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      <title>VARAL DAS LENDAS.  by Rosana Ferreira Sampaio Botelho</title>
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      <description>6º ANO</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-06-22 13:31:51 UTC</pubDate>
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         <title>Boto-cor-de-rosa</title>
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         <description><![CDATA[<div>o Boto-cor-de-rosa transforma-se em um homem muito bonito, com boa conversa e galanteador, Durante a transformação, ele passa a usar <strong>roupas e sapatos brancos</strong>, além de um <strong>chapéu</strong> que tampa o topo de sua cabeça. Esse chapéu seria um disfarce, pois a transformação não é completa: no topo da cabeça estariam as narinas do boto.<br>Depois de seduzir a mulher, o boto deita-se com ela e, antes do fim da noite, <strong>ele a abandona</strong>. Essa mulher engravida, e seu filho cresce sem pai, uma vez que o boto voltou para suas águas. Essa lenda era muito utilizada na tradição popular para <strong>explicar os filhos sem pai</strong>. Assim, todo filho que cresce sem saber quem é o pai fica conhecido como <strong>filho(a) do boto.<br><br>origem da lenda:<br></strong>O antropólogo Luís da Câmara Cascudo aponta que a ligação da <strong>lenda de cetáceos com atos carnais </strong>é antiga e remonta à Grécia Antiga. Câmara Cascudo aponta para o fato de que o golfinho (espécie que se assemelha ao boto) era um <strong>símbolo</strong> <strong>de</strong> <strong>luxúria</strong> para <a href="https://brasilescola.uol.com.br/historiag/grecia-antiga.htm">gregos</a> e <a href="https://brasilescola.uol.com.br/historiag/roma-antiga.htm">romanos</a>, que o associavam com o culto de<sup> </sup><a href="https://brasilescola.uol.com.br/mitologia/afrodite.htm">Afrodite</a> (Vênus, para os romanos), a deusa do amor.<br><br>Lucas Gabriel.</div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-22 13:45:07 UTC</pubDate>
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         <title>LENDA DA MEDUSA</title>
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         <description><![CDATA[<div>MEDUSA&nbsp;</div><div>Na mitologia grega, a Medusa foi um <strong>monstro alado feminino</strong>, uma das três Górgonas, filhas das divindades marinhas Fórcis e Ceto. Sua imagem é chocante, já que possuía dentes afiados, uma língua longa e serpentes no lugar dos cabelos. Além disso, tinha o poder de transformar em estátua de pedra a pessoa que a olhasse diretamente nos olhos.</div><div>Habitante do Extremo Ocidente, bem próximo do reino dos mortos, a Medusa era motivo de terror para todos, fossem eles mortais ou imortais. Dizem as versões mais antigas do mito que apenas Poseidon teve coragem de se aproximar da fera. E acabou a engravidando.</div><div>Outro que foi ao encontro da Medusa, mas desta vez para matá-la, foi o <strong>semideus Perseu, filho de Zeus.</strong> Segundo uma das versões do mito, ele teria se utilizado do reflexo de um escudo dado pela deusa Atena para não olhar diretamente para os olhos da Medusa. Assim, privada de seu <strong>poder petrificante</strong>, ela foi decapitada pelo herói.</div><div>A OUTRA HISTORIA DE MEDUSA&nbsp;</div><div>Muita gente pensa que a Medusa já nasceu monstro. E é isso que dizem as versões mais antigas do mito. Segundo o poeta grego <strong>Hesíodo (que viveu no século VIII a.C.)</strong>, a Medusa era um monstro pertencente à geração pré-olímpica. Era, portanto, de uma divindade primordial e já nasceu com os atributos monstruosos que conhecemos.</div><div>Mas segundo a versão mais tardia de Ovídio, a Medusa passou por um <strong>processo de metamorfose</strong>. Ou seja: originalmente era uma mulher, e só depois, pelos motivos que vamos ver logo a seguir, ela se transformou em monstro.</div><div>Assim, a Medusa ressurge, nessa versão atualizada, como <strong>a mais bela sacerdotisa do templo da deusa Atena, </strong>uma belíssima ninfa, em nada semelhante à figura horrenda representada pelos artistas.</div><div>Os motivos pelos quais a bela Medusa teria se transformado em monstro divergem de acordo com o mito. Há uma versão que diz que a sacerdotisa era muito vaidosa e orgulhosa de seus belos cabelos. Atena, com inveja da beleza da outra, teria punido Medusa, transformando sua bela cabeleira num horrendo ninho de cobras.</div><div>&nbsp;Medusa (1595-1596) Assim, Medusa passou a viver na extremidade do ocidental do mundo, junto à entrada do reino dos mortos. Ao redor de seu covil, diversas estátuas de pedra de homens e animais - suas vítimas - adornavam o ambiente.<br><br>https://www.hipercultura.com/historia-da-medusa-mitologia-grega/<br><br></div><div><br>Letícia&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-22 13:45:57 UTC</pubDate>
