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      <title>Mediação by Bianca Lopes</title>
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      <description>Conceito de medição</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-06-24 23:29:29 UTC</pubDate>
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         <title>Relatos de Experiência </title>
         <author>catiasmarques</author>
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         <description><![CDATA[<div>A evidência disponível sugere que a partir desta situação que o paradigma educacional passa a ser revisto e começa a surgir uma nova cultura escolar, a educação inclusiva. Através desta perspectiva de educação, torna-se possível o ingresso e permanência de todos, sem distinção, na escola.<br><br></div><div>Com base nestas novas demandas, o processo inclusivo nos convida a lançar um olhar sobre as singularidades que perpassam a interação de cada sujeito e os desafios vivenciados pelo aluno com limitações de aspectos da ordem social.<br><br></div><div>Visarei, assim, expor a experiência de inclusão de um aluno com o diagnóstico de transtorno do espectro autista (TEA) inserido na rede regular de ensino de uma escola particular da Zona Norte da cidade do Rio de Janeiro, objetivando incitar novas perspectivas que possam mostrar que a inclusão social é fundamental para alcançar o sucesso efetivo no processo de inserção e a partir disto promover a construção de diferentes arranjos organizacionais.<br><br></div><div>O estudo assume uma abordagem qualitativa de revisão bibliográfica sustentado em embasamentos teóricos que discutem a inclusão. O relato de caso descrito se deu através do acompanhamento diário das vivências de socialização deste discente cursando o Fundamental I.<br><br></div><div>Diante do exposto, julgou-se relevante promover a reflexão acerca da importância, para a criança em desenvolvimento, de poder dividir suas emoções, compartilhar seus interesses e buscar a atenção do outro para trocar opiniões e experiências. Bem como pensar no desenvolvimento das práticas do profissional de apoio, devendo este ter por finalidade a mediação dessas situações de forma que venha a produzir um interesse social no aluno, levando-o à busca pelo outro.<br>Foi trabalhado com esse aluno de necessidades especiais trabalhos com papel picado, técnica da esponja, andar sobre a corda, dramatizações de histórias,&nbsp; e brincadeiras com bola, pois o aluno é apaixonado por bola.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-24 23:29:29 UTC</pubDate>
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         <title>Relato de experiência  em sala.</title>
         <author>bia2007lopes</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Essa atividade foi realizada em uma turma Pré&nbsp; escola,&nbsp; nesta turma temos o aluno Erick diagnosticado com autismo leve, nossa mediação começou quando percebemos que ele se negava a fazer atividades com tinta, apartir daí começamos a pintar com ele , com o passar do tempo já pinta sozinho , como mostra as fotos acima. Depois que ele começou a se intetessar pela atividade de pintura sua coordenação melhorou muito.</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-24 23:29:29 UTC</pubDate>
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         <title>Conceito de Mediação na Compreensão do Grupo </title>
         <author>ceniraklj3</author>
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         <description><![CDATA[<div>A mediação é um processo cultural adquirido pela aprendizagem. Para Vigotski a mediação estabelece uma ligação, o signo, do qual a atividade e&nbsp; consciência interagem socialmente. Ou seja , a pessoa aprende quando ela tem algo concreto,&nbsp; que facilita seu processo de aprendizado ,&nbsp; através de associação, é na relação sujeito e objeto , que a pessoa se desenvolve , um aprende com o outro , nas diferenças.&nbsp;<br>O conceito de mediação leva à expectativa de uma relação de reciprocidade entre o indivíduo e as possibilidades do conhecer e aprender com os pares . Através da "troca de experiências entre as pessoas" gerando possibilidades de adquirir conhecimento através das vivência.&nbsp;<br>Para Vigotski o professor é figura essencial do saber , por representar um elo intermediário , entre o aluno&nbsp; e o conhecimento , disponível no ambiente.&nbsp;</div><div>E é de suma importância que na infância a criança seja incentivada e estimulada a&nbsp; explorar o ambiente da qual está inserida, contribuindo assim de forma gradativa e significativa no seu processo de ensino aprendizagem.