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      <title>Maria João Neves_ 2º A_ Nº30022 by Maria João Neves</title>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2023-09-27 17:04:33 UTC</pubDate>
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         <title>A minha memória mais antiga com livros</title>
         <author>mariajoaopneves</author>
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         <description><![CDATA[<div>Desde muito pequena que os meus pais me liam várias histórias e me cantavam cantigas antes de dormir, principalmente a minha mãe.</div><div>Esses eram momentos de grande cumplicidade e ternura que me ajudavam a relaxar e a adormecer.&nbsp;<br>Nas prateleiras do quarto existiam várias colecções com contos&nbsp; e fábulas que me faziam sonhar e viajar pelas suas histórias.&nbsp;<br>Além destes momentos adorava ouvir histórias da Disney em formato de cassete de áudio. Existia uma grande colecção, guardada numa cesta de madeira, que eu adorava abrir e escolher a aventura daquele dia através do som do rádio.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-09-27 17:14:25 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>mariajoaopneves</author>
         <link>https://padlet.com/mariajoaopneves/6ke1q2ezilt3725h/wish/2767153022</link>
         <description><![CDATA[<p>Como proposta de trabalho da segunda aula de literatura infantojuvenil foi-nos pedido para escolhermos um livro que, no nosso entender, correspondesse a um exemplo de uma obra de literatura infantojuvenil e um outro de um livro para crianças. </p><p>Os livros que escolhi não corresponderam ao pretendido mas com o meu "erro" consegui perceber melhor a diferença entre uns e outros, tornando-se por isso mais fácil perceber as obras que se enquadram num registo e as obras que se enquadram noutro. </p><p>Aqui estão algumas das diferenças mais significativas:</p><p>A literatura infantojuvenil ,por norma, é mais subjetiva, proporcionando a reflexão e o questionamento. Por seu lado os livros para crianças tem uma narrativa objetiva que pretende um fácil entendido por parte do leitor e respetiva interpretação. </p><p>Os elementos paratextuais da LIJ são, normalmente, muito ricos e podem levantar questões e curiosidade sobre a história, permitindo elaborar uma série de atividades de pré-leitura. As ilustrações nestas obras convidam, muitas vezes, ao aprofundamento do título e da sua possível mensagem. Pelo contrário nos livros para crianças estes elementos são mais "pobres" e o título e a ilustração da capa não convidam à reflexão.</p><p>Nas obras de literatura são usadas histórias de ficção, onde o leitor é convidado a adentrar no seu próprio mundo, nas suas vivências e emoções, podendo haver uma identificação com a história e com o simbolismo da sua mensagem. </p><p>Os livros para crianças são pensados, tal como o nome indica, para crianças, o mesmo não acontece com a LIJ, embora o seu público sejam as crianças e os adolescentes, qualquer pessoa, independentemente da sua idade é cativada por muitas destas histórias e por todo o simbolismo que as mesmas possuem. </p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-28 15:49:19 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>mariajoaopneves</author>
         <link>https://padlet.com/mariajoaopneves/6ke1q2ezilt3725h/wish/2820028538</link>
         <description><![CDATA[<p>&nbsp;</p><p>Até ao século XVIII não há praticamente registos de livros escritos especificamente para crianças. &nbsp;Isto deve-se essencialmente ao facto de, até então, não existir na sociedade o conceito de infância, como etapa do desenvolvimento humano. A criança era vista como um mini-adulto, um adulto em fase de crescimento que não tinham qualquer necessidade especifica.&nbsp;“Antes de poder haver livros para crianças, tinha de haver crianças...” ( Townsend, 1977).</p><p>Só o clero e a nobreza tinham acesso à cultura e literatura escrita, as narrativas populares chegavam ao povo através da oralidade e eram,&nbsp;por isso, textos curtos.</p><p>&nbsp;</p><p>Eram produzidos na sua maioria pelo povo e por ele contados e transmitidos de geração em geração. Estas histórias perduravam na memória das pessoas e integravam as suas tradições e costumes, os contos faziam parte da identidade cultural de um lugar e do imaginário coletivo.&nbsp; Era através da tradição oral que eram partilhados conhecimentos, crenças, valores e ideologias. &nbsp;</p><p>Com as transformações sociais do século XVIII há a criação de um novo sistema educativo, o sistema escolar, e com ele a introdução de novas práticas de leitura que produziram um novo mercado para os livros infantis. A literatura infantojuvenil transpõe o caráter pedagógico e apresenta-se com caráter lúdico.</p><p>&nbsp;</p><p>Como forma de percebermos estas mudanças a professora sugeriu a leitura de contos populares em diferentes períodos da história, foi bastante interessante perceber as diferenças de abordagem entre uns e outros.</p><p>&nbsp;</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-12-10 15:47:02 UTC</pubDate>
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         <title>Versão de Charles Perrault e dos irmãos Grimm</title>
         <author>mariajoaopneves</author>
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         <description><![CDATA[<p>O capuchinho vermelho é um dos contos mais conhecidos de todos os tempos e provavelmente um dos que mais sofreu adaptações e reescritas. Foi escrito originalmente por Charles Perrault no século XVII para a corte francesa.</p><p><br/></p><p>Este conto tinha como destinatários principais as aias e os senhores nobres da corte; para as aias, este conto tinha a intenção de ser um conto de aviso, para que tivessem cuidado a quem davam conversa e aos potenciais predadores sexuais. Para os nobres e burgueses da época, era uma sátira aos comportamentos sexuais desviantes de alguns homens.</p><p>&nbsp;</p><p>Esta narrativa é direta, com diálogos curtos que explicam uma intencionalidade clara. Perrault não estava preocupado em criar “finais felizes” mas sim em passar uma mensagem percetível.</p><p>Com base nessa intencionalidade, os contos de Perrault eram marcados por uma moralidade que aparecia no final de cada história, o mesmo acontece em “ Capuchinho Vermelho”:</p><p>“ Vê-se aqui que crianças jovens, sobretudo moças belas, bem feitas e gentis, fazem muito mal em escutar todo o tipo de gente; e que não é coisa estranha que o lobo tantas delas coma. Digo o lobo, porque nem todos os lobos são do mesmo tipo. Há-os de um humor gracioso, subtis, sem fel e sem cólera, que — familiares, complacentes e doces — seguem as jovens até às suas casas, até mesmo aos seus quartos; mas ai! Quem não sabe que estes lobos delicodoces são de todos os lobos os mais perigosos.”</p><p>&nbsp;</p><p>No início do século XIX este conto é reescrito pelos irmãos Grimm. É importante destacar que nesta altura a criança começava a ter um estatuto próprio e a sua educação tem um papel fundamental. A criança nesta altura é vista também como um ser que deve ser protegido e instruído pelo adulto. Este novo paradigma provoca mudanças na forma como os contos são pensados e escritos.</p><p><br/></p><p><br/></p><p>Na versão dos irmãos Grimm a narrativa é mais emotiva, mais descritiva e apela aos “bons” sentimentos e ao que é moralmente correto. A criança é retratada como um ser inocente que é salva por um homem adulto, uma espécie de herói masculino. Tudo termina bem e em harmonia, os bons “ganham” e os “maus” têm o castigo devido.</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-12-10 16:50:34 UTC</pubDate>
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         <title>O abecedário do conto</title>
         <author>mariajoaopneves</author>
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         <description><![CDATA[<p>Esta atividade foi realizada em sala de aula e é uma excelente opção para realizar atividades com crianças, tanto de pré-leitura como de pós-leitura. </p><p><br/></p><p>Possibilita a ativação do imaginário sobre a história e a perceção de diferentes interpretações da mesma. </p><p><br/></p><p>Este foi o resulta da turma A. </p>]]></description>
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         <pubDate>2023-12-10 16:52:35 UTC</pubDate>
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         <title>Diferentes versões e objetos que nos remetem para a história</title>
         <author>mariajoaopneves</author>
         <link>https://padlet.com/mariajoaopneves/6ke1q2ezilt3725h/wish/2820076340</link>
         <description><![CDATA[<p>Como atividade para uma das aulas, a professora sugeriu que cada aluno levasse uma versão da história da capuchinho vermelho e um objeto que nos fizesse lembrar o conto. </p><p><br/></p><p>Eu levei uma versão da história escrita e ilustrada pelos alunos do 1º ciclo de uma escola no norte do país e levei um lenço vermelho que me fazia lembrar a capa da menina da história. </p><p><br/></p><p>Foi muito interessante ver os diferentes objetos que os meus colegas levaram e a sua criatividade. </p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2023-12-10 16:55:56 UTC</pubDate>
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         <title>A estrutura do conto</title>
         <author>mariajoaopneves</author>
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         <description><![CDATA[<p>Vários foram os autores que estudaram o “esqueleto” dos contos populares e os seus ingredientes. &nbsp;</p><p><br></p><p>Nomes como Vladimir Propp ou Algirdas Julien Greimas desenvolveram&nbsp;conceitos de narrativas e estruturas que contribuíram em grande escala para o entendimento do conto. &nbsp;</p><p><br></p><p>O conto popular obedece a uma forma, a uma estrutura que serve de base para a sua construção. &nbsp;</p><p>São, normalmente, narrativas fechadas que obedecem a 4 momentos essenciais para o desenvolvimento da história. Num 1º momento há a descrição de uma situação, o quotidiano da vida das personagens. De seguida, há um problema, uma rutura dessa normalidade. A situação seguinte aparece como uma tentativa de resolução da adversidade pela personagem principal&nbsp;ou com a ajuda de outros. No 4º momento há a resolução do problema e o restabelecimento do equilíbrio. &nbsp;</p><p><br></p><p>Esta estrutura remete para a nossa própria vida, para os desafios que vão surgindo e que nos obrigam a sair do “status quo” e a enfrentarmos, muitas vezes, os nossos dragões internos e externos de forma a nos superarmos.&nbsp;</p><p><br></p><p>Os contos contam sempre com personagens, que podem ser pessoas, animais ou seres imaginários que ganham vida. Quem será a vítima? E o herói? E o vilão?&nbsp;</p><p><br></p><p>Existe sempre a noção de tempo e espaço nas narrativas. Onde se passa o conto? Qual o seu tempo histórico? E diegético? &nbsp;</p><p><br></p><p>Há em muitos contos elementos do maravilhoso e ecos de outros contos que nos fazem viajar entre histórias. &nbsp;</p><p><br></p><p>Um bom conto é aquele que nos faz pensar, sentir, retirar algum ensinamento ou no caso das fábulas alguma moralidade. &nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-12-17 20:47:40 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>A simbologia nos contos populares</title>
         <author>mariajoaopneves</author>
         <link>https://padlet.com/mariajoaopneves/6ke1q2ezilt3725h/wish/2827672384</link>
         <description><![CDATA[<p>Os contos populares estão recheados de simbologia, camadas de significados mais profundos que vivem no inconsciente coletivo e individual de todos nós. </p><p><br/></p><p>Um dos estudiosos nesta área foi o psicanalista Bruno Bettelheim, que entendeu a importância dos símbolos na jornada de desenvolvimento integral da criança. </p><p><br/></p><p>Mergulhar no universo dos símbolos traz ao leitor uma compreensão de que nada é escolhido ao acaso, há uma dimensão subjetiva, quase espiritual, do conto e das palavras e termos escolhidos. </p><p><br/></p><p>Um dos contos onde aprofundamos esta temática foi " A gata borralheira". Aqui ficam alguns exemplos dos seus símbolos:</p><ul><li><p>O borralho - Como símbolo de limpeza, renascimento e transformação;</p></li><li><p>O tamanho do sapato - Como símbolo de feminilidade e de identificação pessoal;</p></li><li><p>A abóbora - Símbolo de fecundidade e abundância;</p></li><li><p>A fada - Mensageira do outro mundo e da energia materna. </p></li></ul><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2023-12-17 20:50:18 UTC</pubDate>
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         <title>Gata borralheira - Cinderela - O sapatinho de vidro</title>
         <author>mariajoaopneves</author>
         <link>https://padlet.com/mariajoaopneves/6ke1q2ezilt3725h/wish/2828759524</link>
         <description><![CDATA[<p>Três nomes para uma mesma história...Este conto foi originalmente escrito por Charles Perrault e tal como muitas outras histórias sofreu diversas alterações e reescritas. Na aula conhecemos uma destas reescritas, a dos irmãos Grimm, com bastantes diferenças da versão original. &nbsp;</p><p><br/></p><p>O esqueleto da narrativa é o mesmo em ambas as versões.... Uma menina que perde a mãe e que se vê obrigada a ir viver com a nova esposa do pai e com as suas filhas. Esta menina era tratada de forma bastante cruel e servia como uma empregada às demais. Um certo dia há um baile no reino e todas as jovens&nbsp;ficam entusiasmadas por comparecer, procurando escolher o seu melhor vestido para impressionar o jovem príncipe. Cinderela vê-se impedida de ir ao baile e é gozada pelas suas irmãs por ponderar ir. No entanto, com a intervenção de uma personagem que pertence ao reino do maravilhoso é preparada com o mais belo vestido e com uma carruagem mágica que a leva até ao palácio. Aqui conhece o príncipe e os dois apaixonam-se. Depois de frequentar o dito baile mais algumas vezes e de sempre fugir do jovem&nbsp;para não ser descoberta, este decide que tem de a encontrar. Numa das noites, Cinderela perde um sapato e é com este objeto que o príncipe depois de passar por alguns constrangimentos a consegue encontrar e esposá-la. &nbsp;</p><p><br/></p><p>Na versão dos irmãos Grimm há um maior enquadramento da situação inicial e do problema que despoleta a trama da história. Nesta versão há claramente uma maior noção da “vítima” e do “vilão”, a distinção entre o bem e o mal, onde o bom é recompensado e o mau é castigado. Na versão de Perrault isso é descrito de forma mais subtil e as irmãs vilãs são perdoadas no final e recompensadas. &nbsp;</p><p><br/></p><p>Na versão dos irmãos Grimm é percetível que o público para o qual a história foi escrita são as crianças, com o objetivo de passar uma aprendizagem. Na versão de Perrault, como é habitual nos seus contos, existe uma moralidade final, neste caso existem duas: A primeira mais dirigida às crianças, sobre a importância da boa educação em prol da beleza exterior; a segunda aborda a importância de ter bons padrinhos e madrinhas como forma de ascender na vida, esta mais dirigida aos adultos. &nbsp;</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-12-18 19:03:01 UTC</pubDate>
