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      <title>Sistema Nervoso Periférico by JÚLIO CESAR GUEDES JORGE</title>
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      <description>Histologia e Embriologia - Fisioterapia USF, 2024.</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2024-11-17 23:59:11 UTC</pubDate>
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         <title>Origem Embrionária </title>
         <author>juliojorge1</author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Origem Embrionária:&nbsp;</strong></p><p><br></p><p>O tecido nervoso começa a se desenvolver no embrião por volta de 14-16 dias a partir de uma placa neural na superfície dorsal do ectoderma.. Logo o mesmo (SNP), tem <strong>sua origem embrionária&nbsp; no neuroectoderma</strong>.&nbsp;</p><p>O ectoderma é a mais externa das três camadas germinativas e pode ser dividida em classes <strong>superficial e neuroectoderma</strong>. O neuroectoderma tem duas origens principais: o túbulo neural e a crista neural com seus derivados</p><p>O SNP é composto por nervos e glia, com células de Schwann e células sinápticas responsáveis ​​por várias funções como separação de nervos, migração, contracepção celular, apoptose e barreira hematoencefálica</p><p>&nbsp;Inclui-se componentes do SNP, células gliais, cromafins, células enteroendócrinas, melanoblastos, arcos mesenquimais, odontoblastos e endotélio. A organização do sistema nervoso periférico inclui nervos, componentes do tecido conjuntivo e receptores. Os nervos periféricos são formados por várias fibras nervosas que transportam informações sensoriais e motoras (efetora) entre os órgãos e tecidos do corpo, o lóbulo da orelha e a medula espinhal. Os corpos celulares dos nervos periféricos podem estar localizados dentro ou fora do lóbulo da orelha, com os neurônios motores localizados no lóbulo da orelha, trato encefálico e medula espinhal..</p><p><br></p><p><strong>Referências Bibliográficas:</strong></p><p><br></p><p>PAWLINA, Wojciech. <strong>Ross Histologia - Texto e Atlas</strong> . 8ª edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2021. <em>E-book.</em></p><p><br></p><p><br></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-18 00:02:54 UTC</pubDate>
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         <title>Integrantes do Grupo</title>
         <author>juliojorge1</author>
         <link>https://padlet.com/juliojorge1/6fk6wo2yuesr1stb/wish/3220986067</link>
         <description><![CDATA[<p>• Júlio Cesar Guedes Jorge, <strong>RA:</strong> 202403030</p><p>• Samuel Tales de Almeida, <strong>RA:</strong> 202426977</p><p>• Eduardo Policarpo Alvarenga, <strong>RA:</strong> 202402388</p><p>• Lanna Custódio de Oliveira, <strong>RA: </strong>202404909</p><p>• Victória Mitestainer Pinhatari,<strong> RA:</strong> 202420493</p><p>• Tiago Marques Moreira,<strong> RA: </strong>202425432</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-18 00:18:08 UTC</pubDate>
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         <title>Organização Histológica dos Nervos</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p> Os nervos são feixes de fibras nervosas envoltos por tecido conjuntivo. Cada fibra nervosa contém um axônio e suas bainhas, protegidos pelo <strong>endoneuro</strong>. Grupos de fibras formam feixes, revestidos pelo <strong>perineuro</strong>, e vários feixes unidos formam um nervo, coberto pelo <strong>epineuro</strong>.</p><p><strong>CAMADAS DE TECIDO CONJUNTIVO:</strong></p><p>·&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <strong>Endoneuro:</strong> Camada delicada de tecido conjuntivo que envolve individualmente cada fibra nervosa, fornecendo suporte e isolamento.</p><p>·&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <strong>Perineuro:</strong> Camada mais robusta que agrupa várias fibras em fascículos, oferecendo proteção adicional e mantendo a integridade do ambiente interno dos fascículos.</p><p>·&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <strong>Epineuro:</strong> Camada externa densa que envolve todo o nervo, conferindo resistência e proteção contra danos mecânicos.</p><p>Os nervos não contêm os corpos celulares dos neurônios; esses corpos celulares localizam-se no sistema nervoso central ou nos gânglios nervosos, que podem ser observados próximos à medula espinhal.