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      <title>Modernismo Brasileiro/Análises 2C Anil. by Bogéa C Sheila</title>
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      <description>Socialização das análises feitas em sala.</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2018-04-10 20:10:52 UTC</pubDate>
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         <title>ATIVIDADE PONTUADA , NÃO ESQUECER DE COLOCAR O NOME DA DUPLA E O NOME DA OBRA ANALISADA.</title>
         <author>sheilacbogea1</author>
         <link>https://padlet.com/sheilacbogea1/6gj34h4ww3ek/wish/250479122</link>
         <description><![CDATA[<div>CAPRICHEM, BEIJO GRANDE.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-04-10 20:13:03 UTC</pubDate>
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         <title>O Farol - Anita Malfatti (Carlos Vinícius, Larissa Campos) </title>
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         <description><![CDATA[<div>Artista plástica brasileira, que teve seu trabalho exposto na Exposição de Pintura Moderna e recebeu críticas - exclusivamente de Monteiro Lobato- mas, se juntou a outros artistas do movimento Modernista para a organização da SAM22 onde seu trabalho foi exposto novamente;<br><br>Obra: O Farol<br>• Anita retrata o farol da ilha e as casinhas próximas a ele.</div><div>• A pintora traz à tona, nesta obra e em algumas outras, as influências expressionistas aprendidas durante o tempo em que passou estudando na Alemanha.<br>• Traços de uma única vanguarda: Expressionismo<br>°Cores vibrantes e fortes que retratam um dinamismo<br>°Usa a chamada "Festa das Cores"&nbsp;<br>° A obra retrata o farol da ilha de Monhegan e as casas ao lado dele<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-04-26 18:52:31 UTC</pubDate>
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         <title>Trabalho de Arnaldo e Kaliu</title>
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         <description><![CDATA[<div>Nascido dia 29/12/1903, Cândido Portinari foi um grande influenciador na arte, sendo um grande representante das artes plásticas no Brasil. Suas obras mais conhecidas são "O lavrador de café" e "Guerra e paz". Foi muito importante no desenvolvimento na sua área para o Brasil, inspirando uma geração.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-04-26 18:52:54 UTC</pubDate>
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         <title>LAKSON E ÂNGELO</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>•Cândido Portinari<br><br><strong>VIDA</strong>: Foi um dos maiores nomes das artes plásticas no Brasil. Ele foi um pintor, ilustrador e muralista, ficando conhecido ao redor de todo o mundo pelos seus trabalhos de grande expressividade. Filho de imigrantes italianos, Portinari nasceu em Brodowski, no interior de São Paulo, a 29 de Dezembro de 1903.<br><strong>OBRA</strong>:<br>CAFÉ, 1935- Esse quadro por exemplo, foi muito importante para a sua carreira e para as artes plásticas no Brasil. Foi também premiada nos Estados Unidos. A obra revela claramente um Portinari preocupado com a vida dos trabalhadores rurais. A rotina do trabalho, as roupas, as dificuldades, tudo ficou registrado.</div><div>O artista mostra o ambiente rural, uma fazenda de café. Porém, mais do que tudo, ele nos faz perceber o árduo trabalho do campo. A cor marrom predominante na tela. Não há céu, não há horizonte, há sim, uma fila interminável de trabalhadores. Podemos até imaginar seus movimentos. <br><br></div><div><br><br> <br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-04-26 18:53:00 UTC</pubDate>
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         <title>Filipe e Vitor</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Candido Portinari nasceu no dia 29 de dezembro de 1903,numa fazenda de café nas proximidades de Brodowski, interior de São Paulo. Morreu no dia 06 de fevereiro de 1962.</div><div>Portinari pintou quase cinco mil obras de pequenos esboços e pinturas de proporções padrão, como <strong>O</strong> <strong>Lavrador</strong> <strong>de</strong> <strong>Café</strong>.</div><div><figure class="attachment attachment--preview"><img width="415" height="520"><figcaption class="attachment__caption"></figcaption></figure></div><div> Vitor Ricardo e Filipe Diego 2ºC</div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-04-26 18:55:30 UTC</pubDate>
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         <title>Lucas e Josué</title>
         <author>lucas_silvavieira_lv</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2018-04-26 18:57:10 UTC</pubDate>
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         <title>Filipe e Vitor </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Candido Portinari nasceu no dia 29 de dezembro de 1903,numa fazenda de café nas proximidades de Brodowski, interior de São Paulo. Morreu no dia 06 de fevereiro de 1962.</div><div>Portinari pintou quase cinco mil obras de pequenos esboços e pinturas de proporções padrão, como <strong>O</strong> <strong>Lavrador</strong> <strong>de</strong> <strong>Café</strong>.</div><div><figure class="attachment attachment--preview"><img width="415" height="520"><figcaption class="attachment__caption"></figcaption></figure></div><div> Vitor Ricardo e Filipe Diego 2ºC</div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-04-26 18:57:22 UTC</pubDate>
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         <title>VHYNICIUS E PEDRO GARCEZ </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Anita Malfatti : <br>•Nasceu em 2 de dezembro de 1889<br>•Morreu no dia 6 de novembro de 1964<br>•Com a morte de seu pai, sua mãe começou a dar aulas de pintura e línguas. Com apenas 13 anos, Anita decide se suicidar num trilho de trem, próximo da estação Barra Funda, onde vivia em São Paulo.<br>•Na maioria de suas obras, Anita Malfatti utilizou cores puras e vibrantes para expressar temas do cotidiano.<br><br><strong>Burrinho Correndo (1909)<br>•Representava uma cena do cotidiano<br>•cores vibrantes<br>•cores puras<br>•aos 20 anos, a brasileira havia pintado seu primeiro quadro: Burrinho correndo, imagem que copiou de uma revista a pedido do irmão.<br></strong><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-04-26 18:58:36 UTC</pubDate>
