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      <title>Artigo 2 by Juliana Kern</title>
      <link>https://padlet.com/julianakernn/6ggk7np5gu4kmsha</link>
      <description>Retrato de dores crônicas: percepção da dor através do olhar dos sofredores</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2020-10-17 00:01:51 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2023-04-05 07:24:37 UTC</lastBuildDate>
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         <title>Discussão</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/julianakernn/6ggk7np5gu4kmsha/wish/837217097</link>
         <description><![CDATA[<div>A prevalência de sujeitos do gênero feminino reforça dados da literatura nacional sobre a frequência da dor nessa população.<br>Abaixo segue alguns desenhos que foram produzidos e analisados neste estudo. Os desenhos foram classificados por grupos.</div><ul><li><strong>CENAS - </strong>Os pacientes que fizeram analogias com situações que se aproximam do sofrimento atual. Desenho realizado por uma mulher de 36 anos e diagnóstico de dor pélvica. Ela referiu que sua  dor pélvica  poderia ser comparada a uma queimadura provocada por água fervente.</li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-17 00:42:12 UTC</pubDate>
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         <title>Discussão</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/julianakernn/6ggk7np5gu4kmsha/wish/857239380</link>
         <description><![CDATA[<div> <strong>MONSTROS - </strong>Representações que assustam, retratando o tormento que a dor provoca no dia a dia. Desenho de um homem de 74 anos com dor lombar. Sentia que estava brigando com o próprio corpo.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-23 20:11:43 UTC</pubDate>
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         <title>Discussão</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/julianakernn/6ggk7np5gu4kmsha/wish/857249017</link>
         <description><![CDATA[<div> <strong>OBJETOS - </strong>desenhos de objetos ou figuras que expressam o mal estar físico evidenciando os aspectos sensoriais da dor. Desenho realizado por um homem de 31 anos e diagnóstico de síndrome dolorosa miofascial, que referiu que sua dor dava a sensação de estar sendo esfaqueado.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-23 20:16:00 UTC</pubDate>
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         <title>Discussão</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/julianakernn/6ggk7np5gu4kmsha/wish/857266016</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>FORMAS GEOMÉTRICAS -</strong> Dentre elas as circulares foram as mais desenhadas o que pode indicar a ênfase na sensação de peso ou permanência em um ciclo vicioso: dor-estresse-dor. Desenho realizado por uma mulher de 36 anos com diagnóstico de síndrome complexa de dor regional. ela referiu que sua dor melhoraria se as pessoas acreditassem que ela era real, sentia-se sozinha e desacreditada.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-23 20:23:34 UTC</pubDate>
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         <title>Discussão</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/julianakernn/6ggk7np5gu4kmsha/wish/857277685</link>
         <description><![CDATA[<div> <strong>FORMAS IRREGULARES E RABISCOS - </strong>São desenhos mais primitivos (regredidos) que evidenciam descarga motora, provável impulsividade e ou raiva. Desenho realizado por mulher de 29 anos que sofria de cefaleia cervicogênica, que referiu que desenhou uma mancha para expressar a sensação ruim provocada pela dor, ou seja, possivelmente  o traçado forte evidencia a descarga de raiva e frustração. </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-23 20:29:17 UTC</pubDate>
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         <title>Discussão</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/julianakernn/6ggk7np5gu4kmsha/wish/857287147</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>CORPO INTEIRO -</strong> Autorretratos  ou representações do esquema corporal evidenciando que a dor os atinge por completo embora, muitas vezes, essa dor acometa apenas uma ou algumas partes do corpo. Desenho realizado por uma mulher de 25 anos e diagnóstico de síndrome de imobilismo.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-23 20:34:01 UTC</pubDate>
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         <title>Discussão</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/julianakernn/6ggk7np5gu4kmsha/wish/857302500</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>PARTES DO CORPO - </strong>Desenhos das partes do corpo que doem, revelando que o foco de interesse do paciente está voltado para as regiões desconfortáveis. Desenho realizado por uma mulher de 40 anos, com diagnóstico de dor fantasma. </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-23 20:41:59 UTC</pubDate>
