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      <title>CENTRAL DE MATERIAL E ESTERELIZAÇÃO by William da Silva Cavalcante</title>
      <link>https://padlet.com/williamcavalcante3/6jdjr57lip1y3bql</link>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-10-18 22:28:12 UTC</pubDate>
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         <title>Central de materiais e esterilização: segurança contra a contaminação dos Produtos para Saúde (PPS)</title>
         <author>williamcavalcante3</author>
         <link>https://padlet.com/williamcavalcante3/6jdjr57lip1y3bql/wish/1825425790</link>
         <description><![CDATA[<div>A Central de Materiais e Esterilização (CME) não lida diretamente com o paciente, mas contribui significativamente para a sua segurança e a dos profissionais, uma vez que que é setor responsável por processar e assegurar que os produtos para saúde (PPS) cheguem livres de contaminação.</div><div>“É na CME onde tudo começa e termina, pois seguimos um fluxo contínuo de processamento compreendido entre o recebimento e distribuição. Somos uma verdadeira linha de produção”, afirma Monalisa Santana, coordenadora da CME da Policlínica.<br><br></div><div>Todos os produtos para saúde que chegam contaminados passam por rigorosa limpeza e inspeção, desinfecção e/ou esterilização, para que estes sejam distribuídos nas unidades assistenciais, sobretudo Centro Cirúrgico, além da UTI e demais unidades. Além disso, um padrão de boas práticas é seguido rigorosamente, onde todas as atividades são testadas e desafiadas a partir de monitores físicos, químicos e biológicos para assegurar todos os processos pelos quais os PPS passam.<br>&nbsp;<br>noticia retirada do site Liga contra o Câncer. Postado dia 13 de abril de 2021<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-18 22:29:31 UTC</pubDate>
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         <title>Como monitorar a esterilização?</title>
         <author>jamilsonsilva</author>
         <link>https://padlet.com/williamcavalcante3/6jdjr57lip1y3bql/wish/1825452648</link>
         <description><![CDATA[<div>Através dos resultados dos parametros críticos do processo pelos indicadores físicos, químicos e biológicos.</div><div>Nos indicadores físicos, irá avaliar a temperatura, vapor e tempo no qual é realizado a cada ciclo.</div><div>Nos indicadores químicos, irá avaliar a presença ou o alcance de um ou mais parâmetros requeridos para um processo de esterilização satisfatório. Os indicadores são classificados conforme a classe, sendo a qualidade em ordem crescente. As classes e suas respctivas funções são:</div><div>Classe 1. Indicador de processo, irá indicar quais materiais já passaram pelo processo de esterilização ou não. O mais comum é a fita zebrada.</div><div>Classe 2. Indicador de funcionamento adequado da autoclave sob vapor. Chamado de teste de Bowie e Dick. Utilizado dentro do pacote do fabricante ou dentro de pacotes montados. O objetivo é que toda a fita mude de cor indicando. As condições do teste são:</div><div>2.1 Cada dia que o esterilizador é usado;</div><div>2.2 Após ciclo de aquecimento;</div><div>2.3 Antes do primeiro ciclo com carga;</div><div>2.4 Pacote teste na câmara vazia, sobre o dreno 10 a 20 cm acima;</div><div>2.5 134 ºC – 3,5 minutos – máximo de 4 minutos, sem secagem;</div><div>2.6 Não recomendado para autoclaves gravitacionais.<br><br></div><div>Classe 3. Indicadores de uma variável. Deve ser projetado para reagir a uma das variáveis críticas e é designado para indicar a exposição a um ciclo de esterilização ao valor estabelecido (VE) da variável selecionada.</div><div>Classe 4. Indicador multi variável. Um indicador multi variável deve ser projetado para reagir a duas ou mais variáveis críticas e é designado para indicar a exposição a um ciclo de esterilização aos valores estabelecidos das variáveis selecionadas.