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      <title>Meu PORTFOLIO no Internato II PED - Turma 2018.2 (03/02/2025 a 30/03/2025) by Internato em Pediatria</title>
      <link>https://padlet.com/internato2ped/6bmdkqelme3v3hil</link>
      <description>Meus registros acadêmicos diários</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2025-01-23 17:50:25 UTC</pubDate>
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         <title>Foto de apresentação</title>
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         <pubDate>2025-02-03 13:58:51 UTC</pubDate>
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         <title>Foto de apresentação.</title>
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         <pubDate>2025-02-04 00:58:01 UTC</pubDate>
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         <title>05/02/2025 - Relato de Experiência em UTI Pediátrica: Osteopetrose e Desafios no Cuidado</title>
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         <link>https://padlet.com/internato2ped/6bmdkqelme3v3hil/wish/3317554556</link>
         <description><![CDATA[<p><br/></p><p>Nesses três primeiros dias, me deparei com um paciente muito especial na UTI Pediátrica, e esse atendimento me trouxe uma reflexão profunda sobre os desafios e a complexidade de cuidar de crianças com condições raras e graves. O paciente, um menino de 2 anos com diagnóstico confirmado de Osteopetrose Autossômica Recessiva Tipo 4, foi encaminhado para a unidade devido a um quadro de tosse persistente, secreção nasal por mais de 10 dias, febre e piora do padrão ventilatório nas últimas 24 horas.</p><p>O que mais me chamou atenção foi a fragilidade do quadro, com o paciente já apresentando uma série de complicações respiratórias e sinais de obstrução nas vias aéreas superiores, além de dificuldades alimentares graves, necessitando de dieta exclusiva por SNG. A genitora, visivelmente cansada e preocupada, relatou o uso de oxigênio em casa devido a quedas de saturação, o que só aumentou minha percepção da gravidade do caso.</p><p>Quando examinei o paciente, fiquei tocado pela sensação de impotência diante de uma criança tão pequena e vulnerável, que estava em sofrimento, com dificuldade no simples ato de respirar. </p><p>Apesar de ser um quadro grave, o paciente se acalmou quando foi colocado no colo da mãe, e isso me fez pensar sobre o quanto o conforto emocional também faz parte do tratamento. Em um ambiente como a UTI, a interação com a família, o apoio emocional, é tão fundamental quanto as intervenções médicas. </p><p>A conduta que tomamos envolveu a decisão de iniciar antibióticos devido ao quadro prolongado de sintomas respiratórios e a pancitopenia. Também liberamos a dieta enteral e iniciamos exames para entender melhor a situação do paciente. O que me marcou foi ver como a medicina vai além de apenas prescrever tratamentos, é sobre ver o ser humano por trás do diagnóstico e trabalhar junto com a família para proporcionar o melhor cuidado possível.</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-02-05 20:47:09 UTC</pubDate>
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         <title>Foto de apresentação </title>
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         <pubDate>2025-02-05 23:18:05 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Estes primeiros dias na enfermaria de pediatria têm sido leves e ao mesmo tempo intensos. O clima é muito amigável, as preceptoras são ótimas e as residentes também, então tem bastante aprendizado. Porém, o caso que estou acompanhando é bem triste. Acompanhar um paciente de&nbsp;67 dias com&nbsp;<em>truncus arteriosus</em>&nbsp;tipo II&nbsp;me confrontou com a realidade crua das cardiopatias congênitas e a fragilidade da vida dos pequenininhos. Observar o L., tão pequeno e dependente de nós, é ao mesmo tempo um desafio clínico e uma experiência profundamente humana.</p><p>Nesses três dias, pude vivenciar a complexidade do manejo dessa patologia: a criança apresenta&nbsp;taquipneia persistente, baixa saturação de oxigênio e dificuldade de ganho ponderal, sinais que refletem a fisiopatologia da doença. A equipe multi atua em sincronia, fazendo todos os ajustes necessários. Porém, apesar dos esforços, o prognóstico permanece incerto, e a iminência de complicações está sempre aí.</p><p>Emocionalmente, é difícil não se sentir impactado. Até hoje, em todos os rodízios de pediatria, a maioria das crianças que vi era saudável. Bem diferente de agora. Ver a mãe agarrada à esperança é bem ruim. E isso me fez refletir sobre o peso da comunicação médica (inclusive fazendo uma conexão com o tema da próxima semana). A criança precisaria passar por uma gastrostomia, mas a mãe não quer, muito pela experiência própria dela ao conviver com um parente gastrostomizado em casa. Conseguir explicar para ela a importância deste procedimento nessas condições é muito necessário.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-02-05 23:28:01 UTC</pubDate>
