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      <title>Componente Curricular Tópicos Especiais da Educação na Contemporaneidade by Costa Greice</title>
      <link>https://padlet.com/costagreice73/Bookmarks</link>
      <description>Padlet interdisciplinar / 
Pedagogia - 5º Semestre /
Docente: Ana Paula da Silva Conceição</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2020-11-19 22:35:10 UTC</pubDate>
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         <title>Cap. 2 – Ensinar não é transferir conhecimento</title>
         <author>costagreice73</author>
         <link>https://padlet.com/costagreice73/Bookmarks/wish/1766256111</link>
         <description><![CDATA[<div>O capítulo traz a discussão apontando que uma educação só se faz através de educadores que permitem os alunos a construírem o seu conhecimento, essa é a visão proposta.</div><div>Quando falamos em pedagogia tradicional, temos um trabalho pautado na transmissão de conhecimento, um trabalho rígido, um trabalho fechado. E Paulo Freire critica esse trabalho da pedagogia tradicional com sua posição bancária, ou seja, remetida aos alunos sentados cada um no seu banco onde ele não levanta, não questiona e fique somente ali. Paulo Freire entende que o professor não é transmissor do conhecimento, ou seja, ensinar não é transmitir conhecimento. Então&nbsp; o que é ensinar?<br><br></div><div><strong>“Saber que ensinar não é transferir conhecimento, mas criar as possibilidades para a sua própria produção ou a sua construção.</strong> p. 47</div><div>Sendo professor,&nbsp; eu não dou o conhecimento a ninguém, eu não transmito conhecimento para o aluno. Sou aquele que organizo, crio meios para que o aluno venha a construir seu próprio conhecimento e quando falamos de transmissão de conhecimento é bacana porque não devemos ser aquelas pessoas que fazem o trabalho do aluno. O que deve ser feito é construir pontes, ou seja, criar possibilidades para que o aluno alcance. Não deve-se percorrer o caminho do não saber até o conhecimento, o aluno precisa percorrer, o docente irá prover meios para que o aluno por si só construa seu conhecimento.<br><strong>“Este é o primeiro saber necessário à formação do docente, numa perspectiva progressista”</strong> p. 47</div><div>Paulo Freire discorre neste trecho daquela visão pedagógica focada no desenvolvimento, ou seja, na preparação do indivíduo para transformar a sua realidade.&nbsp;<br><br></div><div><strong>“É uma postura exigente, difícil, às vezes penosa, que temos de assumir diante dos outros e </strong><strong><em>com</em></strong><strong> os outros, em face do mundo e dos fatos, ante nós mesmos”.</strong> p. 48-49</div><div>Se me comprometo socialmente com a educação, é meu dever SER aquela que leva o aluno a construir o seu conhecimento, aquilo que pregamos e falamos se desconstrói diante daquilo que nós fazemos, ou seja o nosso exemplo desconstrói tudo aquilo que pregamos.<br><br><br><br></div><div><br><br></div><div><br><br></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-24 17:31:37 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>2.1 </title>
         <author>costagreice73</author>
         <link>https://padlet.com/costagreice73/Bookmarks/wish/1766405872</link>
         <description><![CDATA[<div><br><br>A cada momento experenciamos o novo, e esse novo permite com que nós aprendemos e acrescente nossa bagagem de conhecimentos e vivências. A consciência do inacabamento é ter a percepção que nunca estaremos 100% prontos e capazes de viver sem erros e falhas, é uma consciência ingênua pensar o contrário. Estamos prontos sim, para encarar os desafios. Devemos ser sempre trabalhados, o professor que se coloca nessa posição consciente do seu inacabamento ele se coloca na posição de aprendente, ou seja, de aprender.</div><div>Freire nos lembra que “não há docência sem discência”, então o professor tem que ter consciência de que nunca está pronto, essa consciência fará com que ele sempre busque ser aprimorado, até porque a inconclusão é algo próprio e faz parte da nossa natureza, do ciclo da nossa vida.<br><br><strong><mark>Aula de TEC II</mark></strong> - Melhor do que criticar é ser intercrítico – olhar para dentro de nós mesmo, isso é um movimento de autoformação (Professora Ana Paula)<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-24 18:52:07 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>2.2 - Ensinar exige o reconhecimento de ser condicionado</title>