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         <title>Discussão </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/julianakernn/6ggk7np5gu4kmsha/wish/857319784</link>
         <description><![CDATA[<div> <strong>MISCELÂNEA -</strong> Sujeitos que fizeram esboços que não puderam ser agrupados em nenhuma das outras categorias identificadas forma alocados neste grupo.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-23 20:51:31 UTC</pubDate>
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         <title>Introdução</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/julianakernn/6ggk7np5gu4kmsha/wish/867235924</link>
         <description><![CDATA[<div>A dor crônica é caracterizada por seus inúmeros impactos na vida de quem a sofre, prejudicando e causando muitas consequências físicas e principalmente psicológicas na vida do sujeito. </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-27 19:08:11 UTC</pubDate>
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         <title>introdução</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/julianakernn/6ggk7np5gu4kmsha/wish/867303437</link>
         <description><![CDATA[<div>Ela também é causadora de um enorme sentimento de frustação, visto que não há previsão de cura ou mesmo melhora do quadro, restando apenas se conformar com o uso de medicações e suas possíveis consequências futuras.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-27 19:26:20 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Introdução </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/julianakernn/6ggk7np5gu4kmsha/wish/867356095</link>
         <description><![CDATA[<div>Dentro da perspectiva das influencias multifatoriais brasileiras, como o status socioeconômico, grupos étnicos e culturais, ideologias sobre saúde e qualidade de vida, buscou-se uma ferramenta para identificar como cada paciente interpreta sua dor. Esta, concretizou-se a partir de um estudo que desenvolveu um instrumento projetivo chamado Retrato da Dor. Nele era solicitado ao paciente que fizesse um desenho de seu desconforto físico, e em seguida era realizado um inquérito que pretendia compreender como estava representada a dor na vida do paciente. <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-27 19:41:00 UTC</pubDate>
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         <title>Métodos                                 </title>
         <author>julianakernn</author>
         <link>https://padlet.com/julianakernn/6ggk7np5gu4kmsha/wish/883701813</link>
         <description><![CDATA[<div>É um estudo exploratório realizado com 150 pacientes com dor crônica, indicados pelo Grupo de Dor do Instituto de Ortopedia e Traumatologia do Hospital de Clínicas da USP. Foram convidados a participar todos os pacientes que iniciaram tratamento no ambulatório, entre janeiro de 2010 e julho de 2013. </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-02 19:10:57 UTC</pubDate>
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         <title>Métodos</title>
         <author>julianakernn</author>
         <link>https://padlet.com/julianakernn/6ggk7np5gu4kmsha/wish/883723372</link>
         <description><![CDATA[<div>A investigação seguiu a partir de três grupos de variáveis: sociodemográficas (gênero, idade e estado civil), relacionadas a dor (tempo de convivência, escala numérica de dor) e de crenças em relação a dor e ao tratamento multidisciplinar (aplicação do Retrato da Dor). Foi realizado um único encontro com a duração média de 60 minutos.<br>- A presença de significativo déficit cognitivo e/ou distúrbios psiquiátricos graves foram os critérios de exclusão de participantes ou a recusa em participar da investigação por parte do sujeito.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-02 19:15:59 UTC</pubDate>
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         <title>Métodos </title>
         <author>julianakernn</author>
         <link>https://padlet.com/julianakernn/6ggk7np5gu4kmsha/wish/883734186</link>
         <description><![CDATA[<div>As informações obtidas com a aplicação do Retrato da Dor foram analisadas segundo o método de análise de conteúdo. Inicialmente, foi feita a leitura flutuante do material para o levantamento de temas e categorias e após os pesquisadores procuraram as possíveis significações a partir das respostas dos sujeitos.<br>O foco foi ampliar o conhecimento sobre o sentido da dor, caracterizando o impacto e convivência dos participantes com suas dores crônicas, o que motivou a presença de um número maior de sujeitos.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-02 19:18:27 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Introdução</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/julianakernn/6ggk7np5gu4kmsha/wish/895292599</link>
