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      <title>Avaliação formativa enquanto aluno by EUN Partnership aisbl</title>
      <link>https://padlet.com/eunacademy/6cn4ef37nh0m</link>
      <description>O que recorda sobre avaliação da altura em que era aluno? É diferente do que se faz hoje? Era avaliação formativa, sumativa, ou ambas?</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2018-11-02 14:18:55 UTC</pubDate>
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         <title>Helena Brites</title>
         <author>lenapedrobrites</author>
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         <description><![CDATA[<div>Da altura em que era aluna recordo que ao inicio a avaliação era apenas sumativa, ou seja, era muito concentrada nos testes e tudo girava à volta disso.<br>Mais para o fim a avaliação já era ambas (formativa e sumativa). Lembro-me que comecei a ter outro interesse pelas aulas quando a avaliação formativa começou a ser introduzida. </div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-20 11:05:46 UTC</pubDate>
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         <title>Ana Rita Pinheiro</title>
         <author>AnaRitaPinheiro</author>
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         <description><![CDATA[<div>Não deixei de ser aluna à muito tempo e por isso já experimentei ser avaliada através do feedback e assim considero uma excelente forma de avaliar os alunos individualmente e em grande grupo. (avaliação formativa)<br>Há sempre os professores que apenas avaliam através de testes (avaliação sumativa) e  não querem saber o que o aluno efetivamente aprendeu. Porque como aluno simplesmente decorava para o teste e esquecia na hora seguinte porque a matéria não fazia parte das aprendizagens significativas naquele momento da vida.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-20 12:10:01 UTC</pubDate>
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         <title>Paulo Pacheco</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Há muitos anos que deixei de ser aluno, em contextos semelhantes aos que tenho nesta altura, como docente. De facto, a avaliação era apenas sumativa, pois os resultados obtidos no final de cada período, não eram mais do que as médias aritméticas, obtidas nos testes de avaliação (sumativos). Esta avaliação deixou de ser exclusivamente sumativa, apenas quando comecei a lecionar, para além de outros contextos de ensino, em que voltei a ser formalmente e novamente, aluno de outros ciclos de ensino.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-20 14:00:33 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[.]]></description>
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         <pubDate>2018-11-20 14:09:28 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[.]]></description>
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         <pubDate>2018-11-20 14:09:35 UTC</pubDate>
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         <title>Liliana Eira</title>
         <author>liliana_eira</author>
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         <description><![CDATA[<div>Do que me recordo dos tempos de estudante, a avaliação era sumativa apenas. Efetivamente, era tudo bastante semelhante ao que ainda hoje se faz. Aulas expositivas, fichas de trabalho, trabalhos de casa e um teste sumativo no fim. A nota era a média dos teste. </div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-20 14:46:13 UTC</pubDate>
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         <title>Eunice Lopes</title>
         <author>lopeseunice42</author>
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         <description><![CDATA[<div>Da minha avaliação enquanto estudante recordo essencialmente práticas de avaliação sumativa, em que a nota final se resumia à média aritmética dos testes. No ensino superior (na década de 90) já tive o privilégio de encontrar alguns (poucos) docentes que inovavam nas estratégias  e formas de avaliação que utilizavam, recorrendo a algumas ferramentas de avaliação formativa, porém o peso das "avaliações formais" ainda era muitíssimo elevado.<br><br>Eunice Lopes</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-20 15:57:18 UTC</pubDate>
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         <title>Maria Isabel Costa</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Durante todo o meu percurso como estudante, a avaliação que recordo até ao fim do secundário era sumativa e, de algum modo, constante. Postura, chamadas ao quadro, avaliação do caderno, testes, trabalhos. Na faculdade, éramos mesmo avaliados pela forma como avaliávamos o trabalho dos colegas mas, nas aulas práticas, durante o desenvolvimento dos projetos, os professores iam comentando o desenrolar do trabalho de uma forma a que podemos chamar formativa.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-20 17:37:14 UTC</pubDate>