</div><div>Classe 5. Indicadores integradores. Os indicadores integradores devem ser projetados para reagir a todas as variáveis críticas. Pode ser utilizado em uma ampla faixa de temperatura. O valor declarado para 121ºC deve ser igual ou maior que 16,5 minutos. Resposta deve ser correlata ao Indicador Biológico em 03 tempos/temperaturas relacionadas (121ºC, 135ºC e uma temperatura intermediária que pode ser 128ºC). Se não for aprovado, os pacotes devem retornar a CME.</div><div>Classe 6. Indicadores emuladores. São indicadores de verificação do ciclo que devem ser projetados para reagir a todas as variáveis críticas para ciclos de esterilização especificados.</div><div>Já no indicador biológico, é utilizado um dispositivo contendo microrganismos vivos e viáveis, reconhecidamente resistentes ao</div><div>método de esterilização a ser monitorado, e tem por objetivo demonstrar se as condições do esterilizador estão adequadas para produzir a esterilização. Usado diariamente (uma vez ao dia ou em materiais implantáveis) em pacote teste desafio – manual padrão AAMI ou pronto na posição horizontal e próximo ao dreno da autoclave com carga. São classificados em três gerações, sendo a terceira geração a mais utilizada. A segunda geração contem tiras de pepel inoculadas de esporos, possui um tempo de incubação de 48h, já as de terceira geração utiliza o mesmo método, porém por um tempo de incubação de 3h.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-18 22:51:39 UTC</pubDate>
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         <title>Quais são as condutas a serem realizadas na Central de Material e Esterilização?</title>
         <author>carolinalima5</author>
         <link>https://padlet.com/williamcavalcante3/6jdjr57lip1y3bql/wish/1825536348</link>
         <description><![CDATA[<div>São diversas as atividades desenvolvidas na Central de Material e Esterilização e que tem como objetivo geral o processamento de materiais e equipamentos usados no Centro Cirúrgico e demais unidades de um hospital. Logo, se tratam de atividades que requerem boas condutas dos profissionais que as realizam, exigindo destes, embasamento teórico, técnico e científico. Se tratando do profissional de enfermagem, a priori, as ideias que se tinham a respeito de suas atribuições e condutas realizadas na CME eram, de certa forma, muito vagas. Onde havia-se a percepção de que esses profissionais não tinham tantas responsabilidades, atribuições e protagonismo nesse espaço. Ideia vaga que se desfez durante as práticas disciplinares de CME realizadas nos dias 22 e 23 de setembro de 2021. Onde foi possível ver minimamente, na prática, como o enfermeiro atua dentro dessa unidade. Dessa forma, no que tange às atribuições e condutas a serem realizadas pelo profissional de enfermagem na Central de Material e Esterilização cita-se primeiramente que é ele quem planeja, coordena e executa as atividades da CME. Atividades essas que envolvem a recepção e separação dos materiais; limpeza; preparo dos materiais; esterilização por métodos químicos e/ou físicos; armazenamento e distribuição dos materiais esterilizados. Durante a prática realizada dia 22 de setembro, as etapas de preparo e esterilização puderam ser conhecidas de forma mais realista pelos alunos, na qual tiveram a oportunidade de ver de perto alguns indicadores e métodos de esterilização utilizados, assim como também, realizar a dobra e preparo em pacotes de alguns materiais utilizados no Centro Cirúrgico, que no caso, foi o jogo de sala contendo campos estéreis. Ademais, o profissional de enfermagem atua participando da elaboração do sistema de registro das etapas envolvendo limpeza, desinfecção e esterilização, sendo que durante a prática pode-se ter conhecimento da anotação de enfermagem em CME, que corresponde a um documento muito importante que garante respaldo para o profissional no que tange as suas condutas realizadas. Atua ainda no monitoramento e controle das etapas do processamento dos produtos; participa da elaboração do Protocolo Operacional Padrão (POP) para as etapas do processamento; propõem e utiliza indicadores de controle; avalia a qualidade dos produtos; participa de ações de prevenção e controle de eventos adversos; garante a utilização de EPI pelos profissionais da CME, de acordo com a área de trabalho (área suja, limpa e estéril); orienta e supervisiona as unidades consumidoras dos produtos quanto ao transporte e ao armazenamento dos mesmos; realiza e promove a capacitação, educação e avaliação de desempenho dos profissionais que atuam no CME, nisto, é importante a constante atualização do profissional quanto às inovações tecnológicas relacionadas ao processamento dos produtos para saúde.