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      <title>cronica by Victor Emanuel Ochoa dos Santos</title>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2025-06-02 11:41:38 UTC</pubDate>
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         <title>CRÔNISTAS BRASILEIROS </title>
         <author>victorsantos5_1</author>
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         <description><![CDATA[<p>MACHADO DE ASSIS</p><p><br/></p><p>LIMA BARRETO</p><p><br/></p><p>JOÃO DO RIO</p><p><br/></p><p>PAULO MENDES CAMPOS</p><p><br/></p><p><br/></p><p>CARLOS DRUMMOND DE ANDRADE</p><p><br/></p><p>LUÍS FERNANDO VERÌSSIMO</p><p><br/></p><p>FERNANDO SABINO</p><p><br/></p><p>CARLOS HEITOR CONY</p><p><br/></p><p>CAIO FERNANDO ABREU</p><p><br/></p><p>LIMA BARRETO</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-02 12:16:00 UTC</pubDate>
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         <title>características da crônica</title>
         <author>victorsantos5_1</author>
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         <description><![CDATA[<p>situações cotidianas</p><p>diálogos simples e diretos</p><p>foca em aspectos do dia a dia</p><p>refletem eventos ou comportamentos comuns</p><p><br></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-02 12:25:39 UTC</pubDate>
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         <title>Furto de Flor, Carlos Drummond de Andrade</title>
         <author>alice5532477</author>
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         <description><![CDATA[<p><br/></p><blockquote><p>Furtei uma flor daquele jardim. O porteiro do edifício cochilava e eu furtei a flor. Trouxe-a para casa e coloquei-a no copo com água. Logo senti que ela não estava feliz. O copo destina-se a beber, e flor não é para ser bebida.<br>Passei-a para o vaso, e notei que ela me agradecia, revelando melhor sua delicada composição. Quantas novidades há numa flor, se a contemplarmos bem. Sendo autor do furto, eu assumira a obrigação de conservá-la. Renovei a água do vaso, mas a flor empalidecia. Temi por sua vida. Não adiantava restituí-la ao jardim. Nem apelar para o médico das flores. Eu a furtara, eu a via morrer.<br>Já murcha, e com a cor particular da morte, peguei-a docemente e fui depositá-la no jardim onde desabrochara. O porteiro estava atento e repreendeu-me:<br>– Que ideia a sua, vir jogar lixo de sua casa neste jardim!</p></blockquote><p>Um dos nomes mais célebres da literatura naciona</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-02 12:31:40 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>erick6771360</author>
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         <description><![CDATA[<p>vídeo do cronista Machado De Assis</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-02 12:32:42 UTC</pubDate>
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         <title>PAULO MENDES CAMPOS</title>
         <author>victorsantos5_1</author>
         <link>https://padlet.com/victorsantos5_1/6jsryucgkn4vznt2/wish/3476165790</link>
         <description><![CDATA[<p>Não consigo entender<br>O tempo<br>A morte<br>Teu olhar<br>O tempo é muito comprido<br>A morte não tem sentido<br>Teu olhar me põe perdido<br>Não consigo medir<br>O tempo<br>A morte<br>Teu olhar<br>O tempo, quando é que cessa?<br>A morte, quando começa?<br>Teu olhar, quando se expressa?<br>Muito medo tenho<br>Do tempo<br>Da morte<br>De teu olhar<br>O tempo levanta o muro.<br>A morte será o escuro?<br>Em teu olhar me procuro.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-02 12:33:47 UTC</pubDate>
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         <title>Crônica de Machado De Assis</title>
         <author>erick6771360</author>
         <link>https://padlet.com/victorsantos5_1/6jsryucgkn4vznt2/wish/3476167425</link>
         <description><![CDATA[<p>Círculo Vicioso<br><br>Bailando no ar, gemia inquieto vaga-lume:<br>– "Quem me dera que fosse aquela loura estrela,<br>Que arde no eterno azul, como uma eterna vela!"<br>Mas a estrela, fitando a lua, com ciúme:<br><br>– "Pudesse eu copiar o transparente lume,<br>Que, da grega coluna á gótica janela,<br>Contemplou, suspirosa, a fronte amada e bela!"<br>Mas a lua, fitando o sol, com azedume:<br><br>– "Mísera! tivesse eu aquela enorme, aquela<br>Claridade imortal, que toda a luz resume!"<br>Mas o sol, inclinando a rútila capela:<br><br>– "Pesa-me esta brilhante auréola de nume...<br>Enfara-me esta azul e desmedida umbela...<br>Porque não nasci eu um simples vaga-lume?"</p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.pensador.com/autor/machado_de_assis/">Machado de Assis</a></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-02 12:35:15 UTC</pubDate>