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         <title>Carlos Sousa ... eo tempore !</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Estudava numa Escola elitista e instrutora. Poucos dos seus amigos estudavam no liceu. A avaliação era apenas sumativa. O professor estava uma hora a falar, num patamar superior e os alunos em carteiras individuais ouviam atentamente o professor, muitas vezes na função de escrivas. Azar dos azares era a altura das perguntas para o lugar ou no quadro. Uma “tortura”! Portanto, havia um “sacerdote” que pregava a boa nova, num altar (não esquecer a existência do crucifixo na sala de aula), e a homília durava uma hora, na presença de 30 crentes. A Bíblia era o livro único da disciplina. Para terminar tocava o sino, vulgo campainha e lá saímos para quinze minutos de descanso merecido.<br><br>Carlos Sousa</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-20 20:51:04 UTC</pubDate>
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         <title>Eugenio Henrique</title>
         <author>eugeniohenrique</author>
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         <description><![CDATA[<div>Naquele tempo...<br>A avaliação a que fui sujeito era unicamente sumativa. As notas dos testes eram a referência. Feita a média, sabíamos a nota.<br>Não tenho nenhuma referência, nem memória de algum professor que tivesse em conta a avaliação formativa, pelo contrário, o ensino baseava-se unicamente na transmissão de saberes de forma expositiva. A distânica e a elevação, no estrado, definia bem a diferença de papeis. A figura do professor rígido, indisponível para grandes esclarecimentos e afetos, era frequentemente entendida da seguinte forma: quanto mais duro mais respeito lhe temos. Interessava, à época, que a seleção fosse o paradigma e, por isso, nada melhor do que exacerbar este comportamento ditatorial.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-20 20:58:28 UTC</pubDate>
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         <title>Patrícia Santos</title>
         <author>pbsantos</author>
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         <description><![CDATA[<div>Na minha escola primária ( ainda era primária) o professor fazia somente avaliação sumativa, mas lembro-me dele a circular pela sala e enviar trabalhos de casa individuais, de acordo com as dificuldades de cada um. assim sendo penso que já havia algum cuidado por parte dele em nos avaliar no dia a dia, de modo a acompanhar a nossa evolução. No níveis seguintes, já só me lembro dos "testes" e relatórios das actividades experimentais; fazia-se a média.... e pronto... saía a nota.<br><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-20 22:32:24 UTC</pubDate>
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         <title>Eva Figueiredo</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>No meu tempo, a avaliação mais utilizada era a sumativa. Basicamente era uma média ponderada das fichas de avaliação de cada período. Pontualmente havia algum professor que  complementava esta avaliação com algum trabalho ou relatório prático, mas era raro.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-21 09:25:44 UTC</pubDate>
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         <title>Paulo Carvalho</title>
         <author>paulojeronimo</author>
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         <description><![CDATA[<div>In illo tempore...<br>a avaliação era essencialmente sumativa, embora no 1º ciclo reconheça que tinha uma grande dimensão formativa e, olhando para trás, bastante adaptada ao contexto de cada aluno.<br>Curiosamente, à medida que progredia nos níveis de ensino, mais predominante, senão exclusiva, se foi tornando a dimensão sumativa.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-21 20:58:56 UTC</pubDate>
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         <title>Ana Belo</title>
         <author>anabelo_belo</author>
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         <description><![CDATA[<div>Na altura em que era aluna a avaliação era meramente sumativa. Resultava da média aritmética de uns quantos testes formatados para um determinado ano de escolaridade, independentemente das características dos alunos para os quais se destinavam.  O trabalho do professor e do aluno tinha como foco os testes.<br>As aulas eram, na sua maioria expositoras  e a aprendizagem era feita essencialmente através da memorização! <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-21 21:42:45 UTC</pubDate>