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         <title>Foto de apresentação</title>
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         <pubDate>2025-02-06 02:00:54 UTC</pubDate>
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         <title>Primeira semana na UTIP</title>
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         <description><![CDATA[<p>A primeira semana na UTIP se mostrou um espaço em que o ganho de aprendizado será incrível. Inicialmente pouco ambientado com UTIs pediátricas, procurei, junto com meu colega, amigo e dupla, saber o que nos caberia. Nossos pacientes, assim como os da residente, foram escolhidos. E mãos à obra! A evolução dos pacientes me mostrou uma força incrível de 3 lados: das famílias, da equipe de saúde e, principalmente, dos pacientes! São pacientes com diagnósticos raros ou pouco comuns - não para o HUPES: glicogenose, prune belly e síndrome nefrótica corticorresistente são os alguns dos diagnósticos que exemplificam. Dividimos o trabalho com a residente de Pediatria, sendo supervisionados pelas plantonistas e tendo o espaço dividido com as especialistas. Todas muito receptivas, competentes e disponíveis para discussão dos casos. Quanto aos pacientes, todos têm suas peculiaridades, suas histórias e suas resiliências. Será, assim, um espaço não somente para desenvolver o raciocínio clínico, claro... nunca é. Saber o que é TH e TIG, saber como funciona ventilação pediátrica, sedação e como se dá o cuidado específico para cada paciente está vindo acompanhado de muito crescimento profissional, aprendido com esses enormes guerreiros que estão sob os cuidados dessa unidade tão querida no HUPES.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-02-06 02:25:17 UTC</pubDate>
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         <title>Foto de apresentação</title>
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         <pubDate>2025-02-06 23:10:24 UTC</pubDate>
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         <pubDate>2025-02-07 00:18:16 UTC</pubDate>
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         <pubDate>2025-02-07 01:50:54 UTC</pubDate>
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         <link>https://padlet.com/internato2ped/6bmdkqelme3v3hil/wish/3319348476</link>
         <description><![CDATA[<p>Retomar o contato com a pediatria está sendo muito proveitoso. Dessa vez num serviço terciário, cuidando dos RNs que necessariamente vão possuir alguma comorbidade. </p><p><br/></p><p>Algumas questões me chamaram a atenção logo de cara nessa enfermaria. Uma delas é que são poucos pacientes para muitos internos, o que acaba limitando um pouco o contato e a prática direta com o RN.</p><p><br/></p><p>Apesar disso, estou gostando de acompanhar e estudar sobre todos os casos que temos na UPL e também sobre as especificidades do paciente pediátrico. Quando se trata de crianças a comoção envolvida no caso é grande, principalmente daqueles em situação grave e que por vezes possuem um prognóstico obscuro. Saber lidar com isso é essencial para a prática médica.</p><p><br/></p><p>As discussões são muito boas e as preceptoras muito atenciosas e preocupadas com o nosso aprendizado. </p><p><br/></p><p>Estou empolgado para as próximas semanas nessa rotina. </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-02-07 02:04:11 UTC</pubDate>
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         <title></title>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-02-07 13:53:40 UTC</pubDate>
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         <title>Primeira semana UDAP</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/internato2ped/6bmdkqelme3v3hil/wish/3320001713</link>
         <description><![CDATA[<p>A primeira semana da UDAP tem sido uma experiência bastante enriquecedora, as discussões permeiam a clínica médica em todos os pacientes, com casos complexos e discussões muito boas. </p><p><br/></p><p>Meu paciente tem um caso complexo, ainda sem diagnóstico, que já discutimos diversos diferenciais. No momento, temos como principais suspeitas EII, hidatidose ou histiocitose. No momento, tenho aprofundado os estudos foçados nesses temas e nos antibióticos que ele tem utilizado.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-02-07 13:59:20 UTC</pubDate>
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         <title>Experiência UDAP</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/internato2ped/6bmdkqelme3v3hil/wish/3320540606</link>