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         <title>Estrutura do conto</title>
         <author>mariajoaopneves</author>
         <link>https://padlet.com/mariajoaopneves/6ke1q2ezilt3725h/wish/2829972056</link>
         <description><![CDATA[<p>Situação inicial:</p><ul><li><p>Uma menina, de nome Cinderela, que vivia com os pais.&nbsp;</p><p><br></p></li></ul><p>Problema:&nbsp;</p><ul><li><p>Morte da mãe e novo casamento do pai com uma mulher que tratava a Cinderela de forma deplorável e cruel juntamente com as suas filhas. Situação de abusos e infelicidade. Na versão de Grimm tanto a&nbsp;parte inicial com a descrição do problema aparecem de forma mais detalhada.</p><p> &nbsp;</p></li></ul><p>Tentativa de resolução :&nbsp; </p><ul><li><p>Há um baile e um convite para o baile.&nbsp;</p></li></ul><ul><li><p>Na versão de Perrault a fada madrinha aparece como simbologia da 2ª mãe, na versão dos irmãos Grimm, a avelaneira mágica que existe junto à campa da mãe - Ambos aparecem e preparam a adolescente para o baile com a ajuda do reino animal e vegetal.&nbsp;</p></li><li><p>Aparecimento do príncipe como salvador. &nbsp;</p><p><br></p></li></ul><p>Resolução/ equilíbrio:&nbsp;</p><ul><li><p>O sapato que encaixa no pé da Cinderela e o casamento real.&nbsp;</p></li></ul><p>&nbsp;</p><p>Personagens:&nbsp;</p><ul><li><p>Bons- Cinderela, mãe, príncipe, fada madrinha/ avelaneira. &nbsp;</p></li><li><p>Vilões- Pai, madrasta e “irmãs”.&nbsp;</p></li></ul><p>&nbsp;</p><p>Espaços / Tempo:&nbsp;</p><ul><li><p>Grande parte da história passa-se na casa da Cinderela, em diferentes espaços (cozinha, sótão, jardim), todos com uma forte simbologia ao refúgio, à transformação e à transcendência.&nbsp;</p></li><li><p>O baile passa-se no palácio e remete para a aspiração à riqueza e à nobreza&nbsp;</p><p><br></p></li><li><p>Tempo histórico- É percetível no conto que este se passa numa sociedade estratificada e provavelmente medieval.&nbsp;</p></li><li><p>Tempo diegético - Durante a adolescência da jovem. &nbsp;</p></li></ul><p>&nbsp;</p><p>Elementos do maravilhoso:&nbsp;</p><ul><li><p>Fada madrinha (Versão de Perrault)&nbsp;</p></li><li><p>Avelaneira (Versão Grimm)&nbsp;</p></li></ul><p>&nbsp;</p><p>Ecos de outros tempos: &nbsp;</p><ul><li><p>Este conto remete-nos para outras histórias, como por exemplo, a bela adormecida, com a presença da fada madrinha ou para a madrasta cruel da branca de neve. &nbsp;</p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2023-12-19 19:59:51 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title></title>
         <author>mariajoaopneves</author>
         <link>https://padlet.com/mariajoaopneves/6ke1q2ezilt3725h/wish/2830014980</link>
         <description><![CDATA[<p>3,2,1...Silêncioooo, telemóveis desligados, ouvidos bem atentos e corações abertos...A aula de Literatura Infantojuvenil vai começar e é hora de escutarmos um conto. </p><p>No início de cada aula a professora brinda-nos com a leitura de um conto, estas narrativas levam-me sempre numa viagem pelas minhas emoções e fazem-me refletir sobre mim própria e sobre o mundo. </p><p><br></p><p>Deixo aqui a capa de alguns deles que fazem parte desta estante...</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-12-19 21:00:28 UTC</pubDate>
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         <title>“O senhor do seu nariz e outras histórias” de Álvaro Magalhães </title>
         <author>mariajoaopneves</author>
         <link>https://padlet.com/mariajoaopneves/6ke1q2ezilt3725h/wish/2830015624</link>
         <description><![CDATA[<p>"Um conjunto de cinco contos encantadores e divertidos, que também nos deixam a pensar. Há a história de um rapaz condenado a carregar desde a nascença um nariz do tamanho de um chouriço e que, aos poucos, transforma a sua desgraça em graça. Há também a história de quatro ladrões que são enganados por uma luz esverdeada que lhes falava ao ouvido. E a história de Pedro e Inês, que se queriam bem, mas se desencontraram durante a vida inteira (e na outra também). E a história do Senhor Pascoal, que deu a volta ao mundo à procura da felicidade e só a encontrou quando deixou de a procurar. E ainda a história de um homem ambicioso e agitado que não dava descanso ao seu anjo da guarda. Tanto quis e tanto andou, que acabou onde tinha começado."</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-12-19 21:01:28 UTC</pubDate>
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         <title>“O mar viu” de Tom Percival </title>
         <author>mariajoaopneves</author>
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         <description><![CDATA[<p>"Quando a Sofia perde o seu tão amado urso na praia, ninguém vê, exceto o Mar...<br><br>Uma história comovente que nos mostra que nada fica realmente perdido se estiver guardado no coração."</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-12-19 21:02:14 UTC</pubDate>
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         <title>“Histórias tradicionais politicamente corretas” de James Finn Garner </title>
         <author>mariajoaopneves</author>
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         <description><![CDATA[<p>"Histórias Tradicionais Politicamente Corretas - Contos de sempre nos tempos modernos, politicamente corretos e&nbsp;cheios de humor."</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-12-19 21:03:14 UTC</pubDate>
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         <title>“Não há dois iguais” de Javier Sobrino e Catarina Sobral  </title>
         <author>mariajoaopneves</author>
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         <description><![CDATA[<p>«Há-os em todos os países,<br>nas terras altas e nas planícies longínquas,<br>nas urbes populosas e nas aldeias esquecidas.<br>Podem encontrar-se em qualquer lugar,<br>apesar de não serem fáceis de conseguir…»</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-12-19 21:03:51 UTC</pubDate>
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         <title>“Rosinda” de Marco Taylor</title>
         <author>mariajoaopneves</author>
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         <description><![CDATA[<p>"Rosinda distraía-se com as coisas da vida e nunca chegava onde era esperada..."</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-12-19 21:05:05 UTC</pubDate>
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         <title>“O destino de Fausto” de Oliver Jeffers </title>
         <author>mariajoaopneves</author>
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         <description><![CDATA[<p>"Em tempos, existiu um homem que acreditava ser dono de tudo...</p><p><br/></p><p>"Tu és minha." — disse Fausto à flor.<br>"Sim. Eu sou tua." — respondeu a flor.</p><p><br/></p><p>Satisfeito, Fausto prosseguiu, reclamando para si uma árvore, um lago, e ainda uma montanha. Tarde ou cedo, todos acabaram por ceder. E, sentindo-se confiante, Fausto avançou, em direção ao mar. Mas a sede de poder tem fins inesperados...</p><p><br/></p><p>Oliver Jeffers recria o destino de pequenos e grandes tiranos de todos os dias, numa fábula ilustrada que nos deixa espaço para refletirmos sobre a importância da liberdade e o poder da resistência. Um livro para todas as idades."</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-12-19 21:05:53 UTC</pubDate>
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         <title>“Os dois irmãos e a bruxa” de Carlos Nogueira </title>
         <author>mariajoaopneves</author>
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         <description><![CDATA[<p>“Era uma vez uma mulher que tinha um filho e uma filha. Um dia, mandou o filho buscar cinco reis de tremoços, e depois disse aos dois: – Vou para a floresta apanhar lenha. Se eu não voltar, sigam as cascas de tremoços que vou deitando pelo caminho, e andem até me encontrar”.<br><br>Mas “A mãe não voltou e os irmãos lá foram seguindo as casquinhas de tremoços que ela deitara para o chão”. Em vez da mãe, as duas crianças encontram uma velha que as quer assar no forno. Com o auxílio de uma fada, os dois irmãos conseguem vencer a bruxa. O bem vence o mal, a coragem vence o medo. "</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-12-19 21:07:08 UTC</pubDate>
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         <title>“Jerónimo e Josefa” de José Saramago </title>
         <author>mariajoaopneves</author>
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         <description><![CDATA[<p>"José Saramago foi ao seu passado de criança buscar o material para esta narrativa literária autobiográfica.</p><p><br/></p><p>O escritor evoca o avô e a avó maternos, Jerónimo e Josefa, fala-nos do seu modo de ser e de estar, põe-nos perante a vida humana no seu esplendor de comunhão com o que existe de mais simples, natural e, afinal, mais profundo: a liberdade infantil, a partilha de valores, a ligação aos elementos da natureza, o amor, a morte."</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-12-19 21:07:56 UTC</pubDate>
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         <title>“A verdadeira história dos três porquinhos” de Quentin Gréban </title>
         <author>mariajoaopneves</author>
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         <description><![CDATA[<p>" Esta é uma versão original da conhecida História dos Três Porquinhos. "Porquinho, querido porquinho, deixa-me entrar", diz o lobo. "Não, não deixo. Nem que me cresça uma barbicha no queixo", responde o porquinho. Divertida e inovadora, esta história desperta a curiosidade das crianças para o desenlace da ação e garante uma surpresa no desfecho da narrativa!"</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-12-19 21:08:35 UTC</pubDate>
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         <title>“Natal com a tia Josefina” de Michael Engler, Martina Matos </title>
         <author>mariajoaopneves</author>
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         <description><![CDATA[<p>" Poucos dias antes do Natal, a família Ratatovski recebe uma carta com selos e carimbos estrangeiros. Acontece que esta é uma carta da tia Josefina, que tinha ido para a América há muitos anos e se tornou uma famosa assobiadora por lá.</p><p><br/></p><p>Agora, a célebre artista desejava visitar sua família no Natal. O que parentes pobres que não têm dinheiro nem para uma refeição festiva ou para uma árvore de Natal com brinquedos irão fazer?"</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-12-19 21:09:30 UTC</pubDate>
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         <title>“Como é que o pai natal desce pela chaminé?” de Mac Barnett </title>
         <author>mariajoaopneves</author>
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         <description><![CDATA[<p>" Mas afinal, como é que o Pai Natal desce pela chaminé? Como é que ele faz, como é que funciona? Será que aperta mais o cinto ou fica pequenino como um rato? Será que se estica como plasticina? Entra de cabeça ou com os pés? Os cães devem mesmo adorar o Pai Natal, senão ladravam-lhe. E... se a casa não tiver chaminé, o que é que acontece?" </p>]]></description>
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         <pubDate>2023-12-19 21:10:19 UTC</pubDate>
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         <title>“O cavalinho de pau do menino Jesus e outros contos de natal” de Manuel António Pina  </title>
         <author>mariajoaopneves</author>
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         <description><![CDATA[<p>" Quando soube que o Menino Jesus tinha nascido, o Pai Natal ficou contentíssimo. Vestiu-se a correr, carregou o trenó com presentes e chamou as renas:<br>"Dasher, Dancer, Dunder… Venham depressa!"</p><p><br>Quando a Mãe Natal, que fora fazer compras, chegou a casa, o Pai Natal já tinha atrelado as renas e estava pronto para partir."</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-12-19 21:10:57 UTC</pubDate>
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         <title>Adolfo Coelho</title>
         <author>mariajoaopneves</author>
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         <description><![CDATA[<p>Portugal tem uma grande riqueza cultural no que diz respeito aos contos populares. Histórias que nos acompanharam enquanto crescíamos, as mesmas histórias que fizeram parte da infância dos nossos pais ou avós....o poder da literatura e em especial dos contos populares é fascinante, criando laços invisíveis que nos unem de alguma maneira com a nossa ancestralidade.  </p><p><br></p><p>Adolfo Coelho, intelectual do sec. XIX, reuniu mais de 50 contos da nossa tradição. </p><p><br></p><p>Este link dá acesso a alguns desses contos, existentes numa coletânea com o título " Contos populares portugueses". <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikisource.org/wiki/Contos_Populares_Portuguezes">https://pt.wikisource.org/wiki/Contos_Populares_Portuguezes</a></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2023-12-22 09:47:50 UTC</pubDate>
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         <title>A carochinha</title>
         <author>mariajoaopneves</author>