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         <title>Sofia Romão</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Enquanto aluna, a avaliação a que sempre fui sujeita foi a sumativa. Na verdade, apenas os testes pesavam na avaliação dos professores e deles dependia, única e exclusivamente, a classificação de final de período. <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-21 21:47:49 UTC</pubDate>
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         <title>Marta Loureiro</title>
         <author>martascloureiro</author>
         <link>https://padlet.com/eunacademy/6cn4ef37nh0m/wish/306866959</link>
         <description><![CDATA[<div>Enquanto aluna recordo a avaliação sumativa sempre presente: testes, testes e mais testes com médias e uma grelha de avaliação. Após cálculos a nota que era atribuída resultava de  uma média dos vários testes. Caso a atitude em aula fosse exemplar talvez conseguissemos uma melhoria na avaliação atribuída. Aulas centradas no professor. Recordo uma professora da minha área disciplinar que me marcou imenso: fui chamada ao quadro (como diariamente acontecia a algum aluno que tinha essa "sorte"): cometi um erro matemática que até hoje recordo. Comento muitas vezes em aula, com os meus alunos, a minha experiência de forma a conduzir a uma desmistificação do que é "errar". Serve para aprender e melhorar a nossa forma de pensar.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-21 23:12:40 UTC</pubDate>
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         <title>Avaliação</title>
         <author>vitorjjribeiro</author>
         <link>https://padlet.com/eunacademy/6cn4ef37nh0m/wish/307002204</link>
         <description><![CDATA[<div>No meu tempo, havia uma predominância da avaliação sumativa como único método de avaliação. Apenas os professores mais novos utilizavam métodos de avaliação formativa, apesar de terem pouco ou nenhum reflexo na avaliação final, mas um grande reflexo nas aprendizagens obtidas. Tive uma professora que fazia um processo de feedback constante, ensinando-nos a perceber através dos nossos erros. Curiosamente, ainda hoje me lembro de algumas das frases que proferia e utilizo-as muitas vezes nas minhas aulas.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-22 12:06:39 UTC</pubDate>
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         <title>Ana Rodrigues</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/eunacademy/6cn4ef37nh0m/wish/307042960</link>
         <description><![CDATA[<div>Enquanto aluna, a avaliação era, essencialmente, sumativa.  Era a média das classificações obtidas nos testes. Por vezes, alguns professores completavam essa avaliação com algum trabalho extra ( pesquisa, relatório, trabalho de grupo...). Apesar disso, tenho boas recordações desse tempo.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-22 14:39:59 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Eva Pires</title>
         <author>evapires</author>
         <link>https://padlet.com/eunacademy/6cn4ef37nh0m/wish/307044332</link>
         <description><![CDATA[<div>Até à conclusão do ensino secundário, não tenho memória de existir avaliação que não fosse sumativa. A nota no final do período resultava da média aritmética destes testes. Durante a licenciatura, não foi muito diferente. Existia aqui e ali uma ou outra atividade mais prática e mais próxima da avaliação formativa, mas sem grande expressão no resultado no final do semestre. As notas eram atribuídas em função dos resultados das "frequências". Muitas vezes não compreendíamos os resultados e não tínhamos abertura para procurar explicações. <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-22 14:45:37 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Ana C.J.Oliveira</title>
         <author>anacrisjoliveira</author>
         <link>https://padlet.com/eunacademy/6cn4ef37nh0m/wish/307047179</link>
         <description><![CDATA[<div>No meu tempo de estudante, a avaliação era sumativa. Fazíamos dois testes e a nota de final de período era a média aritmética dos mesmos. Lembro-me que na disciplina de História tínhamos uma "chamada" oral onde apresentávamos a definição de um conceito dado pelo professor. Na Universidade, a avaliação continuou nos mesmos moldes. Para além dos exames escritos, passámos, nas cadeiras de Francês dadas por docentes estrangeiros, a realizar uma avaliação da componente oral. Se contava para a nota final, desconheço!</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-22 14:56:00 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Ana Paula Carlão </title>
         <author>paulacarlao</author>
         <link>https://padlet.com/eunacademy/6cn4ef37nh0m/wish/307064967</link>