         <description><![CDATA[<p>Minha experiência na UDAP tem sido enriquecedora. O contato com pacientes pediátricos internados me permitiu vivenciar a complexidade da pediatria clínica, especialmente no manejo de casos mais graves. Diferente do atendimento ambulatorial, aqui acompanho crianças que necessitam de monitoramento contínuo, suporte terapêutico mais intensivo e uma abordagem multidisciplinar.</p><p><br/></p><p>Observar a evolução clínica dos pacientes internados tem sido um aprendizado valioso, desde a investigação diagnóstica até a resposta ao tratamento. As discussões dos casos com pediatras especialistas em diversas áreas da clínica médica tem sido extremamente enriquecedoras, sobretudo para meu raciocínio  clínico em pediatria. </p><p><br/></p><p>Outro aspecto interessante tem sido a diversidade de patologias encontradas, como doenças reumatológicas, doenças hepáticas graves e erros inatos da imunidade. </p><p><br/></p><p>A experiência na UDAP tem consolidado meu conhecimento em pediatria e mostrado o impacto significativo da assistência hospitalar na recuperação das crianças. </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-02-08 00:17:37 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/internato2ped/6bmdkqelme3v3hil/wish/3321654890</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-02-09 22:30:37 UTC</pubDate>
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         <title>Primeira semana HAN</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>A primeira semana do internato em cardiologia pediátrica apresentou desafios técnicos e emocionais significativos. A semiologia pediátrica exigiu adaptação, especialmente na identificação e reconhecimento de sinais clínicos sutis e na realização do exame físico. Além disso, a rotina e complexidade dos casos, demandou disciplina no aprofundamento do estudo teórico para acompanhar as discussões, compreender os exames complementares e condutas terapêuticas.</p><p>A interação com a equipe multiprofissional revelou uma hierarquia bem definida, na qual cada um dos membros desempenha funções complementares.</p><p>Um dos aspectos mais desafiadores desse momento inicial foi lidar com os óbitos que ocorreram durante a semana. Momento marcante, que evidenciou a importância do preparo emocional e da abordagem humanizada no atendimento às famílias.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-02-09 22:33:09 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-02-10 20:43:05 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/internato2ped/6bmdkqelme3v3hil/wish/3323246285</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-02-10 22:02:22 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>O rodizio tem propiciado um ambiente de aprendizado único, que vai além do acadêmico e nos permite desenvolver a habilidade de interagir com os familiares também. A mãe do meu primeiro paciente, que já teve alta, estava muito ansiosa para ir pra casa e, apesar de só os ter  acompanhado por 4 dias, foi muito enriquecedora a chance de conversar com ela sobre o adoecimento do filho e o impacto que isso causou em sua família, bem como as perspectivas de tratamento futuro.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-02-10 22:15:32 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-02-10 22:17:53 UTC</pubDate>
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         <title>... e o cuidado continua!</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>O intervalo entre o nosso último plantão na UTIP e o de hoje nos trouxe algumas notícias: dois dos pacientes que eu acompanhava tiveram alta. Vitória deles, das famílias e da equipe! O cuidado em suas casas e durante seus acompanhamentos continua. E na UTIP, com os que ficaram internados, também! Muito foi conversado hoje com as plantonistas acerca da complexidade dos diagnósticos dos pacientes do HUPES, sendo uma verdadeira referência na Pediatria.</p><p>Ainda a respeito das notícias, por outro lado, tivemos uma perda: uma paciente com diagnóstico de uma doença grave e prognóstico reservado faleceu, deixando a equipe sentida, muito embora todos os cuidados, em toda as esferas, tenham sido tomados. Seu estado era muito grave e foi amparada até quando suportou. Que a família encontre conforto! Como foi no final de semana, não participamos da notícia difícil dada à família.</p><p>O cuidado intensivo é muito específico com o objetivo de tirar os pacientes de instabilidades e, por vezes, em alguns casos da UTIP, ganha o papel adicional de investigação etiológica das morbidades dos pacientes. Ganha o paciente, ganha a família ganha o profissional e ganham os estudantes... e o cuidado continua!</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-02-10 22:34:36 UTC</pubDate>
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         <title>Primeira semana UM: </title>
