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      <title>Diário Juno (Psicologia da Aprendizagem) by Juno Borges</title>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2025-07-24 23:21:25 UTC</pubDate>
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         <title>Padlet Juno 🪻(apresentação)</title>
         <author>junobrgs</author>
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         <description><![CDATA[<p><br></p><p>Olá, me chamo Juno!</p><p>Tenho 23 anos</p><p>Sou uma pessoa não binária. (Pode se utilizar qualquer pronome)</p><p>Estou em processo de reopção de curso, cursei dois períodos de Letras-francês. Anteriormente já me experimentei na engenharia e eletrotécnica porém odiei. </p><p><br></p><p>Minha expectativa para a matéria, é ter contato com algo prático que me auxilie em meus estudos acadêmicos ao mesmo tempo em que possa ser aplicado no futuro de alguma forma dentro dessa área para a produção e absorção de conhecimento. A educação e seus processos é um tópico que me causa curiosidade. E sendo mais específico, penso sobre neurociência e processos de aprendizagem.</p><p><br></p><p><br></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-07-18 19:05:06 UTC</pubDate>
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         <title>Resumo da Aula 1 (Psicologia da aprendizagem)</title>
         <author>junobrgs</author>
         <link>https://padlet.com/junobrgs/6d3t2c3173983n0q/wish/3528153512</link>
         <description><![CDATA[<p>Pontos em comum que achei mais relevantes da pedagogia da autonomia de Paulo Freire com o artigo, contribuições da análise do comportamento à educação: um convite ao diálogo de Henklain e Carmo (2013).&nbsp;</p><p><br/></p><p>Pontos em comum:&nbsp;</p><ul><li><p>Crítica a metodologias de ensino antiquadas, arcaicas e punitivas;</p></li><li><p>O discente é visto como sujeito ativo dentro da própria aprendizagem;</p></li><li><p>A construção do conhecimento deve ocorrer em conjunto com o macro, respeitando o micro;</p></li><li><p>É exigida uma comunicação efetiva entre quem ensina e quem aprende;</p></li><li><p>Apontamentos para melhores condições de aprendizagem, na relação entre aluno e professor e na melhora do ambiente educacional;</p></li><li><p>Reconhecimento das contingentes falhas do sistema para, a partir delas, se construir uma educação futura melhor, em paralelo ao Freire, a crítica ao fatalismo e ao conformismo. É necessário ter esperança para fazer a mudança acontecer;</p></li><li><p>O aluno deve ser estimulado pelo ambiente e pelo professor à medida que responde ao ambiente.&nbsp;</p><p><br/></p></li></ul><p>Dentre os tópicos apontados, o tópico que achei mais relevante é o que trata das falhas do sistema. Pois, de acordo com Paulo Freire, para se ensinar é necessário ter a certeza de que tudo é possível, é necessário coragem para fazer os movimentos necessários que serão catalisadores da mudança. Paralelamente, no artigo de Henklain e Carmo, o debate educacional proporciona o entendimento dos processos que permitiram a produção de falhas e de acertos. Assim, pode-se chegar à conclusão de que, com trabalho de desconstrução de velhos paradigmas que regridem o desenvolvimento da aprendizagem, em conjunto com a construção de novos paradigmas estimulantes à aprendizagem, é possível mudar essa realidade.&nbsp;</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-07-24 23:25:56 UTC</pubDate>
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         <title>Psicogênese e educação</title>
         <author>junobrgs</author>
         <link>https://padlet.com/junobrgs/6d3t2c3173983n0q/wish/3538869080</link>
         <description><![CDATA[<p>Mapa mental (psicogênese e educação)</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-09 00:13:07 UTC</pubDate>
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         <title> A representação da linguagem e o processo de alfabetização/Resumo em tópicos.</title>
         <author>junobrgs</author>
         <link>https://padlet.com/junobrgs/6d3t2c3173983n0q/wish/3544566228</link>
         <description><![CDATA[<p><br></p><p>Resumo em tópicos: <strong>Ferreiro, E. (1985). A representação da linguagem e o processo de alfabetização. Cadernos De Pesquisa, (52), 7–17. Recuperado de </strong><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://publicacoes.fcc.org.br/cp/article/view/1357"><strong>https://publicacoes.fcc.org.br/cp/article/view/1357</strong></a></p><p><br></p><p><strong>1. Perspectiva central</strong></p><p><br></p><ul><li><p>Escrita como representação da linguagem<br><br></p></li><li><p>Criança como ser ativo no aprendizado<br><br></p></li><li><p>Desafio: enfrentamento do problema da alfabetização inicial</p></li></ul><p><br></p><p><strong>2. Escrita como Sistema de Representação</strong></p><ul><li><p>Dois enfoques:<br><br></p><ul><li><p>Representação da linguagem<br><br></p></li><li><p>Código de transcrição sonora<br><br></p></li></ul></li><li><p>Diferença:<br><br></p><ul><li><p>Representação e associação = exige criar elementos e relações<br><br></p></li><li><p>Codificação = usa representações já existentes<br><br></p></li></ul></li></ul><p><em>Consequências