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      <title> A explosão do sentimento e da liberdade na pintura romântica!   by Cláudia Pereira da Silva</title>
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      <description>Escola Básica e Secundária de S. Bento, Vizela.
 HISTÓRIA A - 11º B  2021/2022
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-04-25 11:02:01 UTC</pubDate>
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         <title>Romantismo e o Porto!</title>
         <author>claudiaadriana</author>
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         <description><![CDATA[<div>11º B -&nbsp;ROMANTISMO</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-25 11:17:19 UTC</pubDate>
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         <title>O Romantismo de Almeida Garrett</title>
         <author>claudiaadriana</author>
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         <pubDate>2022-04-25 11:25:42 UTC</pubDate>
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         <title>Romantismo - Contexto Histórico</title>
         <author>claudiaadriana</author>
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         <pubDate>2022-04-25 11:31:58 UTC</pubDate>
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         <title>ROMANTISMO, EXPRESSÃO DA IDEOLOGIA LIBERAL</title>
         <author>claudiaadriana</author>
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         <description><![CDATA[<div>O Romantismo afirmou-se na Europa no contexto revolucionário, em que os ideais de liberdade e de igualdade foram acolhidos por um grande número de artistas. O intelectual e o artista romântico condenaram todas as restrições à liberdade, todas as formas de opressão e, consequentemente, opuseram-se ao absolutismo. Inconformados, inquietos, os românticos apoiaram as causas políticas e sociais ligadas à liberdade, defenderam os nacionalismos e a libertação dos povos relativamente aos regimes autocráticos opressores e denunciaram injustiças sociais.&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-25 11:39:32 UTC</pubDate>
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         <title>Caspar David Friedrich, &quot;Nascer da Lua sobre o Mar&quot;</title>
         <author>3469133</author>
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         <description><![CDATA[<div>Nascer da Lua sobre o Mar é uma pintura de 1822 do pintor alemão Caspar David Friedrich. A obra retrata uma paisagem romântica.<br>Caspar David Friedrich (5 de setembro de 1774 - 7 de maio de 1840) foi um pintor de paisagens românticas alemão do século XIX, considerado o mais importante artista alemão de sua geração. Ele é mais conhecido por suas paisagens alegóticas de meio período, que normalmente apresentam figuras contemplativas silhuetas contra céus noturnos, névoas matinais, árvores estéreis ou ruínas góticas. Seu principal interesse era a contemplação da natureza, e seu trabalho muitas vezes simbólico e anticlássico busca transmitir uma resposta subjetiva e emocional ao mundo natural. As pinturas de Friedrich, estabelecem uma presença humana em perspectiva reduzida em meio a paisagens expansivas.</div><div>Nesta pintura podemos observar três jovens, duas mulheres lado a lado e um homem mais para trás, que estão sentados numa grande pedra perto do mar, os seus vultos estão voltados contra o céu enquanto observam a lua subindo para leste acima de algumas nuvens. Mais longe podemos ver também dois veleiros em direção às pessoas na costa. A pintura é provavelmente uma vista do Mar Báltico, perto do local de nascimento de Friedrich na Pomerânia Sueca. Todos estes elementos naturais e as suas cores e dramatismo infuenciam-nos para reconhecermos imediatamente esta pintura do Romantismo.</div><div>A obra foi encomendada pelo banqueiro e colecionador de arte Joachim Wagener, juntamente com uma segunda obra, "A Árvore Solitária" para criar um par de "tempos do dia", retratando cenas de paisagem matinal e noturna. Foi concluída antes de novembro de 1822 e foi realizada pela Galeria Nacional de Berlim desde 1861, doada por Wagener como parte de sua coleção fundadora. Está agora na Alte Nationalgalerie do Staatliche Museen, Berlim.&nbsp;<br><br>Ana de Lurdes nº2 e Ana Francisca nº3 11B<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-04 11:26:12 UTC</pubDate>
