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      <title>Literatura Infanto-Juvenil by Francisca Oliveira</title>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2024-10-07 16:29:16 UTC</pubDate>
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         <title>Quando tudo começou...</title>
         <author>francisca2005oliveira</author>
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         <description><![CDATA[<p>O primeiro livro que mais me marcou foi um livro de fábulas, repleto de histórias que, a cada página, transportavam-me para mundos diferentes. Todas as noites, antes de dormir, a minha mãe sentava-se ao meu lado e lia-me uma nova fábula. Era o nosso momento especial. As vozes que ela dava às personagens, o suspense que criava nas pausas e até a forma como acariciava o livro ao virar as páginas, tudo tornava aquelas histórias mágicas. Foi assim que aprendi as primeiras lições sobre coragem, bondade e amizade, e, acima de tudo, descobri o poder que uma boa história tem de nos levar a outros lugares.</p><p>E como se costuma dizer, "O primeiro amor nunca se esquece", por isso nunca irei esquecer estes momentos de cumplicidade e harmonia.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-16 17:30:26 UTC</pubDate>
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         <author>francisca2005oliveira</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2024-11-16 17:34:38 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>francisca2005oliveira</author>
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         <description><![CDATA[<p>Todos nós conhecemos a tradicional história da Capuchinho Vermelho que é enviada pela mãe para levar comida à sua avó que está doente e que vive no meio da floresta. No caminho, encontra um lobo, que a engana e chega primeiro à casa da avó. Devora-a, disfarça-se com as roupas dela e tenta enganar a Capuchinho. Quando ele revela as suas intenções e tenta comê-la, um lenhador aparece, salva a Capuchinho e resgata a avó da barriga do lobo.</p><p><br/></p><p>Porém, existe outra versão da história. A original, de Charles Perrault. </p><p>A principal diferença entre a versão de Charles Perrault e a típica história de Capuchinho Vermelho, que geralmente está associada à versão dos Irmão Grimm, está no final da narrativa e na moralidade. </p><ol><li><p><strong>Final Trágico vs. Final Feliz:</strong></p><ul><li><p>Na versão de Perrault, Capuchinho Vermelho e a avó são devoradas pelo lobo, e a história termina aí. Não são salvas por um lenhador ou qualquer outro personagem.</p></li><li><p>Na típica história, a Capuchinho e a avó são salvas por um lenhador resultando num final feliz.</p></li></ul></li><li><p><strong>Tom Moralista:</strong></p><ul><li><p>Perrault escreve a história como um alerta explícito, com uma moral no final: ele compara o lobo a predadores humanos (especialmente homens mal-intencionados), avisando as meninas, em especial as aias, para não confiarem em "estranhos".</p></li><li><p>Na versão popular, o conto é mais leve e didático, ensinando a importância de seguir os conselhos dos pais e não se desviar do caminho, mas sem um tom tão sombrio.</p></li></ul></li><li><p><strong>Personagem do Lenhador:</strong></p><ul><li><p>A figura do lenhador, que salva a Capuchinho e a avó, é ausente na versão de Perrault. Foi introduzido posteriormente, provavelmente pelos Irmãos Grimm, para suavizar a história e dar um desfecho heroico.</p></li></ul></li><li><p><strong>Enfoque no Diálogo com o Lobo:</strong></p><ul><li><p>O famoso diálogo (“Que olhos grandes tens!”) está presente em ambas as versões, mas em Perrault, ele leva diretamente à tragédia, enquanto na versão típica é seguido por um resgate que reverte a ameaça do lobo.</p></li></ul></li></ol><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-16 17:34:48 UTC</pubDate>
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         <author>francisca2005oliveira</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2024-11-16 17:35:32 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>francisca2005oliveira</author>
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         <description><![CDATA[<p>Cinderela é uma jovem bondosa que vive com a sua madrasta cruel e as suas duas meias-irmãs, que a tratam como empregada após a morte do seu pai. Apesar do tratamento injusto, Cinderela mantém a sua bondade e sonha com uma vida melhor.</p><p>Um dia, é anunciado um grande baile no palácio, no qual o príncipe escolherá a sua futura noiva. Cinderela deseja ir, mas a sua madrasta impede-a, deixando-a em casa. Porém, uma fada madrinha aparece e, com sua magia, transforma abóboras em carruagens, ratos em cavalos e dá à Cinderela um lindo vestido com sapatos de cristal. Sendo que todo este encanto termina à meia-noite.</p><p>No baile, o príncipe apaixona-se por Cinderela, mas ela foge às pressas quando o relógio começa a bater as doze badaladas, deixando para trás um dos sapatos de cristal. O príncipe, decidido a encontrá-la, usa o sapato para procurar a sua dona em todo o reino.</p><p>Quando chega à casa de Cinderela, as meias-irmãs tentam enganar o príncipe, mas o sapato não lhes serve. Cinderela, com a ajuda de seus amigos animais, consegue experimentar o sapato, que encaixa perfeitamente.</p><p>O príncipe reconhece Cinderela como sua amada e casam-se, vivendo felizes para sempre.</p><p><br/></p><p>Contudo, existem, também, duas grandes versões. A de Charles Perrault e a dos Irmãos Grimm, que se diferenciam em alguns detalhes, tom e moralidade. </p><p><br/></p><p><strong>Versão de Charles Perrault (1697)</strong></p><ul><li><p>Perrault é o autor de uma das versões mais conhecidas e românticas de <em>Cinderela</em>, intitulada <em>Cendrillon, ou La Petite Pantoufle de Verre</em> (<em>Cinderela, ou o Pequeno Sapato de Vidro</em>).</p></li><li><p><strong>Enredo Principal:</strong><br>A trama segue o formato típico: Cinderela vive com a madrasta e as meias-irmãs, que a maltratam. Com a ajuda da sua fada madrinha ela vai ao baile com um vestido magnífico e uns sapatos de cristal, conquista o príncipe e foge à meia-noite, deixando um dos sapatos para trás. O príncipe usa esse sapato para encontrá-la, e eles vivem felizes para sempre.</p></li><li><p><strong>Elementos Mágicos:</strong><br>Perrault introduziu a fada madrinha e a carruagem feita de abóbora, elementos que se tornaram centrais na versão clássica.</p></li><li><p><strong>Moral:</strong><br>Perrault inclui uma lição explícita no final, enfatizando a importância da bondade, mas também destacando que charme e boa aparência podem ajudar na vida.</p><p><br/></p></li></ul><p><strong>Versão dos Irmãos Grimm (1812)</strong></p><ul><li><p>A versão dos Irmãos Grimm, intitulada <em>Aschenputtel</em> (<em>Cinderela</em>), é mais sombria e carregada de simbolismos folclóricos.</p></li><li><p><strong>Enredo Principal:</strong></p><ul><li><p>Cinderela planta uma árvore mágica sobre o túmulo do seu pai e recebe ajuda dos pássaros, em vez de uma fada madrinha.</p></li><li><p>No baile que dura três noites, ela veste diferentes vestidos, todos eles magníficos, dados pelos pássaros.</p></li><li><p>O príncipe usa o sapato para encontrá-la, e ela é reconhecida.</p></li></ul></li><li><p><strong>Elementos Sombrio:</strong></p><ul><li><p>As meias-irmãs mutilam os pés para tentarem calçar o sapato (uma corta o dedo, outra o calcanhar), mas o príncipe percebe o engano, porque os pássaros o alertam sobre o sangue no sapato.</p></li><li><p>No casamento de Cinderela, os pássaros bicam os olhos das meias-irmãs como punição pela crueldade delas.</p></li></ul></li><li><p><strong>Moral:</strong><br>Não é explicitamente declarada, mas valoriza a virtude, justiça e punição para os maus, em um tom mais severo do que o de Perrault.</p></li></ul><p><br/></p><p><br/></p><p><strong>Diferenças Principais:</strong></p><ol><li><p><strong>Fada Madrinha vs. Pássaros:</strong></p><ul><li><p>Perrault apresenta a fada madrinha, enquanto os Grimm optam por um pássaros e uma árvore mágica como fontes de auxílio.</p></li></ul></li><li><p><strong>Sapato de Cristal vs. Sapato Dourado:</strong></p><ul><li><p>Em Perrault, o sapato é de cristal, simbolizando delicadeza e sofisticação. Nos Grimm, é de ouro, um símbolo de pureza e valor.</p></li></ul></li><li><p><strong>Tom Romântico vs. Sombrio:</strong></p><ul><li><p>A versão de Perrault é mais leve, mágica e otimista. A dos Grimm é mais crua, com mutilações e castigos severos para os maus.</p></li></ul></li><li><p><strong>Moral Explícita vs. Implícita:</strong></p><ul><li><p>Perrault declara a moral no final da história. Os Grimm deixam a mensagem implícita, baseada nas consequências das ações dos personagens.</p></li></ul></li></ol><p>Ambas as versões influenciaram adaptações posteriores, mas a de Perrault é a base para a famosa animação da Disney de 1950.</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-16 17:35:39 UTC</pubDate>
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         <title>Lenda da Cobra Moura</title>
         <author>francisca2005oliveira</author>
