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      <title>Os Maias by Itz_Ud</title>
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      <description></description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2025-01-12 16:47:42 UTC</pubDate>
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         <title>Resumo e apreciação critica</title>
         <author>mirandum08</author>
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         <description><![CDATA[<p>O capítulo tem duas partes distintas: a primeira gira à volta do Ramalhete, a casa que Eça faz questão de descrever com minúcia. É a propósito do Ramalhe­te que contactamos com o protagonista (Carlos da Maia) e com o seu avô, o velho Afonso da Maia. A história vai até ao casamento do filho com Maria Monforte, a negreira, que ocupa toda a segunda parte.</p><p>Na minha opinião este capítulo é fundamental porém, eu não gostei muito deste capitulo, porque é muito descritivo, não captando a minha atenção. No entanto percebo que a descrição era necessária, uma vez que nos dá a chave para o drama básico do romance.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-01-12 20:46:06 UTC</pubDate>
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         <title>Contextualização da Obra</title>
         <author>mirandum08</author>
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         <description><![CDATA[<p>A obra de “Os Maias” escrita por Eça de Queirós é uma das obras mais conhecidas da literatura Portuguesa e apresenta uma grande complexidade em diversos aspetos como na história narrada, na cronologia, nas personagens, na critica e na pormenorização de espaços.</p><p>&nbsp;</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-01-12 20:53:00 UTC</pubDate>
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         <title>Biografia de Eça de Queiroz</title>
         <author>mirandum08</author>
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         <description><![CDATA[<p>José Maria de Eça de Queirós (1845–1900) foi um escritor e diplomata português, considerado um dos maiores nomes da literatura realista em Portugal. Nascido na Póvoa de Varzim, Eça passou a infância em Aradas, Aveiro, sob os cuidados da avó paterna, após a morte de sua mãe. Em 1861, ingressou na Universidade de Coimbra, onde se formou em Direito e se aproximou de figuras literárias como Antero de Quental, com quem compartilhou ideais sobre o movimento realista.</p><p>A sua carreira literária teve início com a publicação de artigos na revista <em>Gazeta de Portugal</em>, sendo mais tarde reunidos na obra <em>Prosas Bárbaras</em>. A sua escrita caracteriza-se pela crítica social e pela ironia, influenciada pelas suas experiências de vida e pelas suas viagens, como a que fez ao Egito, onde observou o Canal de Suez em construção, inspiração para obras como <em>O Mistério da Estrada de Sintra</em> (1870).</p><p>Eça foi também diplomata e serviu como cônsul de Portugal em várias cidades, incluindo Newcastle e Bristol, na Inglaterra, onde escreveu algumas de suas obras mais importantes. <em>Os Maias</em> (1888), sua obra-prima, descreve a decadência de uma família da alta sociedade portuguesa e faz uma crítica à hipocrisia social e à falta de valores. Outras obras notáveis incluem <em>O Crime do Padre Amaro</em> (1875), que denuncia a corrupção da Igreja Católica, e <em>O Mandarim</em> (1880), uma sátira à sociedade portuguesa.</p><p>O escritor faleceu em 1900 em Paris, mas deixou um legado duradouro. As suas obras foram traduzidas para várias línguas e continuam a ser estudadas e admiradas pela sua profundidade, crítica social e estilo literário inovador. Eça de Queirós é uma figura central na literatura portuguesa e é amplamente reconhecido como um dos maiores romancistas da língua portuguesa.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-01-12 21:36:14 UTC</pubDate>
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         <title>Afonso da Maia</title>
         <author>mirandum08</author>
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         <description><![CDATA[<p>Afonso é a personagem que funciona como o esteio da familia e é para ele que todos se voltam nos momentos de crise.</p><p>Com efeito, este simbolo do Portugal liberal da década de 20, que atirou "foguetes de lágrimas à constituição", foi um jovem revolucionário que sofreu o exílio pela sua audácia ideológica.</p><p>Afonso constitui o ponto de equilibrio dos Maias.  É a encarnação do bom senso, da experiência, dos valores da nação e da raça. </p><p>No entanto, Afonso é humano e, embora tenha conseguido sobreviver à tragédia do filho, não supera a do neto, morrendo também, com ele, o futuro da familia.</p><p><br></p><p><strong>Caracterização Física</strong></p><p>Afonso era baixo, maciço, de omros quadrados e fortes. A sua cara larga, o nariz aquilino e a pele corada. O cabelo era branco, muito curto e a barba branca e comprida.</p><p><br></p><p>Excerto 1 - de "<em>Afonso era um pouco baixo</em> [...]" ( Cap.I, p. 14) - até [...]