         <author>costagreice73</author>
         <link>https://padlet.com/costagreice73/Bookmarks/wish/1766460820</link>
         <description><![CDATA[<div><br>Este tópico nos remete à nossa inconclusão de uma forma assumida, ou seja, estamos condicionados aos fatores genéticos, sociais, políticos e históricos. Todos esses fatores permeiam a nossa história, a diferença está na forma que eu irei me portar diante desse condicionamento. Posso escolher ser objeto manipulável ou sujeito que constrói e faz história ao contrário de ser manipulado.<br><strong><br>“Exercitaremos tanto mais e melhor a nossa capacidade aprender e de ensinar quanto mais sujeitos e não puros objetos do processo nos façamos” </strong>p. 58 <br>Precisamos entender que o aluno não é objeto da história,&nbsp; é nossa responsabilidade levá-lo à sua formação de sujeito ativo e autônomo desse processo para a construção do seu conhecimento, dando sentido às suas aprendizagens.<br>Para Vygotsky, nascemos como seres sociais.&nbsp; Então, o social já está posto, porque somos seres relacionais, SERES AFETIVOS, os únicos mamíferos que sobrevivem na relação com o outro. Portanto, precisamos do outro para nos tornar humano e é essa transformação histórica, permanente que vivenciamos no processo de nosso desenvolvimento da relação com os instrumentos culturais criados pela humanidade que nos transforma em humano.<br><strong>TEC II - </strong>Relacionando e refletindo em consonância com o vídeo assistido "O menino e a árvore", no que concerne a tomada de decisão na relação com o outro, percebemos o quanto uma simples atitude diante de um problema que parecia ser tão complicado de se resolver, pôde ser solucionado de maneira tão simples, bastando para isso uma iniciativa, que nesse caso veio de onde menos esperavam, de uma criança que chega para unir todos e criar uma solução rápida e eficaz para o problema.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-24 19:25:43 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>2.4 – Ensinar exige bom senso X reflexão crítica permanente sobre minha prática</title>
         <author>costagreice73</author>
         <link>https://padlet.com/costagreice73/Bookmarks/wish/1766567068</link>
         <description><![CDATA[<div><br><strong>“Quanto mais pomos em prática de forma metódica nossa capacidade de indagar, aferir e duvidar, tanto mais crítica se faz nosso bom senso...” </strong>ou seja quando praticamos essa forma, nos organizamos e nos tornamos mais críticos e é uma forma de melhorar o nosso bom senso de entender melhor as coisas.&nbsp;<br><br></div><div><strong>“Esse exercício vai superando o que há de instintivo na avaliação que fazemos de fatos e acontecimentos. O bom senso tem papel importante na nossa tomada de posição em face do que devemos ou não fazer, e a ele não pode faltar a ética.”</strong></div><div>Sempre que formos fazer alguma coisa devemos questionar, PRECISO FAZER ISSO? PRA QUÊ VOU FAZER ISSO? VAI AJUDAR ALGUÉM? EU GOSTARIA QUE ALGUÉM FIZESSE ISSO COMIGO?<br><br></div><div>Questionamentos como esses norteiam a boa convivência. Vamos deixando aquela visão natural e instintiva e passamos a agir postulados numa visão mais crítica, metódica e organizada. Meu olhar sobre este tópico é que para a prática docente, quando formos usar algo na nossa prática, não devemos usar nossa impulsividade, devo questionar se realmente devo fazer isso, usar a criticidade. Como professora devo ter o BOM SENSO para questionar e indagar todas as ações que faço, se são necessárias, aplicáveis e convenientes a cada momento.<br>Exemplos: Meu formalismo insensível na recusa de um trabalho fora do prazo ou durante o processo de avaliação, se necessário intervenho para que seja superado as dificuldades do aluno, trazendo a avaliação da aprendizagem como um ato acolhedor.<br><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-24 20:52:30 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>2.3 – Ensinar exige respeito à autonomia do ser do educando</title>