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         <title>Mau Humor, Lima Barreto</title>
         <author>alice5532477</author>
         <link>https://padlet.com/victorsantos5_1/6jsryucgkn4vznt2/wish/3476175022</link>
         <description><![CDATA[<p>Ao lado da paixão pela paisagem das margens da cidade, que descreve sempre com carinho, o autor não perde oportunidade de mostrar seu mau humor para com tudo aquilo que hoje chamaríamos elitista.<br><br>- Quando, meu Deus, ficaremos livres da burguesia? ; pergunta em O jardim botânico e suas palmeiras.<br><br>Crítico ferrenho das obras de modernização da cidade ; abertura de grandes avenidas após a destruição do labirinto de ruelas do Rio antigo ;, denuncia que ;esse furor demolidor vem dos forasteiros, dos adventícios, que querem um Rio-Paris barato ou mesmo Buenos Aires de tostão;.<br><br>Ataca os recentemente construídos Teatro Nacional e Biblioteca Nacional. ;A minha alma é de bandido tímido, quando vejo desses monumentos, olho-os, talvez, um pouco, como um burro; mas por cima de tudo como uma pessoa que se estarrece de admiração diante de suntuosidades desnecessárias;.<br><br>Sugere que a construção de várias pequenas casas de espetáculos em bairros centrais teria sido mais sensata porque ; julga ; que não há público na cidade para manter um teatro ;cheio de mármores, de complicações luxuosas... que exige casaca, altas toilettes, decotes, penteados, diademas, adereços;. Protesta, em O prefeito e o povo, contra o fato de que o governo local esteja asfaltando ;os areais desertos de Copacabana;.<br><br>Sobre o futebol, lamenta que os brasileiros estejam apaixonados por ;umas marradas e uns pontapés dominicais, debaixo de um sol ardente; e antecipa (em um século) o Fifagate ao dizer ironicamente que ;os clubes de football são de uma pobreza franciscana, tanto assim que uns compram vitórias a peso de ouro, peitando jogadores dos contrários a contos de réis e mais...</p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-02 12:42:34 UTC</pubDate>
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         <title>Machado De Assis</title>
         <author>erick6771360</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-06-02 12:47:48 UTC</pubDate>
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         <title>Carlos Drummond De Andrade</title>
         <author>erick6771360</author>
         <link>https://padlet.com/victorsantos5_1/6jsryucgkn4vznt2/wish/3476181942</link>
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         <pubDate>2025-06-02 12:48:54 UTC</pubDate>
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         <title>Garoto das Meias Vermelhas</title>
         <author>rafaeljgandin</author>
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         <description><![CDATA[<p>Ele era um garoto triste. Procurava estudar muito.</p><p>Na hora do recreio ficava afastado dos colegas, como se estivesse procurando alguma coisa.</p><p>Todos os outros meninos zombavam dele, por causa das suas meias vermelhas.</p><p>Um dia, o cercaram e lhe perguntaram porque ele só usava meias vermelhas.</p><p>Ele falou, com simplicidade:</p><p>"no ano passado, quando fiz aniversário, minha mãe me levou ao circo".</p><p>Colocou em mim essas meias vermelhas.</p><p>Eu reclamei. Comecei a chorar.</p><p>Disse que todo mundo iria rir de mim, por causa das meias vermelhas.</p><p>Mas ela disse que tinha um motivo muito forte para me colocar as meias vermelhas.</p><p>Disse que se eu me perdesse, bastaria ela olhar para o chão e quando visse um menino</p><p>de meias vermelhas, saberia que o filho era dela."</p><p><br></p><p>"Ora", disseram os garotos. "mas você não está num circo.</p><p>Por que não tira essas meias vermelhas e as joga fora?"</p><p>O menino das meias vermelhas olhou para os próprios pés,</p><p>talvez para disfarçar o olhar lacrimoso e explicou:</p><p>"é que a minha mãe abandonou a nossa casa e foi embora".</p><p>Por isso eu continuo usando essas meias vermelhas.</p><p>"Quando ela passar por mim, em qualquer lugar em que eu esteja,</p><p>ela vai me encontrar e me levará com ela."