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      <title>Meu PORTFOLIO no Internato II PED - Turma 2018.1 (08/01/2024 a 03/03/2024 by Internato em Pediatria</title>
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      <description>Meus registros acadêmicos diários</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2023-11-10 14:01:16 UTC</pubDate>
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         <pubDate>2024-01-08 21:48:53 UTC</pubDate>
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         <pubDate>2024-01-09 16:27:48 UTC</pubDate>
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         <title>Primeiro paciente</title>
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         <description><![CDATA[<p>Tive contato hoje com minha primeira admissão no rodízio, trata-se de uma menininha de 5 anos com primeiro episódio de edema facial+ anasarca e urina espumosa, provavelmente nefrótica, muito educada e inteligente, junto com a preceptoria identificamos que ela ainda fazia uso de fralda devido não ter controle esfincteriano noturno e por isso decidimos colher proteína/creatinina em amostra isolada ao invés da proteinúria de 24h. Ela já chegou totalmente compensada do edema, mas imediatamente colhemos amostra de sangue e urina para proceder aos exames laboratoriais, já que a ronda do laboratório já tinha passado. Essa agilidade irá adiantar o diagnóstico e direcionar o tratamento eficaz.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-01-09 16:35:17 UTC</pubDate>
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         <pubDate>2024-01-09 17:55:24 UTC</pubDate>
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         <title>Novo Rodízio, Novo Campo De Prática</title>
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         <description><![CDATA[<p>Os primeiros dias do sexto ano em um campo de prática externo (HGRS) têm sido marcados por uma fase crucial de adaptação. A imersão nesse ambiente único proporcionou desafios iniciais, desde a compreensão das dinâmicas até a assimilação das práticas específicas. No entanto, mesmo nesse período de ajustes, já é possível perceber que o ambiente é altamente propício ao aprendizado.</p><p>A atmosfera profissional e a interação com profissionais experientes oferecem oportunidades valiosas de crescimento, transcendendo os limites do aprendizado acadêmico convencional. A convivência em equipe diversificada e a aplicação prática dos conhecimentos consolidam a ideia de que este sexto ano não é apenas uma extensão do percurso acadêmico, mas sim um catalisador para a construção de uma base sólida e multifacetada para o futuro profissional.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-01-09 17:55:40 UTC</pubDate>
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         <title>Cada passo é um novo começo ...</title>
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         <description><![CDATA[<p>Iniciei a primeira semana na unidade de cardiologia pediátrica do Hospital Ana Nery com boas e gratas impressões. Tive como primeiro paciente uma lactente de 11 meses, com uma cardiopatia classificada como complexa com situs inversus totalis além de muitas outras alterações morfológicas com indicação cirúrgica. Aparentemente, muito poderia se pensar acerca da especificidade do caso, no entanto a forma como os casos sãos discutidos e a ampliação da discussão por temas básicos para &nbsp;a inclusão tanto dos internos como dos residentes foi algo que me impressionou bastante. Além disso, percebi que construiremos um aprendizado acerca da riqueza do estudo médico - a semiologia. Um conhecimento essencial que irá nos acompanhar por toda nossa vida. Tenho certeza que este é o começo de um rodízio que será repleto de aprendizado, onde será dado um passo a cada dia na consolidação do saber.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-01-10 23:07:59 UTC</pubDate>
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         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Caso Lorenzo</strong></p><p>Essa primeira semana foi marcada pela adaptação e conhecimento acerca da dinâmica do serviço. Me deparei com um caso clínico bastante interessante do paciente Lorenzo de 4 anos em investigação de uma febre prolongada há cerca de 02 anos a/e. Paciente vem mantendo 2 a 3 episódios de febre diária há cerca de 02 anos e nos últimos 4 meses passou a cursar com um quadro de tosse inicialmente seca que evoluiu para progressiva há 2 meses.. Pai recebeu diagnóstico de tuberculose em dia anterior à admissão, porém o menor teve o último contato com o pai há 01 ano. Fez uso prévio de anti-histaminico, antibioticoterapia e corticoterapia.</p><p>Ao exame físico evidenciou-se Linfonodos axilar e inguinal medindo cerca de 1 cm, móveis, indolores, fibroelásticos. Linfonodos palpáveis em submento, cadeia cervical endurecidos, medindo cerca de 2cm, Murmúrio vesicular presente bilateralmente, presença de crépitos em base direita, sem outras alterações.Realizado USG de cervical, visualizado linfonodomegalia para orientar biópsia. Recebido resultado de TRM-TB negativo – afastado TB pulmonar – e suspenso isolamento em 22/12, conforme orientação de infectologista. Apresenta PPD negativo, EBV não reagente e TR para leishmaniose visceral negativo.</p><p> Durante o internamento realizou Realizado USG de cervical, visualizado linfonodomegalia e orientada biópsia. Recebido resultado de TRM-TB negativo – afastado TB pulmonar – e suspenso isolamento em 22/12, conforme orientação de infectologista. Apresenta PPD negativo, EBV não reagente e TR para leishmaniose visceral negativo. Recebida cultura de lavado gástrico positiva para streptococcus pneumoniae e negativa para fungos. Realizada TC de tórax evidenciando espessamento das paredes brônquicas em ambos os pulmões, podendo corresponder a broncopatia inflamatória com consolidações focais nos lobos inferiores, de aspecto inflamatório/infeccioso e opacidades pulmonares alongadas no lobo inferior esquerdo, lobo médio e língula, podendo corresponder aconsolidações/atelectasias.  Orientado pela infecto a iniciar CEftriaxona. REalizada exérese de linfonodo cervical para prosseguimento da investigação e oientado exames externos IgG total, IgA, IgM, IgE, sorologia IgG para rubéola, antiHBs, IgG para pneumococo (dosar 23&nbsp;&nbsp;&nbsp; sorotipos), C3, C4, CH50, CD19, CD3, CD4, CD8, CD16/56.  </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-01-12 12:11:41 UTC</pubDate>
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         <title>Reflexões sobre Minha Primeira Semana no Rodízio de Pediatria</title>
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         <description><![CDATA[<p>Durante a minha primeira semana no Internato II de Pediatria, meu foco foi direcionado a dois pacientes nascidos prematuros, cada um apresentando desafios únicos para minha formação médica.</p><p>O primeiro paciente, diagnosticado com sífilis congênita, sepse neonatal tardia e hepatite colestática, foi um desafio principalmente pelo grau de informação obitod da história e da minha falta de contato com icterícias patológicas em RNs. A utilização do "Tratado de Pediatria" foi particularmente relevante para aprofundar meus conhecimentos e contribuir efetivamente para as discussões diárias com a equipe multiprofissional.</p><p>No segundo caso, o paciente com desnutrição energético-proteica grave e suspeita de fibrose cística, além de um extenso histórico de acometimentos perinatais, apresentou desafios adicionais. Aqui, além das fontes de estudo mais tradicionais, conheci um Podcast ótimo da Unicamp, o "GastroPed Talks", que me permitiu uma atualização em alguns conceitos sobre a doença, visando compreender os aspectos teóricos relevantes.</p><p>As discussões diárias com a equipe proporcionaram um entendimento mais profundo das nuances no manejo dessas condições pediátricas complexas. A dificuldade observada no ganho de peso do paciente desnutrido demandou uma abordagem multidisciplinar cuidadosa, destacando a importância de ajustes na dieta diariamente e da colaboração entre os profissionais de saúde.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-01-14 13:17:57 UTC</pubDate>
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         <author></author>
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         <pubDate>2024-01-14 18:06:21 UTC</pubDate>
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         <title>Primeira semana: Adaptação</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Primeiro dia foi ideal para conhecer o setor, a rotina e equipe. Houve um acolhimento das residentes que foram bastante receptivas. A Médica preceptora nos deu maior apoio e sugeriu algumas leituras para que nosso rodízio fosse proveitoso.</p><p>Neste dia já tive contato com pacientes, realizei exame físico em RN e melhorei habilidade da ausculta cardíaca em RN dando destaque a pacientes com Sopro.</p><p>Solicitei apoio para manusear o sistema do prontuário, para que nos dias seguintes pudesse realizar as anotações.</p><p>Aproveitei o dia para tirar dúvidas de algumas rotinas do setor.</p><p>&nbsp;</p><p>Segundo dia fiquei com uma paciente. Realizei o exame físico, fiz anotação no prontuário, realizei revisão dos exames de rotina, e avaliação da prescrição. Trata de uma paciente com uma cardiopatia congênita em pós operatório, que evoluiu com cardiomegalia, dois episódios de infeção de cateter, uma possível DRGE em investigação de a uma perda de massa muscular e óssea. Além disso paciente evoluiu para uma PCR após sedação para um AVC. Paciente em isolamento. A partir dessa paciente comecei a me aprofundar nas cardiopatias congênitas.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-01-14 18:16:19 UTC</pubDate>
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         <author></author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2024-01-14 22:05:03 UTC</pubDate>
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         <author></author>
         <link>https://padlet.com/internato2ped/6nsvu1d4hv5nqug6/wish/2849372733</link>
         <description><![CDATA[<p>O processo de adaptação se deu de maneira bastante tranquila: residentes, preceptoras e demais profissionais da equipe multi foram bastante receptivas.</p><p>Logo no primeiro dia, fui alocado junto a uma das residentes para cuidar da RN Helena, gemelar admitida para tratamento de uma sepse neonatal tardia. O lidar com a família da paciente foi bastante leve: pai e mãe – que se revezaram no cuidado com a RN – se mostraram bastante orientados e abertos para com relação as orientações passadas pela equipe. Felizmente, o curso do tratamento se deu sem intercorrências e minha paciente recebeu alta hoje para reencontrar o irmãozinho em casa.</p><p>Penso agora no possível desafio que será acompanhar meu próximo paciente... Não o paciente em si, melhor dizendo, e sim a sua família. Para minha surpresa, ao escutar o relato de alguns dos meus colegas, esse tipo de vínculo entre genitores e profissionais da saúde, que criamos com os pais de Helena por exemplo, nem sempre é formado. Escutei diversos relatos de pais que a despeito de todas os esforços da equipe, se mostraram extremamente avessos as orientações fornecidas.</p><p>Pensei ser extremamente claro para qualquer um o empenho de toda a equipe – em tempo, energia e recursos - em prol dos pequenos e me custa muito acreditar que um pai e uma mãe não queiram o que há de melhor para os seus filhos. Refletirei mais sobre o tema ao longo das próximas semanas...</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-01-15 17:23:27 UTC</pubDate>
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         <title>Relato de vivência  da primeira semana</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/internato2ped/6nsvu1d4hv5nqug6/wish/2849525255</link>
         <description><![CDATA[<p>Durante a minha primeira semana no rodízio de Pediatria II, tive a oportunidade de conhecer uma equipe maravilhosa de preceptores e residentes que nos acolheram desde o primeiro minuto. Além disso, nos foi apresentado os pacientes e a rotina da enfermaria da Unidade Metabólica (rodízio a qual me encontro) que, atualmente, está dividindo leitos com os pacientes da UDAP.</p><p><br/></p><p>Já na primeira semana, tive a oportunidade de admitir e acompanhar um caso clínico muito interessante, de uma criança de 5 anos e 11 meses, com quadro clínico de desnutrição energético proteico, com repercussões sistêmicas importantes de raquitismos, acidose metabólica e distúrbios hidroeletrolíticos. Sendo aventada a possibilidade de síndrome de Fanconi associado a carência nutricional. </p><p><br/></p><p>Desta forma, está sendo possível aprender sobre o manejo da DEP, distúrbio ácido-base e distúrbio hidroeletrolítico em pediatria. Portanto, início o rodizio com boas expectativas, almejando a busca por novos aprendizados que, certamente, encontrarei aqui. Ademais, ressalto sobre o aprendizado referente a relação médico-paciente e trabalho em conjunto, com a equipe multiprofissional, que se fez muito presente durante essa semana.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-01-15 20:21:32 UTC</pubDate>
