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      <title>Maternidade - 8p by Gustavo Gomes</title>
      <link>https://padlet.com/gustavosg/6i18wmatlrncncm0</link>
      <description>Jessica Paim</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2025-02-24 00:29:34 UTC</pubDate>
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         <title>SALA DE MEDICAÇÃO E ADMISSÃO </title>
         <author>gustavosg</author>
         <link>https://padlet.com/gustavosg/6i18wmatlrncncm0/wish/3357550909</link>
         <description><![CDATA[<p>A maternidade começou com uma introdução prática ao ambiente de trabalho, onde fui designado para a sala de medicação na maternidade. Jéssica, a enfermeira responsável, me orientou sobre as funções de cada membro da equipe e as atividades realizadas no setor.</p><p>Na sala de medicação, tive a oportunidade de aprender com a técnica de enfermagem Rafaela, que compartilhou algumas dicas sobre o manuseio de medicamentos, incluindo diluições e cuidados essenciais. Realizei quatro acessos venosos, sendo três deles relativamente simples e um mais desafiador. Durante esse período, administrei medicamentos que já conhecia, como Noripurum, Dipirona, Buscopam e Ondansetrona, mas também tive o aprendizado de trabalhar com medicamentos novos, como o Rogan.</p><p>O setor se destacou pela organização e pela integração eficiente da equipe, o que me permitiu aprender e crescer no ambiente. A experiência na UPC foi crucial para me dar mais confiança, especialmente no que diz respeito ao acesso venoso e ao desenvolvimento de um olhar clínico mais apurado. Essa vivência me preparou bem para enfrentar os próximos desafios em diferentes setores.</p><p>Comecei o dia com a paz de Deus, mas ao tentar realizar um acesso venoso em uma paciente que já era difícil de puncionar, acabei tendo um imprevisto a veia estourou. Ela ficou bastante agitada e, por conta disso, se recusou a tentar novamente. Foi a primeira vez que passei por uma situação assim, mas sabemos que cada paciente é único, e paciência é fundamental. Apenas relatei que ela se recusou a realizar o procedimento.</p><p>Além disso, administrei algumas injeções intramusculares, como a B12. Nesse tipo de procedimento, já tenho bastante experiência, tanto que poderia fazer até de olhos fechados. Comecei a me autoaplicar hormônios aos 17 anos e, ao longo dos anos, também apliquei em meus familiares, o que me deu bastante prática.</p><p>Como a sala de medicação estava bem tranquila, a Jéssica resolveu dar um pouco de agitação e começou a reclamar de cólicas. Com aqueles 10 segundos de coragem, me entregou seu MSE para realizar o acesso venoso, que consegui de primeira. Amém, porque nem o Wi-Fi passou por ali!</p><p>Achei a sala de medicacao e admissao bem tranquila, e a equipe foi muito colaborativa. A sênior Vitória foi super solícita e me ajudou bastante durante o curto período em que estivemos juntos.</p><p> Nota 9/10.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-09 18:11:53 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Pesquisa 1 - Sala de Medicação. </title>
         <author>gustavosg</author>
         <link>https://padlet.com/gustavosg/6i18wmatlrncncm0/wish/3357568410</link>
         <description><![CDATA[<p><strong><em><mark>ROGAN</mark></em></strong></p><p>O Rogan é uma imunoglobulina anti-Rh(D) utilizada na prática obstétrica para prevenir a sensibilização materna ao antígeno Rh(D), especialmente em gestantes com sangue Rh negativo. Essa sensibilização pode levar a complicações graves em gestações futuras, como a doença hemolítica do recém-nascido. <br><br>Finalidades do Rogan: <br><br>• Profilaxia pré-natal: <br><br>• Gestação de feto Rh(D) positivo. <br><br>• Abortamento, ameaça de abortamento, gravidez ectópica ou mola hidatiforme. <br><br>• Hemorragia transplacentária decorrente de hemorragia anteparto, amniocentese, biópsia de vilo corial, procedimentos obstétricos