</p><p>Eles conectam o sistema nervoso central (SNC) a órgãos receptores ou efetores. Quando saem do encéfalo, são chamados de nervos cranianos; quando saem da medula espinhal, são nervos raquidianos. Existem 12 pares de nervos cranianos e 31 pares de nervos espinais, dando um total de 43 pares de nervos que formam a base do sistema nervoso periférico. Eles podem ser:</p><p>·&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <strong>Nervos Sensitivos (Aferentes):</strong> Conduzem informações sensoriais dos receptores periféricos para o SNC.</p><p>·&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <strong>Nervos Motores (Eferentes):</strong> Transmitem comandos do SNC para os músculos e glândulas.</p><p>·&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <strong>Nervos Mistos:</strong> Contêm fibras sensitivas e motoras, permitindo comunicação bidirecional.</p><p>&nbsp;</p><p><strong>O sistema nervoso somático</strong> é responsável pela inervação sensitiva e motora das estruturas do corpo, exceto órgãos, glândulas e vasos sanguíneos. Ele transporta impulsos sensoriais, como dor, tato, temperatura e propriocepção, e controla os músculos esqueléticos, permitindo movimentos voluntários. Esse sistema também está envolvido nos reflexos espinais, como o reflexo de retirada. Os nervos cranianos e espinais fazem parte do sistema somático, sendo que os nervos cranianos controlam a face e os nervos espinais inervam a coluna vertebral, músculos e pele. Os ramos anteriores dos nervos espinais formam plexos nervosos, exceto na região torácica, onde os nervos seguem independentemente.</p><p>O <strong>sistema nervoso autônomo (SNA)</strong> é responsável pelo controle involuntário de funções do corpo, regulando músculos lisos, vasos sanguíneos, glândulas e órgãos internos, essencial para a manutenção da <strong>homeostase</strong>. Ele se divide em partes: <strong>simpático e</strong> <strong>parassimpático.</strong></p><p>·&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <strong>Simpático:</strong> Prepara o corpo para situações de estresse, aumentando a frequência cardíaca, dilatando pupilas, elevando a pressão arterial e reduzindo a digestão.</p><p>·&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <strong>Parassimpático:</strong> Ativa funções de “descanso e digestão”, reduzindo a frequência cardíaca, estimulando a secreção das glândulas e aumentando o peristaltismo.</p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-18 00:21:18 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Funções </title>
         <author>juliojorge1</author>
         <link>https://padlet.com/juliojorge1/6fk6wo2yuesr1stb/wish/3220997600</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Funções:</strong></p><p><br></p><p><strong>A crista neural</strong> se diferencia em neurônios sensoriais, neurônios motores e células de Schwann durante a fase fetal. Os neurônios motores e sensoriais migram para seus destinos finais, onde formam os gânglios nervosos&nbsp; e os nervos.</p><p><strong>Os neurônios sensoriais</strong> são responsáveis por receber estímulos do ambiente externo e interno. Eles se agrupam em gânglios nervosos, que estão localizados ao longo do trajeto dos nervos.</p><p><strong>Os neurônios motores </strong>são responsáveis por controlar os movimentos do corpo. Eles se originam na medula espinhal e se estendem até os músculos.</p><p><strong>As células de Schwann</strong> são responsáveis por formar a bainha de mielina, que envolve os axônios dos neurônios. A bainha de mielina aumenta a velocidade de condução dos impulsos nervosos.</p><p><br></p><p><strong>Referências Bibliográficas:</strong></p><p>PAWLINA, Wojciech. <strong>Ross Histologia - Texto e Atlas</strong> . 8ª edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2021. <em>E-book.