&nbsp;<br>E a Educação Infantil,&nbsp; primeira etapa da Educação Básica,&nbsp; contribui de forma objetiva e Lúdica,&nbsp; com o aprendizado e desenvolvimento da criança , através das atividades propostas direcionadas e livres , na&nbsp; Interação e Socialização de todos.&nbsp;</div><blockquote><em><br>"O educador começa a compreender agora que quando a criança adentra na cultura, não somente toma algo dela, não somente assimila e se enriquece com o que está fora dela, mas que a própria cultura reelabora em profundidade a composição natural de sua conduta e dá uma orientação completamente nova a todo o curso de seu desenvolvimento (Vigotski, 1995, p. 305)"</em></blockquote><div>Nas relações com as coisas do mundo, na primeira vez há uma relação direta, na segunda uma relação mediada pela lembrança da primeira vez.<br>A mediação pode ser ainda a participação do outro, sinalizando o que deve fazer ou não.<br>Grande parte da ação do homem no mundo é mediada pela ação dos outros.<br>E a linguagem possibilita o intercâmbio social e o pensamento generalizante, onde pode ocorrer a Zona do Desenvolvimento Proximal&nbsp; (ZDP).<br>As Brincadeiras-jogos simbólico se torna um(lugar de desenvolvimento)simbólico regido por regras(apreensão da cultura).<br>O nível de desenvolvimento que a criança é capaz de fazer com ajuda , não se trata de um conceito instrumental, pois é flexível e não visível na prática. Quanto mais instrumento e signos se aprende, mais se amplia a capacidade da pessoa aprender&nbsp; "o parceiro mais capaz".<br>Dessa forma o desenvolvimento passa por uma fazer externo, pois no desenvolvimento toda função aparece de dua vezes , primeira em nível&nbsp; social, e depois, em&nbsp; nível individual.&nbsp; &nbsp;<br>Primeiro entre as pessoas( interpessoal) e depois no interior do próprio interior da pessoa( intrapessoal).<br>Os conceitos espontâneo são aqueles desenvolvidos no dia a dia derivados da experiência no concreto. Com isso o pensamento se desenvolve a partir das percepções originárias.<br>Ou seja,&nbsp; a mediação é um termo muito comum no meio educacional, no entanto, ser mediador não é tarefa simples, não se restringe à interação ou à intermediação. Para ser mediador, é preciso perceber a necessidade do educando, não apenas ocupar uma posição intermediária entre o conhecimento e o aprendiz, mas também orientá-lo na construção de suas próprias aprendizagens. Dessa forma, o papel desse adulto-mediador pode-se comparar ao papel do jardineiro que cultiva suas flores com cuidado e com atenção às necessidades das plantas. Estas têm o momento certo para se desenvolver em cada fase da vida: primeiramente são semeadas, depois brotam, em seguida florescem.<br>A metáfora de Vygotsky – comparação feita das funções que ainda não amadureceram no indivíduo a “brotos” (Striquer, 2017 apud Vygotsky, 2007) que ainda vão desabrochar – referente à Zona de Desenvolvimento Próximo (ZDP), possibilita uma fecunda reflexão sobre a figura do professor enquanto mediador na sala de aula. No sentido de exercer um papel fundamental no processo de aprendizagem dos educandos.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-24 23:29:29 UTC</pubDate>
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         <title>Anna Carolina</title>
         <author>bia2007lopes</author>
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         <description><![CDATA[<div>Relato de Experiência&nbsp;<br><br>&nbsp;Por meio deste estudo de caso venho aqui analisar um aluno da rede pública de ensino de São João de Meriti e deu entrada na unidade ao qual eu leciono, como docente neste ano em uma turma de maternal, ele com dois anos e meio deu entrada em nossa unidade com um ano e três meses sendo diagnosticado com transtorno do espectro do autismo e TDAH aos 1 ano e 8 meses de idade. Neste período já devidamente laudado e realizando todos os tratamentos no centro de atendimento municipal 'CAEE, como fonoaudiólogo, terapia ocupacional e psicólogo, além de realizar acompanhamento na sala de recuso que temos na unidade. Neste ano tínhamos um déficit muito grande de funcionários e em sala mesmo tendo a obrigatoriedade de existir para cada cinco crianças um adulto tínhamos apenas dois adultos para 17 crianças, por conta disso precisávamos que este aluno estivesse totalmente incluso nas atividades, e haver sua atenção e participação. Dentro dessa perspectiva houveram diversas atividades em que houveram mediação, está em específico, estávamos trabalhando coordenação, concentração, e cores primárias, com foco na interação entre os alunos, a pedagogia exercida na unidade é embasada nos princípios do sociointeracionista. Lá nós trabalhamos todas as formas coletivas possíveis para que os alunos consigam interagir uns com os outros e, partilhar além de suas experiências e os conhecimentos trazidos fora na unidade. Sempre explicitamos a importância da partilha de materiais e objetos.