         <author>costagreice73</author>
         <link>https://padlet.com/costagreice73/Bookmarks/wish/1766580854</link>
         <description><![CDATA[<div><br></div><div>O que Paulo Freire nos transmite é que se eu falo que preciso aprender enquanto ensino, preciso ouvir meu aluno conhecendo e valorizando a autonomia que ele possui. Ninguém&nbsp; deve ser sujeito da autonomia do outro. Enquanto pedagoga, devo respeitar a autonomia que ele possui e reconhecer que tudo que ele pensa, tudo o que ele é e quer, faz parte da sua subjetividade. Seja nas preferências, na linguagem e como ele é! Preciso respeitar sua autonomia e qualquer forma de desvio e de autoritarismo contra essa liberdade é uma forma de transgressão porque impede o aluno de exercer a sua autonomia.<br>Associando ao trecho do texto de Rubens Alves, "Há escolas que são <strong>gaiolas</strong> e há escolas que são <strong>asas</strong>. Escolas que são <strong>gaiolas</strong> existem para que os pássaros desaprendam a arte do voo. Pássaros engaiolados são pássaros sob controle" me remete a uma experiência na 4ª série na qual fui hostilizada pela professora.</div><div><strong><br></strong><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-24 21:05:31 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author>costagreice73</author>
         <link>https://padlet.com/costagreice73/Bookmarks/wish/1767926555</link>
         <description><![CDATA[<div>Professora Ana Paula nos instiga: <br><strong>Como compreender a formação enquanto um fenômeno que se realiza implicando o existencial, o sociocultural e o pedagógico? </strong>(MACEDO, 2010, p. 28)<br>&nbsp;</div><ul><li>Por que a formação deve ser encarada do ponto de vista do aprendente de tornar-se um potente conceito gerador?</li><li>Porque envolve processos, experiências, aprendizagens, conhecimento, saberes, saber fazer, temáticas., tensão dialética, consciência, subjetividade, identidade, pensamento complexo, dentre outros.</li></ul><div>Tal provocação incitou pensar significativamente minha autoformação, já que, se não buscarmos além do espaço da universidade teremos implicações ontológicas, pedagógicas, éticas e políticas no decorrer da formação, acarretando prejuízo significativo na minha prática.  Esta aula fortaleceu  minha autorresponsabilidade intelectual.<br>&nbsp;&nbsp;<br><br></div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-26 00:53:08 UTC</pubDate>
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         <title>2.5 Luta política e consciente</title>
         <author>costagreice73</author>
         <link>https://padlet.com/costagreice73/Bookmarks/wish/1771632701</link>
         <description><![CDATA[<div>Um filósofo da ética do quilate, refulgente como lampião</div><div>Compartilhando-se com os outros feito um pequeno sol</div><div>Soube andarilhar pelo mundo dando luz à educação&nbsp;</div><div>Sem poupar no doar-se, na exuberância de um girassol</div><div>&nbsp;</div><div>Ele passou pela experiência da fome</div><div>Das noites dos fascismos horrendos</div><div>Ninguém passa por isso incólume</div><div>Nas trevas do autoritarismo sofrendo&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>Nos faz pensar perto do íntimo das vivências geradoras</div><div>Poesia e beleza ele semeia, poeta de coração ardoroso</div><div>De sua inteligência crítica e sua práxis transformadora</div><div>Ensinava sendo aprendiz, na generosidade apaziguadora</div><div>&nbsp;</div><div>Pensemos na nossa vocação ontológica</div><div>Escola não deve ser espaço de controle e opressão</div><div>Nas experiências concretamente vivenciadas</div><div>Vamos colocar em prática a Pedagogia da Libertação<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-27 15:47:25 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>A única saída é lutar </title>