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         <description><![CDATA[<p>Uma das narrativas mais conhecidas por todos nós é a da Carochinha. </p><p><br/></p><p>Na aula começamos por ouvir a versão recolhida por Adolfo Coelho, esta era ligeiramente diferente da que eu me lembrava de criança.</p><p>Embora o enredo da história gire à volta de um incidente peculiar ( a morte do João Ratão que caiu no caldeirão), tem uma pitada de humor particular e traz consigo uma reflexão profunda, de que toda a ação tem a sua reação. Isto fez-me lembrar da teoria do caos e do efeito borboleta, onde o simples bater de asas de uma borboleta numa parte do globo pode despoletar um evento meteorológico noutra. Acredito que esta leitura poderia resultar em reflexões e partilhas muito interessantes em sala de aula com as crianças. </p><p><br/></p><p>A professora leu uma 2ª versão deste conto, desta vez da autoria de Luísa Ducla Soares, ligeiramente diferente da 1ª.</p><p><br/></p><p>Na versão de Adolfo Coelho, a Carochinha escolhia o seu futuro marido pela sua voz para que não acordasse os filhos durante a noite. Na versão de Luísa Ducla Soares, os pretendentes são escolhidos pelo que comem, o que mostra uma evolução do papel da mulher. João Ratão é o mais determinado e é o escolhido para casar com a Carochinha. </p><p><br/></p><p>Na versão de Ducla Soares a Carochinha aparece como uma "mulher" mais sofisticada, que se arranja e cuida do seu aspeto exterior. Nesta versão o ambiente é mais urbano.</p><p><br/></p><p>Na 1ª versão, o João Ratão fica a tomar conta da panela onde estavam a ser cozinhados os feijões enquanto a Carochinha ia à missa. Na 2ª versão vão os dois passear quando a Carochinha se apercebe que lhe falta o seu colar, pede ao marido para o ir buscar. Quando o ratito entra em casa sente o cheiro de uma sopa com chouriço ao lume, tenta provar e cai na panela. Há notoriamente um ajuste das ações aos costumes da época, como a gastronomia e o lazer.</p><p><br/></p><p>Na versão de Adolfo Coelho, o pobre rato morre no caldeirão, já na 2ª versão o rei consegue salvar o rato e a história tem um final feliz, há assim uma suavização do final para que tudo acabe bem, o que denota algum cuidado por parte do autor em relação ao público-alvo (as crianças). </p><p><br/></p><p>As lengalengas usadas são também distintas nas duas versões, o que acrescenta um estilo mais leve e humorístico, assim como as ilustrações, no livro de Luísa Ducla Soares, estas são bastante ricas e apoiam a narrativa. </p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2023-12-22 14:20:04 UTC</pubDate>
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         <title>O coelhinho branco</title>
         <author>mariajoaopneves</author>
         <link>https://padlet.com/mariajoaopneves/6ke1q2ezilt3725h/wish/2832450434</link>
         <description><![CDATA[<p>Um dos contos que lemos na aula foi o Coelhinho Branco, da autoria de Adolfo Coelho. Lemos também uma narrativa reescrita em castelhano do escrito Xosé Ballesteros. </p><p><br/></p><p>Aqui fica um trabalho delicioso realizado pela turma do 2º ano da escola EB1/JI de Anta 1, do agrupamento de Escolas Sá Couto, em Espinho.  Uma atividade interessante para realizar com crianças em momentos de pós-leitura. </p>]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=SBBkNhkpwPI" />
         <pubDate>2023-12-22 14:40:14 UTC</pubDate>
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         <title>Corre corre, cabacinha</title>
         <author>mariajoaopneves</author>
         <link>https://padlet.com/mariajoaopneves/6ke1q2ezilt3725h/wish/2832450564</link>
         <description><![CDATA[<p>E porque não fazer um teatro de marionetas baseado num conto popular?</p><p><br/></p><p>Aqui está o exemplo de uma atividade desenvolvida pela livraria "Aqui há gato" sobre o livro "Corre corre, cabacinha".</p><p><br/></p><p>"Corre corre, cabacinha é um conto popular português de grande tradição. Conta a história de uma velhinha que, a caminho da boda da sua neta, encontra um lobo, um urso e um leão que a querem comer. Consegue convencer os animais a esperarem-na no regresso, e depois da celebração, a neta e a velhinha engendram um plano muito original para enganar as três feras."</p>]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=TTOTYygJWeI" />
         <pubDate>2023-12-22 14:40:28 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>O peixe aprisionado</title>
         <author>mariajoaopneves</author>
         <link>https://padlet.com/mariajoaopneves/6ke1q2ezilt3725h/wish/2832607380</link>
         <description><![CDATA[<p>Uma das propostas feitas pela professora foi a criação de um livro digital com base na Arca dos Contos. </p><p><br/></p><p>Dividimo-nos em grupo, retiramos as cartas que nos iriam servir de inspiração para a nossa história e começamos a criação do nosso livro. </p><p><br/></p><p>Confesso que no início me pareceu tudo bastante complexo, principalmente a criação de ilustrações mas tudo se faz com entreajuda e cooperação. No final acho que o resultado foi positivo e criamos uma história interessante e eu fiquei com mais uma ferramenta de trabalho. </p><p><br/></p><p>O link para a história é o seguinte: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://issuu.com/yourgirlribeiro/docs/l7rqcft2rqr">https://issuu.com/yourgirlribeiro/docs/l7rqcft2rqr</a></p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2023-12-22 22:13:20 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Lenda da Bela: “A cobra moura”</title>
         <author>mariajoaopneves</author>
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         <description><![CDATA[<p>Na cidade onde eu nasci, de nome Ermesinde, há uma lenda sobre uma linda mulher que foi transformada numa cobra ...</p><p><br/></p><p>«Conta a lenda, que num tempo muito distante, uma lindíssima moura, cuja beleza enchia de inveja as mulheres do lugar, dando aso a desavenças sucessivas, foi condenada à expulsão pela sua tribo, depois de ser transformada em serpente por uma bruxa de grandes poderes.</p><p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;Por essa altura noutro lugar, havia um pastor de ovelhas, um formoso rapaz, que todos os dias trazia o seu rebanho a pastar próximo à margem do rio Leça, sempre acompanhado do seu cão, &nbsp;o pastor dormia a sua sesta, à sombra de um frondoso eucalipto que ali existia, mesmo ao lado de um riacho de água cristalina, que servia de fonte ás pessoas do lugar.&nbsp;</p><p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;Todas as tardes enquanto dormia, o pastor sonhava com uma bela mulher que o acordasse num longo beijo de amor. Enquanto isso, no mesmo momento e levada pela sede que o Sol da tarde fazia, uma serpente descia cautelosamente do enorme eucalipto onde vivia para beber na fonte.</p><p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;Era uma serpente de tamanho razoável e não fora a circunstância de ter cabelo na cabeça, o que assustou os poucos que a viram, nada de anormal teria acontecido.&nbsp;<br>Consta que a serpente depois de saciar a sua sede, voltava ao seu esconderijo na copa do eucalipto, não sem antes passar por cima do pastor que dormia e sonhava sem se aperceber de tal facto.</p><p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;Aconteceu que um dia, o pastor acordou mesmo no momento em que a serpente passava por ele. Mais admirado que assustado, o valente pastor que viu nos olhos do réptil uma certa doçura que o comoveu, passou-lhe a mão pelo dorso acetinado e deixou-a seguir em paz o seu caminho.</p><p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;A partir desse dia, a serpente demorava mais um pouco junto ao pastor, sempre à espera do seu doce afago. Até que um dia, levado pelo ímpeto do seu sonho favorito, o pastor beijou a serpente imaginando beijar a mulher dos seus sonhos. Tudo que aconteceu naquele momento, foi o culminar de um desejo que despertou aqueles dois seres. O pastor do seu lindo sonho, a serpente do seu fatídico feitiço. Logo ali, num lampejo de magia, uma bela mulher de longos cabelos, pele morena e olhos negros, apareceu deitada ao lado do pastor que arrebatado pela paixão, logo a pediu em casamento entre juras de amor.</p><p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;Perante o júbilo ladrar do cão, em ver o seu dono mais feliz que nunca, o povo ocorreu àquele lugar testemunhando o idílico quadro de amor, à sombra do eucalipto e junto à fonte a que deram o nome de “Fonte dos Amores”.</p><p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;O Leça corria calmo no seu leito e na terra de S. Lourenço de Asmes (actual Ermesinde) a que chamaram Bela, por entre a caruma e as folhas de eucalipto, via-se uma pele de serpente quase ressequida ao Sol.»</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-12-22 22:34:36 UTC</pubDate>
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         <title>Lendas </title>
         <author>mariajoaopneves</author>
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         <description><![CDATA[<p>As lendas povoam o nosso imaginário e a nossa tradição oral e por onde passam deixam ao seu leitor ou ouvinte um rastro de fantasia e misticismo...até onde serão verdade? até onde são fruto da imaginação do povo?</p><p><br/></p><p>As lendas ajudavam a entender os fenómenos que aparentemente não tinham explicação. Na maior parte das vezes eram utilizados elementos reais e acrescentavam-lhes uma pitada de elementos mágicos que apoiavam uma história ou uma explicação. </p><p><br/></p><p>Cada lugar, cidade, aldeia ou vila deste país conta com as suas próprias lendas. Enquanto crescia sempre me fascinei pelas lendas que me contavam à volta da lareira e que me faziam sonhar.</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2023-12-22 22:50:03 UTC</pubDate>
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         <title>Origem e principais características das fábulas</title>
         <author>mariajoaopneves</author>
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         <description><![CDATA[<p>A origem das fábulas remonta ao sec. VI a.c. à Grécia antiga pelas mãos de Esopo, considerado “o pai da fábula”. Estas eram transmitidas oralmente e apresentavam-se como a personificação dos animais para transmitir mensagens subjetivas, como por exemplo o abuso de poder por parte dos mais “fortes” sobre os mais vulneráveis.&nbsp;</p><p><br/></p><p>No sec. I d.c. coube a Fredo, um filho de escravos romanos, enriquecer estilisticamente as fábulas de Esopo. &nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>As principais caraterísticas deste estilo literário são:&nbsp;</p><ul><li><p>Narrativas alegóricas curtas, em prosa ou em verso;&nbsp;</p></li><li><p>Os animais assumem atributos&nbsp;humanos e é comum haver diálogos entre eles;&nbsp;</p></li><li><p>É utilizada uma linguagem simples e objetiva com recurso a metáforas &nbsp;</p></li><li><p>Têm sempre uma lição de moral, muitas vezes na forma de um provérbio popular&nbsp;</p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2023-12-25 10:36:28 UTC</pubDate>
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         <title>Jean de La Fontaine</title>
         <author>mariajoaopneves</author>
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         <description><![CDATA[<p>Jean de La Fontaine foi um fabulista francês do sec. XVII, responsável por divulgar as narrativas de Esopo. </p><p><br></p><p>Foi autor de mais de 200 fábulas, todas elas apresentadas como fieis retratos da sociedade da época. Entre elas destacam-se: </p><ul><li><p>O Leão e o Rato;</p></li><li><p>O Lobo e o Cordeiro;</p></li><li><p>A Raposa e a Cegonha;</p></li><li><p>A Lebre e a Tartaruga;</p></li><li><p>A Cigarra e a Formiga.</p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2023-12-25 10:53:39 UTC</pubDate>
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         <title>Em Portugal...</title>
         <author>mariajoaopneves</author>
         <link>https://padlet.com/mariajoaopneves/6ke1q2ezilt3725h/wish/2833514481</link>
         <description><![CDATA[<p>Em Portugal temos alguns nomes de fabulistas. </p><p><br/></p><p>Um deles é Bocage, que foi o responsável por traduzir as obras de Esopo e de La Fontaine para português.</p><p><br/></p><p>A <strong>Cigarra e a Formiga</strong> é uma das fábulas mais conhecidas por todos nós, o original desta fábula é de Esopo, foi traduzida para o francês e recontada por La Fontaine. No sec. XVIII foi traduzida para o português por Bocage, segue aqui a sua versão:</p><p><br/></p><p>"Tendo a cigarra em cantigas </p><p>Folgado todo o verão </p><p>Achou-se em penúria extrema </p><p>Na tormentosa estação. </p><p>Não lhe restando migalha </p><p>Que trincasse, a tagarela </p><p>Foi valer-se da formiga, </p><p>Que morava perto dela. </p><p>Rogou-lhe que lhe emprestasse, </p><p>Pois tinha riqueza e brio, </p><p>Algum grão com que manter-se </p><p>Té voltar o aceso estio. </p><p>— Amiga, — diz a cigarra — </p><p>Prometo, à fé de animal, </p><p>Pagar-vos antes de agosto </p><p>Os juros e o principal.</p><p>A formiga nunca empresta, </p><p>Nunca dá, por isso junta. </p><p>— No verão em que lidavas? — </p><p>A pedinte ela pergunta. </p><p>Responde a outra: — Eu cantava </p><p>Noite e dia, a toda a hora. </p><p>— Oh, bravo! — torna a formiga </p><p>— Cantavas? Pois dança agora!"</p><p><br/></p><p>Outros nomes de destaque em Portugal são:</p><ul><li><p>Curvo Semedo </p></li><li><p>Trindade Coelho </p></li><li><p>Henrique O’Neill </p></li><li><p>João de Deus</p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2023-12-25 10:53:59 UTC</pubDate>
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         <title>Reescritas de fábulas </title>
         <author>mariajoaopneves</author>
         <link>https://padlet.com/mariajoaopneves/6ke1q2ezilt3725h/wish/2835033441</link>
