</link>
         <description><![CDATA[<pre><strong>"</strong><strong><em><sub>...o processo de identificar, obter e proporcionar informação útil e descritiva acerca do valor e mérito das metas, a planificação, a realização e o impacto de um objeto determinado, com o fim de servir de guia para a tomada de decisões, para solucionar osproblemas de responsabilidade e promover a compreensão dos fenómenos."</sub></em></strong></pre><div><sub><sup>D. L. Stufflebeam et. al. (1971)<br><br>A avaliação ´deve´ estar&nbsp; presente em todas as etapas do projeto, com instrumentos e formas próprias. A avaliação dos projetos não é apenas os resultados, ou até que ponto os objetivos foram atingidos, no nosso caso a avaliação visa a mudança, aprendizagem e reflexão, por isso ela é formativa, no sentido de acontecer ao longo do projeto e não só no final.&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;"a avaliação é cíclica e participativa"&nbsp; ** [ver mapa conceptual]</sup></sub></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-19 13:15:59 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Planeamento e Avaliação de Projetos</title>
         <author>up202001389</author>
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         <description><![CDATA[<div><sub>tarefa 3.2 [aula 22.03]&nbsp; tópicos de reflexão/ apontamentos resultado da discussão em aula <br></sub><sub><sup>&nbsp;texto de apoio: </sup></sub><strong><sub><sup>Capucha</sup></sub></strong><sub><sup>, L. M. (2008). Planeamento e Avaliação de Projectos. Guião prático. DGIDC, Ministério da Educação</sup></sub></div><div>*<strong>o que pretendemos avaliar ?</strong><strong><sub> </sub></strong><em><sub>&nbsp; </sub></em><em><sub><sup>(</sup></sub></em><sub><sup>Dimensões do Projeto)</sup></sub><strong><sub><sup> </sup></sub></strong><strong><sub><br></sub></strong><strong><sup>&nbsp;</sup></strong><sup>impactos</sup><strong><sup> . </sup></strong><sup>realização</sup><strong><sup> . </sup></strong><sup>operacionalização</sup><strong><sup> . </sup></strong><sup>concepção da intervenção;</sup><strong><br>*qual a importância do diagnóstico ? <br></strong><sub>é quem vai sustentar todas as opções de projeto &gt; as finalidades . metas . recursos;</sub><strong><br></strong><sub><sup>(nota: tendo um bom diagnóstico é possível construir um projeto que consiga efetivamente ser coerente/consistente e com interesse para as próprias pessoas a quem o projeto se destina.) - contextualizar/identificar os problemas e promover a participação. </sup></sub><strong><br>*quais os objetivos da avaliação ? <br></strong><sub>(i) a prestação de contas às entidades que financiam as intervenções e/ou que <br>tutelam as entidades promotoras; (ii) a construção de mecanismos de auto-correcção do <br>projecto a partir daquilo que os agentes envolvidos aprendem sobre o que está a acontecer.<br></sub><sub><sup>(nota: objetivos do projeto </sup></sub><del><sub><sup>vs</sup></sub></del><sub><sup> objetivos da ação) </sup></sub><strong><br>*que recursos a mobilizar nos projetos ? <br></strong><sub>(recursos internos/ externos - humano ou material)</sub><strong><br></strong><sub>da comunidade, da escola, das instituições, dos programas e políticas de enquadramento e dos destinatários;&nbsp; </sub><strong><br>*quais os indicadores </strong>(metas) <strong>?<br></strong><sub>(indicador simples vs composto) resultados qualitativos/ quantitativos <br>ex: se o objetivo do projeto for aumentar a participação dos pais nas atividades da escola, o indicador possível e mensurável dos resultados é ter em conta a quantidade de pais em percentagem que participaram em várias atividades desenvolvidas (isto depende do universo a avaliar) - os indicadores podem ser números concretos relacionados com as metas. </sub><strong><br>*quais as técnicas/instrumentos de avaliação ? <br></strong><sup>podem ser técnicas quantitativas: ligadas à recolha e análise de dados, estatística, inquéritos. <br>ou técnicas qualitativas: ligado às entrevistas, observação, atas, painéis de atores, escalas de atitude. (que dados queremos recolher: dados descritivos, avaliativos, qualitativos, qualitativos) </sup><strong><br>*que produtos queremos alcançar c/ avaliação ? <br></strong><sup>relatórios, textos publicados, bases de dados, listas de tópicos ou modelos de boas práticas e produtos inovadores passíveis de disseminação. </sup></div>]]></description>