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         <description><![CDATA[<p>"Contam que, quando houve as invasões dos Mouros, foi enterrado um tesouro no lugar das Penices, entre Balazar e Gondifelos, e que até aos dias de hoje ali está guardado por uma cobra moura. Esta cobra tem uma diferença em relação às outras. Dizem que na parte superior do seu corpo, ela está revestida por uma espécie de cabeleira. Muitas pessoas admitem tê-la visto a deambular pelos montes. Segundo se conta, de vez em quando ouve-se a partir da meia-noite sinos a tocar no cimo do monte, que têm um toque diferente do normal. Muitas pessoas dizem ter ouvido esse toque e tentaram descobrir o local exacto seguindo o som da melodia. No entanto, até agora ninguém conseguiu lá chegar, por mais que tentassem, já que eram detidos a meio do caminho. Um dos casos mais conhecidos foi o de uma senhora que morava perto do local. Certa noite, encantada pelo som melodioso dos sinos, tentou subir o monte para descobrir o que lá existia realmente. Contudo, quando chegou a meio do caminho, sem saber como, caiu, mas nem sequer apresentou ferimentos graves. Corre o rumor de que, para descobrir esse tesouro, terá de se encontrar a cobra moura e picá-la sem a matar. No local das Penices foram descobertos de facto vestígios sobre a vida dos Mouros. Mas o tesouro até à data não foi descoberto. E ainda hoje há moradores que afirmam ouvir o toque dos sinos a partir da meia-noite." - Famalicão ID </p><p>Famalicão ID. (n.d.). <em>A Cobra Moura</em>. <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://famalicaoid.org/inweb/ficha.aspx?id=68&amp;ns=206000">https://famalicaoid.org/inweb/ficha.aspx?id=68&amp;ns=206000</a></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-16 17:42:33 UTC</pubDate>
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         <title>Castro das Penices - Gondifelos, Vila Nova de Famalicão </title>
         <author>francisca2005oliveira</author>
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         <description><![CDATA[<p> </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-16 17:46:38 UTC</pubDate>
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         <title>O Coelho, a Bruxa e o Relógio Invisível</title>
         <author>francisca2005oliveira</author>
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         <description><![CDATA[<p>Era uma noite fria e silenciosa no jardim e Tito, um coelho jovem e curioso, escutava as histórias sobre a bruxa Malvina que as mariposas sussurravam. Diziam que ela possuía um objeto mágico e muito perigoso: um relógio invisível capaz de revelar segredos do passado e do futuro. Contudo, o relógio tinha uma proibição clara: ninguém, além da bruxa, podia tocá-lo sem arriscar algo muito precioso.</p><p>Tito não era do tipo que se intimidava. Ele sentia que precisava de saber o que o relógio escondia. “A vida é curta demais para não procurar respostas,” murmurava para si mesmo, repetindo a frase para criar coragem.</p><p>Numa madrugada sem lua, Tito esgueirou-se até ao canto mais escuro do jardim, onde ficava a cabana da bruxa, encoberta por trepadeiras e sombras misteriosas. Com cuidado, ele entrou na cabana, que estava estranhamente vazia. No centro da sala, sobre uma mesa coberta de pó e teias de aranha, Tito viu uma forma que parecia flutuar no ar: o contorno do relógio invisível.</p><p>Cego pela curiosidade, estendeu a pata e tocou no relógio. Num instante, o ar ao seu redor pareceu gelar e o jardim ficou totalmente silencioso. Do canto da sala, uma voz rouca soou: “Ousaste desafiar o aviso, coelho tolo.”</p><p>Era Malvina, que havia estado o tempo todo de olho no invasor. Tito tentou falar, mas sua voz desapareceu. Sentiu-se estranho, e ao olhar para as suas patas, percebeu, horrorizado, que estava a tornar-se invisível.</p><p>“Agora que tocaste no relógio, serás um fantasma neste jardim” declarou Malvina com frieza. “Verás tudo, mas ninguém jamais te verá. Escutarás todos, mas nunca mais serás ouvido. Este é o preço pela tua insolência.”</p><p>Desesperado, Tito tentou implorar, mas a sua voz continuava inaudível. Naquele instante, a bruxa virou-se e saiu, deixando-o ali, invisível e sozinho. O tempo passou, porém o coelho jamais voltou a ser visto pelos habitantes do jardim.</p><p>Condenado a vaguear eternamente entre as sombras, ele observava a vida que antes conhecia, cada vez mais distante e inalcançável. Via os seus amigos a brincarem, sentia o perfume das flores que um dia desfrutou, mas não havia nada que pudesse fazer para reverter o seu destino.</p><p>Assim, o coelho aprendeu, da maneira mais dura, que alguns segredos não foram feitos para serem revelados. E a bruxa Malvina nunca mais foi perturbada.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-16 18:18:46 UTC</pubDate>
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         <author>francisca2005oliveira</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2024-11-17 11:21:24 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>francisca2005oliveira</author>
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         <description><![CDATA[<p>Esta aula foi bastante enriquecedora, pois, muitas vezes pensava que estava perante um "bom" livro para crianças e afinal não era assim tão bom. </p><p>Nem todos os livros infantis são considerado literatura infantil, pois a literatura infantil foca não apenas no público-alvo, mas na qualidade estética, texto e ilustração (que acrescenta algo ao texto); tem um titulo que, por vezes, não é muito óbvio e "obriga" o leitor a refletir sobre algum tema. Enquanto que o livro infantil pode ser mais funcional ou lúdico, com uma linguagem simples e elementos visuais que ajudam a contar a história.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-17 11:26:28 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>francisca2005oliveira</author>
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         <description><![CDATA[<p>Nesta aula, foi-nos proposto levarmos dois livros, um livro de literatura infantil e um livro infantil. </p><p>Não foi fácil a escolha, mas acabei por levar o livro "Não quero usar óculos" como um livro de literatura infantil e "Princesa Poppy - O Baile da Feira" como um livro infantil.</p><p>Ao analisar na aula a diferença entre ambos, percebi que a minha escolha do livro de literatura infantil estava correta. Já o livro infantil suscitou algumas dúvidas. </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-17 11:35:30 UTC</pubDate>
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         <title>1º semestre</title>
         <author>francisca2005oliveira</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2024-12-30 09:50:29 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>francisca2005oliveira</author>
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         <description><![CDATA[<p>Durante uma aula, tivemos o desafio de criar um livro digital utilizando as palavras:  Bruxa, Proibição, Saber, Jardim, Coelho, Relógio e Invisível. Assim, o meu grupo (composto por mim, Clara Fernandes e Mariana Costa) aceitou a tarefa com entusiasmo e criámos o conto "O Coelho, a Bruxa e o Relógio Invisível".</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-30 10:00:11 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>francisca2005oliveira</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2024-12-30 10:45:21 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>francisca2005oliveira</author>
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         <description><![CDATA[<p>Era uma vez uma Carochinha que andava a varrer a casa e achou cinco réis e foi logo perguntar às vizinhas o que podia fazer com aquele dinheiro, ao que uma lhe diz para comprar fitas, rendas e flores e pôr-se à janela a dizer:</p><p>«Quem quer casar com a carochinha<br>Que é bonita e perfeitinha?»</p><p>Então, ela fez isso e vários animais apareceram para pedir a sua mão, como o boi, o burro, o porco, o cão e o gato. Porém, Carochinha rejeitou todos, achando que as suas vozes eram muito feias ou assustadoras. Até que surgiu o João Ratão, que tinha uma voz doce e elegante e Carochinha aceitou casar-se com ele.</p><p>No dia do casamento, enquanto Carochinha preparava a festa e João Ratão foi para junto do lume para ver se os feijões já estavam cozidos e meteu a mão na panela e a mão ficou-lhe lá; meteu a outra; também lá ficou; meteu um pé; sucedeu-lhe o mesmo, e assim foi caindo na panela e cozeu-se com os feijões. Quando Carochinha descobriu, ficou tão triste que a sua festa de casamento transformou-se num velório.</p><p><br/></p><p>A história da Carochinha é um dos contos populares mais conhecidos da tradição portuguesa, sendo uma narrativa simples, cheia de humor e simbolismo. </p><p><strong>Origem e Difusão</strong></p><ul><li><p><strong>Conto:</strong> "A Carochinha" é um conto que foi transmitido oralmente de geração em geração, o que o torna uma parte importante do património cultural português.</p></li><li><p><strong>Sem Autor Conhecido:</strong> Como é típico dos contos populares, não há um autor específico e versões semelhantes da história aparecem em outras culturas, com pequenas variações.