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         <title>Primeira semana na UPL</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/internato2ped/6nsvu1d4hv5nqug6/wish/2849584373</link>
         <description><![CDATA[<p>Neste início de sexto ano comecei em uma parte específica da pediatria que é a UPL (Unidade de pequenos lactentes). Trata-se de uma unidade que atende do RN até o 6° mês de vida, que possuem diversas comorbidades e doenças de difícil tratamento/diagnóstico. Está sendo uma experiência única, pois estou conseguindo aprender diversas especificidades destes pacientes, além de toda parte burocrática e sistema. As preceptoras, residentes e equipe multiprofissional são excelentes e bastante acolhedoras!</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-01-15 21:59:14 UTC</pubDate>
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         <title>Primeira Semana - UDAC</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>A primeira semana em pediatria do 6º ano foi marcada por novas experiências e desafios assistenciais para o público pediátrico. É notória a complexidade que há em cuidar de crianças que por vezes tem um doença grave e ser empático com o sofrimento de seus familiares, ao mesmo tempo que é gratificante também saber que é possível levar algum conforto as pessoas. Em apenas 1 semana foi possível cuidar de pessoas e rediscutir assuntos como DM1, síndrome nefrótica, encefalite autoimune, dacriocistocele, Fibrose Cística, entre outros. Ansioso para as próximas semanas...</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-01-15 22:20:37 UTC</pubDate>
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         <title>Primeira semana na UDAP</title>
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         <description><![CDATA[<p>Durante meu estágio na Unidade Docente Assistencial de Pediatria (UDAP), vivenciei uma experiência enriquecedora que contribuiu significativamente para o meu crescimento como estudante de medicina. Um dos casos que me marcou profundamente foi o de um paciente diagnosticado com mononucleose infecciosa, cujos sinais e sintomas replicavam de forma impressionante os descritos nos livros-texto.</p><p>O paciente apresentava febre persistente, fadiga extrema, linfadenopatia generalizada e esplenomegalia palpável. Essa combinação característica da mononucleose, somada aos resultados laboratoriais, confirmou o diagnóstico. A abordagem terapêutica incluiu repouso, hidratação adequada e manejo dos sintomas. A evolução do caso foi acompanhada de perto, destacando a importância da observação clínica e da adaptação do plano de cuidados conforme a resposta individual do paciente.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-01-15 22:52:35 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/internato2ped/6nsvu1d4hv5nqug6/wish/2849619359</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2024-01-15 23:18:41 UTC</pubDate>
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         <title>Navegando as Águas Complexas da UTI Pediátrica</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/internato2ped/6nsvu1d4hv5nqug6/wish/2849624104</link>
         <description><![CDATA[<p>Em minha inaugural semana na UTI pediátrica, encontrei-me imerso em uma experiência comparável à complexidade de uma pescaria meticulosa. Assim como na pesca, onde a captura de um peixe imponente requer estratégia e habilidade refinada, a assistência aos pequenos lactentes da UTI demandou uma abordagem minuciosa e dedicada.</p><p>A predominância de lactentes na unidade trouxe consigo desafios particulares, mas a sólida base adquirida durante meu internato em neonatologia serviu como a vara de pescar confiável, fornecendo-me recursos cruciais para enfrentar as nuances clínicas e emocionais desses casos delicados.</p><p>Ao testemunhar a dedicação da equipe multidisciplinar, percebi paralelos com a colaboração essencial em uma pescaria bem-sucedida. Os fonoaudiólogos e fisioterapeutas desempenharam funções fundamentais, assemelhando-se às iscas diversas que, quando combinadas, atraem o peixe desejado. Já os técnicos e enfermeiros, com sua competência técnica e empatia, figuraram como companheiros de pesca, compartilhando experiências e sabedoria para garantir uma jornada clínica fluida.</p><p>A participação nas discussões de caso durante as visitas à UTI proporcionou uma atmosfera de colaboração, semelhante às conversas entre pescadores, discutindo estratégias para otimizar resultados. Cada paciente representou um novo desafio, sendo abordado com a mesma dedicação e análise crítica como se tratasse de uma captura única e valiosa.</p><p>Em síntese, esta primeira semana na UTI pediátrica revelou-se uma pescaria de descobertas e desafios. Assim como na foto compartilhada, na qual me encontro desfrutando ao lado de um peixe imponente, estou comprometido em absorver plenamente as experiências, compreendendo a arte intricada da medicina, onde cada paciente representa uma captura única e valiosa. Estou ansioso para prosseguir nessa jornada, confiante de que cada desafio enfrentado na UTI será uma valiosa contribuição para meu constante aprimoramento profissional.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-01-15 23:30:50 UTC</pubDate>
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         <title>UPL</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/internato2ped/6nsvu1d4hv5nqug6/wish/2849648390</link>
         <description><![CDATA[<p>Inicio meu sexto ano em pediatria na UPL (Unidade de pequenos lactentes), unidade em que atende do RN até 3° mês de vida. Os pacientes que são abordados na UPL geralmente são de diagnóstico/tratamento mais difíceis e prolongados. É presenciado desde síndromes raras, até casos menos complexos, ou então que requerem tratamento cirúrgico. Minha primeira semana está sendo muito produtiva, estou conseguindo aprender demasiadamente as especifidades desta área, além da parte burocrática e sistema. As preceptoras, residentes e equipe multiprofissonal são bem acolhedoras e dispostas a ensinar, estou conseguindo absorver bastante!</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-01-16 00:15:36 UTC</pubDate>
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         <title>Primeira semana no Bobs</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/internato2ped/6nsvu1d4hv5nqug6/wish/2849708352</link>
         <description><![CDATA[<p>Durante meu primeiro plantão de enfermaria, deparei-me com um caso desafiador de síndrome nefrótica rapidamente progressiva. A complexidade da condição exigiu uma abordagem multidisciplinar, instigando minha capacidade de análise ao longo da semana. A interação constante com a equipe médica, aliada à busca incessante por atualizações científicas, ampliou minha compreensão sobre o impacto da doença no paciente e a importância de estratégias terapêuticas personalizadas. Infelizmente a paciente apresentou uma DRC já necessitando de diálise, além de distúrbios hidroeletrolitícos e acidose metabólica.</p><p>Entretanto, essa experiência fortaleceu meu compromisso com a medicina e reforçou a necessidade de constante aprendizado e empatia no enfrentamento de desafios clínicos.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-01-16 01:31:36 UTC</pubDate>
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         <title>Caso Parasitose </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/internato2ped/6nsvu1d4hv5nqug6/wish/2851778188</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Resumo do Caso:</strong></p><p>Paciente pediátrico, de 3 anos, sexo feminino, admitido com sintomas gastrointestinais e respiratórios, apresentando dor abdominal, febre, tosse e histórico de eliminação de áscaris. O diagnóstico inicial inclui infestação por ascaris com complicação de ascaridíase hepatobiliar e suspeita de pneumonia bacteriana. O tratamento abrange Metronidazol, Albendazol e Ceftriaxona, com evolução positiva nos sintomas gastrointestinais e controle dos sinais vitais.</p><p><br/></p><p><strong>Aspectos Relevantes:</strong></p><p>Parasitoses: Suspeita de infestação por ascaris, por conta de eliminação de ascaris por vômitos e fezes, além de episódio prévio de eliminação de ascaris pelo nariz, durante investigação realizou-se USG evidenciado ascaridíase hepatobiliar.</p><p><br/></p><p><strong>Tratamento:</strong> Abordagem terapêutica com Metronidazol (por 7 dias), Albendazol (por 3 dias) e Ceftriaxona (por 7 dias por suspeita de pneumonia bacteriana). </p><p><br/></p><p><strong>Síndrome de Loeffler:</strong> Consideração devido à tosse persistente, exigindo avaliação para excluir infiltrado migratório no ciclo de Loeffler.</p><p><br/></p><p><strong>Procedimentos:</strong> Agendamento de CPRM para avaliação da ascaridíase hepatobiliar (17/01/24). Sugestão de CPRE para intervenção se necessário.</p><p><br/></p><p><strong>Controle e Evolução:</strong></p><p>Sinais vitais estáveis nas últimas 24 horas.</p><p>Melhora da dor abdominal e persistência da tosse produtiva.</p><p>Suspensão do Metronidazol (16/01/24) devido à evolução favorável.</p><p><br/></p><p><strong>Considerações sobre Ascaridíase Hepatobiliar:</strong></p><p>A ascaridíase hepatobiliar, uma manifestação rara da infestação por Ascaris lumbricoides, destaca-se pelos sintomas gastrointestinais e hepáticos. Complicações podem incluir obstrução biliar, colangite, abscessos hepáticos e pancreatite. A confirmação diagnóstica muitas vezes requer métodos de imagem, como ultrassonografia abdominal e CPRM.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-01-17 12:00:17 UTC</pubDate>
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         <title>Final da primeira semana</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/internato2ped/6nsvu1d4hv5nqug6/wish/2852672301</link>
         <description><![CDATA[<p>A primeira semana foi constituída de dias de muito aprendizado, além de entender a rotina do serviço pude perceber qual é o perfil dos pacientes pediátricos do serviço &nbsp;e como direcionar a coleta da história e do exame físico, além de compreender o fluxo de um hospital terciário de referência. Sinto que para um estudante a vivência em serviços assim são essenciais para o entendimento da assistência em saúde como um todo. Há muitos casos interessantes, no entanto um em especial me chamou muito a atenção. Um paciente masculino, de 08 anos, com uma válvula aórtica bicúspide não diagnosticada previamente que é internado com um quadro, posteriormente elucidado, de endocardite infecciosa, já com comprometimento importante valvar. O que me chamou a atenção é que é um paciente em vulnerabilidade social, cujo foco infeccioso era proveniente de uma higiene bucal precária, com uma cavidade oral com muitos dentes com cáries e em má estado de conservação. Isso me fez refletir em como a educação em saúde desde os níveis mais básicos da assistência à saúde poderia ter sido crucial para um desfecho mais brando.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-01-18 01:13:21 UTC</pubDate>
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         <title>Segunda semana</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/internato2ped/6nsvu1d4hv5nqug6/wish/2855889250</link>
         <description><![CDATA[<p>Esta semana, continuei o acompanhamento do meu paciente diagnosticado com sífilis congênita. Observando seu progresso, pude testemunhar a importância de um monitoramento cuidadoso e de intervenções oportunas. Felizmente, ele evoluiu bem, mas um achado na ultrassonografia lombossacra levantou preocupações adicionais, necessitando uma interconsulta com a neurocirurgia. Este caso realçou a complexidade dos desafios enfrentados na pediatria, especialmente ao lidar com condições que requerem cuidados multidisciplinares.</p><p>Fiquei particularmente impressionado nessa semana com a elevada demanda enfrentada pelos pediatras. A habilidade em lidar com os familiares dos pacientes - demonstrando tato e jogo de cintura - é tão crucial quanto o conhecimento técnico. Além disso, a escassez de subespecialistas obriga os pediatras a manejar casos que seriam idealmente tratados por especialistas. Isso é evidente na Bahia, por exemplo no campo da Neuropediatria, onde apenas cerca de 70 profissionais especializados estão disponíveis para atender todo o estado.</p><p>Esta semana foi incrivelmente enriquecedora, tanto em termos de conhecimento técnico quanto no desenvolvimento de habilidades interpessoais e de adaptação a cenários complexos.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-01-21 11:15:38 UTC</pubDate>
