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      <title>Doenças Infecciosas e DNI by </title>
      <link>https://padlet.com/leo_locatto/6ga1skr006oq</link>
      <description>Conceito e Características das doenças: Malária, Leishmaniose, Hanseníase e Doença de Chagas</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2017-11-29 21:18:57 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2017-11-30 18:00:43 UTC</lastBuildDate>
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         <title>Conceito e Características DI e DNI.</title>
         <author>leo_locatto</author>
         <link>https://padlet.com/leo_locatto/6ga1skr006oq/wish/211641303</link>
         <description><![CDATA[<div>DI:<br>Também chamado de doença transmissível. É uma doença causada por vírus, bactéria ou parasita, diferente de ter uma causa física (queimadura, intoxicação, relação sexual, beijos ou ferimentos).<br>DNI:<br>As Doenças Crônicas Não Transmissíveis / Infecciosas são doenças multifatoriais que se desenvolvem no decorrer da vida e são de longa duração.<br><br></div><div>Atualmente, elas são consideradas um sério problema de saúde pública, e já eram responsáveis por 63% das mortes no mundo, em 2008, segundo estimativas da Organização Mundial de Saúde <sup>1</sup>.<br><br></div><div>Seguindo essa tendência mundial, no Brasil, em 2013, as DCNT foram a causa de aproximadamente 72,6% das mortes (SIM 2015). Isso configura uma mudança nas cargas de doenças, e se apresenta como um novo desafio para os gestores de saúde. Ainda mais pelo forte impacto das DCNT na morbimortalidade e na qualidade de vida dos indivíduos afetados, a maior possibilidade de morte prematura e os efeitos econômicos adversos para as famílias, comunidades e sociedade em geral.<br><br></div><div>As DCNT são resultado de diversos fatores, determinantes sociais e condicionantes, além de fatores de risco individuais como tabagismo, consumo nocivo de álcool, inatividade física e alimentação não saudável <sup>1</sup>.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2017-11-29 21:23:09 UTC</pubDate>
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         <title>Malária</title>
         <author>leo_locatto</author>
         <link>https://padlet.com/leo_locatto/6ga1skr006oq/wish/211644846</link>
         <description><![CDATA[<div>A malária é uma doença infecciosa febril aguda, causada por protozoários do tipo plasmódio, transmitidos pela fêmea infectada do mosquito Anopheles. Apresenta cura se for tratada em tempo oportuno e adequadamente. A maioria dos casos de malária se concentra na região Amazônica (Acre, Amapá, Amazonas, Maranhão, Mato Grosso, Pará, Rondônia, Roraima e Tocantins), área endêmica para a doença. Nas demais regiões, apesar das poucas notificações, a doença não pode ser negligenciada, pois se observa uma letalidade mais elevada que na região endêmica.</div><div>O plasmódio desenvolve um ciclo sexuado dentro do organismo do mosquito e um assexuado no organismo humano, depois de 30 minutos que entrou na circulação sanguínea do homem, alcança o fígado e vai-se multiplicando dentro das células hepáticas até que elas arrebentam, então, eles se espalham no sangue e invadem os glóbulos vermelhos, onde se reproduzem a tal ponto que eles se rompem também.<br>Para se prevenir da doença basta passar repelente no corpo todo, camisa de mangas compridas e mosquiteiro, quando estiver em zonas endêmicas, evite banhos em igarapés e lagoas ou expor-se a águas paradas ao anoitecer e ao amanhecer, horários em que os mosquitos mais atacam, se estiver numa região endêmica, procure um serviço especializado se for viajar para regiões onde a transmissão da doença é alta, para tomar medicamentos antes, durante e depois da viagem.<br>O período de incubação depende do tipo de malária, mas varia de 7 a 28 dias a partir do momento da picada. Caso a pessoa tenha febre depois de ter visitado áreas de risco, a possibilidade de ter contraído malária deve ser levada em consideração. Para confirmar o diagnóstico, existe um exame de lâmina, também chamado de gota espessa ou esfregaço, que consiste em puncionar a ponta de um dedo para obter uma gota de sangue e analisá-lo.</div><div>O tratamento padronizado pelo Ministério da Saúde é feito por via oral e não deve ser interrompido para evitar o risco de recaídas ,o medicamento indicado para a malária vivax é bem tolerado e não provoca efeitos colaterais. O mesmo não acontece com os indicados para a malária falciparum, o que dificulta seu uso nesse caso.<br><br></div><div><br><br></div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2017-11-29 21:35:02 UTC</pubDate>
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         <title>Leishmaniose</title>
         <author>leo_locatto</author>
         <link>https://padlet.com/leo_locatto/6ga1skr006oq/wish/211650176</link>