</p></li></ul><p><strong>Estrutura Típica dos Contos Populares</strong></p><ol><li><p><strong>Protagonista Humilde:</strong> Carochinha é uma figura simples e doméstica, representando alguém comum da sociedade rural portuguesa.</p></li><li><p><strong>A Fortuna:</strong> O elemento da moeda encontrada simboliza a sorte inesperada, um tema comum em contos populares.</p></li><li><p><strong>Procurar o Par Ideal:</strong> A busca por um noivo, com candidatos de diferentes características (boi, burro, cão, etc.), reflete uma jornada de escolhas e deceções, algo que ressoa com a vida real.</p></li><li><p><strong>Tragédia Cómica:</strong> O desfecho com João Ratão caindo na panela mistura humor e tragédia, típico da tradição que busca entreter e ensinar ao mesmo tempo.</p></li></ol><p><strong>Temas e Mensagens</strong></p><ol><li><p><strong>Ganância e as suas consequências:</strong> João Ratão representa a ganância e o impulso incontrolável, que acabam por levar à sua morte.</p></li><li><p><strong>A Imperfeição da Vida:</strong> O conto sugere que, mesmo com os preparativos e expectativas, a vida pode trazer deceções ou situações inesperadas.</p></li><li><p><strong>Humor na Tragédia:</strong> A história combina elementos de tragédia com uma abordagem humorística, característica da tradição portuguesa, que busca lidar com situações difíceis de forma leve.</p></li><li><p><strong>Didática:</strong> Embora seja um conto leve e divertido, ensina lições implícitas sobre prudência e o cuidado com a ganância.</p></li></ol><p><strong>Símbolos e Representações</strong></p><ul><li><p><strong>A Carochinha:</strong> Representa a pessoa humilde e sonhadora, que busca melhorar de vida.</p></li><li><p><strong>João Ratão:</strong> Simboliza a astúcia e a gula, características que, no conto, levam a consequências trágicas.</p></li><li><p><strong>Os Animais Rejeitados:</strong> Mostram o exercício de escolha e o julgamento que fazemos sobre as pessoas ao nosso redor, geralmente com base em características superficiais (como a voz).</p></li></ul><p><strong>Relevância Cultural</strong></p><p>O conto da Carochinha reflete o contexto rural português, no qual os contos serviam para transmitir valores e entreter as comunidades. Continua a ser contado nas escolas, em casa, e em obras infantis, preservando o espírito da tradição e a ligação com as raízes culturais de Portugal.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-30 11:08:10 UTC</pubDate>
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         <author>francisca2005oliveira</author>
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         <description><![CDATA[<p>As fábulas são composições literárias curtas, escritas em prosa ou verso em que os personagens são animais que apresentam características humanas (como falar), muito presente na literatura infantil. As fábulas possuem caráter educativo e fazem uma analogia entre o quotidiano humano com as histórias vivenciadas pelas personagens, essa analogia é chamada de moral e geralmente é apresentada no fim da narrativa. O que difere a fábula dos demais géneros metafóricos é a presença do animal numa posição associada a seres humanos. O caráter de narrativa de tradição oral é assegurado pela íntima ligação que possui com a sabedoria popular. Outro aspeto que fortalece essa ligação é a própria origem da palavra fábula. Vem do verbo <em>fabulare</em>, que significa narrar ou falar. É deste verbo que surge o atual verbo falar em português.</p><p>Considera-se que as fábulas tiveram origem no Oriente e pertenceram aos Assírios e Babilónicos, mas foi Esopo, escravo da Grécia antiga que viveu no século VI a.C., que a desenvolveu. O francês Jean de La Fontaine foi um grande divulgador das fábulas de Esopo. <em>Fontaine</em> reescrevia as fábulas para fins educativos e caracterizava as personagens de acordo com suas aparências.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-30 11:31:49 UTC</pubDate>
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         <author>francisca2005oliveira</author>
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         <pubDate>2024-12-30 19:08:50 UTC</pubDate>
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         <author>francisca2005oliveira</author>
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         <pubDate>2024-12-31 09:12:04 UTC</pubDate>
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         <author>francisca2005oliveira</author>
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         <description><![CDATA[<p>Desde pequena, sempre tive uma forte ligação com as fábulas. Lembro-me das histórias que a minha mãe me lia, cheias de lições e personagens encantadores. Entre elas, destacam-se algumas das minhas favoritas, como as que estão abaixo. </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-31 09:15:38 UTC</pubDate>
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         <author>francisca2005oliveira</author>
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         <description><![CDATA[<p>Pinóquio é um dos personagens mais conhecidos da literatura infantil. A história do boneco de madeira que ganha vida, escrita em meados do século XIX, foi criada na Itália por Carlo Collodi (1826 - 1890) e traduzida para o mundo inteiro, ganhando uma série de adaptações.</p><p>A história de Pinóquio, criada por Carlo Collodi, gira em torno de um boneco de madeira esculpido por Geppetto, um bondoso carpinteiro. Pinóquio ganha vida graças a uma fada mágica, que também lhe promete torná-lo um menino de verdade se ele provar ser corajoso, generoso e sincero.</p><p>No entanto, Pinóquio enfrenta diversos desafios enquanto aprende lições importantes sobre a responsabilidade e a honestidade. Sempre que mente, o seu nariz cresce. Ao longo da sua jornada, encontra personagens como o Grilo Falante e outros que tentam desviá-lo do caminho correto.</p><p>No final, Pinóquio aprende o valor do trabalho árduo e do amor da família e é recompensado ao se transformar em um menino real, cumprindo o desejo mais profundo de Geppetto.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-31 09:20:09 UTC</pubDate>
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         <author>francisca2005oliveira</author>
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         <description><![CDATA[<p>A história de Bambi, baseada no livro de Felix Salten, acompanha a vida de um jovem cervo, explorando temas como o crescimento, sobrevivência e a relação com a natureza.</p><p>Bambi cresce numa floresta, rodeado de amigos. A sua mãe guia-o nos primeiros anos de vida, ensinando-lhe sobre os perigos do mundo, incluindo o maior deles: os humanos.</p><p>Quando Bambi perde a sua mãe para os caçadores, ele precisa de aprender a sobreviver por conta própria. Com o tempo, sob a orientação de seu pai, o Grande Príncipe da Floresta, Bambi amadurece, enfrenta desafios e assume o seu papel como protetor da floresta.</p><p>A história é uma celebração da vida selvagem e aborda temas profundos, como o ciclo da vida, a importância da coragem e a beleza e fragilidade da natureza.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-31 09:26:18 UTC</pubDate>
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         <author>francisca2005oliveira</author>
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         <description><![CDATA[<p>Quando o meu irmão nasceu, os meus pais deram-me o livro do Bambi e disseram que era um presente que ele me tinha trazido. Na época, eu não entendia completamente, mas essa ideia de um gesto vindo dele tornou o momento especial e criou uma ligação entre nós desde o início.</p><p>A história de Bambi, com suas lições sobre crescimento, amor familiar e proteção, refletiu muito do que comecei a sentir com a chegada do meu irmão. Assim como Bambi aprende a enfrentar o mundo com o apoio de sua mãe e seus amigos, eu também aprendi a assumir um novo papel, agora como irmã mais velha, guiando e cuidando dele, exatamente como na narrativa que tanto marcou a minha infância.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-31 09:37:19 UTC</pubDate>
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         <title>Com quem tomaria o meu chá?</title>
         <author>francisca2005oliveira</author>
