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      <title>1AV - HISTÓRIA, IDENTIDADE e CULTURA by Natalino Marques</title>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2023-11-28 17:59:30 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>natalsmba</author>
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         <description><![CDATA[<div>Disciplina: HISTÓRIA, IDENTIDADE e CULTURA&nbsp;<br>ATIVIDADE FINAL<br>a) Escolher APENAS UM dos temas abaixo, de preferência, do lugar que você mora, mas a escolha é livre. Fazer uma pesquisa, levantamento das questões que são solicitadas abaixo, individualmente.<br>b) A pesquisa pode ser feita direto no Google e postada diretamente no Padlet, escrita no caderno, fotografada e postada no Padlet até o dia 30/11/23, com a respectiva identificação completa do aluno (a), nome da escola e disciplina.&nbsp;<br><br><br>1. Origens do Município de São Francisco do Conde, aspectos históricos importantes da sede.&nbsp;<br>2. Ilha do Paty, história, memória, cultura, aspectos importantes da ilha.<br>3. Ilha do Paty, história, memória, cultura, aspectos importantes da ilha.</div><div>4. Ilha das Fontes, história, memória, cultura, aspectos importantes da ilha.</div><div>5. Ilha de Cajaíba, história, memória, cultura, aspectos importantes da ilha.<br>6. Bairro da Muribeca, história, memória, cultura, aspectos importantes do bairro.</div><div>7. Bairro do Socorro, história, memória, cultura, aspectos importantes do bairro.</div><div>8. Bairro Caípe de Coma e de Baixo, história, memória, cultura, aspectos importantes do bairro.</div><div>9. Bairro de Santo Estevão, história, memória, cultura, aspectos importantes do bairro.</div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-11-28 17:59:30 UTC</pubDate>
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         <title>Pesquisa </title>
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         <description><![CDATA[<p>Alguns patrimônios materiais em São Francisco do Conde são:</p><p><br></p><p>1. Igreja Matriz de São Francisco de Assis: Uma igreja histórica construída no século XVII.</p><p>2. Casarão da Fazenda Candeal: Uma construção colonial que faz parte do conjunto arquitetônico da antiga Fazenda Candeal.</p><p>3. Forte de São Lourenço: Uma fortaleza construída no século XVII para proteger a região de invasões estrangeiras.</p><p><br></p><p>Esses são apenas alguns exemplos, há muitos outros patrimônios materiais e históricos em São Francisco do Conde.</p><p>Ana clara santos de lima </p><p>História identidade e cultura</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2023-11-28 23:04:06 UTC</pubDate>
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         <title>TRABALHO</title>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2023-11-29 00:53:52 UTC</pubDate>
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         <title>Origem de São Francisco do conde </title>
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         <description><![CDATA[<p>Ceajat </p><p>Data: 29/11/2023</p><p>Aluna:Evelin Ferreira de Almeida. Turma: 1AV</p><p>Prof: natal </p><p>Identidade e cultura </p><p><br></p><p>História de São Francisco do Conde</p><p><br>A cidade de São Francisco do Conde, localizada a 67 km da capital, é a terceira cidade do Recôncavo Baiano e tem 31.699 habitantes, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). É considerado o município de maior população negra (maior que 90%) declarada no censo. A cidade pertenceu a Salvador até 1697, quando foi emancipada.</p><p>As atividades acadêmicas do campus iniciaram em fevereiro de 2013, com a aula inaugural dos cursos de graduação e pós-graduação a distância – o local funciona o Polo de Apoio Presencial. Em maio de 2014, tiveram início as atividades dos cursos presenciais, e também iniciaram as ações nas áreas de ensino, pesquisa e extensão.</p><p><br></p><p>História</p><p>Em 1618, por ordem do Conde de Linhares, foi construído no alto de um monte, no Recôncavo Baiano, um convento e uma igreja, onde, mais tarde, surgiria a cidade de São Francisco do Conde, em 1698. O nome homenageia o padroeiro da cidade e o conde Fernão Rodrigues, que herdou o terreno do 3° governador-geral do Brasil, Mem de Sá. A região onde fica a cidade foi conquistada pelo império português através de guerras travadas contra os índios que viviam nas margens dos rios Paraguaçu e Jaguaribe.