<?xml version="1.0"?>
<rss version="2.0">
   <channel>
      <title>Farmacologia dos fármacos utilizados no tratamento da Doença de Alzheimer by Isadora Fanti</title>
      <link>https://padlet.com/isadorasilvafanti/6c9v9l9wns6x98w4</link>
      <description></description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2025-03-17 19:21:45 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2025-03-19 01:13:30 UTC</lastBuildDate>
      <webMaster>hello@padlet.com</webMaster>
      <image>
         <url>https://padlet.net/icons/8.0/png/2695.png</url>
      </image>
      <item>
         <title>Terapia Colicomimética da Doença de Alzheimer </title>
         <author>isadorasilvafanti</author>
         <link>https://padlet.com/isadorasilvafanti/6c9v9l9wns6x98w4/wish/3369904152</link>
         <description><![CDATA[<p>A hipótese colinérgica está relacionada com a capacidade de fármacos que potencializam a função colinérgica central de induzirem melhora do perfil cognitivo e de efeitos comportamentais derivados da doença. Diversas alternativas terapêuticas foram avaliadas com o objetivo de corrigir o déficit colinérgica de portadores da doença. Entre as estratégias empregadas  estão a utilização ou substituição de <strong>percursores de Acetilcolina</strong>, e.g. Colina ou lecitina, que não se mostraram eficientes no incremento da atividade colinérgica central. Outros estudos investigaram o uso de <strong>inibidores de acetilcolinesterase</strong> que reduzam a hidrólise de AChE e aumentando, consequentemente, seu tempo médio de vida.</p><p>Recentemente, têm sido exploradas abordagens terapêuticas envolvendo agonistas específicos  de receptores muscarínicos e nicotínicos ou antagonistas muscarínicos. OS avanços mostraram que  o <strong>uso de inibidores de AChE deve ser a maneira mais eficiente </strong>de controle da evolução da doença.</p><p><br></p>]]></description>
         <enclosure url="https://doi.org/10.1590/S0100-40422004000400021" />
         <pubDate>2025-03-17 19:50:45 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/isadorasilvafanti/6c9v9l9wns6x98w4/wish/3369904152</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Alzheimer: O que é? Quais seus sintomas?</title>
         <author>isadorasilvafanti</author>
         <link>https://padlet.com/isadorasilvafanti/6c9v9l9wns6x98w4/wish/3372017003</link>
         <description><![CDATA[<p>A doença de Alzheimer é o tipo de demência (alterações cerebrais que resultam em uma severa e progressiva perda de memória e disfunção cognitiva) mais comum. As pessoas com a doença de Alzheimer <mark>perdem gradativamente sua orientação no tempo e espaço, esquecem o que acabaram de fazer ou dizer, enfrentam dificuldades em atividades diárias simples, deixam de se comunicar e ficam incontinentes, muitas vezes com problemas comportamentais severos e precisam de cuidados 24 horas por dia para seu bem estar.</mark> A doença pode durar muitos anos — normalmente entre 5 e 10 anos — e geralmente não é causa de morte. Com a progressão da doença, as pessoas perdem a noção de suas condição.</p><p><br/></p><p>Referências: Tudo Sobre a Doença de Alzheimer - Harry Cayton, Dr. James Warner e Dr. Nora Graham.</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2025-03-18 23:53:48 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/isadorasilvafanti/6c9v9l9wns6x98w4/wish/3372017003</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Tratamento da Doença de Alzheimer </title>
         <author>isadorasilvafanti</author>
         <link>https://padlet.com/isadorasilvafanti/6c9v9l9wns6x98w4/wish/3372134953</link>