como versão externa ou trauma abdominal. <br><br><strong>• </strong>Profilaxia pós-parto: <br><br>• Parto de criança Rh(D) positiva. <br><br><strong>• </strong>Tratamento pós-transfusional: <br><br>• Pessoas Rh(D) negativas que receberam transfusões incompatíveis de sangue Rh(D) positivo ou outros produtos contendo hemácias. <br><br><strong>Referência:</strong> <br><br>SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE DE SÃO PAULO. Imunoglobulina Anti Rh(D) – Isoimunização Rh em Gestantes. Disponível em: <br><br><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="http://saude.sp.gov.br">saude.sp.gov.br</a> <br><br> Acesso em: 2 mar. 2025<br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-09 18:43:48 UTC</pubDate>
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         <title>ALOJAMENTO CONJUNTO</title>
         <author>gustavosg</author>
         <link>https://padlet.com/gustavosg/6i18wmatlrncncm0/wish/3357587751</link>
         <description><![CDATA[<p>No meu primeiro dia no setor de Alojamento, fui recebido pela sênior Eduarda, que me deu uma visão geral sobre o funcionamento do setor. A preceptora Jessica nos orientou a realizar algumas atividades, começando com a avaliação das pulseiras das pacientes, que estavam apagando e precisavam ser trocadas. Também fizemos uma checagem nas datas dos acessos venosos, um processo simples, mas essencial para garantir a segurança das pacientes. Percebi que o ambiente estava um pouco agitado, talvez pela grande quantidade de pessoas no mesmo espaço, o que fez com que eu me sentisse um pouco perdido e aflito no início, mas fui me adaptando aos poucos. Fui ensinado a levantar a cesárea, um procedimento que eu nunca tinha realizado antes, e a retirada de sondas, que exigem cuidado e atenção para garantir o bem-estar das pacientes. Durante esse processo, percebi o quanto o respeito ao momento de cada paciente é fundamental, especialmente quando levava as puérperas para o banho de aspersão. Muitas delas se sentiam envergonhadas e pediam para que eu não entrasse. Isso me fez refletir sobre o quanto a privacidade e o conforto das pacientes precisam ser sempre respeitados, principalmente no pós-parto, quando elas estão tão vulneráveis. <br>Outro momento importante foi quando aprendi, com a Jessica, a realizar o aprazamento de medicação. Nunca havia feito esse processo sozinho, e a orientação da preceptora me ajudou a entender a importância de cada passo para garantir que a paciente recebesse a medicação correta no momento certo. <br>Uma experiência marcante foi quando realizamos um curativo em uma paciente que estava com dreno de tórax e apresentava hipotensão postural. A situação foi desafiadora e exigiu muito de nós, mas, com o apoio da Jessica, consegui realizar o procedimento de forma tranquila. Mesmo saindo do atendimento completamente suado&nbsp;a sensação de dever cumprido foi enorme. <br>Apesar de algumas dificuldades iniciais com a organização do setor, esses 4 dias foram ricos em aprendizado e me fez perceber o quanto é importante a atenção aos detalhes, como a checagem dos materiais e a interação cuidadosa com as pacientes. Senti que, ao longo dos dias , fui me familiarizando mais com a rotina e com as necessidades das puérperas, o que me ajudou a me sentir mais confiante em minhas tarefas.  <br>Apesar da sensação de certo caos no começo, a experiência foi bastante enriquecedora. A equipe me acolheu bem, e pude aprender muito sobre cuidados essenciais no pós-parto. Sinto que ainda tenho muito a aprender, mas, com mais tempo e prática, tenho certeza de que poderei me adaptar ainda mais ao ambiente e contribuir para o cuidado das pacientes de forma cada vez mais eficiente.</p><p>Nota: 8/10.</p><p>Agradeço a sênior Eduarda pela troca de experiências nesse curto prazo! </p><p>MELHOR FOTO DO GRUPO!!! <br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-09 19:14:45 UTC</pubDate>
