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      <title>PORTFÓLIO   by FRANCISCA DAS CHAGAS CRUZ SILVA</title>
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      <description>História e cultura indígena e afro-brasileira na educação brasileira.</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-06-04 20:08:27 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>fdasccsilva</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2022-06-08 13:18:58 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>fdasccsilva</author>
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         <description><![CDATA[<div><em>O portfólio será dividido em duas partes, sendo a primeira destinada a conteúdos da história e cultura indígena e a segunda parte ficará reservada para a história e cultura afro-brasileira. Além de conteúdos sobre história e cultura escritos, cada parte da apresentação contará com exemplos de práticas educativas descontraídas sobre o tema trabalhado. Fique à vontade e espero que compreenda cada assunto que será discutido.</em>&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-08 14:03:58 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>fdasccsilva</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2022-06-08 21:48:23 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>fdasccsilva</author>
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         <description><![CDATA[<div>&nbsp; &nbsp; &nbsp;A história caracteriza os povos originários do Brasil, como seres do passado e os que tentam resistir na atualidade, são bombardeados diariamente com estereótipos preconceituosos sobre seus modos de vivência.&nbsp;<br>&nbsp; &nbsp; Os não índios acreditam que os povos indígenas devem viver conforme a história os retrata desde o século XVI, como se a cultura desses povos tivesse que ser estagnada ao tempo.&nbsp;</div><div>&nbsp; &nbsp; A respeito disso, Oliveira e Mesquita (2016) fala o seguinte:</div><ul><li><sub>&nbsp;Roupas, acesso à internet e a automóveis, parecem aos olhos de senso comum, ser aspectos que não podem fazer parte do cotidiano dos indígenas, como se esses se tornassem menos índios, ou se sua cultura tivesse que ser imutável. ( OLIVEIRA; MESQUITA, 2016, p. 02)</sub></li></ul><div>&nbsp; &nbsp; Oliveira e Mesquita (2016) entendem que esse pensamento estereotipado e preconceituoso sobre os povos indígenas deriva de uma deficiência na própria educação vigente no país. Para as autoras, essa deficiência vem desde o currículo para a formação de professores, pois, "Ainda ocorrem no cotidiano escolar práticas pedagógicas que produzem a visão romântica do índio do passado". ( OIVEIRA; MESQUITA, 2016, p. 2 e 3).<br>&nbsp; &nbsp; A forma como os materiais didáticos generalizam os povos indígenas faz com que a diversidade sociocultural indígena, não seja discutida nas escolas e assim, cria-se uma imagem do índio genérico no pensamento dos alunos, os quais esses materiais são destinados.</div><div>&nbsp; &nbsp; Os povos originários fazem parte da história do brasil, no entanto, ao ser&nbsp; relatada na escola, essa história não retrata os nativos como sujeitos sociais como qualquer outro indivíduo de outras sociedades, mas sim, como seres que vivem fora da realidade contemporânea, nas florestas, especificamente, passando assim uma visão de primitivos e atrasados em relação a vivência das sociedades não indígenas.<br>&nbsp; &nbsp; Embora na atualidade não exista um colonialismo vigente no Brasil, reside na estrutura de poder do país, um termo que derivou dos aspectos de controle do colonialismo que é a colonialidade, a qual Oliveira e Candau (2010) refere-se como um conceito que, "Opera (...), a naturalização do imaginário do invasor europeu, a subalternização epistêmica do outro não-europeu e a própria negação e o esquecimento de processos históricos não-europeus. ( 2010, p. 5).</div><div>&nbsp; &nbsp; Essa colonialidade, citada por Oliveira e Candau (2010), explica a deficiência de conteúdos que trate os povos indígenas nas escolas com uma pedagogia intercultural, pois a cultura que sempre prevaleceu na história do país como dominante foi a europeia, subalternizando qualquer outra que fosse diferente.&nbsp;<br>&nbsp; &nbsp; Essa repressão de conhecimentos não-europeus, Quijano (2007) denomina colonialidade do saber, segundo Oliveira e Candau (2010).&nbsp;<br>&nbsp; &nbsp; A partir de um enfoque crítico sobre o olhar dominante que a visão europeia detém em relação às "outras" sociedades, segundo Oliveira e Candau (2010), Catherine Walsh reflete processos educacionais sobre a perspectiva de alguns aspectos, dentre eles, a decolonialidade.<br>&nbsp; &nbsp; Para Oliveira e Candau (2010), a decolonialidade representa:</div><ul><li><sub>Uma estratégia que vai além da transformação da descolonização, ou seja, supõe também construção e criação. Sua meta é a reconstrução radical do ser, do poder e do saber.(OLIVEIRA; CANDAU, 2010, p. 10).</sub></li></ul><div>&nbsp; &nbsp; Sobre essa perspectiva, entende-se que o processo de decolinialidade representa a mudança do que a história mostrou como verdades absolutas e além de questionar pensamentos que são repassados como verdades únicas, deve-se reconstruir uma nova história, dando relevância a todos os aspectos que foram subordinados e subalternizados durante a história.&nbsp;<br>&nbsp; &nbsp; Esse processo de reconstrução está diretamente interligado com um projeto intercultural, dando ênfase e representatividade ao "outro".&nbsp;<br>&nbsp; &nbsp; Antes da invasão ao Brasil, conhecida na história como "descoberta" existia uma vasta diversidade étnica de povos indígenas que viviam espalhados pelo país.