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         <description><![CDATA[<p>Foi uma tarde tranquila e mágica, daquelas que parecem existir apenas nos contos de fadas. Sobre a mesa da sala de aula, repousava uma chávena de chá. Mas este, não era um simples chá. dizia-se que tinha o poder de convocar a saudade, a nostalgia e as lembranças da nossa infância.</p><p>Se eu pudesse escolher com quem tomaria um chá, seria com dois personagens que marcaram minha vida de forma especial: Rainha de Copas, de "Alice no País das Maravilhas" e o Peter Pan</p><p>Desde os meus 6 anos que o ballet é uma parte importante da minha vida e dançar uma parte da história de Alice foi um dos momentos mais mágicos da minha infância. Ao sentarmos juntas para um chá, eu poderia relembrar os passos e as emoções vividas naquele palco, compartilhando com ela as emoções vividas naquele dia, as saudades que sinto e o amor pelas artes. </p><p>Já Peter Pan simboliza algo que todos nós desejamos preservar: a magia da infância e a liberdade de sonhar. Tomar um chá com ele seria mais do que um simples encontro. Seria uma viagem no tempo para reviver as memórias de uma fase em que tudo parecia durar para sempre. Peter, com suas histórias de aventuras na Terra do Nunca, faria-me lembrar que crescer não significa abandonar a capacidade de imaginar e acreditar no impossível.</p><p>Juntos, com a Rainha de Copas e o Peter Pan, recordaríamos que a magia dos contos de fadas vive em cada detalhe da nossa vida. E, afinal, o chá não era apenas uma bebida, era um portal para conexões inesquecíveis.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-01-06 10:17:14 UTC</pubDate>
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         <title>2º semestre</title>
         <author>francisca2005oliveira</author>
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         <pubDate>2025-05-31 18:47:24 UTC</pubDate>
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         <title>Entre o Lápis e o Mistério</title>
         <author>francisca2005oliveira</author>
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         <description><![CDATA[<p>Olá!<br>Sou alguém que adora desenhar desde que se lembra de existir. Quando era pequeninho, podia passar horas a inventar personagens, mundos e histórias no papel.</p><p>Enquanto os meus amigos queriam ser astronautas ou futebolistas, eu só pensava em lápis de cor e em livros cheios de figuras mágicas.</p><p>Nasci em Lisboa, em 1973, e cresci rodeado de livros, lápis e muita imaginação. O meu pai, José Jorge Letria, também é escritor, por isso, lá em casa, os livros eram quase como brinquedos — estavam por todo o lado e levavam-me a viajar sem sair do sítio. Gostava de imaginar como seriam os desenhos das suas histórias. Talvez por isso os livros tenham sido, desde cedo, os meus melhores amigos.</p><p>Estudei artes, porque queria aprender mais sobre o poder da imagem e do traço. E, aos poucos, os meus desenhos começaram a ganhar vida em livros que podiam ser lidos por crianças, jovens e até adultos. Ilustrei histórias escritas por autores portugueses e estrangeiros, sempre com muito cuidado, porque acredito que cada livro tem a sua alma.</p><p>Com o tempo, quis ir mais longe e criar os meus próprios livros, com ideias que misturam imagens e palavras de forma diferente. Foi assim que nasceu uma editora muito especial, Pato Lógico. Desde então, muitos livros saíram do papel e chegaram a leitores em todo o mundo.</p><p>Ganhei prémios, alguns até bastante importantes, como o <em>Bologna Ragazzi Award, </em>mas o que mais me emociona é ver uma criança a sorrir enquanto folheia um livro com os meus desenhos. Isso, para mim, vale mais do que qualquer troféu.</p><p>Adoro o que faço! Para mim, ilustrar é mais do que desenhar: é conversar com quem lê, mesmo sem usar palavras. Cada traço é uma forma de contar, de emocionar, de ensinar. Gosto de criar imagens que fazem pensar, que provocam curiosidade e que despertam emoções.</p><p>Também gosto de trabalhar em silêncio, sem me mostrar muito. Prefiro que os meus desenhos falem por mim. Eles têm muito para dizer se os ouvirmos com atenção.</p><p>E agora, depois de conheceres um pouco da minha história...<br>Queres saber quem eu sou?</p><p>O meu nome é André Letria. E gosto de desenhar o mundo para quem gosta de o imaginar.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-31 18:50:15 UTC</pubDate>
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         <title>Análise de Editora especializada em LIJ</title>
         <author>francisca2005oliveira</author>
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         <author>francisca2005oliveira</author>
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         <title>Brochura</title>
         <author>francisca2005oliveira</author>
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         <title>As raízes e os seus ecos na Literatura Infantojuvenil - Projeto de leitura</title>
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         <author>francisca2005oliveira</author>
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         <author>francisca2005oliveira</author>
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         <author>francisca2005oliveira</author>
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         <author>francisca2005oliveira</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-06-01 09:50:11 UTC</pubDate>
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         <title>Autores</title>
         <author>francisca2005oliveira</author>
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         <description><![CDATA[<ul><li><p>Alice Vieira </p></li><li><p>António Torrado </p></li><li><p>Luísa Ducla Soares </p></li><li><p>Luísa Dacosta </p></li><li><p>Manuel António Pina </p></li><li><p>Maria Alberta Meneres </p></li><li><p>José Jorge Letria </p></li><li><p>António Mota </p></li><li><p>José Viale Moutinho </p></li><li><p>Matilde Rosa Araújo </p></li><li><p>Alexandre Parafita </p></li><li><p>Álvaro Magalhães </p></li><li><p>Vergílio Alberto Vieira </p></li><li><p>Francisco Duarte Mangas </p></li><li><p>José Vaz </p></li><li><p>José Fanha </p></li><li><p>Rosa Lobato de Faria </p></li><li><p>João Paulo Cotrim </p></li><li><p>Mário Castrim </p></li><li><p>José Saramago</p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-01 13:18:12 UTC</pubDate>
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         <title>Ilustradores</title>
         <author>francisca2005oliveira</author>
         <link>https://padlet.com/francisca2005oliveira/6cfw3rsptlpentul/wish/3474977898</link>
         <description><![CDATA[<ul><li><p>Maria Keil </p></li><li><p>Manuela Bacelar </p></li><li><p>Afonso Cruz </p></li><li><p>Bernardo Carvalho </p></li><li><p>André Letria </p></li><li><p>Madalena Matoso </p></li><li><p>Joana Quental </p></li><li><p>Carla Pott </p></li><li><p>Marta Torrão </p></li><li><p>Elsa Lé </p></li><li><p>Marta Madureira </p></li><li><p>Yara Kono </p></li><li><p>Gémeo Luís</p></li><li><p>Rui Castro </p></li><li><p>Danuta Wojciechowska </p></li><li><p>Fátima Afonso </p></li><li><p>Teresa Lima </p></li><li><p>Pedro Leitão </p></li><li><p>Henrique Cayatte </p></li><li><p>Cristina Valadas </p></li><li><p>Carla Nazareth </p></li><li><p>Júlio Vanzeler </p></li><li><p>João Caetano</p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-01 13:19:51 UTC</pubDate>
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         <title>José Saramago</title>
         <author>francisca2005oliveira</author>
         <link>https://padlet.com/francisca2005oliveira/6cfw3rsptlpentul/wish/3474979094</link>
         <description><![CDATA[<p>“Toda a água me passa entre as palmas abertas, e de repente não sei se as águas nascem de mim ou para mim fluem. Continuo a puxar, não já memória apenas, mas o próprio corpo do rio” (José Saramago, in As Pequenas Memórias)</p><p><br/></p><p>José Saramago (1922–2010) foi um dos maiores escritores portugueses do século XX, vencedor do Prémio Nobel da Literatura<strong> </strong>em 1998. A sua obra é marcada por um estilo único, com frases longas, pouca pontuação tradicional, e uma profunda crítica social, política e filosófica. Abordava temas como o poder, a cegueira (metafórica e literal), a morte e a condição humana.</p><p>Nasceu na aldeia de Azinhaga, Ribatejo, mas só começou a ter reconhecimento literário depois dos 50 anos. Também foi  jornalista e participou ativamente na vida política e social de Portugal. </p><p><br/></p><p><strong>Principais obras:</strong></p><ul><li><p><em>Memorial do Convento</em> (1982)</p></li></ul><p>Um romance histórico que mistura ficção com factos reais da construção do Convento de Mafra. Introduz personagens icónicas como Baltasar e Blimunda, num enredo com crítica social e religiosa.</p><ul><li><p><em>O Evangelho Segundo Jesus Cristo</em> (1991)</p></li></ul><p>Uma reinterpretação humanizada da figura de Jesus Cristo. A obra causou grande controvérsia em Portugal e levou o autor a mudar-se para Lanzarote.</p><ul><li><p><em>Ensaio sobre a Cegueira</em> (1995)</p></li></ul><p>Um dos seus romances mais conhecidos. Uma epidemia de “cegueira branca” atinge uma cidade inteira. O livro explora o colapso da civilização e da moralidade.</p><ul><li><p><em>A Maior Flor do Mundo</em> (2001)</p></li></ul><p>É uma obra infantojuvenil, comovente e simbólica, que revela uma faceta mais acessível do autor, sem abandonar sua profundidade poética e filosófica.</p><ul><li><p><em>As Intermitências da Morte</em> (2005)</p></li></ul><p>Neste romance, a morte deixa de matar. O livro explora as consequências filosóficas, sociais e políticas da imortalidade.</p><p><br/></p><p><strong>Referências Bibliográficas:</strong></p><ul><li><p>Saramago, J. (2001). <em>A maior flor do mundo</em>. Caminho.</p></li><li><p>Saramago, J. (2005). <em>As intermitências da morte</em>. Caminho.</p></li><li><p>Saramago, J. (1995). <em>Ensaio sobre a cegueira</em>. Caminho.</p></li><li><p>Saramago, J. (1982). <em>Memorial do convento</em>. Caminho.</p></li><li><p>Saramago, J. (1991). <em>O evangelho segundo Jesus Cristo</em>. Caminho.</p></li><li><p>Wikipédia. (2025, maio 26). <em>José Saramago</em>. Wikipédia, a enciclopédia livre. <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Jos%C3%A9_Saramago">https://pt.wikipedia.org/wiki/Jos%C3%A9_Saramago</a></p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-01 13:21:56 UTC</pubDate>