         <pubDate>2021-03-19 13:25:32 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>up202001389</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong><em><sub>Olivier Marques, </sub></em></strong><em><sub>28 anos, Suíça&nbsp; &nbsp; &nbsp; <br></sub></em><em><sub><sup>trabalho/resido em Viseu, mestre em arquitetura, em 2020 iniciei o MEAV, no fundo procurar "voltar às origens".&nbsp; </sup></sub></em><strong><em><sub><sup>P</sup></sub></em></strong><em><sub><sup>or mais chata que a viagem for, o que me entusiasma é pensar que estou a Ver Sítios, a sentir o Lugar e o Espaço, e é isso que me dá prazer. Pelo fato, de poder continuar a olhar a vida - pela experiência e pela tentativa de pensar o mundo que me rodeia. Mas, a olhar na minha dificuldade, na e pela&nbsp; procura através da escrita e do desenho, porque no fundo a matéria da vida são os sonhos. </sup></sub></em><em><sub>&nbsp;&nbsp;</sub></em></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-19 18:10:04 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>up202001389</author>
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         <description><![CDATA[<div><sup>Objetivos:</sup><br><a href="https://moodle.up.pt/course/view.php?id=3067"><sub><sup>Portfólio de CAPIE</sup></sub></a><sub><sup> </sup></sub><sub><br></sub><sub><sup>The Learning Portfolio Model<br>[componentes do portfólio de aprendizagens, adaptado de Zubizarreta, 2008, p.1]</sup></sub></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-19 18:49:13 UTC</pubDate>
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         <title>George T. Doran, define cinco critérios/metas</title>
         <author>up202001389</author>
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         <description><![CDATA[<div>O<strong>bjetivos Smart* </strong>&nbsp;<br>* é um acrónimo para uma série de características dos objetivos, pois eles ajudam a desenhar os objetivos do projeto a serem relevantes, atingíveis e mensuráveis. <br><sub>(obviamente está dependente da proposta, no entanto, não queremos que eles sigam uma lógica muito utilitária do projeto - a prestação de conta.) <br><br></sub><sup>.</sup><strong><sup> (S) </sup></strong><sup>específico - direcione uma área específica para melhoria;</sup><strong><sup>&nbsp; o que quer&nbsp; fazer?</sup></strong><sup><br>. </sup><strong><sup>(M)</sup></strong><sup> mensurável - quantifique, ou pelo menos sugiro, um indicador de progresso;&nbsp; </sup><strong><sup>como vai saber que alcançou o objetivo? </sup></strong><sup><br>.</sup><strong><sup> (A) </sup></strong><sup>atingível</sup><strong><sup> </sup></strong><sup>- indique quais resultados podem ser alcançados realisticamente, considerando os recursos disponíveis. </sup><strong><sup>o objetivo está ao alcance? </sup></strong><sup><br>. </sup><strong><sup>(R)</sup></strong><sup> relevante - se são relevantes pode alcança o objetivo de forma realista. </sup><strong><sup>pode alcançar o objetivo de forma realista? </sup></strong><sup><br>. </sup><strong><sup>(T) </sup></strong><sup>temporal -</sup><strong><sup> </sup></strong><sup>especifique quando o resultado pode ser alcançado. </sup><strong><sup>quando se deseja alcançar&nbsp; o objetivo? </sup></strong><sub>&nbsp;<br></sub><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-24 15:34:58 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author>up202001389</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-03-25 15:23:01 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>up202001389</author>
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         <description><![CDATA[<h1><strong><sup>Ser professor e ser “covid"ado” a reinventar-se</sup></strong></h1><div><sup>É um facto que de um momento para o outro o ensino a distância e, naturalmente, o uso das tecnologias digitais se tornaram uma espécie de “Novo Mundo” para o sistema educativo. É uma verdade, que para alguns de forma natural e para outros de forma mais obrigatória, porque estão a ser obrigados a fazer uma migração rápida e pouco espontânea, levando naturalmente a “dores de crescimento” e a alguns erros naturais. <br></sup><strong><sup>Marco Bento (2020) in jornal público</sup></strong></div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.publico.pt/2020/03/24/impar/opiniao/professor-covidado-reinventarse-1909064" />
         <pubDate>2021-05-10 20:26:16 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author>up202001389</author>