&nbsp;</div><ul><li>&nbsp; &nbsp; <sub>Alguns autores estimavam a população indígena no século XVI entre 2 e 4 milhões de pessoas, pertencentes a mais de 1.000 povos diferentes; Darcy Ribeiro afirma que desapareceram mais de 80 povos indígenas somente na primeira metade do século XX, sendo que a população total teria diminuído, de acordo com esse autor, de 1.000.000 para 200.000 pessoas. (https://pib.socioambiental.org/pt/Quantos_eram%3F_Quantos_ser%C3%A3o%3F . Acesso em: 10/de maio/2022).</sub>&nbsp;</li></ul><div>&nbsp; &nbsp; O extermínio de povos originários podem ser entendido pelos processos de; Genocídio - o qual refere-se aos conflitos armados a partir dos ataques dos invasores; Etnocídio - referente as epidemias trazidas pelos colonizadores, as quais não eram comum no país, por isso não se sabia como manter-se um controle; e, Epistemicídio, caracterizado por uma desorganização cultural e social, onde há um apagamento de possíveis contribuições das sociedades não ocidentais, ocultando contribuições culturais e sociais das sociedades "outros".&nbsp;<br>&nbsp; &nbsp; Um ponto central da tentativa de uma recuperação de cultura de diferentes povos, é a língua.&nbsp;<br>&nbsp; &nbsp; Há vários elementos comuns entre diferentes povos indígenas, algumas artes, línguas, mitos e rituais, no entanto, há também povos com todas essas características próprias, a língua por exemplo, pode ser uma característica de um único povo e ou até mesmo de somente algumas pessoas de um determinado grupo, Guató e Tupari, por exemplo, são faladas por apenas 5 pessoas.&nbsp;<br>&nbsp; &nbsp; Existem grupos indígenas com pessoas de diferentes povos que vivem e compartilham do mesmo espaço, morando na mesma aldeia ou comunidade. Essa junção de diferentes povos resulta num processo de multilinguismo, onde vários povos são multilíngues, pois além de sua língua materna e o português ainda conseguem compreender línguas de outros povos indígenas e até mesmo outras línguas estrangeiras.&nbsp;<br>&nbsp; &nbsp; Os processos de extermínio de alguns povos a partir dos anos iniciais do Brasil, fez com que dificultasse o reconhecimento de algumas pessoas de determinados grupos.&nbsp;<br>&nbsp; &nbsp; No Nordeste, por exemplo, houve um grande apagamento histórico de povos indígenas, no entanto, a partir do século XX, se iniciou um "surgimento" de indígenas declarados, pela região. Quando os indígenas tiveram seus direitos assegurados pela Constituição, vários grupos deram início a um processo de reconhecimento como tal.<br>&nbsp; &nbsp; Com o surgimento e aprimoramento de leis que asseguram direitos aos indígenas, vários grupos estão em processo de reconstrução em decorrência ao apagamento histórico&nbsp; de alguns grupos étnicos. Nesse processo de reconstrução, muita vezes acontece a junção de diferentes povos em que compartilham o mesmo espaço e essa "mistura" de diferentes povos com objetivos em comum, que é uma reconstrução de sua cultura é um processo de etnogênese. Vale ressaltar que, embora algumas pessoas se juntem em determinadas comunidades por terem interesses em comum, isso não significa que a diferenciação étnica não seja preservada.<br>&nbsp; &nbsp; O estado do Piauí é um exemplo marcante de processos de etnogênese &nbsp; na atualidade. Por uma questão geográfica, o estado foi uma das vítimas principais de extermínio de povos indígenas e apagamento histórico. Após a invasão, já durante as "conquistas" territoriais, expedições paulistas seguiam em direção ao sul do Piauí com estratégias de genocídio e etnocídio para fazer uma limpeza "sertão adentro".<br>&nbsp; &nbsp; Essa expressão, sertão adentro se deu, pois o foco das expedições era realmente fazer uma "limpeza" em relação aos povos indígenas no Nordeste, incluindo o Piauí. Assassinato, doenças e conversão forçada, são aspectos que contribuíram para um apagamento histórico sobre os indígenas no Piauí.&nbsp;&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-10 12:11:56 UTC</pubDate>
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         <title>  MITOS INDÍGENAS EM CURTA METRAGEM</title>
         <author>fdasccsilva</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Título</strong> -<strong> </strong>Mitos indígenas em curta metragem.&nbsp;</div><div><strong>Objetivo</strong> - Apresentar aspectos que deram sentindo às perspectivas indígenas sobre questões e histórias sobre o mundo e as pessoas.&nbsp;</div><div><strong>Faixa etária</strong> - 8 a 9 anos, ensino fundamental menor.</div><div><strong>Recursos</strong> - Notebook, projetor e internet.&nbsp;</div><div><strong>Passo a passo</strong> - Preparar um momento cinema para conhecer mitos indígenas. &nbsp;</div><div>- <strong>Material de apoio</strong> - Links das apresentações: https://youtu.be/zoaoIY2fCEQ<br>https://youtu.be/3aSnTTzfR1E</div><div>https://youtu.be/ddISmVYls5c<br>https://youtu.be/cwvZ8dXYx5g</div>]]></description>
         <enclosure url="https://youtu.be/zoaoIY2fCEQ" />
         <pubDate>2022-06-13 20:12:22 UTC</pubDate>
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         <title>QUEBRA-CABEÇA DA DIVERSIDADE</title>