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         <title>Matilde Rosa Araújo</title>
         <author>francisca2005oliveira</author>
         <link>https://padlet.com/francisca2005oliveira/6cfw3rsptlpentul/wish/3474979193</link>
         <description><![CDATA[<p>Matilde Rosa Araújo (1921-2010) escreveu para crianças não porque quisesse, mas porque, dizia, foram elas que a ensinaram: "uma comunicação, talvez a conjugação viva, em escrita, do verbo amar. Isto é esquisito...". Pode ser, mas também é literatura. (RTP Ensina, s.d.)</p><p><br/></p><p>Matilde Rosa Araújo (1921–2010) foi uma escritora, poetisa, professora e cidadã muito ativa na defesa dos direitos das crianças. Nascida em Lisboa, dedicou grande parte da sua vida à educação e literatura infantojuvenil, escrevendo com ternura, imaginação e consciência social.</p><p>Era conhecida pela forma como tratava a infância com respeito, sensibilidade e poesia. Acreditava que escrever para crianças era uma forma de amar.</p><p>Foi também uma voz ativa na defesa dos direitos humanos, dos animais e da natureza. Recebeu inúmeros prémios e distinções e foi nomeada para o Prémio Nobel da Paz em 1980, pela International Board on Books for Young People (IBBY).</p><p><br/></p><p><strong>Principais obras:</strong></p><ul><li><p><em>O Palhaço Verde </em>(1960)</p></li></ul><p>Um conto com fundo poético e mensagem ecológica e social. Fala sobre um palhaço sonhador e diferente, incompreendido por um mundo cinzento.</p><ul><li><p><em>As Fadas Verdes</em> (1994)</p></li></ul><p>Uma celebração da natureza, com mensagens ecológicas e valores de cidadania. Mostra como o mundo natural e o humano estão interligados.</p><ul><li><p><em>O Sol e o Menino dos Pés Frios</em> (1991)</p></li></ul><p>Aborda temas como a pobreza, a compaixão e a esperança, sempre com o toque lírico da autora.</p><p><br/></p><p><strong>Para mais informações sobre Matilde Rosa Araújo: </strong><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://ensina.rtp.pt/artigo/matilde-rosa-araujo/">https://ensina.rtp.pt/artigo/matilde-rosa-araujo/</a> </p><p><br/></p><p><strong>Referências Bibliográficas:</strong></p><ul><li><p>Araújo, M. R. (1994). <em>As fadas verdes</em>. Lisboa: Caminho.</p></li><li><p>Araújo, M. R. (1960). <em>O palhaço verde</em>. Lisboa: Sá da Costa.</p></li><li><p>Araújo, M. R. (1991). <em>O sol e o menino dos pés frios</em>. Lisboa: Caminho.</p></li><li><p>RTP Ensina. (s.d.). <em>Matilde Rosa Araújo: era uma vez escrever para crianças</em>. RTP Ensina. <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://ensina.rtp.pt/artigo/matilde-rosa-araujo/">https://ensina.rtp.pt/artigo/matilde-rosa-araujo/</a></p></li><li><p>Wikipédia. (2025, maio 26). <em>Matilde Rosa Araújo</em>. Wikipédia, a enciclopédia livre. <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Matilde_Rosa_Ara%C3%BAjo">https://pt.wikipedia.org/wiki/Matilde_Rosa_Araújo</a></p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-01 13:22:15 UTC</pubDate>
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         <title>Estações do ano</title>
         <author>francisca2005oliveira</author>
         <link>https://padlet.com/francisca2005oliveira/6cfw3rsptlpentul/wish/3474980231</link>
         <description><![CDATA[<p>Muitas obras literárias utilizam as estações do ano como metáfora para falar sobre os ciclos da vida, os ritmos naturais e a necessidade de desacelerar num mundo cada vez mais acelerado. Essas obras convidam o leitor a (re)descobrir a essência da natureza, percebendo que tudo tem o seu próprio tempo e ritmo.</p><p>Ao abordar as estações, esses textos destacam que, assim como o universo segue um curso ordenado, nós também fazemos parte desse fluxo. No entanto, essa conexão profunda com os ciclos naturais muitas vezes é perdida no quotidiano moderno.</p><p>Por isso, a literatura que foca nas estações funciona como um meio poderoso para refletirmos sobre o nosso papel e a nossa relação com o planeta. É um convite para que, por meio da contemplação dos ritmos da natureza, possamos redescobrir valores como a paciência, a renovação, a mudança e a harmonia.</p><p><br/></p><p><strong>Exemplos de obras que retratam os ritmos da natureza:</strong></p><ul><li><p><em>Começa numa semente</em></p></li><li><p><em>As quatro estações</em></p></li><li><p><em>Quintais</em></p></li><li><p><em>Uma Pequena Semente</em></p></li><li><p><em>Cem sementes que voaram</em></p></li></ul><p><br/></p><p><strong>Referências Bibliográficas:</strong></p><ul><li><p>Barros, L. (2020, outubro 6). <em>Livros e ideias para celebrar o outono</em>. Educação Literária na Família. <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://educacaoliterarianafamilia.blogspot.com/2020/10/livros-e-ideias-para-celebrar-o-outono.html">https://educacaoliterarianafamilia.blogspot.com/2020/10/livros-e-ideias-para-celebrar-o-outono.html</a></p></li><li><p>Barros, L. (2022, fevereiro 8). <em>Representações do Inverno na Literatura Infantojuvenil: dos clássicos ao livro-objeto</em>. Educação Literária na Família. <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://educacaoliterarianafamilia.blogspot.com/2022/02/representacoes-do-inverno-na-literatura.html">https://educacaoliterarianafamilia.blogspot.com/2022/02/representacoes-do-inverno-na-literatura.html</a></p></li></ul><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-01 13:24:28 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Infância e Temas fraturantes </title>
         <author>francisca2005oliveira</author>
         <link>https://padlet.com/francisca2005oliveira/6cfw3rsptlpentul/wish/3474982614</link>
         <description><![CDATA[<p>Falar da infância na literatura ou na educação implica, muitas vezes, abordar temas considerados fraturantes - assuntos difíceis, sensíveis ou controversos, como a morte, a guerra, a pobreza, a violência, a separação dos pais, ou questões identitárias (género, etnia, deficiência, etc.).</p><p>Apesar de serem temas delicados, eles fazem parte da realidade de muitas crianças e, por isso, não devem ser ignorados. A literatura infantojuvenil tem desempenhado um papel fundamental ao abrir espaço para o diálogo, promovendo empatia, compreensão e reflexão.</p><p>E por que devemos abordar temas fraturantes com as crianças? As crianças têm a capacidade de perceber e sentir o mundo à sua volta, mesmo que muitas vezes não tenham as palavras para o expressar, por isso, o silêncio ou a ocultação de certos assuntos pode gerar medo ou confusão, enquanto que a sua abordagem pode promover o desenvolvimento emocional e social. </p><p><br/></p><p><strong>Exemplos de obras:</strong></p><ul><li><p><em>O Diário de Anne Frank </em></p></li><li><p><em>Rosa Branca</em></p></li><li><p><em>A história de Érika</em></p></li></ul><p>Artigo "<em>A história de Erika</em>, explicar o Holocausto aos mais novos através da literatura" - <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.rtp.pt/noticias/cultura/a-historia-de-erika-explicar-o-holocausto-aos-mais-novos-atraves-da-literatura_n800181">https://www.rtp.pt/noticias/cultura/a-historia-de-erika-explicar-o-holocausto-aos-mais-novos-atraves-da-literatura_n800181</a></p><p><br/></p><p>Segundo Nogueira (2019), "a literatura infantil, ao tratar de temas fraturantes, contribui para o desenvolvimento da literacia emocional e ética, proporcionando à criança ferramentas para lidar com o sofrimento e com a diferença".</p><p><br/></p><p><strong>Referências Bibliográficas</strong></p><ul><li><p>Nogueira, M. R. (2019). <em>Literatura Infantil e Temas Fraturantes: Uma abordagem ética e estética</em>. Revista de Educação, 27(2), 45–60.</p></li><li><p>Lusa. (2015, janeiro 27). "A história de Erika", explicar o Holocausto aos mais novos através da literatura. <em>RTP Notícias</em>. <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.rtp.pt/noticias/cultura/a-historia-de-erika-explicar-o-holocausto-aos-mais-novos-atraves-da-literatura_n800181">https://www.rtp.pt/noticias/cultura/a-historia-de-erika-explicar-o-holocausto-aos-mais-novos-atraves-da-literatura_n800181</a></p></li><li><p>Vander Zee, R. (2008). <em>A história de Erika</em> (R. Innocenti, Ilustr.; A. Faria, Trad.). Kalandraka.</p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-01 13:29:37 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/francisca2005oliveira/6cfw3rsptlpentul/wish/3474982614</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Infância e Luta pelos Direitos Humanos</title>
         <author>francisca2005oliveira</author>