         <description><![CDATA[<div>No meu tempo, tal como a maioria dos colegas referiu neste espaço, a avaliação era exclusivamente sumativa. Havia os testes, eventualmente uns relatórios e os tradicionais trabalhos de grupo, dos quais resultavam as tão características "cartolinas", para afixar na sala de aula e ,depois, tudo isto fazia uma média e era atribuída a respetiva nota final.Apesar de dar a ideia de que era uma coisa medonha, havia  da parte dos alunos de então outra atitude que, me parece, começa a faltar nos nossos alunos que é uma coisa chamada : esforço!  ... :)<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-22 16:06:54 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Dinis Saraiva</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/eunacademy/6cn4ef37nh0m/wish/307121985</link>
         <description><![CDATA[<div>Quando era aluno a avaliação era essencialmente sumativa com base nos testes e respetivas médias. O professor era o detentor do conhecimento e a sua principal preocupação era lecionar / debitar esse conhecimento/ essa matéria. No entanto, havia professores que se preocupavam com o impacto dessa matéria junto dos alunos, quando questionavam, oralmente ou por escrito, permitindo-lhe fazer o feedback dessa aprendizagem, evidenciando assim, alguns momentos de avaliação formativa. Mas sem dúvida estávamos perante uma metodologia de ensino tradicional, expositiva, centrada no professor, cujo papel era bastante diferente daquela que esta formação preconiza sobre a avaliação formativa e que, na minha perspetiva, o ensino em Portugal está muito afastado dessa realidade.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-22 21:41:00 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title></title>
         <author>78palves</author>
         <link>https://padlet.com/eunacademy/6cn4ef37nh0m/wish/307231423</link>
         <description><![CDATA[<div>Há muito, muito tempo... enquanto aluna, a minha avaliação foi maioritariamente sumativa. Testes, participação e tpc. No final, média. No entanto, já alguns professores procuravam algumas atividades entre testes, que permitiam aferir se estavamos ou não a acompanhar as matérias.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-23 10:53:33 UTC</pubDate>
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         <title>Paulo Azevedo</title>
         <author>paulojorgeazevedo</author>
         <link>https://padlet.com/eunacademy/6cn4ef37nh0m/wish/307385405</link>
         <description><![CDATA[<div>A avaliação era predominantemente sumativa.<br>Aulas expositivas, alunos atentos e a realizar as tarefas definidas após a exposição.<br>Na escola primária, recebi um "feedback" muito negativo, para não lhe chamar outra coisa, por me ter enganado na tabuada. <br>O verdadeiro prazer em aprender apareceu bem mais tarde.<br>Nos níveis de ensino seguintes,<br>apenas nas disciplinas mais práticas havia uma maior proximidade dos professores e algum feedback construtivo.<br>Lembro-me que nas aulas de Francês do ensino secundário, a professora falava imenso com os alunos que dominavam a língua. Os restantes ficavam fora do processo, eu incluído.<br>Esta, foi uma excelente aprendizagem, sobre o que não fazer.  </div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-24 11:39:13 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>No meu tempo....</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/eunacademy/6cn4ef37nh0m/wish/307390883</link>
         <description><![CDATA[<div>(Paulo Pinto)<br><br>Na verdade, tal como relatam os testemunhos da maioria dos Colegas, também no "meu tempo" a avaliação era de cariz quase exclusivamente sumativa, em linha com as práticas essencialmente expositivas que eram prática geral dessa época.<br><br>No entanto,  não se pense que a avaliação formativa, que ultimamente tem estado muito "na baila" (veja-se a razão pela qual todos estamos aqui...), equivale à invenção da roda, como muita gente quer fazer crer.<br><br>Há mais de 30 anos, enquanto aluno, no 3º ano da Faculdade, tive um professor (por sinal alemão)  que nos chocou com práticas  verdadeiramente revolucionárias, à época: <br><br>Dizia-nos o que pretendia que aprendêssemos, os conteúdos a abordar, enchia-nos as mesas da sala de aula com materiais onde deveríamos pesquisar o que necessitássemos e a partir daí devíamos construirmos nós próprios a nossa aprendizagem.<br><br>A verdade é que não funcionou muito bem. Por culpa nossa? Talvez fôssemos imaturos (jovens de vinte anos).<br>Não estávamos habituados à "avaliação formativa", afinal, era uma novidade absoluta.<br>A questão é que, enquanto aluno, senti (e não fui o único da turma) que aprendi menos e se gastou muito mais tempo do que com as tradicionais aulas, ditas "expositivas".<br><br>Enfim, culpado enquanto aluno e agora culpado enquanto Professor. Triste sina, carregar a culpa toda a vida...<br><br>A questão é que agora parece que tudo o que estava para trás está errado, que é crime "expor" o que quer que seja nas aulas e que as técnicas/estratégias "revolucionárias" da avaliação formativa vão, por magia, fazer com que todos os alunos, sem exceção, aprendam mais.<br>E, maravilha das maravilhas, sem se esforçarem...<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-24 12:44:42 UTC</pubDate>