         <description><![CDATA[<div>Compreender como cada paciente interpreta o impacto do quadro de dor crônica na sua vida constitui-se uma ferramenta fundamental para a efetividade do<br>tratamento proposto pela equipe  interdisciplinar</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-05 18:30:06 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Conclusão </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/julianakernn/6ggk7np5gu4kmsha/wish/895414659</link>
         <description><![CDATA[<div>É importante reconhecer que, embora o tratamento interdisciplinar<br>seja o mais indicado para as dores crônicas, os pacientes<br>ainda procuram uma solução imediatista. Aguardam procedimentos<br>invasivos ou uso de fármacos que os coloquem em um papel passivo<br>em relação a recuperação de bem-estar.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-05 18:55:36 UTC</pubDate>
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         <title>Conclusão</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/julianakernn/6ggk7np5gu4kmsha/wish/896502115</link>
         <description><![CDATA[<div>Há poucos relatos sobre o uso de instrumentos projetivos na avaliação e tratamento de dores crônicas, mas os resultados obtidos neste estudo demonstram o caráter subjetivo da vivência de cada paciente sobre seu caso; a experiência da dor crônica é individual. Ademais, demonstra-se a importância dos aspectos emocionais na maneira como o sujeito interpreta e reage à dor, utilizando de recursos próprios.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-06 02:04:19 UTC</pubDate>
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         <title>Resultados</title>
         <author>dudalk58</author>
         <link>https://padlet.com/julianakernn/6ggk7np5gu4kmsha/wish/897621512</link>
         <description><![CDATA[<div>Houve predomínio nas mulheres (64%) e a idade média foi de 52,5 anos, prevalecendo a faixa dos 31 aos 55 anos (61% dos participantes), 46% casados e 46% com o 2ª grau incompleto. Em relação ao tempo de convívio com a dor a maioria (58%) apresentou média de seis anos e a intensidade da dor ficou em torno de 7,75. <br>Através da análise dos retratos foi permitido que os desenhos fossem agrupados em oito categorias:  cenas, monstros, objetos, formas geométricas, formas irregulares e rabiscos, corpo humano inteiro, partes do corpo e miscelânea. Além das representações gráficas também percebe-se o predomínio de algumas cores nos desenhos, a maioria coloca poucas cores prevalecendo o preto e o cinza (70%) e, quando cores diferentes apareceram destacaram-se mais o vermelho, o marrom e o amarelo acompanhando o preto e o cinza e não houve presença de verde e azul.<br> Em relação ao inquérito, os nomes que os participantes deram para suas dores foram agrupados em três grupos: físico, emocional e misto. <br>Poucos pacientes (4%) referiram apenas aspectos emocionais (esperança, pavor, medo, preocupação, saudade) a maioria, cerca de 67%, nomeou a dor com adjetivos e substantivos que incluíam tanto o desconforto físico quanto as emoções desagradáveis (cobra, dor maldita, montanha russa, bumerangue) e 29% ressaltaram os aspectos sensoriais (latejante, martelada, pontada, queimação). Quanto à idade da dor, 44% dos pacientes deram para o desenho idades que corresponderam ao tempo de convívio com o quadro álgico enquanto que 30% forneceram idades superiores ao seu aparecimento. Quando referiram sobre o convívio com a dor a resposta que predominou (44,8%) foi de que era ruim (terrível, horrível ou péssimo). Já no que se refere às crenças sobre o que poderia melhorar o desconforto, 85% fizeram referência a condutas passivas, ou seja, consideravam que apenas intervenções externas como fármacos ou a assistência de profissionais da área da saúde, principalmente o médico poderia reverter o quadro: <br>• 40%: somente os médicos e os fármacos poderiam diminuir suas dores; <br>• 19%: a equipe interdisciplinar ou o tratamento proposto poderia  mudar a situação, mas o paciente não achava que poderia contribuir para esse processo; <br>• 17%: não acreditavam que alguém ou algo poderia tratar a dor; <br>• 9%: atribuíram a Deus a única possibilidade de alcançar o “milagre da cura”. Quando questionados se as dores poderiam ser associadas a outras situações tão ruins ou piores do que essa convivência: <br>• 50% relacionaram com outros eventos de impacto emocional, principalmente situações de luto e de perdas: 66% morte de entes queridos e 22% problemas nos relacionamentos amorosos (traições e separações); <br>• 24% mencionaram eventos de impacto físico: lembrança de outras dores ou doenças agudas e crônicas; <br>• 17% afirmaram que essa dor era o pior acontecimento já ocorrido em sua vida. <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-06 14:19:13 UTC</pubDate>
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