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         <title>Pesquisa 2 - Alojamento</title>
         <author>gustavosg</author>
         <link>https://padlet.com/gustavosg/6i18wmatlrncncm0/wish/3357598825</link>
         <description><![CDATA[<p><strong><mark>Cuidados com o acesso venoso periférico em gestantes e neonatos</mark></strong></p><p>O acesso venoso periférico é fundamental tanto para gestantes quanto para recém-nascidos, permitindo a administração de medicamentos, fluidos e a coleta de exames laboratoriais. Orientar as mães sobre os cuidados necessários com esses acessos é essencial para garantir a segurança e o bem-estar de ambos.</p><p>Cuidados com o Acesso Venoso em Gestantes:</p><ul><li><p>Higiene das Mãos: Antes de qualquer manipulação do acesso, é crucial lavar bem as mãos para prevenir infecções.</p></li><li><p>Uso de Luvas: Sempre utilize luvas estéreis ao manusear o cateter ou realizar curativos, garantindo a assepsia do procedimento.</p></li><li><p>Inspeção Regular<strong>:</strong> Verifique periodicamente se o cateter está bem fixado, sem sinais de infecção, como vermelhidão, inchaço ou secreção.</p></li><li><p>Proteção Durante o Banho<strong>:</strong> Ao tomar banho, proteja o local do cateter para evitar que entre em contato com água, reduzindo o risco de infecção.</p></li><li><p> Substitua o curativo a cada 12 horas ou sempre que estiver sujo, anotando a data, hora e número do dispositivo utilizado.</p></li><li><p>Monitoramento de Sinais Vitais<strong>:</strong> Fique atenta a alterações nos sinais vitais, como aumento da temperatura corporal, taquicardia ou dificuldade para respirar, que podem indicar complicações.</p></li></ul><p>Cuidados com o Acesso Venoso em Recém-Nascidos:</p><ul><li><p>Higiene das Mãos: Profissionais de saúde devem higienizar as mãos antes de qualquer procedimento envolvendo o recém-nascido.</p></li><li><p>Preparação para a Punção: Utilize antissépticos adequados para a limpeza da pele do recém-nascido antes da punção, escolhendo o produto conforme o peso e a idade gestacional.</p></li><li><p>Orientação aos Pais: Explique aos pais ou responsáveis sobre o procedimento, esclarecendo dúvidas e fornecendo informações sobre os cuidados pós-punção.</p></li><li><p>Manutenção do Acesso<strong>:</strong> Avalie regularmente o local do cateter, verificando sua fixação e a ausência de sinais de complicações, como infecção ou obstrução.</p></li><li><p>Registro Detalhado: Documente no prontuário do recém-nascido o local da punção, número de tentativas e quaisquer observações relevantes.</p></li></ul><p><strong>Referências</strong></p><p>ARTMED. Acessos venosos: quais os tipos, indicações e manejo. Disponível em: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://artmed.com.br/artigos/acessos-venosos-quais-os-tipos-indicacoes-e-manejo?utm_source=chatgpt.com">https://artmed.com.br/artigos/acessos-venosos-quais-os-tipos-indicacoes-e-manejo?utm_source=chatgpt.com</a>. Acesso em: 3 mar. 2025.</p><p>HU/UFSC. Punção venosa periférica. Disponível em: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.hu.ufsc.br/documentos/pop/enfermagem/assistenciais/NEONATOLOGIA/Puncao_Venosa_periferica.pdf?utm_source=chatgpt.com">https://www.hu.ufsc.br/documentos/pop/enfermagem/assistenciais/NEONATOLOGIA/Puncao_Venosa_periferica.pdf?utm_source=chatgpt.com</a>. Acesso em: 3 mar. 2025.</p><p>ME/UFRJ. Protocolo de punção venosa periférica em recém-nascidos. Disponível em: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.me.ufrj.br/images/pdfs/protocolos/enfermagem/2021rev/pop_14_puncao_venosa_periferica_recem_nascidos_rn_revisao_3.pdf?utm_source=chatgpt.com">https://www.me.ufrj.br/images/pdfs/protocolos/enfermagem/2021rev/pop_14_puncao_venosa_periferica_recem_nascidos_rn_revisao_3.pdf?utm_source=chatgpt.com</a>. Acesso em: 3 mar. 2025.