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         <title>Massacre de Chios de Eugène Delacroix.</title>
         <author>373835</author>
         <link>https://padlet.com/claudiaadriana/6i1eyc3clrjc6mvb/wish/2171210151</link>
         <description><![CDATA[<div>Este quadro chamado “Massacre de Chios” foi pintado por Eugéne Delacroix em<br>1824. É uma pintura a óleo numa grande tela com dimensões de 4,20m x 3,50m, e nos dias de hoje podemos encontrá-la no Museu do Louvre, em Paris. Esta pintura representa uma fase violenta e agressiva da independência grega (1821-1830).<br>Devido à constante pressão dos turcos, os Gregos já submetidos desde o século XV ao Império Otomano, revoltaram-se e lutaram pela sua independência em 1822. Por exaltação e por resposta aos gregos, os Turcos responderam com uma repressão feroz e revoltosa. Em<br>1822, uma onda de 10 mil homens desembarcaram na Ilha de Quios, onde acabaram por assassinar cerca de 20 mil civis gregos e utilizaram as mulheres e crianças para a escravatura com o fim de abastecer o mercado africano.<br>A luta pela independência dos gregos foi uma agitação liberal e nacionalista que mais tarde se espalhou pela Europa. Na primeira metade do século XIX, vários países europeus mostraram-se solidários com os Gregos. Com a ajuda da Rússia, Inglaterra e França, sob uma<br>negociação com os turcos após derrotarem as suas forças militares na Batalha de Navarino em 1827, a Grécia conseguiu a sua independência, concretizada 3 anos depois.<br>Tudo isto, originou a escrita de livros que retratavam a luta e o massacre do povo<br>grego e ainda, um destaque na pintura “Massacre de Chios” de Eugéne Delacroix que foi considerado o mais importante representante do romantismo francês.<br><br>Características da Obra<br><br>Nesta obra, Delacroix transmite a violência e o dramatismo que se viveu na época. No<br>fundo da pintura podemos observar a população grega a tentar apagar o fogo, mas com um ar bastante derrotado e destruído. Com certeza estas características também estão ligadas ao<br>povo representante, agrupados por pirâmides humanas particularmente elucidativas, na primeira visão da foto.<br>Na esquerda da pintura vemos uma mulher jovem descaída nos ombros do marido<br>cansada, destruída e suja. No centro da pintura vemos dois corpos abraçados com esperança que tudo possa acabar e que a humanidade seja justa e liberal. Já no lado direito da pintura vemos uma mulher descaída e morta com um bebé no seu peito a procurar o seu seio para se<br>alimentar. Conseguimos também observar uma senhora idosa que já não espera nada do mundo e está pronta para morrer e um cavalo que está a ser conduzido por um Janízaro que arrasta sem piedade uma mulher e um homem.<br>O ator da pintura tentou procurar impacto nos espectadores ao utilizar várias cores<br>que simbolizam a tragédia da cena. Usou cor e luz/sombra para reforçar o dinamismo e movimento de cada indivíduo presente. Começou por representá-los semidespidos para expressar uma grande vulnerabilidade na liberdade que lhes foi retirada.<br><br>Obra<br><br>O “Massacre de Chios” é considerado um belo exemplo do Romantismo por várias<br>razões. Uma das razões é o tema. O tema consegue representar a luta pela liberdade dos povos gregos mostrando que o Romantismo pode ser a expressão da ideologia liberal. Outra das razões é a intensa emoção com que os espectadores conseguem sentir a pintura. É agradável quando alguém consegue passar a mensagem de algo que em épocas passadas foi o terror para os povos que tentaram ser livres. E por fim, a cor, as sombras, os contornos e as pinceladas são como inspiração para grandes artistas e para apreciadores de arte.<br><br>Beatriz Monteiro Nº7 e Luís Oliveira Nº14 11ºB</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-05 10:31:46 UTC</pubDate>
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         <title>O Monge á beira-mar de Caspar David Friedrich</title>
         <author>3703134</author>
         <link>https://padlet.com/claudiaadriana/6i1eyc3clrjc6mvb/wish/2174478005</link>