         <author>fdasccsilva</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Título</strong> <strong>&nbsp;</strong>- Quebra-cabeça da diversidade</div><div><strong>Objetivo </strong>- Trabalhar com os alunos a diversidade de povos indígenas e suas áreas de convivência através dos estados do Brasil.</div><div>&nbsp;Obs: Uma ótima atividade a ser introduzida na matéria de Geografia nos conteúdos de conhecimentos sobre as regiões do país.&nbsp;</div><div><strong>Faixa etária </strong>- Fundamental menor de 8 a 10 anos.</div><div><strong>Recursos </strong>- Cartolina , pincel/marcador, tesoura e cola.&nbsp;</div><div><strong>Passo a passo </strong>- Desenhe o mapa do Brasil em uma cartolina,&nbsp; contorne cada estado, essa parte ficará destinada a ser a base do quebra-cabeça. Com outra cartolina, recorte cada estado do país na mesma proporção que foi desenhado na cartolina de base e essas formas serão as peças do quebra-cabeça. Após uma pesquisa sobre quais povos indígenas vivem em cada estado, o/a professor(a) vai imprimir o nome de um ou mais povos que vivem em cada&nbsp; estado e os alunos ficarão responsáveis por colocarem cada estado recortado no seu lugar na base do quebra-cabeça e logo em seguida colar os nomes dos povos indígenas nos estados os quais cada povo estar localizado atualmente. Para que os alunos saiba qual estado está localizado cada povo, o/a professor(a) pode estar disponibilizando essa informação ou pedindo para os próprios alunos que pesquisem em qual estado o “povo X” está localizado, a sala pode ou não ser dividida em grupos, fica a critério do/da professor(a). &nbsp;</div><div><strong>Material de apoio </strong>- Esse é um site que trabalha a diversidade de povos indígenas. <a href="https://pib.socioambiental.org/pt/P%C3%A1gina_principal">https://pib.socioambiental.org/pt/P%C3%A1gina_principal</a> . E esse mostra como o desenho deve ficar na cartolina base e como deve ser os recortes também e além disso,&nbsp; contém informações de quais povos vivem em quais estado.&nbsp;<br>https://images.app.goo.gl/ZMmE4ewUAj7QUohq8.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-13 20:16:17 UTC</pubDate>
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         <title>CONFECCIONANDO UM BRINQUEDO</title>
         <author>fdasccsilva</author>
         <link>https://padlet.com/fdasccsilva/6lvb426s90namlna/wish/2219960542</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Título</strong> <strong>&nbsp;</strong>- Confeccionando um brinquedo.&nbsp;</div><div><strong>Objetivo - </strong>Apresentar objetos de cultura indígena para os alunos. E ainda trabalhar a reciclagem.<strong>&nbsp;</strong></div><div><strong>Faixa etária </strong>- Dos&nbsp; 5 aos 7 anos, fundamental menor.</div><div><strong>Recursos </strong>- inicialmente, internet e computador ou celular. O restante depende da escolha de cada aluno e qual&nbsp; objeto que o aluno vai escolher&nbsp; reproduzir. &nbsp;</div><div><strong>Passo a passo </strong>-&nbsp; Cada aluno vai procurar no Youtube um brinquedo de origem indígena de sua preferência, para ficar mais dinâmico e tentar reproduzi-lo.</div><div><strong>Material de apoio </strong>- <a href="https://youtu.be/ILoktpZ2Axw">https://youtu.be/ILoktpZ2Axw</a> e <a href="https://youtu.be/1dq6IJ3brRY">https://youtu.be/1dq6IJ3brRY</a>.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://youtu.be/ILoktpZ2Axw" />
         <pubDate>2022-06-13 20:51:46 UTC</pubDate>
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         <title>EXLOSÃO DE DESCOBERTAS </title>
         <author>fdasccsilva</author>
         <link>https://padlet.com/fdasccsilva/6lvb426s90namlna/wish/2219974150</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Título</strong> <strong>&nbsp;</strong>- Explosão de descobertas.&nbsp;</div><div><strong>Objetivo - </strong>Apresentar palavras de origem tupi-guarani que estão presentes no vocabulário dos não indígenas no Brasil.<strong>&nbsp;</strong></div><div><strong>Faixa etária </strong>- A partir dos 7 anos, fundamental menor.<strong> &nbsp;</strong></div><div><strong>Recursos </strong>- Balões, papel com as palavras impressas.&nbsp; &nbsp;</div><div><strong>Passo a passo </strong>-&nbsp; Imprimir, ou escrever de forma manual as palavras de origem tupi-guarani, recortar e enrolar as palavras para que sejam colocadas dentro dos balões. Com os balões já cheios, cada aluno pega um balão e ao explodi-lo irá encontrar a palavra que será lida pelo aluno.&nbsp;</div><div><strong>Material de apoio </strong>- https://youtu.be/sScHCwn6q6g</div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-13 21:19:26 UTC</pubDate>
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         <title> CONFECCIONANDO UM CATA VENTO DE FOLHA</title>
         <author>fdasccsilva</author>
         <link>https://padlet.com/fdasccsilva/6lvb426s90namlna/wish/2220715984</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Título</strong> <strong>&nbsp;</strong>-&nbsp; Confeccionando um cata vento de folha.</div><div><strong>Objetivo </strong>- Incentivar a relação com a natureza, criatividade e coordenação motora fina. Aspectos os quais algumas crianças indígenas praticam durante sua vida.&nbsp;</div><div><br></div><div><strong>Faixa etária </strong>- 6 aos 8 anos, educação infantil e/ou fundamental menor.&nbsp;</div><div><strong>Recursos </strong>- Folhas de árvores grandes e firmes e varetas ou gravetos de pau, pois devem ser leves.</div><div><strong>Passo a passo </strong>- Pegue uma folha e a divida em quatro partes, corte 1⁄4 da parte superior e 1⁄4 da parte inferior para que se tenha um equilíbrio da folha. Encontre o ponto central e coloque a vareta de galho da árvore. O cata-vento estará pronto.</div><div><strong>Material de apoio </strong>- https://youtu.be/eaYutA7nagc</div><div><strong>Referência - </strong>REIS, Patrícia Rossi dos. <strong>Manual Bilíngue de Jogos e Brincadeiras Indígenas Interculturalidade, Modos de Vida e Sustentabilidade</strong>. Amazonas, Manaus, 2020.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://youtu.be/eaYutA7nagc" />
         <pubDate>2022-06-14 12:05:30 UTC</pubDate>
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         <title>CARRO-DE-MÃO HUMANO</title>