         <author>costagreice73</author>
         <link>https://padlet.com/costagreice73/Bookmarks/wish/1772532186</link>
         <description><![CDATA[<div>Filme Abraço - 2019 https://youtu.be/D2UIcyKA8hI <br><br><strong>2.5 - Ensinar exige humildade, tolerância e luta em defesa dos direitos dos educadores<br></strong><br></div><div>A luta dos professores&nbsp;</div>]]></description>
         <enclosure url="https://youtu.be/D2UIcyKA8hI" />
         <pubDate>2021-09-27 21:57:11 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Quem sou eu? </title>
         <author>costagreice73</author>
         <link>https://padlet.com/costagreice73/Bookmarks/wish/1806248957</link>
         <description><![CDATA[<div>Sou Greicelane, parida em manaus por D. Zila, sou MULHER branca privilegiada, SONHADORA, mãe, companheira, estudante-pesquisadora de Iniciação Científica, de passagem pela vida sendo protagonista, transformadora e criadora. &nbsp;<br>No meu processo formativo estou tentando absorver o máximo possível de aprendizagens, superando as dificuldades, focando na minha futura prática aliada à reflexão.&nbsp;<br>O próprio Freire enfoca, que os educandos são potencialmente<br>sujeitos transformadores do contexto e da realidade onde vivem, desde que tenham condições para aprenderem a se tornar cidadãos socialmente críticos e engajados.&nbsp; Ciente de que aprender, também é ter consciência do inacabamento, reconhecendo minha pequenez, pois tenho muito a apreender e deixar transcender minhas experiências na área da EDUCAÇÃO. Cabe a mim manter a cabeça aberta às mudanças do meu tempo, com criticidade autêntica!&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-10 23:55:53 UTC</pubDate>
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         <title>Professora Brisa no desenvolvimento do seu tirocínio nos trouxe excelentes contribuições.</title>
         <author>costagreice73</author>
         <link>https://padlet.com/costagreice73/Bookmarks/wish/1807936726</link>
         <description><![CDATA[<div>Professora Brisa nos trouxe esta frase significativa baseada na frase de<br>Pedro Demo que "ensinar e aprender a ser e não a repetir". Me fez refletir que o professor é o orientador do estudo, é quem norteia o processo de aprendizagem, desperta a curiosidade do aluno e estimula o aluno a querer sempre saber mais.  O educar através da pesquisa deve buscar uma educação de qualidade política, propiciando assim ao aluno meios para que ultrapasse o paradigma da cópia e desenvolva sua autonomia sustentada em uma proposta educativa que permita a leitura crítica do mundo, visando um fazer social e político, que conduza educandos e educadores à liberdade.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-11 15:01:24 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>2.8 – Ensinar exige a convicção de que a mudança é possível</title>
         <author>costagreice73</author>
         <link>https://padlet.com/costagreice73/Bookmarks/wish/1836246268</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><br></strong><br></div><div><strong>É o saber da história como possibilidade e não como determinação. O mundo não é, está sendo. Meu papel histórico não é só de constatar o que ocorre, mas também de intervir como sujeito de ocorrências. Constato não para me adaptar, mas para mudar a realidade.<br></strong><br></div><div><strong>A partir desse saber é que vamos programar nossa ação político-pedagógica, seja qual for o projeto a que estamos comprometidos. Desafiando os grupos populares para que percebam criticamente a violência e a injustiça de sua situação concreta; e que também percebem que essa situação, ainda que difícil, pode ser mudada. Como educador preciso considerar o saber de “experiência feito” pelos grupos populares, sua explicação do mundo e a compreensão de sua própria presença nele. Tudo isso vem explicitado na “leitura do mundo” que precede a “leitura da palavra” .