         <description><![CDATA[<div>O Monge á beira-mar é uma pintura a óleo do pintor romântico alemão Caspar David Friedrich e foi pintado entre 1808 e 1810 em Dresden.<br>Caspar David Friedrich(Greifswald, 5 de setembro de 1774 – 7 de maio de 1840) foi um pintor romântico alemão, grande paisagista. As suas obras paisagísticas primam pelo simbolismo e idealismo que transmitem.<br>Este nasceu em um período em que a sociedade da Europa estava passando de uma forte inclinação materialista para um sentimento de desilusão, onde novos impulsos espirituais começavam a se fazer sentir. Essa mudança encontrou expressão em uma reapreciação do mundo natural, visto com uma criação divina pura.<br>&nbsp;Seu tema preferido era a paisagem, onde ele fazia diversas viagens ao interior e ao litoral do Báltico em busca de inspiração. As suas obras muitas vezes possuem uma atmosfera nostálgica, com brumas, árvores secas, e dramáticos efeitos de luz.<br>Nesta pintura conseguimos observar uma única figura, vestida com uma roupa comprida, onde está numa duna baixa. A figura, identificada como monge, afastou-se quase completamente do espectador e examina um mar agitado e um céu cinzento que ocupa grande parte da imagem. Não é claro se ele está em uma rocha alta ou apenas em uma encosta suave para o mar. A duna forma um triângulo inexpressivo, no ponto mais distante no qual está a figura.<br>Apesar de as pinturas de Friedrich serem paisagens, ele desenhou e pintou no seu estúdio, usando esboços de ar de plein livremente desenhados, dos quais escolheu os elementos mais evocativos para se integrar numa composição expressiva. Esta obra mostra evidências deste processo redutor, uma vez que Friedrich removeu elementos da tela depois de terem sido pintados. Recentes investigações revelaram que ele tinha inicialmente pintado dois pequenos veleiros no horizonte, que mais tarde retirou. Friedrich continuou a modificar os detalhes da pintura até à sua exposição, como por exemplo, ao cinzento do céu foi adicionado azul, com estrelas e uma lua mas a composição básica manteve-se sempre a mesma.<br>A obra surgiu numa altura em que Friedrich teve o seu primeiro sucesso público e reconhecimento crítico com outra obra que explicitamente fundiu o formato paisagístico com um tema religioso. O Monge à Beira-Mar aumentou o seu sucesso e chamou muita atenção, já que o historiador de arte Albert Boime acreditava que a figura do monge era Friedrich, a caminhar sobre as falésias de Rügen,&nbsp; a identificação do monge como autorretrato foi aceite por outros estudiosos, devido ás semelhanças físicas com Friedrich, este mais tarde pintou-se com a roupa de um monge.&nbsp;<br>A pintura foi exposta na sua forma atual na Academia de Berlim em outubro de 1810, originando muita controvérsia e crítica.<br><br>Ana Francisca Silva nº4 e Mariline Cunha nº16<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-08 15:09:54 UTC</pubDate>
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         <title>Alyonushka de Viktor Vasnetsov</title>
         <author>3704134</author>
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         <description><![CDATA[<pre>Viktor Vasnetsov foi co-fundador da pintura nacionalista e folclorista romântica russa. Especializou-se em assuntos históricos e mitológicos. "Alyonushka" é uma pintura a óleo de 1881 baseada num conto popular russo. Nesta pintura, o artista capturou perfeitamente a imagem da solidão. Uma camponesa está sentada numa pedra branca, solitária, sozinha, abandonada por todos, órfã. A paisagem é tirada de imagens de contos populares, que trazem à tona a situação desolada e sombria do sujeito, no caso do famoso conto de fadas "Irmã Alyonushka e seu irmão Ivanushka". Com um olhar melancólico e cansada de procurar seu irmão, Alyonushka está sentada em uma grande pedra à beira do lago com a cabeça nos joelhos. Em torno da floresta densa e escura leva pensamentos sombrios ao espectador.Descalça, com um desgrenhado cabelo na cabeça, num  vestido de verão cinza velho e desbotado, Alyonushka está cheia de pensamentos sobre o seu irmão. Nada distrai o espectador da heroína da imagem. Ao mesmo tempo, cada detalhe enfatiza a profundidade da essência da imagem, que fornece um rico terreno para reflexão. Parece que Alyonushka encontra consolo na lagoa. Parece dissolver-se nesta beleza das pinturas da artista e torna-se ela própria parte desta paisagem. As pernas feridas, a humildade da heroína fascina e atrai o espectador para sua pura imagem de menina.