</p><p><br></p><p>Muitas almas existem, na Terra, solitárias e tristes, chorando um amor que se foi.</p><p>Colocam meias vermelhas, na expectativa de que alguém as identifique,</p><p>em meio à multidão, e as leve para a intimidade do próprio coração.</p><p>São crianças, cujos pais as deixaram, um dia, em braços alheios,</p><p>enquanto eles mesmos se lançaram à procura de tesouros, nem sempre reais.</p><p>Lesadas em sua afetividade, vivem cada dia à espera do retorno dos amores,</p><p>ou de alguém que lhes chegue e as aconchegue.</p><p>Têm sede de carinho e fome de afeto.</p><p>Trazem o olhar triste de quem se encontra sozinho e anseia por ternura.</p><p>São idosos recolhidos a lares e asilos, às dezenas.</p><p>Ficam sentados em suas cadeiras, tomando sol, as pernas estendidas,</p><p>aguardando que alguém identifique as meias vermelhas.</p><p>Aguardam gestos de carinho, atenções pequenas.</p><p>Marcam no calendário, para não se perderem, a data da próxima visita,</p><p>do aniversário, da festividade especial.</p><p>Aguardam...</p><p><br></p><p>São homens e mulheres que se levantam todos os dias, saem de casa,</p><p>andam pelas ruas, sempre à espera de alguém que partiu, retorne.</p><p>Que o filho que tomou o rumo do mundo e não mais escreveu,</p><p>nem deu notícia alguma, volte ao lar.</p><p>São namorados, noivos, esposos que viram o outro sair de casa,</p><p>um dia, e esperam o retorno.</p><p>Almas solitárias. Lesadas na afetividade. Carentes.</p><p><br></p><p>Pense nisso!</p><p>O amor, sem dúvida, é lei da vida.</p><p>Ninguém no mundo pode medir a resistência de um coração</p><p>quando abandonado por outro.</p><p>E nem pode aquilatar da qualidade das reações que virão daqueles</p><p>que emurchecem aos poucos, na dor da afeição incompreendida.</p><p>Todos devemos respeito uns aos outros.</p><p>Somos responsáveis pelos que cativamos ou nos confiam seus corações.</p><p>Se alguém estiver usando meias vermelhas, por nossa causa, pensemos se esse</p><p>não é o momento de recompor o que se encontra destroçado,</p><p>trabalhando a terra do nosso coração.</p><p>A maior de todas as artes é a arte de viver juntos.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-02 12:48:54 UTC</pubDate>
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         <title>Lima Barreto</title>
         <author>erick6771360</author>
         <link>https://padlet.com/victorsantos5_1/6jsryucgkn4vznt2/wish/3476183213</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-06-02 12:50:07 UTC</pubDate>
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         <title>Paulo Mendes Campos</title>
         <author>erick6771360</author>
         <link>https://padlet.com/victorsantos5_1/6jsryucgkn4vznt2/wish/3476704544</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-06-03 00:03:28 UTC</pubDate>
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         <title>ciencias</title>
         <author>victorsantos5_1</author>
         <link>https://padlet.com/victorsantos5_1/6jsryucgkn4vznt2/wish/3504160043</link>
         <description><![CDATA[<p>REFLORESTAMENTO DE ENCOSTAS DE RIOS</p><p><br></p><p>&nbsp;As árvores garantem segurança hídrica pois, basicamente, não existe sistema de abastecimento de água, sem preservação das matas além de preservar a forma funda dos rios evitando que a água se disperse por conta do assoreamento.</p><p>&nbsp;&nbsp;Existe uma forte relação entre a árvore e água, são as bacias florestais e as zonas úmidas florestais que fornecem 75% da água doce acessível do mundo, não por acaso, uma das maiores preocupações para que a água não se torne escassa nas cidades é a manutenção da vegetação nativa nas nascentes e margens dos rios.Como se vê, a mata ciliar tem um papel fundamental na preservação da qualidade das águas pois, pode conter erosões, ajudar a manter a temperatura e a concentração de oxigênio dissolvido.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;</p><p>&nbsp;Outro estudo publicado este ano, pela mesma ONG, comprovou que, ao longo do Rio Tietê, a qualidade da água melhora justamente nos locais com maior cobertura vegetal.</p><p>Como se vê, a mata ciliar tem um papel fundamental na preservação da qualidade das águas, pois, pode conter erosões, ajudar a manter a temperatura e a concentração de oxigênio dissolvido.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-27 12:14:01 UTC</pubDate>
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