<br></strong><br></div><div>Contudo, não posso impor a estes grupos meu saber como verdadeiro. Mas, posso dialogar com eles, desafiando a pensar sua história social e a perceber a necessidade de superar certos saberes que se revelam inconscientes para explicar os fatos, ou seja, os motivos de suas vidas subalternas e alienadas.<br><strong>Paralelo com Literatura Infantojuvenil</strong> - ao ler o livro Amanhecer Esmeralda, mostou-me a visão do papel do professor comprometido com a educação quando o trecho do livro discorre sobre Marcão, muito atencioso, se reportando à vida social, pois ele percebe que naquele espaço escolar falta consciência, falta autoestima e representatividade, mostrando que a mudança começa por cada indivíduo. Marcão é pontual quando pensa ações concretas para transformar positivamente contextos de opressão&nbsp;que seus alunos vivenciam naquela comunidade.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-22 13:15:55 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>REFERÊNCIAS</title>
         <author>costagreice73</author>
         <link>https://padlet.com/costagreice73/Bookmarks/wish/1836249256</link>
         <description><![CDATA[<div><br><br>&nbsp;DEMO, Pedro. <strong>Educar pela pesquisa</strong>. Campinas: Autores Associados, 1996.&nbsp;<br><br></div><div>&nbsp;_______. <strong>Conhecimento moderno</strong>: sobre ética e intervenção do conhecimento. Petrópolis; RJ : Vozes, 1997.&nbsp;<br><br></div><div>Caiado, Elen C. Campos. <strong>Promovendo a interdisciplinaridade na escola.</strong> Brasil Escola. s/d. Disponível em: <a href="https://educador.brasilescola.uol.com.br/orientacoes/promovendo-interdisciplinaridade-na-escola.htm">https://educador.brasilescola.uol.com.br/orientacoes/promovendo-interdisciplinaridade-na-escola.htm</a>. Acesso em 18 nov. 2021.<br><br></div><div>Freire, Paulo. <strong>Ensinar não é transferir conhecimento.</strong> In: Freire, Paulo. Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática educativa. 57. ed., São Paulo: Paz e Terra, 2018. pág. 47-87.&nbsp;<br><br></div><div>MACEDO, Roberto S. <strong>Currículo, Diversidade e Equidade</strong>: luzes para uma educação intercrítica. Brasília: Liber Livro; Salvador: EDUFBA, 2007.<br><br></div><div><br>&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-22 13:17:03 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>2.6 - Ensinar exige apreensão da realidade</title>
         <author>costagreice73</author>
         <link>https://padlet.com/costagreice73/Bookmarks/wish/1836282892</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>“Preciso conhecer as diferentes dimensões da prática educativa, tornando-me mais seguro em meu desempenho[...] O homem é um ser consciente que usa sua capacidade de aprender não apenas para se adaptar, mas sobretudo para transformar a realidade. A memorização mecânica não é aprendizado verdadeiro do conteúdo. </strong>p. 67<br><br></div><div><strong>Somos os únicos seres que social e historicamente, nos tornamos capazes de apreender. Para nós, aprender é aventura criadora, é construir, reconstruir, constatar para mudar, e isto não se faz sem abertura ao risco.&nbsp; </strong>p. 68<br><br></div><div><strong>O papel fundamental do professor progressista é contribuir positivamente para que o educando seja artífice de sua formação, e ajudá-lo nesse empenho. Deve estar atento à difícil passagem da heteronomia para a autonomia para não perturbar a busca e investigações dos educandos. </strong>p. 68-69<br><br></div><div>Enquanto educadores, precisamos entender que estamos imersos num mundo dinâmico e multifacetado e o que nós precisamos promover nos alunos é uma percepção, uma noção, uma capacidade de transformar a sua realidade. Nós, seres humanos temos uma peculiaridade que é a capacidade de aprender e essa capacidade nos torna capazes de nos adaptar e modificar nosso meio. É essa capacidade pautada na conexão do que é real&nbsp; é que fará com que o aluno sempre alcance mais na sua busca. Nosso papel é fazer com que o aluno se reconheça sujeito desse meio, fazendo uma conexão contínua daquilo que se fala e se vive ao que o aluno está inserido é que faz com que ele utilize a sua capacidade de aprender para modificar o seu meio e se adaptar às circunstâncias necessárias e para modificar aquilo também que é preciso.