A compaixão e empatia do espectador ao personagem principal torna-se quase o principal objetivo do autor.</pre><div>Bruno Pereira nº9 e Maria Ferreira nº15<br><br></div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-08 16:07:29 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>3313138</author>
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         <description><![CDATA[<div>Gustave Courbet nasceu a 10 de Junho de 1819, em Ornans, uma pequena cidade francesa. A sua família era abastada e era proprietária de vários terrenos ligados com a agricultura e a criação de gado.&nbsp;<br><br></div><div>Coubert interessou-se desde cedo pelo desenho e pela política. Por volta dos 13 anos começou a sua formação artística com a sua primeira aula de pintura instruída por um artista da cidade. Ao longo dos anos Gustave desenvolveu cada vez mais o gosto e dedicação pela arte. É nesta altura da sua vida que o mesmo decide mudar-se para Paris, onde fazia visitas recorrentes ao Museu do Louvre. Com a regularidade destas visitas, a sua cultura visual foi aumentando e Courbet começou a fazer copias de alguns dos quadros que observava no museu, tais como, os quadros de Caravaggio, Rubens, Zurbarán e Rembrandt.<br><br></div><div>Nesta altura Gustave desenvolveu uma pintura mais virada para si mesmo. Ele pintava figuras masculinas, com mais pormenores, e concentrava-se principalmente para os autorretratos. Um bom exemplo destes auto retratos é o seu celebre quadro “The Desperate man”.&nbsp;<br><br></div><div>Este quadro encontra-se entre as 50 obras mais famosas do mundo. Neste autorretrato, com o rosto quadrado em close-up, o pintor encontra-se a olhar para o observador, em um estado que aparenta ser desespero, com as mãos sobre os cabelos escuros e os tendões das mãos e dos pulsos, assim como os do pescoço tensos, como se estivesse a pedir ajuda ou por socorro. Apesar deste estado emotivo, o homem permanece belo e a sua beleza ameniza o desespero, tornando-se impossível para o observador não a notar. Tendo em atenção os detalhes, podemos observar que nesta pintura, o homem encontra-se com grandes olhos escuros abertos, sobrancelhas grossas e bem feitas, testa contraída, bochechas coradas, que se contrapõem à palidez do rosto, bigode e barbichas negros, boca carnuda vermelha, entreaberta, e narinas dilatadas.</div><div>A fonte de luz, dando a entender que está a ser empurrado para a frente, vem da direita e despeja a claridade sobre o retratado e, ao invés de Courbet mostrar um retrato tradicionalmente vertical, ele decide usar o formato de paisagem, sendo assim retangular e horizontal, criando um espaço maior para a abertura dos braços com o seu gesto aflitivo.</div><div>Deste modo, podemos visualizar o feixe heterogêneo do estilo das pinturas do período do Romantismo, cujo ênfase estava na expressão de visões pessoais fortemente coloridas pela emoção dramática e irracional e como uma reação ao equilíbrio, impessoalidade, racionalidade e sobriedade do classicismo.<br><br>Courbet foi um pintor realista que não gostava de nenhum tipo de pintura vinda da imaginação, dos sonhos ou mesmo  da literatura. Através das suas pinturas representava a vida que encontrava á sua volta.&nbsp;Este, tinha principal atenção ás questões relacionadas com a vida dos camponeses, como questões relacionadas com a pobreza e com as condições de trabalho. A sua pintura foi marcada por pinceladas fortes com textura, com forma e baseadas no dia a dia.&nbsp;<br><br></div><div>&nbsp;<br>Luana Cunha Nº13<br>Rosana Mendes Nº19<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-08 16:30:13 UTC</pubDate>
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         <title>A liberdade Guiando o Povo (28 de julho de 1830)</title>
         <author>3698132</author>