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         <title></title>
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         <description><![CDATA[<div>Ryan<br><br>Lenda do leprechaun<br><strong>O que é</strong><br>Com barba ruiva e vestido de verde, o Leprechaun é um duende que vive na floresta e encanta gerações com suas promessas de ouro. Considerados guardiões ou conhecedores da localização de vários tesouros escondidos, a lenda também diz que ele é o sapateiro do povo das fadas.<br><br>Lenda:<br>Os leprechauns são descritos como sempre alegres e vestidos à maneira antiga, com roupas verdes, um barrete vermelho ou um estranho chapéu de três pontas, avental de couro e sapatos com fivelas. Gostam de fumar seus cachimbos com toda calma e dificilmente podem ser enganados. Adoram música e dança<br>Mas não vivem em comunidades porque são briguentos. Preferem o isolamento e o sossego de suas pequenas casas construídas nas raízes das grandes árvores irlandesas. De vez em quando eles são vistos fazendo movimentos giratórios como piões usando seus chapéus como eixo.<br>Após o seu trabalho diário o leprechaun gosta de se divertir à noite.<br>Se algum dia você encontrar um leprechaun escondido na floresta, prenda-o com firmeza em sua mão e não desvie os olhos dele por um só instante. Se piscar, mesmo que por fração de segundo, ele desaparecerá de sua vista. Mas, se conseguir mantê-lo aprisionado pela força de seu olhar, o leprechaun lhe revelará, em troca da liberdade, onde se esconde o pote de ouro que fica no final do arco-íris.<br><br>Sobre:<br>Nos contos tradicionais, eles são sapateiros, no entanto, ‘The Leprechaun’ foi um conhecido poema do século 18, de William Allingham, que dizia: “Você não percebe o clamor minúsculo, clique ocupado de um martelo élfico, a voz do Leprachaun cantando estridente enquanto ele alegremente dedica seu ofício?”<br><br>significado hoje;<br>Séculos passaram-se e hoje o duende irlândes acabou adquirindo um novo significado. Símbolo de sorte e prosperidade, hoje os irlandeses o associam com o conhecido feriado de St. Patrick’s Day. A festa cristã é comemorada no dia 17 de março e celebra São Patrício, um bispo cristão romano-britânico que converteu o irlandês pagão no século V.<br><br>Bibliografia:<br>https://www-edublin-com-br.cdn.ampproject.org/v/s/www.edublin.com.br/leprechaun/amp/?<br><br>https://www.hypeness.com.br/2020/03/leprechaun-a-figura-mitologica-do-folclore-da-irlanda/<br><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-22 13:45:59 UTC</pubDate>
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         <title>O curupira. assinado :kaique elisiario </title>
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         <description><![CDATA[<div>Era uma vez um menino q o pé dele é para atrás e cofundia os caçadores e ele protegia a floresta e quando um caçador entrava na floresta e saia correndo de medo e ele também fez os causadores conta até de esconde esconde e ele segue as pegada e fica perdido na floresta .o folclore ele é brasileiro e tem em qualquer pais tem uma coisa tipica como o wallowyem nos estados unidos e o nosso é folclore no chile é dia do morto em mexico também tem dia dos mortos&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-22 13:46:31 UTC</pubDate>
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         <title>KAIQUE RIOS DOS SANTOS REFERÊNCIAS BIBLOGRAFICAS                   (EU UTILIZEI O GOOGLE) MULA SEM CABEÇA: No folclore brasileiro a Mula sem Cabeça é uma figura, em forma de punição a mulher que se  relacionassem com padres. A lenda tradicional diz que a mulher com essa maldição se transforma em mula na passagem da quinta-feira para a sexta-feira e só retorna à sua forma humana quando o galo canta três vezes.</title>