<br>Trago o exemplo de Jecicleide sobre o questionamento da mãe (acerca estereótipo de gênero) sobre a brincadeira com a bola.<br><strong><em>Paralelo com educação ambiental</em></strong><strong>: </strong>A educação ambiental revela-se como um instrumento no desenvolvimento da consciência crítica, suscitando a importância da minha intervenção consciente ao conduzir uma educação como prática de liberdade. A Educação Ambiental crítica na sua concepção mais ampla que é a formação de uma consciência cidadã planetária busca resgatar o sentimento de pertença ao sistema planetário como integrante da natureza, com foco no desenvolvimento humano e não para o desenvolvimento do capital.&nbsp;</div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-22 13:29:36 UTC</pubDate>
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         <title>2.7 – Ensinar exige alegria e esperança</title>
         <author>costagreice73</author>
         <link>https://padlet.com/costagreice73/Bookmarks/wish/1836290257</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><br></strong><br></div><div>Paulo freire postula algumas ideias que não levaríamos em conta num texto científico. Percebe-se que, com muita sabedoria ele emprega alguns termos que não poderiam ser utilizados de uma melhor maneira.&nbsp; &nbsp;&nbsp;<br><br></div><div><strong>Esperança de que professor e alunos juntos podem aprender, ensinar, inquietar-se, produzir e também resistir aos obstáculos à alegria. p. 70&nbsp;<br></strong><br></div><div>Quando falamos em dificuldade na nossa futura prática, devemos responder com alegria, com positividade a cada obstáculo o qual encontraremos e ter esperança que podemos ser melhores e podemos alcançar e ir mais longe. Então, o trabalho do indivíduo ele por si emprega esperança, porque nós só trabalhos, lutamos e construímos uma vida por que acreditamos que futuramente algo será melhor.<br><br></div><div><strong>O homem é um ser naturalmente esperançoso. A esperança crítica é indispensável à experiência histórica que só acontece onde há problematização do futuro. Um futuro não determinado, mas que pode ser mudado.<br></strong><br></div><div>Como graduanda tenho a esperança crítica de modificar meu futuro com minha formação, mas compreendo que é uma esperança que será vaga se não contar com o acreditar em mim, com a coragem da busca constante que possuo. Tenho consciência que meu futuro é incerto, mas o que faço agora pode sim determinar aquilo que virá pela frente.<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-22 13:32:22 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>2.9 – Ensinar exige curiosidade</title>
         <author>costagreice73</author>
         <link>https://padlet.com/costagreice73/Bookmarks/wish/1836295726</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><br></strong><br></div><div><strong>"Se há uma prática exemplar como negação da experiência formadora é a que dificulta ou inibe a curiosidade do educando e, em consequência, a do educador". </strong>&nbsp;(FREIRE, 2018, p. 82)<strong><br></strong><br></div><div>O movimento constante da minha prática como educadora fará entender que preciso auxiliar o educando a buscar o exercício do aprendizado através da curiosidade. Freire nos alerta sobre não reprimir a busca&nbsp; individual, respeitando sua identidade, seus saberes e o seu próprio tempo. Incentivar a pergunta é dar liberdade de aprendizado!<br>&nbsp;<br><strong>Faço um paralelo com Arte e Educação </strong>- Quando incentivada, a arte se faz necessária na nossa vida para compreendermos a realidade que nos rodeia. Dentre variadas contribuições, estimula a inteligência e desenvolve a personalidade e a criatividade de cada pessoa. Quando trabalhada a liberdade artística adequada à formação da criança, possibilitará o aluno a expressar suas emoções, seus sentimentos, a colocar-se no lugar do outro, desenvolver e priorizar a noção do trabalho em grupo, elevar a autoestima, trabalhar a timidez e ampliar seu repertório cultural dentro da diversidade brasileira. Portanto, a partir dela poderemos compreender, interpretar, modificar ou eternizar relações sociais.</div><div>&nbsp;<br><br></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-22 13:34:27 UTC</pubDate>