         <author>fdasccsilva</author>
         <link>https://padlet.com/fdasccsilva/6lvb426s90namlna/wish/2220733374</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Título</strong> <strong>&nbsp;</strong>- Carro-de-mão humano.&nbsp;</div><div><strong>Objetivo </strong>- Introduzir com as crianças o significado que essa brincadeira representa para os povos indígenas que são força, agilidade, respeito e confiança entre as crianças das comunidades. Aspectos que são construídos com as crianças das comunidades desde de cedo. Além de trabalhar a interação entre alunos e melhoria da capacidade motora das crianças.&nbsp;</div><div><strong>Faixa etária </strong>- A partir dos 7 anos, fundamental menor.&nbsp;</div><div><strong>Recursos </strong>- Espaço&nbsp; livro.</div><div><strong>Passo a passo </strong>- Após formar duplas,&nbsp; ficará um em pé e o outro agachado de bruços, a pessoa que ficar em pé deve ter força o suficiente para aguentar o peso de seu parceiro, pois o que ficar de pé vai segurar seu parceiros pelos pés enquanto o parceiro que está de bruços no chão vai andar usando as mãos enquanto o que está de pé vai empurrando os seus pés, formando assim um carro-de-mão.</div><div>&nbsp;<strong>Material de apoio </strong>- <a href="https://youtu.be/MQruJFTQ4q4">https://youtu.be/MQruJFTQ4q4</a>.&nbsp;</div><div><strong>Referência - </strong>REIS, Patricia Rossi dos. <strong>Manual Bilíngue de Jogos e Brincadeiras Indígenas Interculturalidade, Modos de Vida e Sustentabilidade</strong>. Amazonas, Manaus, 2020.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://youtu.be/MQruJFTQ4q4" />
         <pubDate>2022-06-14 12:24:33 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>fdasccsilva</author>
         <link>https://padlet.com/fdasccsilva/6lvb426s90namlna/wish/2220769662</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Título</strong> <strong>&nbsp;</strong>- Arte livre.</div><div><strong>Objetivo </strong>- Trabalhar a imaginação e criatividade dos alunos, com aspectos de construção de arte usados pelos povos indígenas e apresentar os grafismos indígenas aos alunos.</div><div><strong>Faixa etária </strong>- A partir dos 7 anos, fundamental menor.&nbsp;</div><div><strong>Recursos </strong>- Argila, Colorau/Corante para ficar mais dinâmico, mas podem usar tinta guache/aquarela também, palitos de churrasco e picolé para a realização dos grafismos nas formas produzidas pelos alunos e espaço livro.&nbsp;</div><div><strong>Passo a passo </strong>- Entregar os recursos para os alunos e deixar que usem de sua criatividade para fazer uma escultura de sua preferência. Logo após moldarem suas formas, irão usar palitos, pode ser de churrasco, sem ponta, para as linhas mais finas e palitos de picolé para traços mais grossos dos grafismos escolhidos.</div><div><strong>Material de apoio </strong>- Google e YouTube. &nbsp;</div><div><strong>Referência - </strong>(HENNEMANN, Rebeca. <strong>Trabalhando com argila</strong>, 2022.)</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-14 13:00:56 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>fdasccsilva</author>
         <link>https://padlet.com/fdasccsilva/6lvb426s90namlna/wish/2220801291</link>
         <description><![CDATA[<div>OLIVEIRA, Valéria Maria Santana; MESQUITA, Ilka Miglio de. <strong>Desafios no ensino de cultura indígena: por uma educação decolonial.</strong> Encontro Internacional de Formação de Professores e Fórum Permanente de Inovação Educacional, v. 9, n. 9, 2016.<br><br>Oliveira, Luiz Fernandes de; Candau, Vera Maria Ferrão. <strong>Pedagogia decolonial e educação antirracista e intercultural no Brasil.</strong> Educação em Revista, 2010, v. 26, n. 1, pp. 15-40.<br><br>REIS, Patricia Rossi dos. <strong>Manual Bilíngue de Jogos e Brincadeiras Indígenas Interculturalidade, Modos de Vida e Sustentabilidade.</strong> Amazonas, Manaus, 2020.<br><br>HENNEMANN, Rebeca. <strong>Vozes de resistência</strong>. 2022.<br><br>HENNEMANN, Rebeca. <strong>Trabalhando com argila</strong>.<strong> </strong>2022.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-14 13:29:04 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>A letra dessa música já lhe dará uma certa introdução ao conteúdo que será abordado adiante. Caso se interesse, assista e ouça.</title>
         <author>fdasccsilva</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2022-08-01 19:23:21 UTC</pubDate>
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         <author>fdasccsilva</author>
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         <description><![CDATA[<div>&nbsp; &nbsp; &nbsp;Segundo Munanga (2015) "A história de um povo é o ponto de partida do processo de construção de sua identidade, além de outros constitutivos como a cultura, os comportamentos coletivos, a geografia dos corpos, a língua, territorialidade etc”. (MUNANGA, 2015, p. 31). Ao se tratar do Brasil há uma certa complexidade para o entendimento da construção identitária do país a partir dessa fala de Munanga.&nbsp;</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp;O Brasil é um país heterogêneo. Sua formação é composta por uma diversidade étnico-cultural com uma série de diferentes povos os quais fizeram parte dos processos históricos do mesmo. Contudo, alguns desses diferentes povos não são vistos como sujeito protagonista dessa história, embora tenham sido. Com exceção dos povos originários do Brasil, os indígenas, todos os outros povos só chegaram ao país a partir do “descobrimento”. Isso significa que os que chegavam de fora já traziam consigo um repertório cultural próprio, seja os colonizadores com a cultura europeia, seja os escravizados com as culturas africanas, os quais chegaram ao Brasil mediante uma&nbsp; perspectiva escravista, trazidos de forma extremamente violenta para servirem de mão de obra escrava na colonização do país. Vale ressaltar que, os africanos trazidos ao país como escravizados eram as pessoas negras e o continente africano não era e nem é constituído apenas por pessoas negras.