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         <title>Lucas e Josué</title>
         <author>lucas_silvavieira_lv</author>
         <link>https://padlet.com/sheilacbogea1/6gj34h4ww3ek/wish/255801210</link>
         <description><![CDATA[<div>Emiliano Augusto Cavalcanti de Albuquerque e Melo ou somente “<strong>DiCavalcanti</strong>” foi pintor desenhista, ilustrador, cartunista, caricaturista, muralista, cenógrafo, escritor, jornalista, poeta, doutor honoris causa pela Universidade Federal da Bahia e um dos maiores ícones do movimento modernista da década de 1920.</div><div>Di Cavalcanti sofreu grande influência das obras de Picasso, bem como de muralistas mexicanos como Diego Rivera. Transparece em suas obras a influência do expressionismo alemão e do cubismo, principalmente pelas cores vibrantes e desenhos sinuosos que retrataram temas caracteristicamente brasileiros, tais como o carnaval, as mulatas, os operários, as favelas; sua estética sensual buscava, acima de tudo, a construção de uma identidade nacional. Além disso, Cavalcanti se contrapunha abertamente ao academicismo e ao abstracionismo.&nbsp;<br><br>Participou da Bienal de Veneza em 1956, mesmo ano que é premiado na “Mostra de Arte Sacra” de Trieste, na Itália. Alguns anos depois, em 1960, Di Cavalcanti ganha a medalha de ouro na "Bienal Interamericana do México", onde teve uma sala especial para suas obras. Nesta mesma década, em 1966, ele recupera seus trabalhos extraviados no início dos anos de 1940 e ficaram armazenados nos porões da embaixada brasileira.</div><div>Em 1971, outra retrospectiva de sua obra é organizada para homenagear Di Cavalcanti, desta vez pelo Museu de Arte Moderna de São Paulo. Por fim, Di Cavalcante falece no Rio de Janeiro em 26 de outubro de 1976.</div><div><br><strong>Biografia</strong></div><div>Nascido na cidade do Rio de Janeiro/RJ no dia 6 de setembro de 1897, Emiliano Augusto era filho de Frederico Augusto Cavalcanti de Albuquerque e Melo com Rosalia de Sena. Não obstante, sua educação artística começa muito cedo, pois aos onze anos (1908) já era aluno do pintor Gaspar Puga Garcia.</div><div>Ainda jovem, aos 13 anos, Di Cavalcanti publicou na Revista “Fon-Fon”, onde viria a trabalhar em 1914 fazendo ilustrações. Por sua vez, em 1916 ingressou na Faculdade de Direito do Largo de São Francisco e, neste período, conheceu Mário e Oswald de Andrade no ateliê do impressionista George Fischer Elpons. No ano seguinte (1917), o artista teve sua primeira exposição individual na redação de "A Cigarra", em São Paulo.</div><div>Em 1919, Di Cavalcanti trabalhou como Ilustrador para o livro “Carnaval”, de Manuel Bandeira (1886-1968). Mais adiante, em 1921, ilustrará a “A Balada do Enforcado”, de Oscar Wilde (1854-1900).<br><br>Obras:</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-04-26 18:59:03 UTC</pubDate>
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         <title>Filipe e Vitor </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/sheilacbogea1/6gj34h4ww3ek/wish/255801245</link>
         <description><![CDATA[<div>Candido Portinari nasceu no dia 29 de dezembro de 1903,numa fazenda de café nas proximidades de Brodowski, interior de São Paulo. Morreu no dia 06 de fevereiro de 1962.</div><div>Portinari pintou quase cinco mil obras de pequenos esboços e pinturas de proporções padrão, como <strong>O</strong> <strong>Lavrador</strong> <strong>de</strong> <strong>Café</strong>.</div><div><figure class="attachment attachment--preview"><img width="415" height="520"><figcaption class="attachment__caption"></figcaption></figure></div><div> Vitor Ricardo e Filipe Diego 2ºC</div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-04-26 18:59:08 UTC</pubDate>
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         <title>Matheus e Guilhermme</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/sheilacbogea1/6gj34h4ww3ek/wish/255801741</link>
         <description><![CDATA[<div>Di Cavalcanti (1897-1976) nasceu no Rio de Janeiro, no dia 6 de setembro de 1897. Filho de Frederico Augusto Cavalcanti de Albuquerque e Rosália de Sena. Com 17 anos, já fazia ilustrações para a revista Fon-Fon. Em 1917, mudou-se para São Paulo, onde iniciou o curso de Direito na Faculdade de Direito do Largo de São Francisco. Neste mesmo ano, fez sua primeira individual para a revista "A Cigarra". Em 1919, ilustrou o livro "Carnaval" de Manuel Bandeira. Em 1921, casou-se com sua prima Maria. Em 1922, idealizou junto com Mário de Andrade e Oswald de Andrade, a semana de Arte Moderna, realizada no Teatro Municipal de São Paulo, onde elaborou a capa do catálogo e expôs 11 telas.Di Cavalcanti mudou-se para Paris, em 1923, como correspondente do jornal Correio da Manhã. De volta ao Brasil, em 1925, foi morar no Rio de Janeiro. Em 1926, ilustrou o livro Losango Cáqui, de Mário de Andrade. Nesse mesmo ano entrou para o Diário da Noite, como ilustrador e jornalista. Em 1932, fundou o Clube dos Artistas Modernos, junto com Flávio de Carvalho, Antônio Gomide e Carlos Prado.</div><div>Em 1934, filiou-se ao Partido Comunista Brasileiro. Nesse mesmo ano mudou-se para a cidade do Recife. Simpatizante das ideias comunistas, foi perseguido pelo governo de Getúlio Vargas. Voltou para a Europa, onde permaneceu entre 1936 e 1940. O pintor adquiriu experiência expondo seus trabalhos em galerias de Bruxelas, Amsterdã, Paris, Londres, onde conheceu artistas como Picasso, Satie, Léger e Matisse.</div><div><figure class="attachment attachment--preview"><img><figcaption class="attachment__caption"></figcaption></figure></div><div>Samba é uma tela modernista do artista Di Cavalcanti. Ela revela o arrojo estético e técnico, a ousadia na opção temática para a representação da cultura popular.</div><div>Criada em 1925, Samba era um quadro em estilo modernista com técnicas expressionistas que retratava um grupo de seis sambistas, em primeiro plano, com vários morros ao fundo da pintura.As duas personagens femininas ocupam o centro da obra. Inicialmente, elas foram retratas nuas pelo pintor, mas depois ele optou por vesti-las.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-04-26 19:00:27 UTC</pubDate>