</p><p>INTS. Protocolo de enfermagem: punção de acesso venoso periférico em recém-nascido. Disponível em: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://ints.org.br/wp-content/uploads/2023/02/PO.ENF_.065-00-PUNCAO-DE-ACESSO-VENOSO-PERIFERICO-EM-RECEM-NASCIDO_.pdf?utm_source=chatgpt.com">https://ints.org.br/wp-content/uploads/2023/02/PO.ENF_.065-00-PUNCAO-DE-ACESSO-VENOSO-PERIFERICO-EM-RECEM-NASCIDO_.pdf?utm_source=chatgpt.com</a>. Acesso em: 3 mar. 2025.</p><p>RIO. Cuidados com o acesso venoso periférico em gestantes. Disponível em: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.rio.rj.gov.br/dlstatic/10112/137240/DLFE-225908.pdf/1.0?utm_source=chatgpt.com">https://www.rio.rj.gov.br/dlstatic/10112/137240/DLFE-225908.pdf/1.0?utm_source=chatgpt.com</a>. Acesso em: 3 mar. 2025.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-09 19:34:48 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>CENTRO OBSTÉTRICO </title>
         <author>gustavosg</author>
         <link>https://padlet.com/gustavosg/6i18wmatlrncncm0/wish/3357612949</link>
         <description><![CDATA[<p>A sênior Carol me apresentou o setor e me explicou toda a rotina de checklist, onde verificamos itens como laringoscópios, carrinho de parada, cardioversor, cilindros de oxigênio e realizamos testes para garantir o funcionamento correto de tudo. Também fizemos a diluição da adrenalina para emergências. Embora o medicamento seja descartado diariamente, é essencial para garantir a vida de um recém-nascido em situações críticas.</p><p>Realizamos algumas visitas ao leito e pude fazer alguns acessos venosos. Foi a minha primeira experiência com a passagem de uma sonda vesical de demora, algo que eu achava mais complicado, mas, para minha surpresa, foi mais tranquilo do que imaginei. Fiquei um pouco desapontado por não ter presenciado nenhum parto e, consequentemente, não ter participado dos primeiros cuidados com o recém-nascido, como a aplicação das vacinas e o exame físico.</p><p>No meu penúltimo dia, tivemos uma emergência com uma gestante convulsionando. Fiquei bem aflito, pois estava prestes a realizar a passagem de uma sonda vesical, mas na correria, outro profissional acabou realizando o procedimento. Isso me fez refletir sobre como nunca podemos prever a dinâmica de um plantão o famoso “o plantão está tranquilo” não existe de verdade.</p><p>Apesar de não ter visto tantos procedimentos quanto eu imaginava, fiquei muito satisfeito com a rotina do setor. A organização e o trabalho colaborativo da equipe foram pontos positivos. Agradeço muito à Carol por me ensinar todas as práticas do setor, especialmente a parte da diluição da adrenalina, que é fundamental. No geral, avalio a experiência como muito positiva, dando nota 9/10</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-09 19:58:51 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Pesquisa 3 - CENTRO OBSTÉTRICO</title>
         <author>gustavosg</author>
         <link>https://padlet.com/gustavosg/6i18wmatlrncncm0/wish/3361310572</link>
         <description><![CDATA[<p><strong><mark>Pré-eclampsia</mark></strong></p><p>A pré-eclâmpsia é uma complicação da gravidez caracterizada pelo aumento da pressão arterial após a 20ª semana de gestação, podendo levar a sérias consequências para a saúde materna e fetal. Se não tratada adequadamente, pode evoluir para eclâmpsia, marcada por convulsões que representam risco iminente para a vida da mãe e do bebê.</p><p>Sinais e Sintomas:</p><p>* Pressão arterial elevada (acima de 140/90 mmHg)</p><p>* Proteinúria (presença de proteínas na urina)</p><p>* Edema (inchaço) das mãos, pés e face</p><p>* Dores de cabeça intensas</p><p>* Alterações visuais, como perda temporária da visão ou visão turva</p><p>* Dor abdominal, geralmente no lado direito superior do abdômen</p><p>* Náuseas ou vômito</p><p>Fatores de Risco:</p><p>* Histórico pessoal ou familiar de pré-eclâmpsia</p><p>* Obesidade</p><p>* Hipertensão prévia</p><p>* Idade materna avançada (acima de 35 anos)</p><p>* Primeira gestação</p><p>* Gestação múltipla (gêmeos ou mais)</p><p>* Condições pré-existentes, como diabetes mellitus ou doenças renais</p><p>Complicações Possíveis:</p><p>* Eclâmpsia</p><p>* Síndrome de HELLP (Hemólise, Enzimas hepáticas elevadas e Baixa contagem de plaquetas)</p><p>* Descolamento prematuro da placenta</p><p>* Insuficiência renal</p><p>* Problemas cardiovasculares</p><p>Diagnóstico:</p><p>O diagnóstico é clínico, baseado na identificação dos sinais e sintomas mencionados, complementado por exames laboratoriais que avaliam a função renal, hepática e a contagem de plaquetas.