&nbsp;</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp;Uma questão emblemática e complexa sobre essas culturas as quais já existiam e chegaram até o Brasil, é que, a europeia, enquanto dominante, seguiu podendo ser vivenciada normalmente pelos seus praticantes enquanto a cultura africana foi exposta a várias restrições, inclusive praticá-la poderia e foi motivo para castigos que chegavam a ser mortais. Além disso, os africanos eram forçados, a partir de sua chegada, a aderirem a cultura europeia até mesmo nas perspectivas religiosas, os quais eram batizados, contra suas vontades, como cristãos. Uma verdadeira tentativa de apagamento da história própria dos descendentes de África.&nbsp;</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp;A complexidade citada no início do texto a respeito da fala de Munanga em relação ao&nbsp; Brasil refere-se a uma dificuldade de construção e aceitação de identidade de pessoas negras do país na atualidade. Isso pode estar relacionado a forma como a história do povo negro no Brasil foi e é contada, que é somente a partir dos séculos XV e XVI, como se começasse do processo de escravização. Isso gera um apagamento da real origem negra vinda de África, a qual está presente na história mundial desde séculos antes da era cristã, inclusive, estudos apontam que seja o berço da humanidade, pois, pesquisas arqueológicas apresentam evidências que indicam o surgimento da espécie homo sapiens no continente.&nbsp;</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp;O continente africano antes mesmo de sofrer influência europeia já existia uma diversidade de grupos étnicos de diferentes línguas, culturas e até mesmo grandes impérios. Ao considerar essa diversidade sociocultural entende-se que a ideia de homogeneidade sobre os povos africanos que considera que África é um continente de pessoas negras e que por serem negras todas seriam iguais, é falsa. Uma das questões centrais para entender a África antes da visão colonizadora é considerar sua territorialidade, entendendo que África trata-se de um continente que abrange um vasto território e não apenas um país numa proporção menor. Dentre os diversos reinos espalhados por África pode destacar-se os do antigo Sudão que são três: Império de Gana, Império de Mali e o Império de Songai. Esses impérios controlavam importantes rotas comerciais que ligavam povos de Norte a Sul. Se ao considerar a África antes do século XV, o qual é o período antes da colonização, pensar-se que não existia organização política no continente, isso é um erro. Pois mesmo com o vasto território composto por severos desertos e floresta, o continente não deixou de vivenciar importantes e grandes rotas comerciais.&nbsp; Para a realização de transações comerciais existiam estradas planejadas pelos africanos por onde era transportados "Opulentas, cargas de ouro, sal e suas especiarias inclusive para fora do continente africano passando pelo Egito e alcançando as regiões do continente asiático em pleno deserto”. (<a href="https://africaarteeducacao.ciar.ufg.br/index.html">https://africaarteeducacao.ciar.ufg.br/index.html</a>. Acesso em: 30/Julho/2022).&nbsp;</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp;Na mesma época em que a coroa portuguesa, a qual é sempre lembrada na história brasileira, estava no processo de “descobrimento” do Brasil também existiam vários reinos na África, os quais tinham construções imperiais muitos relevantes, por sinal. A partir dessa ideia de território vasto, etnias, línguas e culturas diversas deve-se entender que há diferentes situações nas diferentes regiões do continente, principalmente quando se trata de organização política. As práticas de escravização ,por exemplo, já era uma realidade em algumas partes de África mesmo antes da chegada dos portugueses ao continente, pois, assim como em outras civilizações, inclusive a europeia, dentro do continente africano havia conflito entre os diferentes povos os quais resultam muitas vezes em captura de povos rivais, os quais eram mantidos como escravizados. A ideia de relacionar a forma de escravização da África com a que acontecia nas Américas nos processos de colonização é um problema, pois uma acontecia de diferente&nbsp; forma em relação a outra. Entre os africanos a captura de pessoas escravizadas estava mais direcionada uma ideia de capturar prisioneiros de guerra, os quais iriam servir de forma privada para o exército o qual o capturou, de forma privada pois estes estariam impossibilitados de viverem em sociedade juntamente aos demais. No entanto, esses ainda eram considerados seres humanos. Já pelo contrário, o processo de escravização adotado pelos colonizadores no Brasil, por exemplo, era extremamente desumano.&nbsp;</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp;O contato dos portugueses com o sistema de escravização de pessoas negras em de África inicia-se por meio de sequestros. Isso mudou com uma certa revolta de alguns povos africanos os quais passaram a fazer a troca de escravizados ,capturados pelos seus exércitos, por produtos e de seus interesses. Conforme o comércio de escravizados avançava, mais os comerciantes adentravam o continente. Esse avanço do comércio escravista interferiu na forma de se saber a origem dos escravizados,&nbsp; pois, informações de onde vinham passou a ser ignorada e isso prejudica até os dias atuais aqueles que descendem de escravizados quando tentam construir sua identidade étnica, pois muito de suas origens foi apagada.