         <description><![CDATA[<p>"Os animais são o tema mais constante e universal da literatura para crianças. Fazem coisas que não estão ao alcance das personagens humanas, eliminam estereótipos raciais e sociais, acolhem com segurança as emoções infantis. Neles reconhecemos as nossas origens e lembramos essa linguagem ancestral onde o instinto se fazia ouvir."  Carla Maia de Almeida</p><p><br/></p><p>A literatura contemporânea apodera-se, muitas vezes, de fábulas antigas e reescreve-as, adaptando-as ao mundo atual, com mensagens que pretendem eliminar estereótipos e transmitir valores e ideais mais humanistas e inclusivos. </p><p><br/></p><p>É o caso destas duas obras, ambas influenciadas na "Cigarra e na Formiga". </p><p><br/></p><p>" Quem não trabuca, não manduca" de Luísa Ducla Soares relata a fábula tal como ela é no original até que o menino que estava a ouvir a história decide que o final deveria ser diferente, partilhou a sua tablete de chocolate com a cigarra e mostra-lhe que ele pode ganhar dinheiro e ter sucesso ao fazer o que ele mais gosta, cantar. </p><p><br/></p><p>"Frederico" de Leo Lionni conta-nos a história de uma comunidade de ratos onde todos trabalham e armazenam mantimentos para a chegada do inverno, todos exceto Frederico, que aos olhos dos outros poderia não estar a fazer nada. Mas a verdade é que aquele ratito estava a armazenar bens preciosos para o inverno...raios de sol, palavras e cores, que iriam iluminar e aquecer o coração de todos naquele inverno gelado. Frederico é aceite tal como é e valorizado pelo que traz àquela comunidade. </p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2023-12-28 10:52:53 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>O pai da literatura infantojuvenil </title>
         <author>mariajoaopneves</author>
         <link>https://padlet.com/mariajoaopneves/6ke1q2ezilt3725h/wish/2835207430</link>
         <description><![CDATA[<p>Escritor dinamarquês do sec. XIX, é autor de mais de 150 narrativas para crianças, traduzidas em mais de 80 idiomas distintos. </p><p><br/></p><p>A sua contribuição foi tão marcante para a literatura infantojuvenil que o dia internacional do livro é celebrado em sua honra no dia do seu nascimento, 2 de Abril. </p><p><br/></p><p>Andersen teve uma infância conturbada e migra para as suas obras parte dessas dores, como uma forma de exorcizar os traumas que o atormentavam.</p><p><br/></p><p>Nas suas narrativas deparamo-nos com temas intemporais e comuns a todos nós, que permitem que facilmente haja uma identificação com a história, levando-nos a sentir como uma personagem dentro da mesma.</p><p><br/></p><p>São histórias simples e profundas, que nos fazem refletir, questionar e retirar mensagens pessoais valiosas sobre o comportamento humano e sobre a vida. </p><p><br/></p><p>Nas suas histórias deparamo-nos muitas vezes com questões sociais, como a pobreza, a desigualdade tendo sempre como objetivo a reflexão e a educação de todos.</p><p><br/></p><p>Contos mais conhecidos: </p><ul><li><p>A pequena sereia;</p></li><li><p>A rapariguinha dos fósforos;</p></li><li><p>A princesa e a ervilha;</p></li><li><p>O fato novo do imperador;</p></li><li><p>O soldadinho de chumbo;</p></li></ul><p>Entre muitos outros(...)</p><p><br/></p><p>Neste site pode-se encontrar várias das suas histórias: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="http://guida.querido.net/andersen/conto-03.htm">http://guida.querido.net/andersen/conto-03.htm</a></p><p><br/></p><p>Em Portugal encontramos autores com fortes influências de Andersen. É o caso de Matilde Rosa Araújo, Sophia de Mello Breyner Andresen, Ricardo Alberty e António Torrado. </p>]]></description>
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         <pubDate>2023-12-28 21:28:40 UTC</pubDate>
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         <title>A fato novo do imperador</title>
         <author>mariajoaopneves</author>
         <link>https://padlet.com/mariajoaopneves/6ke1q2ezilt3725h/wish/2835208215</link>
         <description><![CDATA[<p>Como atividade de grupo, a professora propôs-nos lermos várias histórias de Andersen e cada grupo deveria analisar uma narrativa de forma mais detalhada no que diz respeito aos temas e questões abordados, à mensagem assim como ao que demonstra que a história foi pensada para ser lida por crianças. O meu grupo ficou com "O fato novo do imperador".</p><p><br/></p><p><strong>Síntese:</strong></p><p>Esta história gira em torno de um imperador vaidoso que adora roupas e gasta todo o seu dinheiro a arranjar-se, saía apenas à rua para exibir as suas roupas novas. Um dia, dois estrangeiros aparecem, fingindo ser tecelões capazes de criar uma roupa especial, segundo eles, apenas as pessoas inteligentes conseguiriam vê-la, e que aquelas que não desempenhassem bem as suas tarefas ou que fossem muito estúpidas não a veriam.&nbsp;</p><p><br/></p><p>Na realidade, eles não estavam a tecer nada, mas convenceram o imperador de que a roupa era magnífica. Por receio de parecerem estúpidos, todos na cidade fingem ver a tal roupa, mesmo que ela não exista. O imperador, sem querer admitir que não consegue ver a roupa, desfila pela cidade completamente nu, enquanto as pessoas elogiam a suposta beleza da roupa.&nbsp;</p><p><br/></p><p>No entanto, um menino inocente, durante o desfile, exclama que o imperador está nu. A partir desse momento, as pessoas percebem a ilusão e cochicham umas com as outras.&nbsp;</p><p><br/></p><p><strong>Mensagem:</strong></p><p>O conto transmite uma mensagem sobre vaidade, ilusão e a importância de ser honesto consigo mesmo, e não poderia estar mais adaptado aos dias de hoje. Mostra como as pessoas se preocupam muito com a aparência e querem ser aceites, mas apenas alguém simples e sincero consegue mostrar a verdade, sem se preocupar com coisas superficiais.&nbsp;&nbsp;</p><p><br/></p><p><strong>Temas e questões abordadas:</strong></p><p>- A vaidade, o orgulho.&nbsp;</p><p>- Viver para as aparências.&nbsp;</p><p>- Supremacia do lado estético ao intelectual.&nbsp;</p><p>- Necessidade de pertencer e não ser julgado ou considerado insuficiente.&nbsp;</p><p>- A pureza e sinceridade da infância que quebra o ciclo da mentira.&nbsp;</p><p><br/></p><p><strong>Marcas na história desta ter como público-alvo as crianças:</strong></p><p>Em primeiro lugar a personagem que quebra com a mentira é uma criança.</p><p>O tipo de linguagem é adequado para o público infantil, há utilização de adjetivos e diminutivos. </p><p>As personagens também estão lá para chamar mais à atenção da criança, como por exemplo, a família real. </p><p>O problema da narrativa, embora fora da realidade, foi muito bem usado para transmitir a mensagem de forma que as crianças conseguissem entender.&nbsp;</p><p>O autor parece falar diretamente com o leitor, aproximando-os.</p><p>&nbsp;</p><p><br/></p><p>&nbsp;</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-12-28 21:32:59 UTC</pubDate>
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         <title>Sentindo o chá...</title>
         <author>mariajoaopneves</author>
         <link>https://padlet.com/mariajoaopneves/6ke1q2ezilt3725h/wish/2835549969</link>
         <description><![CDATA[<p>Numa manhã de aulas bem fria e chuvosa, a professora surpreendeu-nos com um belo chá de limonete, um dos meus chás preferidos e convidou-nos a desfrutar de uma atividade que me marcou bastante. </p><p><br/></p><p>Através da sua voz e da sua orientação fomos mergulhando nas folhas daquele chá, no seu calor, na sua cor, no seu cheiro e finalmente no seu sabor...todos estávamos bem presentes e permitimos que aquele chá nos levasse para memórias antigas. No meu caso transportei-me para a mesa da cozinha da minha avó e vi-me a saborear aquele mesmo sabor que ela tanto gostava, numa tarde chuvosa de inverno. </p><p>O calor daquele chá e daquele momento aqueceu-me o coração e a alma. </p><p><br/></p><p>E que bela maneira da docente nos introduzir na temática dos clássicos da literatura infantojuvenil. </p><p><br/></p><p>Quantos de nós não ouvimos em crianças uma daquelas histórias enquanto bebíamos um chazinho feito com amor?</p><p><br/></p><p>De seguida foram feitas algumas perguntas que levaram a um momento de partilha muito bonito entre as pessoas da turma. </p><p>1. A que clássico associo o meu chá? Porquê? </p><p>2. Com quem tomaria um chá? Porquê? </p><p>3. A quem ofereceria um chá? Porquê?</p><p><br/></p><p>Foi com certeza uma dinâmica que me marcou e que pretendo reproduzir em família, com amigos e quem sabe um dia mais tarde em sala de aula. </p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2023-12-29 17:38:43 UTC</pubDate>
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         <title>Pinóquio</title>
         <author>mariajoaopneves</author>
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         <description><![CDATA[<p><em>"Le avventure di Pinocchio, Storia di un burattino", </em>foram uma série de capítulos publicados quinzenalmente no jornal <em>"Ferdinando Martini</em>" na secção infantil "<em>Giornale per i Bambini", </em>por Carlo Collodi no final do sec. XIX.</p><p><br/></p><p>As aventuras de Pinóquio fazem parte do imaginário coletivo um pouco por todo o mundo. </p><p><br/></p><p>A sua história retrata a fome, a guerra e as injustiças sociais. </p><p><br/></p><p>Foi traduzido para vários idiomas, adaptado e reescrito sendo que talvez a versão mais conhecida seja a da Disney, que é bastante distinta da original e apresenta Pinóquio como um menino a quem cresce o nariz quando mente.</p><p>Mas Pinóquio é tão mais que isso, remete-nos ao nosso próprio comportamento humano, com ações que geram reações, com decisões, muitas vezes, menos boas que trazem as respetivas consequências mas que nos ajudam a crescer e a evoluir como indivíduos. É uma jornada de passagem entre a inocência e inconsciência da infância para a formação da personalidade enquanto ser adulto. </p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2023-12-29 18:29:41 UTC</pubDate>
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         <title>Bambi, uma vida nos bosques</title>
         <author>mariajoaopneves</author>
         <link>https://padlet.com/mariajoaopneves/6ke1q2ezilt3725h/wish/2835562559</link>
         <description><![CDATA[<p>Este clássico da literatura foi escrito pelo escritor austríaco Félix Salten após a 1º Guerra Mundial.</p><p><br/></p><p>A história retrata a vida de um veado que precisa aprender a sobreviver e a lidar com o cruel mundo do ser humano. </p><p><br/></p><p>Inicialmente pensado para adultos, passava mensagens sobre a importância da vida e da natureza e foi considerado o primeiro romance ambientalista. </p><p>É uma narrativa de evolução e crescimento, desde a infância à velhice e de aprender a aceitar esses fases e as suas transformações.</p><p><br/></p><p>Este livro era odiado por Hitler e foi o primeiro a ser queimado na fogueira, talvez por ser um retrato fiel das suas próprias ações. </p><p><br/></p><p>Durante a aula fizemos uma atividade com cartas que nos ajudou a reavivar a memória da história e a perceber a estrutura da mesma, aqui fica um resumo:</p><p><br/></p><ul><li><p>Espaço: Floresta/bosque, carvalho, aveleira, abrunheiro, salgueiro, pilriteiro.</p></li><li><p>Tempo: Todas as estações do ano.</p></li><li><p>Personagens: Bambi e a sua família ( Falina, Marena, pai, Ena, Gobo); animais da floresta ( esquilo, lebre, coruja, raposa, borboleta, pato bravo, gaio, gafanhoto, oega, verdelhão)</p></li><li><p>Ação: Medo, perigo, fuga, solidão, dificuldade,  aprendizagem, perseguição, solidariedade, aceitação, superação.</p></li></ul><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2023-12-29 18:30:31 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>&quot;A Árvore Generosa&quot; de Shel Silverstein</title>
         <author>mariajoaopneves</author>
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         <description><![CDATA[<p>"Com poucas palavras, Silverstein fala da relação entre o homem e a natureza, onde uma árvore oferece tudo a um menino, que a deixa de lado ao crescer, ao mesmo tempo que se torna num homem egoísta. Mas para agradar ao menino que ama, a generosidade desta árvore não tem fim - ainda que isto signifique a sua própria destruição.</p><p><br></p><p>Duas fortes qualidades aliam-se neste livro. O facto de abordar questões fundamentais como o tempo, a morte, a vida, a relação amorosa e de amizade, tudo o que nos posiciona face aos outros e a nós próprios."</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-01-08 21:45:25 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>mariajoaopneves</author>
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         <description><![CDATA[<p>O 2º semestre iniciou e com ele a celebração dos centenários de grandes autores portugueses da literatura infantojuvenil.</p><p><br/></p><p>Numa altura de incertezas e efemeridades, estudar estes autores é conhecer parte da nossa entidade cultural, parte da nossa história e das nossas raízes.</p><p><br/></p><p>Três nomes de referência na literatura são Eugénio de Andrade, José Saramago e Matilde Rosa Araújo. Estes autores fazem-nos olhar para os detalhes da vida, para a subtileza dos pormenores da natureza, convidam-nos a pararmos e a refletirmos sobre o que realmente é importante na vida.</p><p><br/></p><p>.Matilde Rosa Araújo celebrou, em 2021 o centenário do seu nascimento.</p><p>.José Saramago nasceu em 1922 e, por isso, celebrou-se o seu centenário no ano de 2022.</p><p>. Em 2023 celebrou-se o centenário do nascimento de Eugénio de Andrade.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-16 12:12:20 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>mariajoaopneves</author>
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         <description><![CDATA[<p>Nasceu em 1921, em Lisboa.</p><p>Licenciou-se em Filologia românica em 1945.</p><p>Publicou cerca de três dezenas de livros, de poesias a narrativas e é um dos maiores nomes da literatura infantojuvenil.</p><p><br/></p><p>Em 1980 foi-lhe atribuído o Grande Prémio da Literatura para a Infância, da fundação Calouste Gulbenkian.</p><p>O seu livro “Fadas verdes”, um dos mais conhecidos de toda a sua obra, recebeu em 1996, a distinção da Fundação Calouste Gulbenkian para o melhor livro para a infância publicado no biénio 1994-95.</p><p><br/></p><p>Em Maio de 2004, foi distinguida com o prémio carreira da sociedade portuguesa de autores.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-16 12:32:28 UTC</pubDate>
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         <title>Cortar</title>
         <author>mariajoaopneves</author>
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         <description><![CDATA[<p>Cortaram uma árvore<br>E a Terra chorou<br><br>Cortaram outra árvore<br>E a Terra chorou<br><br>E tantas árvores mais...<br><br>E a Terra chorou<br>Chorar tanto também cansa<br>Quem pode enxugar as lágrimas<br>Da Terra cansada?<br><br>Nem as mãos de uma criança...<br></p><p><em>Matilde Rosa Araújo, Porto, Liv. Civilização, 1994</em></p><p>&nbsp;</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-16 12:33:57 UTC</pubDate>