         <link>https://padlet.com/francisca2005oliveira/6cfw3rsptlpentul/wish/3474982761</link>
         <description><![CDATA[<p>A infância e a luta pelos Direitos Humanos estão profundamente ligadas, pois é durante os primeiros anos de vida que se formam as bases da dignidade, respeito, segurança e desenvolvimento de cada ser humano. Infelizmente, as crianças continuam a ser um dos grupos mais vulneráveis em todo o mundo, sendo frequentemente vítimas de pobreza, violência, trabalho infantil, exploração e exclusão social, por isso, a literatura infantil tem um papel crucial na sensibilização para os direitos das crianças.</p><p><br></p><p><strong>Exemplo de obras:</strong></p><ul><li><p><em>O Autocarro de Rosa Parks</em></p></li></ul><p>Artigo "Fim do boicote aos autocarros de Montgomery": <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://ensina.rtp.pt/artigo/fim-do-boicote-aos-autocarros-de-montgomery/">https://ensina.rtp.pt/artigo/fim-do-boicote-aos-autocarros-de-montgomery/</a></p><ul><li><p><em>Com 3 novelos (o mundo dá muitas voltas)</em></p></li><li><p><em>O rapaz sem Orelhas de Burro</em></p></li></ul><p><br></p><p><strong>Referência Bibliográficas:</strong></p><ul><li><p>RTP Ensina. (s.d.). <em>Fim do boicote aos autocarros de Montgomery</em>. <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://ensina.rtp.pt/artigo/fim-do-boicote-aos-autocarros-de-montgomery/">https://ensina.rtp.pt/artigo/fim-do-boicote-aos-autocarros-de-montgomery/</a></p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-01 13:29:49 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>A criança na relação avós-netos</title>
         <author>francisca2005oliveira</author>
         <link>https://padlet.com/francisca2005oliveira/6cfw3rsptlpentul/wish/3474982823</link>
         <description><![CDATA[<p>A relação entre avós e netos é uma das mais enriquecedoras e afetivamente significativas na vida de uma criança. Esta ligação intergeracional desempenha um papel único no desenvolvimento emocional, social e até cultural dos mais novos, oferecendo uma rede de apoio, afeto e sabedoria acumulada.</p><p>Os avós, muitas vezes, proporcionam um tipo de amor incondicional e acolhedor, que transmite segurança e pertença. Para muitas crianças, estar com os avós é estar “em casa”, num ambiente menos exigente e mais protetor.</p><p>Esta relação permite a transmissão de tradições familiares, histórias de vida e de valores culturais e afetivos que fortalecem a identidade da criança. Ao ouvir os avós, os netos aprendem sobre o passado da família e desenvolvem empatia por outras gerações.</p><p>Mesmo sem intencionar, os avós ensinam através da convivência: cozinhar, cuidar, contar histórias, resolver problemas com paciência. Esta educação não formal enriquece a formação da criança, complementando a da escola e dos pais.</p><p>Em muitos contextos, os avós são cuidadores diretos, por necessidade ou escolha, ajudando na educação e bem-estar das crianças. Este apoio pode ser crucial para o equilíbrio familiar, especialmente em tempos de crise ou desafios económicos.</p><p>A literatura infantojuvenil tem valorizado esta relação especial. Algumas obras destacam o papel dos avós como confidentes, contadores de histórias ou mesmo como pontes para temas difíceis (como a morte, a guerra ou o envelhecimento).</p><p><br/></p><p><strong>Exemplos de obras:</strong></p><ul><li><p><em>O Rosto da Avó</em></p></li><li><p><em>A Manta do José</em></p></li><li><p><em>O Pássaro da Avó</em></p></li></ul><p><br/></p><p><strong>Referências Bibliográficas:</strong></p><ul><li><p>Educação Literária na Família. (2020, 25 de julho). <em>Que avós povoam a atual literatura para a infância?</em> <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://educacaoliterarianafamilia.blogspot.com/2020/07/que-avos-povoam-atual-literatura-para.html">https://educacaoliterarianafamilia.blogspot.com/2020/07/que-avos-povoam-atual-literatura-para.html</a></p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-01 13:30:00 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Representações da Família</title>
         <author>francisca2005oliveira</author>
         <link>https://padlet.com/francisca2005oliveira/6cfw3rsptlpentul/wish/3474982903</link>
         <description><![CDATA[<p>As representações da família referem-se à forma como a família é retratada, entendida e vivida nos diferentes contextos sociais, culturais, históricos e pessoais. Elas envolvem os modelos, valores, dinâmicas, papéis e formas de convivência que definem o que é "família" para diferentes pessoas e comunidades.</p><p>Hoje em dia, sabemos que a família não é um conceito fixo ou universal. Existem múltiplas formas familiares, incluindo as<strong> </strong>monoparentais, homoparentais, bem como famílias adotivas ou de acolhimento.</p><p>A representação da família na literatura pode influenciar a perceção social dessas diversas formas, promovendo a aceitação ou o reforçando estereótipos.</p><p><br/></p><p><strong>Exemplos de obras:</strong></p><ul><li><p><em>A Manta</em></p></li><li><p><em>Todos fazemos tudo</em></p></li><li><p><em>O paraíso são os outros</em></p></li></ul><p>Para assinalar o Dia da Língua Portuguesa e da Cultura na CPLP, a Porto Editora publicou um vídeo que celebra a diversidade da língua portuguesa no mundo através da leitura de "O Paraíso são os outros", de Valter Hugo Mãe.": <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://youtu.be/nndGk1Ci2Bo?si=MShGKUVeSZUUUprC">https://youtu.be/nndGk1Ci2Bo?si=MShGKUVeSZUUUprC</a></p><p><br/></p><p><strong>Referências Bibliográficas:</strong></p><ul><li><p>Gonçalves Mendes, M. (Realizador). (2020, 5 de maio). <em>Sotaques – O Paraíso são os outros, de Valter Hugo Mãe</em> [Vídeo]. YouTube. <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://youtu.be/nndGk1Ci2Bo">https://youtu.be/nndGk1Ci2Bo</a></p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-01 13:30:10 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Património Popular</title>
         <author>francisca2005oliveira</author>
         <link>https://padlet.com/francisca2005oliveira/6cfw3rsptlpentul/wish/3474982968</link>
         <description><![CDATA[<p>As representações da infância na Literatura Infantojuvenil que se pautam pelo património popular (oralidade, tradições, manifestações culturais de base comunitária) desempenham um papel central tanto na preservação de saberes como na construção da identidade das crianças leitoras.</p><p>Muitos livros dirigidos ao público infantojuvenil reúnem ou adaptam contos, mitos e lendas que circulam há séculos em aldeias e comunidades. Ao ler um livro de contos tradicionais, a criança reencontra personagens, como lobos, fadas, mouros encantados.</p><p>A infância refletida em obras que evocam o património popular costuma estar inserida em cenários rurais ou semi-rurais. Nesses ambientes, a criança aprende, desde cedo, valores como partilha, cooperação e respeito pelos mais velhos, que são transmitidos por meio de pequenos gestos quotidianos. A literatura que recorre a esses espaços ajuda a criança a situar-se num universo mais alargado de memórias coletivas.</p><p>Na LIJ com base no património popular, aparecem frequentemente brincadeiras tradicionais que reforçam a ideia de infância como tempo lúdico ligado às práticas comunitárias. Canções de embalar, adivinhas e provérbios surgem como breves interlúdios nos textos, sublinhando a importância da transmissão oral. A criança-leitora reconhece nesses fragmentos o ritmo e a musicalidade que muitas vezes escapam à escrita escolar.</p><p><br></p><p><strong>Exemplos de obras:</strong></p><ul><li><p><em>Travalengas: trava-línguas lengalengas e outras coisas de rimar que sem nos travar as línguas nos querem desafiar</em></p></li><li><p><em>Corre corre, cabacinha</em></p></li><li><p><em>A que sabe esta história?</em></p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-01 13:30:20 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Editoras especializadas em LIJ</title>
         <author>francisca2005oliveira</author>
         <link>https://padlet.com/francisca2005oliveira/6cfw3rsptlpentul/wish/3474983909</link>
         <description><![CDATA[<ul><li><p>Editora Akiara</p></li><li><p>Editora Baduga</p></li><li><p>Editora Bruáa</p></li><li><p>Editora Kalandraka</p></li><li><p>Editora Máquina de Voar</p></li><li><p>Editora OQO</p></li><li><p>Editora Orfeu Negro (Mini)</p></li><li><p>Editora Pato Lógico</p></li><li><p>Editora Planeta Tangerina</p></li><li><p>Editora Tcharan</p></li><li><p>Editora Trinta por uma Linha</p></li><li><p>Editora Penguin: Fábula, Lilliput e Jacarandá</p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-01 13:32:31 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>As Árvores guardam Segredos</title>
         <author>francisca2005oliveira</author>
         <link>https://padlet.com/francisca2005oliveira/6cfw3rsptlpentul/wish/3475011693</link>