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         <description><![CDATA[<div>QUAL O PODER DA MULA SEM CEBEÇA? <br><strong>Mula sem cabeça</strong> é personagem&nbsp; de uma lenda do folclore brasileiro que conta de mulheres amaldiçoadas e com o&nbsp; de transformar-se em <strong>mulas</strong> que possuem chamas de fogo no lugar de suas <strong>cabeças</strong>.<br>OQUE SIGNIFICA A LENDA DA MULA SEM CABEÇA?<br>A <strong>mula sem cabeça</strong> é uma lenda que faz parte do folclore do Brasil e de outros países da América Latina. Ela fala de mulheres amaldiçoadas que assumem a forma de uma <strong>mula</strong> com labaredas no lugar da <strong>cabeça</strong>, ferindo pessoas e animais por onde passa.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-22 13:50:48 UTC</pubDate>
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         <description><![CDATA[<div>BOITATÁ. por Miguel&nbsp;<br>Boitatá protetor das florestas é um personagem do folclore brasileiro. A lenda do boitatá descreve esse personagem folclórico como uma grande serpente de fogo. Ele protege os animais e as matas das pessoas q lhe fazem mal e principalmente que realizam queimadas na floresta.<br><br><br><br><br><br>A lenda também conta que o BOITATÁ pode se transformar em um tronco de árvore em chamas<br>Com a intenção de enganar os invasores e queima-los.<br>Acredita-se que se uma pessoa olhar diretamente para o boitatá ela poderá ficar sega e louca.<br><br><br>Segundo na língua indígena a palavra boitatá significa "cobra de fogo" apesar de estar na língua indígena ela também esta num texto do século XVI. Do padre Jesuíta José de anchieta&nbsp;<br><br><br>Segundo algumas pessoas do nordeste o boitatá é conhecido como ALMA DOS COMPADRES E DAS COMADRES. (Referencia)todamateria.com.br&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-22 13:59:36 UTC</pubDate>
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         <title>KAIQUE RIOS DOS SANTOS REFERÊNCIAS BIBLOGRAFICAS (EU UTILIZEI O GOOGLE)</title>
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         <description><![CDATA[<div>VITÓRIA REGIA:.Conta a <strong>lenda</strong> que uma bela índia chamada Naiá apaixonou-se por Jaci (a Lua), que brilhava no céu a iluminar as noites. Nos contos dos pajés e caciques, Jaci de quando em quando descia à Terra para buscar alguma virgem e transformá-la em estrela do céu para lhe fazer companhia.<br>QUEM É JACI NA LENDA DA VITÓRIA REGIA:<br>A <strong>lenda</strong>. Há muitos anos, em uma tribo indígena, contava-se que a lua (<strong>Jaci</strong>, para os índios) era uma deusa que ao despontar a noite, beijava e enchia de luz os rostos das mais belas virgens índias da aldeia: as cunhantãs-moças.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-22 14:02:57 UTC</pubDate>
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         <title>A Lenda da Iara</title>
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         <description><![CDATA[<div><br></div><div>Conhecida como Iara ou Uiara, a lenda da mãe d’água é de origem tupi. Iara significa “Senhora das Águas”. Esta personagem é representada por uma sereia belíssima que atrai os pescadores com suas doces canções a fim de matá-los.</div><div>Antes de ser uma sereia, Iara era uma índia bela e inteligente que despertava muita inveja, inclusive de seus irmãos. Assim, para acabarem com o problema, os irmãos resolvem matá-la.&nbsp;</div><div>No entanto, é ela que os mata. Como punição, Iara é lançada no encontro do Rio negro e solimões e, a partir daí, torna-se uma sereia com objetivo de matar os homens.<br><br>A Lenda da Iara tem origem&nbsp; na região amazônica, a <strong>lenda da Iara</strong> é conhecida em todo as regiões brasileiras e, dependendo da região, seus aspectos físicos, como olhos e cabelos podem adquirir novas formas e cores.<br><br></div><div>Edylen Souza Medeiros de Freitas</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-22 14:05:18 UTC</pubDate>
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         <title>Cuca</title>