         <description><![CDATA[<div>Há duas formas de leishmaniose: a tegumentar, ou cutânea, e a visceral. A tegumentar é uma doença infecciosa, não contagiosa, transmitida por diversas espécies de protozoários do gênero <em>Leishmania, </em>que acometem o homem e provocam úlceras na pele e nas mucosas das vias aéreas superiores, no Brasil, já foram identificadas três espécies diferentes do micro-organismo: <em>Leishmania amazonensis e Leishmania guyanensis </em>na região amazônica, e <em>Leishmania braziliensis </em>distribuído por todas as regiões do País.<br>O mosquito palha fémea, da familia dos flebotomíneos, é o vetor transmissor do protozoário Leishmania chagasi para os hospedeiros, dentre eles destacam-se os cães e o homem. Através da picada, são inoculados parasitas na forma Promastigota os quais invadem os macrófagos. No ambiente intracelular, o parasita assume a forma amastigota (sem flagelo) e inicia uma replicação binária (assexuada). Quando as células rompem, são liberados promastigotas os quais podem jnfectar novos macrófagos ou inocular um mosquito palha, fechando o ciclo. No interior do mosquito palha, o Leishmania também realiza reprodução assexuada, alternando entre amastigota e promastigota.<br>Sua prevalência no Brasil são nas regiões Norte com 34,9% dos casos, seguida pela região Centro-Oeste com 28% dos casos.<br>Segundo o MS para prevenir a Leishmaniose deve sempre utilizar repelentes de insetos nos ambientes que favorecem o desenvolvimento de mosquitos vetores do protozoário, evite a exposição nos horários em que os mosquitos estão mais ativos, ou seja, ao amanhecer e no final da tarde, coloque mosquiteiros ao redor das camas, e telas na portas e janelas, conserve limpos quintais e terrenos baldios próximos das casas a fim de evitar criadouros de insetos, dê destino adequado ao lixo doméstico. Isso ajuda a manter afastados roedores que podem servir reservatório dos parasitas, mantenha a distância de pelo menos 400 ou 500 metros entre as residencias e a mata nas áreas de maior risco, cuide da saúde do seu cão. Existem serviços veterinários públicos voltados para o atendimento dos animais domésticos de maneira geral.<br>O diagnóstico baseia-se no aspecto clínico das feridas e no achado dos seguintes testes laboratoriais:</div><div>1) exame parasitológico direto e biopsia que determinam a presença, ou não, do parasita em amostra de tecido retirada das bordas das lesões;</div><div>2) reação intradérmica de Montenegro, de caráter imunológico, que registra se a pessoa entrou em contato com a<em>Leishmania</em>. Resultado positivo, porém, não indica necessariamente que ela seja portadora da doença.<br>O diagnóstico diferencial com outras doenças de pele é indispensável para a eficácia do tratamento.<br>Em alguns casos, lesões da leihmaniose tegumentar podem regredir espontaneamente ou com o uso de medicamentos convencionais. No entanto, qualquer ferida na pele que custe a cicatrizar exige avaliação médica especializada. O SUS oferece tratamento gratuito para a doença, que requer indicação de medicamentos específicos e acompanhamento especializado até a alta definitiva. A droga mais utilizada é o antimonial pentavalente, mas existem outros esquemas terapêuticos, alguns sugeridos pela OMS para padronizar o tratamento.</div><div><br></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2017-11-29 21:55:06 UTC</pubDate>
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         <title>Hanseníase</title>
         <author>leo_locatto</author>
         <link>https://padlet.com/leo_locatto/6ga1skr006oq/wish/211654958</link>
         <description><![CDATA[<div>Hanseníase ou lepra, nome pelo qual a enfermidade era conhecida no passado, é uma doença infectocontagiosa causada pela bactéria <em>Mycobacterium leprae</em>, ou bacilo de Hansen, em homenagem a seu descobridor. É provável que a transmissão se dê pelas secreções das vias aéreas superiores e por gotículas de saliva. Embora seja uma doença basicamente cutânea, pode afetar os nervos periféricos, os olhos e, eventualmente, alguns outros órgãos. O período de incubação pode durar de seis meses a seis anos.<br>Sua prevalência no Brasil são na seguinte ordem, região norte, nordeste e centro-oeste, sendo que nas regiões sul e sudeste não apresentam grandes incidências.<br>A prevenção da lepra baseia-se no exame dermato-neurológico e aplicação da vacina BCG em todas as pessoas que compartilham o mesmo domicílio com o portador da doença, pessoas com contado diário em casa com alguém com a doença, especialmente crianças, devem ser examinadas anualmente por pelo menos até cinco anos depois do último contato, pessoas de menos de 25 anos com contado diário podem receber tratamento preventivo.<br> O diagnóstico de caso de hanseníase é essencialmente clínico e epidemiológico, e é realizado por meio da análise da história e das condições de vida do paciente, do exame dermatoneurológico para identificar lesões ou áreas de pele com alteração de sensibilidade e/ou comprometimento de nervos periféricos, sensitivo, motor e/ou autonômico. A escassez de sintomas no início da doença pode contribuir para a demora e erros no diagnóstico ou para subdiagnóstico . O diagnóstico clínico baseia-se na presença de um ou mais dos três sinais cardinais da doença: lesão(ões) de pele com alteração de sensibilidade, acometimento de nervo(s) periférico(s), com ou sem espessamento, associado a alterações sensitivas e/ou motoras e/ou autonômicas; e baciloscopia positiva de esfregaço intradérmico. Esta definição não inclui os casos curados com sequelas. A baciloscopia negativa não afasta o diagnóstico de hanseníase.