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      <title>Sistemas Educativos: Organização e Avaliação by Marilia Pacheco</title>
      <link>https://padlet.com/2202223_/portefoliodigital2023</link>
      <description>Portefólio digital da UC- Sistemas Educativos integrado no Mestrado SPVP da UAb </description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2023-10-20 19:16:38 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2024-02-26 14:25:29 UTC</lastBuildDate>
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         <title>TEMA I</title>
         <author>2202223_</author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>EDUCAÇÃO NA ERA DIGITAL E SISTEMAS EDUCATIVOS</strong></p><p>1. Educação <em>Onlife</em></p><p>2. Aspetos contextuais dos sistemas educativos</p><p>2.1. Noção ou conceito de sistema</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-20 19:25:06 UTC</pubDate>
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         <title>TEMA II</title>
         <author>2202223_</author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>MODELOS E TENDÊNCIAS EVOLUTIVAS NOS SISTEMAS EDUCATIVOS</strong></p>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-20 19:29:06 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>TEMA III</title>
         <author>2202223_</author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>OS SISTEMAS DE EDUCAÇÃO E FORMAÇÃO PARA A EUROPA DO CONHECIMENTO</strong></p>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-20 19:32:15 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>TEMA IV</title>
         <author>2202223_</author>
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         <description><![CDATA[<div>A REGULAÇÃO E  AVALIAÇÃO DOS SISTEMAS EDUCATIVOS</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-20 19:33:54 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>TEMA- 0</title>
         <author>2202223_</author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>CONTRATO DE APRENDIZAGEM E CRIAÇÃO DE UM PORTEFÓLIO</strong></p>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-20 19:41:47 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>PROJETO FINAL</title>
         <author>2202223_</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2023-10-20 19:43:19 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Portefólio- uma  ferramenta  para  professores (DGE)</title>
         <author>2202223_</author>
         <link>https://padlet.com/2202223_/portefoliodigital2023/wish/2782242117</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Padlet - Tutorial em português (</strong><a rel="noopener noreferrer nofollow" class="yt-simple-endpoint style-scope yt-formatted-string" href="https://www.youtube.com/@ertedge"><strong>ERTE DGE)</strong></a></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://youtu.be/-5uUe9Tzyyo?si=zmiYozRB4MhTBK2p">https://youtu.be/-5uUe9Tzyyo?si=zmiYozRB4MhTBK2p</a> </p>]]></description>
         <enclosure url="https://dge.mec.pt/sites/default/files/CDIE/RNoesis/destacavel74.pdf" />
         <pubDate>2023-11-08 21:30:15 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Padlet - Tutorial em português (ERTE DGE)</title>
         <author>2202223_</author>
         <link>https://padlet.com/2202223_/portefoliodigital2023/wish/2782244220</link>
         <description><![CDATA[<p>

</p>]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=-5uUe9Tzyyo" />
         <pubDate>2023-11-08 21:33:01 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Apresentação</title>
         <author>2202223_</author>
         <link>https://padlet.com/2202223_/portefoliodigital2023/wish/2783173327</link>
         <description><![CDATA[<p>Sou a Marília Pacheco e neste momento frequento o Mestrado em Supervisão Pedagógica na Uab. Sou licenciada em Física e Química pela Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa e leciono desde 2000.</p><p>Atualmente sou professora do Quadro no Agrupamento de escolas do Algueirão onde leciono desde 2017.</p><p>A construção deste Portefólio digital surgiu em  outubro de 2023, em sequência da UC- Sistemas Educativos: Organização e Avaliação,  no âmbito do Mestrado de Supervisão Pedagógica.<br></p>]]></description>
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         <pubDate>2023-11-09 10:58:31 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>UC 12037-Sistemas Educativos: Organização e Avaliação</title>
         <author>2202223_</author>
         <link>https://padlet.com/2202223_/portefoliodigital2023/wish/2783198020</link>
         <description><![CDATA[<p>Esta Unidade Curricular aborda os <strong><em>Sistemas Educativos</em></strong> na Europa, com foco na organização e avaliação. Propõe uma <strong>análise reflexiva</strong> e <strong>crítica </strong>dos traços dominantes, <strong>explorando tendências emergentes</strong>. Os objetivos incluem adquirir uma <strong>perspetiva contextual</strong> das sociedades contemporâneas, <strong>conhecer modelos educativos</strong> europeus, <strong>discutir opções políticas</strong> e <strong>refletir</strong> sobre a <strong>regulação educativa</strong>. A metodologia é baseada em <strong>e-Learning</strong>, enfatizando <strong>autoaprendizagem</strong> e <strong>trabalho colaborativo</strong>. Ao final, os estudantes deverão compreender os princípios orientadores dos Sistemas Educativos, aplicar<strong> análise crítica</strong> e <strong>intervir construtivamente </strong>no sistema educativo, especialmente em termos de referências e qualidade.</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-11-09 11:20:55 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>EDUCAÇÃO NA ERA DIGITAL E SISTEMAS EDUCATIVOS</title>
         <author>2202223_</author>
         <link>https://padlet.com/2202223_/portefoliodigital2023/wish/2783250778</link>
         <description><![CDATA[<p>Neste módulo, fomos desafiados a refletir sobre questões propostas pelo professor e a participar ativamente no fórum, compartilhando ideias e análises das reflexões dos colegas para promover um diálogo construtivo e crítico.</p><p>A abordagem educativa para o século XXI é tema central, questionando a possibilidade de uma <strong>educação mais híbrida</strong> e explorando a ideia inovadora de uma "<strong>Educação Onlife</strong>". A conceção antiquada de que a educação se restringe à infância e adolescência está obsoleta, dando lugar à busca contínua por aprendizado ao longo da vida, impulsionada pelas rápidas mudanças sociais e necessidades do mercado de trabalho.</p><p>A <strong>revolução digital</strong> democratizou o acesso à informação, permitindo aos alunos explorar recursos online independentemente da localização geográfica. A pandemia acelerou a adoção de plataformas de ensino online, ampliando o acesso global a recursos educativos e permitindo aprendizado personalizado.</p><p>Delors (1996) destaca a necessidade de os professores questionarem suas práticas pedagógicas diante das mudanças tecnológicas. A <strong>educação do século XXI </strong>deve formar cidadãos autónomos, proativos, inovadores, críticos, criativos, humanistas e solidários, preparados para os desafios da vida.</p><p>O Relatório para a UNESCO sublinha a natureza contínua da educação, enfatizando a importância de evitar a sobrecarga de informações. Os <strong>sistemas educativos devem evoluir</strong>, dando destaque ao aluno como protagonista do processo educativo e adotando abordagens flexíveis que se adaptem à mudança constante.</p><p>A transição para uma educação analógico-digital está em andamento, combinando o tradicional com o tecnológico. A implementação de planos de transição nas escolas, a criação de Planos de Ação para o Desenvolvimento Digital (PADDE) e a digitalização dos sistemas de avaliação indicam uma tendência crescente para uma educação híbrida.</p><p><strong>&nbsp;"Educação Onlife"</strong> surge como uma perspetiva evoluída na era digital, transcendo as fronteiras entre ensino presencial e online. Essa abordagem holística reconhece que a aprendizagem ocorre em qualquer lugar e momento, refletindo a mudança do paradigma educacional centrado no professor para um centrado no aluno.</p><p><strong>A aliança entre práticas pedagógicas e tecnologias </strong>é crucial para um processo educativo completo. <strong>A educação híbrida e onlife representam essa aliança</strong>, indo além da combinação de modalidades para criar uma abordagem verdadeiramente inclusiva, sem limites de tempo e espaço.</p><p>Na minha perspetiva, a educação híbrida e onlife são indispensáveis. Os programas de capacitação digital para docentes em Portugal, embora existentes, ainda não atendem totalmente às exigências do futuro próximo, requerendo uma <strong>abordagem educacional digital onlife</strong>.</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-11-09 12:09:10 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>2202223_</author>