pedagógicas diferentes dependendo do método de alfabetização utilizado. <br><br></em></p><p><strong>3. Concepções das Crianças sobre a Escrita</strong></p><p><br/></p><ul><li><p>Produções espontâneas = documentos para entender a compreensão infantil<br><br></p></li><li><p>Três períodos de evolução:<br><br></p><ol><li><p>Distinção entre representação: desenho e escrita</p></li><li><p>Construção da diferenciação: formas e relações próprias da escrita</p></li><li><p>Fonética da escrita: relacionar escrita e som das palavras&nbsp;</p></li></ol></li></ul><p><br></p><p><strong>4. Concepções Docentes e Prática Pedagógica</strong></p><ul><li><p>Não há prática neutra = sempre baseada em concepção de aprendizado e objeto<br><br></p></li><li><p>Necessidade de considerar como as crianças pensam e resolvem problemas<br><br></p></li><li><p>Intervenção pedagógica deve partir da compreensão das concepções infantis<br><br></p></li></ul><p><strong>5. Conclusões</strong></p><ul><li><p>Reintroduzir escrita como sistema de representação<br><br></p></li><li><p>Valorizar a criança como agente ativo no processo<br><br></p></li><li><p>Analisar práticas de introdução à escrita<br><br></p></li><li><p>Revolução conceitual necessária na alfabetização<br><br></p></li></ul><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-15 17:34:43 UTC</pubDate>
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         <title>Resumo/ o papel do brinquedo no desenvolvimento em paralelo com Alice no país das maravilhas</title>
         <author>junobrgs</author>
         <link>https://padlet.com/junobrgs/6d3t2c3173983n0q/wish/3551761579</link>
         <description><![CDATA[<p>O texto aborda a conexão entre educação, crescimento e a importância dos brinquedos na formação infantil.  </p><p><br/></p><p><br/></p><p><strong>A Função do Brinquedo</strong></p><p><br/></p><p><em>O brinquedo vai além de ser uma fonte de diversão, ele também satisfaz as necessidades da criança. A criatividade se manifesta como uma atividade consciente durante a fase pré-escolar. O brinquedo possibilita que a criança experimente desejos que não são atendidos de imediato. A elaboração de cenários fictícios é fundamental para o crescimento da infância, atividade e sentido no Jogo infantil. O brinquedo ajuda a criança a desenvolver a capacidade de agir sem depender da sua impressão instantânea.</em></p><p><br/></p><p><em>A distinção entre significado e objeto se manifesta no ato de brincar, possibilitando a abstração do pensamento. A criança lida com significados que não estão ligados a objetos e atividades comuns. Por fim, o brinquedo desempenha um papel fundamental no crescimento das crianças, sendo a principal maneira de se engajarem em atividades na infância. O vínculo entre atividade e sentido muda à medida que a criança se desenvolve. O brinquedo estabelece um espaço de aprendizado avançado, possibilitando que a criança aja além de suas restrições. A criação do brinquedo representa transformações nas demandas e na percepção infantil.</em></p><p><br/></p><p><em>Em paralelo, na Obra Alice no país das maravilhas de Carroll. Vemos o mesmo movimento de símbolos, palavras e objetos que mudam de sentido, flores que falam, um gato que fala e desaparece, um chá que nunca termina, entre outros seres que fogem do que é considerado comum. Palavras e objetos mudam constantemente de sentido, para Alice, a lógica do mundo é instável e está sempre mudando. Dessa forma, pode-se dizer que a jornada de Alice, funciona como o brincar: uma sequência de experimentações para </em><strong><em>construir identidade, lógica própria e amadurecimento</em></strong><em>.</em></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-22 15:11:53 UTC</pubDate>
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         <title>Resumo e apontamento sobre o artigo: Dificuldades de Aprendizagem e Atendimento Psicológico</title>
         <author>junobrgs</author>
         <link>https://padlet.com/junobrgs/6d3t2c3173983n0q/wish/3558926698</link>
         <description><![CDATA[<p><em>As dificuldades de aprendizagem afetam o futuro escolar dos alunos, gerando reflexões sobre suas causas e consequências. O artigo defende que psicólogos escolares devem focar na compreensão das condições que geram essas dificuldades, em vez de apenas diagnosticar. A relação entre professor e aluno é crucial, e a análise deve considerar fatores sociais, culturais e emocionais. A intervenção da psicologia no ambiente escolar deve integrar a escola e a família, promovendo um entendimento mais amplo das dificuldades enfrentadas pelos alunos. Assim, compreendendo as variáveis que não se limitam às condições do diagnóstico. A escola e a sociedade devem desmistificar figura do psicólogo como "agente clínico" que vai lidar exclusivamente com situações que fogem da norma padrão, desconstruindo paradigmas feitos em cima de alunos que se desviam da visão do que é considerado comum, pela mesma. Dessa forma, prestando apoio adiantado em situações consideradas exclusivas ou excepcionais, não excluindo.</em></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-28 15:48:32 UTC</pubDate>
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