</p><p><br></p><p>São Francisco do Conde, terceiro município do Recôncavo, guarda um grande patrimônio do Brasil Colonial. A cidade é rica em sobrados, igrejas e engenhos, construídos durante a administração portuguesa no país. A arquitetura imponente é um convite para um passeio ao século XVI, relembrando e mantendo viva uma parte importante da história do Brasil. O município se localiza em uma área na qual ainda se preserva reservas de Mata Atlântica e riquíssimos manguezais, contribuindo para a biodiversidade da região</p><p><br></p><p>No passado, a riqueza da cidade se baseava nas plantações de cana de açúcar que deram início ao desenvolvimento econômico da área. Hoje, a extração, o refino e o processamento de petróleo são as principais atividades econômicas da região. São Francisco do Conde mantém o clima de cidade do interior, com sua arquitetura barroca, com a tranqüilidade e com seu porto de canoas para os pescadores. A cidade também está se desenvolvendo e possui uma orla marítima bela, urbanizada e moderna, trazendo um apaixonante contraste visual.</p><p><br></p><p>A diversidade de etnias que ajudou a construir São Francisco do Conde culturalmente está presente no cotidiano da cidade. As palmeiras imperiais, símbolo da administração portuguesa, estão por toda parte, as construções coloniais são majestosas e conservam a memória da região. Os Tupinambás e os Caetés Negros deixaram de legado, entre outras coisas, uma rica gastronomia. O mingau de farinha de milho, a tapioca e o preparo do peixe assado na folha de bananeira são exemplos dessa herança. A habilidade com a pesca e a técnica das mulheres marisqueiras também surgiram com os primeiros habitantes da região. São Francisco do Conde possui uma história riquíssima e que se confunde com a história do Brasil. A cidade é única e consegue reunir história, cultura e a tranquilidade típica do Recôncavo Baiano em um só lugar.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2023-11-29 13:13:39 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2023-11-29 14:03:22 UTC</pubDate>
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         <title>Origem da Ilha dos patys</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Ceajat</p><p>Data: 29/11/23</p><p>Aluna: jeisa Conceição Alves dos Santos </p><p>1Av</p><p>Professor : Natal </p><p><br></p><p>Ilha do paty, origem.</p><p><strong><em>A comunidade da ilha do paty está localizada no município de São francisco do conde- BA se destacam a secular festa de São Roque e, em especial, o grupo cultural denominado de As Paparutas da ilha do paty, ou simplesmente as Paparutas.</em></strong></p><p><br></p><p><strong><em>O termo vem do nome paparota que significa de papar, comida, refeição.</em></strong></p><p><br></p><p><strong><em>De acordo com líder comunitário Altamirando de Amorim, como as pessoas da comunidade chamavam as paparutas, manteve-se o nome as Paparutas boas que, no entendimento local dizem ser comidas boas.</em></strong></p><p><strong><em>Verifica - se neste contexto para a compreensão da etimologia da palavra encontra se dificuldades para definição da origem real significado no lingua portuguesa como  neologismo local. Alguns aspectos e características da localidade dão a confirmação que o arquipélago tem a sua população oriunda das inúmeras concentrações quilombolas que se espalharam pelo recôncavo baiano.</em></strong></p><p><br></p><p><strong><em>A manifestação cultural notadamente conhecida como " As Paparutas"  é na prática, um grupo teatral que encena o labor das mulheres, escravas nas cozinhas dos brancos do Brasil Colonial, acompanhando de cantorias e movimentos de dança.</em></strong></p><p><br></p><p>A musicalidade, o aroma das comidas típicas da Bahia e a plástica do seu figurino se agregam para uma apresentação de rara beleza, significados e forte apelo á valorização da população local.</p><p>Trata-se  de um grupo cultural composto por mulheres na sua maioria negras residentes da ilha, que é ocupada por cerca de duzentos moradores.</p><p><br></p><p>Paty é uma das quatros ilhas banhadas pelas águas da Baía de todos os Santos (BTS) e cercadas de mangueiras no município franciscano, Estado da Bahia, no Recôncavo Baiano e de onde são extraídos diversos frutos do mar e que garantem a sobrevivência da maior parte dos seus residentes, compostos na sua totalidade por negros e seus descendentes.</p><p><br></p><p>O grupo as Paparutas Boas é formado por cerca de dezenove mulheres de distintas idades, que se caracterizam com roupas longas e muito coloridas.