&nbsp; A demanda brasileira por escravizados aumentava conforme o processo de colonização no país avançava, pois cada vez mais os senhores donos de grandes fazendas e plantações precisavam de mão de obra escrava. A exportação de pessoas negras escravizadas dá início a uma grande ascensão econômica no Brasil na época colonial. A busca por escravos negros ia muito além da “precisão” de mão de obra, um ponto bem central nesse processo era a questão racial. Embasados por uma questão de recorte social a partir de uma perspectiva religiosa os colonizadores entendiam que a raça negra era inferior a branca e por isso mereciam ser severamente castigados como forma de alcançar o perdão simplesmente por serem negros.</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp;O sistema escravista no período da colonização ocorria a partir da desumanização das pessoas negras, a forma como acontecia a exportação por meio de Navios Negreiros já era um sinal dessa tentativa de destruição da vida negra. Pois os povos negros eram tratados nas condições de animalização. O período escravocrata no Brasil perdurou-se por um longo e árduo período, um dos fatores e o único mais lembrado na história, que favoreceram a abolição foi a lei Áurea sancionada pela princesa Isabel em 1888, a qual tinha por objetivo escrito, extinguir o processo de escravização no Brasil, embora não tenha se concretizado completamente&nbsp; na prática. A partir desse momento era proibido ,por lei, que o sistema de exportação de escravizados acontecesse. Com isso muitos escravizados foram libertos do trabalho escravo, entretanto, a situação não era favorável para os mesmos, pois ao saírem das fazendas onde viviam, ainda que em situações de escravização extrema, o cenário que os esperavam fora dessa realidade também era inseguro e degradante. O subemprego, a fome e a precariedade em moradia eram a nova realidade (ou talvez não tão nova) dos até então escravizados.</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp;O Rio de Janeiro foi uma das cidades pioneiras na localização de cais que eram ponto de recebimento de escravizados chegados ao Brasil. O Cais do Valongo é um exemplo disso, principalmente na época de exploração das minas de ouro, pois historiadores consideram que nessa época chegaram mais de 500 mil escravizados nesse porto, os quais eram enviados a outras capitais a partir de então. A cidade do Rio de Janeiro é um dos pontos brasileiros com grandes referências negras advindas de escravizados. Vários aspectos culturais como a religião, comidas típicas africanas, questões linguísticas, danças, músicas, são referências, além das contribuições em movimentos sociais e aspectos arquitetônicos em grandes construções e até nos aspectos comunitários dentre os quais pode ser citado os quilombos.&nbsp;</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp;Ainda no período colonial, havia no Brasil, a prática do multilinguismo, o qual abordava a língua portuguesa como o idioma trazido pelos portugueses, diferentes línguas indígenas e também uma variedade das línguas africanas. Em 1775 com a chegada do Marquês de Pombal ao Brasil há uma exclusão desse multilinguismo, definindo uma política cultural e linguística monocultural e eurocentrada com obrigatoriedade do português como língua oficial. Com isso muitas práticas linguísticas diversas acabaram se perdendo. Uma das táticas usadas para esse apagamento foi a proibição da escolarização de escravizados e a interdição da escrita própria como registro histórico embora tenha tido essa tentativa de apagamento histórico, vários elementos da línguas africanas ainda se mantiveram presentes. As influências africanas no português brasileiro se deram numa interferência no vocabulário, o qual palavras africanas foram apropriadas pela língua portuguesa em diversos aspectos culturais conservando a forma e os significados originários. A história dita, inclusive dentro das salas de aulas brasileiras, é que, embora o sistema de&nbsp; escravização tenha sido um processo desumano de exploração e castigos mortais, a ideia&nbsp; repassada é que os escravizados aceitavam tal situação de forma passiva, o que não era uma realidade. Ainda que houvesse toda uma organização estratégica dos senhores&nbsp; “donos” dos escravos para que não acontecesse revoltas e organizações entre os escravos. Isso não foi suficiente para extinguir totalmente essas possibilidades, uma prova de que havia sim grandes movimentos de resistência são as formações dos quilombos, os quais estão presentes até os dias atuais.</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp;Os quilombos eram inicialmente, organizações de resistência e acolhimento de pessoas negras escravizadas que fugiam das fazendas onde eram exploradas. Os quilombos de Palmares, localizados, na até então, Capitania de Pernambuco, foram e continuaram sendo referência de resistência. A organização política do quilombo está associada à cultura política da região do Congo Angola no qual há um conselho formado por pessoas mais velhas e ainda um líder o qual possui funções religiosas, militares e políticas. Dentre alguns que representavam os Palmares estavam, o Quilombo Zumbi e o Ganga Zumba. A construção desses quilombos era altamente bem planejada, protegidos por paliçadas e cercas, a organização de segurança dos mesmo era como uma espécie de acampamento militar próprio. Onde os líderes mantinham comunicações diretas com as comunidades próximas para prepararem-se para possíveis