</em></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-18 00:27:03 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Organização Histológica dos Glânglios</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/juliojorge1/6fk6wo2yuesr1stb/wish/3221008003</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>GÂNGLIOS</strong></p><p>Os gânglios sensoriais abrigam os corpos celulares dos neurônios sensoriais somáticos e viscerais, localizando-se na raiz dorsal dos nervos espinais e em alguns nervos cranianos. Essas estruturas ovais possuem somas neuronais, células satélites que fornecem suporte e proteção, e uma camada externa de tecido conjuntivo. Diferem dos gânglios autonômicos por apresentarem neurônios unipolares ou pseudo-unipolares. Os gânglios da raiz dorsal, situados próximos aos forames intervertebrais, são responsáveis por transmitir informações sensoriais, como dor, toque e temperatura, do SNP para o SNC, sendo essenciais para a comunicação entre esses sistemas.</p><p>&nbsp;</p><p><strong>GÂNGLIOS DA RAIZ DORSAL</strong></p><p>Os gânglios da raiz dorsal, localizados na raiz posterior dos nervos espinais próximos aos forames intervertebrais, contêm os corpos celulares de neurônios sensoriais que transmitem informações de dor, toque e temperatura do SNP para o SNC. Células gliais satélites nesses gânglios regulam a interação entre os corpos celulares, sendo os gânglios a principal concentração de neurônios sensoriais no corpo humano.</p><p>&nbsp;</p><p><strong>GÂNGLIOS SENSORIAIS DOS NERVOS CRANIANOS</strong></p><p>Esses gânglios são responsáveis por funções sensoriais específicas e estão associados aos nervos cranianos.</p><p>&nbsp;</p><p>➔ <strong>Gânglio Trigeminal (de Gasser):</strong> Localizado na parte petrosa do osso temporal, em uma bolsa chamada cavo trigeminal. É o maior gânglio dos nervos cranianos e inerva grande parte da face.</p><p>&nbsp;</p><p>➔<strong> Gânglio Geniculado:</strong> Pertence ao nervo facial (NC VII) e está localizado no joelho anterior desse nervo. Responsável por transmitir o paladar dos dois terços anteriores da língua e informações sensoriais da cavidade nasal, do palato mole, e da orelha externa.</p><p>&nbsp;</p><p>➔ <strong>Gânglio Coclear (Espiral): </strong>Associado ao ramo coclear do nervo vestibulococlear (NC VIII), está no modíolo da cóclea. Neurônios de primeira ordem desse gânglio recebem estímulos sonoros do órgão de Corti.</p><p>&nbsp;</p><p>➔ <strong>Gânglio Vestibular (de Scarpa):</strong> Relacionado ao ramo vestibular do nervo</p><p>vestibulococlear (NC VIII). Fica no meato acústico interno e contém os neurônios bipolares primários da via vestibular, que processam estímulos relacionados ao equilíbrio.</p><p>&nbsp;</p><p>Os gânglios autonômicos, divididos em simpáticos e parassimpáticos, controlam funções involuntárias como digestão, frequência cardíaca e respostas ao estresse. Os simpáticos localizam-se próximos à medula espinal, enquanto os parassimpáticos estão próximos ou dentro dos órgãos que inervam. Classificam-se em gânglios da cadeia simpática, pré-vertebrais, parassimpáticos, ciliar, pterigopalatino e terminais (intramurais).</p><p>&nbsp;</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-18 00:34:17 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>ESTRUTURA E COMPOSIÇÃO DOS NERVOS PERIFÉRICOS</title>
         <author>juliojorge1</author>
         <link>https://padlet.com/juliojorge1/6fk6wo2yuesr1stb/wish/3224593042</link>
         <description><![CDATA[<p><br></p><p>Os nervos periféricos são formados por feixes de fibras nervosas, cada uma composta por axônios, que podem ser mielinizados ou não. A mielina, produzida pelas células de Schwann, isola os axônios e acelera a condução dos impulsos. Essas fibras são organizadas em fascículos, envolvidos pelo perineuro, uma camada de tecido conjuntivo especializado que regula a troca de substâncias e protege contra traumas. O epineuro, a camada mais externa e espessa, é composto por tecido conjuntivo denso que envolve todo o nervo, conferindo resistência e suporte mecânico.</p><p>Entre os fascículos, encontra-se o endoneuro, uma fina camada de tecido conjuntivo frouxo que envolve individualmente cada fibra nervosa e contém capilares para nutrição local. Os vasos sanguíneos presentes no interior do epineuro e perineuro garantem a nutrição e a sobrevivência das fibras nervosas. Essa organização estrutural permite que os nervos periféricos conduzam eficientemente impulsos motores, sensitivos e autonômicos.</p><p><br></p><p><strong>Referências Bibliográficas:</strong></p><p>Mescher, A. L. (2016). Junqueira’s Basic Histology: Text and Atlas. McGraw-Hill Education.</p><p>Kandel, E. R., Schwartz, J. H., &amp; Jessell, T. M. (2012). Principles of Neural Science. McGraw-Hill Education.</p><p>Junqueira, L. C., &amp; Carneiro, J. (2013). Histologia Básica: Texto e Atlas. Elsevier Brasil.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-19 16:28:55 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>ESTRUTURA E COMPOSIÇÃO DOS GÂNGLIOS PERIFÉRICOS </title>