</p><p><br></p><p>Em geral são saias estampadas e blusas lisas de cores vivas, utilizam utensílios de cozinha na cabeça,  quase sempre um tacho ou gamela de madeira ou barro, onde são acomodados os alimentos por elas preparados.</p><p><br></p><p>As comidas típicas de forte influências africanas, após o ritual de danças e cantorias são oferecidas ao final da apresentação aos presentes.</p><p><br></p><p>As músicas utilizadas nos folguedos são compostas quase sempre pelos músicos integrantes do referido grupo cultural, na sua maioria homens, mas também há mulheres e formado por onze pessoas de idades variadas que tocam instrumentos de corda e percussão, acompanhados por três vocalistas.</p><p><br></p><p>As bailarinas formam um círculo e no meio, ao som da música, uma a uma se apresenta canta e provocam os presentes a participar do evento, a qual dura quase todo o dia.</p><p>Segundo o coordenador do referido grupo e também presidente da Associação Benefcente dos Moradores do paty ( ABMP), o senhor Altamirando de Amorim, nos evidencia que " o movimento das paparutas se constituem em um marco cultural, artísticos e referencial para nósmoradores da ilha e nos confere diferencial e destaque no senário local, de tal modo que já extrapola as fronteiras do estado"</p><p><br></p><p>Apesar de ganhar notoriedade local, regional e nacional mais recentemente, trata-se de um movimento cultural secular, tem a missão de manter viva a tradição de preparar pratos típicos da cozinha africana, como o acarajé, caruru, frigideira de siri, moqueca de camarão, peixe frito e o feijão fradinho.</p><p><br></p><p>Após preparar as iguarias, elas saem de casa dançado ao ritmo dos tambores com os pratos na cabeça em direção á pequena praça, onde todos os moradores da comunidade, já as guardam pata começar a festa.</p><p><br></p><p>No centro da roda fica uma Paparuta, localmente chamada Aía  ou a dona da cozinha, que vem sempre vestida de branco, dançando com uma colher de pau na mão e um grande caldeirão e tem a função de acompanhar, fiscalizar e experimentar as guloseimas que serão ofertadas aos presentes.</p><p><br></p><p>É este importante personagem figura como central no folguedo e tem a função, dentre outras atribuições, de provar e aprovar ou não os pratos, que lhe são apresentados pelas demais. Importante aqui salientar que, apesar da centralidade de Aía todas as demais integrantes, também tem importância singular no evento, como forma de enfatizar a irmandade e solidariedade entre os componentes do grupo.</p><p><br></p><p>A dança das Paparutas da ilha do paty acontece impregnada de significados da importância aos alimentos extraídos das águas e do manguezal da Baía de todos os Santos, para a sobrevivência da comunidade, num ritual lúdico que atravessa gerações, preservando uma das mais belas manifestações culturais do Recôncavó Baiano.</p><p><br></p><p>Ruínas do casarão da fazenda que pertencia á família Queiroz.</p><p><br></p><p>As informações sobre o passado mais remoto da ilha do paty, rmbpra pouco precisas, pela falta de documentos históricos que garantam a sua veracidade, dão conta de que a  localidade, nos seculos XVII e XVIII, teria sido utilizada como local de esconderijo por grupos de negros escravizados fugidos de São francisco  do Conde, Santo amaro e Cachoeira. Esse possível acontecimento remete a ideia de que na ilha do paty poderia ter existido um quilombo, como acreditam alguns dos seus moradores, mas sem comprovação sobre esses " fatos "</p><p><br></p><p>Fala-se também que as terras da ilha teriam sido doadas por D. Pedro II a um amigo, no entanto nada se sabe sobre os desdobramentos desse acontecimento também. Sabe-se que por força do artigo 3, das Disposições Transitórias da Constituição do Estado, de 02 de agosto de 1947, a Ilha do Paty, Madre de Deus e outras localidades que faziam parte do território de São Francisco do Conde, à época, passara a fazer parte do município de Salvador. Sendo que vários anos depois a Ilha do Paty foi reincorporada ao território de São Francisco do Conde.</p><p><br></p><p>Conta-se ainda que a ilha fora uma fazenda de gado de propriedade da família Queiroz, da qual restam às ruínas do antigo casarão colonial. Essa historia apresenta-se com elementos um pouco mais consistentes, sobretudo, porque há entre os seus moradores alguns descendentes da família Queiroz que vivem no local até hoje e que confirmam a história. Além do casarão da família Queiroz, existe um outro monumento antigo na ilha.