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         <title>A cor do silêncio</title>
         <author>mariajoaopneves</author>
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         <description><![CDATA[<p>Que linda flor! Todos dizem</p><p>E as folhas de nervuras finas</p><p>Recortes serrados a preceito</p><p>Ficam caladas a escutar</p><p>Ninguém diz. Que lindas folhas !</p><p>E verde é o silêncio.</p><p><br></p><p>Matilde Rosa Araújo,&nbsp;<em>As fadas Verdes</em>, Civilização Editora, 2006</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-16 12:37:15 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>mariajoaopneves</author>
         <link>https://padlet.com/mariajoaopneves/6ke1q2ezilt3725h/wish/2921297832</link>
         <description><![CDATA[<p><em>“E se as histórias para crianças passassem a ser de leitura obrigatória para os adultos?</em></p><p><em>Seriam eles capazes de aprender realmente o que há tanto tempo têm andado a ensinar?”</em></p><p>José Saramago, em “A maior flor do mundo”.</p><p><br></p><p>José Saramago, prémio nobel da literatura em 1998.</p><p><br></p><p>Nasceu em 1922, numa aldeia do Ribatejo, filho e neto de camponeses pobres, os seus pais emigraram para Lisboa quando tinha 1 ano de idade. Embora tenha crescido na cidade, o seu contacto com o mundo rural, com a simplicidade das gentes simples e puras permaneceu.</p><p><br></p><p>Publicou o seu primeiro livro em 1947 “Terra do Pecado”. Desde então publicou inúmeras obras, sendo “A maior flor do mundo” a única que escreveu para crianças. </p><p><br></p><p>Depois da sua morte, várias obras e discursos foram adaptados para obras de literatura infantojuvenil.</p><p><br></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-16 12:46:25 UTC</pubDate>
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         <title>A maior flor do mundo</title>
         <author>mariajoaopneves</author>
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         <description><![CDATA[<p>Desce o menino a montanha,</p><p>Atravessa o mundo todo,</p><p>Chega ao grande rio Nilo,</p><p>No côncavo das mãos recolhe</p><p>Quanto de água lá cabia,</p><p>Volta o mundo atravessar,</p><p>Pelo vertente se arrasta,</p><p>Três gotas que lá chegaram,</p><p>Bebeu-as a flor sedenta.</p><p>Vinte vezes cá e lá,</p><p>Cem mil viagens à Lua,</p><p>O sangue nos pés descalços,</p><p>Mas a flor aprumada,</p><p>Já dava cheiro no ar,</p><p>E como se fosse um carvalho,</p><p>Deitava sombra no chão.</p><p><br></p><p>Excerto de " &nbsp;A maior flor do Mundo"</p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-16 12:48:25 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>mariajoaopneves</author>
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         <description><![CDATA[<p>Curta-metragem de animação baseada no livro «A Maior Flor do Mundo», de José Saramago.<br>De Juan Pablo Etcheverry, com música de Emilio Aragón.<br>Produção de Continental Animación.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-16 12:51:10 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>mariajoaopneves</author>
         <link>https://padlet.com/mariajoaopneves/6ke1q2ezilt3725h/wish/2921302726</link>
         <description><![CDATA[<p>Eugénio de Andrade, pseudónimo de José Frontinhas Neto, nasceu no Fundão, no dia 19 de Janeiro de 1923. </p><p><br/></p><p>O seu primeiro livro, “Adolescente“ foi editado em 1942, mas é “As mãos e os Frutos”, em 1948, que lhe dá grande visibilidade.&nbsp; Escreveu sempre ao longo da sua vida e publicou dezenas de livros, participando ainda em diversas antologias. Eugénio de Andrade recebeu vários prémios e distinções nacionais e internacionais.</p><p><br/></p><p>O seu livro “Aquela nuvem e outra” é um livro escrito a pensar nas crianças, um conjunto de poemas que falam das coisas simples da vida, transmitindo mensagens e ensinamentos que levam o leitor a refletir.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-16 12:57:41 UTC</pubDate>
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         <title>Inverno</title>
         <author>mariajoaopneves</author>
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         <description><![CDATA[<p>Velho, velho, velho<br>Chegou o Inverno.</p><p>Vem de sobretudo,<br>Vem de cachecol,</p><p>O chão onde passa<br>Parece um lençol.</p><p>Esqueceu as luvas<br>Perto do fogão:</p><p>Quando as procurou,<br>Roubara-as um cão.</p><p>Com medo do frio<br>Encosta-se a nós:</p><p>Dai-lhe café quente<br>Senão perde a voz.</p><p>Velho, velho, velho.<br>Chegou o Inverno.</p><p><br></p><p>Eugénio de Andrade,&nbsp;in&nbsp;Aquela nuvem e outras</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-16 12:59:14 UTC</pubDate>
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         <title>A rosa e o mar</title>
         <author>mariajoaopneves</author>
         <link>https://padlet.com/mariajoaopneves/6ke1q2ezilt3725h/wish/2921308607</link>
         <description><![CDATA[<p>Eu gostaria ainda de falar</p><p>da rosa brava e do mar.</p><p>A rosa é tão delicada,</p><p>o mar tão impetuoso,</p><p>que não sei como os juntar</p><p>e convidar para um chá</p><p>na casa breve do poema.</p><p>O melhor é não falar:</p><p>sorrir-lhes só da janela.</p><p><br></p><p>Eugénio de Andrade, "Aquela nuvem e outras"</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-16 13:11:54 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Ilustrar Eugénio de Andrade</title>
         <author>mariajoaopneves</author>
         <link>https://padlet.com/mariajoaopneves/6ke1q2ezilt3725h/wish/2941641165</link>
         <description><![CDATA[<p>Nesta atividade a professora propôs-nos escolhermos um poema de Eugénio de Andrade e criar uma ilustração, através de inteligência artificial, para o mesmo que expressasse o que sentimos ao ler este poema. </p><p>O poema escolhido foi "Jacarandá" e as palavras que usei para criar a imagem foram:  jacarandá em flor, mar , verão,&nbsp; criança ,estilo naif.</p><p><br></p><p><strong>Jacarandá</strong><br><em>"São eles que anunciam o verão.&nbsp;<br>Não sei doutra glória, doutro&nbsp;<br>paraíso: à sua entrada os jacarandás&nbsp;<br>estão em flor, um de cada lado.&nbsp;<br>E um sorriso, tranquila morada,&nbsp;<br>à minha espera.&nbsp;<br>O espaço a toda a roda&nbsp;<br>multiplica os seus espelhos, abre&nbsp;<br>varandas para o mar.&nbsp;<br>É como nos sonhos mais pueris:&nbsp;<br>posso voar quase rente&nbsp;<br>às nuvens altas – irmão dos pássaros –,&nbsp;<br>perder-me no ar."</em><br>(Andrade, 2005: 582)<em><br></em></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-03 10:16:24 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>O poder da literatura</title>
         <author>mariajoaopneves</author>
         <link>https://padlet.com/mariajoaopneves/6ke1q2ezilt3725h/wish/2941654532</link>
         <description><![CDATA[<p>É inegável que as nossas crianças têm a seus ombros questões desafiantes num planeta que grita por ação e transformação, como questões ambientais ou questões sociais e políticas.</p><p>Mas como podemos educar cidadãos conscientes para estas problemáticas de forma pedagógica e com resultados efetivos? A literatura é a melhor opção.</p><p>&nbsp;Os livros têm o potencial de criar relação com quem os lê. Estabelecem pontes com o leitor, derrubam barreiras e fazem-nos sentir, refletir e transformar. É por isso tão importante fazermos uso de bons livros para trabalharmos diferentes problemáticas.</p><p>Através da leitura relacionamo-nos, quando nos relacionamos, conhecemos. Quando conhecemos, queremos cuidar. E assim, de uma forma subtil, passamos mensagens importantes e colocamos uma semente no coração do leitor que tem o potencial de desabrochar e contribuir para a construção de seres humanos mais participativos e interventivos.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-03 10:34:54 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Agenda 2030 e os ODS</title>
         <author>mariajoaopneves</author>
         <link>https://padlet.com/mariajoaopneves/6ke1q2ezilt3725h/wish/2944356832</link>
         <description><![CDATA[<p>"<em>A Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável, adotada por todos os Estados-Membros das Nações Unidas em 2015, define as prioridades e aspirações do desenvolvimento sustentável global para 2030 e procura mobilizar esforços globais à volta de um conjunto de objetivos e metas comuns.</em></p><p><em>São 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) que representam um apelo urgente à ação de todos os países – desenvolvidos e em desenvolvimento – para uma parceria global.</em>" ( <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://ods.pt/">https://ods.pt/</a> ).</p><p><br/></p><p>Os ODS deveriam ser vistos como uma lista de tarefas para todos nós, percebendo que cada ação nossa terá, obrigatoriamente, uma reação. Que marca pessoal queremos nós deixar neste planeta?</p><p><br/></p><p>Na aula a professora abordou os ODS de uma forma bastante interessante e que, na minha opinião, ajuda a transmitir de uma forma clara a mensagem às crianças. Dividiu-os em dois grandes grupos, um deles que tem como tema central "o amor ao planeta" e o outro como "o amor ao outro".  Todos as temáticas dos ODS podem, assim, ser incluídas neste dois grupos .</p>]]></description>
         <enclosure url="https://ods.pt/" />
         <pubDate>2024-04-05 09:17:10 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Ritmos da Natureza</title>
         <author>mariajoaopneves</author>
         <link>https://padlet.com/mariajoaopneves/6ke1q2ezilt3725h/wish/2944373379</link>
         <description><![CDATA[<p>Obras cuja temática está relacionada com a natureza e com os seus ciclos têm o potencial de aguçarem a nossa sensibilidade e os nossos sentidos. De serem uma ponte para nos conectarmos com os diferentes ritmos do nosso planeta e, de forma indireta, com os nossos próprios ritmos internos. </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-05 09:36:48 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/mariajoaopneves/6ke1q2ezilt3725h/wish/2944373379</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Estações do ano</title>
         <author>mariajoaopneves</author>
         <link>https://padlet.com/mariajoaopneves/6ke1q2ezilt3725h/wish/2944377720</link>
         <description><![CDATA[<p>Alguns exemplos de livros sobre as estações do ano, que nos convidam a nos conectarmos com os ritmos da natureza e da vida.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-05 09:42:47 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>As sementes...</title>
         <author>mariajoaopneves</author>
         <link>https://padlet.com/mariajoaopneves/6ke1q2ezilt3725h/wish/2944390304</link>
         <description><![CDATA[<p>As sementes são uma linda metáfora para a vida. Tudo que tem vida começa como uma semente....Seremos assim tão diferentes e estaremos tão distantes da natureza como muitas vezes nos querem fazer acreditar? Será que cuidar do planeta não será cuidar de nós mesmos ao mesmo tempo? Haverá assim uma separação tão grande?</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-05 09:59:50 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/mariajoaopneves/6ke1q2ezilt3725h/wish/2944390304</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Outros livros interessantes dentro do tema...</title>
         <author>mariajoaopneves</author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>"Herberto"</strong> de Lara Hawthorne</p><p><em>"Este é o primeiro livro de Lara Hawthorne, uma talentosa nova artista que certamente deixará um rastro na nossa memória com esta história sobre a necessidade de criar que todos nós levamos dentro.<br>Afinal, todos nós nascemos artistas."</em></p><p><br></p><p>"<strong>Obrigado, Mãe Terra</strong>!", de Vanina Starkoff</p><p><em>"(...)é um grande cântico de saudação e agradecimento a todos os seres vivos, recitado coletivamente pela manhã, há séculos, no território que abrange parte do que são hoje os Estados Unidos e o Canadá.<br>Constitui também um inventário do mundo natural, onde se agradece a cada elemento do ecossistema por contribuir para o prodígio da vida."</em></p><p><br></p><p><strong>"A Girafa que Comia Estrelas",</strong> de José Agualusa e Henrique Cayatte</p><p><em>"História infantil sobre a amizade de uma girafa, que andava sempre com a cabeça nas nuvens, e uma galinha do mato, com a cabeça cheia de frases feitas."</em></p><p><br></p><p><strong>"Chocolata</strong>", de Helga Bansch e Marisa Nuñez</p><p>" <em>Chocolata toma o seu banho diário na lagoa. Um dia ouve que na cidade há uma casa de banhos, e parte com a intenção de experimentá-la.</em></p><p>&nbsp;Ao chegar à capital, Chocolata faz uma rápida incursão nos hábitos urbanos mais atuais e reconhecíveis pelo olhar infantil, e experimenta outro estilo de vida."</p><p><br></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-06 14:39:29 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>&quot;Depois da chuva&quot;, de Miguel Cerro</title>
         <author>mariajoaopneves</author>
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         <description><![CDATA[<p>"Era uma vez um bosque maravilhoso, cheio de luz, onde vivia toda a espécie de animais. Um dia, de repente, começou a chover. E cada vez chovia mais e mais e mais..."</p><p><br></p><p>"Trata-se uma fábula moderna sobre a superação das adversidades, a adaptação ao meio envolvente e a colaboração de uns e de outros para a sobrevivência do coletivo. Uma chuva diluvial inunda o bosque e os seus habitantes são obrigados a abrigarem-se num refúgio improvisado. Uma raposa oferece-se para ir buscar comida e água, mas os seus companheiros não acreditam nas suas capacidades - nem nas suas intenções - e distribuem essas tarefas pelos outros animais..."</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-21 19:34:46 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>&quot;Enciclopédia dos verbos felizes&quot;, de Marco Taylor</title>
         <author>mariajoaopneves</author>
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         <description><![CDATA[<p>"Um livro de referência para nos lembrar das coisas simples".</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-21 19:37:03 UTC</pubDate>