&nbsp;</div><div><br></div><div><strong>Referências</strong></div><div>SOBECC - Práticas Recomendadas SOBECC / Sociedade Brasileira de Enfermeiros de Centro Cirúrgico. <strong>Recuperação Anestésica e Centro de Material e Esterilização.</strong> 6. ed. São Paulo - SP: Manole, 2013.</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-18 23:58:17 UTC</pubDate>
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         <title>O “coração” de um hospital está em sua Central de Materiais Esterilizados: Equipamentos utilizados em um hospital passam por um criterioso processo de higienização</title>
         <author>adeliaaires</author>
         <link>https://padlet.com/williamcavalcante3/6jdjr57lip1y3bql/wish/1825537184</link>
         <description><![CDATA[<div>Em uma Instituição hospitalar, desde o item mais simples ao mais complexo, todos estão atrelados ao processo realizado em uma Central de Materiais para Esterilização-CME. Por isso, pode-se dizer que a CME é o coração de uma instituição de saúde.<br>“Neste setor não trabalhamos diretamente com o paciente, mas trabalhamos para eles, pois temos um papel fundamental na recuperação da saúde de cada um, especialmente no cuidado da higienização e esterilização dos materiais que serão utilizados para o atendimento de todos que utilizam nossos serviços”, aponta Irmã Jéssica Benitez, uma das responsáveis pelo setor.<br><br>É por este setor que todos os materiais que entram em contato com o paciente são limpos, esterilizados, e os produtos para atendimento à saúde são processados. Sem este fundamental processo certamente os atendimentos aos pacientes seriam comprometidos.<br>As etapas de esterilização de materiais são importantes e precisam ser criteriosamente cumpridas, pois um erro pode comprometer muitas vidas.<br><br>- Etapas e processos<br>Várias são as etapas para lavagem e limpeza de equipamentos e utensílios. Os processos incluem a lavagem e desinfecção, inspeção, preparo, embalagem, esterilização e armazenamento de produtos para saúde.<br>Para que as etapas sejam seguidas corretamente, um local adequado e preparado para as ações precisa existir. Foi pensando nisso, que o HSJosé construiu um local específico deste seguimento, com uma área física de 350 metros quadrados.<br><br>A CME do HSJosé, tem a capacidade, por meio de sua estrutura e colaboradores, para suportar toda demanda hospitalar. O local funciona no terceiro andar da instituição, 24h por dia e conta com elevadores internos em atividade para atender e suprir todos os setores, principalmente o centro cirúrgico, setor que utiliza uma quantidade importante de materiais e que precisam passar pelo criterioso processo de esterilização.<br><br>- Organização dos serviços prestados<br>De acordo com a enfermeira responsável pelo setor Franciele Preve Manoel, os itens recebidos, são conferidos e encaminhados à área crítica, chamada de área suja para daí então iniciar o processo de limpeza. É realizado uma pré-lavagem manual em todos os materiais, após, são colocados para lavagem automatizada na termodesinfectadora ou caviwave, equipamentos estes avaliados diariamente quanto a sua funcionalidade e testes de eficiência de limpeza. Após o processo de lavagem, o material passa para a área de preparo.<br>“Assim como zelamos pela vida do paciente também cuidamos da vida de nossos funcionários, fornecendo EPI’s específicos para desempenho das atividades específicas em cada área, para que realizem este processo”, explica Franciele.