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      <title>PIPE 7 by Luiz Diniz</title>
      <link>https://padlet.com/luizfeliz/pipe</link>
      <description>SEMINÁRIOS DE PRATICAS EDUCATIVAS</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2018-06-27 12:43:45 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2024-06-30 11:44:58 UTC</lastBuildDate>
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         <title>Descrição do que é o projeto Integrado de Práticas Educativas no Curso de Letras</title>
         <author>luizfeliz</author>
         <link>https://padlet.com/luizfeliz/pipe/wish/268852044</link>
         <description><![CDATA[<div>O projeto político pedagógico do curso de Letras da UFU esclarece em sua página 76 sobre o Projeto Integrado de Práticas Educativas – PIPE. Nele está previsto que essas práticas serão vivenciadas ao longo do curso, do primeiro até o sexto semestre, quando se iniciam os Estágios Supervisionados. </div>]]></description>
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         <pubDate>2018-06-28 11:21:59 UTC</pubDate>
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         <title>PIPE 4 – A lusofonia</title>
         <author>luizfeliz</author>
         <link>https://padlet.com/luizfeliz/pipe/wish/268852237</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Professora Marli Cardoso dos Santos<br>Tema: A lusofonia em guiné-bissau<br><br></strong>Através da bibliografia tratada durante o curso foi possível entender a relevância do ensino da língua portuguesa nos países lusófonos. Em muitos desses países, como é o caso da própria Guiné-Bissau estudada nessa pesquisa, a língua serve como elemento de integração e construção nacional. </div><div><br>No contexto acadêmico a pesquisa contribui para que o estudante conheça novas linhas de pesquisa que avaliam as adaptações linguísticas necessárias para que o português conviva com outros idiomas, e seja ensinado em outros países. Tão diversos como os nove membros do CPLP.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-06-28 11:24:20 UTC</pubDate>
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         <title>ATIVIDADES QUE O PIPE PROPORCIONA AO GRADUANDO</title>
         <author>luizfeliz</author>
         <link>https://padlet.com/luizfeliz/pipe/wish/268852720</link>
         <description><![CDATA[<div>- A observação e a sua própria integração ao contexto das escolas, sob a perspectiva do professor; O desenvolvimento de ações didáticas, colocando em uso os conhecimentos aprendidos nos diferentes tempos e espaços curriculares;</div><div><br></div><div>- A identificação, a análise e a busca de alternativas para situações­problemado cotidiano escolar;<br><br></div><div>- A oportunidade de problematizar situações e, a partir delas, iniciar­se no desenvolvimento de pesquisas na área educacional.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-06-28 11:30:38 UTC</pubDate>
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         <title>PIPE 01 - Línguas estrangeiras</title>
         <author>luizfeliz</author>
         <link>https://padlet.com/luizfeliz/pipe/wish/268852836</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Professora Daisy R Vale<br>Tema: Estudo sobre a Escola Municipal Professor Leôncio do Carmo Chaves</strong></div><div><br></div><div>O meu <strong>trabalho nesse PIPE</strong> foi na Escola Leôncio do Carmo Chaves. Apesar das carências típicas do sistema público os profissionais tentam mantê-lo em um bom estado para o aprendizado. Com o <strong>PIPE foi possível alcançar um olhar diferente</strong> sobre os temas em questão. O que antes era estereótipo tornou-se mais realista. A escola pode ainda não ser um ambiente ideal, porém tem melhorado ao longo do tempo.  <strong>A ida ao colégio foi o fator que mais contribui</strong> para consolidar esse pensamento. </div>]]></description>
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         <pubDate>2018-06-28 11:32:15 UTC</pubDate>
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         <title>PIPE 02 - Línguas estrangeiras</title>
         <author>luizfeliz</author>