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         <title>O que é uma ação interdisciplinar?</title>
         <author>costagreice73</author>
         <link>https://padlet.com/costagreice73/Bookmarks/wish/1836425026</link>
         <description><![CDATA[<div>Esses conhecimentos organizados significa que uma área de conhecimento se comunica com a outra, além disso, as disciplinas e os conteúdos irão se transversalizar. Como exemplo trago a pedagogia de projetos que trabalharpá com uma temática que irá perpassar todas as áreas (ou não) de conhecimento que iremos escolher.<br><strong>Objetivos da metodologia do trabalho interdisciplinar</strong></div><div><strong>1º Integrar os conteúdos;<br></strong><br></div><div><strong>2º</strong> <strong>Passar de uma concepção fragmentária para uma concepção unitária do conhecimento;<br></strong><br></div><div><strong>3º Superar a dicotomia entre ensino e pesquisa, considerando o estudo e a pesquisa a partir da contribuição das diversas</strong> <strong>ciências;<br></strong><br></div><div><strong>4º Ter o ensino-aprendizagem centrado numa visão de que aprendemos ao longo de toda a vida, entre outros.<br></strong><br></div><div>A ação pedagógica através da interdisciplinaridade propicia a construção de uma escola participativa e decisiva na formação social do indivíduo, bem como uma prática coletiva e solidária na organização da escola. Um projeto interdisciplinar de educação deverá ser marcado por uma visão geral da educação, num sentido progressista e libertador.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-22 14:21:37 UTC</pubDate>
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         <title>Sarau Interdisciplinar: Embolada da autonomia (Greice e Ruth) e uma poesia (Greice)</title>
         <author>costagreice73</author>
         <link>https://padlet.com/costagreice73/Bookmarks/wish/1914785538</link>
         <description><![CDATA[<div>Apresentação realizada no Sarau em dupla com Ruth Specht. Ao final do slide está anexa minha poesia autoral.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-26 19:43:31 UTC</pubDate>
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         <title>História autoral solicitada no componente Literatura infantojuvenil</title>
         <author>costagreice73</author>
         <link>https://padlet.com/costagreice73/Bookmarks/wish/1914789128</link>
         <description><![CDATA[<div>Apresentação no Sarau </div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-26 19:48:27 UTC</pubDate>
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         <title>Objetivo</title>
         <author>costagreice73</author>
         <link>https://padlet.com/costagreice73/Bookmarks/wish/1932449313</link>
         <description><![CDATA[<div>O Padlet como recurso colaborativo virtual de aprendizagem teve como objetivo possibilitar a interação&nbsp; através dos<br>componentes curriculares do semestre em curso. Bem como, promover reflexões sobre os temas de cada grupo, associando com as aulas, tendo como base aglutinadora o Componente TEC III. No decorrer do semestre a partir da proposição desta atividade foi-se desvelando o ensinar-aprender na arte (Arte e educação), na literatura e leitura (Literatura infantojuvenil), na sustentabilidade (Educação Ambiental), na pesquisa e na formação do educador para o processo da prática pedagógica interdisciplinar.&nbsp;<br>Importante ressaltar aqui, que experimentei o desenvolvimento maior da minha autonomia e organização diante da interação com os conteúdos contemplados nas aulas.<br>&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-12-07 01:19:41 UTC</pubDate>
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