         <link>https://padlet.com/2202223_/portefoliodigital2023/wish/2783255298</link>
         <description><![CDATA[<p>O projeto " La Educación Prohibida" é uma iniciativa interessante e promotora de uma mudança significativa relativamente aquilo que conhecemos como educação tradicional. Este questiona valores e pressupostos que sustentam a escola tradicional, propondo uma nova abordagem que leva o aluno no centro do processo de aprendizagem contribuindo para uma educação mais justa, equitativa e eficaz.</p><p>Em suma, poder-se-á dizer que é um documentário que desafia o sistema educativo tradicional, promovendo abordagens alternativas e procurando inspirar mudanças na forma como a educação é concebida e praticada em todo o mundo. Pode ser sem dúvida, uma contribuição significativa para o debate sobre o futuro da educação.</p><p><strong>"</strong>La Educación Prohibida" traz consigo implicações do ponto de vista da educação que nos levam a uma necessidade de repensar a educação tal como a conhecemos e pesquisar novas abordagens mais centradas no aluno, flexíveis e adaptadas às necessidades individuais, promovendo habilidades críticas e agilidade para a vida no mundo real.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://youtu.be/BPME2GHBe9s?si=ZtzGN-AjVsmtQXXk" />
         <pubDate>2023-11-09 12:13:32 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>What’s Education For? </title>
         <author>2202223_</author>
         <link>https://padlet.com/2202223_/portefoliodigital2023/wish/2783259276</link>
         <description><![CDATA[<p>O verdadeiro objetivo da Educação é preparar os indivíduos para os desafios da vida adulta, mas o sistema educativo por vezes falha nesse aspeto. A qualidade da educação não está necessariamente relacionada ao aumento de gastos, contratação de mais professores ou exames mais rigorosos.</p><p>A Educação deveria focar em dois aspetos fundamentais: o mundo do trabalho e as habilidades de relacionamento interpessoal. O currículo atual aborda tópicos como o sistema económico (capitalismo), mas não ensina aos alunos como os lucros são produzidos, a importância dos meios de produção, liderança e da&nbsp; própria competição.</p><p>Uma Educação ideal deveria incluir autoconhecimento como disciplina. Os alunos aprenderiam a compreender suas próprias complexidades e lidar com seus medos. Isso os capacitaria a fazer escolhas informadas sobre amizades e carreiras.</p><p>Além disso enfatizaria a compreensão das emoções dos outros, o desenvolvimento de relações interpessoais saudáveis, a promoção da generosidade e do perdão, e o ensino de técnicas de redução de estresse.</p><p>Neste cenário idealista, a escolaridade não teria limite de idade, e a educação seria uma jornada contínua. Além disso, a educação iria para além das salas de aula, aproveitando os diversos meios disponíveis, permitindo que as pessoas aprendam o que precisam.</p><p>A Educação dos dias de hoje, tende a negligenciar particularidades, como simplicidade, generosidade e talentos individuais e naturais de cada um. A falta de reflexão, acaba por ser “fruto” de um do sistema ao qual se unem currículos desajustados às realidades duras e penosas de cada um. Repensar na educação e no seu propósito, é condição essencial para que se torne mais eficaz na preparação dos indivíduos para a vida adulta.</p><p>&nbsp;A Educação em massa, tal como a conhecemos e referenciada no vídeo, tende a ver os alunos como peças que serão formatadas todos para o mesmo fim e do mesmo modo. No entanto, condiciona o desenvolvimento dos indivíduos levando-os muitas vezes a aceitar aquilo que aprendem como a única verdade. Para além disso a existência de currículos mais diversificados e ajustados a cada um poderia levar à uma escolha mais ampla o que exigiria mais mão de obra, salários e mais currículos paralelos. Deixando de existir a padronização que&nbsp; tanto se tem procurado ao longo dos&nbsp; anos!</p><p>&nbsp;</p>]]></description>
         <enclosure url="https://youtu.be/HndV87XpkWg?si=Gy9Km3jZ9q0W0sGO" />
         <pubDate>2023-11-09 12:17:24 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>What is 21st century education?</title>
         <author>2202223_</author>
         <link>https://padlet.com/2202223_/portefoliodigital2023/wish/2783262211</link>
         <description><![CDATA[<p>O mundo está em constante mudança, a uma velocidade sem precedentes. Nunca houve tantas mudanças em tão poucos anos. Isso produz novos problemas, como o crescimento populacional descontrolado em países menos desenvolvidos e as desigualdades entre países.</p><p>A educação precisa se adaptar a essas mudanças. Os alunos precisam ser preparados para um futuro desconhecido, onde precisarão ser capazes de pensar criticamente, ser criativos, colaborar e comunicar de forma eficaz.</p><p>A educação do século XXI é uma abordagem do ensino e da aprendizagem que visa preparar os alunos para o sucesso no mundo em rápida mudança. Essa abordagem tem como foco, o desenvolvimento das competências essenciais como a criatividade, colaboração, comunicação e alfabetização digital de forma a garantir que os alunos tenham sucesso no mundo do trabalho e na vida. As implicações educativas desta abordagem, são significativas e implicam a uma mudança estrutural que vão desde currículo, aos métodos de ensino e na própria cultura escolar.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://youtu.be/Ax5cNlutAys" />
         <pubDate>2023-11-09 12:19:55 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Por um novo conceito e paradigma de educação digital onlife</title>
         <author>2202223_</author>
         <link>https://padlet.com/2202223_/portefoliodigital2023/wish/2783264729</link>
         <description><![CDATA[<p>Considerando a urgência e o contexto atual, é importante esclarecer conceitos fundamentais na Educação mediada pelo digital, como Ensino Remoto, Ensino a Distância, Educação à Distância ou e-Learning, que muitas vezes são usados de forma indiferenciada sem rigor conceitual.</p><p>Existe a proposta de um novo conceito e paradigma que se ajusta à complexidade da realidade social e educativa do século XXI, chamado Educação Digital OnLife.</p><p>A pandemia do coronavírus forçou os professores a adotarem o ensino remoto e a transpor metodologias e práticas do ambiente físico e presencial para o online e virtual.</p><p>É necessário mudar o paradigma para o OnLife, que considera uma híper conectividade do mundo biológico, físico e digital e a interconexão entre humano, máquina e natureza.</p><p>Uma das principais implicações educativas da Educação Digital OnLife é a necessidade de se desenvolver programas de formação e capacitação para todos os agentes educativos, direcionados para o desenvolvimento de projetos de formação e educação digital que não se reduzam ao conceito do online, mas que abram caminhos para uma educação digital onlife. Isso implica em uma mudança de paradigma na formação de professores, que devem ser capacitados para a apropriação crítica das tecnologias digitais na educação, de forma a promover uma educação mais inclusiva, participativa e colaborativa.</p><p>Além disso, a Educação Digital OnLife implica em uma mudança de perspetiva em relação ao papel do aluno na educação, que deixa de ser um mero recetor de informações para se tornar um coprodutor de conhecimento, contribuindo para fazer emergir novas ecologias educacionais. Isso implica em uma mudança de metodologias de ensino, que devem ser mais participativas, colaborativas e baseadas em projetos, de forma a promover uma educação mais significativa e contextualizada.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://youtu.be/q1XWYucf7iw" />