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         <title>Sobre o dia a dia na Nefropedriatria </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Ao me deparar com o caso desafiador de uma criança de 2 anos diagnosticada com síndrome nefrótica, minha jornada acadêmica ganhou novas nuances. O paciente, inicialmente trazido ao hospital devido a edema generalizado, apresentava proteinúria significativa.</p><p>A abordagem multidisciplinar foi essencial, exigindo uma comunicação sensível com toda a equipe multi para o controle da diurese e pressões para guiar melhor terapia. A compreensão da importância da empatia nesse contexto moldou minha prática, percebendo que não apenas o paciente, mas toda a família necessitava de suporte emocional.</p><p>A colaboração com nefrologistas e pediatras revelou a complexidade do caso, enfatizando a necessidade de uma visão integrada. A troca de conhecimentos entre as especialidades ressaltou a importância do trabalho em equipe na medicina.</p><p>A adaptação da terapia à faixa etária pediátrica destacou a necessidade de uma abordagem personalizada. Considerações precisas sobre doses e efeitos colaterais foram cruciais, ressaltando que o cuidado infantil requer uma atenção minuciosa e personalizada.</p><p>A capacidade de reconhecer mudanças sutis no quadro clínico e ajustar a conduta terapêutica em tempo hábil foi determinante para otimizar os resultados.</p><p>Este caso não apenas aprimorou meus conhecimentos técnicos, mas também enriqueceu minha compreensão do papel do médico.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-01-21 12:18:14 UTC</pubDate>
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         <title>Último dia na nefroped</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Hoje é o último dia da nefropedriatria, me despedi dessa equipe maravilhosa, em especial a médica residente Adriana, sempre disposta a orientar e tirar as dúvidas, toda equipe de preceptoria sempre acolhedora e apta a compartilhar seus conhecimentos. Obrigado, nefroped!</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-01-21 12:22:03 UTC</pubDate>
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         <title>Contato com Outros setores</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/internato2ped/6nsvu1d4hv5nqug6/wish/2856004773</link>
         <description><![CDATA[<p>Semana bem produtiva, tive oportunidade de avaliar as prescrições médicas e comecei a tirar dúvidas. A equipe médica de preceptores e residentes sempre solicitas e sempre me apoiam e tiram dúvidas. Acompanhei procedimento da equipe de enfermagem como acesso venoso que estavam com dificuldade; acompanhei a residente em retirada de dispositivo após cirurgia.</p><p>Essa semana tive um contato maior com equipe de imagem e conversei com enfermeiro do setor e médico da USG e me apoiaram para realização de exames que estava pendente. Tive contato com Laboratório e foram receptivas para realização de exames que não realizam no HAN e sim com parceiros externos.</p><p>Estou aproveitando muito o rodízio e sempre associando com minha futura prática médica</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-01-21 15:04:55 UTC</pubDate>
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         <title>De volta à Pediatria</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Na primeira semana me deparo novamente com a pediatria, area que me sinto feliz em atuar. A pediatria se mostra um desafio, mas também nos instiga a continuar, estar sempre estudando e preparados a enfrentar os desafios a que ela propõe. Essa primeira semana foi profundamente desafiador, pois estou na unidade metabólica e, pra mim, foi muito desafiador ver crianças com limitações metabólicas, ver suas lutas e acolher os pais, se tornou uma tarefa extremamente difícil, porém necessária. Sigo buscando meu aprimoramento como pessoa e como futuro profissional, conto com a ajuda de excelentes profissionais que compõem o corpo da pediatria do Hupes, sigo me esmerando neles e procurando melhorar cada vez mais.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-01-22 11:34:04 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/internato2ped/6nsvu1d4hv5nqug6/wish/2856910815</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2024-01-22 11:36:31 UTC</pubDate>
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         <title>Caso Enterocolite Necrosante</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/internato2ped/6nsvu1d4hv5nqug6/wish/2857540834</link>
         <description><![CDATA[<p>Numa história delicada ocorrida em outubro, na cidade de Petrolina, uma mãe enfrentou desafios intensos durante a gestação de seu bebê. Diagnosticada com uma forma grave de hipertensão gestacional, a DHEG, a situação se agravou, levando à decisão de interromper a gestação prematuramente, por volta da 31ª semana, devido a complicações detectadas em exames.</p><p>O bebê nasceu muito pequeno e com dificuldades respiratórias, o que já era esperado dada a prematuridade. No entanto, as coisas ficaram mais complicadas com o tempo, incluindo problemas de regurgitação e inchaço na barriga. Um raio-x revelou um quadro de peritonite, uma inflamação séria na parte interna da barriga.</p><p>A situação exigiu uma intervenção cirúrgica de urgência, utilizando uma técnica chamada laparoscopia exploradora. Durante a cirurgia, os médicos realizaram uma colostomia para aliviar a pressão no intestino e evitar complicações da peritonite. O bebê foi transferido para o Hospital Geral Roberto Santos (HGRS) para aguardar a estabilidade necessária para a próxima etapa do tratamento.</p><p>Essa fase crítica se estendeu por mais de três meses, durante os quais o bebê enfrentou uma série de desafios. A tão esperada cirurgia de reconstrução do trânsito intestinal finalmente ocorreu, sendo considerada um sucesso. A família agora aguarda com felicidade a possibilidade de levar o bebê para casa, uma vez que ele passou toda a sua vida até agora no hospital.</p><p>No âmbito da Enterocolite Necrosante (ECN), a condição médica que complicou a situação, trata-se de uma inflamação grave do intestino, algo que frequentemente afeta bebês prematuros. Os sintomas podem incluir inchaço na barriga, regurgitação e, em casos graves, complicações como peritonite e infecções generalizadas.</p><p>O tratamento da ECN envolve diferentes abordagens, desde a suspensão temporária da alimentação até o uso de antibióticos. Em casos mais sérios, como o descrito, a intervenção cirúrgica é necessária. O desfecho positivo do procedimento cirúrgico no caso em questão destaca a importância do cuidado coordenado e da persistência em situações médicas desafiadoras. Agora, a família aguarda ansiosamente a possibilidade de levar o bebê para casa, um momento aguardado com muita alegria após meses de incertezas.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-01-22 18:50:03 UTC</pubDate>
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         <title>Segunda semana</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/internato2ped/6nsvu1d4hv5nqug6/wish/2858816274</link>
         <description><![CDATA[<p>Na segunda semana do rodízio, tive a oportunidade de acompanhar outros pacientes, dentre eles, um caso de hepatite autoimune, regulado do HGRS. Este paciente iniciou o quadro clínico com síndrome colestática, aumento de bilirrubina direta e transaminases, sendo aventada a possibilidade de hepatites virais (posteriormente descartada), contudo, manteve um aumento sustentado das transaminases, por mais 30 dias, mesmo após a melhora do quadro colestático e queda da BD. Posteriormente o paciente cursou com alopecia difusa em couro cabeludo, sem outros sintomas associado. Após investigação clínica, resultados dos exames de imagem e laboratoriais, com inversão albumina/globulina e realização biopsia hepática, foi levantada a SD de hepatite autoimune. Desta forma, está sendo um caso muito produtivo, uma oportunidade de estudar e relembram a abordagem diagnóstica e os possíveis diagnósticos diferenciais das hepatopatias.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-01-23 15:41:21 UTC</pubDate>
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         <title>Uma visão da Unidade Metabólica</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/internato2ped/6nsvu1d4hv5nqug6/wish/2858834250</link>
         <description><![CDATA[<p>Durante esses dias de vivência na UM, está sendo possível aprender um pouco mais sobre doenças energético proteicas, distúrbio hidroeletrolíticos, distúrbios acido-base, reposição de micronutriente e aporte calórico diário. Está é uma área muito interessante, com crianças com demandas idiossincráticas. Estou tendo a oportunidade de acompanhar o manejo metabólico frente a cardiopatias, hepatopatias, nefropatias, infecções, diarreias, dentre outras. São pacientes bem sensíveis e debilitados, com isso, percebo da importância de uma boa relação multidisciplinar diante do manejo fino dessas crianças.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-01-23 15:52:31 UTC</pubDate>
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         <title>Palestra cuidados pós operatório CIV/ CIA</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/internato2ped/6nsvu1d4hv5nqug6/wish/2859445414</link>
         <description><![CDATA[<p>Curso cuidados pós operatório VIC e CIV</p><p>Durante curso foi possível perceber que o cuidado pós-operatório cardíaco é crucial para garantir uma recuperação bem-sucedida. Inicialmente, é fundamental compreender a cardiopatia específica e sua fisiologia, uma vez que cada paciente pode apresentar necessidades únicas. Definir os parâmetros hemodinâmicos desejados é um passo essencial, monitorando constantemente a pressão arterial, frequência cardíaca e outros indicadores vitais.</p><p>&nbsp;</p><p>Além disso, é primordial conhecer as possíveis complicações que podem surgir após a cirurgia cardíaca. Antecipar esses desafios é a chave para prevenir complicações, implementando medidas proativas estratégias de prevenção de infecções.</p><p>&nbsp;</p><p>No caso de complicações, a intervenção imediata é crucial. Ter o conhecimento e os recursos necessários para tratar complicações de forma eficaz pode ser a diferença entre o sucesso e a adversidade na recuperação pós-operatória cardíaca. Em resumo, uma abordagem abrangente e proativa no cuidado pós-operatório cardíaco é essencial para assegurar a saúde e bem-estar dos pacientes.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-01-24 01:19:25 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/internato2ped/6nsvu1d4hv5nqug6/wish/2864339247</link>
         <description><![CDATA[<p>Existe um número meio que cabalístico na gestão, no qual 40% dos recursos investidos na saúde são desperdiçados. De uns anos para cá, viu-se que o buraco é mais embaixo: esse número passa de 50%. Desse percentual, quase metade se deve a uma 'ineficiência' no uso de leitos hospitalares. Um dos motivos para isso são problemas na relação com a família do paciente, como demora na tomada de decisão por exemplo. Lembro que essa ideia me causou estranheza, afinal quem quer que seu familiar continue internado em um hospital? Por melhor e mais atenciosa que a equipe e o ambiente sejam, nada melhor do que o conforto do nosso lar. Fora o risco de infecções e o peso de estar afastado do convívio com amigos e familiares. Bom, pelo menos foi isso que eu pensei. Acompanhando ainda que de longe o caso Miguel, no qual a genitora parece ir completamente de encontro ao que para mim parecia ser senso comum, lembro-me mais uma vez que a teoria e a prática nem sempre se conversam. Ao que parece, para ela todo esse ônus é suplantado pela ideia de segurança que o ambiente hospitalar oferece. E aí entra todo o complexo trabalho de desconstrução dessa ideia. </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-01-28 19:35:59 UTC</pubDate>