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         <title>Ana Karoline e Hairla </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/sheilacbogea1/6gj34h4ww3ek/wish/255802244</link>
         <description><![CDATA[<div>Di Cavalcanti</div><div>▶️Emiliano Augusto Cavalcanti nasceu em 1897 e faleceu em 1976 no Rio de Janeiro</div><div>▶️Começou a publicar em revistas aos 17 anos, na Fon-Fon.</div><div>▶️Muda-se para São Paulo e publica a revista Cigarra.</div><div>▶️Idealiza a Semana de Arte Moderna, juntamente com Oswald de Andrade e Mário de Andrade</div><div>▶️Em 1923, muda-se para Paris como correspondente do jornal Correio da Manhã.</div><div>▶️Fundou, em 1932, Clube dos Artistas Modernos, junto com Flávio de Carvalho, Antônio Gomide e Carlos Prado.</div><div>▶️Pela perseguição de Getúlio Vargas, por ser comunista, vai para Europa onde faz exposições.</div><div>▶️Ilustra livros de Jorge Amado, Manuel Bandeira e Vinícius de Moraes.</div><div>▶️Em 1953, recebeu o prêmio de melhor pintor nacional.<br>&nbsp; &gt;&gt;Obra:<br><strong>Em suas obras estava presente:</strong></div><ul><li><strong>O cotidiano do brasileiro;</strong></li><li><strong>Pintura não era focada na elite;</strong></li><li><strong>Realidade social;</strong></li><li><strong>Sensualidade feminina (maioria de suas pinturas e desenhos);</strong></li><li><strong>Representava também as noites cariocas, samba, etc;</strong></li><li><strong>Foi bastante influenciado pelo Expressionismo e pelo cubismo;</strong></li></ul><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-04-26 19:01:59 UTC</pubDate>
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         <title>Trabalho de Arnaldo e Kaliu</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/sheilacbogea1/6gj34h4ww3ek/wish/255802332</link>
         <description><![CDATA[<div>Vida de Portinari- Nascido em 09/12/1903, Cândido Portinari foi um grande artista plástico brasileiro sendo responsável pela influência de toda uma geração. Pintor de "O lavrador de café" e "Guerra e paz". Com tudo isso, tornou-se uma das maiores influências brasileiras no mundo das artes. Morreu em 06/02/1962, morte essa causada pela toxinas nas tintas que o próprio usava, deixando um legado imenso para trás, inspirando aqueles que o estudam e admiram.<br>Análise da obra- Portinari retrata a vida dos lavradores de café da época, sendo que época vigorava a ideia de governo "café com leite", dando muita importância ao café, mas não aqueles que o produziam. Nessa obra, ele retrata a realidade do trabalhador rural</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-04-26 19:02:20 UTC</pubDate>
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         <title>Rafael Robson e Giovanna</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Anita Malfati:<br>Anita Malfatti foi uma das mais importantes artistas plásticas brasileiras da primeira fase do modernismo.<br>Ela teve um papel preponderante na “Semana de Arte Moderna”, em 1922, onde expôs seus trabalhos.<br>Muitos trabalhos já foram realizados a respeito da biografia e estudos estilísticos desta grande artista, mas pouca ou nenhuma informação se tem sobre os materiais por ela utilizados, bem como do processo criativo desta. No caso particular de pinturas a óleo, os estudos que empregam técnicas não destrutivas de análise por imageamento, medições de cores e caracterização elementar e composicional (chamadas aqui de artmetria) podem revelar características das obras e criativas do artista.<br>A BOBA<br><br>A obra apresentada é considerada um dos pontos mais altos da pintura de Anita, fruto de uma fase em que sua pintura, até então expressionista, absorve elementos cubo-futuristas. A Boba faz parte de um momento de "busca ativa" da pintora<br>A tela é construída com o uso das cores, em uma orquestração de laranjas, amarelos, azuis e verdes, realçando dessa maneira as zonas cromáticas delineadas pelas linhas negras, na maioria diagonais - ordenação cubista. No primeiro plano, uma angulosa e assimétrica figura recebe a aplicação irregular da cor<br>Na fisionomia da figura retratada, a expressão anormal e vaga da jovem é ressaltada por traços negros, segundo a estética expressionista do irracional e desarmônica. Já o fundo é elaborado com pinceladas rápidas, o que serve de contraponto.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-04-26 19:02:44 UTC</pubDate>
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         <title>Anita Malfatti </title>
         <author>jg_nicacio17</author>
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         <description><![CDATA[<div>Artista:<br>•<strong>Anita Malfatti</strong> - Anita Malfatti nasceu em São Paulo, no dia 2 de dezembro de 1889. Filha de Samuel Malfatti, engenheiro italiano e de Betty Krug, descendente de alemães e nacionalidade norte-americana nasceu com uma atrofia no braço direito e teve que aprender a usar a mão esquerda e para isso recebia os cuidados de uma governanta. Foi uma artista plástica brasileira. A mostra expressionista da pintora realizada em São Paulo na Exposição de Pintura Moderna foi um marco para a renovação das artes plásticas no Brasil. A crítica do escritor Monteiro Lobato, sobre a arte expressionista, publicada no jornal O Estado de São Paulo, intitulada "Paranoia ou mistificação?" serviu de estopim para o Movimento Modernista no Brasil.<br>Aprendeu as primeiras letras no colégio São José. Em 1897 ingressou no Colégio Mackenzie, onde se formou professora. Aprendeu a pintar com a mãe, que após a morte do marido dava aulas de pintura e línguas, para sustentar a família. Em 1910, com a ajuda de um tio e do padrinho, foi estudar na Alemanha, onde frequentou o ateliê de Fritz Burger e em seguida matriculou-se na Academia Real de Belas Artes em Berlim, onde estudou pintura expressionista.<br><br>Obra: <strong>O Homem de Sete Cores (1916)</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-04-26 19:03:51 UTC</pubDate>
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         <title>Meia Luíza e Pedro Denner </title>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2018-04-26 19:07:23 UTC</pubDate>