         <link>https://padlet.com/luizfeliz/pipe/wish/268852851</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Professor Juan Ferreira Fiorini<br>Tema: A formação e prática de professores de línguas estrangeiras na visão de uma docente do ensino basico</strong></div><div><strong><br></strong>Durante essa pesquisa foi realizada uma entrevista com uma experiente professora de Inglês. Ela lida com o ensino da língua estrangeira para crianças com idade entre 6 e 7 anos. A professora entrevistada, além de ser formada em Letras/Inglês na UFU e exercer a profissão a mais de 15 anos, é graduada em Pedagogia e é mestre com especialização na área de Formação de Professores. Ela leciona Inglês em uma escola de Ensino Básico privada em Uberlândia – Minas Gerais, para crianças em fase de alfabetização. <br><br>Para a docente o trabalho do professor é muito mais um ideal do que uma profissão. Ela cita o fato de possuir mestrado, várias graduações e cursos e ainda assim trabalhar com o Ensino Básico. As pessoas se espantam e tentam relacionar a sua formação com sua renda. Apesar de acreditar que deve haver uma valorização do trabalho do professor. Valorização que significa melhor remuneração, o melhor retorno deve ser pelo desenvolvimento intelectual do aluno. Alunos que após décadas agradecem pelas escolhas que a professora o ajudou a fazer na vida.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-06-28 11:32:30 UTC</pubDate>
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         <title>PIPE 3 - Estudos Clássicos </title>
         <author>luizfeliz</author>
         <link>https://padlet.com/luizfeliz/pipe/wish/268852868</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Professor Thiago Saltarelli<br>Tema: Um paralelo entre a educação superior no Brasil e a educação no mundo antigo com base no Trivium</strong></div><div><strong><br></strong>Foi feita uma análise de um vídeo do professor José Monir Nasser, no qual é possível perceber o quanto a educação atual em curso no Brasil está distante do que seria considerado a educação liberal. A educação engajada, ativista e revolucionária está presente em massa nos cursos superiores e atrai não só alunos, mas principalmente acadêmicos com grande conceito entre a comunidade. <br><br></div><div>O efeito prático dessa educação engajada é que os cursos são direcionados a atender objetivos políticos em detrimento de uma formação crítica que visa combater os vícios do uso da máquina e do dinheiro público para fins partidários. </div>]]></description>
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         <pubDate>2018-06-28 11:32:41 UTC</pubDate>
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         <title>PIPE 3 – Fonética e fonologia da língua inglesa</title>
         <author>luizfeliz</author>
         <link>https://padlet.com/luizfeliz/pipe/wish/268852876</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Professor Raphael Porto.<br>Tema: O uso da fonética e da fonologia na prática docente de uma professora da língua inglesa</strong></div><div><strong><br></strong>Durante essa pesquisa foi realizada uma entrevista com uma professora que lida com o ensino da língua estrangeira para crianças do Ensino Infantil em uma escola privada de Uberlândia. Ao ser perguntada sobre a importância da fonética e da fonologia no ensino da língua inglesa a professora mostrou-se surpresa, ela diz que nunca utilizou esse recurso em sala de aula de maneira sistemática. Ela ensina de maneira informal as diferenças de pronúncia, intensidade, acento nas perguntas e respostas de forma natural, já que palavras com sons semelhantes podem ter significados distintos.<br> <br>A professora também considera importante ensinar variações da língua inglesa e aceitar os erros que possam ocorrer em virtude dessa flexibilidade. Nesse caso deve-se ter a mente aberta para que a fonética e a fonologia seja pensada de maneira ampla. O inglês como uma língua mundial abriga variações regionais e pode ser muito mais bem acolhido se houver tolerância quanto à possíveis erros. Muitos desistem do aprendizado do inglês porque nos meses iniciais não conseguem realizar a pronúncia correta. Com uma abordagem mais tolerante a mesma pessoa poderia se dedicar mais até chegar ao ponto de estabelecer a comunicação no nível exigido de acordo com seus objetivos, afinal é isso o que importa ao aprender um novo idioma.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-06-28 11:32:48 UTC</pubDate>
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         <title>PIPE 5 – O ensino da língua inglesa para adultos da terceira idade</title>
         <author>luizfeliz</author>