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         <title>A simplicidade na perseverança</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>É fascinante o aprendizado acerca do cuidado. Como coisas que parecem pequenas podem mudar seu dia . Desde que rodei no primeiro rodízio de Pediatria I, eu comecei a aprender que a criança tem seu próprio universo, e isso envolve seus medos. Questões que para nós são simples e sabemos que inofensivas, para a criança pode gerar dimensões muito maiores, como o caso do exame físico. Estou com uma paciente de 11 meses na cardiopediatria, que já passou por algumas intervenções cirúrgicas e é muito irritada, talvez por conta disso. Qualquer profissional da área de saúde que chega perto dela faz com que ela comece a chorar, independente de tocá-la. Basta estar em seu campo visual. É impressionante que sua intenção possa ser só fazer alguma pergunta para a mãe, mas isso já é o suficiente para suscitar seu choro. Em um determinado momento, eu juntamente com a residente fomos examiná-la. Com a ajuda da mãe, de uma tela e alguns brinquedos, conseguimos alternar alguns momentos de silêncio entre os choros, mas nada muito duradouro. Alguns dias depois, ainda com o auxílio da mãe, consegui examiná-la cuidadosamente sem que ela chorasse em nenhum momento. Após muitos dias a acompanhando consegui algo que embora muito simples foi muito significativo para mim naquela semana.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-01-28 20:19:22 UTC</pubDate>
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         <title>Biópsia</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/internato2ped/6nsvu1d4hv5nqug6/wish/2866023912</link>
         <description><![CDATA[<p>Estou acompanhando desde o início uma RN com síndrome colestática a esclarecer. O caso dela é bem interessante, pois ela está há 40 dias internada e até o momento não descobriu-se uma causa. Foram afastadas causas mecânicas e incompatilidade materno-fetal. Recentemente foi detectado CMV reagente em PCR sérico, começando tratamento com Ganciclovir. Ainda sim mantém icterícia importante, então a principal suspeita é erro inato do metabolismo. O exoma já foi solicitado além de outros painéis genéticos. A grande questão a ser resolvida atualmente é a biópsia hepática, que até hoje não foi realizada por falta de vaga em UTI. A família está muito ansiosa e apreensiva por esse procedimento, pois sabe que será fundamental para esclarecimento da doença da filha. Espero que consiga o mais breve possível.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-01-30 00:23:30 UTC</pubDate>
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         <title>Nefropediatria</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Na minha prática em nefropediatria, tenho dedicado minha atenção à abordagem de casos diversos, sendo a síndrome nefrótica uma das condições mais prevalentes, até o momento, entre as crianças atendidas. A rotina nesse campo exigiu um aprofundamento constante na compreensão e manejo dessa síndrome específica.</p><p>A síndrome nefrótica na pediatria é caracterizada por proteinúria maciça, hipoalbuminemia, edema generalizado e hiperlipidemia. Observa-se que, em grande parte dos casos, a etiologia é idiopática, destacando a necessidade de uma avaliação minuciosa para excluir causas secundárias. A identificação precoce e o manejo adequado são cruciais para otimizar os resultados clínicos e minimizar as complicações.</p><p>A abordagem terapêutica na nefropediatria implica em uma combinação de agentes imunossupressores, diuréticos e medidas de suporte nutricional. A monitorização cuidadosa da função renal, pressão arterial e perfil lipídico é essencial para ajustes terapêuticos personalizados. A comunicação eficaz com os pais e a colaboração interdisciplinar são elementos-chave para garantir uma gestão holística e centrada no paciente.</p><p>Ao longo desta trajetória desafiadora na nefropediatria, busco incessantemente aprimorar minha abordagem, centrada não apenas na aplicação da evidência clínica, mas também na empatia necessária para lidar com as complexidades emocionais que envolvem esses pequenos pacientes e suas famílias.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-01-30 10:56:22 UTC</pubDate>
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         <title>Dia a Dia da nefropediatria</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>No dia a dia da neropediatria nos deparamos com muitos casos de síndrome nefrótica e de DRC dialítica. É um contexto bastante desafiador, haja vista, a seriedade das doenças, principalmente na população pediátrica, o que acaba nos impactando com uma carga emocional muito grande.  </p><p>Pude perceber na prática o real impacto das doenças renais e suas repercussões sistêmicas como imunosupressão, infecções frequentes, manejo difícil dos distúrbios hidroeletrolíticos e HAS, doenças metabólicas ósseas entre outros. O manejo da DRC requer do profissional, um conhecimento médico amplo, que envolve no dia a dia interconsultas com diversas especialidades como neuropediatria, cardiologia, infectologia, cirurgia vascular e pediátrica. "Compensar um paciente renal crônico" é uma tarefa árdua que requer uma visão multidisciplinar e muito conhecimento médico.</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-01-30 14:40:48 UTC</pubDate>
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         <title>Discussões de caso clínico</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/internato2ped/6nsvu1d4hv5nqug6/wish/2866926937</link>
         <description><![CDATA[<p>As discusões de caso clínico sob a supervisão do professor Vinicius VEloso tem sido bastante enriqeucedoras. São abordados os temas mais prevalentes na população pediátrica como pneumonia, TCE, sibilância recorrente do lactente e pré-escolar, diarreia, IVAS entre outros. O ambiente é bastantge acolhedor, e os encontros são bastante organizados, onde temos acesso à material bibliográfico com antecedência, o que enriquece bastante as discussões. Sem dúvida, o ponto alto da semana.   </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-01-30 14:43:15 UTC</pubDate>
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         <title>Clima de despedida</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Na terceira semana do rodízio pude acompanhar os últimos dias de curso dos meus veteranos diretos da turma 253. Fico feliz em ver os médicos que se tornaram e a chegada da minha vez se torna cada vez mais palpável.</p><p>Foi uma semana de despedida também para o meu segundo paciente da enfermaria, um menininho com síndrome colestática. Fiquei bem feliz com o progresso dele, mas de certo modo frustrado pelas remarcações que ocorreram com uma RMN que seria realizada em serviço externo durante o internamento, mas acabou sendo postergada.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-01-31 20:41:36 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/internato2ped/6nsvu1d4hv5nqug6/wish/2871450303</link>
         <description><![CDATA[<p>Na segunda semana fui surpreendido por situações que eu havia esquecido: como é bom conviver e cuidar de crianças! Assumimos os cuidados de alguns pacientes e fiquei responsável por dois extremos: um bebê com DEP grave e outro bebê Gig que tem a necessidade de perder peso, caminhar com eles é entender de como a medicina se adapta a situação de cada paciente e como ela pode ser lúdica em alguns momentos. Seguir acompanhando um perder peso e ficar mais ágil com essa situação e ver que o outro ao ganhar, se porta de maneira parecida, é entender que a medicina sempre vai tentar dar o que cada um precisa e a mim a satisfação de poder assistir a essa evolução. </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-02-02 16:12:18 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>SEGUNDA SEMANA</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/internato2ped/6nsvu1d4hv5nqug6/wish/2871455913</link>
         <description><![CDATA[<p>A segunda semana se deu de maneira desafiadora, pois fiquei responsável por dois pacientes que vivem situações opostas: um bebê com Dep grave, precisando ganhar peso para fazer procedimento cirúrgico e outro bebê Gig, que precisa perder peso para ter maior mobilidade e aprender a comer via oral. Ver como a medicina se adapta para dar aos dois pacientes soluções opostas e conseguir desses dois meninos que eles evoluam de maneiras parecidas. Ambos, um ganhando e outro perdendo peso, estão evoluindo de maneira satisfatória, e me ver como processo atuante desta transformação é como ter a satisfação do trabalho bem feito... amo tudo isso.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-02-02 16:17:07 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Segunda semana</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/internato2ped/6nsvu1d4hv5nqug6/wish/2871460718</link>
         <description><![CDATA[<p>Na segunda semana vivi uma história fascinante: fiquei responsável por dois bebês em situações distintas - um bebê pig, com Dep grave e outro um bebê Gig, que precisava perder peso. Ver a medicina se adequando para fazer com que cada um evoluisse de maneira satisfatória, e vê-los ganhando agilidade, interação, cognição a cada passo de ganhar e perder peso me fez realmente entender que a medicina é isso: equilibrar o que está fora de prumo, tentar resolver a equação para que a conta bata no final, é ser o contra-peso da adversidade. Amo muito tudo isso. </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-02-02 16:21:13 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Terceira semana</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/internato2ped/6nsvu1d4hv5nqug6/wish/2871471514</link>
         <description><![CDATA[<p>Sigo na Unidade Metabólica e cada aprendo mais com as professoras e residentes. Hoje a publicação é sobre elas:</p><p>A professora Indira é uma formiguinha, ágil, pensamento veloz, sempre a um passo à frente do que está sendo dito, capta as questões no meio das discussões e sempre traz sua opnião com embasamento e vivacidade. Dra Tereza, por sua vez, tende a ser mais calma, ouve toda a história e pontua com experiência e clareza, dela, se extrai o conhecimento com parcimônia. Dra Alfa é uma professora sagaz, traz sempre situações e história do cotidiano para ilustrar a situação e sempre mostra nos mínimos detalhe o que cada decisão tomada sobre o quadro do paciente vai acarretar e o que esperar dessa ação. As residentes são espetaculares, não sei dizer qual delas é amelhor: Julia, mais calada, tem profunda proficiência no tocante aos pacientes e Marina é sempre uma águia, olha as coisas com clareza e segue direto ao ponto, e sempre tem um opinião fundamentada sobre o cuidado. Estar aqui é realmente estar nadando com os tubarões, no bom sentido...</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-02-02 16:31:37 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Conclusão do primeiro mês do internato em PEDIATRIA</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/internato2ped/6nsvu1d4hv5nqug6/wish/2871562973</link>
         <description><![CDATA[<p>Sinto-me feliz com a conclusão do internato na Unidade Metabólica, o aprendizado foi grande, a cobrança também, tenho atravessado algumas intempéries por conta de conciliar trabalho e internato, permeado por questões pessoais, como a perda do meu padrasto. Porém, sinto que cresci mais, aproveito aqui para deixar meu agradecimento sincero a todos aqueles que contribuiram com minha formação neste último mês: a equipe médica, professores e residentes, nutricionistas, fonoaudiólogos, cirurgiões, etc, cada um que em cada discussão deu sua opinião contribuiu de certa forma para o meu aprendizado, GRATIDÃO A TODOS. </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-02-02 17:58:56 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Última semana UDAC</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/internato2ped/6nsvu1d4hv5nqug6/wish/2874153323</link>
         <description><![CDATA[<p>Essas últimas 4 semanas foram de grandes aprendizados, a UDAC foi uma escola pediátrica. Foi possível acompanhar e manejar diversos pacientes com diversas condições como: AIJ, Fibrose cística, Dermatopolimiosite, PAC, Otomastoidite complicada com abscesso, DM1, entre outras. Em tão pouco tempo é notável a experiencia que é possível adquirir. A equipe foi importante, haja vista total compromisso para com a enfermaria. Infelizmente acabou :(</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-02-05 20:34:45 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Primeiro dia - HAN</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/internato2ped/6nsvu1d4hv5nqug6/wish/2874154532</link>