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         <description><![CDATA[<div><sup>Diante da pandemia e das pedagogias telemáticas que, invariavelmente, estão a modificar a força e o sentido das tensões na educação artística, é em direção a um trabalho de repensar a educação, a história da arte e a escrita que aí domina que a procura se faz.<br></sup><strong><sup>Paulo Nogueira (2021) in jornal público&nbsp;</sup></strong></div><div><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.publico.pt/2021/02/12/opiniao/noticia/onde-vai-educacao-artistica-1950415" />
         <pubDate>2021-05-10 20:35:34 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title></title>
         <author>up202001389</author>
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         <description><![CDATA[<div><em>Learning by Design: um outro paradigma para o trabalho da aprendizagem<br><br></em>Os processos do conhecimento: <br><strong>Experienciar; Conceptualizar; Analisar; Aplicar&nbsp;</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-10 21:55:28 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>PROJECT BASED LEARNING  </title>
         <author>up202001389</author>
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         <description><![CDATA[<div>Construção de projecto de intervenção: <br><strong>«Não quero ir à Escola!» Incerteza e criatividade: estimular o inesperado<br></strong><strong><sup>Contexto:<br></sup></strong><sup>A OCDE, no projeto O futuro da educação e competências 2030, coloca duas questões centrais a que devemos responder como sociedade: <br>De que tipo de conhecimentos, capacidades, atitudes e valores vão necessitar os estudantes para ter sucesso e modelar o seu mundo?<br></sup><strong><sup>Como podem os sistemas educativos desenvolver esse conjunto de competências?</sup></strong><sup> <br>Se educar é preparar para o futuro (que não existe e não conhecemos), é necessário que a educação prepare para o desconhecido, não apenas para o que já se sabe como certo. As artes são, neste contexto, um modo de alimentar a imaginação e a criatividade. Estar preparado para resolver problemas exige estar imaginativamente desenvolvido e saber lidar com o que nos escapa e não dominamos em absoluto, sem angústia. Aprender a gerir a incerteza como parte da vida, a não ter medo de errar, a ser resiliente.<br>A criatividade depende dos estímulos diversificados que temos: quanto mais variadas e significativas forem as experiências, maior poderá ser o potencial criativo. Elas são a matéria-prima que usamos para criar coisas ou ideias novas: misturando, montando, religando o inesperado e questionando as convenções, sem medo de falhar ou de seguir intuições, não repetindo o já conhecido, alimentando a curiosidade e a capacidade de questionar. <br>Numa sociedade que enfrenta desafios decorrentes da globalização e do acelerado desenvolvimento tecnológico, onde a inteligência artificial tem já um papel decisivo, as competências emocionais, sociais, criativas e críticas que as artes proporcionam poderão ser um instrumento essencial de adaptação a esse mundo que virá. <br></sup><strong><sup>Plano Nacional das Artes, 2019-2024</sup></strong><sup><br></sup><strong><sup>Problema:<br></sup></strong><sup>Muitos alunos sentem dificuldade em envolver-se nas actividades formais de ensino/aprendizagem por não acharem estímulo nem sentido nas aprendizagens impostas pela rigidez curricular. São muitos os alunos desmotivados, com problemas de indisciplina, de integração social e em risco de abandono escolar. <br></sup><strong><sup>Objectivos a atingir:</sup></strong><sup><br>No quadro da estratégia descrita no Plano Nacional das Artes, designadamente no que se relaciona com a educação para a incerteza e com o papel que a criatividade pode desempenhar na motivação e no estímulo de alunos cuja desmotivação os coloca em risco de exclusão do sistema, pretende-se suscitar o seu espírito crítico, criativo e de inovação, com recurso a actividades artísticas.<br>Promover a auto-estima, a cooperação e a socialização, através du culto da resiliência e da autonomia pessoal.<br>Reduzir. Indisciplina e a conflitualidade, através de uma estratégia de diálogo criativo e práticas inovadoras de aprendizagem.<br></sup><strong><sup>Metas:</sup></strong><sup><br>Diminuição do abandono escolar<br>Melhoria do sucesso educativo&nbsp;<br>Melhoria dos resultados sociais (assiduidade, disciplina, inserção</sup></div>]]></description>
         <pubDate>2021-05-10 22:06:01 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>up202001389</author>