         <author>juliojorge1</author>
         <link>https://padlet.com/juliojorge1/6fk6wo2yuesr1stb/wish/3224597035</link>
         <description><![CDATA[<p>Os gânglios periféricos do sistema nervoso são agrupamentos de corpos celulares de neurônios localizados fora do sistema nervoso central. São revestidos por tecido conjuntivo e contêm neurônios sensoriais ou autônomos. Eles possuem papéis importantes na transmissão de informações sensoriais e motoras.</p><p>Os gânglios sensoriais (como os gânglios espinhais) são formados por células nervosas pseudounipolares, já os gânglios autonômicos se formam por neurônios multipolares, que estão relacionados ao controle de funções involuntárias, como a regulação da atividade dos órgãos internos.</p><p>Essas estruturas também possuem células de sustentação, como as células de Schwann, que envolvem e protegem as fibras nervosas nos nervos periféricos, e também contribuem para a formação da bainha de mielina, essencial para a condução rápida de impulsos elétricos.</p><p><br></p><p><strong>Referências Bibliográficas:</strong></p><p>Mescher, A. L. (2016). Junqueira’s Basic Histology: Text and Atlas. McGraw-Hill Education.</p><p>Kandel, E. R., Schwartz, J. H., &amp; Jessell, T. M. (2012). Principles of Neural Science. McGraw-Hill Education.</p><p>Junqueira, L. C., &amp; Carneiro, J. (2013). Histologia Básica: Texto e Atlas. Elsevier Brasil.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-19 16:31:31 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>CÉLULAS DE SUSTENTAÇÃO DO SNP E SUAS FUNÇÕES </title>
         <author>juliojorge1</author>
         <link>https://padlet.com/juliojorge1/6fk6wo2yuesr1stb/wish/3224602481</link>
         <description><![CDATA[<p>No SNP, as células de sustentação são denominadas neuróglia periférica. A neuróglia periférica inclui as células de Schwann, as células-satélites e uma variedade de outras células associadas a órgãos ou tecidos específicos. Exemplos dessas últimas incluem a neuróglia terminal (telóglia), associada à placa motora; a neuróglia entérica, associada aos gânglios localizados na parede do tubo digestivo; e as células de Müller na retina.</p><p>A principal função das células de Schwann consiste em sustentar as fibras das células nervosas mielinizadas e não mielinizadas. Essas células desenvolvem-se a partir das células da crista neural. No SNP, as células de Schwann produzem uma camada rica em lipídios, denominada bainha de mielina, que circunda os axônios e isola o axônio do compartimento extracelular circundante do endoneuro. Sua existência garante a rápida condução dos impulsos nervosos. O cone axônico e as arborizações terminais, em que o axônio faz sinapse com suas células-alvo, não são revestidos por mielina. As fibras não mielinizadas também são envolvidas e nutridas pelo citoplasma das células de Schwann. Além disso, essas células ajudam na remoção de resíduos do SNP e orientam o recrescimento de axônios no SNP.</p><p>As células-satélites são células pequenas que circundam os corpos celulares nos gânglios nervosos, oferecendo suporte estrutural e funcional. Elas ajudam a regular o microambiente ao redor dos neurônios, influenciando processos como a troca de nutrientes e a manutenção da homeostase iônica.</p><p>Essas células de sustentação não participam diretamente da transmissão de impulsos nervosos, mas garantem isolamento elétrico, suporte metabólico e proteção, fundamentais para o funcionamento adequado do sistema nervoso periférico.</p><p><br></p><p><strong>Referências Bibliográficas:</strong></p><p>Mescher, A. L. (2016). Junqueira’s Basic Histology: Text and Atlas. McGraw-Hill Education.</p><p>Kandel, E. R., Schwartz, J. H., &amp; Jessell, T. M. (2012). Principles of Neural Science. McGraw-Hill Education.</p><p>Junqueira, L. C., &amp; Carneiro, J. (2013). Histologia Básica: Texto e Atlas. Elsevier Brasil.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-19 16:35:06 UTC</pubDate>
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