         <pubDate>2023-11-09 12:22:03 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/2202223_/portefoliodigital2023/wish/2783264729</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Sistema Educativo obsoleto</title>
         <author>2202223_</author>
         <link>https://padlet.com/2202223_/portefoliodigital2023/wish/2810915237</link>
         <description><![CDATA[<p>Alvin Toffler, um futurista e escritor social, é conhecido pelas suas visões ousadas relativamente à evolução da sociedade e da tecnologia. A afirmação de que "el sistema educativo está obsoleto" é consistente com suas ideias sobre as rápidas mudanças na sociedade atual.</p><p>Toffler argumentava que as instituições sociais, incluindo o sistema educativo, não conseguiram acompanhar o ritmo das mudanças tecnológicas e sociais.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://nomaspalidas.com/alvin-toffler-el-sistema-educativo-esta-obsoleto/" />
         <pubDate>2023-12-01 19:53:12 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/2202223_/portefoliodigital2023/wish/2810915237</guid>
      </item>
      <item>
         <title>ALVIN E HEIDI TOFFLER CRITICAM O SISTEMA EDUCATIVO</title>
         <author>2202223_</author>
         <link>https://padlet.com/2202223_/portefoliodigital2023/wish/2810918982</link>
         <description><![CDATA[<p>O vídeo aborda a natureza ultrapassada do sistema educativo, com particular foco nos Estados Unidos, dado o atual clima económico e social. Faz uma&nbsp; breve&nbsp; descrição do surgimento e a motivação por trás do estabelecimento de escolas públicas no país, destacando como o sistema se tornou obsoleto face aos atuais desafios sociais. Concluiu sublinhando a urgência de uma reforma abrangente do sistema educativo, sublinhando a necessidade de adaptação às necessidades do presente.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://youtu.be/__ejlrSeLbM" />
         <pubDate>2023-12-01 19:58:03 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/2202223_/portefoliodigital2023/wish/2810918982</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Paradigma do Sistema Educativo – Mudando Paradigmas Ken Robinson</title>
         <author>2202223_</author>
         <link>https://padlet.com/2202223_/portefoliodigital2023/wish/2810922289</link>
         <description><![CDATA[<p>O sistema educativo que herdamos revela-se inadequado para o mundo contemporâneo. Desenhado e estruturado no século XIX para atender a imperativos económicos, esse sistema tinha como referência mentes capazes de raciocínio dedutivo e conhecimento dos clássicos filosóficos. Embutida na educação pública está a conceção dualista de duas classes de pessoas: os académicos, considerados inteligentes, e os não académicos, percebidos como menos inteligentes. Este modelo educativo repousa sobre dois pilares: o económico e o intelectual. No entanto, segundo Robinson, apesar de alguns terem se beneficiado desse modelo, a maioria foi prejudicada e sofre com ele. Surge, então, o Transtorno por Défice de Atenção e Hiperatividade (TDAH), que Robinson descreve como uma epidemia moderna, inadequada e fictícia. Em sua visão, o diagnóstico de TDAH tornou-se uma moda, assim como a prescrição de Ritalina. Nesse contexto, as crianças, que vivem um período de estímulos intensos, são penalizadas pela falta de concentração, enquanto a Ritalina as anestesia, retirando-lhes vitalidade.</p><p>Robinson argumenta que a educação atual é modelada conforme os interesses do industrialismo, mantendo estruturas semelhantes às fábricas, com toques de campainha, seções separadas e disciplinas distintas. Destaca as incongruências, pois as crianças são educadas em grupos e inseridas no sistema por idade, apesar dos diferentes ritmos de crescimento e competências. Nesse contexto, o autor destaca a discrepância entre o modelo de aprendizagem e o modo de ensino linear, comparando-o a uma linha de produção. Propõe, então, uma mudança de paradigma, um novo direcionamento educativo. Robinson enfatiza a importância do Pensamento Divergente, essencial para a criatividade. Ele argumenta que a capacidade inata para esse tipo de pensamento é perdida à medida que envelhecemos. Robinson sugere reconhecer que a maior parte da aprendizagem ocorre em grupos, onde a colaboração é essencial. Forçar as pessoas a trabalhar isoladamente cria disfunções entre elas e o seu ambiente natural de aprendizagem, tornando importante que a cultura e o ambiente das organizações reconheçam a necessidade de mudança.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://youtu.be/Z78aaeJR8no" />
         <pubDate>2023-12-01 20:02:41 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Como surgiram os Sistemas Educativos? </title>
         <author>2202223_</author>
         <link>https://padlet.com/2202223_/portefoliodigital2023/wish/2810985517</link>
         <description><![CDATA[<p>Os sistemas educativos, tal como os conhecemos hoje, surgiram no <strong>século XIX </strong>como resultado direto da luta política entre distintos grupos sociais pelo controle social. As teorias sobre as origens dos sistemas educativos variam, mas todas situam o seu aparecimento no século XIX e relacionam a sua emergência com o surgimento e florescimento do capitalismo. </p>]]></description>
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         <pubDate>2023-12-01 21:52:41 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Modelos de Organização dos Sistemas Educativos  </title>
         <author>2202223_</author>
         <link>https://padlet.com/2202223_/portefoliodigital2023/wish/2810995492</link>
         <description><![CDATA[<p>Existem diferentes modelos de organização dos sistemas educativos, que variam de acordo com o país e a cultura em que estão inseridos. No entanto, é possível identificar algumas características comuns a esses modelos.</p><p>Um dos principais fatores que influenciam a organização dos sistemas educativos é o grau de centralização ou descentralização do poder.</p><p>Nos sistemas educativos centralizados, as decisões são tomadas por autoridades governamentais, enquanto em sistemas educativos descentralizados, as decisões são tomadas por autoridades locais, como escolas e municípios. Outro fator importante é a estrutura institucional do sistema educativo, que pode incluir diferentes níveis de ensino. Além disso, a estrutura pode incluir diferentes tipos de escolas, como escolas públicas, escolas privadas e escolas religiosas. É importante ressaltar que a organização dos sistemas educativos pode variar de acordo com as políticas e prioridades de cada país, bem como com as necessidades e demandas da sociedade em que estão inseridos.</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-12-01 22:16:32 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Tipos de Centralização</title>
         <author>2202223_</author>
         <link>https://padlet.com/2202223_/portefoliodigital2023/wish/2811003361</link>