         <author>lgabriel23</author>
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         <description><![CDATA[<div> A Cuca é um ser mítico sendo muito conhecida por ser a responsável por <strong>sequestrar as crianças</strong> <strong>desobedientes, </strong>A Cuca espreita as casas das pessoas durante a noite e captura as crianças que não dormem na hora correta e que são inquietas. A <strong>lenda tradicional trata a Cuca como uma mulher bem velha, magra e corcunda,</strong> que possui a pele bastante enrugada e cabelos brancos. Essa descrição da Cuca fez com que ela fosse encarada em muitos locais do país como uma verdadeira bruxa, feiticeira que é conhecida por realizar maldades.<br>origem da Cuca: Apesar de presente no folclore brasileiro, a Cuca não é necessariamente uma lenda surgida aqui. Os estudiosos do assunto apontam que a Cuca é <strong>oriunda</strong> <strong>da</strong> <strong>Península Ibérica</strong> e estava presente na cultura popular tanto de portugueses quanto de espanhóis. Nesse local, a lenda da Cuca era conhecida pelos nomes de <strong>Coco</strong> e <strong>Coca</strong>. A lenda da Coca na Península Ibérica poderia ser manifestada de diferentes maneiras. Na Espanha, era enxergada com a forma de um dragão; na região da Galícia, acreditava-se que a Coca saía pelas ruas no dia de <a href="https://brasilescola.uol.com.br/datas-comemorativas/corpus-christi.htm">Corpus Christi</a> para cometer maldades. Em geral, tanto em Portugal como na Espanha, acreditava-se que a <strong>Coca poderia ser um papão</strong>, isto é, poderia devorar seres humanos. A Coca também se relacionava com uma prática comum em uma região de Portugal chamada Minho. Nessa região era comum desenhar um rosto tenebroso em uma abóbora e colocá-la em locais públicos da vila/aldeia com o cair da noite. A abóbora era decorada com uma vela, que destacava o rosto assustador e tinha como propósito assustar as crianças.<br><br></div><div>Em todos os casos, <strong>a Coca ou Coco era um ser horrendo</strong>, assustador e que fazia ações maléficas. Em muitos casos, esse ser monstruoso ficava à espreita das crianças nos telhados das casas, impedindo-as de dormir e aguardando uma oportunidade para capturá-las. A lenda da Cuca/Coca/Coco até gerava canções populares que eram cantadas para as crianças, como:<br><br></div><div>Vai-te, Coca, sai daqui<br><br></div><div>para cima do telhado;<br><br></div><div>deixa dormir o menino<br><br></div><div>o seu sono sossegado.<br><br>Cuca no brasil:<br>origem ibérica da lenda da Cuca fez com que a história chegasse ao Brasil, possivelmente, durante o período da colonização. Essa lenda está presente em todo o território nacional e ficou muito conhecida por conta das <strong>canções de ninar</strong> que mencionam esse ser. Em geral, como dito, em nosso país a Cuca ficou relacionada com uma mulher velha entendida como bruxa.<br><br></div><div>Uma das canções de ninar mais conhecidas que mencionam a Cuca é:<br><br></div><div>Durma, nenê,<br><br></div><div>Senão a Cuca vem.<br><br></div><div>Papai foi à roça.<br><br></div><div>Mamãe logo vem<br><br>A influência da cultura africana fez com que alguns lugares começassem a enxergar a Cuca como um <strong>negro</strong> <strong>velho</strong> ou <strong>negra</strong> <strong>velha</strong>. O folclorista e antropólogo Luís da Câmara Cascudo aponta, por exemplo, que, no idioma mbunda, o termo “cuco” ou “cuca” é usado para se referir a um avô ou avó, portanto a uma pessoa velha<strong>|1|</strong>. Assim, acredita-se que o “negro velho” era uma versão da Cuca na cultura africana<br><br>Cuca bruxa ou jacaré<br><br>A forma tradicional pela qual a lenda da Cuca se estabeleceu na cultura popular brasileira é a de uma <strong>velha enrugada de cabelos brancos e corpo encurvado</strong>. Essa imagem acabou sendo substituída por outra, que foi popularizada graças a <a href="https://brasilescola.uol.com.br/biografia/jose-bento-monteiro-lobato.htm">Monteiro Lobato</a>.<br>Nos livros do <em>Sítio do Pica pau Amarelo</em>, Lobato popularizou a Cuca como um ser que possuía a forma de um <strong>jacaré com cabelos loiros</strong>. Além disso, ela era descrita como tendo garras enormes, um rosto horrível e sendo velha. A história de Lobato ainda apresentava que a Cuca somente dormia uma noite a cada sete anos, além de ser uma figura má, assim como se popularizou em nosso folclore.<br>site da pesquisa: https://brasilescola.uol.com.br/folclore/cuca.htm</div><div>&nbsp;por Lucas Gabriel<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-22 14:24:38 UTC</pubDate>