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         <description><![CDATA[<div><mark><sup>A aprendizagem colaborativa - Learning by design<br></sup></mark><sup>Ideias Chave: #mudanças #experiências #multiliteracias #comunidades de produção de conhecimento<br>[Henrique Vaz, 2011]<br>Aprendizagem colaborativa:&nbsp;</sup></div><ul><li><sup>CURRÍCULO Tradicional</sup></li><li><sup>CURRÍCULO Progressista</sup></li><li><sup>CURRÍCULO Transformativo</sup></li></ul><div><mark><sup>The Learning by Design pedagogy uses eight ‘Knowledge Processes’<br></sup></mark><sup>[Kalantzis &amp; Cope, 2005]</sup><mark><sup><br></sup></mark><a href="https://newlearningonline.com/learning-by-design/pedagogy"><sup>https://newlearningonline.com/learning-by-design/pedagogy</sup></a><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-10 22:23:21 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author>up202001389</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-05-10 22:28:15 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title></title>
         <author>up202001389</author>
         <link>https://padlet.com/up202001389/6r35bsaxebj0c6tz/wish/1511293899</link>
         <description><![CDATA[<div>etapas: </div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-10 22:30:23 UTC</pubDate>
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         <title>OPINIÃO</title>
         <author>up202001389</author>
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         <description><![CDATA[<div><sup>O que caracteriza um processo coletivo de criação? Como as práticas colaborativas engendram a criatividade em fluxo? Será que a </sup><strong><sup>colaboração</sup></strong><sup> é algo natural no homem? Será que, tal como na natureza e no reino animal as práticas colaborativas são instintos naturais, necessários para a preservação?</sup></div><div><sup>A rigor, a humanidade trabalha em conjunto desde a pré-história. As caças a animais de grande porte, por exemplo, só eram possíveis quando realizadas em grupo. A própria organização da vida coletiva também reflete esse pensamento de divisão de tarefas e trabalho em equipe. Com as tecnologias informacionais em rede, a questão das práticas colaborativas ressurge nos debates acadêmicos. O que leva as pessoas a colaborarem em projetos como a Wikipedia? Por que pessoas investem tempo compartilhando vídeos no YouTube?<br>Todo processo de criação coletiva envolve negociações entre os desejos de cada um dos indivíduos envolvido no processo. Além disso, o grupo propriamente dito também passa por processos transformativos constantes. O campo artístico é repleto de referências a criação coletiva. A rigor, o conceito de autoria individual não é aplicável em todos os períodos da história da arte. Em vários momentos, os artefatos artísticos eram produtos de ações coletivas, os ateliês, nos quais mestres, discípulos, aprendizes e auxiliares trabalhavam em conjunto. Nesse ambiente criativo, os processos de trabalho se entretecem a processos de aprendizagem.</sup></div><div><sup>Na arte moderna, temos vários exemplos de grupos que afirmam a idéia de arte coletiva. Um dos pioneiros nessa ação em grupo é o Art &amp; Language fundado em 1968 por Terry Atkinson, Michael Baldwin, David Bainbridge e Harold Hurrell.<br>Os processos de criação colaborativos no ciberespaço nos fazem pensar sobre a emergência de uma nova sensibilidade que valoriza o coletivo, o ato de compatilhar e o envolvimento com a causa do conhecimento livre e em fluxo. As dinâmicas das redes sociais, como redescoberta do poder dos vínculos, da generosidade parcial, de valores intrínsecos ao ato de colaborar e da integração social; as práticas de compartilhamento de dados e as ações criativas coletivas nos falam da emergência de uma nova estética. Fundada nas redes e baseada em necessidades humanas, gregárias, a estética da colaboração nos instiga a pensar outras racionalidades, outras pulsões, outras potências. Movidos pela razão sensível, como nos ensina Maffesoli (2001), os usuários das redes se transformam em agentes de religações sociais e nos remetem a uma</sup></div><div><sup>“ética da estética, isto é, para um ethos constituído a partir de emoções partilhadas em comum” (2001:137). Pensando no conceito de estética em seu sentido mais simples que significa “vibrar em conjunto, sentir em uníssono” (Maffesoli, 2001:137), os processos de criação coletiva no ciberespaço são exemplos vivos de uma estética da colaboração.</sup></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-11 15:01:52 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author>up202001389</author>