<em> e pensava com prazer em fica ali para sempre naquela paz e naquela ordem</em>." (Cap. I, p.18).</p><p>Excerto 2- de " <em>No escritório de Afonso da Maia</em> [...] (Cap. V, p.119) - até "[...]d<em>epois de ter devorado um prato de croquetes" </em>( Cap. V, p.128).</p><p>Excerto 3-de "- <em>Há uma coisa extraordinária, avô!</em>" (Cap. XVII, p. 658) - até "[...]<em> o esmagava ao fim da velhice com a desgraça do neto".</em> (Cap. XVII, p.661).</p><p>Excerto 4 - de "[...] <em>E apareceu Afonso da Maia, pálido</em> [...] ( Cap. XVII, p.679) - até "[...]<em>De novo os seus passos, mais pesados, mais lentos, se sumiram no corredor.</em>" ( Cap. XVII, pag. 679).</p><p>Excerto 5 - de " Defronte do Ramalhete os candeeiros ainda ardiam" ( Cap. XVII, p. 683) até "[...] naquela tosca mesa de pedra onde deixara perder a cabeça cansada". (Cap. XVII, p.685).</p><p><br></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-01-21 22:15:22 UTC</pubDate>
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         <title>Pedro da Maia</title>
         <author>mirandum08</author>
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         <description><![CDATA[<p>Pedro da Maia tem uma educação católica e tradicional, herdando o caráter depressivo e melancólico de Maria Eduarda Runa, sua mãe, e vivendo no mei do "sopro romântico da Regeneração" (Cap. II, p.39), Pedro nada mais podia fazer do que deixar-se arrastar por uma vida de boémia e dissipação , que culmina numa paixão obsessiva e fatal por Maria Monforte. É esta mulher que, definitivamente, o precipita no abismo da perdição.</p><p><br></p><p><strong>Caracterização física</strong></p><p><br></p><p>Era pequenino, face oval de um "trigueiro cálido", olhos belos - "assmelhavam-no a uma belo árabe" com valentia fisica.</p><p>Apesar da robustez fisica é de uma enorme cobardia moral (como demonstra a reação do suicídio face à fuga da mulher). Falha no casamento e falha como homem.</p><p><br></p><p>Excerto 1 - de "<em>Odiando tudo o que era inglês </em>[...] ( Cap. I, p.19) - até "[...] <em>Que podia ela fazer!</em>" (Cap.I, p.20).</p><p>Excerto 2 - de "<em>O Pedrinho no entanto estava quase um homem" </em>(Cap.I, p.21) - até "[...] <em>alguma coisa de imortal e superior à Terra"</em> (Cap.I, p.24).</p><p>Excerto 3 - de "<em>Pedro e Maria, no entanto, numa feicidade de novela </em>[...] )Cap.II,p.35) até "<em>Todos os amigos de Pedro, naturalmente, a amavam"</em> (Cap.II, p.39).</p><p>Excerto 4 - de "<em>Uma sombria tarde de dezembro</em> [...] (Cap. II, p.47) até "[...] <em>Amanhã conversaremos mais " </em>(Cap.II, p.54);</p><p>Excerto 5 - de <em>"A madrugada clareava</em> [...] até "[...]<em> e com todos os criados para a Quinta de Santa Olávia"</em> (Cap.II, p.55)</p><p><br></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-02-06 22:00:16 UTC</pubDate>
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         <title>Apreciação crítica</title>
         <author>mirandum08</author>
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         <description><![CDATA[<p>Gostei mais deste capítulo em relação ao anterior. Este capítulo descreve a vida amorosa de Pedro e Maria e as consequências da infancia e da juventude de Pedro.</p><p>Este capítulo é essencial para entender a história da família Maia e os conflitos do romance. Ficamos a conhecer melhor Afonso da Maia, que é um homem racional e progressista, e o seu filho Pedro, que é mais frágil e emocional. Esta diferença entre os dois mostra um dos principais temas do livro: a luta entre modernidade e tradição.  Eça de Queirós usa descrições detalhadas e ironia para criticar a aristocracia decadente. Apesar de ser um capítulo descritivo, é fundamental para compreender os temas da obra.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-02-06 22:15:11 UTC</pubDate>
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         <title>Apreciação critica</title>
         <author>mirandum08</author>
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         <description><![CDATA[<p>Gostei do Capítulo III, no entanto também achei um pouco cansativo pelo facto de ser muito descritivo. Gostei muito de Afonso da Maia. Ficou evidente o contraste entre educações. A personalidade de Afonso é forte e as suas ideias avançadas para a época ao contrário de Pedro que se mostra frágil. Achei interessante a história de Pedro e Maria Monforte. </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-05 21:28:00 UTC</pubDate>
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         <title>Apreciação critica</title>
         <author>mirandum08</author>