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         <title>lobisomem</title>
         <author>lgabriel23</author>
         <link>https://padlet.com/rosanabotelho/6iukc99p0gwwfvk0/wish/1623487116</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp;<strong>Lobisomem</strong> é uma criatura folclórica que está presente no <a href="https://brasilescola.uol.com.br/historiab/folclore-brasileiro.htm">folclore brasileiro</a>, embora seu surgimento remeta à Europa. É conhecido por ser um <strong>homem que se transforma em lobo</strong> em noites de lua cheia e sai em busca de vítimas para poder alimentar-se do sangue delas, ou simplesmente matá-las. Essa lenda é conhecida mundialmente, e aqui no Brasil existem inúmeras variações regionais dela. <br><br> a lenda:<br>A lenda do lobisomem é conhecida praticamente no mundo todo. Ela o define como um ser, parte homem, parte lobo, que foi amaldiçoado com a <strong>licantropia</strong> (ato de transformar-se em lobo). Aquele que é amaldiçoado, transforma-se no lobisomem nas noites de lua cheia. Algumas variações da lenda falam que a licantropia foi resultado de um pacto de um homem com o diabo.<br><br></div><div>Uma vez transformado em lobisomem, a pessoa parte freneticamente à procura de vítimas para matá-las. A cultura popular moderna alastrou a ideia de que o lobisomem é vulnerável somente à <strong>bala</strong> <strong>de</strong> <strong>prata</strong> ou a objetos cortantes feitos também de prata. Assim, a única forma de matá-lo seria por meio de objetos feitos desse metal.<br><br></div><div>A cultura popular moderna também espalhou que a maldição do lobisomem pode ser transmitida hereditariamente, isto é, de pai para filho, e que aqueles que são mordidos por ele, e sobrevivem, transformam-se também em lobisomens pouco tempo depois.<br><br>de onde surgiu<br><br>A lenda do lobisomem <strong>surgiu na Europa,</strong> e os relatos mais antigos existentes sobre esse ser levaram os estudiosos a concluirem que sua origem está na <a href="https://brasilescola.uol.com.br/historiab/folclore-brasileiro.htm">Grécia Antiga</a>. Existem diferentes versões na tradição grega, mas um dos relatos fala de um rei chamado <strong>Licaon</strong>, que reinou em uma região chamada Arcádia e foi punido por Zeus, após tentar matá-lo.<br><br></div><div>Isso aconteceu porque Licaon era conhecido por realizar o sacrifício de humanos viajantes que visitavam seus domínios. Zeus, então, disfarçou-se de viajante, dirigiu-se à Arcádia e foi recebido por Licaon em um jantar (esse planejava matá-lo em seguida). O rei da Arcádia ofereceu carne humana para Zeus, que, enfurecido, puniu-o transformando-o em lobo para sempre.<br><br></div><div>A origem grega do lobisomem inclusive deu nome à lenda, pois esse ser também é conhecido como <strong>licantropo</strong>, tendo <em>lykos</em> o significando lobo, e <em>anthropos,</em> de homem (em tradução livre). Por fim, existem alguns estudos que apontam que o lobo era um animal que recebia culto na Antiguidade, e esse culto (e a lenda) acabou sendo transmitido para <a href="https://brasilescola.uol.com.br/historiag/roma-antiga.htm">Roma</a>.<br><br></div><div>Em Roma, além de ter existido um culto ao lobo por meio de uma festa chamada <strong>lupercália</strong>, a festa dos lobos, existia também a história de um homem que se transformava em lobo, e lá esse era chamado de <strong>versipélio</strong>. Como os romanos conquistaram uma quantidade vasta de territórios, a crença no homem que se transforma em lobo espalhou-se, principalmente pela Europa.<br><br></div><div>A expansão da lenda fez com que ela tomasse novas características, e em cada local acabou ficando conhecida por nomes diferentes. Em locais cristianizados, esse ser tornou-se um <strong>pecador amaldiçoado,</strong> que tinha na maldição do lobisomem uma espécie de penitência, até ser perdoado dos seus pecados.