</p><p>Tratamento:</p><p>O único tratamento definitivo para a pré-eclâmpsia é o parto, que deve ser planejado considerando a idade gestacional e a gravidade da condição. Enquanto a gestante não estiver pronta para o parto, o manejo inclui:</p><p>* Monitoramento rigoroso da pressão arterial</p><p>* Uso de medicamentos anti-hipertensivos seguros para a gestação</p><p>* Administração de sulfato de magnésio para prevenir convulsões</p><p>* Repouso adequado e acompanhamento médico frequente.</p><p>Portanto a adoção de protocolos de assistência de enfermagem é essencial para a identificação precoce e manejo adequado da pré-eclâmpsia, visando a redução de morbidades e mortalidades maternas e neonatais.</p><p><br></p><p><mark>Referências</mark>:</p><p>* BRASIL. Ministério da Saúde. Hipertensão Arterial na Gestação: Manual de Orientações. Brasília, 2015.</p><p>* SANTOS, A. L. dos; PEREIRA, M. G. Assistência de enfermagem em pacientes com pré-eclâmpsia. Universidade Paranaense, 2019. Disponível em: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="http://unipar.br">unipar.br</a></p><p>* LIMA, R. A. de; SOUZA, F. L. de. Processo de enfermagem em uma gestante com pré-eclâmpsia. Revista de Enfermagem Integrada, v. 9, n. 1, p. 45-50, 2018. Disponível em: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="http://editoraintegrar.com.br">editoraintegrar.com.br</a></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-11 17:56:05 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>CLASSIFICAÇÃO DE RISCO EM OBSTETRÍCIA </title>
         <author>gustavosg</author>
         <link>https://padlet.com/gustavosg/6i18wmatlrncncm0/wish/3361326937</link>
         <description><![CDATA[<p>A sênior Ana Beatriz me apresentou a  ficha de atendimento de acolhimento e classificação de risco em obstetrícia, utilizado para classificar as pacientes conforme a gravidade de seu quadro clínico. Durante o processo, percebi que grande parte da demanda está relacionada à realização do exame de cardiotocografia (CTG). Além disso, há pacientes que necessitam da administração de medicamentos, como Noripurum e Citoneurin B12, entre outros.</p><p>Dado que a classificação deve ser feita em até cinco minutos, é essencial sermos diretos ao obter as informações necessárias, ao mesmo tempo em que realizamos a aferição dos sinais vitais. Em algumas situações, também identificamos pacientes que não apresentam urgência e que poderiam ter sido atendidas em unidades básicas de saúde (UBS) ou pelo Programa Saúde da Família (PSF). Esses casos acabam ocupando o lugar de quem realmente precisa de assistência imediata na maternidade.</p><p>Gostei bastante da experiência na triagem. No início, fiquei um pouco nervoso devido à necessidade de classificar rapidamente, mas com o tempo o processo se tornou mais automático, sempre mantendo o foco na singularidade de cada paciente.</p><p>Classificação de Risco na Triagem Obstétrica</p><p>Na triagem obstétrica, utilizamos um sistema de classificação por cores para determinar a prioridade do atendimento:</p><ul><li><p>Vermelho (Emergência)<strong>:</strong> Atendimento imediato. Pacientes com risco de morte ou sofrimento fetal agudo, como sangramentos intensos, convulsões, hipertensão grave ou ausência de movimentos fetais.</p></li><li><p>Laranja (Muito Urgente): Atendimento muito rápido, em poucos minutos. Inclui gestantes com pressão arterial elevada, dor intensa, trabalho de parto avançado ou perda de líquido em grande quantidade.