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         <title>Paula Sousa</title>
         <author>ganapita</author>
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         <description><![CDATA[<div>Após ter lido os comentários dos colegas chego a uma conclusão: somos todos da mesma leva.<br>Comigo aconteceu exatamente o mesmo. Enquanto estudante lembro-me de dois tipos de avaliação: a sumativa, sempre presente mais concretamente  através dos testes de avaliação e a diagnóstica sempre que se introduzia um tema. <br>Hoje creio que continua a haver uma predominância na avaliação sumativa, fruto da necessidade de mostrar instrumentos de avaliação que possam não colocar em causa a avaliação do professor. Isto torna a aprendizagem muito mais espartilhada com o "deu a matéria, faz teste, corrige teste, avança para outra matéria" independentemente se os alunos aprenderam ou não. Como inverter esta situação? Bom, parece-me que vamos aprender a trabalhar de forma diferente com este curso.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-24 14:49:23 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author>ganapita</author>
         <link>https://padlet.com/eunacademy/6cn4ef37nh0m/wish/307403642</link>
         <description><![CDATA[Dinis Saraiva
Quando era aluno a avaliação era essencialmente sumativa com base nos testes e respetivas médias. O professor era o detentor do conhecimento e a sua principal preocupação era lecionar / debitar esse conhecimento/ essa matéria. No entanto, havia professores que se preocupavam com o impacto dessa matéria junto dos alunos, quando questionavam, oralmente ou por escrito, permitindo-lhe fazer o feedback dessa aprendizagem, evidenciando assim, alguns momentos de avaliação formativa. Mas sem dúvida estávamos perante uma metodologia de ensino tradicional, expositiva, centrada no professor, cujo papel era bastante diferente daquela que esta formação preconiza sobre a avaliação formativa e que, na minha perspetiva, o ensino em Portugal está muito afastado dessa realidade.]]></description>
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         <pubDate>2018-11-24 15:03:15 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Adriana Miranda </title>
         <author>adrianammirandas</author>
         <link>https://padlet.com/eunacademy/6cn4ef37nh0m/wish/307431498</link>
         <description><![CDATA[<div>Verifico hoje, enquanto estagiária, que a avaliação formativa é a mais usada em sala de aula, o que não acontecia anteriormente (no meu tempo). Estamos a falar de há 10 anos atrás, a avaliação predominante era a sumativa. Os conteúdos das várias disciplinas também são muito diferentes dos de hoje. Lembro-me que a avaliação diagnóstica era realizada no início do ano letivo e depois tínhamos os testes no final do mês/ no final de cada período. Por norma, a avaliação do aluno concentrava-se mais em dois testes por disciplina e era cerca de 80% da avaliação final.<br>Porém, o que hoje vejo em sala de aula é completamente diferente. <br> </div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-24 20:06:23 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Anabela Pato</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/eunacademy/6cn4ef37nh0m/wish/307545372</link>
         <description><![CDATA[<div>Tal como li nos comentários da maioria, também eu estive sujeita a uma avaliação quase exclusivamente sumativa. Eram feitos testes ao longo do ano/período e no final era feita a média. Na altura também não me recordo de os professores nos darem a conhecer os critérios de avaliação. <br>Embora hoje a prevalência da avaliação formativa não seja ainda a desejável, já ocorre com mais frequência do que quando estudava.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-25 18:37:48 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Manuela Sousa</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/eunacademy/6cn4ef37nh0m/wish/307557679</link>
         <description><![CDATA[<div>Quando eu era pequenina, no colégio de freiras, as irmãs ponham as melhores alunas a ensinar as outras. Não era um trabalho colaborativo… e tínhamos as provas.<br>Mais tarde lembro-me de trabalhar em grupo em determinadas disciplinas e de se corrigir fichas de trabalho. Claro que se faziam testes e havia os exames!<br>No meu ano de estágio, 1986/87, já tínhamos de promover a aprendizagem pela descoberta, organizar o espaço de acordo com o tipo de aula prevista, estimular a cooperação entre todos os alunos da turma e praticar avaliação formativa - criar espaços na aula que proporcionassem um feedback do ensino, reformular objetivos e estratégias sempre que necessário, clarificar com os alunos os objetivos de ensino aprendizagem, …<br><br>Descobri os documentos em arrumações, estive a ler e concluo:afinal nada de novo!</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-25 20:11:13 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Eduardo Cunha</title>