         <description><![CDATA[<p>A principal abordagem para a doença envolve tentativas de melhorar a função colinérgica do cérebro. </p><ul><li><p>A primeira abordagem foi a administração de <strong>percursores da síntese de acetilcolina</strong> (como cloridrato de colina e fosfatidilcolina). As experiencias não conseguiram demonstrar qualquer eficácia clinicamente significativa.</p></li><li><p>Outra estratégia um pouco mais bem sucedida tem sido o uso de <strong>inibidores da acetilcolinesterase</strong> (enzima catabólica da acetilcolina). A fisostigmina é um inibidor reversível da AChE de ação rápida, que produz respostas mais favoráveis nos modelos animadas de aprendizagem e alguns estudos demonstraram melhoras transitórias suaves depois do tratamento de pacientes com Doença de Alzheimer com fisostigmina. Porém, o uso deste fármaco é limitado, devido sua meia vida curta e tendencia de causar sintomas de hiperatividade colinérgica sistêmica mesmo em doses terapêuticas.</p></li><li><p>Atualmente, existem <strong>4 inibidores da AChE que são aprovados</strong> pelo Federal Drug Administration (órgão governamental dos Estados Unidos que faz o controle dos alimentos, suplementos alimentares, medicamentos, cosméticos, equipamentos médicos, materiais biológicos e produtos derivados do sangue humano) para o tratamento da Doença de Alzheimer: <strong>tacrina, donepezila, rivastigmina e galantamina. </strong></p></li></ul><ol><li><p>Tacrina: inibidor potente da AChE de ação central. Estudos com tacrina oral combinada com lecitina confirmaram que o fármaco produz efeito em alguns parâmetros de desempenho da memória, mas que a amplitude da melhora observada é modesta. Seus efeitos colaterais geralmente são significativos e limitam a dose usada.</p></li><li><p>Donelpezila: inibidor seletivo da AChE no sistema nervoso central com poucos efeitos na AChE nos tecidos periféricos. Produz melhoras modestas nos escores cognitivos dos pacientes e tem meia vida longa, possibilitando a administração  de uma única dose diária.</p></li><li><p>Rivastigmina e Galantamina: administradas em duas doses diárias e produzem graus comparáveis de melhora cognitiva. Seus efeitos adversos, juntamente da Donelpezila, são semelhantes, mas geralmente menos frequentes e graves do que os observados com a Tacrina. Os três fármacos causam náuseas e vômitos, diarreia e insônia. Não estão associadas à hepatotoxicidade que limita o uso da tacrina.</p></li></ol><p><br/></p><p>Referência: Goodman e Gilman - As Bases Farmacológicas da TERAPÊUTICA </p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2025-03-19 01:02:01 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/isadorasilvafanti/6c9v9l9wns6x98w4/wish/3372134953</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Tratamento alternativo</title>
         <author>isadorasilvafanti</author>
         <link>https://padlet.com/isadorasilvafanti/6c9v9l9wns6x98w4/wish/3372150832</link>
         <description><![CDATA[<p>Uma estratégia alternativa para o tratamento da Doença de Alzheimer é o uso da <strong>memantina</strong>, um antagonista dos receptores de NMDAglutamato. Ela produz bloqueio dependente da utilização dos receptores do NMDA. Nos pacientes com Doença de Alzheimer moderada - grave, o uso deste fármaco está associado à redução da taxa de deterioração clínica, mas ainda não está claro se esse efeito é decorrente de uma ação de modificação da doença, possivelmente à redução da excitotoxicidade, ou é um efeito sintomático do fármaco. Seus efeitos adversos são em geral leves e reversíveis, incluindo cefaléia e tonteira.</p><p><br/></p><p>Referência: Goodman e Gilman - As Bases Farmacológicas da TERAPÊUTICA </p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2025-03-19 01:10:07 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/isadorasilvafanti/6c9v9l9wns6x98w4/wish/3372150832</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>isadorasilvafanti</author>
         <link>https://padlet.com/isadorasilvafanti/6c9v9l9wns6x98w4/wish/3372159032</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://media4.giphy.com/media/3o7TKTvwLRXsTdXpJu/giphy.gif?cid=cabc9918n79etvs5ldfbpbgl23b1indtg6c742g2nx11bo0s&amp;ep=v1_gifs_search&amp;rid=giphy.gif&amp;ct=g" />
         <pubDate>2025-03-19 01:13:29 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/isadorasilvafanti/6c9v9l9wns6x98w4/wish/3372159032</guid>
      </item>
   </channel>
</rss>