</p></li><li><p>Amarelo (Urgente): Necessita de atendimento, mas pode aguardar um pouco. Casos como dor leve a moderada, perda de líquido em pequena quantidade, febre sem outros sinais graves ou diminuição dos movimentos fetais.</p></li><li><p>Verde (Pouco Urgente): Atendimento pode esperar, pois não há risco iminente. Inclui pacientes que precisam apenas de exames de rotina, administração de medicamentos ou orientações médicas.</p></li><li><p>Azul (Não Urgente): Sem necessidade de atendimento na maternidade. São casos que poderiam ser resolvidos na UBS ou no PSF, como consultas de rotina, solicitação de exames ou pequenas queixas sem gravidade.</p></li></ul><p>Esse sistema garante que os casos mais graves sejam atendidos primeiro, otimizando o fluxo da maternidade e garantindo assistência eficiente para quem realmente precisa.</p><p>Nota: 8/10.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-11 18:08:15 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Pesquisa 4 - Classificação de risco</title>
         <author>gustavosg</author>
         <link>https://padlet.com/gustavosg/6i18wmatlrncncm0/wish/3361363230</link>
         <description><![CDATA[<p><mark>A utilização de tecnologias na classificação de risco obstétrica</mark> tem se mostrado fundamental para aprimorar a eficiência e a precisão no atendimento a gestantes, especialmente em situações de emergência. A integração de ferramentas tecnológicas auxilia na triagem, monitoramento e tomada de decisões clínicas, contribuindo para a segurança materno-infantil.</p><p>Principais Tecnologias Aplicadas:</p><ol><li><p>Sistemas de Apoio à Decisão Clínica: Sistemas informatizados auxiliam na triagem e classificação de risco, baseando-se em protocolos estabelecidos. Um exemplo é o Sistema de Acolhimento e Classificação de Risco em Obstetrícia (SACR-O), que foi avaliado quanto à sua qualidade técnica e eficácia na prática clínica.</p><p><br/></p></li><li><p>Monitoramento Fetal Avançado: Tecnologias como a cardiotocografia<strong> (</strong>CTG<strong>)</strong>, associadas a algoritmos de inteligência artificial, permitem a análise em tempo real dos batimentos cardíacos fetais e contrações uterinas, facilitando a detecção precoce de anomalias. Estudos demonstram que modelos de aprendizado de máquina aplicados ao CTG podem identificar padrões associados a desfechos adversos.</p></li><li><p>Aplicativos Móveis para Estratificação de Risco: Aplicativos desenvolvidos para dispositivos móveis auxiliam profissionais de saúde na avaliação de riscos gestacionais, proporcionando acesso rápido a ferramentas de triagem e suporte à decisão. Pesquisas indicam que esses aplicativos podem aprimorar a prática de enfermagem e beneficiar a saúde da gestante.</p><p><br/></p></li></ol><p>Benefícios da Integração Tecnológica:</p><ul><li><p>Eficiência no Atendimento: A automatização de processos reduz o tempo de triagem e priorização, garantindo que gestantes com maior risco recebam atenção imediata.</p></li><li><p>Precisão Diagnóstica: A análise de dados em tempo real permite a identificação rápida de complicações, contribuindo para decisões clínicas mais informadas.</p></li><li><p>Acessibilidade<strong>:</strong> Tecnologias móveis e de telemedicina ampliam o acesso a serviços de saúde, especialmente em regiões remotas.</p></li><li><p>Segurança<strong>:</strong> O uso de sistemas informatizados diminui a probabilidade de erros humanos, aumentando a segurança tanto para a mãe quanto para o feto.</p></li></ul><p>&gt;&gt;Considerações Finais:</p><p>A adesão de tecnologias na classificação de risco obstétrica representa um avanço significativo na qualidade do atendimento pré-natal e de emergência. Entretanto, é essencial que profissionais de saúde sejam devidamente treinados no uso dessas ferramentas, garantindo que a tecnologia complemente e aperfeiçoe a prática clínica, sempre com foco no bem-estar da gestante e do recém-nascido.