<br><br>O processo de preparo dos materiais, também é importante para continuidade do processo. Segundo a enfermeira, todos os passos são observados, visando assegurar a limpeza e integridade dos materiais; estas observações são realizadas com uma lupa específica segundo o requerimento das normativas e microscópios específicos em alguns materiais. Após esta etapa, estando os materiais em boas condições inicia-se então o processo de inspeção, funcionalidade e montagem das caixas que devem seguir para os devidos setores.<br><br>Os materiais são devidamente embalados e encaminhados ao processo de esterilização.<br><br>“Cada material é avaliado junto com a informação do fabricante e normas da Anvisa para observar a que tipo de esterilização poderá ser submetido. Após o processo de esterilização é avaliado os indicadores químicos, biológicos e físicos, avaliando os padrões estabelecidos na qualificação das máquinas em cada um dos processos. Possuímos três tipos de agentes esterilizantes (vapor, peróxido de hidrogênio e vapor a baixa temperatura de formaldeído). Posteriormente a esterilização o material será estocado no arsenal para posterior liberação aos setores e Centro Cirúrgico”, salienta a enfermeira.<br><br>- Itens esterilizados/mês<br>Por mês, mais de 66 mil itens são esterilizados, e, por dia, o número de esterilização de materiais pode chegar a 2 mil.<br>Funcionando 24h todos os dias, a CME do HSJosé conta hoje com uma equipe distribuída em quatro turnos (manhã, tarde e noite). O grupo é composto por 35 técnicos de enfermagem, três enfermeiras e uma higienizadora.<br><br>Visando sempre manter a qualidade dos serviços oferecidos, o HSJosé está diariamente buscando melhorar os processos para garantir a segurança diária dos pacientes.<br><br>Reportagem publicada no g1, no dia 30 de setembro de 2020 às 11hrs.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-18 23:58:53 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>silvalarissa</author>
         <link>https://padlet.com/williamcavalcante3/6jdjr57lip1y3bql/wish/1825676365</link>
         <description><![CDATA[<div>DEFINIÇÃO<br>&nbsp;<br>Central de Material e Esterilização, Central de Materiais Estéreis ou Central de Material Esterilizado são variações de nomes para um setor que dentro do hospital possui vários objetivos, entre eles: <strong>limpar, desinfetar e esterilizar materiais, instrumentos ou instrumentais de uso na assistência à Saúde, mantendo-os isentos de vírus e/ou bactérias até o momento de seu uso pelas equipes médicas ou multidisciplinares da área clínico-assistencial.</strong> Apesar da sua importância no controle de infecções, a CME no Brasil não teve a justa valorização por um longo período devido, entre outras razões, à falta de conhecimento sobre a sua relevância na assistência à saúde e os seus impactos na <a href="https://mv.com.br/pt/blog/seguranca-do-paciente--como-prevenir-erros-e-eventos-adversos-no-hospital"><strong>segurança do paciente</strong></a><strong>.</strong></div><div><br>Até a década de 50, a Central de Material e Esterilização era semicentralizada e o fluxo de suas atividades, além de demorado, era pouco eficiente. Com o aprimoramento de técnicas e processos de limpeza, preparo, desinfecção, esterilização e armazenamento de itens, como roupas cirúrgicas e instrumentais para uso em cirurgias, a CME ganhou impulso e reconhecimento consideráveis. Com o aumento da atenção a esse setor dentro dos hospitais, em setembro de 1991, foi criada uma sociedade com o viés técnico e com o objetivo de propor normas e padronizações nas ações cotidianas dos profissionais que trabalham na Central. Surgiu, assim, a <a href="http://www.sobecc.org.br/"><strong>Sociedade Brasileira de Enfermeiros do Centro Cirúrgico</strong></a>, também conhecida como SOBECC e que, dentro do contexto da CME, é responsável por propor recomendações de boas práticas referentes às áreas do Centro Cirúrgico, Recuperação Anestésica e Central de Material Esterilizado.