         <description><![CDATA[<p>Na aula, a professora trouxe vários livros para partilhar connosco. Entre as várias opções, escolhi <em>As Árvores Guardam Segredos</em>, de Lucas Riera e ilustrações de Olivia Holden.</p><p>Este livro apresenta histórias fascinantes sobre árvores que desempenharam papéis significativos na história e cultura de diferentes países. Cada árvore é retratada com detalhes que destacam a sua importância, seja como símbolo de resistência, como o castanheiro de Vales em Portugal, ou como testemunha de eventos históricos. As ilustrações de Olivia Holden complementam perfeitamente as narrativas, oferecendo uma visão rica e envolvente das árvores e dos seus contextos.</p><p>Ao longo da leitura, fui convidada a refletir sobre a relação entre os seres humanos e a natureza, reconhecendo que as árvores não são apenas elementos do ambiente, mas também guardiãs de histórias e memórias coletivas. </p><p>Este livro despertou em mim uma nova apreciação pelas árvores ao meu redor e pela importância de preservá-las para as futuras gerações.</p><p><br/></p><p><strong>Referências Bibliográficas:</strong></p><ul><li><p>Público. (2024, fevereiro 10). <em>Histórias que as árvores contam</em>. Público. <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.publico.pt/2024/02/10/impar/noticia/historias-arvores-contam-2079908">https://www.publico.pt/2024/02/10/impar/noticia/historias-arvores-contam-2079908</a></p></li><li><p>Riera, L. (2023). <em>As árvores guardam segredos</em> (O. Holden, Ilustr.). Lilliput. ISBN 9789896237912.</p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-01 14:27:23 UTC</pubDate>
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         <title>Temática Animal</title>
         <author>francisca2005oliveira</author>
         <link>https://padlet.com/francisca2005oliveira/6cfw3rsptlpentul/wish/3475095976</link>
         <description><![CDATA[<p>Na Literatura Infantojuvenil as representações da infância através da temática animal revelam diferentes visões sobre a criança e o seu lugar no mundo, sendo particularmente visíveis nas fábulas clássicas, nas fábulas modernas e nos bestiários.</p><p>A fábula clássica, com raízes na Antiguidade (como nas obras de Esopo ou La Fontaine), apresenta a criança como um ser em formação moral, que precisa de exemplos claros para distinguir o bem do mal. </p><p>A raposa representa a astúcia, o leão o poder, a formiga o trabalho e a cigarra o desleixo. Este tipo de narrativa tem um tom didático: o objetivo é ensinar uma lição de forma clara e objetiva. A moral surge no final do texto ou está implícita, orientando a criança para comportamentos socialmente valorizados. Assim, o animal torna-se o transmissor de valores e a infância é concebida como um momento de aprendizagem e obediência às normas.</p><p>Com a fábula moderna, que se desenvolve sobretudo a partir do século XIX e ganha complexidade no século XX, a representação da infância transforma-se. Já não se trata apenas de ensinar, mas de dialogar com uma criança capaz de interpretar, sentir e questionar. A moral deixa de ser explícita e o enredo passa a explorar ambiguidades, emoções profundas e dilemas existenciais. Os animais continuam presentes, mas deixam de representar apenas tipos fixos: são personagens com sentimentos, conflitos e transformações. Estas histórias valorizam a subjetividade da criança e reconhecem-na como sujeito crítico, sensível e criativo. </p><p>Já os bestiários, com origem na Idade Média, apresentam-se como catálogos de animais reais e imaginários, acompanhados de descrições simbólicas, morais ou religiosas. </p><p>No contexto da LIJ contemporânea, os bestiários são frequentemente reinventados como obras de caráter lúdico e enciclopédico, onde o imaginário e o conhecimento se cruzam. A infância, neste caso, é representada como um território de descoberta e fascínio diante do estranho e do maravilhoso. Através dos bestiários, a criança é convidada a explorar a diversidade do mundo, real e fantástico, desenvolvendo a curiosidade, o espírito crítico e a sensibilidade estética. </p><p>Neles, o animal não é apenas um símbolo moral, mas também uma figura de espanto, metáfora do desconhecido e provocador da reflexão sobre a natureza, a diferença e os limites do humano.</p><p>Na LIJ, a presença de animais, seja em fábulas clássicas, modernas ou bestiários, constitui um meio poderoso de representar a infância.</p><p>Através da interação com figuras animais, a literatura oferece à criança múltiplas formas de pensar o mundo, de se reconhecer nos outros e de imaginar possibilidades para além do visível.</p><p><br/></p><p><strong>Exemplos de Obras:</strong></p><ul><li><p><em>A festa de anos</em></p></li><li><p><em>Frederico</em></p></li><li><p><em>A arca de não é</em></p></li></ul><p><br/></p><p><strong>Referências Bibliográficas:</strong></p><ul><li><p>Ramos, A. M. (s.d.). <em>As fábulas e os bestiários na literatura de recepção infantil contemporânea</em>. ResearchGate. <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.researchgate.net/publication/259018831_As_fabulas_e_os_bestiarios_na_literatura_de_recepcao_infantil_contemporanea">https://www.researchgate.net/publication/259018831_As_fabulas_e_os_bestiarios_na_literatura_de_recepcao_infantil_contemporanea</a></p></li><li><p>Teixeira, B. P. (s.d.). <em>Histórias contadas nas entrelinhas: ética e moral nas fábulas de La Fontaine e nos contos de fadas de Charles Perrault e a relação com a educação e a infância</em> [Tese de mestrado, Universidade Federal de Uberlândia]. Repositório Institucional da UFU. <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://repositorio.ufu.br/bitstream/123456789/39321/1/HistoriasContadasEntrelinhas.pdf">https://repositorio.ufu.br/bitstream/123456789/39321/1/HistoriasContadasEntrelinhas.pdf</a></p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-01 17:41:08 UTC</pubDate>
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         <title>O que é um Haiku?</title>
         <author>francisca2005oliveira</author>
         <link>https://padlet.com/francisca2005oliveira/6cfw3rsptlpentul/wish/3476560395</link>
         <description><![CDATA[<p>O haiku é uma forma poética tradicional japonesa, composta por três versos curtos, geralmente com uma métrica de 5, 7 e 5 sílabas respetivamente. </p><p>O haiku procura capturar um momento efêmero da natureza ou da experiência humana com simplicidade, profundidade e economia de palavras. Costuma conter um "kigo" (palavra que indica a estação do ano) e um "kireji" (palavra de corte ou pausa, mais comum em japonês).</p><p>Embora o haiku tenha origem no Japão do século XVII, especialmente com o poeta Matsuo Bashō, sua forma foi adaptada e difundida mundialmente, inclusive na poesia ocidental contemporânea. </p><p>Abaixo, está uma tradução do haiku mais famoso de todos os tempos, escrito por Matsuo Bashō&nbsp;(1644 - 1694):</p><p>&nbsp;</p><p><em>Ah, o velho poço,</em><br><em>uma rã salta,</em><br><em>som da água.</em></p><p>&nbsp;</p><p><strong>Referências Bibliográficas:</strong></p><ul><li><p>Ballering, A. (2021, 17 de abril). <em>Haiku: a extraordinária beleza da poesia japonesa</em>. Rituals. Recuperado em 2 de junho de 2025, de <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.rituals.com/pt-pt/mag-rituality-what-is-haiku.html">https://www.rituals.com/pt-pt/mag-rituality-what-is-haiku.html</a></p></li></ul><ul><li><p>Infopédia. (n.d.). <em>Haiku</em>. Porto Editora. Recuperado em 2 de junho de 2025, de <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.infopedia.pt/artigos/$haiku">https://www.infopedia.pt/artigos/$haiku</a></p></li><li><p>JAL Foundation. (2014). <em>Como fazer um haiku</em> (Versão portuguesa). Recuperado em 2 de junho de 2025, de <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.jal-foundation.or.jp/commonY20/haiku/pdf/panf_portugal.pdf">https://www.jal-foundation.or.jp/commonY20/haiku/pdf/panf_portugal.pdf</a></p></li><li><p>Wikipédia. (2024, dezembro 1). <em>Haiku</em>. Wikipédia, a enciclopédia livre. Recuperado em 2 de junho de 2025, de <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Haiku">https://pt.wikipedia.org/wiki/Haiku</a></p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-02 19:31:21 UTC</pubDate>
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         <title>Tempo de Haikus</title>
         <author>francisca2005oliveira</author>
         <link>https://padlet.com/francisca2005oliveira/6cfw3rsptlpentul/wish/3476606551</link>
         <description><![CDATA[<p>O livro <em>Tempo de Haikus</em>, de J. N. Santaeulàlia, é uma obra poética que convida os leitores a uma imersão na natureza através das quatro estações do ano. </p><p>Inspirado na forma tradicional japonesa do haiku, cada poema procura capturar a essência de momentos efémeros e a beleza dos pequenos detalhes do quotidiano.</p><p>A obra destaca-se pela sua abordagem sensível e contemplativa, incentivando leitores de todas as idades a apreciar a simplicidade e profundidade dos haikus. </p><p>As ilustrações de Luciano Lozano complementam os poemas, oferecendo uma experiência visual que enriquece a leitura.</p><p><em>Tempo de Haikus</em> recebeu o Terceiro Prémio para os Livros Mais Bem Editados em 2022, na categoria de livro infantojuvenil, atribuído pelo Ministério da Cultura de Espanha, bem como foi Finalista do 19º Prémio Atrapallibres em 2023-24.</p><p>J. N. Santaeulàlia é um escritor catalão de Banyoles, com uma carreira dedicada à literatura, incluindo romances, livros de viagens e poesia. Apaixonado pela cultura japonesa, especialmente pelo haiku, Santaeulàlia tenta transmitir essa forma poética de maneira acessível e envolvente para os leitores mais jovens .</p><p><br></p><p><strong>Referências Bibliográficas:</strong></p><ul><li><p>Santaeulàlia, J. N. (2022). <em>Tempo de haikus</em> (M. J. Moreno, Trad.; L. Lozano, Ilust.). Akiara Books.</p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-02 20:42:13 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Atividades pré-leitura</title>