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         <title>Rosa, minha irmã Rosa&quot; de Alice Vieira</title>
         <author>mariajoaopneves</author>
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         <description><![CDATA[<p>"Mariana, filha única, tem dez anos quando Rosa nasce. Agora vai partilhar tudo com a irmã: o quarto, o tempo dos pais, o afeto da família - incluindo a Avó Elisa que desconfia do progresso, e a Tia Magda, que tem um dente de ouro, uma fala que mete medo e só gosta de estrelícias e antúrios. Mas pelo menos a recordação da Avó Lídia e a amizade de Rita ela não quer dividir com mais ninguém.<br>Será que Rosa vai continuar a ser «uma intrusa»?"</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-21 19:38:47 UTC</pubDate>
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         <title>&quot;Ilha&quot;, de Mark Janssen</title>
         <author>mariajoaopneves</author>
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         <description><![CDATA[<p>"Um pai, uma filha e o seu cão sofrem um naufrágio e acabam por se refugiar numa pequena ilha, no meio do oceano. O que eles não sabem é que essa ilha não é o que parece. A Ilha protege o pai e a filha do frio e dos ventos, das ondas grandes e dos perigos e leva-os por um mundo fantástico!<br><br>Enquanto as estações do ano passam, descobrem sons e cheiros que desconheciam e cores extraordinárias que nunca antes tinham visto. Até que são resgatados. E é então que se descobre que a hospitalidade da Ilha não passou despercebida."</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-21 19:41:30 UTC</pubDate>
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         <title>&quot; O jardim de Babai&quot; de Mandana Sadat</title>
         <author>mariajoaopneves</author>
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         <description><![CDATA[<p>"Um livro deliberadamente ambíguo, aberto, propiciador de uma atividade intensa e inesgotável de produção de significados por parte do leitor."</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-21 19:42:54 UTC</pubDate>
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         <title>&quot;Maria Nêspera&quot;, de Patrícia Martins</title>
         <author>mariajoaopneves</author>
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         <description><![CDATA[<p>"<em>Maria Nêspera</em> fala de afetos e de raízes.<br>Lembra a infância e o ciclo da vida.<br>Conta a história de uma menina, da avó e de uma árvore muito especial, que as acompanha ao longo da vida.<br>A menina adorava esta árvore, esconderijo e casa de brincadeiras.<br>Mas o tempo passa e as coisas mudam…<br>Só o que é forte permanece."</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-21 19:44:26 UTC</pubDate>
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         <title>&quot; As mãos do meu pai&quot;, de Deok Kyu Choi</title>
         <author>mariajoaopneves</author>
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         <description><![CDATA[<p>" Mãos quentes, mãos fortes. As mãos do meu pai são mãos grandes.</p><p>Quando eu era pequeno, as mãos do meu pai deram-me colo e brincaram comigo. Alimentaram e vestiram-me. Mostraram-me o mundo e ensinaram-me que cuidar é uma forma de amar. Hoje sou adulto. Sou eu quem ampara e acarinha o meu pai, quem se recorda de nós. As minhas mãos continuam a procurar as suas. As mãos do meu pai são mãos grandes."</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-21 19:46:01 UTC</pubDate>
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         <title>&quot; A canção do pássaro toc&quot;, de  Fran Pintadera</title>
         <author>mariajoaopneves</author>
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         <description><![CDATA[<p>" Ele gosta de madeira.<br>Também gosta de voar.<br>Mas o pássaro toc<br>vive encerrado<br>numa gaiola de metal.</p><p>Esta é a história do pássaro toc,<br>uma coleção de versos sobre a liberdade<br>e o seu poder contagiante."</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-21 19:47:28 UTC</pubDate>
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         <title>&quot; Era Uma Vez Uma Velhinhade Jeremy Holmes&quot;</title>
         <author>mariajoaopneves</author>
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         <description><![CDATA[<p>" Era uma vez uma velhinha que, depois de se ter banqueteado com um mosquito, uma aranha, uma cegonha, um gato, um cão, uma serpente, uma vaca e, imagine-se, um cavalo, fecha os olhos devagar, graças a um segredo engenhoso das artes tipográficas."</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-21 19:48:41 UTC</pubDate>
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         <title>&quot; Abril o Peixe Vermelho&quot;, de Marjolaine Leray</title>
         <author>mariajoaopneves</author>
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         <description><![CDATA[<p>" O Abril não gosta de se sentir como um peixe num aquário.<br>É antes um peixe que gosta de refletir sobre questões espinhosas.</p><p>O Abril é vermelho, muito vermelho. Tem grandes sonhos, mas pouco espaço. O seu maior sonho é fugir, conhecer novos horizontes e dar sentido à vida. Mas como? Talvez com a ajuda do gato lá de casa... Será? O Abril tem um plano e o pobre do gato nem imagina o que lhe vai acontecer!"</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-21 19:49:57 UTC</pubDate>
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         <title>&quot; O Cabelo do Senhor Capelo e Outras Histórias&quot;, de Luísa Ducla Soares;</title>
         <author>mariajoaopneves</author>
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         <description><![CDATA[<p>" O que têm em comum um rapaz com a mania dos efes, uma velhinha que procura companhia, um rapaz triste que encontra uma rapariga alegre e um senhor que só tem um cabelo?</p><p>Estão todos no novo livro de uma das maiores escritoras de livros infantis da atualidade!</p><p>Com três histórias inéditas e o divertido conto&nbsp;<em>O Fulano do F</em>, esta é uma excelente coletânea de histórias de Luísa Ducla Soares, ilustrada pela talentosa Natalina Cóias que nos surpreende a cada conto e promete fazer rir&nbsp;crianças e… adultos!"</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-21 19:52:18 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>&quot; Ainda nada?&quot;, de Christian Voltz</title>
         <author>mariajoaopneves</author>
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         <description><![CDATA[<p>" De manhã, bem cedo, o senhor Luís cavou um buraco enorme na terra. Neste buraco enorme, o senhor Luís deixou cair uma sementinha, cheio de esperança…<br><br>Uma manhã bem cedo, o Sr. Luís cavou um buraco na terra onde deixou cair uma semente. Sob o olhar expectante de um pássaro, sempre presente, ia medrando nele o desejo de ver brotar e crescer a flor que tinha plantado. Mas, «Ainda nada?», perguntava o protagonista, dia após dia, ao ver que nada acontecia, até ao momento em que…<br><br>O texto aparentemente simples de "Ainda nada?" encerra uma mensagem fulcral: a descoberta da paciência e a virtude da perseverança. Através do processo do nascimento e crescimento de uma planta, Christian Voltz constrói uma metáfora da própria vida, com as suas frustrações, mas também com as suas satisfações.<br><br>As originais ilustrações deste álbum, ornamentadas com jogos tipográficos, combinam uma mescla de elementos em relevo, entre os quais se destaca a utilização do arame e de materiais reciclados. Simples, mas não simplistas, todos eles contribuem para a criação de um elevado grau de atração e ternura."</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-21 19:54:07 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>mariajoaopneves</author>
         <link>https://padlet.com/mariajoaopneves/6ke1q2ezilt3725h/wish/3003845340</link>
         <description><![CDATA[<p>O olhar atento sobre o outro, a empatia e a alteridade são temas bastante presentes na Literatura Infantojuvenil e inserem-se em alguns dos objetivos da agenda 2030, como por exemplo:</p><ul><li><p>A luta contra a pobreza (objetivo 1)</p></li><li><p>A erradicação da fome (objetivo 2)</p></li><li><p>Redução das desigualdades ( objetivo 10)</p></li><li><p>Paz, justiça e instituições eficazes (objetivo 16)</p></li></ul><p><br/></p><p>"O incentivo à leitura em casa e na escola constitui um modo peculiar de dar à criança e ao jovem a possibilidade de se autodescobrir e, em simultâneo, descobrir a singularidade do outro. Dito de outro modo: a leitura permite esse trabalho de auto e hétero conhecimento, de confrontação do sujeito consigo mesmo e com a subjetividade do outro." (José António Gomes, 2009)</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-22 20:01:30 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>&quot;Amores de família&quot;, de Carla Maia de Almeida;</title>
         <author>mariajoaopneves</author>
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         <description><![CDATA[<p>"As famílias deste livro são todas funcionais mas retratam os variados perfis de famílias da atualidade.<br>Além do tradicional pai, mãe e respetivos filhos, temos as monoparentais, com avós que complementam a ausência dos pais, com tios desempregados, com filhos de casamentos anteriores, de acolhimento, homossexuais… A personagens são inspiradas na antiga mitologia greco-latina porque nada mais heterogéneo do que as relações familiares do Olimpo. Para realçar ainda mais o ecletismo destas famílias, os deuses são tratados pela ilustração como oriundos de diferentes raças e credos."</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-22 20:15:04 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>&quot;Famílias Destrambelhadas&quot;, de Claudio Hochman</title>
         <author>mariajoaopneves</author>
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         <description><![CDATA[<p>"Existem por aí umas famílias realmente peculiares…<br><br>A algumas falta-lhes um bocado de sal e a outras sobra-lhes pimenta.<br><br>Se acham que a vossa família é um pouco destrambelhada, venham conhecer as doze retratadas neste livro."</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-22 20:17:19 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>&quot;Se o Mundo Inteiro Fosse Feito de Memórias&quot; de Joseph Coelho</title>
         <author>mariajoaopneves</author>
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         <description><![CDATA[<p>"Se o mundo inteiro fosse feito de memórias, o passado seria uma casa que eu podia visitar, e em todas as pisões encontraria o meu avô.</p><p>Um livro terno e bonito que nos fala da relação e da cumplicidade entre uma menina e o seu avô, e de como as pessoas que amamos podem manter-se vivas para sempre no nosso coração.</p><p>Não é fácil abordar o tema da morte com as crianças. Esta delicada história pode propiciar uma conversa sobre afetos e como manter viva a memória de quem já partiu. O texto poético e as ilustrações felizes combinam-se numa história que celebra a vida e o poder das recordações para oferecer conforto face à perda de um ente querido."</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-22 20:18:51 UTC</pubDate>
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         <title>&quot; Rosa branca&quot;, de Roberto Innocenti </title>
         <author>mariajoaopneves</author>
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         <description><![CDATA[<p>" Ambientada na Alemanha da Segunda Grande Guerra, o Holocausto serve de pano de fundo a esta obra. Face à tragédia humanitária e ao belicismo infundado, a figura de Rosa Branca representa a esperança, através dos sentimentos mais puros da infância: bondade, inocência, generosidade e ausência de preconceitos."</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-22 20:20:06 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>&quot; Capitão Rosalie&quot;, de Timothée de Fombelle e Isabelle Arsenault</title>
         <author>mariajoaopneves</author>
         <link>https://padlet.com/mariajoaopneves/6ke1q2ezilt3725h/wish/3003859324</link>
         <description><![CDATA[<p>" Corre o ano de 1917. Rosalie é uma menina de cinco anos e meio.<br>O pai está longe, em combate, e a mãe trabalha na fábrica.<br>Rosalie passa o dia na escola dos rapazes crescidos. É a menina que não faz nada, em quem nem sequer reparam. Mas Rosalie tem um plano secreto. É um soldado em missão. E um dia vai receber uma medalha.</p><p><br></p><p><em>Capitão Rosalie</em> é uma narrativa ficcional histórica e de tom biográfico passado durante a Grande Guerra."</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-22 20:22:10 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>&quot;O Princípio&quot;, de Paula Carballeira</title>
         <author>mariajoaopneves</author>
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         <description><![CDATA[<p>" <em>Uma vez houve uma guerra.<br>Quando a guerra acabou, ficámos sem casa.<br>- Não importa - disse a mãe. - Temos um carro.<br>Passámos a viver no carro.<br>Desde então, viver era viajar…</em><br><br><em>O Princípio</em> reflete a ternura face ao horror, a imaginação perante a mais absoluta precariedade, a força de uma família unida perante o drama humano. Paula Carballeira é capaz de poetizar a propósito dos efeitos cruéis e devastadores de uma guerra, ao passo que as ilustrações hiper-realistas de Sonja Danowski conduzem os leitores até às mesmas ruínas dos bombardeamentos."</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-22 20:24:06 UTC</pubDate>
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         <title>&quot; A História de Erika&quot;, de Ruth Vander Zee</title>
         <author>mariajoaopneves</author>
         <link>https://padlet.com/mariajoaopneves/6ke1q2ezilt3725h/wish/3003861613</link>
         <description><![CDATA[<p>"Nasci em 1944. Não sei a data exata do meu nascimento. Não sei que nome me puseram. Não sei em que cidade ou em que país vim ao mundo. Também não sei se tive irmãos. O que sei com certeza, é que quando tinha apenas uns meses me salvei do Holocausto…"<br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-22 20:25:46 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author>mariajoaopneves</author>