ataques. &nbsp;</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp;O estado do Piauí, foi e é ainda, uma região de muitas comunidades quilombolas. Em 1674 o português Domingos Afonso Mafrense, o qual vivia na Bahia e já possuía grandes fazendas à base de trabalho escravo, chegava ao Piauí. Na época de grandes expedições para tornar-se proprietário de terras no estado, essas expedições contribuíram para a expulsão e mortes de diversas comunidades e povos indígenas e tinham como objetivo produzir grandes fazendas de gado os quais resultaram no trabalho escravizado. As revoltas contra a exploração escravista que acontecia nessa fazenda também resultaram em várias organizações quilombolas no Piauí. Inicialmente, o sistema de aquilombamento estava mais direcionado a áreas rurais nas regiões próximas às regiões das grandes fazendas, no entanto, isso foi mudando e os quilombos urbanos também começaram a surgir até porque nas capitais também havia numerosos escravizados vivendo em áreas urbanas. O conceito de quilombo passou por uma ressemantização e acrescentado novas denominações e modelos de vivência. Ainda existem comunidades quilombolas físicas rurais e urbanas, mas há também novas formas de aquilombamento e uma delas são os quilombos nas redes sociais.</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp;A partir de vários aspectos de tentativa de apagamento da história negra no Brasil citados no texto, entende-se, que, essas situações vivenciadas por esses povos desde sua chegada ao Brasil podem estar diretamente ligadas à complexidade na construção da identidade afro-brasileira no país atualmente. Pois houveram e há diversos aspectos que contribuem para que haja essa dificuldade de se reconhecer a origem afro antes dos processos desumanos de escravização, pois é uma parte não contada na história do Brasil.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-01 19:33:22 UTC</pubDate>
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         <author>fdasccsilva</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Título</strong> <strong>&nbsp;</strong>- Aprender colorindo - Representações características de África em tempos de impérios.&nbsp;</div><div><strong>Objetivo </strong>- Apresentar às crianças aspectos que representam características africanas nos tempos dos impérios, como os artefatos de decorações corporais utilizados numa perspectiva de identidade própria. Nos documentos de matérias de apoio estão disponíveis imagens de mulheres com características das rainhas da época e no&nbsp; outro apresenta as máscaras que tinham grandes valores para os africanos. Que iam desde de armaduras em tempos de guerras á símbolos que representam aspectos de religiosidade.&nbsp;</div><div><strong>Faixa etária </strong>- A partir dos 7 anos, fundamental menor.&nbsp;</div><div><strong>Recursos </strong>- Papel com as imagens impressas prontas para colorir, coleções de tonalidades diversas para representares tons de pele diferentes, coleções&nbsp; e/ou pincéis coloridos.&nbsp;</div><div><strong>Passo a passo </strong>- Entregar os recursos para os alunos e deixar que usem de sua criatividade para colorirem como preferirem. É importante que o/a mediador(a) da atividade vá discutindo e introduzindo que esses artefatos&nbsp; fazem parte de aspectos de identidade africana.&nbsp;</div><div><strong>Material de apoio </strong>- É necessário que o/a mediador(a) tenha uma conta de login&nbsp; no Canva para poder acessar os materiais que estão disponibilizados nesta aba. Link para o acesso: https://www.canva.com/. Aqui, disponíveis dois materiais que podem ser usados, os quais já estão prontos para impressão.&nbsp;<br>Link de representações de mulheres: https://www.canva.com/design/DAFIHZ9Xhh4/NQvp5NOXYmU3Rd0xaqq5Ww/edit?utm_content=DAFIHZ9Xhh4&amp;utm_campaign=designshare&amp;utm_medium=link2&amp;utm_source=sharebutton<br><br>Link para representações das máscaras:https://www.canva.com/design/DAFIHeo4z1M/O8WJxks47o8iSBUQoQ1X0Q/edit?utm_content=DAFIHeo4z1M&amp;utm_campaign=designshare&amp;utm_medium=link2&amp;utm_source=sharebutton</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-01 23:54:19 UTC</pubDate>
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         <author>fdasccsilva</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Título</strong> <strong>&nbsp;</strong>- Maratonando a história brasileira numa perspectiva afrodescendente. &nbsp;</div><div><strong>Objetivo </strong>- É fazer um/uma dia/tarde/noite de cinema, para apresentar&nbsp; contribuições e trajetórias &nbsp; históricas de algumas pessoas negras brasileiras. Uma ótima ideia para ser introduzida na semana da Consciência Negra, lembrado no Brasil no dia 20 de Novembro. Uma melhor forma de não olhar a história somente numa perspectiva colonial.&nbsp;</div><div><strong>Faixa etária </strong>- EJA</div><div><strong>Recursos </strong>-&nbsp; Notebook, projetor e internet.&nbsp;</div><div><strong>Passo a passo </strong>- Juntar a turma para um momento cinema.&nbsp;</div><div><strong>Material de apoio </strong>- A série estará disponíveis em links. 👇🏿<br>https://youtube.com/playlist?list=PL20upv2JBXS1z-vtjikbNEJ8hegqD_wrE</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-02 00:37:13 UTC</pubDate>