         <author>francisca2005oliveira</author>
         <link>https://padlet.com/francisca2005oliveira/6cfw3rsptlpentul/wish/3476618257</link>
         <description><![CDATA[<p>As atividades pré-leitura procuram ativar o conhecimento, partilhar saberes e motivar para a leitura, como por exemplo:</p><p><br/></p><ul><li><p><strong>Cestas Literárias</strong></p></li></ul><p>As Cestas Literárias incluem objetos físicos relacionados com o livro que irá ser trabalhado na aula, como por exemplo personagens representadas ao longo da história, cenários, elementos simbólicos, ou até mesmo instrumentos musicais, aromas, fantoches, entre outros elementos sensoriais.</p><p>O objetivo é criar um ambiente de exploração, descoberta e envolvimento emocional com a leitura antes de abrir o livro, bem como estimular a curiosidade e a antecipação da narrativa.</p><p><br/></p><ul><li><p><strong>Exploração de Elementos paratextuais</strong></p></li></ul><p>Ao explorar elementos paratextuais, como a ilustração e/ou o título da obra, estamos a incentivar os alunos a criarem pequenas histórias, situações ou perguntas baseadas apenas no título e/ou na ilustração.</p><p>Começamos por mostrar somente a capa, uma imagem ilustrativa ou o título da obra para que os alunos observem com atenção. <br>Perguntas orientadoras:</p><ul><li><p>Qual será o título do livro segundo esta imagem? (ou ao contrário)</p></li><li><p>Sobre o que acham que a história vai falar?</p></li><li><p>Que tipo de texto acham que é? (conto, poesia, etc.)</p></li></ul><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-02 20:57:02 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Atividades durante a leitura</title>
         <author>francisca2005oliveira</author>
         <link>https://padlet.com/francisca2005oliveira/6cfw3rsptlpentul/wish/3476618331</link>
         <description><![CDATA[<p>As atividades durante a leitura são atividades que permitem desenvolver e aplicar estratégias de compreensão na leitura, por exemplo:</p><ul><li><p>Mapas Literários (personagens, espaços, ações, curiosidades, questões…)</p></li><li><p>Mapas de contrastes</p></li><li><p>Mapas / Teias da história</p></li><li><p>Percursos narrativos</p></li><li><p>Perspetivas e pontos de vista</p></li><li><p>Carrossel de personagens</p></li><li><p>Mapas de sentimentos / emoções</p></li><li><p>Diários</p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-02 20:57:14 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Atividades pós-leitura</title>
         <author>francisca2005oliveira</author>
         <link>https://padlet.com/francisca2005oliveira/6cfw3rsptlpentul/wish/3476618413</link>
         <description><![CDATA[<p>As atividades depois da leitura, procuram encorajar respostas pessoais ao texto, envolver e expandir conhecimento, como por exemplo:</p><p><br/></p><ul><li><p><strong>Teatro ou Dramatização Improvisada</strong></p></li></ul><p>Os alunos encenam trechos do texto ou criam uma cena “o que teria acontecido se...?” com base em algumas hipóteses que tenham surgido.</p><p><br/></p><ul><li><p><strong>Criação de uma nova capa ilustrada</strong></p></li></ul><p>Os alunos desenham uma nova capa para o texto lido, tendo em conta o que descobriram com a leitura.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-02 20:57:26 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Nota</title>
         <author>francisca2005oliveira</author>
         <link>https://padlet.com/francisca2005oliveira/6cfw3rsptlpentul/wish/3476642328</link>
         <description><![CDATA[<p>As atividades apresentadas são apenas exemplos de propostas que podem ser desenvolvidas nos momentos de leitura.</p><p>No entanto, é importante destacar que a escolha das atividades deve considerar sempre as características específicas de cada obra. Ou seja, de livro para livro, as possibilidades variam, pois fatores como o género textual, o público-alvo, a complexidade da narrativa e os objetivos pedagógicos influenciam diretamente nas estratégias mais adequadas. </p><p>Por isso, o professor deve adaptar as propostas conforme o conteúdo e as necessidades da turma, garantindo que a leitura se torne uma experiência significativa e envolvente.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-02 21:49:06 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>francisca2005oliveira</author>
         <link>https://padlet.com/francisca2005oliveira/6cfw3rsptlpentul/wish/3476649837</link>
         <description><![CDATA[<p>A Unidade Curricular de Literatura Infantojuvenil revela-se fundamental na formação inicial de professores, sobretudo aqueles que atuarão nos primeiros anos de estudo. </p><p>Esta UC proporciona um contacto aprofundado com a diversidade literária destinada a crianças e jovens, permitindo compreender o papel da literatura como instrumento de desenvolvimento emocional, linguístico, estético e crítico.</p><p>Entre os aspetos positivos, destaca-se a valorização de obras de qualidade, o incentivo à leitura crítica e a análise de diferentes géneros e autores, tanto clássicos como contemporâneos. </p><p>Além disso, esta UC conscientiza sobre a importância de formar leitores desde a infância, o que é essencial para o desenvolvimento do gosto pela leitura, bem como o desenvolvimento do pensamento crítico.</p><p>Outro aspeto relevante é a oportunidade de explorar estratégias didáticas criativas, como atividades de leitura. </p><p>Em termos de contributo para a formação de professores, esta unidade curricular é indispensável, uma vez que ajuda a desconstruir visões simplistas sobre a literatura para crianças, demonstrando que há obras que podem trabalhar temas complexos com a devida delicadeza, profundidade e sensibilidade. </p><p>Também contribui para formar professores mais críticos na escolha de livros e na escolha de atividades que levem à curiosidade e motivação, o que contribuiu não só para o desenvolvimento de competências didáticas, mas também para a formação de uma postura ética e pedagógica em relação à leitura.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-02 22:06:11 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Atualmente...</title>
         <author>francisca2005oliveira</author>
         <link>https://padlet.com/francisca2005oliveira/6cfw3rsptlpentul/wish/3489658062</link>
         <description><![CDATA[<p>Durante muito tempo, apesar de a minha mãe ler-me vários livros todas as noites antes de ir dormir, a pressão da escola para ler livros "desinteressantes", fez-me sentir obrigada a fazê-lo. Muitas vezes,  lê-los era uma obrigação, algo que eu fazia porque tinha de ser e não porque queria.. Por esse motivo, os livros começaram a parecer algo distante e feito para os outros e não para mim. Mas, com o tempo, talvez por insistência, curiosidade ou até por necessidade de fugir do mundo real, fui descobrindo que os livros não eram só palavras empilhadas em páginas, mas portas. Portas para lugares que eu nunca teria conhecido, pessoas que nunca teria encontrado e sentimentos que nem sabia que podia sentir.</p><p>Hoje, mesmo sem ler os "melhores livros", aqueles que aparecem nas listas dos críticos ou que são estudados nas escolas, reconheço o valor dos que leio. Porque ler, seja o que for, é sempre melhor do que não ler nada, não é verdade? Pelo menos faz me sentir melhor se pensar assim.</p><p>Cada história, por mais simples que seja, tem o poder de me ensinar algo, de me fazer pensar ou apenas de me fazer companhia. </p><p>Curiosamente, há algo que não consigo evitar: sempre que entro numa livraria, como a Bertrand ou Fnac, os meus passos levam-me, quase automaticamente, até à secção infantojuvenil. Talvez porque, em parte, foi lá, e nesta unidade curricular, que (re)descobri o prazer da leitura. Talvez porque esses livros, com as suas capas coloridas, títulos cativantes e promessas de aventura, carregam um potencial imenso. Gosto de observá-los, de os folhear, de tentar perceber se são bons livros, se têm alma, se conseguem tocar alguém como alguns já me tocaram a mim.</p><p>É estranho, mas bonito ver como algo que antes me parecia inútil, hoje se tornou numa parte silenciosa mas vital da minha vida. Os livros têm esse poder: o de mudar-nos sem fazer barulho, página a página.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-13 15:48:07 UTC</pubDate>
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      </item>
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