<br>Ambos os tipos (paucibacilar e multibacilar) são tratados com o antibiótico rifampicina, durante seis meses no tipo paucibacilar e um ano no tipo multibacilar, a medicação é fornecida gratuitamente pelo Ministério da Saúde e administrada em doses vigiadas nas Unidades Básicas de Saúde sob a supervisão de médicos ou enfermeiros de acordo com normas da OMS, a rifampicina elimina 90% dos bacilos, por isso, é necessário complementar o tratamento com outra droga (DDS), que pode ser tomada em casa diariamente, até o final do tratamento. Nos casos multibacilares, esse tratamento é acrescido de uma dose diária e de outra vigiada de clofazimina.<br><br></div><div>&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2017-11-29 22:18:48 UTC</pubDate>
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         <title>Doença de Chagas</title>
         <author>leo_locatto</author>
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         <description><![CDATA[<div>Doença causada pelo protozoário parasita <em>Trypanosoma cruzi</em> que é transmitido pelas fezes de um inseto (triatoma) conhecido como barbeiro.<br>Descrição do ciclo de vida do parasita: Um barbeiro infectado transmite em suas fezes a forma <strong><em>tripomastigota </em></strong>(infectante flagelada) que entra no hospedeiro pelo local da picada do inseto hematófago – nesse local forma-se o Chagoma de inoculação caracterizado por vermelhidão e prurido. Na corrente sanguíneo do hospedeiro, o parasita invade células musculares ou é fagocitado, no ambiente intracelular assume a forma <strong><em>Amastigota </em></strong>(que evade dos fagolisossomos e consegue se multiplicar). Quando a celula rompe, são liberados Tripomastigotas (forma flagelada) que vai então infectar novas celulas ou ser sugada pelo inseto hematófago (triatomíneo), fechando o ciclo de transmissão.<br>O estado do Pará concentra 80% dos casos de doença e chagas em todo o Brasil, segundo o Ministério da Saúde, devido ao estado ter uma grande quantidade casas de pau-a-pique, ninhos de pássaros, tocas de animais, casca de troncos de árvores e embaixo de pedras.<br>Como não existe vacina para a doença de chagas os cuidados devem ser redobrados nas regiões onde o barbeiro ainda existe, como o vale do Jequitinhonha, no norte de Minas Gerais, e em algumas áreas do nordeste da Bahia, pessoa que esteve numa região de transmissão natural do parasita deve procurar assistência médica se apresentar febre ou qualquer outro sintoma característico da doença de Chagas. Portadores do parasita, mesmo que sejam assintomáticos, não podem doar sangue. A cana-de-açúcar deve ser cuidadosamente lavada antes da moagem e a mesma precaução deve ser tomada antes de o açaí ser preparado para consumo, eliminar o inseto transmissor da doença ou mantê-lo afastado do convívio humano é a única forma de erradicar a doença de Chagas.<br>Para o diagnóstico o período de incubação vai de cinco a 14 dias após a picada e o diagnóstico é feito através de um exame de sangue, que deve ser prescrito, principalmente, quando um indivíduo vem de zonas endêmicas e apresenta os sintomas acima relacionados.<br>A medicação é dada sob acompanhamento médico nos hospitais devido aos efeitos colaterais que provoca, e deve ser mantida, no mínimo, por um mês. O efeito do medicamento costuma ser satisfatório na fase aguda da doença, enquanto o parasita está circulando no sangue. Na fase crônica, não compensa utilizá-lo mais e o tratamento é direcionado às manifestações da doença a fim de controlar os sintomas e evitar as complicações.</div>]]></description>
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         <pubDate>2017-11-29 22:36:46 UTC</pubDate>
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         <title>Toda doença contagiosa é infecciosa?</title>
         <author>leo_locatto</author>
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         <description><![CDATA[<div>Sim, pois um individuo consegue transmitir o vetor para outro.</div>]]></description>
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         <pubDate>2017-11-29 22:47:04 UTC</pubDate>
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         <title>Toda doença infecciosa é contagiosa?</title>
         <author>leo_locatto</author>
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         <description><![CDATA[<div>Não, pois existem as doenças crônicas não transmissíveis / infeciosas.</div>]]></description>
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         <pubDate>2017-11-29 22:48:54 UTC</pubDate>
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         <title>As postagens só serão válidas quando devidamente comentadas</title>
         <author>brigida_queiroz</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2017-11-30 18:00:27 UTC</pubDate>
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