         <description><![CDATA[<p>Diferentemente da UDAC, no HAN temos geralmente pacientes com cardiopatias congênitas com indicação cirurgica. Já no primeiro dia foi possível notar a complexidade que é manjear esses pacientes, bem como o potencial de aprendizado, sobretudo de semiologia cardíaca. Ansioso para as próximas semanas...</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-02-05 20:36:09 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Principais assuntos aprendidos no rodízio do Ana Nery</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/internato2ped/6nsvu1d4hv5nqug6/wish/2878473915</link>
         <description><![CDATA[<p>- Febre reumática – Foi o diagnóstico diferencial de um dos casos vistos na enfermaria. Além disso foi um dos casos antigos do Ana Nery que discutimos com Dra. Isabel durante a sessão da sexta-feira que temos semanalmente. Consegui fixar os critérios diagnósticos, apresentação clínica, assim como o tratamento deste assunto de forma satisfatória.</p><p>- Endocardite – Tivemos 02 pacientes na enfermaria com esse diagnóstico. Foi possível entender os fatores de risco, apresentação clínica e tratamento por meio do estudo centrado no paciente.</p><p>- HAS na criança/adolescente – Aprendi os critérios diagnósticos,  colocar os percentis corretos usando as tabelas da SBP, assim como diagnosticar tal patologia. Foi um dos assuntos discutidos na sessão da sexta-feira e uma comorbidade recorrente na enfermaria. HAS na infância é uma patologia muito subdiagnosticada, pois muitos profissionais não aferem a pressão arterial (PA) das crianças. A importância da aferição da PA em crianças conforme indicação das diretrizes é uma lição que levarei para minha vida profissional</p><p>- Insuficiência cardíaca – Impossível sair do Ana Nery sem saber reconhecer os sinais cardinais da IC em crianças (taquipneia, taquicardia, hepatomegalia e cardiomegalia). Foi um assunto muito valioso e visto na maioria dos pacientes e que pude estudar desde a fisiopatologia até o tratamento.</p><p>- Cardiopatias congênitas - Sem sombra de dúvida o motivo de praticamente todos os internamentos. Pude ver diversas cardiopatas cianogênicas quanto acianogênicas. E, principalmente, saber identificar e pensar nessas cardiopatias na assistência primária.</p><p>- Semiologia cardiovascular – O aprendizado que me deixou mais satisfeito. A clínica é muito rica, nunca imaginei vivenciar tantos achados do exame físico. Muito menos que conseguiria graduar sopros tão facilmente, além de reconhecer as fases do ciclo cardíaco que estavam e quais doenças poderíamos pensar somente pela semiologia. &nbsp;</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-02-08 20:41:42 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Oficina de notícias difíceis</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/internato2ped/6nsvu1d4hv5nqug6/wish/2878627216</link>
         <description><![CDATA[<p>Na última semana, tive a enriquecedora oportunidade de participar de uma oficina de notícias difíceis, um exercício de role play que me permitiu aprofundar ainda mais minhas habilidades de comunicação em situações extremamente delicadas. Junto aos colegas Thiago e Elias, mergulhamos na prática alternando entre os papéis de médico e paciente/familiar, utilizando o protocolo SPIKES como nosso guia. Essa experiência ressaltou a complexidade e a importância da empatia, da clareza e do suporte emocional no processo de comunicação.</p><p>Minha experiência prévia com a entrega de notícias difíceis foi fundamental, mas a dinâmica do role play trouxe novas perspectivas e desafios. A interação com Thiago e Elias, cada um trazendo sua visão e sensibilidade para os diferentes papéis, enriqueceu a experiência, permitindo-nos explorar e refletir sobre as diversas facetas da comunicação médica em contextos desafiadores.</p><p>O momento de debriefing ao final da atividade foi particularmente valioso. Discutimos abertamente nossas abordagens, sentimentos e aprendizados, num ambiente de apoio mútuo e crescimento coletivo. Esta reflexão aprofundada reforçou minha compreensão sobre a importância de um preparo emocional e técnico para enfrentar tais situações.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-02-09 00:46:22 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/internato2ped/6nsvu1d4hv5nqug6/wish/2878631517</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2024-02-09 00:53:23 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/internato2ped/6nsvu1d4hv5nqug6/wish/2878633162</link>
         <description><![CDATA[<p>Iniciando minha jornada na UTI pediátrica nesta semana, fui testemunha de um momento bastante especial e marcante, a aplicação do nusinersena, um medicamento revolucionário no tratamento da atrofia muscular espinhal (AME), com um custo aproximado de 400 mil reais por dose. Observar sua administração não foi apenas um momento de aprendizado técnico, mas também uma vivência emocionante, destacando o papel vital do Sistema Único de Saúde (SUS) no Brasil. O SUS não apenas viabiliza o acesso a tratamentos de alto custo para pacientes com condições raras, mas também reforça o compromisso do país com a saúde como um direito universal.</p><p>A felicidade e o entusiasmo da equipe multidisciplinar ao testemunhar a melhora do paciente ao longo das aplicações do nusinersena foram contagiantes. Médicos, enfermeiros, fisioterapeutas e outros profissionais de saúde compartilharam um sentimento de conquista coletiva, um testemunho do impacto positivo que a colaboração efetiva e o compromisso com o cuidado podem ter na vida de uma criança e de sua família.</p><p>Este início de estágio na UTI pediátrica já está me proporcionando experiências ricas e profundas, aguardo ansioso pelo que está por vir.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-02-09 00:56:02 UTC</pubDate>
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         <title>Semana do carnaval</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/internato2ped/6nsvu1d4hv5nqug6/wish/2886412983</link>
         <description><![CDATA[<p>Esta última semana, embora abreviada pelo Carnaval, foi marcada por momentos de intensa aprendizagem e emoção na UTIP. Apesar de termos tido menos dias úteis, as experiências vivenciadas foram profundamente enriquecedoras e desafiadoras, refletindo a complexidade e a beleza da medicina pediátrica.</p><p>Um dos pontos altos foi o acompanhamento de uma endoscopia digestiva alta em uma criança de apenas 1 ano, internada na enfermaria e que apresentou suspeita de HDA. A tensão precedente ao procedimento era palpável, dada a história de desfechos adversos anteriores com esse pequeno paciente, felizmente tudo correu bem. </p><p>Durante a semana, mantive o acompanhamento de três pacientes com os quais desenvolvi uma conexão mais profunda ao longo do meu internato. Essas interações continuadas não apenas me permitiram observar a evolução dos quadros clínicos, mas também aprofundar meu entendimento sobre as nuances do cuidado pediátrico e o impacto das doenças no contexto familiar e no desenvolvimento da criança.</p><p>Por outro lado, enfrentei momentos de frustração, especialmente em relação ao prognóstico de um paciente que acompanho com falência intestinal devido a diarreia congênita secretora. Apesar do estado ativo e aparentemente bem do paciente, a limitada possibilidade de sobrevida lança uma sombra sobre o futuro, lembrando-nos das limitações ainda presentes na medicina e da necessidade de apoio psicológico tanto para os pacientes quanto para suas famílias.</p><p>Além das experiências diretas com os pacientes, esta semana também foi rica em aprendizado teórico. Dediquei-me ao estudo das patologias observadas, principalmente através do UpToDate.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-02-16 21:14:22 UTC</pubDate>
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         <title>Emergência pediátrica</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Iniciei o contato com a emergência pediátrica, ficamos alocados com sala amarela e laranja, logo de cara fiquei com uma paciente de 4 anos de idade com DVP secundária a hidrocefalia que estava obstruída, por conta disso, ela teve que ser reabordada pela neurocirurgia pediátrica e observado infecção de SNC com colocação de DVE. Foi meu primeiro contato com pacientes portadores desses dispositivos e o preceptor do dia explicou o funcionamento dos sistemas e a diferença entre eles, os cuidados.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-02-17 16:39:51 UTC</pubDate>
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         <title>Dinâmica de prescrição</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Ainda na primeira semana do rodízio da emergência, tínhamos poucos pacientes devido o período a sazonalidade das doenças pediátricas que geram mais internamentos estarem em baixa e para aproveitar o tempo do dia, o coordenador passou a fazer uma dinâmica sobre prescrição médica em emergências pediátricas onde ele apresentava um caso fictício e tínhamos um minuto para realizar a prescrição da medicação ideal para aquele paciente. Gostei bastante, apesar de inicialmente errar por querer prescrever como se fosse em internamento iniciando por repouso, dieta, etc. Discutimos doses e terapia em contexto de desidratação grave, crises convulsivas e pneumonia, agregou bastante em meu conhecimento.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-02-17 16:44:24 UTC</pubDate>
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         <title>Segunda semana EMEPED</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/internato2ped/6nsvu1d4hv5nqug6/wish/2886800527</link>
         <description><![CDATA[<p>Nesta semana me chamou atenção um caso, não porque era bastante complexo, mas pela simplicidade. Era sobre um paciente  de 2 anos com primeiro episódio de convulsão febril em contexto de virose, apesar de assustar bastante a mãe, a criança ficou internada apenas 1 dia por se tratar de uma entidade nosológica já conhecida e que nesta faixa etária é benigno. Difícil foi convencer a mãe que não seria necessário investigar com exames imaginológicos.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-02-17 16:50:29 UTC</pubDate>
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         <title>Oficina de notícias dificeis</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/internato2ped/6nsvu1d4hv5nqug6/wish/2886801397</link>
         <description><![CDATA[<p>Tratou-se de uma experiência transformadora, ser exposto a uma situação como se você estivesse lá, lidar com um colega, Champo, que atuou brilhantemente e saber que é importantíssimo preparar um repertório de frases, respostas e gestos nestes momentos, as vezes nos preparamos apenas para o tratamento em si e esquecemos que além disso também somos porta-voz de em alguns momentos de notícias difíceis.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-02-17 16:53:11 UTC</pubDate>
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         <title>Semana do carnaval</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/internato2ped/6nsvu1d4hv5nqug6/wish/2886802685</link>
         <description><![CDATA[<p>Todo mundo pulando carnaval mas o trabalho continua na EMEPED, tivemos pouquíssimas admissões e a maioria dos pacientes internados já eram bem conhecidos, apesar do clima de festa também foi minha despedida da emergência pediátrica do Bobs, gostei bastante, vi casos de bronquiolite, hidrocefalia, epilepsia, PTI, celulite e até neoplasia. Foram 3 semanas riquíssimas.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-02-17 16:56:33 UTC</pubDate>
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         <title>Semana De Carnaval e Última Semana na Nefropediatria</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/internato2ped/6nsvu1d4hv5nqug6/wish/2888337093</link>