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         <description><![CDATA[<div><em>Foi um artista original e inovador , e ao mesmo tempo ligado a tradição .&nbsp;</em></div><div><em>Um colorista que nos deixou imensas obras-primas , onde a mais famosa continua a ser " A liberdade Guiando o Povo" , umas das grandes obras de arte do romantismo realizada em 1830 , em óleo sobre uma tela de 260 por 325 centímetros , exposta no Museu de Louvre em Paris . Uma obra popular que vira a tornar se na imagem de muitas revoluções vindouras!</em></div><div><em>&nbsp; O rei Carlos X tinha desrespeitado a constituição francesa e tentado reinstalar a monarquia absolutista , através da dissolução do parlamento e da restrição da liberdade de imprensa , o que conduziu á sangrenta revolta popular&nbsp; de 1830. A 27 de julho desse mesmo ano , o povo parisiense oriundo de todas as classes sociais esta revoltando incluindo pela primeira vez os trabalhadores - manifestando-se contra o rei e as tropas reais , em busca de mudança . Nestes tumultos que se transformaram imediatamente em revolução , varias pessoas morreram parta alcançar a queda do monarca e evitar novamente o absolutismo.</em></div><div><em>Delacroix decidiu perpetuar esse momento numa tela onde representou os acontecimentos dramáticos e sangramentos da revolução de julho de 1830 (dia 27 a 29, conhecidos como três dias gloriosos ) , onde perderam muitos homens com vontade de defender a sua nação.&nbsp; A revolução não teve cabecilha , por isso Declaroix pintou a alegoria da liberdade a guiar o povo , uma figura feminina seminua e descalça , como se de uma escultura grega se tratasse , com um barrete jacobino , segurando uma baioneta e erguendo a bandeira tricolor.</em></div><div><br></div><div><em>&nbsp;Alana Sousa nº1 (11ºB)</em></div><div><em>&nbsp;Bruna Ribeiro nº8 (11ºB)</em></div><div><br></div><div><br></div><div><br></div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-08 17:26:33 UTC</pubDate>
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         <title>O 3 de maio de 1808 </title>
         <author>3699132</author>
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         <description><![CDATA[<div>Esta que é uma das grandes obras do pintor Francisco de Goya e é também uma das imagens mais memoráveis da desumanidade do homem para com o homem.&nbsp;<br>Este quadro de Goya intitula-se "O 3 de Maio de 1808 em Madri: Os Fuzilamentos na Montanha do Príncipe Pio", embora também seja conhecido por "Os Fuzilamentos da Moncloa" e está no Museu&nbsp; do Prado em Madri.</div><div>Salientam-se algumas caraterísticas românticas nesta pintura de Goya, fazendo-nos lembrar da obra de Pablo Picasso intitulada "Guernica", que retratou a colossal tragédia da guerra civil espanhola.</div><div>Este quadro foi realizado em 1814, tem como técnica a pintura a óleo sobre uma tela de 268 por 347 centímetros no estilo artístico romântico<strong>,</strong> e é uma das pérolas do Museu do Prado em Madrid.<br>Esta pintura reflete o período entre 1810 e 1814 em que Goya pintou os desastres da guerra que ele mesmo presenciou, com isto pintou a sua impressão pessoal do ambiente sentido naquela noite de chacina.<br>Pouco tempo após a derrota de Napoleão Bonaparte, a 9 de março de 1814, o Concelho Espanhol convidou Goya a pintar os episódios mais memoráveis da rebelião espanhola contra Napoleão. O artista optou por realizar duas grandes telas sobre essa revolta, sendo esta 1 delas.<br>Este quadro foi pintado de forma totalmente anti-retórica: com um charco de sangue no canto esquerdo da obra, com três cadáveres no chão, enquanto um frade e alguns camponeses desesperados porque temem o pior, á esquerda dos camponeses existe uma outra fila de condenados que irão morrer. É noite, o céu escuro contrasta a capital de Madri no fundo da pintura, em primeiro plano, os condenados estão rodeados de sombras projetadas de encontro ao muro por uma lanterna á frente das tropas Francesas.