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         <title>Caio e Ronaldo </title>
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         <description><![CDATA[<div>Victor Brecheret foi um escultor ítalo-brasileiro, considerado um dos mais importantes do país. É responsável pela introdução do modernismo na escultura brasileira. Nasceu na Itália em 1894 e morreu de ataque cardíaco em São Paulo </div><div>Buscava negar a realidade, a estilização de figuras monumentais com vigor e tensões musculares alongamentos e expressões por meio de formas geométricas ou simples linhas q causavam grandes impactos</div><div>Obra Cristo de Trancinhas</div><div><br></div><div>Essa obra é um elemento desencadeador dos primeiros versos do seu livro Pauliceia Desvairada. Tem características expressionistas e cubistas </div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-04-26 19:08:25 UTC</pubDate>
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         <title>Mayrla e Thiago</title>
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         <description><![CDATA[<div><br>Candido Torquato Portinari foi um artista plástico brasileiro. Portinari pintou quase cinco mil obras de pequenos esboços e pinturas de proporções padrão, como O Lavrador de Café, até gigantescos ...&nbsp;</div><div><br></div><div>Nascimento: 29 de dezembro de 1903, Brodowski, São Paulo</div><div><br></div><div>Falecimento: 6 de fevereiro de 1962, Rio de Janeiro, Rio de Janeiro</div><div><br></div><div>Em exibição: Art Museum of the Americas, Museu de Arte Moderna</div><div>Períodos: Expressionismo, Realismo Social, Pós-impressionismo, Cubismo, mais</div><div><br></div><div>Nacionalidade: Brasileiro</div><div><br></div><div>Formação: Escola de Belas Artes da Universidade Federal do Rio de Janeiro</div><div><br></div><div>Filho: João Candido Portinari</div><div><br><br><strong>O Lavrador de Café</strong> é uma obra de <a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/C%C3%A2ndido_Portinari">Cândido Portinari</a>. Atualmente, pertence ao acervo do <a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/MASP">MASP</a>[1]. É uma pintura a <a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/%C3%93leo_sobre_tela">óleo sobre tela</a>, datada de <a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/1934">1939</a>. a obra faz uma leve crítica a burguesia da época, típica de obras Expressionistas.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-04-26 19:09:27 UTC</pubDate>
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         <title>Maria Luíza e Pedro denner</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>&nbsp;</div><div><br>Vicente do Rego Monteiro é um precursor dos ideais da <a href="http://www.mac.usp.br/mac/templates/projetos/seculoxx/modulo2/modernismo/semana/index.htm">Semana de 22</a> propostos por Mário de Andrade - desde 1920 sua pintura tem linguagem contemporânea, além de elementos resultantes da pesquisa da temática indígena brasileira. Seus quadros utilizam imagens mitológicas, de conteúdo mágico ou sagrado, que misturam-se com tradições da arte pernambucana, barroca, marajoara, além de apresentarem forte influência do cubismo da Escola de Paris.Nascido no Recife, aos 9 anos vai para o Rio de Janeiro, onde, incentivado pela mãe e por seus irmãos, todos com inclinações artísticas - José, arquiteto, Débora, escritora e Fédora e Joaquim, pintores - passa a frequentar a Escola Nacional de Belas Artes. Em 1911, toda a família vai a Paris, onde Vicente frequenta as academias Julian, Colarossi e Grande Chaumiére, e passa a sentir a influência das vanguardas sobre a sua obra, através do contato com <a href="http://www.mac.usp.br/projetos/seculoxx/modulo1/construtivismo/cubismo/figuracao/modigliani/index.html">Modigliani</a>, <a href="http://www.mac.usp.br/projetos/seculoxx/modulo1/construtivismo/cubismo/section_dor/fernad_leger/index.html">Léger</a>, <a href="http://www.mac.usp.br/projetos/seculoxx/modulo1/construtivismo/cubismo/braque/index.html">Braque</a>, <a href="http://www.mac.usp.br/projetos/seculoxx/modulo1/expressionismo/surrealismo/miro/index.html">Miró</a>, <a href="http://www.mac.usp.br/projetos/seculoxx/modulo1/construtivismo/cubismo/section_dor/gleizes/index.html">Gleizes</a>e <a href="http://www.mac.usp.br/projetos/seculoxx/modulo1/construtivismo/cubismo/section_dor/metzinger/index.html">Metzinger</a>, entre outros. Em 13 expõe pela primeira vez no <a href="http://www.mac.usp.br/projetos/seculoxx/modulo1/construtivismo/cubismo/salao_independentes/index.html">Salon des Indépendants</a> e, no ano seguinte, em virtude da guerra, retorna ao Brasil.Neste período, trabalha intensamente como escultor, realizando diversos bustos, sem deixar de lado o desenho e a aquarela - responsáveis, na exposição de 1920, pelo seu contato com <a href="http://www.mac.usp.br/mac/templates/projetos/seculoxx/modulo2/modernismo/artistas/malfa/index.htm">Anita Malfatti</a>, <a href="http://www.mac.usp.br/mac/templates/projetos/seculoxx/modulo2/modernismo/artistas/brech/index.htm">Brecheret</a>, <a href="http://www.mac.usp.br/mac/templates/projetos/seculoxx/modulo2/modernismo/artistas/di/index.htm">Di Cavalcanti</a>, impressionados com sua temática inspirada nas lendas amazônicas. |&nbsp;</div><div><figure class="attachment attachment--preview" data-trix-attachment="{&quot;contentType&quot;:&quot;image&quot;,&quot;height&quot;:228,&quot;url&quot;:&quot;http://www.mac.usp.br/mac/templates/projetos/seculoxx/modulo2/modernismo/artistas/monteiro/images/rosto.jpg&quot;,&quot;width&quot;:220}" data-trix-content-type="image"><img src="http://www.mac.usp.br/mac/templates/projetos/seculoxx/modulo2/modernismo/artistas/monteiro/images/rosto.jpg" width="220" height="228"><figcaption class="attachment__caption"></figcaption></figure></div><div><br><br>Foto de Rego Monteiro extraída do livro <em>Vicente do Rego Monteiro, artista e poeta, 1899-1970</em>, de Walter Zanini, p. 24</div><div><figure class="attachment attachment--preview" data-trix-attachment="{&quot;contentType&quot;:&quot;image&quot;,&quot;height&quot;:250,&quot;url&quot;:&quot;http://www.mac.usp.br/mac/templates/projetos/seculoxx/modulo2/modernismo/artistas/monteiro/images/exposi.jpg&quot;,&quot;width&quot;:490}" data-trix-content-type="image"><img src="http://www.mac.usp.br/mac/templates/projetos/seculoxx/modulo2/modernismo/artistas/monteiro/images/exposi.jpg" width="490" height="250"><figcaption class="attachment__caption"></figcaption></figure> |&nbsp;</div><div><br><br>Rego Monteiro em sua exposição no Teatro Trianon, Rio de Janeiro, 1921, foto do livro <em>Vicente do Rego Monteiro, artista e poeta, 1899-1970</em>, de Walter Zanini, p. 86&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-04-26 19:09:30 UTC</pubDate>