         <link>https://padlet.com/mariajoaopneves/6ke1q2ezilt3725h/wish/3003865743</link>
         <description><![CDATA[<p>Foram vários os autores que se destacaram dentro da Literatura Infantojuvenil no século XX. </p><p><br/></p><p>Estes são alguns exemplos dos mais marcantes:</p><ul><li><p>António Torrado</p></li><li><p>Luísa Ducla Soares</p></li><li><p>Alice Vieira</p></li><li><p>José Jorge Letria</p></li><li><p>Álvaro Magalhães</p></li><li><p>António Mota</p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-22 20:32:20 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>mariajoaopneves</author>
         <link>https://padlet.com/mariajoaopneves/6ke1q2ezilt3725h/wish/3003873879</link>
         <description><![CDATA[<p>Numa das aulas a professora deu-nos a conhecer várias editoras especializadas em literatura infantojuvenil. </p><p><br/></p><p>Foi bastante interessante conhecer as diferentes editoras, assim como os seus diferentes projetos, como blogs, workshops, propostas de atividades para realizar em contexto escolar. </p><p><br/></p><p>Aqui fica a listagem com os respetivos sites:</p><ul><li><p>Editora Planeta Tangerina: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.planetatangerina.com/pt-pt/">https://www.planetatangerina.com/pt-pt/</a>&nbsp;</p></li><li><p>Editora Pato Lógico: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.pato-logico.com/">https://www.pato-logico.com/</a></p></li><li><p>Editora Orfeu Negro (Mini): <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.orfeunegro.org/collections/orfeu-mini">https://www.orfeunegro.org/collections/orfeu-mini</a></p></li><li><p>Editora Bruáa: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.bruaa.pt/">https://www.bruaa.pt/</a></p></li><li><p>Editora Kalandraka: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.kalandraka.com/">https://www.kalandraka.com/</a></p></li><li><p>Editora Tcharan: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.tcharaneditora.pt/">https://www.tcharaneditora.pt/</a>&nbsp;</p></li><li><p>Editora Akiara: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://akiarabooks.com/pt/livros/">https://akiarabooks.com/pt/livros/</a></p></li><li><p>Editora Trinta por uma Linha: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.trintaporumalinha.com/">https://www.trintaporumalinha.com/</a></p></li><li><p>Editora Baduga: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://baduga.co/">https://baduga.co/</a>&nbsp;</p></li><li><p>Editora Fábula: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.penguinlivros.pt/genero_titulo/livros-infantis-a-partir-dos-7-anos/?filter_product_cat=fabula">https://www.penguinlivros.pt/genero_titulo/livros-infantis-a-partir-dos-7-anos/?filter_product_cat=fabula</a>&nbsp;</p></li><li><p>Editora Jacarandá: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.presenca.pt/collections/jacaranda">https://www.presenca.pt/collections/jacaranda</a>&nbsp;</p></li></ul><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-22 20:45:21 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Tarefa em grupo</title>
         <author>mariajoaopneves</author>
         <link>https://padlet.com/mariajoaopneves/6ke1q2ezilt3725h/wish/3003876781</link>
         <description><![CDATA[<p>Foi proposto à turma que, em grupo, analisássemos uma editora escolhida por nós, da listagem que a professora forneceu. </p><p><br/></p><p>O meu grupo escolheu a <em>Trinta por uma linha </em>e foi uma agradável surpresa, além de ter uma oferta de livros muito interessantes, tem um série de recursos muito úteis para quem escreve ou pretende escrever. </p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-22 20:49:19 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Temas fraturantes</title>
         <author>mariajoaopneves</author>
         <link>https://padlet.com/mariajoaopneves/6ke1q2ezilt3725h/wish/3004823192</link>
         <description><![CDATA[<p>A literatura tem o poder de trazer temas fraturantes e difíceis para o universo das crianças, temas esses necessários para a formação e desenvolvimento integral do ser.</p><p>Questões como “a guerra e a violência, o sofrimento e a morte ou a sexualidade, episódios históricos controversos e questões políticas” (Ramos, 2012, p. 34) eram no passado escondidos das crianças, como forma de as proteger. Atualmente acredita-se que estes temas devem fazer parte da formação de leitores como forma de perceberem o mundo em que vivem e se tornarem cidadãos conscientes e com valores humanistas.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-23 09:50:18 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Guerra:</title>
         <author>mariajoaopneves</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2024-05-23 09:51:14 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>A morte:</title>
         <author>mariajoaopneves</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2024-05-23 09:52:14 UTC</pubDate>
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         <title>&quot;Para onde vamos quando desaparecemos?&quot;, de Madalena Matoso e Isabel Minhós Martins</title>
         <author>mariajoaopneves</author>
         <link>https://padlet.com/mariajoaopneves/6ke1q2ezilt3725h/wish/3004828863</link>
         <description><![CDATA[<p>"À parte algumas exceções, ninguém consegue responder com certeza absoluta à pergunta que dá título a este livro.</p><p>“Para onde vamos quando desaparecemos?”&nbsp;aproveita a ausência de respostas “preto no branco” para lançar novas hipóteses – mais coloridas e poéticas, mais sérias ou disparatadas, conforme o caso… – e assim iluminar um tema inevitavelmente sombrio.</p><p><em>Felizmente (ou infelizmente sei lá) não somos os únicos a desaparecer.<br>Com todas as outras coisas do mundo, acontece o mesmo.<br>O Sol, as nuvens, as folhas e até as férias<br>Estão sempre<br>A começar e a acabar</em><strong><em>,<br></em></strong><em>A aparecer e a desaparecer.</em></p><p>O que propõe este livro?</p><p>Observar as coisas do mundo e nelas procurar novas pistas e possibilidades (que nos sirvam a nós e àqueles de quem mais gostamos).</p><p>Atenção: nesta procura, nada deve ser ignorado – das meias que se evaporam misteriosamente ao sol que todos os dias se vai embora – em tudo pode haver ideias interessantes que ajudem a preencher o espaço deixado em aberto por esta grande interrogação.</p><p>“Para onde vamos quando desaparecemos?”&nbsp;aborda de forma subtil o tema da ausência, do desaparecimento e da morte. Não trazendo respostas definitivas, abre as portas à imaginação, tornando o tema (mesmo que por breves instantes) um pouco mais leve."</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-23 09:56:00 UTC</pubDate>
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         <title>A família:</title>
         <author>mariajoaopneves</author>
         <link>https://padlet.com/mariajoaopneves/6ke1q2ezilt3725h/wish/3004831475</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2024-05-23 09:58:46 UTC</pubDate>
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         <title>Direitos humanos:</title>
         <author>mariajoaopneves</author>
         <link>https://padlet.com/mariajoaopneves/6ke1q2ezilt3725h/wish/3004832653</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2024-05-23 10:00:11 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>&quot;O Autocarro de Rosa Parks&quot;, de Fabrizio Silei</title>
         <author>mariajoaopneves</author>
         <link>https://padlet.com/mariajoaopneves/6ke1q2ezilt3725h/wish/3004834505</link>
         <description><![CDATA[<p>"Que impacto pode ter um pequeno gesto de coragem? O suficiente para fazer ruir, de uma só penada, séculos e séculos de racismo institucional, segreda-nos o avô imaginado pelo autor, à medida que nos conta - a nós e ao neto - a história verídica de Rosa Parks: a mulher de meia-idade que transformou um país inteiro só por não ter cedido o seu lugar no autocarro. Amparado pela beleza das ilustrações, cujas cores evocam a obra de Edward Hopper, o velho protagonista fala-nos de um tempo, não tão longínquo quanto se julga, em que negros e brancos não podiam partilhar os mesmos espaços públicos, arbitrariedade que o exemplo de Rosa, de Rosa Parks, soube derrotar."</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-23 10:02:14 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>&quot;Com 3 novelos (o mundo dá muitas voltas)&quot;, de Henriqueta Cristina e Yara Kono</title>
         <author>mariajoaopneves</author>
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         <description><![CDATA[<p>"Em busca de um lugar mais livre onde todos os meninos possam ir à escola, uma família muda-se para outro país. No entanto, apesar de diferente, o país novo que a acolhe está longe de ser perfeito e, neste novo mundo cinzento, a falta liberdade sente-se em coisas tão simples como escolher a cor da camisola que se quer vestir pela manhã…<br>É então que uma mãe entra em ação.<br>Na verdade uma mãe, um par de agulhas e três novelos de lã…</p><p>Com as cores de sempre, as mesmas cores de sempre, esta mãe vai lançar mãos à obra e despertar uma pequena revolução na cidade!</p><p>Baseada em factos reais, esta história inspira-se na aventura de uma família portuguesa que, no final dos anos 60, fugiu à ditadura do Estado Novo e viveu uma experiência de exílio em vários países."</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-23 10:04:28 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Tendências atuais</title>
         <author>mariajoaopneves</author>
         <link>https://padlet.com/mariajoaopneves/6ke1q2ezilt3725h/wish/3004874477</link>
         <description><![CDATA[<p>Até quase ao fim do séc. XX os temas da literatura infantojuvenil eram marcados por uma grande fantasia. Eram, na sua maioria, livros, que ajudavam a aliviar vários períodos conturbados que se foram vivendo ao longo deste século, como guerras, fome e sofrimento. Estas narrativas funcionavam como um escape ao mundo real para um mundo fictício, idílico e apetecível que fazia as crianças sonhar. </p><p>A partir do início do séc. XXI, em Portugal, fundaram-se vários programas de apoio à leitura, como é o caso do PNL (plano nacional de leitura, 2007) e os novos programas de língua portuguesa do ensino básico (2008). Estes planos destinavam-se a "elevar os níveis de literacia dos portugueses" e foram criados tendo por base os fracos resultados dos estudos PISA. </p><p>A escrita para crianças e jovens sofreu um aumento significativo. </p><p>Os principais temas foram:</p><ul><li><p>Problemas ambientais e ecologia;</p></li><li><p>Multiculturalismo;</p></li><li><p>Interculturalidade;</p></li><li><p>Racismo e xenofobia;</p></li><li><p>Imigração;</p></li><li><p>Guerra e violência;</p></li><li><p>Sofrimento e morte;</p></li><li><p>Temática animal e recriação da natureza;</p></li><li><p>Reescrita da tradição oral;</p></li><li><p>Reinvenção do maravilhoso;</p></li><li><p>Universos familiares;</p></li><li><p>Valorização dos sentidos e das emoções.</p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-23 10:47:28 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>mariajoaopneves</author>
         <link>https://padlet.com/mariajoaopneves/6ke1q2ezilt3725h/wish/3004879426</link>
         <description><![CDATA[<p>Na aula a professora apresentou-nos 6 excertos diferentes e 6 capas de livros. </p><p>A nossa tarefa era adivinhar a que livro pertencia cada excerto. </p><p><br></p><p>Esta foi uma atividade bastante interessante, excelente para fazer antes de ler um livro, como atividade pré-leitura, que sem dúvida, aguça a curiosidade de qualquer leitor e incentiva à leitura. </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-23 10:53:08 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Capitão Rosalie</title>
         <author>mariajoaopneves</author>
         <link>https://padlet.com/mariajoaopneves/6ke1q2ezilt3725h/wish/3004882039</link>
         <description><![CDATA[<p> “Quase me esqueço do meu pai. A minha mãe envolve-me numa manta, rindo-se. Como não há nada para comer e não podemos sair, bebemos leite com açúcar de manhã à noite. Aconchegamo-nos as duas na mesma poltrona em frente ao lume. Observo o tremular das labaredas ruivas do fogo. Depois ela levanta-se para ir buscar um grande saco de pano, guardado em cima do guarda-fatos. Tira o vestido de noiva. Mostra-me que ainda lhe serve.”</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-23 10:56:09 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>A manta de José</title>
         <author>mariajoaopneves</author>
         <link>https://padlet.com/mariajoaopneves/6ke1q2ezilt3725h/wish/3004883771</link>
         <description><![CDATA[<p>“Com o passar dos anos, o colete, além de uma bela coleção de nódoas, parecia já ter mais buracos que tecido. Um dia, a mãe, ao ver aquele colete todo rafado, manchado e carcomido, disse: - [ ] esse colete já deu o que tinha a dar! Temos de o despachar. - Isso não é verdade! Este colete ainda vai dar para qualquer coisa. Vais ver. O avô é o melhor alfaiate do mundo.”</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-23 10:58:11 UTC</pubDate>
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         <title>Síul, Epilkif e o Grande Zigomático</title>
         <author>mariajoaopneves</author>
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         <description><![CDATA[<p>“De vez em quando parecia que ia rir, mas acabava por não rir, nem sorrir sequer. Os pais mostravam-lhe as cenas mais cómicas das comédias mais malucas dos cómicos mais divertidos, mas nem um sorriso. Nunca ninguém o fizera rir. Seria tristeza? Mas tristeza de quê? Porquê? Ele tinha tudo para ser feliz. Tudo à sua volta era feliz. Não parecia tristeza, ele não era bem triste. Era outra coisa. Mas o quê? Não era que ele não gostasse das coisas, era como se faltasse qualquer coisa para ele gostar. Ninguém percebia.”</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-23 10:59:27 UTC</pubDate>
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         <title>Endireita-te</title>
         <author>mariajoaopneves</author>