         <link>https://padlet.com/luizfeliz/pipe/wish/268852899</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Professora Simone Tiemi Hashiguti<br></strong><strong><em>Tema: desafios e oportunidades no ensino da língua inglesa para estudantes da terceira idade.<br></em></strong><strong><br></strong> Foi entrevistada uma aluna de Inglês de 64 anos que participou de um programa da UFU, curso de Inglês voltado para a terceira idade, o qual teve a duração de seis meses. Ela está aposentada e nos últimos 15 anos tem trabalhando com venda de doces e bolos para casamento. J. tem buscado nos estudos um momento de alívio frente aos problemas familiares. Seu grau de escolaridade é Ensino Médio. Além do curso para a terceira idade, ela estudou francês no centro de línguas da UFU e italiano por conta própria. <br><br>A entrevistada disse que é necessário considerar o fator da experiência como positivo, já que ao aprender tantas atividades ao longo da vida, o aprendizado da língua estrangeira torna-se uma habilidade a mais entre tantas que o estudante possui. </div>]]></description>
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         <pubDate>2018-06-28 11:33:07 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>PIPE 06 - Investigando necessidades e interesses para o Ensino da Língua Inglesa em diferentes contextos</title>
         <author>luizfeliz</author>
         <link>https://padlet.com/luizfeliz/pipe/wish/268852909</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Professora Katia Marques da Silva<br>Tema - ESP: uma experiência com uma turma de biotecnologia<br><br></strong>A entrevistada é formada em Letras Português/Inglês pela Universidade de Uberaba desde 2004, trabalha na área de ensino de línguas há nove anos. A escola para a qual ela trabalhava foi contratada por um grande laboratório da cidade, com o objetivo de realizar o ensino de inglês com um grupo de seis pessoas composto por médicos, biomédicos e técnicos da área de saúde. <br><br>Entre os beneficios do ensino ESP a entrevista apontou  a flexibilidade de tarefas e conteúdos durante o curso, que podem ser modificadas de acordo com o andamento das lições para melhor adaptação às necessidades dos alunos. Além disso, a diversidade de profissionais da mesma área dentro de uma classe de ESP facilita o trabalho do professor já que ocorrem muitas trocas de experiências entre os alunos. Por isso, a avaliação em um curso de ESP é bem diferente de um curso geral. O exemplo que a professora deu ao utilizar simulações de análises de exames laboratoriais demonstra o lado prático que vai ao encontro do conhecimento que o aluno espera obter ao final do curso.</div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-06-28 11:33:15 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Reflexão sobre a experiência de participação nos PIPEs e discussão sobre os impactos dos PIPEs no aprendizado de língua inglesa e na formação enquanto professor, à luz de teorias sobre formação de professores.</title>
         <author>luizfeliz</author>
         <link>https://padlet.com/luizfeliz/pipe/wish/268852924</link>
         <description><![CDATA[<div><br>Os PIPE's ofereceram uma formação aprofundada que vai além de qualquer treinamento rápido para ser um mero instrutor de idiomas. Além disso, com os PIPEs foi possível alcançar um olhar diferente sobre os temas em questão. O que antes era estereótipo tornou-se mais realista. A escola pode ainda não ser um ambiente ideal, porém tem melhorado ao longo do tempo.&nbsp; A ida ao colégio foi o fator que mais contribui para consolidar esse pensamento.&nbsp;<br><br>Por fim, as disciplinas foram uma oportunidade para refletir e agir sobre a educação, e com isso obter maior êxito quanto a nossa função social de promover cidadania enquanto professores de línguas.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-06-28 11:33:22 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Fundamentação teórica sobre a temática Formação de professores de línguas</title>
         <author>luizfeliz</author>
         <link>https://padlet.com/luizfeliz/pipe/wish/268853466</link>
         <description><![CDATA[<div><br>Um texto que me marcou no curso: Treinamento x formação<br><br>"Leffa elenca a necessidade de diferenciar treinamento de formação. O treinamento tem relação com demandas imediatistas, além de ser um processo estanque com começo, meio e fim; já na formação o processo constrói resultados em longo prazo. Esse prepara o professor para o futuro. Quando há formação, mesmo que venha um futuro imprevisível à frente, é possível perceber o esgotamento de métodos e a necessidade de reformular e reinventar<br>práticas."<br><br>LEFFA, Vilson J. <em>O professor de línguas estrangeiras</em>: construindo a proxssão. [organizado por] Vilson J. Leffa. – 2.ed., Pelotas: EDUCAT, 2008. </div>]]></description>
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         <pubDate>2018-06-28 11:40:26 UTC</pubDate>
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