         <author>eduardoluiscunha</author>
         <link>https://padlet.com/eunacademy/6cn4ef37nh0m/wish/307580138</link>
         <description><![CDATA[<div>A minha experiência, enquanto aluno, não é muito diferente das relatadas. Predomina a sumativa, sem dúvida. Na Universidade, curiosamente, a partir do 2.º ano, é onde encontro uma maior proximidade entre alunos e professores, havendo maior feedback das aprendizagens, nomeadamente nas aulas de campo e nas práticas.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-25 23:05:13 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Luís Veloso</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/eunacademy/6cn4ef37nh0m/wish/307594456</link>
         <description><![CDATA[<div>Sou da geração de 70.<br>Predominava a avaliação sumativa. Formativa apenas nas disciplinas de carácter prático. Não me parece diferente do que se faz hoje. Qualquer uma delas cumpriu com o seu propósito ou não chegaria aqui. Ambas são importantes, embora concorde que a avaliação formativa seja a mais adequada e garanta uma maior taxa de sucesso.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-26 01:06:30 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Lília Afonso</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/eunacademy/6cn4ef37nh0m/wish/307753413</link>
         <description><![CDATA[<div>Apesar de a nota final ser o reflexo da média aritmética dos testes e ditar a aprovação ou reprovação dos alunos,  recordo-me de momentos em que era feita avaliação nas aprendizagens. Lembro-me das aulas de Português, já no secundário, em que, semanalmente, tínhamos de desenvolver o tema lançado pelo professor e apresentar o trabalho à turma. A avaliação era feita não só pelo professor mas também pelos colegas. No 10º ano, nas aulas de Inglês debatíamos temas como "Generation gap" ou "Industrial Revolution", com a sala de aula disposta em U. Do 1º ciclo tenho memória de sábados (que não eram dia de escola mas que todos cumpriam) dedicados a cuidar do jardim que rodeava a escola. Relativamente à participação na aula, lembro-me de ser incentivada, não apenas a vertente da oralidade mas também a participação nas atividades experimentais.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-26 13:35:39 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Teresa Rodrigues</title>
         <author>teresaferreira</author>
         <link>https://padlet.com/eunacademy/6cn4ef37nh0m/wish/307890078</link>
         <description><![CDATA[<div>Da minha experiência enquanto aluna, a avaliação era sobretudo sumativa. A minha preocupação era estudar para os testes e a média dos mesmos. Infelizmente devo admitir que não é muito diferente do que acontece, ainda hoje, para muitos alunos e culturalmente a preocupação das famílias continua também a ser a mesma: a nota dos testes e respetiva média. Há muito trabalho a fazer para mudar este paradigma e parece-me fundamental fazer perceber a diferença entre avaliação interna e avaliação externa.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-26 16:57:49 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Irene Baptista</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/eunacademy/6cn4ef37nh0m/wish/308018729</link>
         <description><![CDATA[<div>Once upon a time...<br>Década de 60, início dos anos 70! A avaliação era eminentemente sumativa. Estudar, estudar, estudar! Para os testes, para as chamadas orais, para se alcançar média para a dispensa dos exames - do 2º ano, do 5º ano, do 7º ano. Na faculdade (final dos anos 70), eram os testes/frequências e, em algumas cadeiras, os trabalhos orais e escritos que "ditavam" o resultado final.Todavia, ainda lembro alguns, ótimos professores, que determinaram as minhas escolhas, que procuravam dar algum feedback das nossas aprendizagens.<br>Desde então, como professora, tem sido tanta a aprendizagem e tão longo, e por vezes nada fácil o caminho percorrido!</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-26 20:42:20 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Olga Basto</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/eunacademy/6cn4ef37nh0m/wish/308874458</link>