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         <description><![CDATA[<p>Como tenho dito, achei que o Capítulo IV é muito mais fácil de ler e, em comparação, oferece uma maior compreensão de Carlos da Maia como pessoa e não apenas como o herdeiro de uma tragédia. Como mencionado anteriormente, a relação de Maia com o seu avô, Afonso, foi uma das minhas partes preferidas. É visível o afeto entre os dois e a determinação de Afonso em fazer com que o neto vá mais longe.</p><p>A passagem por Coimbra é importante. Consegue-se observar o ambiente académico daquele tempo. Para além disso, Eça faz duras críticas ao ensino, e muitas das suas observações ainda permanecem atuais. Concluindo, eu gostei mais deste capítulo porque é mais ligeiro e, por conseguinte, torna-se mais fácil percebermos o protagonista de maneira a sentirmos a ação de uma forma mais plena.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-05 21:37:49 UTC</pubDate>
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         <title>Apreciação critica</title>
         <author>mirandum08</author>
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         <description><![CDATA[<p>O Capítulo V assinala o começo da fase adulta de Carlos. Após concluir o curso, ele volta para Lisboa cheio de planos para transformar o país, o que é interessante, mas também um pouco ingénuo - parece que ainda não compreendeu como as coisas realmente funcionam.</p><p>Gostei da formavcomo Eça retrata Lisboa, destacando o contraste entre o passado e o futuro. Achei graça ao Ega, que surge cheio de energia e com uma postura meio exagerada e revolucionária. Proporciona uma nova dinâmica à história.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-05 21:53:40 UTC</pubDate>
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         <title>Apreciação critica</title>
         <author>mirandum08</author>
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         <description><![CDATA[<p>O Capítulo VI mostra Carlos a tentar realmente seguir a sua carreira. Ele abre um consultório moderno e sofisticado, mas quase sem clientes, o que me fez pensar se ele quer mesmo ser médico ou se está mais preocupado com a aparência de sucesso. Também gostei das críticas de Eça à sociedade lisboeta. de uma forma geral, este capítulo fez-me questionar se Carlos vai conseguir manter os seus ideais.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-05 21:57:42 UTC</pubDate>
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         <title>Apreciação critica</title>
         <author>mirandum08</author>
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         <description><![CDATA[<p>Neste capitulo Eça de Queirós consegue, mostrar como a elite intelectual e política de Lisboa é cheia de pretensão, mas vazia de conteúdo. O jantar acaba numa metáfora perfeita para a sociedade da época. O que achei mais interessante é que esta crítica continua atual, porque ainda hoje existem pessoas mais preocupadas com as aparências do que com a substância do que dizem.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-05 22:04:51 UTC</pubDate>
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         <title>Carlos da Maia</title>
         <author>mirandum08</author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Caracterização física </strong>- era um belo, alto, bem constituído, de ombros largos, olhos negros, pele branca, cabelos negros e ondulados. Tinha barba fina, castanha escura, pequena e aguçada no queixo. O bigode era arqueado aos cantos da boca. Como diz Eça, ele tinha uma fisionomia de "belo cavaleiro da Renascença".</p><p><strong>Caracterização psicológica </strong>– Carlos era culto, bem-educado, de gostos requintados. É fruto de uma educação à Inglesa (em oposição a Pedro). É corajoso, frontal e generoso. Destaca-se na sua personalidade o cosmopolitismo, a sensualidade, o gosto pelo luxo, e diletantismo. Apesar da educação, Carlos fracassou, por causa do meio onde se instalou – uma sociedade parasita, ociosa, fútil e sem estímulos e também devido a aspetos hereditários – a fraqueza e a cobardia do pai, o egoísmo, o futilidade e o espírito boémio da mãe.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-05 22:14:13 UTC</pubDate>
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         <title>Maria Monforte</title>
         <author>mirandum08</author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Caracterização física </strong>– era extremamente bela e sensual. Tinha cabelos loiros.</p><p><strong>Caracterização psicológica </strong>- é vítima da literatura romântica e daqui deriva o seu carácter pobre, excêntrico e excessivo. Leviana e imoral, é, em parte, a culpada de todas as desgraças da família Maia. No entanto fê-lo por amor, e não por maldade. Após a morte de Tancredo, leva uma vida dissipada e morre quase na miséria.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-05 22:15:12 UTC</pubDate>
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         <title>Maria Eduarda </title>
         <author>mirandum08</author>
         <link>https://padlet.com/mirandum08/6io43n6o4ucuij3i/wish/3353132364</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Caracterização fisica </strong>- é alta, sensual, bela e delicada. Na obra a sua caracterização é-nos fornecida através da perspetiva de Carlos (focalização interna). É frequentemente comparada a uma Deusa.</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-05 22:18:44 UTC</pubDate>
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