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         <title>Eduardo e Rafael Brasil </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Ela distribui sobre a tela uma infinidade de cores fortes e vibrantes, que repassam um grande dinamismo, sendo um estilo expressionista também utilizado por Vicent Van Gogh<br><br>&nbsp;O céu de O Farol traz uma infinidade de cores, destacando pinceladas energéticas e agitadas na parte inferior, e tranquilidade na parte inferior.<br><br>VIDA DE ANITA MALFATTI&nbsp;<br>Anita acompanhava as aulas que tomavam a maior parte de seu tempo, foi portanto sua própria mãe quem lhe ensinou os rudimentos das artes plásticas.<br>Em 1914, Anita tinha 24 anos e, depois de quatro anos de estudo na Europa, voltava para o seio familiar. Anita ainda tinha o desejo de partir mais uma vez em viagem de estudos. Sem condições financeiras, tentou pleitear uma bolsa junto ao&nbsp;Pensionato Artístico do Estado de São Paulo. Por essa razão, montou no dia 23 de maio de 1914, uma exposição com obras de sua autoria, exposição essa que ficou aberta até meados de junho.<br>Em 1917 Anita resolveu promover sua segunda exposição .<br><br>Após a crítica de Lobato, publicada em O Estado de São Paulo, edição da tarde, em 20 de dezembro de 1917, com o título de&nbsp;A propósito da exposição Malfatti, as telas vendidas foram devolvidas, algumas quase foram destruídas a bengaladas. Apesar da mágoa, Anita ilustrou livros de Monteiro Lobato e na década de 40 participou de um programa na&nbsp;Rádio Cultura&nbsp;chamado "Desafiando os Catedráticos", juntamente com Menotti Del Picchia e Monteiro Lobato. Os ouvintes telefonavam fazendo perguntas para que o trio respondesse. Anita inicia estudos com o pintor acadêmico Pedro&nbsp;Alexandrino&nbsp;no ano de 1919, e também com o alemão George Fischer Elpons&nbsp;um pouco mais avançado do que o velho mestre das naturezas mortas. Foi nessa ocasião que conheceu&nbsp;Tarsila do Amaral&nbsp;que tinha aulas com os mesmos professores. Depois do pai, o tio Jorge Krug, que a havia ajudado tanto, também faleceu e Anita precisou buscar caminhos para vender suas obras. Pedro Alexandrino já era um pintor de renome e vendia com facilidade seus trabalhos.<br><br></div>]]></description>
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         <title>Anita </title>
         <author>jg_nicacio17</author>
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         <description><![CDATA[<div>Artista:<br><strong><em>•Anita Malfatti</em></strong> - Anita Malfatti nasceu em São Paulo, no dia 2 de dezembro de 1889. Filha de Samuel Malfatti, engenheiro italiano e de Betty Krug, descendente de alemães e nacionalidade norte-americana nasceu com uma atrofia no braço direito e teve que aprender a usar a mão esquerda e para isso recebia os cuidados de uma governanta. Foi uma artista plástica brasileira. A mostra expressionista da pintora realizada em São Paulo na Exposição de Pintura Moderna foi um marco para a renovação das artes plásticas no Brasil. A crítica do escritor Monteiro Lobato, sobre a arte expressionista, publicada no jornal O Estado de São Paulo, intitulada "Paranoia ou mistificação?" serviu de estopim para o Movimento Modernista no Brasil.<br>Aprendeu as primeiras letras no colégio São José. Em 1897 ingressou no Colégio Mackenzie, onde se formou professora. Aprendeu a pintar com a mãe, que após a morte do marido dava aulas de pintura e línguas, para sustentar a família. Em 1910, com a ajuda de um tio e do padrinho, foi estudar na Alemanha, onde frequentou o ateliê de Fritz Burger e em seguida matriculou-se na Academia Real de Belas Artes em Berlim, onde estudou pintura expressionista.<br><br>Obra: <strong>O Homem de Sete Cores (1916)</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-04-26 19:11:23 UTC</pubDate>
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         <title>Letícia Veloso </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>[ ] Artista:Anita Malfatti<br>&nbsp;[ ] Vida :<br>&nbsp;A artista Paulista nasceu no dia 2 de dezembro de 1889 e faleceu em 1964.Durante sua vida a mesma teve aula importância nas artes.Fez sucesso na Alemanha,país que ingressou na Academia de Belas Artes de Berlim e aprofundou -se nas vanguardas ,em especial o Expressionismo.<br>&nbsp;No seu retorno ao Brasil,organizou uma exposição em São Paulo exibindo a arte modernista quem em primeiro plano recebeu duras críticas.Malfatti foi precursora do Modernismo Brasileiro e a partir de sua exposição os demais artistas do Modernismo se encontraram para organizar a SAM 22.<br>&nbsp;[ ] Obra:A boba&nbsp;<br>&nbsp;[ ] Análise da obra:<br>&nbsp;A obra apresenta características predominantemente expressionista, porém absorve elementos cubo-futuristas<br>&nbsp;A tela é construída com o uso das cores, em uma orquestração de&nbsp;laranjas, amarelos, azuis e verdes, realçando dessa maneira as zonas cromáticas delineadas pelas linhas negras, na maioria diagonais - ordenação cubista.&nbsp;</div>]]></description>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Ayla e Maria da Graça- 2°C Anil</div>]]></description>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Ayla e Maria da Graça- 2°C Anil</div>]]></description>
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         <title></title>
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         <description><![CDATA[<div>O farol- Anita Malfatti<br>Ayla e Maria da Graça- 2°C Anil</div>]]></description>
