<?xml version="1.0"?>
<rss version="2.0">
   <channel>
      <title>A   Formação   sócio   cultural   do   Brasil contemporâneo  e  suas  implicações  étnicas by Ana Clara Alves Santos Ferraz</title>
      <link>https://padlet.com/anaalves04/6lnxcw8hv68od2pj</link>
      <description>Professor: Leonardo Sant&#39;Anna Santos                                          Aluna: Ana Clara                                                                 </description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2024-09-16 21:10:01 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2024-09-17 01:34:37 UTC</lastBuildDate>
      <webMaster>hello@padlet.com</webMaster>
      <image>
         <url></url>
      </image>
      <item>
         <title>Definição de cultura</title>
         <author>anaalves04</author>
         <link>https://padlet.com/anaalves04/6lnxcw8hv68od2pj/wish/3122458790</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>"Cultura</strong> <strong>é um termo com sentido amplo que pode indicar tanto a produção artística quanto o modo de vida, o conjunto de saberes, a religião e outras expressões de um povo." </strong></p><p><br/></p><ul><li><p><strong>Ela está presente em tudo na nossa vida desde a nossa forma de vestir, nossos gostos pessoais tais como música e arte, e também costumes tanto familiares, quanto regionais e nacionais passados de geração em geração.</strong></p></li></ul><p><br/></p><p><br/></p><p><strong>Fonte:</strong><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://brasilescola.uol.com.br/cultura"><strong>https://brasilescola.uol.com.br/cultura</strong></a></p><p><br/></p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/2407831606/1b5fa7d3004ee54bfa7e2382287973b9/festival_parintins_parintinis_manaus_amazonas_boi_caprichoso_garantido_gshow_2023_entenda.webp" />
         <pubDate>2024-09-16 21:28:08 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/anaalves04/6lnxcw8hv68od2pj/wish/3122458790</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Entendendo a origem sociocultural do Brasil. I</title>
         <author>anaalves04</author>
         <link>https://padlet.com/anaalves04/6lnxcw8hv68od2pj/wish/3122467724</link>
         <description><![CDATA[<p>O Brasil republicano foi simbolicamente desenhado como uma nação miscigenada, formada por várias culturas que não apenas conviveriam pacificamente, mas que também contribuíram para a formação de uma cultura e de uma identidade nacionais exclusivas do Brasil. Porém, não é mais possível que no século XXI se reproduza a ideia da miscigenação sem a reflexão da violência estrutural resultante das relações de poder entre esses povos.</p><p><br/></p><p>No final do século XIX, havia uma necessidade de pertencimento à nação brasileira, A noção de pertencimento foi intencionalmente desenvolvida no Brasil republicano especialmente por meio da educação pública, a fim de difundir o conceito de identidade nacional.</p><p>Assim, a construção da sensação de pertencimento ajudava a formar e legitimar a identidade nacional, e essa identidade, por sua vez, estreitaria os laços do povo com o novo Estado e sua forma de organização e governo, prevenindo movimentos separatistas, mantendo unido o território vasto do antigo Império e salientando a unidade nacional frente a possíveis ameaças externas.</p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p>Fonte: Formação sociocultural do Brasil I</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-09-16 21:39:02 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/anaalves04/6lnxcw8hv68od2pj/wish/3122467724</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Entendendo a origem sociocultural do Brasil. II</title>
         <author>anaalves04</author>
         <link>https://padlet.com/anaalves04/6lnxcw8hv68od2pj/wish/3122477216</link>
         <description><![CDATA[<p>Naquele momento, no final do século XIX, a constituição da República buscava criar a imagem de um país moderno e economicamente alinhado às principais potências capitalistas mundiais — Estados Unidos e França. Para isso, os ideais de liberdade, igualdade e participação que permearam as revoluções burguesas nesses dois países precisavam ser aqui reproduzidas, com a transição da forma do Estado monárquico para o republicano. Assim, buscou-se criar elementos simbólicos que afastassem a memória social dos contextos de colonização e da égide da monarquia portuguesa como expressões de dominação europeia — muito embora o país fosse independente desde 1822, os laços com a coroa portuguesa não foram cortados, mesmo que a monarquia brasileira se mostrasse mais conectada ao Brasil que às memórias das cortes europeias. Na busca pela criação de uma identidade nacional que se descolasse das memórias coloniais e do impacto da dominação cultural, política e econômica, as dinâmicas de poder entre as culturas que formariam o povo e a identidade culturais brasileiras foram moldadas para salientar uma espécie de simbiose entre diferentes culturas, apagando um histórico de dominação e violência. Assim, surgiu a noção de que povo brasileiro, miscigenado entre povos negros, brancos e indígenas, convivia em paz com as diferentes origens que formariam uma só cultura, diversificada, única e sobretudo pacífica e integrada. Desse modo, a identidade nacional e a noção de pertencimento foram estabelecidas no início do século XX, resultando na manutenção de violências estruturais e simbólicas de povos durante a colonização, com a valorização da influência dos povos europeus, sem, no entanto, que se admitisse a existência do racismo, levando à formação do mito da igualdade racial.</p><p><br></p><p><br></p><p><br></p><p>Fonte: Formação sociocultural do Brasil I</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-09-16 21:51:33 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/anaalves04/6lnxcw8hv68od2pj/wish/3122477216</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Ocupação e colonização brasileira</title>
