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      <title>A  Família Real Portuguesa No Brasil by davigabsaf12</title>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2025-09-02 11:15:37 UTC</pubDate>
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         <title>1- O Embarque</title>
         <author>davigabrielsaf2012</author>
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         <description><![CDATA[<p>Foram necessárias oito naus, três fragatas, três brigues e duas escunas para realizar o transporte. Além disso, quatro navios da esquadra britânica acompanharam a comitiva real.</p><p><br></p><p>No dia 29 de novembro de 1807, além das pessoas, foram embarcados móveis, documentos, dinheiro, obras de arte e a biblioteca real. Àqueles que permaneceram em Portugal, foi recomendado que recebessem os invasores de forma pacífica, a fim de evitar derramamento de sangue.</p><p><br></p><p>O general Junot (1771–1813), comandante da invasão, permaneceu em Lisboa até agosto de 1808, quando foi derrotado pelas tropas anglo-lusitanas. A partir de então, Portugal passou a ser governado por um Conselho de Regência, formado por fidalgos do reino.</p><p><br></p><p><br></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-02 11:24:47 UTC</pubDate>
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         <title>2- Chegada da família Real</title>
         <author>davigabrielsaf2012</author>
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         <description><![CDATA[<p>A viagem da corte portuguesa ao Brasil durou 54 dias em condições insalubres, com chegada a Salvador em 22 de janeiro de 1808. Lá, foram recebidos com festas e permaneceram por mais de um mês. Durante esse período, o Príncipe Regente assinou o Tratado de Abertura dos Portos e criou a Escola de Cirurgia da Bahia. Em 26 de fevereiro, seguiram para o Rio de Janeiro, onde chegaram em 8 de março e estabeleceram a nova capital do Império. Devido à falta de alojamentos, quartéis, conventos e residências foram requisitados, marcadas com a sigla "P.R." — oficialmente "Príncipe Regente", mas ironicamente entendida pelo povo como "Ponha-se na Rua".</p><p><br></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-02 11:35:54 UTC</pubDate>
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         <title>3- Tratado de Aliança e Amizade, de Comércio e Navegação</title>
         <author>davigabrielsaf2012</author>
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         <description><![CDATA[<p>Para fortalecer os laços comerciais e políticos com a Inglaterra, Dom João assinou, em 1810, o Tratado de Aliança, Amizade, Comércio e Navegação com o Reino Unido.</p><p><br></p><p>Esse Tratado estabelecia:</p><p><br></p><p>Vantagens comerciais, com uma tarifa de importação de 15% para produtos ingleses, 16% para produtos portugueses e 24% para os de outros países.</p><p><br></p><p>O compromisso de acabar com o tráfico de escravos, como um passo rumo à abolição da escravidão.</p><p><br></p><p>O direito de extraterritorialidade, permitindo que súditos ingleses que cometesse crimes em territórios portugueses fossem julgados por magistrados britânicos, de acordo com a lei inglesa.</p><p><br></p><p>A autorização para a construção de cemitérios e templos protestantes no Brasil.</p><p><br></p><p>A garantia de que a Inquisição não seria implantada no país, assegurando a liberdade religiosa para os protestantes.</p><p><br></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-02 11:39:52 UTC</pubDate>
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         <title>4- Independência do Brasil</title>
         <author>davigabrielsaf2012</author>
         <link>https://padlet.com/davigabrielsaf2012/6mwas8u2xeqpxa3o/wish/3564876408</link>
         <description><![CDATA[<p>A vinda da família real para o Brasil acelerou o processo de independência do país. Em 1815, o Brasil deixou de ser colônia e passou a integrar o Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves. A Independência foi declarada em 7 de setembro de 1822 por Dom Pedro I, que se tornou o primeiro imperador. Em 1824, a primeira Constituição foi promulgada, mantendo a monarquia, a escravidão e o catolicismo como religião oficial.</p><p><br></p><p>A permanência da família real foi crucial para a unificação territorial do Brasil e fortaleceu a autoridade de Dom João, que implementou medidas políticas e administrativas que atraíram o interesse da Inglaterra. A abertura dos portos às nações amigas fez com que Portugal perdesse o monopólio comercial, aumentando o desejo de independência entre a elite agrária. Quando Dom João VI teve que retornar a Portugal, seu filho Dom Pedro se aproximou da elite local, que temia a recolonização e as revoluções na América Espanhola.</p><p><br></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-02 11:43:28 UTC</pubDate>
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