<br><br></div><div>Se na Grécia ficou conhecido como licantropo, e em Roma, como versipélio, em outros locais da Europa, recebeu os seguintes nomes: <strong><em>loup-garou</em></strong>, na França; <strong><em>werwolf</em></strong>, entre os saxões, <strong><em>oboroten</em></strong>, para os russos; <strong>lobisomem</strong>, na Península Ibérica etc. Até mesmo na África e na Ásia, a lenda do lobisomem ficou conhecida, embora possua características diferentes nesses continentes.<br> <br><br>influencia brasileira<br><br>Naturalmente, a lenda do lobisomem chegou ao Brasil por meio dos portugueses, durante o período em que esses colonizavam o Brasil. Em nosso país, a lenda chegou e assumiu diferentes características em cada <a href="https://brasilescola.uol.com.br/brasil/regioes-brasileiras.htm">região</a>.<br><br></div><div>Em Portugal, acreditava-se que o lobisomem era um homem muito magro, com orelhas compridas e nariz avantajado. Falava-se que ele poderia ser um homem amaldiçoado por ser predestinado à maldição, bem como esta poderia ser uma penitência de pecados cometidos.<br><br></div><div>Havia também uma relação da lenda com o aspecto moral, pois acreditava-se que o filho nascido de um incesto seria um lobisomem. No caso da predestinação, acreditava-se que o primeiro filho homem nascido depois do nascimento de sete filhas seria um lobisomem. Uma vez transformado nisso, o ser partiria à procura de cemitérios e de pessoas para alimentar-se.<br><br></div><div>Em Portugal, o lobisomem também poderia ser conhecido como<em> </em><strong><em>corredor</em></strong> ou <strong><em>tardo</em></strong>, e lá chegavam a acreditar que mulheres também poderiam transformar-se nesse ser, sendo chamadas de <strong><em>peeira</em></strong> ou <strong><em>lobeiras</em></strong>, conforme levantou o folclorista Luís da Câmara Cascudo.<strong>|1|<br></strong><br></div><div>lobisomem no brasil<br><br>Aqui no Brasil, como mencionamos, a lenda do lobisomem chegou por meio dos portugueses, e alguns estudos realizados concluíram que não existia uma lenda desse tipo entre os povos indígenas. O mais próximo disso eram lendas que acreditavam que homens ou mulheres poderiam transformar-se em alguns animais da floresta.<br><br></div><div>Essa lenda no folclore brasileiro acabou adquirindo elementos presentes na sua versão portuguesa. Assim, era comum acreditar que o <strong>lobisomem era o homem nascido depois que a mãe tivesse sete filhas</strong>, embora versões da lenda falem que se nascessem sete filhos homens, o oitavo filho também seria um lobisomem.<br><br></div><div>No <a href="https://brasilescola.uol.com.br/brasil/aspectos-culturais-regiao-norte.htm">Norte</a> do Brasil, a <strong>lobisomem era o homem que tinha a saúde debilitada,</strong> e aquele que fosse <a href="https://brasilescola.uol.com.br/doencas/anemia.htm">anêmico</a> acabaria transformando-se nele. Uma vez transformado, alimenta-se do sangue de outros humanos para compensar a pobre dieta como um deles. A transformação acontecia nas noites de quinta-feira para sexta-feira.<br><br></div><div>No <a href="https://brasilescola.uol.com.br/brasil/a-regiao-sul.htm">Sul</a>, por sua vez, o fato que transformava o homem em lobisomem era o incesto. No Brasil, não houve registro no folclore da crença na transformação de mulheres em lobisomens. Em nosso folclore, somente os homens tornam-se lobisomens.<br><br></div><div>Outra crença relacionada ao lobisomem no Brasil é que, no interior do São Paulo, acreditava-se que esse ser tentava invadir as casas para comer as crianças. Muitos acreditavam que o lobisomem ia atrás, especialmente, de crianças não batizadas.<br><br></div><div>O que as lendas falavam sobre a cura do lobisomem? Em geral, acreditava-se que esse ser poderia ser curado se fosse ferido gravemente com determinados objetos. Um desses objetos era uma <strong>bala banhada com cera de vela de um altar,</strong> em que tivesse sido celebrado três missas do galo ou três missas de domingo.<br><br><br>Lucas Gabriel</div><div><a href="https://brasilescola.uol.com.br/historiab/curupira.htm"><br></a><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-24 12:22:55 UTC</pubDate>