<br>A luz projetada pela lanterna, foca no camponês com a camisola branca com os braços abertos que desafia os soldados Franceses que estão curvados e fixos no ponto de mira, enquanto o frade reza e os restantes condenados fazem gestos de desespero, numa atmosfera ainda mais gélida, devido ao sangue que se espalha pelo chão e que chega aos pés dos algozes.<br>Realçam-se, na pintura, elementos simbólicos bastante relevantes, como sejam o frade tonsurado, que traduz implicitamente o apoio da Igreja Católica, em Espanha, à resistência dos madrilenos e a figura central, com uma camisa branca e os braços levantados em sinal de rendição, que muitos associam a Jesus Cristo crucificado devido à sua posição de braços abertos e aos estigmas nas palmas das mãos.</div><div>Aparecem como traços distintivos também desta pintura: o horror sanguinário do grupo de madrilenos já fuzilados, a iluminação com um laternim gigante das figuras, que estavam prestes a ser fuziladas e se encontravam desesperadas, como se observa nas suas fisionomias de terror, escondendo-se alguns atrás de outros e vários atrás das mãos, para não verem a cena terrífica dos mortos estendidos no chão e o grupo anónimo dos carrascos do exército imperial napoleónico com armas apontadas aos camponeses.<br>Em suma, trata-se de uma obra-prima da pintura universal do pintor espanhol Francisco Goya, que retratou, com espírito romântico, a tragédia das tropas imperiais napoleónicas a espalharem os seus ideais liberais na ponta das armas, violentando as populações ocupadas com a brutalidade de um fuzilamento, mas, na verdade, a esconder interesses geopolíticos.<br><br>Rafael Almeida Nº18; Jorge Ferreira Nº11</div><div><br><br>&nbsp; &nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-08 21:01:42 UTC</pubDate>
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         <title>O Navio Negreiro de Joseph Mallord William Turner</title>
         <author>3412133</author>
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         <description><![CDATA[<div><em>Joseph Mallord William Turner nasceu em Londres a 23 de abril de 1775 e faleceu a 19 de dezembro de 1851 em Chelsea com 76 anos.<br>Turner foi&nbsp;</em>&nbsp;considerado por alguns um dos pioneiros do modernismo na pintura, em função dos seus estudos sobre cor e luz. <a href="https://treinamento24.com/library/lecture/read/211685-e-maiusculo-com-acento">É</a> conhecido por suas colorações expressivas, paisagens imaginativas e pinturas marinhas turbulentas, muitas vezes violentas. <br>Apresentou o seu primeiro trabalho aos 15 anos na Academia Real Inglesa, lá tambem serviu como desenhista de arquitetura,ganhando uma renda estavel com encomendas e vendas que, devido à sua natureza problemática e contrariada, eram muitas vezes aceites de má vontade.<br>Abriu a sua própria galeria em 1804 e tornou-se professor de <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Perspectiva">perspectiva</a> na Academia em 1807, onde deu aulas até 1828.Viajou pela <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Europa">Europa</a> a partir de 1802, onde retornava com volumosos cadernos de esboços.<br>William Turner na sua carreira concluiu mais de 550 pinturas a oleo, 2 mil aquarelas e 30 mil obras em papel.<br><br><br><br><br><br><br>O Navio Negreiro é uma das suas pinturas,&nbsp; nela William usou muitas técnicas características dos pintores românticos. Suas pinceladas indefinidas têm por objetivo fazer com que a imagem pareça borrada, tornando objetos, cores e figuras indistintas, o que leva o espetador a introduzir-se na cena através de sua imaginação. Ele expõe a força que a natureza possui e o poder que ela exerce sobre o ser humano.