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         <author>fdasccsilva</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Título</strong> <strong>&nbsp;</strong>-&nbsp; Alfabetário Negro</div><div><strong>Objetivo </strong>-&nbsp; Trabalhar o alfabeto português com introduções de aspectos que foram introduzidos na língua portuguesa a partir de influências afro-brasileiras. Para que desde cedo esses alunos saibam que sim, o Brasil estar cheio de referencias africanas, inclusive na língua.&nbsp;</div><div><strong>Faixa etária </strong>- Educação infantil dos 4 aos 5 anos.&nbsp;</div><div><strong>Recursos </strong>-&nbsp; Notebook, projetor e internet.&nbsp;</div><div><strong>Passo a passo </strong>- Apresentar em sala de aula as letras com as imagens que podem representar palavras com as mesmas. Usando o projetor para isso.&nbsp;</div><div><strong>Material de apoio </strong>- https://www.canva.com/design/DAFIIbQ_2es/ukUs__SXLoXBkWB_BBaMjQ/edit?utm_content=DAFIIbQ_2es&amp;utm_campaign=designshare&amp;utm_medium=link2&amp;utm_source=sharebutton</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-02 01:54:20 UTC</pubDate>
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         <author>fdasccsilva</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Título</strong> <strong>&nbsp;</strong>-&nbsp; Origens africanas: construindo com sucatas.&nbsp;</div><div><strong>Objetivo </strong>- Apresentar características de origem africana para as crianças com objetivo de introduzir a cultura afro no dia a dia das das mesmas. &nbsp;</div><div><strong>Faixa etária </strong>-Fundamental menor 7 aos 9 anos. </div><div><strong>Recursos </strong>- Tambor de lata - Cola, lata, bolinha de isopor, palio de churrasco, tesoura sem ponta papel cartolina preto e colorido (as coloridas ideal que seja vermelho, laranja, verde e amarelo), balão, fita durex.<br>Abayomi - Retalhos de tecidos. Coloridos para as roupas e turbantes e tecidos de tonalidades diferentes para os diferentes&nbsp; tons de pele na construção do corpo.&nbsp;<br><br></div><div><strong>Passo a passo </strong>- Disponibilizar os materiais para os alunos e deixem que escolhem o que cada um irá construir a Abayomi ou o Tambor de lata, projete os vídeos que estão na aba de materiais de apoio para que os alunos possam reproduzir os objetos.&nbsp;</div><div><strong>Material de apoio </strong>- Tambor de lata -https://youtu.be/pfhvLRVXt80<br>Abayomi - https://youtu.be/GkYeWRowjhY</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-02 11:29:19 UTC</pubDate>
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         <author>fdasccsilva</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Título</strong> <strong>&nbsp;</strong>- Espiadinha de cima nas comunidades quilombolas do Piauí.&nbsp;</div><div><strong>Objetivo </strong>-&nbsp; Apresentar as várias comunidades quilombolas do Piauí. Mostrando a quantidade existente das mesmas na região do estado numa perspectiva visual tridimensional.</div><div><strong>Faixa etária </strong>- Ensino fundamental dos 7 aos 9 anos.&nbsp;</div><div><strong>Recursos </strong>-&nbsp; Notebook, projetor e internet.&nbsp;</div><div><strong>Passo a passo </strong>- Apresentar em sala de aula as comunidades quilombolas a partir de uma projeção através do aplicativo Google Earth, o qual é um programa de computador cuja função é apresentar um modelito tridimensional do globo terrestre, construído a partir de mosaico de imagens de satélite obtidas de fontes diversas, imagens aéreas e GIS 3D. .&nbsp;</div><div><strong>Material de apoio </strong>- Mapa para ser impresso e disponibilizado para a turma para que possam acompanhar de uma melhor forma. https://www.canva.com/design/DAFHhiA3m9E/oTTesgYBtDSH6lJyEli1NQ/edit?utm_content=DAFHhiA3m9E&amp;utm_campaign=designshare&amp;utm_medium=link2&amp;utm_source=sharebutton<br><br>Link do aplicativo Google Earth: https://earth.google.com/web/@-34.39341162,-111.97247323,15466.12347065a,21542915.67661285d,35y,-43.23879177h,37.31135407t,0r</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-02 11:44:14 UTC</pubDate>
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         <author>fdasccsilva</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Título</strong> <strong>&nbsp;</strong>-&nbsp; Perguntas e respostas - Quilombo</div><div><strong>Objetivo </strong>-&nbsp; Participação dinâmica de alunos&nbsp; aprendendo sobre quilombos.&nbsp;</div><div><strong>Faixa etária </strong>- Ensino fundamental dos 8 aos 9 anos.</div><div><strong>Recursos </strong>-&nbsp; Celular/notebook e internet caso seja aplicado&nbsp; individualmente ou caso seja para a turma junta, será necessário um projetor em casos de aulas presenciais.</div><div><strong>Passo a passo </strong>- Pode ser enviada individualmente via WhatsApp, por exemplo, ou uma projeção em sala para toda turma de uma só vez, fica a critério do/a mediador(a).</div><div><strong>Material de apoio </strong>- O material com as perguntas e respostas: https://wordwall.net/pt/resource/34607943</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-02 14:56:34 UTC</pubDate>
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         <author>fdasccsilva</author>
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         <description><![CDATA[<div><a href="https://africaarteeducacao.ciar.ufg.br/index.html">https://africaarteeducacao.ciar.ufg.br/index.html</a>. Acesso em: 30/Julho/2022).&nbsp;</div><div><br>MUNANGA, Kabengele. Por que ensinar a história da África e do negro no Brasil de hoje? Revista do Instituto de Estudos Brasileiros, n. 62, p. 20–31, dez. 2015.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-02 15:01:16 UTC</pubDate>
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         <author>fdasccsilva</author>
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         <pubDate>2022-08-02 15:59:24 UTC</pubDate>
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         <author>fdasccsilva</author>
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         <pubDate>2022-08-02 22:09:47 UTC</pubDate>
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