</p><p><br></p><p>É uma pequena olaria que fica no meio da mata, e tem um grande valor simbólico para os moradores que a consideram sagrada. Segundo Sr. Altamirando Amorim, presidente da ABMP, a comunidade da ilha se formou a partir da fazenda da família Queiroz, dos proprietários e trabalhadores, inclusive por remanescentes de ex-escravos. </p><p>Quanto ao termo PATY, que dá nome a ilha, trata-se de um vocábulo indígena que denomina uma espécie de palmeira que vive na Mata Atlântica, comum nas zonas costeiras da Bahia e de algumas regiões do sudeste do Brasil, na ilha ainda se encontram alguns exemplares do pati. A primeira escola da ilha chamava-se Escola Luis Viana Neto, ela não possuía prédio próprio e as aulas aconteciam nas salas das casas de alguns moradores que voluntariamente cediam suas casas para que a escola funcionasse. </p><p>E em 27 de setembro de 1978 foi construída a Escola São Roque, em homenagem ao padroeiro da ilha, cuja festa é comemorada no último sábado de setembro. A moradora mais velha da ilha é Dona Guilhermina de Jesus que tem mais de 90 anos de idade. Ela é a matriarca de uma família grande, tem 8 filhos, 26 netos e 25 bisnetos. </p><p>Dona Guio, como é conhecida na ilha, foi marisqueira durante 50 anos. É viúva, criou os filhos e ajudou a educar os netos catando marisco no mangue pelos arredores da ilha. </p><p>A comunidade da Ilha do Paty tem sua base constituída a partir de três núcleos familiares: a família Queiroz, a família Sacramento e a família Amorim. </p><p>As uniões realizadas entre membros pertencentes a esses três núcleos básicos vêm ampliando e fortalecendo o elo existente, configurando-se assim praticamente numa única e grande família. Este fator certamente contribui positivamente para o forte sentimento de pertença existente na comunidade, além da situação geográfica, do próprio tamanho da localidade e dos seus referenciais culturais, cuja fama já ultrapassou as fronteiras do país. Pois, a pequena Ilha do Paty ganhou projeção e ficou mais famosa depois que um de seus filhos ilustres começou a fazer sucesso nas telas do cinema e na televisão.</p><p><br></p><p><br></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2023-11-30 01:44:43 UTC</pubDate>
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         <title>Ilha das Fontes </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Euza Maria de São Pedro Neta 1°AV Regular</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-11-30 01:53:59 UTC</pubDate>
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         <title>Rayssa Souza de Jesus 1Av</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Ilha das fontes</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-11-30 14:39:41 UTC</pubDate>
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         <title>CEAJAT </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Data:30/11/2023</p><p>Aluna: Joyce Miranda de Sousa </p><p>Turma: 1AV</p><p>Prof: Natalino </p><p><br></p><p> TEMA: história, cultura, memória aspectos importantes do bairro caipe de cima e de baixo.</p><p> </p><p><em>HISTÓRIA</em></p><p><br></p><p>O Caipe de Cima e o Caipe de Baixo são bairros localizados na cidade de São Francisco do Conde, na Bahia. Sua história remonta aos tempos coloniais, quando eram povoados por pescadores e agricultores. Ao longo dos anos, essas comunidades desenvolveram uma identidade cultural única, preservando tradições como a pesca artesanal, a produção de cerâmica e festas populares. A história desses bairros está intrinsecamente ligada à história da região, repleta de influências africanas e indígenas.</p><p><br></p><p> <em>CULTURA</em></p><p><br></p><p>A cultura do Caipe de Cima e Caipe de Baixo é vibrante e diversificada. Os moradores preservam tradições ancestrais, como a pesca artesanal, a produção de cerâmica e a culinária típica. Além disso, festas populares, como as festas juninas e o carnaval, são celebradas com muita animação. A música também desempenha um papel importante, com ritmos como o samba de roda e o axé sendo apreciados e praticados pela comunidade. A cultura local é fonte de orgulho e união entre os moradores.</p><p><br></p><p> <em>MEMÓRIA ASPECTOS IMPORTANTES DO BAIRRO CAIPE DE CIMA E DE BAIXO </em></p><p><br></p><p><br></p><p>A memória do bairro Caipe de Cima e Caipe de Baixo é preservada por meio de aspectos importantes, como as histórias transmitidas oralmente pelos mais antigos, a preservação das tradições culturais e festas populares, como a Festa de Nossa Senhora da Boa Morte, e a valorização das atividades tradicionais, como a pesca artesanal e a produção de cerâmica. Esses elementos contribuem para manter viva a memória coletiva e fortalecer a identidade dessas comunidades.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2023-11-30 14:58:25 UTC</pubDate>