         <description><![CDATA[<p>Formosinho (1086) apud Benedito (2007),argumenta que a gestão centralizada pode ser centralizada e descentralizada. </p><p>Sendo que na centralização, os superiores das agências centrais são os únicos com autoridade para tomar decisões, o que limita a notificação e a aplicação por parte dos restantes intervenientes nos níveis inferiores. Já na descentralização, existem gestores intermédios com autoridade de decisão, embora sob a direção e controlo de superiores, que podem modificar as suas decisões.</p><p>A descentralização é “<em>devolução de poderes</em>”. O Estado passa a exercer o poder de supervisão, com o objetivo de transferir o poder de tomada de decisão de indivíduos num local ou num determinado nível para outros que operam num ou mais outros níveis McGui &amp; Welsh (1999) apud Benedito (2007).</p><p>Citado por Benedito (2007), para Formosinho, a razão da descentralização do sistema educativo foi política: a descentralização foi o culminar de um processo de democratização em que a opinião pública manifestou o desejo de ser consultada no processo de formulação de decisões que regem as suas preocupações imediatas.</p><p>Do ponto de vista técnico, refere-se à necessidade de melhorar a eficiência dos métodos de liderança e gestão face à lentidão da burocracia estatal, à incapacidade de gerir, por exemplo, questões relativas à colocação de professores, salários e aquisições e distribuição de equipamentos, materiais ou manutenção de edifícios. Nestes casos, verifica-se que a descentralização permite uma identificação mais rápida e facilita a procura de soluções que melhor se adaptem às necessidades locais.</p><p><br/></p><p>BENEDITO, N. (2007). "Modelos de Organização dos Sistemas Educativos", in&nbsp;<em>Centralização de Sistemas Educativos e Autonomia dos Actores Organizacionais. Processos colectivos de interpretação das orientações centrais</em>&nbsp;(Tese de Doutoramento), pp. 50-97. Instituto de Educação e Psicologia da Universidade do Minho. Disponível em&nbsp;<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="http://educar.files.wordpress.com/2008/08/centalsisteduc.pdf">http://educar.files.wordpress.com/2008/08/centalsisteduc.pdf</a>.</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-12-01 22:36:26 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title> Sistemas Educativos de 38 países </title>
         <author>2202223_</author>
         <link>https://padlet.com/2202223_/portefoliodigital2023/wish/2811438153</link>
         <description><![CDATA[<p>Eurydice é uma rede cuja tarefa é explicar a organização e funcionamento de sistemas educativos  em  vários países na Europa. Nesta página é  possível consultar descrições relativas aos sistemas educativos de  vários países assim como, estudos comparativos dedicados a temas específicos, indicadores e estatísticas no domínio da educação.</p><p>É um  bom  documento de consulta!</p>]]></description>
         <enclosure url="https://eurydice.eacea.ec.europa.eu/" />
         <pubDate>2023-12-02 19:58:33 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Será a ALV um imperativo social ou pessoal ?</title>
         <author>2202223_</author>
         <link>https://padlet.com/2202223_/portefoliodigital2023/wish/2830967201</link>
         <description><![CDATA[<p>Parece&nbsp;que o segredo da educação&nbsp;reside&nbsp;na&nbsp;simplicidade&nbsp;de&nbsp;como&nbsp;explicamos&nbsp;e&nbsp;vivenciamos&nbsp;a complexidade dos sistemas. Contudo, não podemos&nbsp;impedir&nbsp;a&nbsp;nossa&nbsp;ambição&nbsp;de alcançar&nbsp;a&nbsp;felicidade&nbsp;pessoal&nbsp;e social.</p><p>Apesar do cenário atual apresentar desafios, é gratificante reconhecer as áreas em que precisamos melhorar, mesmo que o caminho adiante permaneça cada vez mais impreciso e indefinido. Nesse contexto económico, político e social, os Ministros da Educação dos Estados-Membros da União Europeia identificaram áreas prioritárias para aprimorar o desempenho do sistema educativo. Essas áreas incluem a formação de professores, aprendizagem de línguas para estudantes, tecnologia da informação, matemática, ciências e tecnologia, ativismo de cidadania e coesão social.</p><p>É crucial lembrar que a maioria dos europeus passa pelo menos nove ou dez anos na escola, onde adquirem conhecimentos, atitudes, valores e competências fundamentais para toda a vida. Portanto, é imperativo que as escolas os preparem para o mundo moderno, garantindo sociedades abertas e democráticas, além de indivíduos educados na cidadania, solidariedade e democracia participativa. O objetivo é eliminar a desigualdade e buscar a excelência e eficácia na formação de competências relacionadas ao aprender, fazer, conhecer, trabalhar em conjunto e, em última análise, viver.</p><p>Neste contexto, "<em>um dos principais papéis da educação consiste, antes de mais, em dotar a humanidade da capacidade de controlar o seu próprio desenvolvimento. Na verdade, deve levar as pessoas a assumir o controlo do seu próprio destino e a contribuir para o desenvolvimento da sociedade em que vivem, desenvolvimento baseado na participação responsável dos indivíduos e da sociedad</em>e" (Delors, 1996, p. 73). O Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento defende a educação para o desenvolvimento humano, integrando a produção e distribuição de bens e serviços com a ampliação e utilização do potencial humano. Essa abordagem visa resolver os problemas relacionados à sociedade, como crescimento económico, comércio, emprego, política, liberdade e valores culturais, numa perspetiva humanista (Idem, 1996, p.72)</p><p><br/></p><p>Delors, J. (1996). Educação: Um tesouro a Descobrir. Edições Asa.</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-12-20 18:26:22 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>NOVOS OBJETIVOS PARA A EDUCAÇÃO E FORMAÇÃO NA UNIÃO EUROPEIA</title>
         <author>2202223_</author>
         <link>https://padlet.com/2202223_/portefoliodigital2023/wish/2830975296</link>
         <description><![CDATA[<p>Indiscutivelmente, a sociedade está a passar por significativas mudanças culturais, económicas e tecnológicas, que exigem uma redefinição de objetivos por parte do sistema educativo, a fim de atender às necessidades atuais de todos os cidadãos. Atualmente, não é suficiente oferecer apenas formação profissional,  é imprescindível uma visão educacional renovada que englobe a educação para a vida, para o mundo, para o desenvolvimento pessoal e para o lazer.</p><p>Nesse contexto, as escolas públicas desempenham um papel central e privilegiado na preparação das gerações futuras. Elas têm a responsabilidade de "<em>ensinar uma gama de valores, disposições e um sentido de responsabilidade global que transcende as fronteiras</em>" desta economia (Hargreaves, 2003, p. 18).</p><p><br>Hargreaves, A. (2003). O Ensino na Sociedade de Conhecimento - A Educação na era da insegurança Porto Editora</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-12-20 18:35:59 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>EDUCAÇÃO E FORMAÇÃO: uma preocupação da União Europeia</title>
         <author>2202223_</author>
         <link>https://padlet.com/2202223_/portefoliodigital2023/wish/2831012704</link>
         <description><![CDATA[<p>O quadro europeu de competências essenciais para a aprendizagem ao longo da vida, identifica e define as competências e conhecimentos importantes necessárias a todos os cidadãos, a fim de conseguir o emprego, a realização pessoal, a inclusão social e a cidadania ativa no mundo de hoje em rápida mutação.</p><p>Para além das competências tradicionais já referenciadas (tais como a alfabetização na língua materna, matemática, conhecimento de línguas estrangeiras, ciências e habilidades de TIC), o quadro de Competências essenciais abrange também outras capacidades, como aprender a aprender, competência social e cívica, tomadas de decisão e iniciativa, empreendedorismo, consciência cultural e autoexpressão.</p><p>Assim, reúne três grandes eixos de intervenção: aumentar a qualidade e a eficácia da educação e formação, abrir os sistemas educativo e formativo ao mundo exterior e, facilitar o acesso de todos os indivíduos aos sistemas.</p><p>É nesta conjuntura marcada pelas competências a alcançar e pelos objetivos delineados, que toda a educação e formação na UE deve apoiar e investir de forma a gerar oportunidades reais para todos as crianças, jovens e adultos e a contribuir com eficácia para o desenvolvimento de uma escola mais justa, democrática, inovadora, atual, critica, aprendente e reconstrutora.&nbsp;</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-12-20 19:20:48 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>COMPETÊNCIAS E OBJETIVOS SÃO A MESMA COISA?</title>
         <author>2202223_</author>
         <link>https://padlet.com/2202223_/portefoliodigital2023/wish/2839899079</link>