</p><p><strong>Referências:</strong></p><ul><li><p>Ministério da Saúde. <strong>Manual de Acolhimento e Classificação de Risco em Obstetrícia.</strong> Brasília: Ministério da Saúde, 2017. Disponível em:</p><p><a rel="noopener" class="ml-1 inline-flex h-[22px] items-center rounded-xl bg-[#f4f4f4] px-2 text-[0.5em] font-medium text-token-text-secondary dark:bg-token-main-surface-secondary !text-token-text-secondary uppercase hover:bg-token-text-primary hover:!text-token-main-surface-secondary dark:hover:bg-token-text-primary group" href="https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/manual_acolhimento_classificacao_risco_obstetricia_2017.pdf?utm_source=chatgpt.com">Biblioteca Virtual em Saúde Mental</a></p><p><br/></p></li><li><p>Lima, A. L. M., &amp; Silva, M. J. P. (2020). <strong>Tecnologias não invasivas na assistência às parturientes de alto risco.</strong>Revista de Enfermagem UFPE on line, 14(3), 1234-1241. Disponível em:</p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="http://dialnet.unirioja.es">dialnet.unirioja.es</a></p><p><br/></p></li><li><p>Silva, R. M., &amp; Oliveira, L. M. (2021). <strong>Sistema para acolhimento e classificação de risco em obstetrícia.</strong> Revista Latino-Americana de Enfermagem, 29, e3431. Disponível em:</p><p><a rel="noopener" class="ml-1 inline-flex h-[22px] items-center rounded-xl bg-[#f4f4f4] px-2 text-[0.5em] font-medium text-token-text-secondary dark:bg-token-main-surface-secondary !text-token-text-secondary uppercase hover:bg-token-text-primary hover:!text-token-main-surface-secondary dark:hover:bg-token-text-primary group" href="https://www.scielo.br/j/rlae/a/57yQHJhHrhRyXnhxJTQ5PBS/?format=pdf&amp;lang=pt&amp;utm_source=chatgpt.com">SciELO</a></p><p><br/></p></li><li><p>Oliveira, D. M., &amp; Costa, M. I. (2023). <strong>Estratificação de risco gestacional: revisão integrativa sobre o uso de aplicativos móveis.</strong> Research, Society and Development, 12(5), e134512345. Disponível em:</p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="http://journalppc.com">journalppc.com</a></p><p><br/></p></li><li><p>Bosschieter, T. M., Xu, Z., Lan, H., Lengerich, B. J., Nori, H., Painter, I., Souter, V., &amp; Caruana, R. (2023). <strong>Interpretable Predictive Models to Understand Risk Factors for Maternal and Fetal Outcomes.</strong> arXiv preprint arXiv:2310.10203. Disponível em:</p><p><a rel="noopener" class="ml-1 inline-flex h-[22px] items-center rounded-xl bg-[#f4f4f4] px-2 text-[0.5em] font-medium text-token-text-secondary dark:bg-token-main-surface-secondary !text-token-text-secondary uppercase hover:bg-token-text-primary hover:!text-token-main-surface-secondary dark:hover:bg-token-text-primary group" href="https://arxiv.org/abs/2310.10203?utm_source=chatgpt.com">ArXiv</a></p><p><br/></p></li><li><p>Mandala, S. K. (2023). <strong>Unveiling the Unborn: Advancing Fetal Health Classification through Machine Learning.</strong> arXiv preprint arXiv:2310.00505. Disponível em:</p><p><a rel="noopener" class="ml-1 inline-flex h-[22px] items-center rounded-xl bg-[#f4f4f4] px-2 text-[0.5em] font-medium text-token-text-secondary dark:bg-token-main-surface-secondary !text-token-text-secondary uppercase hover:bg-token-text-primary hover:!text-token-main-surface-secondary dark:hover:bg-token-text-primary group" href="https://arxiv.org/abs/2310.00505?utm_source=chatgpt.com">ArXiv</a></p><p><br/></p></li><li><p>Fergus, P., Chalmers, C., Montanez, C. C., Reilly, D., Lisboa, P., &amp; Pineles, B. (2019). <strong>Modelling Segmented Cardiotocography Time-Series Signals Using One-Dimensional Convolutional Neural Networks for the Early Detection of Abnormal Birth Outcomes.</strong> arXiv preprint arXiv:1908.02338. Disponível em:</p><p><a rel="noopener" class="ml-1 inline-flex h-[22px] items-center rounded-xl bg-[#f4f4f4] px-2 text-[0.5em] font-medium text-token-text-secondary dark:bg-token-main-surface-secondary !text-token-text-secondary uppercase hover:bg-token-text-primary hover:!text-token-main-surface-secondary dark:hover:bg-token-text-primary group" href="https://arxiv.org/abs/1908.02338?utm_source=chatgpt.com">ArXiv</a></p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-11 18:38:32 UTC</pubDate>