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         <title>Ilha de Cajaíba - São Francisco do Conde</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>O Engenho Cajaíba foi um engenho de açúcar brasileiro do final do século XVIII e que pertenceu à família do Barão de Cajaíba. Localizado na ilha de Cajaíba, no município de São Francisco do Conde.</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-11-30 15:10:07 UTC</pubDate>
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         <title>Thainá de jesus damasceno </title>
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         <description><![CDATA[<p>Tema bairro de santo Estevão, história, memória, Cultura, aspectos importante dó bairro </p>]]></description>
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         <pubDate>2023-11-30 17:56:04 UTC</pubDate>
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         <title>Ilha do paty</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>A&nbsp;Ilha do Paty&nbsp;é uma&nbsp;ilha&nbsp;localizada na&nbsp;Baía de Todos-os-Santos. Ela faz parte do&nbsp;município&nbsp;baiano&nbsp;de&nbsp;São Francisco do Conde, na&nbsp;Região Metropolitana de Salvador. Em 2021, a ilha foi reconhecida como uma&nbsp;comunidade quilombola.[1]&nbsp;O lugar é conhecido pelo tradição das paparutas, um grupo de mulheres que preparam pratos e dançam enquanto seguram eles.[2]&nbsp;A tradição se originou de uma comédia teatral encenada no local no começo do século XIX.[3]</p><p>As Paparutas da Ilha do Paty é uma manifestação cultural tradicional que tem origem numa comédia teatral encenada há quase 100 anos pela pequena comunidade da Ilha do Paty, em São Francisco do Conde, no meio da Baía de Todos-os-Santos. Paparutas, segundo a tradição oral da comunidade, vem de “papa”, de “comidas boas”. Por isso, a manifestação é apresentada através do samba de roda, acompanhado por danças e cantos, com destaque para as iguarias que cada baiana carrega na cabeça e servidas após as apresentações. As baianas levam moquecas de mariscos, peixes, feijão fradinho, farofa, tudo regado ao azeite de dendê, um verdadeiro festival de comida.</p><p>&nbsp;  </p><p>Uma manifestação singular, passada de geração a geração, que mantém através de seus 32 membros a cultura popular baiana viva em uma ilha da Baía de Todos-os-Santos. O grupo se apresenta na própria Ilha, em festivais culturais e eventos privados.</p><p><br></p><p>Ceajat</p><p>Janiele Silva Gomes </p><p>1°av </p>]]></description>
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         <pubDate>2023-11-30 22:44:41 UTC</pubDate>
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         <title>Colégio Estadual do Campo Ana Junqueira Ares Tourinho</title>
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         <description><![CDATA[<p>Data 01 de dezembro de 2023</p><p>Professor (a) Natalino</p><p>Aluno (a) Tainá sacramento dos Santos </p><p>Série 1° AV</p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p>      TEMA: Origem da Ilha do Paty</p><p><br/></p><p> São Francisco do Conde </p><p>Bahia-BA</p><p><br/></p><p>       Ilha do Paty. É uma ilha localizada na Bahia de Todos os Santos. Ela faz parte do município Baiano de São Francisco do Conde, na região metropolitana de Salvador.</p><p>     Em 2021 a ilha foi conhecida como uma comunidade quilombola.</p><p>    </p><p>  A fundação Palmares reconheceu duas comunidades quilombola na Bahia uma delas é Ilha do paty em São Francisco do Conde.</p><p><br/></p><p>      Nos documentos a fundação certificou as comunidades como remanescentes de quilombos e instruiu os processos administrativos que autorizam as certificações.</p><p><br/></p><p>       No território vive cerca de 180 habitantes. Durante o encontro os participantes receberam exemplares do estatuto da Igualdade racial, e de combate à intolerância religiosa.</p><p>  O fórum de gestores municipais  das áreas para promoção de igualdade Racial..</p><p>       </p>]]></description>
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         <pubDate>2023-12-01 18:09:06 UTC</pubDate>
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         <title>Ilha do Paty!</title>
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         <pubDate>2023-12-01 18:13:56 UTC</pubDate>
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