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         <title>Mariana e Débora  </title>
         <author></author>
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         <title>Maria Camila e Bruno </title>
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         <description><![CDATA[<div>Anita Catarina Malfatti nasceu dia 2 de dezembro de 1889, na cidade de São Paulo.<br>&nbsp;<br>&nbsp;Em 1917, Anita reuniu 53 de suas obras com forte tendência expressionista, a fim de expor individualmente em São Paulo na “Exposição de Pintura Moderna Anita Malfatti”.<br>&nbsp;<br>&nbsp;Esse evento tornou-se um marco do movimento modernista no Brasil. Ele chocou muitas pessoas de mentalidade provinciana que, de certa maneira, não estavam preparados para compreender a inovação estética expressa na arte dos modernistas.<br>&nbsp;<br>&nbsp;Anita faleceu em sua cidade natal, dia 6 de novembro de 1964, um mês antes de completar 75 anos.<br>&nbsp;<br>&nbsp;Obra:&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; O FAROL&nbsp;<br>&nbsp;A tela foi pintada na ilha de Monhegan, entre 1915 e 1917, na costa leste dos Estados Unidos, ao ar livre, quando Anita foi aluna do professor Homer Boss, que permitia que seus alunos expressassem-se com liberdade, espalhando-se pelo local.<br>&nbsp;Ela distribui sobre a tela uma infinidade de cores fortes e vibrantes, que repassam um grande dinamismo, como era o estilo expressionista também usado por pintores como Vincent Van Gogh.<br>&nbsp;O céu de O Farol traz uma infinidade de cores, destacando as pinceladas enérgicas e ligeiras da pintora, que passam a sensação de certa agitação, embora embaixo reine tranquilidade.<br>&nbsp;<br>&nbsp;As pinceladas de cor branca levam luminosidade ao céu da pintura.<br>&nbsp;<br>&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-04-26 19:17:17 UTC</pubDate>
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         <title>Mariana e Débora </title>
         <author></author>
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         <title>Andressa e Juliana </title>
         <author></author>
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         <pubDate>2018-04-26 19:17:42 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>jg_nicacio17</author>
         <link>https://padlet.com/sheilacbogea1/6gj34h4ww3ek/wish/255807457</link>
         <description><![CDATA[<div>ArtistasArtistasArtistasta<br>ta Malfatti - Anita Malfatti nasceu em São Paulo, no dia 2 de dezembro de 1889. Filha de Samuel Malfatti, engenheiro italiano e de Betty Krug, descendente de alemães e nacionalidade norte-americana nasceu com uma atrofia no braço direito e teve que aprender a usar a mão esquerda e para isso recebia os cuidados de uma governanta. Foi uma artista plástica brasileira. A mostra expressionista da pintora realizada em São Paulo na Exposição de Pintura Moderna foi um marco para a renovação das artes plásticas no Brasil. A crítica do escritor Monteiro Lobato, sobre a arte expressionista, publicada no jornal O Estado de São Paulo, intitulada "Paranoia ou mistificação?" serviu de estopim para o Movimento Modernista no Brasil.<br>Aprendeu as primeiras letras no colégio São José. Em 1897 ingressou no Colégio Mackenzie, onde se formou professora. Aprendeu a pintar com a mãe, que após a morte do marido dava aulas de pintura e línguas, para sustentar a família. Em 1910, com a ajuda de um tio e do padrinho, foi estudar na Alemanha, onde frequentou o ateliê de Fritz Burger e em seguida matriculou-se na Academia Real de Belas Artes em Berlim, onde estudou pintura expressionista.</div>]]></description>
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         <title>Andressa e Juliana </title>
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         <pubDate>2018-04-26 19:18:25 UTC</pubDate>
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         <title>Mariana  e Débora </title>
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         <pubDate>2018-04-26 19:18:50 UTC</pubDate>
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         <title>Ariadne  Carlos Victor </title>
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         <description><![CDATA[<div>•CÂNDIDO PORTINARI (biografia)•<br><br>Portinari nasceu e cresceu na cidade de Brodowski,&nbsp;que fica no interior de São Paulo, em 1903. Filho de imigrantes italianos que trabalhavam em plantação de café, Portinari teve uma infância simples.<br><br>As imagens de quando ele era criança&nbsp;são constantes inspirações para as suas obras. Portinari fala como os retirantes o impressionavam, principalmente na fase da grande seca de 1915, que matou milhares de pessoas e levou à fuga de muitas outras.<br><br>Portinari se mudou&nbsp;para o Rio de Janeiro aos&nbsp;quinze anos para estudar pintura. Lá, aprimora as suas técnicas e se dedica a retratos com o objetivo de ganhar a medalha de ouro do Salão da Escola Nacional de Belas Artes (Enba). Prêmio que ganha em 1928 e que lhe dá a oportunidade de morar na França por dois anos, de onde viaja pela Europa.&nbsp;<br><br>No velho continente, Portinari entra em contato com diversas obras, tem grande admiração por Rafael e Ticiano, pintores clássicos. O tempo passado na Europa serve para o artista ter uma visão mais afastada de sua infância e de sua cidade natal.<br><br>Ele volta ao Brasil em 1931, decidido a retratar as imagens da sua infância e do seu povo.<br><br>Portinari define&nbsp;a sua pintura como sendo&nbsp;"de camponês". Seus pais eram camponeses pobres e&nbsp;ele não podia se esquecer deles. &nbsp;<br><br>Portinari diz não entender de política, mas tem&nbsp;convicções profundas e chegou&nbsp;a elas pela sua infância pobre, seu trabalho e principalmente por ser artista. Para o pintor não existe obra neutra. Mesmo quando o artista não tem intenção, o quadro sempre indica um sentido social.<br><br>•RETIRANTES•<br><br>Retirantes&nbsp;é um quadro de Candido Portinari, pintado em&nbsp;1944 em Petrópolis, no Rio de Janeiro. O painel é um óleo sobre tela e tem 190 X 180 cm. Faz parte do acervo do Museu de Arte de São Paulo (MASP)&nbsp;e retrata uma família de retirantes, pessoas que se retiram de uma região à outra em busca de condições melhores de vida.