         <author>anaalves04</author>
         <link>https://padlet.com/anaalves04/6lnxcw8hv68od2pj/wish/3122514281</link>
         <description><![CDATA[<p>Antes da ocupação portuguesa o brasil possuía indígenas que ocupavam o território, cada um possuindo uma particularidade em costumes e em tribos. Foram feitos escambos, e muito do brasil foi explorado seja da matéria-prima, seja dos indígenas que foram escravizados. O contexto do "descobrimento" foi marcado por violência, abuso e escravidão, é uma mancha no passado que precisa ser exposta para que as gerações futuras além de conhecer possam contribuir para uma mudança positiva no país, respeitosamente.</p><p>A ocupação inicial do território brasileiro oferece então a composição social da nova colônia: no topo da pirâmide social, nobres e ricos comerciantes. Na base, os povos explorados: povos negros e indígenas escravizados. Havia também pessoas brancas não nobres, que partiam de Portugal em busca de oportunidades no Novo Mundo, mas que viam-se sem lócus, sem espaço social a ser ocupado na ausência de titulação aristocrática, grandes posses ou carreira militar. Essas pessoas, no entanto, foram importantes para estruturar os vilarejos e o processo de ocupação territorial.</p><p><br/></p><p>Fonte:Formação sociocultural do Brasil I</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-09-16 22:51:33 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/anaalves04/6lnxcw8hv68od2pj/wish/3122514281</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Colonização e relações de poder</title>
         <author>anaalves04</author>
         <link>https://padlet.com/anaalves04/6lnxcw8hv68od2pj/wish/3122520514</link>
         <description><![CDATA[<p>O processo de colonização determinou um padrão de relacionamentos sociais em que havia dinâmicas de poder estabelecidas entre dominadores e dominados: colonizadores, brancos europeus, determinaram a língua, a religião e as formas de organização social que regrariam as condutas coletivas, como na formação de famílias ou exercício do trabalho. </p><p><br/></p><p>Fonte: Formação sociocultural do Brasil I</p><p>Devido a isso, as dinâmicas das relações de poder são tão relevantes na formação das identidades: ao reafirmar e reproduzir lugares e condutas onde há privilegiados e oprimidos, cria-se a referência do pertencimento, o que pode dificultar ações de resistência</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-09-16 23:02:43 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/anaalves04/6lnxcw8hv68od2pj/wish/3122520514</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Diferentes manifestações culturais: identidades coletivas e identidades ancestrais.</title>
         <author>anaalves04</author>
         <link>https://padlet.com/anaalves04/6lnxcw8hv68od2pj/wish/3122527604</link>
         <description><![CDATA[<p>Com a industrialização do país, houveram modificações na sociedade, mas que favoreciam à elite, mas que marginalizavam os negros, por exemplo. Bem como foram feitas diversas construções nas cidades do Rio de Janeiro e em São Paulo, imitando construções europeias.</p><p>Como um Estado que procurava modernizar-se e criar uma nova identidade nacional, a remodelação do espaço público fazia parte do processo. No entanto, a sociedade não foi interpretada como miscigenada e plural, embora única, como a premissa nacionalista divulgava: trabalhadores, escravizados e ex-escravizados eram retirados à força dos espaços públicos e até presos quando não cumpriam a ordem de abandonar os espaços destinados às “famílias tradicionais”.</p><p>O entorno das praças e passeios públicos também foi afetado pelo projeto higienista urbano, demolindo moradias simples e levando à formação das favelas e cortiços às margens das cidades. As músicas e expressões artísticas de origem negra, como a capoeira e o samba, foram por décadas proibidas em espaços públicos e associados à “vadiagem”, punidos com prisão.</p><p><br></p><p>Fonte: Formação sociocultural do Brasil I</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-09-16 23:14:18 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/anaalves04/6lnxcw8hv68od2pj/wish/3122527604</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Diferentes manifestações culturais: identidades coletivas e identidades ancestrais.</title>
         <author>anaalves04</author>
         <link>https://padlet.com/anaalves04/6lnxcw8hv68od2pj/wish/3122636159</link>