&nbsp;<br>Este aluno específico tinha dificuldades em sujar as mãos, sempre se colocava de forma longínqua das atividades em que nós precisávamos lidar com tinta diretamente e sempre solicitava a limpeza das mãos, neste dia eu e a auxiliar realizamos uma atividade a qual colocávamos as tintas nas cores vermelho, amarelo e azul em um papel 40 kg e pedimos as crianças que misturassem toda essa tinta em pequenas partes eles conseguiam ver que essa mistura trazia novas cores, este aluno específico no início da atividade ficou no canto mais disperso logo vendo que as cores iam surgindo através dos amigos foi se aproximando e querendo realizar também a mistura. Geralmente quando realizávamos este tipo de atividade em grupo ele sempre se colocava disperso ou realizando estereotipias, o que dificultava a concentração neste tipo de atividade em grupo, neste dia em específico ele conseguiu interagir com o grupo realizando a atividade.<br>A partir deste dia notamos que precisarmos reunir o grupo e iniciar a atividade para que assim ele conseguisse notar como se realizava a mesma e se aquilo era interessante a ele ou não, a partir disso conseguimos criar estratégias para que este aluno interagisse com o novo, tanto nas atividades quanto nas rodas de conversa.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-25 00:26:32 UTC</pubDate>
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         <title>Cleide Melo                                                

 Em sala de aula, tive a oportunidade de colocar em prática um projeto que envolvia o estudo de gêneros textuais e produção de conto um fantástico. Os alunos conheceram diversos gêneros narrativos, dentre eles, o conto fantástico, que foi escolhido para a atividade de produção de texto. Na classe, há um aluno autista (João), que também apresenta em seu laudo o diagnóstico de deficiência intelectual. Frequentemente, João pede para sair da sala para beber água e ir ao banheiro, é uma criança inquieta, porém no dia do trabalho de redação, ele ficou mais concentrado. A turma é do sétimo ano e contém 22 alunos. Após diversos trabalhos sobre a tipologia narrativa, os alunos fariam uma produção textual para ser apresentada no pátio da escola. No dia da atividade, a turma foi organizada em grupos. Cada aluno tinha uma função no trabalho: escrita, ilustração e confecção de um material que representasse o personagem principal do texto produzido. João é habilidoso em artes plásticas. Gosta de papel, tesoura e cola. Faz bonecos e objetos com papel, como esculturas, feitas de papel amassado. O trabalho dele na tarefa foi confeccionar o personagem do conto fantástico que seu grupo produziu. No dia combinado, os alunos apresentaram suas produções aos colegas, João se mostrou orgulhoso e apresentou o dragão que havia feito com materiais recicláveis e todos aplaudiram. Como professora de português, entendo que a mediação em sala de aula oportuniza o desenvolvimento de habilidades linguísticas necessárias à formação dos discentes e que as práticas pedagógicas devem conter ações que interfiram na ZDP. Nesse sentido, ao atuar como mediador, o professor ajuda os aprendizes na aquisição de saberes e conhecimentos diversos, para que, em momento certo, eles tornem-se independentes, capazes de realizar sozinhos o que antes não era possível. Segundo Striquer (2017) apud Lopes;Rossi (2005) é consensual que as propostas pedagógicas que ensinam a língua através de gêneros de texto dependem de um professor “mediador de conhecimentos, orientador e parceiro dos alunos nas produções”, de “um contexto que favoreça a interação entre todos os envolvidos”, bem como a concepção de “avaliação dos alunos pelo envolvimento ao longo do processo” (STRIQUER 2017, p. 154 apud LOPES;ROSSI 2005, p. 89). De fato, ensinar a língua por meio de gêneros textuais é uma proposta tão necessária quanto enriquecedora, por exemplo, quando se trabalha com projetos de produção textual e publicação de textos no ambiente escolar. Essa é uma atividade que dá muitos frutos, no sentido de desenvolver competências e habilidades nos eixos da leitura, da escrita, da oralidade, em que todos os envolvidos possam participar efetivamente das propostas educativas. Assim, esses elementos contribuem para uma prática que favoreça não somente o conhecimento linguístico, mas também a interação, cooperação e troca de experiências entre os discentes.

</title>
         <author>bia2007lopes</author>
         <link>https://padlet.com/bia2007lopes/6c5vxcu6waij7f0t/wish/2230308994</link>
         <description><![CDATA[<div><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-25 13:51:19 UTC</pubDate>
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