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         <title>KAIQUE RIOS DOS SANTOS</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>AS LENDAS:<br>PORQUE AS LENDAS FORAM CRIADAS?<br><strong>Lenda</strong> é uma narrativa fantasiosa transmitida pela tradição oral através dos tempos. De caráter fantástico e/ou fictício, as <strong>lendas</strong> combinam fatos reais e históricos com fatos irreais que são meramente produto da imaginação aventuresca humana. Uma <strong>lenda</strong> pode ser também verdadeira, o que é muito importante.<br>OQUE SÃO LENDAS?<br><strong>Lenda</strong> é uma narrativa fantasiosa transmitida pela tradição oral através dos tempos. De caráter fantástico e/ou fictício, as <strong>lendas</strong> combinam fatos reais e históricos com fatos irreais que são meramente produto da imaginação aventuresca humana. Uma <strong>lenda</strong> pode ser também verdadeira, o que é muito importante.<br>QUAIS SÃO AS LENDAS?<br><strong>São</strong> eles: mula sem cabeça, Iara, saci pererê, caipora, curupira, boto cor de rosa, negrinho do pastoreiro, cuca, boiatá, cobra grande, vitória régia, cumadre fulozinha, lobisomem e a erva-mate.<br>QUAIS SÃO AS CARACTERISTICAS DE UMA LENDA?<br>Em resumo, as <strong>lendas são</strong> narrativas fantasiosas sobre fatos reais. Ou de um modo mais completo, podemos afirmar que as <strong>lendas</strong> têm um caráter fantástico e misturam fatos reais e históricos com fatos irreais que <strong>são</strong> meramente produtos da imaginação aventuresca humana.<br>OQUE É MITO OU LENDA?<br>O <strong>mito</strong> religioso explica a realidade por meio de histórias sagradas. As <strong>lendas</strong> são narrativas que misturam fatos, lugares reais e históricos com acontecimentos que são frutos da fantasia. Elas procuram dar explicações para acontecimentos misteriosos e sobrenaturais. Exemplo: Boitatá e Curupira.<br>QUAL O SINÔNIMO DE LENDAS?<br>Narrativa de caráter fantástico: 1 narrativa, narração, história, conto, fábula, saga, legenda.<br>QUAL A FINALIDADE DE UMA LENDA?<br><strong>Lendas</strong> são narrativas transmitidas oralmente pelas pessoas com o objetivo de explicar acontecimentos misteriosos ou sobrenaturais. Para isso há uma mistura de fatos reais com imaginários. Misturam a história e a fantasia.<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-24 12:28:33 UTC</pubDate>
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         <title>Lenda do Saci-Pererê</title>
         <author>kaleloliveira</author>
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         <description><![CDATA[<div><br>Quem é Saci-Perere ?<br><br>A lenda clássica e mais popular do saci fala que ele é um ser <strong>pequeno</strong> (com cerca de meio metro de altura). Além disso, é <strong>negro,</strong> <strong>possui apenas uma perna</strong> e locomove-se pulando pela selva, tem os olhos vermelhos ou não (de acordo com a versão), é <strong>careca</strong> e usa um <strong>gorro</strong> <strong>vermelho</strong> em sua cabeça. A representação clássica do saci frequentemente mostra-o fumando um <strong>cachimbo.<br></strong><br></div><div>A imagem clássica de saci coloca-o como um <strong>menino travesso</strong>. É um ser agitado e, por isso, realiza <strong>brincadeiras</strong> pelos locais que passa. Algumas de suas travessuras mais comuns, conforme a lenda, são o ato de sugar o sangue dos cavalos e o de amedrontá-los e afugentá-los durante a noite. Uma sinal comum de que o saci havia atormentado os cavalos é o nó que deixa na crina deles.<br><br></div><div>Outra travessura muito comum cometida pelo saci é atormentar viajantes que atravessam a floresta durante a noite. Ele assovia um som estridente, e difícil de ser localizado, nos ouvidos desses. O objetivo do assovio é atormentá-los, e, além disso, comumente realiza outras travessuras, como estragar o freio das carroças, derrubar os chapéus dos viajantes ou desafivelar o loro que fazia parte do arreio do cavalo.<br><br></div><div><br></div><div>Saci é o responsável por desaparecer com pequenos objetos, estragar a comida, apagar lamparinas, abrir porteiras durante a noite, promover uma ventania que suja as casas, assustar crianças durante o sono etc. Por essas e outras <strong>travessuras</strong> é que esse personagem é entendido, por muitos do interior do Brasil, como um personagem maléfico.