         <description><![CDATA[<p>Durante a última semana na Nefropediatria, vivenciei um caso clínico complexo e gratificante. O paciente, previamente em estágio dialítico devido à doença renal crônica, apresentava uma condição singular: bexiga neurogênica secundária a mielomeningocele. Essa malformação congênita da medula espinhal levou a disfunções vesicais significativas, que propiciavam o surgimento de ITU's de repetição, contribuindo diretamente para o desenvolvimento da insuficiência renal.</p><p><br/></p><p>A abordagem terapêutica envolveu não apenas a gestão da insuficiência renal, mas também a atenção à bexiga neurogênica. Foram adotadas estratégias para o controle urológico, visando mitigar as complicações renais. O desafio era duplo: gerenciar a progressão da doença renal crônica e abordar as complexidades da bexiga neurogênica, demandando uma abordagem integrada e multidisciplinar.</p><p>O paciente deu entrada no serviço com níveis elevados de ureia, porém assintomático. Evoluiu com significativa melhora dos níveis, e em discussão optou-se pela tentativa de deixa-lo sem diálise para avaliar a possibilidade de cessar a dialise do paciente, felizmente a resposta foi positiva, não houve aumento das escorias renais após suspensão da diálise e o paciente pode ter alta sem essa necessidade.</p><p><br/></p><p>O desfecho positivo, com a alta do paciente sem a necessidade iminente de diálise, reflete não apenas a eficácia da abordagem adotada, mas também ressalta a importância da dedicação à medicina pediátrica e à Nefropediatria em particular. </p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-02-19 16:27:07 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Início Empolgante na Emergência Pediátrica</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/internato2ped/6nsvu1d4hv5nqug6/wish/2888345981</link>
         <description><![CDATA[<p>Na minha primeira semana na emergência pediátrica, fui imerso em um ambiente pulsante de aprendizado, onde a variedade de casos se revelou um verdadeiro campo de descobertas. Entre as experiências iniciais, destaco o acompanhamento de pacientes com síndrome de Guillain-Barré, uma condição neurológica desafiadora que exigiu rapidez e precisão na abordagem.</p><p><br></p><p>Além disso, vivenciei casos de acidente ofídico, onde a urgência em lidar com a envenenamento por serpentes exigiu uma abordagem específica e ágil. A necessidade de diagnosticar e administrar antiveneno em tempo hábil ressaltou a importância da prontidão na emergência pediátrica.</p><p><br></p><p>Enfrentei também desafios relacionados à síndrome da pele escaldada, uma condição dermatológica rara e potencialmente grave. O diagnóstico preciso e a implementação de cuidados adequados tornaram-se imperativos nesses casos, ressaltando a importância de uma abordagem clínica abrangente.</p><p>À medida que esta primeira semana progrediu, novos desafios se apresentaram, solidificando minha capacidade de adaptação e crescimento profissional. Lidar com a urgência e a diversidade de casos pediátricos neste ambiente agitado contribuiu significativamente para a construção de uma base sólida em minha jornada na emergência pediátrica. Este é apenas o início de uma trajetória desafiadora e recompensadora, onde cada caso se torna uma oportunidade única de aprendizado e aprimoramento clínico.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-02-19 16:36:10 UTC</pubDate>
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         <title>Assistência de qualidade</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/internato2ped/6nsvu1d4hv5nqug6/wish/2889754874</link>
         <description><![CDATA[<p>Hoje fiquei bastante reflexivo sobre a responsabilidade médica. Suas condutas, direcionamento etc. Uma paciente que foi regulada para UDAP , onde passou muito tempo sem diagnóstico sem uma atenção apropriada (sem realização de exames no interior, família desestruturada, etc). Primeira reflexão é que há um descaso em muitas situações com o direito à saúde. Outro ponto que me fez refletir, trata de como uma conduta médica (na ponta) pode impactar positivo no itinerário terapêutico do paciente. Separei uns protocolos da patologia para estudar e ter domínio de tratamento e tratar como se fosse meu filho, com cuidado e zelo.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-02-20 16:37:40 UTC</pubDate>
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         <title>Intercorrência</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/internato2ped/6nsvu1d4hv5nqug6/wish/2897816454</link>
         <description><![CDATA[<p>Após muito esforço, conseguiu-se marcar o dia exato da biópsia hepática desta mesma paciente, e para isso é necessário vaga de retaguarda de UTI. No dia proposto, pela manhã às 6 horas, foi iniciado plasma fresco congelado, pois seu coagulograma estava em curva de piora nos últimos dias. Porém, de última hora, a vaga de UTI foi preenchida devido a uma intercorrência de outra enfermaria, havia ocorrido uma PCR. Em consequência deste acontecimento, a biópsia foi reagendada, para decepção da equipe multiprofissional e dos familiares.</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-02-27 16:03:25 UTC</pubDate>
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         <title>Última semana na UPL</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/internato2ped/6nsvu1d4hv5nqug6/wish/2897819941</link>
         <description><![CDATA[<p>Quero expressar minha profunda gratidão às residentes e preceptoras da Unidade de Pequenos Lactentes. Foi uma experiência incrível trabalhar ao lado de profissionais tão dedicadas e capacitadas. Agradeço às residentes pela paciência, orientação e pela generosa partilha de conhecimentos. Seu comprometimento e entusiasmo foram inspiradores, tornando o ambiente de aprendizado ainda mais enriquecedor. Às preceptoras, meu mais sincero agradecimento pelo constante apoio, pela orientação valiosa e pelo exemplo inspirador que proporcionaram. Cada interação foi uma oportunidade de aprendizado, moldando não apenas minhas habilidades técnicas, mas também minha compreensão mais profunda da importância do cuidado infantil. Estou verdadeiramente grato por ter tido a oportunidade de aprender e crescer sob a tutela de profissionais tão notáveis. Obrigado, residentes e preceptoras, por tornarem esta experiência de estágio na UPL tão significativa e transformadora.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-02-27 16:05:46 UTC</pubDate>
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         <title>Já é carnaval cidade - primeira semana na UM</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Com uma mistura de entusiasmo e expectativa, começo ansiosamente o início do meu estágio na Unidade Metabólica, uma jornada que se inicia de maneira tão especial, coincidindo com o vibrante período de carnaval. A antecipação encontra-se impregnada não apenas pelo fervor festivo que envolve essa temporada, mas também pela perspectiva emocionante de mergulhar em um campo tão relevante e desafiador como a Unidade Metabólica. Esta coincidência temporal adiciona uma dimensão única à minha entrada nesse ambiente de aprendizado, sugerindo uma experiência repleta de energia, dinamismo e oportunidades de crescimento. Estou pronto para absorver conhecimentos, enfrentar desafios e contribuir da melhor forma possível!</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-02-27 16:20:21 UTC</pubDate>
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         <title>Gastrostomia</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/internato2ped/6nsvu1d4hv5nqug6/wish/2897855137</link>
         <description><![CDATA[<p>Tem um paciente da UM que estava sendo acompanhado na UPL há alguns meses. Ele tem um histórico de nesidioblastose, fui submetido a ressecção de corpo e cauda do pâncreas, e sofria com períodos de hipoglicemia. Ele chama atenção da enfermaria pelo excesso de peso. O objetivo dele é a progressão da dieta via oral, mas como ele não aceita, apesar de estímulo diário, a previsão de conduta é alta com gastrostomia. A mãe se mantém resistente em aceitar o procedimento, apesar das reuniões com a aquipe multidisciplinar.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-02-27 16:29:06 UTC</pubDate>
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         <title>3 semana na UM</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/internato2ped/6nsvu1d4hv5nqug6/wish/2897890604</link>
         <description><![CDATA[<p>Ao longo dessas 3 semanas, pude conhecer vários casos clínicos interessantes. Crianças com DEP grave, diarreia crônica, erro inato do metabolismo, hemorragia digestiva alta e outras comorbidades. Um caso em especial me chamou atenção. Trata-se de um paciente que está internado objetivando ganho de peso para realização de cirurgia cardíaca no Ana Nery. Foi submetido a derivação biliodigestiva, e desde então saiu de um quadro diarreico, para constipação crônica. Chama atenção a quantidade de fezes expelidas após lavagem retal, são de grande quantidade. O lactente chega a perder 15% do peso corporal, só pelas dejeções. Hoje está em investigação para diagnóstico desta constipação. Aguarda exame de enema baritado. A CIPE informa que não foi em consequência da cirurgia. O paciente não até o momento não conseguiu ganhar o peso esperado, infelizmente. </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-02-27 16:53:00 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Última Semana</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/internato2ped/6nsvu1d4hv5nqug6/wish/2898271096</link>
         <description><![CDATA[<p>Ao chegar na última semana no rodízio de pediatria, sinto-me compelido a expressar a intensidade do crescimento, tanto profissional quanto humano, que experimentei ao longo desse período enriquecedor.</p><p>Profissionalmente, cada dia foi uma oportunidade única de aprimorar minhas habilidades clínicas e desenvolver uma compreensão mais profunda das complexidades da medicina pediátrica. O contato direto com pacientes jovens e suas famílias proporcionou um ambiente desafiador, porém extremamente gratificante, no qual pude aplicar meus conhecimentos teóricos de maneira prática e empática.</p><p>Agradeço imensamente aos colegas de equipe e aos profissionais de saúde que tornaram essa jornada ainda mais enriquecedora. Cada interação e colaboração foram momentos cruciais para o meu aprendizado, e a troca de conhecimento e experiência entre nós fortaleceu não apenas minha prática clínica, mas também ampliou ainda mais meu senso sobre cuidado, empatia e amor. </p><p>Cada caso foi uma lição valiosa, reforçando a importância da empatia, paciência e comunicação eficaz na prática médica. Agradeço por cada sorriso, por cada desafio superado e por cada oportunidade de fazer a diferença na vida dessas crianças.</p><p>Além disso, tivemos a honra de receber o Dr. Dilton Mendonça de volta após suas merecidas férias. Suas aulas foram excelentes, iluminando nossos caminhos profissionais e incentivando-nos a buscar a excelência em nossos cuidados pediátricos.</p><p>Em resumo, esse rodízio de pediatria foi marcada por desafios superados, lições aprendidas e uma profunda gratidão. Estou ansioso para aplicar essas experiências em minha jornada médica contínua, sabendo que cada interação moldou não apenas meu desenvolvimento profissional, mas também minha compreensão compassiva da essência da medicina.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-02-27 22:51:18 UTC</pubDate>
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         <title>Aprofundando conhecimentos</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/internato2ped/6nsvu1d4hv5nqug6/wish/2902455093</link>
         <description><![CDATA[<p>Durante a segunda semana do rodizio na UTIP, estava começando a ficar mais familiarizado com algumas condutas importantes no manejo de pacientes pediátricos graves. Estavamos com os 10 leitos ocupados o que gerava um grande fluxo de pacientes, gerando discussões muito valiosas para o conhecimento.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-01 21:08:34 UTC</pubDate>
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         <title>Afinidade</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/internato2ped/6nsvu1d4hv5nqug6/wish/2902459734</link>
         <description><![CDATA[<p>Na terceira semana do rodizio na UTIP, percebi que estava conseguindo participar mais ativamente nas visitas multidisciplinares. O nervosismo e ansiedade iniciais da nova rotina em uma unidade de terapia intensiva tinham se transfigurado em uma vontade de ajudar meus pacientes. Nessa semana, entender e discutir manejo de NPT e Venoclise acontecia de uma forma mais natural. Nessa semana, consegui presenciar e registrar um evento de apnéia, bradicardia e cianose de um paciente que estava em investigação diagnóstica. Esse registro em questão foi fundamental para afastar a hipótese de crises convulsivas e atribuir o quadro clínico à uma etiologia respiratória.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-01 21:17:04 UTC</pubDate>
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         <title>Saudades</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/internato2ped/6nsvu1d4hv5nqug6/wish/2902461439</link>