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         <description><![CDATA[<p>" Não voltei a ver o Cara-de-Javali. Já o Soussou, sim. Agora partilhamos a nossa vida. Há quase trinta anos. Sobre a grande asneira que ele teria feito, guardamos silêncio. Deve permanecer em segredo. Em Cové, chamam-lhe cowboy. Temos três meninos, tão reais como as três balas que nunca mataram ninguém, presas no estranho martelo à cintura do Soussou, o meu carpinteiro preferido.”</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-23 11:00:30 UTC</pubDate>
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         <title>O Pássaro da Avó
</title>
         <author>mariajoaopneves</author>
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         <description><![CDATA[<p>“Por isso, uma manhã, na maré baixa, o Noé foi passear. Saltitou de pedra em pedra e na areia molhada. Chapinhou nas poças de água. E viu algo a cintilar ao longe.”</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-23 11:01:40 UTC</pubDate>
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         <title>Rosa branca</title>
         <author>mariajoaopneves</author>
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         <description><![CDATA[<p>“Ver os camiões é engraçado. Ficamos à soleira da porta enquanto eles passam. Não sei para onde vão. Talvez para qualquer sítio do outro lado do rio, pensamos nós. Certo dia, um dos camiões interrompeu a marcha para que os soldados pudessem consertar o motor. Um rapazinho saltou da parte de trás e tentou fugir, mas foi impedido pelo presidente da Câmara, que estacou à frente dele, mesmo no meio da rua.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-23 11:02:56 UTC</pubDate>
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         <title>Haikais e haikus</title>
         <author>mariajoaopneves</author>
         <link>https://padlet.com/mariajoaopneves/6ke1q2ezilt3725h/wish/3005070236</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Haikai</strong> é um vocábulo composto por duas palavras da língua japonesa: <em>hai = </em>brincadeira, gracejo; e <em>kai </em>= harmonia, realização. São poemas pequenos, com cerca de 36 estrofes. O <strong>haiku</strong> é composto pelas primeiras três versos e servia como resumo do poema.</p><p><br></p><p>“O ato de escrever um haiku é um íman que atrai a mente para o presente e abre espaços inesperados dentro de nós” (Hector Garcia e Francesc Miracles)</p><p><br></p><p>Para fazer um haiku devemos obedecer a estes parâmetros:</p><ul><li><p>Ter três versos sem rima </p></li><li><p>Referência à natureza ou às estações do ano </p></li><li><p>Estar no tempo presente </p></li><li><p>Expressão da observação ou fascínio do poeta </p></li><li><p>Presença de um dos cinco sentidos</p></li><li><p>Brevidade</p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-23 13:51:48 UTC</pubDate>
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         <title>Poesia</title>
         <author>mariajoaopneves</author>
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         <description><![CDATA[<p>Existem 5 tipos de poesia:</p><ul><li><p>Poesia popular;</p></li><li><p>Poesia traduzida;</p></li><li><p>Poesia contemporânea;</p></li><li><p>Poesia de autor;</p></li><li><p>Coletâneas / Antologias.</p></li></ul><p><br/></p><p>Alguns autores portugueses conhecidos:</p><p><strong>Século XIX</strong></p><ul><li><p>Antero de Quental;</p></li><li><p>Aquilino Ribeiro;</p></li><li><p>Maria Alberta Meneres;</p></li><li><p>Eugênio de Andrade.</p></li></ul><p>&nbsp;</p><p><strong>Século XX</strong></p><ul><li><p>Matilde Rosa Araújo;</p></li><li><p>Sidónio Muralha.</p></li></ul><p>&nbsp;</p><p><strong>Século XXI</strong></p><ul><li><p>Alice Vieira;</p></li><li><p>Jorge Sousa Braga;</p></li><li><p>Luísa Ducla Soares;</p></li><li><p>João Manoel Robeiro;</p></li><li><p>João Pedro Mésseder.</p></li></ul><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-23 13:57:31 UTC</pubDate>
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         <title>Atividade com haikus</title>
         <author>mariajoaopneves</author>
         <link>https://padlet.com/mariajoaopneves/6ke1q2ezilt3725h/wish/3005079626</link>
         <description><![CDATA[<p>Na aula, a professora desafiou-nos a criar um haiku. </p><p><br></p><p>Aqui fica o meu:</p><p>A andorinha esvoaça</p><p>Entre o doce aroma das cerejeiras em flor</p><p>Libertando-me da nostalgia daquele Inverno</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-23 13:59:25 UTC</pubDate>
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         <title>Poesia traduzida</title>
         <author>mariajoaopneves</author>
         <link>https://padlet.com/mariajoaopneves/6ke1q2ezilt3725h/wish/3005394796</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2024-05-23 19:10:32 UTC</pubDate>
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         <title>Poesia popular</title>
         <author>mariajoaopneves</author>
         <link>https://padlet.com/mariajoaopneves/6ke1q2ezilt3725h/wish/3005397523</link>
         <description><![CDATA[<p>Poesia que vem do povo, que reflete a cultura e as tradições. </p><p>É transmitida oralmente de geração em geração e é uma forma de se passar fatos históricos marcantes, valores, lendas, mitos e episódios peculiares.</p><p>Usam-se quadras, cantigas, lengalengas, provérbios, adivinhas, entre outros.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-23 19:14:25 UTC</pubDate>
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         <title>Coletâneas / Antologias</title>
         <author>mariajoaopneves</author>
         <link>https://padlet.com/mariajoaopneves/6ke1q2ezilt3725h/wish/3005399173</link>
         <description><![CDATA[<p>Conjunto de obras e contos publicados que podem estar reunidos por tema ou por autor.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-23 19:16:44 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Poesia de autor</title>
         <author>mariajoaopneves</author>
         <link>https://padlet.com/mariajoaopneves/6ke1q2ezilt3725h/wish/3005400531</link>
         <description><![CDATA[<p>Conjunto de poemas de um autor </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-23 19:18:47 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Outros discursos utilizados na LIJ</title>
         <author>mariajoaopneves</author>
         <link>https://padlet.com/mariajoaopneves/6ke1q2ezilt3725h/wish/3005405365</link>
         <description><![CDATA[<ul><li><p>Dicionários</p></li><li><p>Alfabetos literários</p></li><li><p>Numerários</p></li><li><p>Nonsense</p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-23 19:25:53 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>mariajoaopneves</author>
         <link>https://padlet.com/mariajoaopneves/6ke1q2ezilt3725h/wish/3005414621</link>
         <description><![CDATA[<p>A educação literária pretende fomentar o gosto pela leitura e o interesse por obras literárias.</p><p>Deverá ter como objetivos alargar a visão do mundo, desenvolver o olhar e o pensamento crítico, dar a conhecer outras realidades, desenvolver competências para a formação de indivíduos com  um elevado sentido de cidadania. </p><p>A educação literária deve ser pensada para o contexto da turma, para as suas necessidades e interesses assim como tendo por base as suas experiências pessoais e áreas de conhecimento prévio.</p><p>A literatura deve ser encarada como uma forma da criança questionar o mundo, a vida, o outro e a si própria. </p><p>Para que isto aconteça, é necessário que o docente seja alguém dedicado e competente, com elevado interesse na formação integral dos seus alunos. Para tal é necessário ter uma estratégia bem definida e um plano estruturado, elaborar uma boa planificação a curto e médio prazo, tendo para tal em consideração os documentos que norteiam a escolha de bons livros, como é o caso do PNL, do PLFL, das AE, do PASEO, do projeto educativo da escola, entre outros. </p><p>Deverá escolher um tema com base no contexto da escola e da turma que se apresente relevante para aquela comunidade.</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-23 19:39:35 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>mariajoaopneves</author>
         <link>https://padlet.com/mariajoaopneves/6ke1q2ezilt3725h/wish/3005427061</link>
         <description><![CDATA[<p>O <strong>Programa de leitura fundamentado na literatura</strong> é um projeto da autoria de duas professoras americanas que acreditam que a literatura pode desempenhar um papel fundamental na vida de qualquer pessoa, permitindo que se abra espaço para a sensação, a emoção, o questionamento e o encantamento. </p><p>Assenta em 3 teorias:</p><ul><li><p>Teoria da receção- concentra-se na interação entre o texto literário e o leitor e dá ênfase à experiência e à interpretação do leitor. A teoria da recepção desafia a ideia de que o significado de um texto é fixo ou determinado apenas pela intenção do autor. Em vez disso, ela destaca o papel ativo do leitor na criação de significado e como as interpretações literárias podem ser diversas e dinâmicas.</p></li><li><p>Teoria construtivista- é uma abordagem educacional e psicológica que enfatiza o papel ativo dos indivíduos na construção do conhecimento. Ao contrário de teorias que veem a aprendizagem como um processo passivo de receção de informações, o construtivismo sustenta que os aprendizes criam significado a partir de suas experiências e interações com o mundo.</p></li><li><p>Teoria sociocultural- enfatiza a importância do contexto social e cultural no desenvolvimento cognitivo. Esta teoria considera que o aprendizado e o desenvolvimento humano são fundamentalmente influenciados pelas interações sociais e pelas práticas culturais.</p></li></ul><p><br/></p><p>O professor deve sempre questionar-se antes de apresentar uma obra sobre o possível questionamento que esta possa provocar, o potencial de reflexão, de estímulo de desenvolvimento de pensamento crítico, entre outros. Para isso é imprescindível que conheça bem a turma que está a lecionar, os seus interesses e necessidades.</p><p><br/></p><p>Exigem três momentos chave no PLFL:</p><ul><li><p>Atividades de pré-leitura</p></li><li><p>Atividades durante a leitura</p></li><li><p>Atividades após a leitura</p></li></ul><p>Estas atividades devem ser pensadas e realizadas não como mais uma ficha de trabalho, mas sim com o intuito de despertar curiosidade, promover discussão, estimular a criatividade e o pensamento crítico.</p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-23 19:58:01 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Autores da LIJ em e-book_ Luísa Ducla Soares</title>
         <author>mariajoaopneves</author>
         <link>https://padlet.com/mariajoaopneves/6ke1q2ezilt3725h/wish/3005434130</link>
         <description><![CDATA[<p>Como proposta de trabalho de grupo, a professora pediu que elaborássemos um livro digital com a biografia e bibliografia de um/a autor/a da Literatura infantojuvenil. </p><p>O meu grupo escolheu a Luísa Ducla Soares, porque além de ser um nome incontornável deste tipo de literatura, tem uma obra riquíssima onde utiliza diferentes discursos e nos presenteia com narrativas deliciosas. </p><p>No final do livro, lançamos um desafio a todos os leitores, atreveste a desvendá-lo?  </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-23 20:08:58 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>mariajoaopneves</author>
         <link>https://padlet.com/mariajoaopneves/6ke1q2ezilt3725h/wish/3006373171</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Objetivos: </strong></p><p>• Ativar e construir conhecimento prévio </p><p>• Alargar o vocabulário </p><p>• Estabelecer objetivos de leitura </p><p>• Promover respostas pessoais </p><p>• Estimular a curiosidade </p><p>• Motivar para a leitura</p><p><br></p><p><strong>Exemplos de Atividades</strong>:</p><p>• Guias de antecipação</p><p>• Opinionário</p><p>• “Bookbits”</p><p>• Exploração de elementos paratextuais</p><p>• Mapas de contrastes</p><p>• Mapas semânticos </p><p>• Carrossel de imagens</p><p>• Cestas literárias</p><p>(...)</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-24 11:35:04 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>mariajoaopneves</author>
         <link>https://padlet.com/mariajoaopneves/6ke1q2ezilt3725h/wish/3006373536</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Objetivos:</strong></p><p>• Aprofundar a compreensão </p><p>• Promover respostas pessoais </p><p>• Incentivar o uso de estratégias de compreensão </p><p>• Consciencializar para a estrutura do texto </p><p>• Focar a atenção na linguagem </p><p>• Facilitar a reflexão sobre as personagens, temas e ideias </p><p>• Promover o trabalho colaborativo e a interpretação</p><p><br></p><p><strong>Exemplos de Atividades</strong>:</p><p>• Mapas Literários;</p><p>• Mapas de contrastes;</p><p>• “O Investigador” (o que sei; o que penso; porquê?)</p><p>• Mapas / Teias da história;</p><p>• Percursos narrativos;</p><p>• Perspetivas e pontos de vista;</p><p>• Carrossel de personagens;</p><p>• Mapas de sentimentos / emoções;</p><p>• Diários;</p><p>• 10 Palavras poderosas</p><p>(…)</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-24 11:35:33 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title></title>
         <author>mariajoaopneves</author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Objetivos:</strong></p><p>•Incentivar à produção de respostas pessoais </p><p>• Estimular a reflexão sobre as ideias do texto </p><p>• Identificar a mensagem </p><p>• Promover a reflexão </p><p>• Facilitar a organização, a análise, a síntese das ideias do texto </p><p>• Partilhar e construir interpretações </p><p>• Induzir à produção de conexões</p><p><br></p><p><strong>Exemplos de Atividades</strong>:</p><p>• Polos opostos</p><p>• Excertos poderosos</p><p>• Resposta 3D / 2D</p><p>• Reposta dramática</p><p>• Estátua viva</p><p>• Talk show</p><p>• Prós e Contras</p><p>• Resposta multimédia</p><p>• Livros artesanais</p><p>(…)</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-24 11:37:40 UTC</pubDate>
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         <title>Tema_ Inclusão</title>
         <author>mariajoaopneves</author>
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         <title>Brochura</title>
         <author>mariajoaopneves</author>
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