         <description><![CDATA[<p>Competência é entendida como conhecimento em uso ou conhecimento em ação, ou seja, saber utilizar diferentes conhecimentos de forma integrada, criando um ponto de conexão entre a escola e a sociedade. É o produto final da concretização de objetivos, expressos em conteúdos, traduzidos em atividades de aprendizagem dos alunos. Estas levam os alunos à ação, na construção de novos conhecimentos, na interpretação dos signos sociais ou na atuação sobre eles. Nessa perspetiva, Roldão e Gaspar (2007) consideram competências como conhecimentos que proporcionam a capacidade de utilização e gestão eficaz – acumulada. Podemos então dizer que competência se refere à prática do conhecimento, daí a necessidade de “<em>colocar os alunos em situações complexas que exigem treino e mobilização dos seus conhecimentos: um mistério a desvendar, um problema a resolver, uma decisão a tomar”. é implementado, um projeto é desenhado e desenvolvido</em>” (idem, 2007, p.13). Segundo Roldão (2003, p. 22), a competência tem uma relação interna com os objetivos identificados, ou seja, “<em>a competência é o objetivo último dos objetivos que para ela contribuem</em>”. Portanto, as capacidades não podem substituir as metas, portanto devem ser claramente definidas com base na pergunta “<em>porquê</em>?”. Esta questão será feita para indicar o tipo de competências (gerais ou específicas da disciplina ou transversais) que se pretendem construir ao identificar um determinado objetivo. Neste contexto, Degallaix &amp; Meurice (2008, p.18) afirmam que as competências disciplinares são competências que são praticadas numa disciplina específica na escola. E as competências transversais “<em>constituem não apenas processos básicos de pensamento, que podem ser transferidos de uma disciplina para outra, mas também incluem todas as interações sociais, cognitivas, emocionais, culturais e movimentos psicológicos entre os alunos e a realidade circundante</em>”. Assim, um aluno competente é aquele que sabe o que fazer, como fazer, em que ordem e em que situações.</p><p>&nbsp;</p><p>Degallaix &amp; Meurice 2008).<em> Abordagens Didáticas da Interdisciplinaridade</em>. Horizontes Pedagógicos.</p><p>Gaspar, M.I.&amp; Roldão, M.C. (2007) – Elementos do Desenvolvimento Curricular. Universidade Aberta.</p><p>Roldão, M.C&nbsp;C(2003) –&nbsp;<em>Gestão do Currículo e avaliação de competências .&nbsp;</em>&nbsp;Editorial Presença</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-01-05 17:31:05 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/2202223_/portefoliodigital2023/wish/2839899079</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Guia para adultos: Como aprender ao longo da vida</title>
         <author>2202223_</author>
         <link>https://padlet.com/2202223_/portefoliodigital2023/wish/2839902453</link>
         <description><![CDATA[<p>A Aprendizagem ao Longo da Vida é o futuro. Todos, sem exceção, temos que continuamente aprender e desenvolver competências para termos um futuro melhor.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=N6pqOIXDPVQ" />
         <pubDate>2024-01-05 17:36:27 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>APA: Power Tools para a Aprendizagem ao Longo da Vida</title>
         <author>2202223_</author>
         <link>https://padlet.com/2202223_/portefoliodigital2023/wish/2839912585</link>
         <description><![CDATA[<p><br>Os Ambientes Pessoais de Aprendizagem são conceitos associados à personalização da aprendizagem. Referem-se a plataformas, ferramentas e recursos que podem ser utilizados para organizar, gerir e ampliar seu próprio processo de aprendizagem, independentemente do contexto formal de educação.</p><p>Ao longo da vida, a aprendizagem pode ocorrer em diversos ambientes. Podendo ocorrer de modo formal nas  instituições educativas ou informalmente através de experiências do do quotidiano, interações sociais, e recursos online.</p><p>Na realidade, vivemos numa era onde a quantidade, qualidade e diversidade de informações disponíveis são sem precedentes. Porém, a capacidade de transformar essa informação em aprendizagem efetiva está dependente da responsabilidade de  cada um.</p><p>No entanto, cada um de  nós  tem o seu próprio estilo de aprendizagem, por isso, é importante encontrar abordagens que se alinhem com as preferências e necessidades individuais. O uso efetivo da informação para a aprendizagem é uma habilidade valiosa a ser cultivada ao longo da vida.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?app=desktop&amp;v=QmCUQAUKROE" />
         <pubDate>2024-01-05 17:52:40 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Conceito de Regulação</title>
         <author>2202223_</author>
         <link>https://padlet.com/2202223_/portefoliodigital2023/wish/2857699819</link>
         <description><![CDATA[<p>No contexto educativo, o conceito de regulação está intrinsecamente ligado ao controle e intervenção do estado nas políticas públicas, visando a modernização das práticas burocráticas na administração pública. Barroso (2005) destaca a polissemia do termo, diferenciando regulação de regulamentação, sendo esta última considerada um caso específico da primeira. Ambas buscam a definição e cumprimento das regras para operacionalizar objetivos.</p><p>A regulação não se restringe apenas ao âmbito político, estendendo-se também aos domínios económicos, identificando a intervenção de instâncias, geralmente estatais, para orientar e coordenar a ação dos agentes económicos (Barros, 2005). Além disso, o conceito de regulação está associado ao funcionamento e equilíbrio dos sistemas, incluindo processos de retroação positiva ou negativa.</p><p>Barroso (2005) destaca que o termo<strong> "regulação"</strong> sofre variações conforme os contextos linguísticos e administrativos, considerando a pluralidade de fontes, finalidades e modalidades de regulação. Avaliação e regulação são conceitos distintos no contexto educativo, sendo a avaliação um instrumento fundamental para aferir qualidade e quantidade, enquanto a regulação busca a estabilidade e conformidade do comportamento.</p><p>Relativamente a este conceito, Diebolt (2001), citado por Barroso (2005, p.728) sugere que&nbsp;“<em>a regulação postula que a transformação de um sistema é a condição indispensável à manutenção da sua existência e coerência”.</em></p><p>Na ótica de Barroso (2005), o conceito de regulação num âmbito geral é entendido “[…] como uma função essencial para a manutenção do equilíbrio de qualquer sistema (físico ou social) está associada aos processos de retroação (positiva ou negativa)” (p.728), assim, o processo de regulação é um processo dinâmico, não unilateral. Ainda segundo o mesmo autor, no campo educativo o termo regulação é tido como uma conjunção de mecanismo que procuram legitimar outro estatuto à intervenção do Estado na condução das políticas públicas. Visando mudanças e inovação conferindo mais qualidade e eficácia no processo de ensino aprendizagem.</p><p>Porém avaliação e regulação são conceitos diferentes. A avaliação no contexto educativo é caracterizada como um instrumento fundamental, ela tem como objetivo “[…] aferir, de acordo com determinados critérios e eventualmente, graduar o modo de funcionamento bem como a qualidade e quantidade do output de serviços e de instituições”. Sendo que não existe uma dependência entre os dois conceitos, uma vez que pode um&nbsp; pode existir sem o outro. No entanto, a avaliação pode ser encarada como um elemento essencial no processo de regulação no sentido que compete “[…] neste aspeto&nbsp; ao regulador por um lado, garantir que os estabelecimentos se submetem às avaliações estabelecidas ou exigidas por lei e, por outro lado, tirar as consequências previstas na lei para a avaliação, impondo as correções devidas, incluindo até, em última instância, a cassação da licença ou da autorização para os estabelecimentos avaliados”(Santos, 2009, p.63).</p><p>Os sistemas educativos podem ser regulados de várias maneiras para garantir seu funcionamento eficiente e eficaz. Aqui estão alguns tipos de regulação dos sistemas educativos:</p><p>- <strong>Regulação Transnacional: </strong>refere-se a normas, discursos e instrumentos que sustentam fóruns políticos internacionais no contexto educativo. Envolve a adesão a padrões e diretrizes estabelecidos internacionalmente.