</div><div><strong><br>A eficácia da CME na gestão hospitalar torna-se ainda mais evidente com a incorporação de tecnologias. Atividades de controle realizadas manualmente, por meio de planilhas, podem ser substituídas por sistemas automatizados que mantêm equipes e gestores informados a todo momento, o que auxilia na mitigação de </strong><a href="https://mv.com.br/pt/blog/gestao-hospitalar--erros-e-eventos-adversos-mais-comuns-na-assistencia"><strong>eventos adversos</strong></a><strong> no atendimento a pacientes. Com a utilização de sistemas de gestão, acompanha-se ainda todo o fluxo de trabalho em cada fase do processo de desinfecção e/ou esterilização facilitando, inclusive, a interação com outros setores.</strong> Afinal, junto ao Centro Cirúrgico e ao Controle de Infecção, a Central de Materiais e Esterilização compõe uma tríade para rastreamento preciso de instrumentos nas fases pré e pós-cirúrgicas, com o registro de eventuais infecções associadas a procedimentos, sejam invasivos ou não. Nos processos da CME, a incorporação de outros recursos tecnológicos como os códigos bidimensionais Data Matrix aumentam a segurança e o controle, fazendo com que a central esteja em consonância com diretrizes da Organização Mundial de Saúde (OMS), por exemplo, <a href="https://www.who.int/patientsafety/safesurgery/es/"><strong>Cirurgia Segura</strong></a>.</div><div><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-19 01:07:42 UTC</pubDate>
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         <title>Condutas Inapropriadas na Central de Material e Esterilização:</title>
         <author>catherinesussuarana</author>
         <link>https://padlet.com/williamcavalcante3/6jdjr57lip1y3bql/wish/1825858264</link>
         <description><![CDATA[<div>A finalidade do processo de trabalho do Enfermeiro na CME em garantir a qualidade do serviço prestado e da equipe envolve questões à segurança e excelência dos materiais processados, da equipe de trabalho e do serviço prestado;&nbsp;<br>&nbsp;</div><div>É essencial que o Enfermeiro evite problemas, falhas e faltas relacionadas aos materiais; supra as necessidades, dê suporte, apoio, contribua com as unidades consumidoras do hospital e os profissionais que nele atuam; preste assistência, cuide indiretamente com qualidade e segurança e controle a infecção. &nbsp;<br><br></div><div>Dessa forma, condutas inapropriadas derivam do:&nbsp;</div><ul><li>Desconhecimento dos tratamentos para cada material envolvido e manuseio incorreto das técnicas de dobragem de tecidos e esterilização, bem como a inutilização dos testes, marcadores apropriados e registro correto;&nbsp;</li><li>Falta de coordenação dos integrantes desse departamento;&nbsp;</li><li>Falha em avaliar a qualidade das atividades executadas;&nbsp;</li><li>Incapacidade de prever alterações que possam comprometer o serviço;&nbsp;</li><li>Não se atualizar constantemente sobre as novas formas de contaminação microbiológica (provenientes de fluidos corporais e agentes químicos que possam adentrar no ambiente hospitalar). &nbsp;</li><li>Profissional desqualificado acerca do embasamento teórico sobre os diferentes tipos de processamento de produtos, quais são as substâncias mais indicadas para cada tarefa e como avaliar a efetividade das ações (procedência inapropriada acerca dos testes de esterilização). &nbsp;</li><li>Negligência em avaliar a infraestrutura física da CME, analise as rotinas e verificar a vida útil dos equipamentos;&nbsp;</li><li>Falta de levantamento informações sobre o domínio das técnicas pelos funcionários.&nbsp;</li><li>Não utilização ou utilização incorreta dos equipamentos de proteção individuais e manuseio de técnicas assépticas de lavagem das mãos e redução da contaminação microbiológica. &nbsp;</li><li>Falta de fiscalização do uso correto dos EPIs em todos os ambientes da CME. &nbsp;</li><li>Provimento incorreto da interação entre as áreas que envolvem a CME. &nbsp;</li><li>Negligência frente a qualificação das rotinas. &nbsp;</li></ul><div>&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-19 02:24:40 UTC</pubDate>
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