         <description><![CDATA[<div>Sou do tempo em que a distância entre professores e alunos era marcada pela elevação do estrado, onde o professor se mantinha durante toda a aula, sem se aproximar dos alunos, sem descer ao nível dos alunos e deambular pela sala. No seu trono, debitava a matéria e nós ouvíamos sem o interromper. Quando escreviam no quadro copiávamos. Nós em fila, cada um na sua carteira ouvíamos e copiávamos. Havia os testes e as chamadas orais que me deixavam completamente nervosa. Havia pouca interacção entre professor e alunos, logo era impossível a avaliação formativa. Toda a avaliação tinha uma nota. Nas chamadas orais tínhamos direito à nota imediatamente: um menos na caderneta ou um mais. Mas havia uma disciplina diferente, era Educação Visual. Aí havia mais interacção, a professora passava perto de nós para ver os trabalhos e comentar algumas coisas, corrigir o traço dizer para continuarmos ou para voltarmos ao princípio. Nessas aulas pode-se dizer que havia um esboço de avaliação formativa. Mas depois era o teste. Eu decorava os estilos e as construções geométricas e era boa nisso. Além de tudo isto não podíamos falar muito, dar a nossa opinião porque ainda estávamos na ditadura. Quando se deu o 25 de abril foi a libertação. Na minha escola no 3º período não houve mais aulas silenciosas. Os alunos questionaram tudo. A opressão e autoritarismo dos professores, as suas avaliações, quase tudo. Foi um ano revolucionário e não houve notas para ninguém, nem exames. Passagem administrativa. Eu tinha apenas 15 nos, não fiz os examos do 5ºano (atual 3º ciclo) e passei para o ensino secundário. Depois desta breve revolução, passado pouco tempo tudo voltou ao que era e até terminar a licenciatura em matemática não me recordo de mais nenhuma inovação. O modelo foi sempre a nota dos testes correspondente à nota final.  </div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-28 16:18:44 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Paulo Alves</title>
         <author>pjfalves</author>
         <link>https://padlet.com/eunacademy/6cn4ef37nh0m/wish/309080536</link>
         <description><![CDATA[<div>Tenho boas recordações do meu tempo de estudante. Os três últimos anos do secundário pautaram-se por um bom relacionamento entre alunos e professores da área específica, neste caso Área E (Artes). A nossa avaliação sempre foi muito sobre trabalhos práticos. O feedback era, já nessa altura (mais concretamente no 12º ano em 1996/1997), prática comum do Professor Aníbal Cravo (Geometria Descritiva). Apesar de haver Professores que se limitavam à avaliação sumativa, nua e crua, outros seguiam caminhos diferentes. É desses que ainda hoje falo. É desses que ainda hoje com quem falo. </div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-28 22:49:20 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Conceição Tomé</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>No meu tempo de estudante, fui sujeita apenas à avaliação sumativa. A média dos testes ditava a classificação final.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-30 13:07:50 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Célia Marques</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/eunacademy/6cn4ef37nh0m/wish/309997131</link>
         <description><![CDATA[<div>Na altura em que era aluna recordo que a avaliação era essencialmente a média dos testes. Havia alguns professores que pediam trabalhos de grupo e outros (poucos) em que era realizada avaliação oral. Havia trabalhos de casa mas raramente feedback acerca dos mesmos. Era uma avaliação essencialmente sumativa com algumas exceções em que havia pontualmente avaliação formativa.<br>Hoje... vejo salas iguais... vejo mais  salas "formativas"...</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-30 21:55:20 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Jéssica Henriques</title>
         <author>jessicatomas96</author>
         <link>https://padlet.com/eunacademy/6cn4ef37nh0m/wish/310233300</link>
         <description><![CDATA[<div>Sou aluna de Mestrado em 1ºCEB e 2ºCEB de Português e  HGP e posso afirmar que a avaliação modificou-se bastante ao longo dos anos. Desde a primária até há secundária a minha avaliação baseava-se na média dos testes de avaliação, trabalhos escritos e participação. Agora, na faculdade, os métodos de avaliação baseiam-se mais em realização de trabalhos teórico-práticos.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-02 22:50:29 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Cristina Chau</title>
         <author>cchau2</author>
         <link>https://padlet.com/eunacademy/6cn4ef37nh0m/wish/311153071</link>
         <description><![CDATA[<div>A avaliação, enquanto aluna do Básico foi sempre sumativa mas no secundário mudou um pouco, dependendo dos professores. Ainda recordo algumas aulas que eram incríveis, dinâmicas, mas a avaliação acabava por incidir apenas nos teste. Durante a licenciatura, foi sumativa e formativa. Com o passar dos anos houve algum progresso, mas verifico que atualmente ainda se faz muito a média dos testes, ao atribuir a avaliação aos alunos. </div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-04 21:35:38 UTC</pubDate>
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