</p><p>-<strong>Regulação Nacional:</strong> relaciona-se com a forma como o Estado coordena e controla o sistema educativo dentro das fronteiras nacionais. Inclui a definição de políticas educativas, currículos e diretrizes para as instituições de ensino.</p><p>-<strong>Regulação Burocrático-Profissional:</strong> envolve o equilíbrio entre o Estado e os profissionais da educação, especialmente os professores. Busca minimizar a influência de famílias e alunos, permitindo que os profissionais exerçam certo grau de autonomia no processo educativo.</p><p>-<strong>Micro-Regulação Local</strong>: refere-se à coordenação da ação dos intervenientes locais, incluindo pais, alunos, professores, funcionários e gestores escolares. Nesse nível, a comunidade local desempenha um papel importante na tomada de decisões e na implementação de políticas educativas.</p><p><strong>-Regulação pelo Mercado: e</strong>nvolve a influência das famílias no controle da oferta educativa. Este tipo de regulação destaca-se pela escolha da escola pelos pais e pela participação ativa na gestão escolar, muitas vezes em um contexto de competição entre instituições.</p><p><strong>-Regulação Comunitária</strong>: surge da parceria entre professores e pais, especialmente na criação de territórios educativos prioritários. Pode abranger questões como segurança escolar, abertura ou fecho de escolas, refletindo uma participação ativa da comunidade na regulação do sistema educativo.</p><p>Esses tipos de regulação podem coexistir num sistema educativo, cada um desempenhando um papel específico na definição de políticas, implementação de práticas e garantia da qualidade e eficácia do ensino. Porém a ênfase que é atribuída a um ou mais tipos de regulação pode variar de acordo com o contexto cultural, político e educacional de cada país.</p><p>&nbsp;</p><p><strong>BIBLIOGRAFIA</strong></p><p>-Barroso, J. (2005). O Estado, a Educação e a Regulação das Políticas Públicas. Educ. Soc., Campinas, 26 (92), 725-751.</p><p>-Santos, T.(2009). A Avaliação Interna e as suas Implicações na Configuração da Escola como Organização: um estudo de caso. Facultade de Ciências da Educación Departamento de Didáctica, Organización escolar e Métodos de Investigación.&nbsp;</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-01-22 21:05:43 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Ficha de leitura do artigo “O estado, a educação e a regulação das políticas públicas”, de João Barroso</title>
         <author>2202223_</author>
         <link>https://padlet.com/2202223_/portefoliodigital2023/wish/2857731103</link>
         <description><![CDATA[<p>O artigo aborda a evolução da intervenção do Estado na educação, começando por esclarecer o conceito de regulação. Em seguida, apresenta um "modelo interpretativo para análise dos processos de regulação em educação" (Barroso, 2005, p. 725) e explora as convergências e divergências em países europeus, particularmente nas transformações dos modos de regulação das políticas educativas. A conclusão discute o papel do Estado na regulação da educação, enfatizando a defesa e promoção da escola pública.</p><p>Algumas ideias centrais sobre o conceito de regulação são:</p><p>1.&nbsp;<strong>Definição de Regulação:</strong> A ação de ajustar a ação (mecânica, biológica ou social) a finalidades específicas por meio de regras e normas predefinidas.</p><p>2.&nbsp;&nbsp;<strong>Polissemia da Regulação</strong>: O termo varia nos estudos internacionais sobre políticas educativas de acordo com os contextos linguístico e administrativo.</p><p>3.&nbsp;<strong>&nbsp;Processo Constitutivo: </strong>A regulação é um processo intrínseco a qualquer sistema.</p><p>4.&nbsp; <strong>Função Principal:</strong> Garantir o equilíbrio, coerência e transformação do sistema educativo.</p><p>5.&nbsp;<strong> Produção de Regras:</strong> Inclui a produção de regras e o ajustamento das ações dos atores de acordo com essas regras.</p><p>6.&nbsp;<strong> Sistema Complexo: </strong>Envolve múltiplas fontes, finalidades e modalidades de regulação.</p><p>7.&nbsp; <strong>Multi-regulação:</strong> Resulta da interação de diversas fontes e modos de regulação, mesmo que contraditórias.</p><p>8.&nbsp;<strong>Complexidade dos Processos:</strong> A complexidade torna improvável o sucesso de reformas baseadas em processos normativos.</p><p>Barroso, em coordenação com outros estudos, destaca que até a década de 80, a regulação das políticas educativas baseava-se em um modelo burocrático-profissional. Atualmente, observa-se uma transição para modos pós-burocráticos, com maior influência do referencial "<em>Estado avaliador</em>" em Portugal. O autor defende a necessidade de reforçar a dimensão pública da escola para superar a crise, renovando o papel do Estado. Isso implica compatibilizar o respeito pela diversidade com a prossecução de fins comuns essenciais à sociedade. Condições apontadas incluem o fortalecimento da participação democrática, envolvimento de instâncias locais e intermédias de decisão, e a inclusão de todos os cidadãos.</p><p><strong>&nbsp;</strong></p><p>Barroso, J. (2005). O Estado, a educação e a regulação das políticas públicas. Educação &amp; Sociedade, 26 (92), pp. 725-751.&nbsp; <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://doi.org/10.1590/S0101-73302005000300002">https://doi.org/10.1590/S0101-73302005000300002</a></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-01-22 21:44:48 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Que mudanças serão necessárias no Espaço Europeu?</title>
         <author>2202223_</author>
         <link>https://padlet.com/2202223_/portefoliodigital2023/wish/2857741149</link>
         <description><![CDATA[<p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.consilium.europa.eu/pt/policies/education-area/">Estas mudanças visam construir sistemas nacionais de educação e formação mais resilientes e inclusivos</a>.&nbsp;<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.consilium.europa.eu/pt/policies/education-area/">A educação e a formação são os melhores investimentos no futuro da Europa</a></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-01-22 21:59:40 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>QUADROS TEÓRICOS INTERPRETATIVOS DA GOVERNAÇÃO DOS SISTEMAS EDUCATIVOS</title>
         <author>2202223_</author>
         <link>https://padlet.com/2202223_/portefoliodigital2023/wish/2857744399</link>
         <description><![CDATA[<p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://sistemaseducativos-cristinarodrigues.blogspot.com/p/tema-iv-regulacao-e-as-linhas-mestras.html">Os quadros teóricos interpretativos da governação dos Sistemas Educativos envolvem vários conceitos e modalidades de avaliação, bem como políticas e quadros de referência para a avaliação dos Sistemas Educativos</a>. Aqui estão alguns pontos-chave:</p><ol><li><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://sistemaseducativos-cristinarodrigues.blogspot.com/p/tema-iv-regulacao-e-as-linhas-mestras.html">Regulação: A regulação da educação refere-se à instituição de normas e regras previamente definidas, cuja intenção é promover o funcionamento eficiente dos sistemas educativos e reajustar o comportamento dos atores, levando ao equilíbrio e transformação desses mesmos sistemas</a>.</p></li><li><p>Descentralização: A tendência de um estado altamente centralizado, formal e autocrático, imperou até meados dos anos 80 do séc. XX.&nbsp;<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://sistemaseducativos-cristinarodrigues.blogspot.com/p/tema-iv-regulacao-e-as-linhas-mestras.html">A partir desta data, surge um novo paradigma sociopolítico, estruturante de um modo de regulação que se pretende introduzir, menos formal e mais permeável – a descentralização</a>.</p></li><li><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://sistemaseducativos-cristinarodrigues.blogspot.com/p/tema-iv-regulacao-e-as-linhas-mestras.html">Estado Avaliador: A emergência deste Estado-avaliador, do ponto de vista de Afonso (2002), “inscreve-se numa lógica regulatória que entra em tensão com uma lógica mais emancipatória (…) a qual não pode deixar de ser permeável às exigências legítimas relativas aos direitos sociais e educacionais fundamentais”</a>.</p></li><li><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://sistemaseducativos-cristinarodrigues.blogspot.com/p/tema-iv-regulacao-e-as-linhas-mestras.html">Avaliação dos Sistemas Educativos: A avaliação dos sistemas educativos respeita uma dada centralidade política, em conformidade com uma forte regulação e controlo, “numa estratégia de indução de lógicas de mercado ou de quase-mercado</a>.</p></li></ol>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/2188734815/d018f54b2013e41c5728a5eb1ba661a2/9c46fd84_bc40_43ee_9c25_545341c1c8cd.jpg" />