&nbsp; Em primeiro plano, os corpos dos escravos boiam na água. Alguns são devorados por peixes e monstros marinhos, como mostra a perna vista com a corrente ainda presa ao pé. Gaivotas sobrevoam o local. Turner, um abolicionista, tinha por objetivo impactar o quem observa a obra com a crueldade humana. Era um chamado à sociedade para ver e sentir a brutalidade da escravidão, pois, apesar de a Inglaterra já ter abolido tal coisa, ela ainda persistia em outros países.&nbsp;<br>A História da Abolição do Tráfico de Escravos , de Thomas Clarkson, serviu de inspiração para esta pintura. A obra relata um incidente, ocorrido em 1783, envolvendo um navio negreiro. Visto que muitos dos escravos a bordo se encontravam doentes e o pagamento da companhia de seguros do capitão só pagaria pelos perdidos no mar, o capitão exigiu que todos os doentes e moribundos saltassem para o mar, acorrentados.<br>Esta obra é um exemplo clássico do seu gosto para o abstracionismo. Esta pintura de paisagem marítima romântica demonstra que Turner foi um dos mais sensacionais inovadores da história da pintura, ao usar como tema os próprios elementos da natureza como o mar, o céu, a chuva, entre outros, e criá-la em termos de cor e luz.&nbsp; As cores que mais se destacam na pintura são o vermelho do pôr-do-sol que penetra na água e também&nbsp; o marrom dos corpos dos escravos. &nbsp;<br><br><br>Rui Ribeiro Nº20&nbsp;<br>Jose Miguel Nº12<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-08 22:59:56 UTC</pubDate>
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         <title>A Nona Onda - Ivan Aivazovsky</title>
         <author>321869</author>
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         <description><![CDATA[<div><em>Ivan Aivazovsky (1817-1900) foi um pintor russo de ascendência armênia, de estilo romântico, conhecido como um dos maiores pintores de paisagens marinhas. &nbsp;<br><br>Após a sua formação na Academia Imperial de Artes, Aivazovsky viajou para a Europa e morou brevemente na Itália no início de 1840, entretanto, passado 4 anos regressou para a Rússia onde foi nomeado o principal pintor da Marinha russa. Aivazovsky foi especialmente eficaz no desenvolvimento da luz em suas pinturas. Mais de metade de todas as pinturas de Aivazovsky são representações realistas de cenas costeiras e marinhas. Sua técnica artística se destaca por sua capacidade de representar o brilho realista da água contra a luz, na pintura, seja ela a luz da lua cheia, a do nascer do sol, ou a dos navios de guerra em chamas. Muitas de suas pinturas também ilustram a sua habilidade de preencher o céu com luz, seja a luz difusa de uma lua cheia através da névoa, ou o brilho alaranjado do sol brilhando através das nuvens.&nbsp;<br><br>Na sua vida, Aivazovsky também fundou uma escola de arte e galeria para educar os outros artistas da época, construiu um museu histórico em sua cidade natal em Feodosia, Crimeia, além de iniciar as primeiras expedições arqueológicas na mesma região.<br><br>De acordo com a crença náutica, no mar as ondas crescem em série de nove ondas: sendo a primeira delas a mais baixa e elas vão crescendo de forma exponencial, até a nona onda, que é a mais alta, e então o ciclo retorna. No quadro, Ivan Aivazovsky retrata a força da nona onda, uma paisagens desbravadora onde existe um grupo de náufragos, que tentam sobreviver segurando na carcaça do navio que foi anteriormente destruído pelo mar. O mar parece estar agitado após uma forte tempestade durante a noite. As pinturas do romantismo geralmente eram representadas com um céu azul repleto de nuvens que se estendem dando a ideia de infinito, ou ainda extensões de mar que parecem não ter fim, Aivazovsky pintou o céu com a luz do sol da manhã de maneira bem suave e distante, que contrasta com a fúria do mar que se encontra abaixo,&nbsp; representando então essa ideia de infinito e sensação que a tempestade nunca vai terminar.&nbsp;<br><br>Beatriz Salgado, N°5<br>César Silva</em></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-11 17:26:42 UTC</pubDate>