         <link>https://padlet.com/up202001389/6r35bsaxebj0c6tz/wish/1513793047</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-05-11 15:15:41 UTC</pubDate>
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         <title>OPINIÃO </title>
         <author>up202001389</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong><sup>A questão da Arte e a possibilidade</sup></strong> <strong><sup>- [está na natureza humana?]</sup></strong><sup> </sup><br><sup>No mundo contemporâneo, a arte é, sobretudo, exercício. A Arte Contemporânea move-se por meio de uma meta sempre atualizável: consiste, mais do que tudo, na sua possibilidade. E se a obra de arte é infinitamente aprimorável, deve-se considerar mais interessante a operação, o procedimento. Está em pauta a exigência de uma expressão que não se limite a registrar os dados visuais, mas que os elabore conceitualmente.</sup></div><div><sup>No desejo da nova sensibilidade artística está implícita a analogia entre arte, todas as artes, ciência, conhecimento, criação, vida.&nbsp;<br>Precisa-se, então, de um espectador criativo, disposto aos mais diversificados, inusitados e imponderáveis confrontos com o universo artístico. Estamos, aqui, diante de um jogo de interatividade entre o artista (o criador autorizado) e o espectador (disposto à uma criatividade latente e complementar) – necessariamente mediada pela expressão contemporânea que, por sua vez, perpassa todas as etapas de emissão/recepção da arte.</sup></div><div><sup>E este novo contexto é quase sempre mediado por uma questão: isso que vemos e que se apresenta como arte é arte? Ou, alargando o problema: a arte, hoje, deve ser reconhecida por suas estranhesas? Mais: estaríamos diante de obras de arte? Ainda, perdendo o controle de espectador: devemos concordar com aquilo que nos afirmam críticos, historiadores e teóricos da arte?</sup></div><div><sup>A partir de tantas perguntas, instala-se, aqui, o panorama atual: aquele de estranhamento e distanciamento do público dos fenômenos artísticos, das obras de arte e de seus certames de apresentação. Estamos, então, diante de obstáculos entre o sistema da arte – a cultura artística,</sup></div><div><sup>devidamente profissionalizada – e a sociedade. Mas, entre estas duas dimensões devem haver pontos de convergências, que nos permitam a comunicação. Devemos nos aplicar em dispositivos de aproximação entre as autoridades (artistas, críticos, curadores, teóricos, acadêmicos, conservadores, marchands, colecionadores) e o grande público – sem que se corra o risco de imaginar que deveriam existir preceitos seguros para distinguir o que é ou não é arte, na procura de modelos classificadores.<br>Sabemos que as obras de arte não concentram qualidades absolutas. E, para novas experiências devemos reajustar constantemente nossa percepção. Justamente para compreender as criações artísticas em seus contextos temporais e em suas conjunturas espaciais.</sup></div><div><sup>A criação está na natureza e na natureza humana.</sup></div><div><strong><sup>Mas, o que é: criar? Idealizar? Configurar? Formar? Abstrair? Significar?</sup></strong></div><div><sup>Seria: o lance de gênio? A associação única? O rasgo imaginativo? O arranque inventivo? A combinação? A disciplina técnica?</sup></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-11 15:29:39 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>up202001389</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-05-11 15:34:58 UTC</pubDate>
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         <title>COLABORAÇÃO </title>
         <author>up202001389</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong><sub>Projecto do Grupo 4</sub></strong></div><div><sub>Fernando Faria, João Sobreira, Olivier Marques, Bruno Santos</sub></div><div><strong><sub>«Não quero ir à Escola!» -&nbsp; Incerteza e criatividade: estimular o inesperado</sub></strong></div><div><br><strong>&nbsp;</strong><strong><sub>Palavras-chave:</sub></strong><sub> <br>Absentismo, Indisciplina, Práticas Artísticas, Comprometimento, Comunidade</sub><br><br><strong><sub>Resumo do Projeto </sub></strong><br><sub>Muitos alunos sentem dificuldade em envolver-se nas atividades formais de ensino e aprendizagem, por não acharem estímulo nem sentido nas aprendizagens impostas pela rigidez curricular. São muitos aqueles desmotivados, com problemas de indisciplina, de integração social e em risco de abandono escolar.