         <pubDate>2024-01-22 22:04:58 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>PISA: o que de facto medem estes testes?</title>
         <author>2202223_</author>
         <link>https://padlet.com/2202223_/portefoliodigital2023/wish/2857745417</link>
         <description><![CDATA[<p>O PISA (Programme for International Student Assessment) é um programa desenvolvido pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE) que visa avaliar se os alunos de 15 anos estão preparados para enfrentar os desafios da vida quotidiana. O PISA avalia as competências dos alunos em leitura, matemática e ciências, bem como a capacidade de resolução colaborativa de problemas, a literacia financeira e o pensamento criativo.</p><p>Quanto à questão da centralização ou descentralização dos sistemas educativos, é um tópico complexo. Em Portugal, por exemplo, a criação do programa “Aproximar Educação” trouxe novamente à agenda os debates sobre a descentralização e autonomia das escolas. No entanto, estes processos de descentralização são muitas vezes difíceis de concretizar devido à falta de estudos de cenarização sobre os possíveis desenvolvimentos da descentralização da educação.</p><p>Um estudo de Anne West sugere que os resultados do PISA mostram uma maior influência das diferenças entre sistemas compreensivos e seletivos do que da maior ou menor delegação de responsabilidades para o nível local. Portanto, o que o PISA mede pode não estar diretamente relacionado com a questão da centralização ou descentralização dos sistemas educativos. No entanto, é importante notar que a descentralização pode ter impactos significativos na forma como a educação é administrada e na experiência dos alunos.</p><p>Como refere Andreas Schleicher (OCDE), nestes testes é possível verificar a capacidade dos jovens de aplicarem os seus conhecimentos e habilidades em novas situações, situações com as quais não estão familiarizados. Ou seja, se conseguem demonstrar pensamento crítico, capacidade de resolução de problemas de forma colaborativa, literacia financeira e criatividade para enfrentar os desafios da vida real.</p><p>OCDE (2019). PISA 2018 Results (Volume I): What Students Know and Can Do. PISA, OECD Publishing,</p><p>Portugal, G. (2018). Aproximar Educação: O impacto da descentralização no sistema educativo. Fundação Francisco Manuel dos Santos.</p><p>West, A. (2016). Education policy and governance in England under the Coalition Government (2010–15): Academies, the pupil premium, and free early education. London Review of Education, 14(1), 15-28.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=wAoBdGTEKJ8" />
         <pubDate>2024-01-22 22:06:20 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>PISA 2022 -RESULTADOS PORTUGUESES EM QUEDA</title>
         <author>2202223_</author>
         <link>https://padlet.com/2202223_/portefoliodigital2023/wish/2857748356</link>
         <description><![CDATA[<p>Os resultados do PISA 2022 para os alunos portugueses mostraram uma queda em relação aos resultados de 2018. Aqui estão alguns detalhes:</p><p>Matemática: A pontuação foi de 472, comparada a 492 em 2018.</p><p>Leitura: A pontuação foi de 477, comparada a 492 em 2018.</p><p>Ciências: A pontuação foi de 484, comparada a 492 em 2018.</p><p>Além disso, a proporção de alunos que obtiveram uma pontuação abaixo do nível de proficiência básica (Nível 2) aumentou em quatro pontos percentuais em matemática. No entanto, não houve mudanças significativas em leitura e ciências.</p><p>Apesar desses resultados, é importante notar que 82% dos alunos portugueses afirmaram sentir-se parte da escola, acima da média da OCDE de 75%. Além disso, houve um aumento de alunos imigrantes nas escolas portuguesas - de 7% em 2018 para 11% em 2022.</p><p>Estes resultados refletem o desempenho dos alunos em um momento desafiador, com a pandemia de Covid-19 e o encerramento de escolas que tiveram um impacto direto na aprendizagem efetiva dos alunos</p><p><strong>Informação retirada de:</strong></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://oecdch.art/a40de1dbaf/C883">https://oecdch.art/a40de1dbaf/C883</a></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.cnedu.pt/pt/noticias/nacional/2145-iave-apresenta-os-resultados-do-projeto-pisa-2022">https://www.cnedu.pt/pt/noticias/nacional/2145-iave-apresenta-os-resultados-do-projeto-pisa-2022</a></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.iniciativaeducacao.org/pt/noticias/pisa-2022-relatorio-ja-disponivel">https://www.iniciativaeducacao.org/pt/noticias/pisa-2022-relatorio-ja-disponivel</a></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.oecd.org/publication/pisa-2022-results/webbooks/dynamic/pisa-country-notes/777942d5/pdf/portugal.pdf">https://www.oecd.org/publication/pisa-2022-results/webbooks/dynamic/pisa-country-notes/777942d5/pdf/portugal.pdf</a></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-01-22 22:10:15 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Andreas Schleicher na conferência «PISA: Avaliação, resultados, desafios»</title>
         <author>2202223_</author>
         <link>https://padlet.com/2202223_/portefoliodigital2023/wish/2857748926</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2024-01-22 22:11:09 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>The Best Student and Education, PISA 2000~2018 Country Comparison; OECD PISA</title>
         <author>2202223_</author>
         <link>https://padlet.com/2202223_/portefoliodigital2023/wish/2857749271</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=3tnQ3bcsuiA" />
         <pubDate>2024-01-22 22:11:40 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Portugal deve participar nos testes PISA?</title>
         <author>2202223_</author>
         <link>https://padlet.com/2202223_/portefoliodigital2023/wish/2857749745</link>
         <description><![CDATA[<p>Como se verifica no IAVE (2021) Portugal tem participado “em todos os ciclos PISA até à data”, tendo os alunos sido “selecionados através de um processo de amostragem aleatória (…) [e] os processos de amostragem (…) controlados pelo consórcio internacional”.</p><p>Portugal deve participar nos testes PISA, pois os relatórios elaborados pela OCDE, sobre os mesmos, permitem fazer um uma comparação entre o desempenho dos jovens do nosso país e os dos outros países.</p><p>Desta forma Portugal pode analisar a informação fornecida pelos testes PISA, “ baseada em padrões de desempenho definidos internacionalmente” (IAVE, 2021) e rever as políticas educativas, definindo novas metas de desempenho, ou seja, “cujos conteúdos e feitos só poderão ser entendíveis e ter significado se tiverem em conta a evolução dos processos e dos modos como são definidas e controladas as orientações, normas e ações que asseguram o funcionamento dos sistemas educativos” (Reis, 2013, p.115).</p><p><strong>Bibliografia</strong></p><p>OECD (2010, dezembro 06). Education: What do students know and what can they do? [Registo vídeo]. Disponível em: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://youtu.be/0D-JpL5fFgc">https://youtu.be/0D-JpL5fFgc</a></p><p>IAVE (2021). PISA: OCDE. Disponível em <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://iave.pt/estudo-internacional/pisa/">https://iave.pt/estudo-internacional/pisa/</a> [Consult. 17 de janeiro de 2021)</p><p>Reis, I. M. (2013). Governança e regulação da educação: perspetivas e conceitos. Educação, Sociedade &amp; Culturas, 39, 101-118.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-01-22 22:12:30 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>