<br><br>•ANÁLISE DOS PRINCIPAIS ELEMENTOS•<br>O quadro é composto por tons terrosos e de cinza. A família de retirantes ao centro&nbsp;toma quase a totalidade da tela. O contorno escuro dos personagens dá um tom pesado à obra. Ao fundo se vê&nbsp;a paisagem do sertão.<br><br>•INTERPRETAÇÃO•<br><br>O quadro é um retrato da miséria de uma família de retirantes entre tantas outras. Fogem da seca e da fome do Nordeste em busca de uma vida melhor mais ao Sul. O quadro faz parte de uma série composta por mais duas obras:&nbsp;Criança&nbsp;morta&nbsp;e&nbsp;Enterro na Rede.<br><br>Todas as obras são compostas pelo mesmo tema e com as mesma tonalidades, dando uma unidade para o conjunto. O tema é a seca, que provocou&nbsp;muitas mortes&nbsp;e uma migração em massa.<br><br>As convicções políticas e a consciência&nbsp;social do pintor são essenciais na composição dessa obra.&nbsp;Retratar a miséria, de uma forma tão crua, é um modo de se posicionar contra ela. Ao mesmo tempo em que as cidades brasileiras se desenvolviam, o campo era o palco da fome.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-04-26 19:19:25 UTC</pubDate>
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         <title>Letícia Veloso </title>
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         <pubDate>2018-04-26 19:19:39 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <pubDate>2018-04-26 19:22:39 UTC</pubDate>
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         <title>Anita Malfatti</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>João Paulo Joao Pedro<br>Anita Catarina Malfatti nasceu dia 2 de dezembro de 1889, na cidade de São Paulo. Seus pais eram estrangeiros, sua mãe, Betty Krug, norte americana e seu pai, Samuele Malfatti, italiano.</div><div>Estudou no Colégio de Freiras São José, na Escola Americana e no Mackezie College, onde se formou professora com 19 anos.</div><div>Com a morte de seu pai, sua mãe começou a dar aulas de pintura e línguas. Com apenas 13 anos, Anita decide se suicidar num trilho de trem, próximo da estação Barra Funda, onde vivia em São Paulo.</div><div>Curioso notar que esse momento foi crucial para alavancar sua carreira como artista como notamos em seu depoimento:</div><blockquote><em><br>“Eu tinha 13 anos, e sofria porque não sabia que rumo tomar na vida. Nada ainda me revelara o fundo da minha sensibilidade[...]Resolvi, então, me submeter a uma estranha experiência: sofrer a sensação absorvente da morte. Achava que uma forte emoção, que me aproximasse violentamente do perigo, me daria a decifração definitiva da minha personalidade. E veja o que fiz. Nossa casa ficava próxima da estação da Barra Funda. Um dia saí de casa, amarrei fortemente as minhas tranças de menina, deitei-me debaixo dos dormentes e esperei o trem passar por cima de mim. Foi uma coisa horrível, indescritível. O barulho ensurdecedor, a deslocação de ar, a temperatura asfixiante deram-me uma impressão de delírio e de loucura. E eu via cores, cores e cores riscando o espaço, cores que eu desejaria fixar para sempre na retina assombrada. Foi a revelação: voltei decidida a me dedicar à pintura.”<br>Mo</em></blockquote><div>Estudou artes e pintura na Europa, onde ficou durante quatro anos em Berlim, Alemanha (1910-1914), na Academia Imperial de Belas Artes.</div><div>Morou também em Nova Iorque, nos Estados Unidos, de 1915 a 1916. Ali, aprofundou ainda mais seus conhecimentos sobre pintura na “<em>ArtsStudents League of New York</em>” e na “<em>Independent School of Art</em>”.</div><div>Em 1917, Anita reuniu 53 de suas obras com forte tendência <a href="https://www.todamateria.com.br/expressionismo/">expressionista</a>, a fim de expor individualmente em São Paulo na “<em>Exposição de Pintura Moderna Anita Malfatti</em>”.</div><div>Esse evento tornou-se um marco do movimento modernista no Brasil. Ele chocou muitas pessoas de mentalidade provinciana que, de certa maneira, não estavam preparados para compreender a inovação estética expressa na arte dos modernistas.</div><div>Monteiro Lobato, depois de visitar a exposição, publicou no jornal “O Estado de São Paulo” o artigo intitulado “<em>Paranoia ou mistificação?</em>”, no qual critica as obras da artista, e tão logo, seu argumento foi rebatido por Oswald de Andrade.</div><div>Mais tarde, realizou seu sonho de estudar Artes na França, pois em 1923, Anita ganhou uma bolsa para estudar em Paris.</div><div>Ali, na cidade Luz, conheceu alguns importantes pintores como o cubista Fernand Léger (1881-1955) e o impressionista Henri Matisse (1869 - 1954).</div><div>De volta ao Brasil, ao lado de Mario de Andrade, Tarsila do Amaral, Oswald de Andrade e Menotti del Picchia, formaram o “<em>Grupo dos Cinco</em>”. Esses artistas defendiam as ideias da Semana de Arte Moderna.</div><div>Além disso, essa reunião de intelectuais e artistas modernos visava, sobretudo, a mudança do panorama artístico-cultural do país.</div><div>Anita faleceu em sua cidade natal, dia 6 de novembro de 1964, um mês antes de completar 75 anos.</div><div><strong>Curiosidade</strong></div><div>Anita nasceu com atrofia no braço e na mão direita, deficiência que carregou o resto de sua vida.</div><div><strong>Semana de Arte Moderna</strong></div><div>A <a href="https://www.todamateria.com.br/semana-de-arte-moderna/">Semana de Arte Moderna</a> foi um dos acontecimentos mais importantes do modernismo, que ocorreu entre os dias 11 a 18 de fevereiro de 1922.</div><div>Esse episódio chocou grande parte da população. Isso porque o intuito dos artistas era de apresentar uma nova estética pautada na liberdade e na brasilidade. Essas ideias estiveram inspiradas nas <a href="https://www.todamateria.com.br/vanguardas-europeias/">vanguardas artísticas europeias</a>.</div><div>Anita Malfatti foi uma das artistas que expôs seus trabalhos, totalizando 20 telas, na qual se destaca “<em>O Homem Amarelo</em>”.