&nbsp;</sub></div><div><sub>Segundo (Capucha, 2008), as escolas têm sido confrontadas com a necessidade de apostar na concepção e implementação de projectos nas mais variadas vertentes, adoptando estratégias pedagógicas diversificadas, reorganizando estruturas internas e os modos de articulação com o meio. A criação dos Territórios Educativos de Intervenção Prioritária, das Actividades de Enriquecimento Curricular, a formação de docentes e outros profissionais, são outras acções dirigidas ao reforço organizacional e operativo do sistema de ensino, assim como a utilização das Tecnologias de Informação e da Comunicação nos processos de ensino/aprendizagem, a promoção da leitura, a educação para o empreendorismo, a educação especial, o desporto escolar, a educação para a saúde ou o combate ao insucesso e abandono escolares.</sub></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-16 16:20:43 UTC</pubDate>
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         <title>OPINIÃO</title>
         <author>up202001389</author>
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         <description><![CDATA[<div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;<strong><mark><sup>REFLEXÃO FINAL UC </sup></mark></strong><br>&nbsp; <sub>Apesar de socialmente remar-mos para a chamada era digital (</sub><em><sub>screenager/nativos digitais</sub></em><sub>) considero-me muito mais analógico, porque talvez me assuste o modo como olhamos para coisas, numa certa lógica cada vez mais&nbsp; de consumo rápido no seu processamento e implementação ( numa certa fabricação/ impessoal).&nbsp; Às coisas, refiro-me ao nível do acesso à informação, assim como à forma como elas são tratadas/ impostas. E aí, talvez pelo facto de ter proveniência de uma cultura menos instantânea, diria até metaforicamente de </sub><em><sub>fast-food</sub></em><sub>.&nbsp; Hoje faz-me cada vez mais sentido pensar nestas questões, para saber valorizar o simples, o vazio e o silêncio!&nbsp; Sim, porque considero que o vazio e o silencio são o "horror" dos novos tempos. Pois depressa queremos preencher e ocupar as cidades e a vida cheia de coisas sem pensarmos na sua sustentabilidade.&nbsp;<br>&nbsp; Como gosto de olhar para as coisas na minha "dificuldade", no desafio e não no "conforto", considero que a UC não tenha de&nbsp; todo tentado produzir ou impor modos ou formas de ser e pensar. Pelo contrário, a professora assumiu desde inicio uma abertura e uma posição de negociação, quer na própria avaliação e até na liberdade na forma como cada um pertenceu mobilizar/ interpretar os conteúdos, sendo o padlet um exemplo disso. Pois, apesar de ser o objetivo e os conteúdos os mesmo, verificamos que o seu tratamento/ linguagem e compreensão dos mesmos alimentam características diferentes.&nbsp;<br>Por isso, considero pertinente esta UC quer pelo seu conteúdo e quer na forma como ela se mostra envolvida na lógica de uma profissionalização docente "contemporâneo", ou seja, criativo, colaborativo, envolvido, conhecedor e inovador/ líder<br> ( capaz de propor e mobilizar novos projetos e ideias nos contextos escolares ou nos territórios que estiver inserido).&nbsp;<br> Não querendo com isto justificar os conteúdos da UC pela questão da utilidade/ aplicabilidade futura,&nbsp; mas pensar como estas questões/ ações pedagógicas&nbsp; podem de facto vir a fazer diferença na flexibilidade e conhecimento de projetos e plataformas digitais  (acreditar que sim!)&nbsp;<br>&nbsp; O&nbsp; modo como os trabalhos individuais e de grupo foram sendo propostos e negociados em aula (com o seu registo aqui no portfólio) permitiram uma organização e envolvimento mais constantes e formativos. Julgo também que a apropriação de algumas estratégias de planeamento foram úteis à introdução de conceção e avaliação de projetos, ao longo do semestre permitiu que os conhecimentos adquiridos fossem também sendo postos em prática, através de reflexões individuais, assim como os próprio trabalho colaborativo. A articulação entre projetos/ práticas pedagógicas e educação artística funcionou colaborativamente entre o grupo de trabalho, tendo sido possível explorar modos de responder a um planeamento e, simultaneamente, permitir espaço para algumas imprevisibilidades e circunstâncias das práticas artísticas significativas para os estudantes e a comunidade educativa no geral.&nbsp;</sub></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-20 13:44:04 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>up202001389</author>
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         <pubDate>2021-05-23 18:56:32 UTC</pubDate>
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