<br><br></div><div>As lendas também falam que, <strong>para capturá-lo,</strong> é necessário <strong>jogar uma</strong> <strong>peneira</strong> no meio de um <strong>redemoinho.</strong> Aquele que o captura deve <strong>retirar seu gorro,</strong> e, com isso, o saci perde seus poderes sobrenaturais. Em seguida, deve ser preso em uma garrafa, e então uma cruz deve ser desenhada nela para impedir que ele fuja.<br><br></div><div>Por fim, a lenda do saci fala que ele vive por 77 anos. Depois desse tempo, ele se transforma em um <strong>cogumelo</strong> <strong>venenoso</strong> ou em outro cogumelo conhecido como “orelha-de-pau”.<br><br><strong><br>Origem<br><br></strong>A lenda do saci-pererê é provavelmente a mais conhecida do Brasil, e o historiador Luís da Câmara Cascudo aponta que ela surgiu no <strong>final do século XVIII</strong>, espalhando-se pelo país ao longo do século XIX. Ele também afirma que a história, provavelmente, surgiu na região <strong>Sul</strong> e espalhou-se por todas as regiões do país.<strong>|1|<br></strong><br></div><div>A lenda do saci é<strong> resultado da mistura de elementos</strong> dos folclores europeu, indígena e africano. Essa história é conhecida em todo o país e também ganhou <strong>fama internacional</strong>. O fato ter surgido no Sul fez com que chegasse aos países vizinhos, com algumas variações.<br><br></div><div>Não existe nenhum relato a respeito dessa lenda nos primeiros séculos da colonização brasileira e, por isso, concluiu-se que seu surgimento foi tardio. A lenda, que já era bastante conhecida no interior do país, tornou-se mais ainda depois da divulgação que <strong>Monteiro</strong> <strong>Lobato</strong> fez dela no começo do século XX.<br><br></div><div>Por ter surgido na região Sul, acredita-se que a lenda do saci originou-se entre os <strong>índios</strong> <strong>guarani.</strong> Num <strong>primeiro</strong> <strong>momento,</strong> ele era uma espécie de <strong>protetor</strong> <strong>da</strong> <strong>floresta</strong> contra aqueles que iam destruí-la. <strong>Posteriormente,</strong> na medida em que a lenda foi espalhando-se pelo país, o saci tornou-se <strong>negro</strong> e passou-se a contar que ele havia perdido a perna em uma luta de capoeira — um claro sinal da influência da cultura africana.<br><br>Kalel Silva&nbsp;<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-24 20:49:47 UTC</pubDate>
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         <title>Negrinho do Pastoreio</title>
         <author>lgabriel23</author>
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         <description><![CDATA[<div><br>É uma das lendas mais populares do Brasil, principalmente na região sul. Diz a lenda que um fazendeiro ordenou que um menino, seu escravo, fosse pastorear seus cavalos. Após um tempo, o menino voltou e o fazendeiro percebeu que faltava um cavalo: o baio.<br><br>Como castigo o fazendeiro chicoteou o menino até sangrar e mandou que ele fosse procurar o cavalo que faltava. O garoto conseguiu achar baio, porém não conseguiu capturá-lo, então, o fazendeiro o castigou mais ainda, prendendo-o em um formigueiro. No dia seguinte, o fazendeiro se deparou com o menino sem nenhum ferimento, a virgem Maria do seu lado e o cavalo baio. Após o fazendeiro ter pedido perdão, o menino nada respondeu, montou em baio e saiu a galope<br><br>Lucas Gabriel</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-25 12:41:29 UTC</pubDate>
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         <title>LENDA DA VITÓRIA RÉGIA Conta a lenda que uma bela índia chamada Naiá apaixonou-se por Jaci (a Lua),que brilhava no céu a iluminar as noites. Nos contos dos pajés e caciques, Jacide quando em quando descia à Terra para buscar alguma virgem e transformá-laem estrela do céu para lhe fazer companhia. Naiá, ouvindo aquilo, quis tambémvirar estrela para brilhar ao lado de Jaci.  </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-07-30 15:25:17 UTC</pubDate>
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