         <description><![CDATA[<p>Na ultima semana do rodizio na UTIP, consegui perceber o quão valioso foi ter passado naquela unidade. Perceber uma equipe multidisciplinar dedicada, plantonistas e diaristas competentes e humanizados. Durante todo o rodizio, acompanhei diariamente o paciente da suspeita das crises convulsivas, criei um carinho especial e torci muito para que tudo desse certo no tratamento dele. Terminei meu rodizio na UTIP com muita alegria e a sensação de que iria deixar saudade.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-01 21:20:29 UTC</pubDate>
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         <title>Laringomalácia </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/internato2ped/6nsvu1d4hv5nqug6/wish/2902500975</link>
         <description><![CDATA[<p>Nesse momento, consegui registrar o evento de apneia do paciente. Na ocasião, ainda existia a suspeita de crises convulsivas. Porém, observa-se no vídeo um grande período em que o lactente não apresenta movimentos respiratórios. A Laringomalacia, apesar de ser uma condição prevalente, casos graves que cursam com hipoxia são ameaçadoras à vida e podem ocorrer em 7-12% dos portadores de laringomalacia. </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-01 22:57:28 UTC</pubDate>
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         <title>UPL</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>A primeira semana na UPL foi surpreendente. Percebi a dedicação dos profissionais envolvidos e gostei muito das visitas multidisciplinares. Essas visitas que ocorriam todas as manhãs eram capazes de fornecer um tratamento integral para os nossos pacientes. Nada ficava para trás e sempre com uma relação muito horizontal com os demais profissionais.  </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-01 23:00:31 UTC</pubDate>
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         <title>&quot;Meu paciente&quot;</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Na segunda semana do rodizio na UPL, tive uma grande surpresa. O paciente que eu tinha acompanhado durante todo meu rodizio na UTI, seria transferido para a UPL. Fiquei muito feliz pelo evolução positiva do quadro dele, e saber que eu iria acompanhar-lo na UPL foi gratificante. </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-01 23:03:11 UTC</pubDate>
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         <title>Pessoas</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/internato2ped/6nsvu1d4hv5nqug6/wish/2902504814</link>
         <description><![CDATA[<p>Na terceira semana do rodizio na UPL, cada vez mais percebia a importancia da visita multidisciplinar. O tratamento dos pacientes nunca dependerá só de uma pessoa. As evoluções positivas sempre aconteciam por diversas intervenções das diversas áreas. Vimos desde mães conseguindo fornecer o aleitamento materno exclusivo por auxilio da fonoaudiologia, até bebês saindo do quadro de DEP grave por um intenso trabalho da nutrição</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-01 23:09:38 UTC</pubDate>
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         <title>Dedicação</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/internato2ped/6nsvu1d4hv5nqug6/wish/2902507008</link>
         <description><![CDATA[<p>Minha última semana do rodizio de pediatria e fim do meu primeiro rodizio do 6° ano. O que fica de aprendizado, muito mais do que os assuntos teóricos são as lições de vida. Fui muito feliz nesse rodizio, conheci profissionais muito dedicados, e nada supera a dedicação. Acredito que finalizo esse rodizio não apenas como um profissional mais capacitado, mas sim um ser humano mais dedicado e confiante dos progressos que posso obter. </p><p><br/></p><p>Então, finalmente recolho minha "linha de pesca", com uma captura extraordinária de conhecimento e vivências. E como todo pescador, não recolho minha linha pela última vez, irei lança-la com muita confiança novamente. Que venham os próximos desafios!</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-01 23:15:32 UTC</pubDate>
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         <title>Última semana no Ana Nery - Aprendizados além do livro</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/internato2ped/6nsvu1d4hv5nqug6/wish/2902784868</link>
         <description><![CDATA[<p>No Ana Nery grande parte dos pacientes são portadores de cardiopatias congênitas com necessidade de abordagem cirúrgica. Ao longo da minha formação não presenciei pacientes pediátricos cirúrgicos e com isso percebi outra realidade. Sinto como se as adversidades relacionadas com as crianças ganhassem um impacto ainda maior. Irei ilustrar isso com um caso de um dos pacientes que acompanhava. Trata-se de um paciente que precisou ser submetido à cirurgia de Jatene, para correção de transposição de grandes artérias- uma cirurgia de grande porte. Lembro-me de ter chegado a notícia na enfermaria que o paciente durante o procedimento cirúrgico teve algumas PCRs e ainda não sabíamos se havia sido reanimado com sucesso. Felizmente soubemos no dia seguinte que o paciente “voltou”, evoluiu bem na UTI e pôde ter alta médica posteriormente na enfermaria. Quanto mais jovem é o paciente maior o impacto ao se pensar em anos potencialmente não vividos por alguma intercorrência, mas é um tema que nós como médicos devemos aprender a lidar…</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-02 13:48:00 UTC</pubDate>
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         <title>Experiência no ambulatório</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/internato2ped/6nsvu1d4hv5nqug6/wish/2902789990</link>
         <description><![CDATA[<p>No 1° dia de ambulatório de infecções congênitas, pude me relembrar de tantas vezes durante o rodízio de neonatologia no 5° ano que havíamos encaminhado pacientes por risco/exposição à TORCHS. Pude ver a continuidade de um processo de investigação e diagnóstico fascinante. Ao longo dos dias pude fixar as principais infecções congênitas, principalmente sífilis( a única certeza do ambulatório é que teria algum paciente com exposição à sífilis ). Sinto que o conhecimento outrora estudado, pôde ser fixado agora com contato ainda maior com pacientes.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-02 13:59:36 UTC</pubDate>
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         <title>UDAC - uma experiência única</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/internato2ped/6nsvu1d4hv5nqug6/wish/2902811927</link>
         <description><![CDATA[<p>Após um mês em um serviço especializado, ter que se deparar com uma enfermaria onde podeíamos ver patologias de qualquer sistema foi um desafio. Não vou negar, a primeira semana me asssustou um pouco, pois haviam pacientes com investigação diagnóstica ampla e cada paciente muitas vezes tinham um universo de assuntos a serem estudados. No entanto, pude aprender a passar um caso focando no principal, estudar assuntos pertinentes e mais do que tudo aprender a clínica médica da pediatria com suas semelhanças, mas também particularidades.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-02 14:47:51 UTC</pubDate>
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         <title>Um caso gratificante</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/internato2ped/6nsvu1d4hv5nqug6/wish/2902857056</link>
         <description><![CDATA[<p>Vi nesse mês na UDAC muitos casos. É uma ala com muitos leitos e uma rotatividade considerável. Vi casos bem raros, com siglas que talvez nunca mais veja novamente, como suspeita de ALPS(síndrome linfoproliferativa autoimune) ou síndrome COPA. No entanto, não são desses pacientes que venho falar, mas sim daqueles do cotidiano... Um paciente que tive o privilégio de acompanhar foi um garoto de 6 anos, portador de TEA, que cursou com uma celulite pós-septal, aparentemente sem porta de entrada, ou história de sinusite no período. É um paciente que tive que me adaptar pra poder me relacionar, visto que a única palavra que ele falava para mim desde minha entrada no quarto era "tchau". Essa celulite no entanto complicou para um empiema subdural, com abcesso cerrebral e posteriormente cerebrite. Passei o mês inteiro o acompanhado e após a  falha de uma abordagem conservadora de tratamento com ATB, ele foi abordado pela oftalmologia e posteriormente pela neurocirurgia. Foi gratificante ver a evolução desse paciente ao longo do mês. Ver gradualmente seu aspecto geral ir melhorando e voltando a ser um a criança ativa, dentro de seu jeito de ser. Além disso, ver o cuidado de uma mãe superatenciosa e compreensiva com as condutas tomadas. Sinto-me triste apenas de não poder vê-lo indo de alta médica, mas que experiência gratificante!</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-02 16:24:01 UTC</pubDate>
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         <title>Fechamento de um ciclo!</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/internato2ped/6nsvu1d4hv5nqug6/wish/2902876701</link>
         <description><![CDATA[<p>Minha experiência nesses 02 meses foi incrivelmente enriquecedora, especialmente devido à colaboração excepcional com as residentes e preceptores. A troca constante de conhecimento e experiência clínica contribuiu significativamente para o meu aprendizado como estudante de medicina.</p><p>As residentes e os preceptores não apenas compartilharam seu conhecimento técnico, mas também guiaram-me na compreensão das nuances emocionais envolvidas no cuidado pediátrico. A atmosfera de apoio e mentoramento criada por eles foi fundamental para minha adaptação ao ambiente clínico.</p><p>Além disso, a interação diária proporcionou um ambiente colaborativo e estimulante. Por isso, agradeço a esses profissionais!</p><p><br/></p><p><br/></p><p>Gostaria também de trazer algumas impressões:</p><ul><li><p>Senti falta na pediatria como um todo nesses dois anos de contato com emergência pediátrica. Apenas quem foi para o HGRS teve uma vivência prática com esse contexto. O eixo de urgência e emergência foi algo de pouco contato nosso ao longo da formação. As turmas mais novas estão tendo adaptações para ter mais conteúdo, sobretudo teórico, mas sós que já estamos no internato, tivemos pouco contato ao longo dos 06 anos. Sinto que pelo menos nessas turmas que estão no internato ou vão entrar nesse ano, seria válido ter um pouco de contato com emergência na pediatria.</p></li><li><p>Na UDAC, um dos campos que rodei, tive uma experiência que ficará na memória. Contudo, haviam alguns casos complexos com patologias que estatisticamente falando provavelmente nunca mais terei contado. Isso me desmotivou em alguns momentos, visto que já me foi cobrado em um determinado momento por um preceptor que eu soubesse tudo acerca da suspeita de meu paciente (que era uma patologia de incidência e prevalência desconhecidas devido a raridade). Saber tudo do caso de um paciente não é ruim de forma alguma, mas acredito que não é saber a raridade que faz um bom médico, mas sim o estabelecimento de um bom raciocínio diagnóstico.</p></li><li><p>Gostaria de salientar novamente o quão excelentes foram os preceptores nos dois campos que rodei- Ana Nery e UDAC. Algo raro de se ver com tamanha homogeneidade. </p></li><li><p>Gostaria também de exaltar a ótima organização da disciplina, na realização das atividades, cronograma, assim como o Moodle, extremamente rico e didático.</p></li><li><p> A divisão da carga horária, também foi um ponto muito positivo, pois permitiu um equilíbrio, entre tempo para estudar e atividades práticas.</p></li><li><p>Por fim, o balanço que levo desse rodízio é muito positivo. Parabenizo a todos do departamento que contribuiram muito para a nossa formação! </p></li></ul><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-02 17:12:39 UTC</pubDate>
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         <title>SEMANA FINAL - UDAP</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/internato2ped/6nsvu1d4hv5nqug6/wish/2903292565</link>