O SISTEMA EDUCATIVO PORTUGUÊS
</title>
         <author>2202223_</author>
         <link>https://padlet.com/2202223_/portefoliodigital2023/wish/2857750923</link>
         <description><![CDATA[<p>O investimento mais eficaz e poderoso que uma nação pode realizar em prol do seu futuro é a Educação.</p><p>Portugal apesar de ainda se encontrar bastante atrás dos outros países tem tido uma evolução bastante positiva, como se pode ver no próximo gráfico que mostra, através de dados do INE, a evolução do nível de escolaridade da população ativa portuguesa (dos 15 aos 64 anos) entre 1998 e 2019. &nbsp;</p><p>Por outro lado, se quisermos comparar relativamente ao Sistema Educacional da Finlândia, reconhecido pelos resultados exemplares nos rankings mundiais e pelo domínio quase absoluto do ensino público, torna-se essencial alinhar as políticas públicas educativas do nosso país com as práticas desse .</p><p>Porém, Portugal nos últimos anos tem adotado diversas políticas públicas no setor da educação, procurando ir ao encontro daquilo que é visível como metodologia de sucesso noutros países. Mas o aparecimento destas, arrasta consigo a necessidade de monitorizar e avaliar a eficácia da sua implementação (diretrizes, objetivos e metas propostos). Só assim é&nbsp; possível saber se&nbsp; estamos no&nbsp; caminho certo.</p><p>Conforme salientado por Porto e Moreira (2017, p.13), "<em>se existem novas formas de viver, sentir e pensar, são precisas, também, novas formas de facilitar a aprendizagem</em>". A situação atual, marcada pelo encerramento “obrigatório” das escolas devido à situação pandémica trouxe consigo as resistências à Educação a Distância e à utilização de Ambientes Virtuais/Digitais, consideradas inadmissíveis por muitos.</p><p>Apesar da existência de um Plano de Transição Digital consequente do Plano de Educação Digital Europeu, continua a dúvida se será que o facto de se facilitarem recursos físicos, comos os kits informáticos distribuídos pelas MEC, será condição suficiente para garantir um processo ensino-aprendizagem à distância de qualidade. Contudo, o problema não reside apenas nas infraestruturas físicas, mas também numa necessidade urgente de capacitar os professores e alunos.</p><p>A necessidade de uma formação contínua é condição essencial para que os todos os envolvidos, dominem a criação e implementação de recursos pedagógicos digitais.</p><p>Apesar da existência de políticas educativas sólidas, a prática muitas vezes não reflete os princípios estabelecidos. Como salientado por Azevedo (2011, p.80), "<em>o que a lei diz não tem que ver com o que realmente se faz, os princípios decretados não são aplicáveis em muitas escolas</em>". A responsabilidade de efetuar essa transformação recai sobre cada um. Segundo Delors (1996, p.89), "<em>à educação cabe fornecer, de algum modo, os mapas de um mundo complexo e constantemente agitado e, ao mesmo tempo, a bússola que permita navegar através dele."</em> Nesse contexto, cabe a cada membro da comunidade educativa embarcar numa jornada de aprendizagem ao longo da vida, adquirindo não apenas conhecimento, mas também as competências necessárias para aprender a conhecer, a fazer, a ser e a viver em comunidade.</p><p>A mudança requer compromisso, atitude, perseverança e resiliência por parte de todos os envolvidos.</p><p>&nbsp;<strong>Referências Bibliográficas</strong></p><p>Azevedo, J. (2011). Liberdade e Política Pública de Educação: Ensaio sobre um novo compromisso social pela educação. Vila Nova de Gaia: Fundação Manuel Leão.</p><p>Delors, J. (1996). Learning: The Treasure Within. Report to UNESCO of the International Commission on Education for the Twenty-first Century. Paris: UNESCO.</p><p>Porto, C. &amp; Moreira, J. A. (Orgs.). (2017). Educação no ciberespaço: Novas configurações e conexões. Santo Tirso: Whitebooks.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-01-22 22:14:13 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>TRANSIÇÃO DIGITAL NA EDUCAÇÃO: UM CAMINHO SÓLIDO PARA A
APRENDIZAGEM AO LONGO DA VIDA</title>
         <author>2202223_</author>
         <link>https://padlet.com/2202223_/portefoliodigital2023/wish/2896036823</link>
         <description><![CDATA[<p>A Aprendizagem ao Longo da Vida (ALV), também conhecida como “Lifelong Learning”, caracteriza-se por uma estrutura flexível, que abrange áreas de educação formal, não formal e<br>informal.<br>Esta modalidade de aprendizagem pode ocorrer em qualquer momento, lugar e em qualquer etapa, desde o início até o fim da vida. Além de estar presente na educação e na formação, a ALV está presente nas interações familiares e comunitárias, no local de trabalho, nos meios de  comunicação<br>social, no sistema político e na participação da sociedade. Pode-se dizer que esta pode incluir experiências diversas, como aprender a conviver, aprender a aprender, aprender a fazer e aprender a ser, dentro e fora da instituição de ensino (DELORS, 1996).<br>Contudo, as inovações tecnológicas, as interfaces e os dispositivos digitais tornam-se cada vez mais dinâmicos e integrados nas atividades do dia a dia, num constante processo de transformação. Os recursos digitais transcenderam o ambiente de trabalho e tornaram-se parte integrante do lar e são essenciais para várias instituições. Segundo Cachioni et al. (2020), pode-se dizer que esta imersão digital requer competências digitais e pluralistas (e-skills) associadas à globalização e à aprendizagem ao longo da vida (WILLIS, 2006; GIL, 2015). Neste contexto, surge assim a inclusão digital, que incentiva a participação ativa e integrada de todos na sociedade, atuando como um antídoto para a solidão, o isolamento e para diversas formas de aprendizagem (PÁSCOA; GIL, 2015; HANSEN et al., 2019).<br>O conceito de transição digital é atual nas agendas políticas e tem carregado consigo, a implementação de estratégias diversificadas durante de décadas. No entanto, no que concerne às instituições educativas, a transformação digital traz novos desafios, como uma maior interação<br>entre os membros da comunidade educativa e a necessidade de adaptação aos interesses das escolas, dos professores e dos alunos (Samartinho &amp; Barradas, 2020).<br>A Educação, tem como missão contribuir para que cada indivíduo aprenda a conviver com os outros, a tornar-se um cidadão pleno de direitos e deveres, e a se tornar um membro ativo de uma comunidade (Azevedo, 2007).</p><p> <br><br><strong>Bibliografia:</strong></p><p>Azevedo, J. (2007). Aprendizagem ao longo da vida e regulação sociocomunitária da educação.&nbsp;Cadernos de Pedagogia Social, (1), 7-40.</p><p>Delors, J. (1996). Learning: the treasure within; report to UNESCO of the International Commission on Education for the Twenty-first Century (highlights)(chi).</p><p>Hansen, R. J., Talmage, C. A., Thaxton, S. P., &amp; Knopf, R. C. (2020). Enhancing older adult access to lifelong learning institutes through technology-based instruction: A brief report.&nbsp;Gerontology &amp; geriatrics education,&nbsp;41(3), 342-351.</p><p>Páscoa, G., &amp; Gil, H. (2015). As TIC como antídoto para a solidão e isolamento do cidadão sénior: uma plataforma essencial para alcançar o bem-estar mental e social.&nbsp;Sensos,&nbsp;5(2).</p><p>Samartinho, J., &amp; Barradas, C. (2020). A Transformação Digital e Tecnologias da Informação em tempo de Pandemia. Obtido de Revista da UI_IPSantarém – Unidade de Investigação do Instituto Politécnico de Santarém: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://revistas.rcaap.pt/uiips/article/download/21965/16213/85639">https://revistas.rcaap.pt/uiips/article/download/21965/16213/85639</a></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-02-26 14:20:48 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>TRANSIÇÃO DIGITAL NA EDUCAÇÃO: UM CAMINHO SÓLIDO PARA A</title>
         <author>2202223_</author>
         <link>https://padlet.com/2202223_/portefoliodigital2023/wish/2896039138</link>
         <description><![CDATA[<p>Apresentação do  trabalho final da Unidade Curricular.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-02-26 14:22:17 UTC</pubDate>
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