</div><div><figure class="attachment attachment--preview" data-trix-attachment="{&quot;contentType&quot;:&quot;image&quot;,&quot;height&quot;:306,&quot;url&quot;:&quot;https://static.todamateria.com.br/upload/am/ar/amarelo.jpg&quot;,&quot;width&quot;:250}" data-trix-content-type="image"><img src="https://static.todamateria.com.br/upload/am/ar/amarelo.jpg" width="250" height="306"><figcaption class="attachment__caption"></figcaption></figure></div><div><br>O Homem Amarelo (1915-16)</div><div><br></div><div>Além dela, outros artistas que se destacaram: Oswald de Andrade, Mario de Andrade, Menotti Del Pichia e Di Cavalcanti.</div><div><strong>Principais Obras</strong></div><div>Na maioria de suas obras, Anita Malfatti utilizou cores puras e vibrantes para expressar temas do cotidiano.</div><div>Expôs suas obras em São Paulo, Berlim, Paris e Nova Iorque. Algumas que se destacaram foram:</div><div><strong>Burrinho Correndo (1909)</strong></div><div><figure class="attachment attachment--preview" data-trix-attachment="{&quot;contentType&quot;:&quot;image&quot;,&quot;height&quot;:388,&quot;url&quot;:&quot;https://static.todamateria.com.br/upload/bu/rr/burrinho3.jpg&quot;,&quot;width&quot;:250}" data-trix-content-type="image"><img src="https://static.todamateria.com.br/upload/bu/rr/burrinho3.jpg" width="250" height="388"><figcaption class="attachment__caption"></figcaption></figure></div><div><strong>O Farol (1915)</strong></div><div><figure class="attachment attachment--preview" data-trix-attachment="{&quot;contentType&quot;:&quot;image&quot;,&quot;height&quot;:275,&quot;url&quot;:&quot;https://static.todamateria.com.br/upload/fa/ro/farol.jpg&quot;,&quot;width&quot;:350}" data-trix-content-type="image"><img src="https://static.todamateria.com.br/upload/fa/ro/farol.jpg" width="350" height="275"><figcaption class="attachment__caption"></figcaption></figure></div><div><strong>A Estudante Russa (1915)</strong></div><div><figure class="attachment attachment--preview" data-trix-attachment="{&quot;contentType&quot;:&quot;image&quot;,&quot;height&quot;:319,&quot;url&quot;:&quot;https://static.todamateria.com.br/upload/ru/ss/russa.jpg&quot;,&quot;width&quot;:250}" data-trix-content-type="image"><img src="https://static.todamateria.com.br/upload/ru/ss/russa.jpg" width="250" height="319"><figcaption class="attachment__caption"></figcaption></figure></div><div><strong>O Homem de Sete Cores (1916)</strong></div><div><figure class="attachment attachment--preview" data-trix-attachment="{&quot;contentType&quot;:&quot;image&quot;,&quot;height&quot;:349,&quot;url&quot;:&quot;https://static.todamateria.com.br/upload/2s/et/2sete.jpg&quot;,&quot;width&quot;:250}" data-trix-content-type="image"><img src="https://static.todamateria.com.br/upload/2s/et/2sete.jpg" width="250" height="349"><figcaption class="attachment__caption"></figcaption></figure></div><div><strong>A Boba (1915-16)</strong></div><div><figure class="attachment attachment--preview" data-trix-attachment="{&quot;contentType&quot;:&quot;image&quot;,&quot;height&quot;:288,&quot;url&quot;:&quot;https://static.todamateria.com.br/upload/bo/ba/boba_v.jpg&quot;,&quot;width&quot;:250}" data-trix-content-type="image"><img src="https://static.todamateria.com.br/upload/bo/ba/boba_v.jpg" width="250" height="288"><figcaption class="attachment__caption"></figcaption></figure></div><div><strong>A Mulher de Cabelos Verdes (1916)</strong></div><div><figure class="attachment attachment--preview" data-trix-attachment="{&quot;contentType&quot;:&quot;image&quot;,&quot;height&quot;:305,&quot;url&quot;:&quot;https://static.todamateria.com.br/upload/ca/be/cabelosd.jpg&quot;,&quot;width&quot;:250}" data-trix-content-type="image"><img src="https://static.todamateria.com.br/upload/ca/be/cabelosd.jpg" width="250" height="305"><figcaption class="attachment__caption"></figcaption></figure></div><div><strong>A Ventania (1917)</strong></div><div><figure class="attachment attachment--preview" data-trix-attachment="{&quot;contentType&quot;:&quot;image&quot;,&quot;height&quot;:282,&quot;url&quot;:&quot;https://static.todamateria.com.br/upload/ve/nt/ventania.jpg&quot;,&quot;width&quot;:350}" data-trix-content-type="image"><img src="https://static.todamateria.com.br/upload/ve/nt/ventania.jpg" width="350" height="282"><figcaption class="attachment__caption"></figcaption></figure></div><div><strong>A Onda (1917)</strong></div><div><figure class="attachment attachment--preview" data-trix-attachment="{&quot;contentType&quot;:&quot;image&quot;,&quot;height&quot;:245,&quot;url&quot;:&quot;https://static.todamateria.com.br/upload/on/da/ondadf.jpg&quot;,&quot;width&quot;:350}" data-trix-content-type="image"><img src="https://static.todamateria.com.br/upload/on/da/ondadf.jpg" width="350" height="245"><figcaption class="attachment__caption"></figcaption></figure></div><div><strong>Porto de Mônaco (1925)</strong></div><div><figure class="attachment attachment--preview" data-trix-attachment="{&quot;contentType&quot;:&quot;image&quot;,&quot;height&quot;:294,&quot;url&quot;:&quot;https://static.todamateria.com.br/upload/mo/na/monaco_v.jpg&quot;,&quot;width&quot;:350}" data-trix-content-type="image"><img src="https://static.todamateria.com.br/upload/mo/na/monaco_v.jpg" width="350" height="294"><figcaption class="attachment__caption"></figcaption></figure></div><div><strong>Samba (1943-45)</strong></div><div><figure class="attachment attachment--preview" data-trix-attachment="{&quot;contentType&quot;:&quot;image&quot;,&quot;height&quot;:278,&quot;url&quot;:&quot;https://static.todamateria.com.br/upload/sa/mb/samba_2.jpg&quot;,&quot;width&quot;:350}" data-trix-content-type="image"><img src="https://static.todamateria.com.br/upload/sa/mb/samba_2.jpg" width="350" height="278"><figcaption class="attachment__caption"></figcaption></figure></div><div><strong>Cambuquira (1945)</strong></div><div><figure class="attachment attachment--preview" data-trix-attachment="{&quot;contentType&quot;:&quot;image&quot;,&quot;height&quot;:284,&quot;url&quot;:&quot;https://static.todamateria.com.br/upload/ca/mb/cambuquira.jpg&quot;,&quot;width&quot;:350}" data-trix-content-type="image"><img src="https://static.todamateria.com.br/upload/ca/mb/cambuquira.jpg" width="350" height="284"><figcaption class="attachment__caption"></figcaption></figure></div><div><br></div>]]></description>
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