         <description><![CDATA[<p>É possível ver até nos dias de hoje as influências que os negros trouxeram, seja na religião, culinária, esportes(no caso da capoeira), e na música, um exemplo disso é o samba que se tornou um gênero musical conhecidíssimo com o passar dos anos. Embora a princípio não agradasse tanto assim os mais elitizados, uma vez que antigamente era crime tocar samba.</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-09-17 01:15:24 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/anaalves04/6lnxcw8hv68od2pj/wish/3122636159</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Carnaval 2020: quando tocar samba dava cadeia no Brasil</title>
         <author>anaalves04</author>
         <link>https://padlet.com/anaalves04/6lnxcw8hv68od2pj/wish/3122638482</link>
         <description><![CDATA[<p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.terra.com.br/diversao/arte-e-cultura/carnaval-2020-quando-tocar-samba-dava-cadeia-no-brasil,f4e5777d6b8e6820648c338bb1485afep9f6bszg.html?utm_source=clipboard">https://www.terra.com.br/diversao/arte-e-cultura/carnaval-2020-quando-tocar-samba-dava-cadeia-no-brasil,f4e5777d6b8e6820648c338bb1485afep9f6bszg.html?utm_source=clipboard</a></p><p><br/></p><p>No início do século 20, ele foi parado por policiais porque estava com o instrumento musical na mão.</p><p>Em uma das ocasiões, um agente resolveu apreender o pandeiro, visto como uma prova da "vadiagem" do compositor, segundo narrou o biógrafo Lira Neto em seu livro Uma História do Samba (Cia. das Letras).</p><p>Naquele dia, sem o pandeiro, João decidiu faltar a uma roda de samba da qual fazia parte. O senador José Gomes Pinheiro Machado (1851-1915), fã do ritmo e um dos políticos mais importantes da época, ficou sabendo da história e pediu que João fosse a seu gabinete.</p><p>Membro do então Partido Republicano Conservador, Pinheiro Machado escreveu uma dedicatória assinada no novo pandeiro de João: "A minha admiração, João da Baiana — Senador Pinheiro Machado".</p><p>A partir de então, quando era parado por policiais, o músico mostrava o instrumento com a assinatura do parlamentar. Funcionava como um salvo-conduto contra a repressão.</p><p>O caso do compositor é ilustrativo de como o samba — hoje um dos ritmos mais ouvidos do país — foi um dos movimentos culturais da comunidade negra a sofrer perseguição da lei e de autoridades racistas. Ocorreu o mesmo com a capoeira e, décadas depois, com o rap e com o funk.</p><p>Em 1890, dois anos depois da promulgação da Lei Áurea, foi estabelecida por legislação a definição do crime de "vadiagem". Ou seja, se uma pessoa andasse na rua e não comprovasse estar trabalhando, podia ser levada à delegacia. O "crime" rendia até 30 dias de prisão.</p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
         <enclosure url="https://www.terra.com.br/diversao/arte-e-cultura/carnaval-2020-quando-tocar-samba-dava-cadeia-no-brasil,f4e5777d6b8e6820648c338bb1485afep9f6bszg.html#:~:text=O%20ritmo%20foi%20tratado%20como,at%C3%A9%2030%20dias%20de%20cadeia.&amp;text=Tocar%20samba%20j%C3%A1%20foi%20motivo,por%20associa%C3%A7%C3%A3o%2C%20%22bandido%22." />
         <pubDate>2024-09-17 01:17:20 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/anaalves04/6lnxcw8hv68od2pj/wish/3122638482</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>anaalves04</author>
         <link>https://padlet.com/anaalves04/6lnxcw8hv68od2pj/wish/3122640102</link>
         <description><![CDATA[<p>Assim, compreender as dinâmicas socioculturais no Brasil é um trabalho em dois níveis, que têm características próprias, mas que nesse contexto não se separam, porque foram forjados segundo a mesma lógica: as relações de classe e as relações raciais exprimem um modelo capitalista de exploração racista. A noção de pertencimento e a identidade nacional foram legitimadas com o passar do tempo no país. No entanto, é preciso ter em mente a inexistência da homogeneidade cultural que seria produto da pretensa igualdade racial, comprovadamente uma falácia no Brasil, ainda que atualmente haja muito trabalho de grupos transversais na defesa de plataformas e políticas públicas que assegurem a equidade social.</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-09-17 01:18:50 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/anaalves04/6lnxcw8hv68od2pj/wish/3122640102</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Conclusão</title>
         <author>anaalves04</author>
         <link>https://padlet.com/anaalves04/6lnxcw8hv68od2pj/wish/3122655691</link>
         <description><![CDATA[<p>Devido a todo um passado, deve-se ser levado em conta todos os fatores que trazem à tona toda a injustiça social diante da sociedade brasileira. Ainda em pleno século XXI é possível notar a desigualdade social se alastrando mais, bem como o preconceito. Muito embora o brasil seja feito de uma grande miscigenação, devido à quantidade de povos que foram trazidos em sua maioria para trabalho escravo. bem como os imigrantes, ainda é notório, tamanha falta de empatia, apesar do homem evoluir em tecnologia, sua mente continua estagnada, não é a toa que a triste realidade para algumas etnias brasileiras é viver à margem da sociedade.</p><p>Apesar disso também é notório um novo movimento, nos novos tempos vemos muitos jovens lutando em prol da igualdade e repudiando qualquer ato desrespeitoso e de inferioridade, pois afinal o Brasil é uma mistura de nações.</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-09-17 01:32:25 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/anaalves04/6lnxcw8hv68od2pj/wish/3122655691</guid>
      </item>
   </channel>
</rss>