         <description><![CDATA[<p>Durante minha última semana de estágio na enfermaria de pediatria geral da UDAP, Hospital das Clínicas, fui imerso em um ambiente dinâmico e desafiador que enriqueceu profundamente minha formação médica.</p><p><br/></p><p>A elucidação diagnóstica foi uma parte essencial do meu aprendizado. Sob a orientação dos preceptores experientes, tive a oportunidade de participar ativamente na investigação de casos complexos, analisando minuciosamente sinais, sintomas e resultados de exames para alcançar diagnósticos precisos. Cada caso apresentava nuances únicas, estimulando minha capacidade de raciocínio clínico e interpretação de dados.</p><p>Além disso, minha semana de estágio proporcionou insights valiosos sobre uma variedade de tratamentos utilizados na pediatria. Desde terapias farmacológicas até procedimentos invasivos, pude observar de perto como diferentes abordagens terapêuticas são aplicadas com o intuito de promover a recuperação e o bem-estar das crianças enfermas.</p><p>Contudo, o aspecto mais marcante da minha experiência foi a relação médico-paciente. Ao interagir com as crianças e suas famílias, testemunhei a importância da empatia, da comunicação empática e do cuidado integral na prática médica. Cada encontro foi uma oportunidade de estabelecer vínculos de confiança e oferecer suporte emocional, aspectos essenciais para o tratamento holístico e a melhoria da qualidade de vida dos pacientes.</p><p><br/></p><p>Ao concluir minha última semana de estágio, saio com um profundo apreço pelas experiências vivenciadas e pelos ensinamentos recebidos na UDAP. Estou mais preparado não apenas tecnicamente, mas também humanamente, para enfrentar os desafios da medicina pediátrica. Essa semana foi um marco em minha jornada acadêmica, e estou ansioso para aplicar os conhecimentos adquiridos em minha futura prática médica.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-03 13:31:39 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>UMA NOVA FASE - A CARDIOPEDIATRIA E O HOSPITAL ANA NERY</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/internato2ped/6nsvu1d4hv5nqug6/wish/2903294354</link>
         <description><![CDATA[<p>Meu estágio no Hospital Ana Nery, no setor de cardiopediatria, foi uma experiência que marcou profundamente minha jornada médica. Durante esse período, tive o privilégio de entrar em contato com pacientes portadores de cardiopatias congênitas complexas.</p><p><br/></p><p>A cada dia, ao entrar na unidade, era confrontado com desafios únicos e situações que demandavam uma abordagem cuidadosa e especializada. A elucidação diagnóstica dessas condições exigia não apenas conhecimento técnico, mas também sensibilidade para compreender as necessidades físicas e emocionais desses pacientes e de suas famílias. As cardiopatias congênitas exigem ação enérgica e precoce, pois o retardo no tratamento, em condições que não são identifcadas ainda no RN, podem levar a sequelas inexoráveis aos pequenos. </p><p><br/></p><p>O contato direto com os pacientes foi uma parte fundamental do meu estágio. Por meio dessas interações, pude testemunhar não apenas a complexidade das cardiopatias congênitas, mas também a força e a coragem das crianças e de seus familiares diante de desafios tão adversos.</p><p><br/></p><p>Cada caso representava uma história única de esperança e superação, e aprender com cada uma delas foi uma verdadeira dádiva. Fui constantemente lembrado da importância da empatia, do apoio emocional e da compaixão no cuidado desses pacientes, cujas vidas são frequentemente marcadas por longas jornadas de tratamento e cirurgias, do pré-operatório, passando pela UTI, até o pós-operatório e o seguimento ambulatorial. Esses pacientes jamais se desvincularão de acompanhamento médico, mostrando a responsabilidade dos médicos e da equipe multidisciplinar em todo esse processo. </p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-03 13:35:12 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Errata</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/internato2ped/6nsvu1d4hv5nqug6/wish/2903295490</link>
         <description><![CDATA[<p>Esse texto sobre a UPL foi incluído de forma equivocada por outro colega na minha aba. </p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-03-03 13:37:50 UTC</pubDate>
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         <title>MENSAGEM FINAL</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/internato2ped/6nsvu1d4hv5nqug6/wish/2903297774</link>
         <description><![CDATA[<p><br>A pediatria é um universo de desafios e gratificações. Cada criança é uma história singular, onde a dedicação, a sensibilidade e o conhecimento se entrelaçam para oferecer o melhor cuidado. Nesse campo, somos chamados a abraçar não apenas os aspectos clínicos, mas também a dimensão humana de cada paciente e sua família. Existe na pediatria uma questão singular, onde as decisões estão sendo tomadas sem que o paciente, muitas vezes, tenha noção do que está sendo feito ou possa escolher. Nesse sentido, existe um adicional de responsabilidade, pois são decisões que vão impactar no desenvolvimento e inserção no mundo, seja na escola ou no trabalho do futuro adulto que aquela criança irá se tornar. </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-03 13:42:03 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Última semana no HAN e no rodízio</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/internato2ped/6nsvu1d4hv5nqug6/wish/2904065059</link>
         <description><![CDATA[<p>De fato a experiência no HAN mostrou-se riquíssima! CIV, CIA, Tetralogia de Fallot, Situs Inversus Totalis... Essas foram palavras pronunciadas com frequência durante as visitas de enfermarias. Os preceptores tornaram o último mês no Ana Nery uma escola de excelência em cardiologia. Fico grato pela dedicação de todos!</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-04 07:30:35 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>UPL </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/internato2ped/6nsvu1d4hv5nqug6/wish/2906912897</link>
         <description><![CDATA[<p>Em meu segundo mês no rodízio de pediatria, tenho a oportunidade de conhecer o serviço da UPL (Unidade de pequenos lactentes), unidade responsável pelo atendimento aos RNs até 3° mês de vida, contudo, por vezes acolhemos paciente acima desta faixa etária ou próximo da mesma. O perfil dos pacientes que são abordados na UPL, geralmente são de paciente com doenças congênitas ou genéticas, com diagnóstico/tratamento complexos, que precisão de avaliação e acompanhamento com especialistas pediátricos, como gastroPED, endocrinoPED, nefroPED, neuroPED, entre outros, especialidades de baixa oferta no SUS. &nbsp;Desta forma, temos a oportunidade de presenciar desde síndromes raras, até casos menos complexos. Tenho boas expectativas para as próximas semanas da UPL.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-05 21:22:47 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Vivência na UPL</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/internato2ped/6nsvu1d4hv5nqug6/wish/2906920976</link>
         <description><![CDATA[<p>Em poucos dias tive a oportunidade de acompanhar a abordagem de casos complexos de colestase. Vale ressaltar que a Unidade de pequenos lactentes é o serviço de referência na Bahia para os casos de colestase neonatal, desta forma, está é uma patologia muito frequente na enfermaria. Portanto, durante esse período de vivência na UPL, estou tendo a oportunidade de conhecer e discutir sobre o diagnóstico diferencial e abordagem terapêutica das causas de colestase neonatal. Estamos acompanhando uma RN com Sífilis congênita, com acometimento ósseo, Síndrome colestática e hipotireoidismo. Paciente este bem complexo e de difícil manejo terapêutico. Ademais, vimos também outros casos de colestase, por atresia de vias biliares e PIFC... Experiencia única, frente ao aprendizado das colestases neonatais.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-05 21:32:42 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Agregando conhecimento</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/internato2ped/6nsvu1d4hv5nqug6/wish/2906928386</link>
         <description><![CDATA[<p>Trago aqui, novas experiencias durante a vivência no internato de PED na UPL. Além dos casos de colestase, já mencionados anteriormente, estamos tendo a oportunidade de acompanha um caso mais raro de Ictiose, patologia a qual o paciente apresenta lesões cutâneas eritemodescamativas e uma alta taxa calórica, devido ao elevado turnover celular, situação que torna um desafio o manejo deste paciente, pois, mesmo após 2 meses de vida, o paciente ainda não conseguiu alcançar o peso do nascimento. Trata-se de um paciente com alta labilidade metabólica, onde qualquer situação que mexa na sua homeostase, ocasiona a perda de peso dele. Este é um paciente que demanda muito de um acompanhamento especiação com a equipe multidisciplinar, sobretudo da nutrição, fonoterapia e fisioterapia, devido ao caráter intermitente da atividade da doença.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-05 21:43:07 UTC</pubDate>
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         <title>Reconhecimento</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Durante meu rodízio na UPL, uma lição valiosa se destacou cada vez mais: a importância da abordagem multidisciplinar no tratamento dos pacientes. Ficou claro para mim que o cuidado integral nunca se resume ao esforço de um único profissional.</p><p><br/></p><p>Testemunhamos casos inspiradores em que a colaboração entre diferentes especialidades resultou em avanços significativos na saúde dos pacientes. Pois, com o auxilio da equipe multi, vemos mães que chegaram sem sucesso no aleitamento e conseguiram estabelecer o aleitamento materno exclusivo,  devido ao auxílio da equipe de fonoaudiologia, bebês que evoluíram de quadros graves de DEP,  por meio de um trabalho intenso da equipe de nutrição, TO e fonoaudiologia, dentre outras situação que foram primordiais para um atendimento de excelência aos paciente lá internados. É memorável acompanhar um passagem de enfermaria em conjunto com a equipe da farmacologia, TO, fisioterapia, Fono, Serviço social e nutrição, pois é visível a velocidade na resolução de problemas.</p><p><br/></p><p>Essas experiências reforçaram a ideia de que, para alcançar os melhores resultados, é fundamental uma abordagem integrada, onde cada membro da equipe contribui com suas habilidades e conhecimentos específicos. Na UPL, aprendi que a verdadeira excelência no cuidado à saúde se manifesta quando diferentes disciplinas se unem em prol do bem-estar dos pacientes e de suas famílias.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-05 22:01:53 UTC</pubDate>
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         <title>Agradecimento</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Ao chegar ao fim da minha última semana no rodízio de pediatria, e consequentemente do meu primeiro rodízio do sexto ano, reflito sobre as preciosas lições que levei comigo. Mais do que os conhecimentos teóricos adquiridos, foi a jornada de descoberta pessoal que marcou profundamente minha experiência.</p><p><br/></p><p>Durante esse período, fui privilegiado por conviver com profissionais exemplares, cuja dedicação à profissão e aos pacientes foi inspiradora. Aprendi que, além do domínio técnico, é a dedicação genuína que verdadeiramente faz a diferença na vida das pessoas.</p><p><br/></p><p>Cada encontro com os pacientes, cada desafio enfrentado, contribuiu para o meu crescimento não apenas como profissional, mas como ser humano. Saio deste rodízio não apenas com mais conhecimento, mas com uma confiança renovada nos progressos que posso alcançar através da dedicação e do comprometimento.</p><p><br/></p><p>Sou grato por ter sido parte deste ambiente de aprendizado enriquecedor, onde pude não só desenvolver minhas habilidades clínicas, mas também fortalecer meu caráter e minha compreensão sobre o impacto que podemos ter na vida daqueles que servimos.</p><p><br/></p><p>Levo comigo as lições aprendidas e a determinação de continuar crescendo e evoluindo, tanto pessoal quanto profissionalmente. Este rodízio foi mais do que uma etapa do meu caminho como médico; foi uma oportunidade de me tornar um ser humano melhor, mais dedicado e consciente do poder transformador da medicina.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-05 22:02:40 UTC</pubDate>
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         <title>Boas Lembranças equipe PED (UM + UPL)</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2024-03-05 22:11:21 UTC</pubDate>
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         <title>Boas Lembranças equipe PED (UM + UPL)</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/internato2ped/6nsvu1d4hv5nqug6/wish/2906949306</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2024-03-05 22:11:41 UTC</pubDate>
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