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         <title>Análise de uma Pintura Romântica- “Corrida de cavalos sem cavaleiros”</title>
         <author>06_Beatriz_Ribeiro</author>
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         <description><![CDATA[<div>Théodore Géricault, corrida de cavalos sem cavaleiros, 1817<br>O tema desta pintura é a vida animal, ou melhor dizendo, representa os animais selvagens. Mas o motivo da realização desta obra tem uma história. Em 1816, o pintor visitou Roma e aqui ele visitou museus, copiou grandes pintores e tornou-se uma testemunha do carnaval romano. Como parte do feriado, foram organizadas corridas na Rua Corso, onde participaram cavalos livres. O pintor ficou impressionado com tudo aquilo. Gericault adorava cavalos, e então ele viu no seu disfarce selvagem, cavalos fortes que tentavam avançar, e jovens fortes mal os seguravam. Esse poder era quase impossível de conter. Este, encantado ,imediatamente, concebeu uma imagem em que essa luta inconciliável de um animal e um homem seria encarnada. Nesta obra o autor usa principalmente cores escuras, recorrendo a um truque, o contraste de áreas destacadas, colocando ênfase.A composição é complexa. Gericault combina habilmente elementos arquitetónicos majestosos, além disso, em diferentes planos, heróis de pessoas e animais, escritos de maneira dinâmica. O pintor também usa linhas obliquas e sinuosas nas suas obras.<br><br><br>Beatriz Ribeiro n°6&nbsp;<br>Joana Costa n°10</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-30 10:57:32 UTC</pubDate>
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         <title>A Balsa da Medusa</title>
         <author>3310140</author>
         <link>https://padlet.com/claudiaadriana/6i1eyc3clrjc6mvb/wish/2206356694</link>
         <description><![CDATA[<div>A Balsa da Medusa é uma pintura a óleo criada entre 1818 e 1819 pelo pintor da época do romantismo e litógrafo Théodore Géricault (1791–1824) e encontra-se exposta no Museu do Louvre, em Paris, sendo considerada um ícone da pintura ocidental.&nbsp;</div><div>Obcecado pelo naufrágio da Fragata de Medusa, que inspirou a obra, Géricault chegou a entrevistar sobreviventes, alguns deles forçados ao canibalismo na tragédia e, entre os passageiros que teve contato estavam o engenheiro Alexandre Corréard, que também havia participado da construção da balsa, e o médico cirurgião Jean-Baptiste-Henri Savigny.&nbsp;</div><div>O Fragata havia partido da França, e navegava em direção a Senegal, na África, com intenções de colonização do país. Relatos da época afirmam que Géricault teria tido a inspiração para o quadro a partir de uma notícia sobre o naufrágio, ocorrido em 1816. A pintura representa o momento logo após a embarcação começar a afundar, em que a tripulação e os passageiros não conseguiram salvar-se com os botes de emergência. A cena retrata as personagens lutando à deriva.&nbsp;</div><div>Pode-se perceber alguns elementos de pintura religiosa pelo conceito e pela montagem dos personagens, que são retratados como consagrados, e até mártires.&nbsp;</div><div>Esta obra caracteriza-se como romântico por promover o abandono de algumas características neoclássicas, como o Romantismo propunha. &nbsp;</div><div>Nesta obra podemos observar as cores utilizadas para a coloração da pele das pessoas apresentadas, trazendo toda a intensidade da emoção de desespero e desamparo das mesmas, o lado mórbido que dialoga com um acontecimento real, além do contorno impreciso. A natureza acaba então por refletir a dificuldade da situação através das cores escuras para o céu e o tamanho da onda do mar. Esta sua composição, em pirâmide, e a inovação da mesma refletem a liberdade de criação do artista, essencial no romantismo. &nbsp;<br><br>Rosana Mendes n19 e Luana Cunha n13</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-31 16:37:23 UTC</pubDate>
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