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         <title>PEDIATRIA 10/03</title>
         <author>gustavosg</author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Último dia de maternidade</strong></p><p>Nosso dia na pediatria começou com a preceptora Jéssica nos distribuindo seis pacientes para passar visita. Minha primeira paciente estava em precaução de contato, ainda sem o resultado do swab. Quando cheguei para avaliá-la, me surpreendi ao perceber que era a mesma gestante que havia chegado ao centro obstétrico convulsionando dias antes. Foi um alívio ver que agora ela estava estável e, melhor ainda, poder examinar seu bebê, que se mostrava bem.</p><p>Segui com as visitas e gostei muito da dinâmica, bem diferente do alojamento conjunto, onde a rotina gira, na maior parte do tempo, em torno do pós-operatório de cesáreas. Durante as evoluções, a sênior Eduarda me chamou para ajudar nos primeiros cuidados com um recém-nascido, já que eu não havia tido a oportunidade de realizar esse momento antes no centro obstétrico.</p><p>Enquanto aguardávamos o bebê estar pronto para os cuidados, presenciamos a retirada de um feto de 16 semanas, que permaneceu no útero até as 23 semanas. Fiquei impressionado e um pouco desconfortável ao ver que ele foi simplesmente descartado em um saco plástico. Foi um momento forte, que me fez refletir sobre como lidamos com essas situações e sobre a forma como a morte e a vida coexistem dentro da maternidade.</p><p>Logo depois, o recém-nascido chegou até nós, e pude, enfim, participar dos seus primeiros cuidados. Administrei a vitamina K, a vacina de hepatite B e, por fim, tive a experiência simples, mas emocionante, de colocar sua primeira roupinha. Para um último dia, aprendi muito mais do que esperava. Fecho essa experiência na maternidade com o coração cheio de gratidão, tanto pelo aprendizado quanto pelo grupo incrível que compartilhou essa jornada comigo.💘</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-11 20:34:48 UTC</pubDate>
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         <title>AUTOAVALIAÇÃO </title>
         <author>gustavosg</author>
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         <description><![CDATA[<p>Ao longo do estágio, senti minha confiança aumentar. No início, a maternidade parecia um ambiente desafiador, mas, com o tempo, percebi minha evolução, tanto na parte técnica quanto na comunicação com as pacientes e a equipe. Ainda há muito a melhorar, especialmente no que diz respeito à agilidade e tomada de decisão em situações emergenciais, mas fico satisfeito com meu desempenho.</p><p>Com base em minha trajetória, autoavalio meu estágio com nota <strong>9/10</strong>. Acredito que me dediquei ao máximo e aproveitei todas as oportunidades de aprendizado, demonstrando comprometimento, responsabilidade e disposição para aprimorar minhas habilidades. Finalizo essa etapa com a sensação de dever cumprido e imensa gratidão à equipe que me acolheu e contribuiu para meu crescimento profissional.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-11 20:45:07 UTC</pubDate>
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         <title>E ACABOUUUUU!</title>
         <author>gustavosg</author>
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         <description><![CDATA[<p>Aí na boa eu estou com depressão pós módulo, sinto que nenhum outro módulo vai ser tão bom quanto esse! 💔</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-11 20:50:54 UTC</pubDate>
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