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         <description><![CDATA[<p>A primeira semana na Unidade Metabólica foi de adaptação. Viemos de uma sequência longa de rodízios em que não lidamos diretamente com a população pediátrica. De certa forma, tive alguma estranheza em voltar a exercer o formato específico de anamnese e exame físico da especialidade, mas fico feliz em saber que muitos conhecimentos da Pediatria I persistiram.</p><p><br/></p><p>Infelizmente nesses primeiros dias a enfermaria estava com apenas 2 pacientes internados, portanto não pude evoluir pacientes. Por outro lado, foi interessante poder nos debruçar com mais preciosismo nos casos internados atualmente: um garoto em investigação de diarreia crônica e outro já com diagnóstico de acidúria glutária. Embora muito específico, foi importante para consolidar conceitos de quando suspeitar de casos de erro inato do metabolismo.</p><p><br/></p><p>A primeira semana foi boa para adaptação e deu para estudar muitos temas. Tivemos discussões interessantes com a preceptoria. Espero que próxima semana tenhamos mais pacientes. </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-02-10 22:35:27 UTC</pubDate>
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         <title>As especificidades do RN</title>
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         <description><![CDATA[<p>O RN é um paciente com particularidades fisiológicas e patológicas que o diferenciam bastante de outros grupos etários. Como exemplo, a imunidade neonatal é incompleta, com dependência inicial da imunidade passiva conferida pela genitora. Isso predispõe a infecções neonatais, frequentemente por transmissão vertical. Outro exemplo é uma simples ITU (tema discutido na sessão de hoje), que no RN pode tomar proporções bem maiores e gerar repercussões para o resto da vida. Além das particularidades fisiológicas, a semiologia neonatal é bem mais complexa. O paciente não refere uma queixa e os sinais clínicos de diversas patologias são inespecíficos, muitas vezes limitando-se a alterações do tônus, padrão respiratório, perfusão periférica, irritabilidade ou outros. </p><p>Isso torna a nossa atuação bem desafiadora.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-02-11 23:56:30 UTC</pubDate>
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         <title>Segunda semana UDAP</title>
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         <description><![CDATA[<p>A segunda semana traz uma experiência diferente, já estamos mais ambientados com a enfermaria e com os nossos pacientes e as discussões se tornam ainda mais proveitosas. </p><p><br/></p><p>O ambiente tem sido acolhedor e agradável e podemos realmente participar, tendo bastante tempo para estudar, sem apenas tocar serviço. </p><p><br/></p><p>Apesar disso, é desafiador ver crianças com quadros tão complexos e diagnósticos tão difíceis, acho que é um momento oportuno pra discutirmos as notícias difíceis. </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-02-14 17:42:07 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/internato2ped/6bmdkqelme3v3hil/wish/3331865056</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Segunda semana HAN</strong></p><p><br/></p><p>As semanas avançam no internato e a evolução natural desse processo se traduz na capacidade de não somente aumentar o arsenal teórico, mas compreender a história de cada paciente, interpretar sinais clínicos dentro de um contexto individual e, reconhecer que há sempre algo a aprender. O estudo dos defeitos cardíacos congênitos, das miocardiopatias e das arritmias pediátricas se constituem em uma necessidade para a prática. Os exames físicos e complementares interpretados fazem parte de um processo contínuo de construção do raciocínio clínico, no qual os detalhes fazem muita diferença.</p><p>O contato com os pacientes e suas famílias tem sido uma experiência transformadora. A medicina na cardiopediatria, lida o tempo inteiro com a angústia da incerteza, a esperança no tratamento e, por vezes, o peso de um prognóstico desfavorável. Momentos de alegria, como uma alta hospitalar esperada há semanas, são celebrados com intensidade. Porém, também há despedidas dolorosas. Cada perda reforça a necessidade de um olhar humano, de empatia e acolhimento construído nas vivências diárias.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-02-17 22:49:50 UTC</pubDate>
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         <title>Primeira Semana no Rodízio de Pediatria</title>
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         <description><![CDATA[<p>Minha primeira semana na Pediatria começou de forma inesperada: poucos pacientes internados, e com casos que fugiam do habitual. Em vez das clássicas pneumonias e bronquiolites, deparei-me com crianças portadoras de doenças raras, como acidúria glutárica tipo 1 e uma suspeita de síndrome de Shwachman-Diamond. Foi um choque de realidade sobre como os erros inatos do metabolismo podem se manifestar de forma inespecífica no início, exigindo um olhar atento e raciocínio clínico apurado.</p><p><br/></p><p>No entanto, foi outro caso que me marcou mais diretamente: Murilo, um paciente que admiti com gastroenterite aguda, mas com um detalhe que mudou a abordagem – uma anemia ferropriva significativa, por nunca ter feito profilaxia. Acompanhei de perto a condução do tratamento, participei da decisão terapêutica e, em três dias, conseguimos estabilizá-lo e dar alta. Foi uma experiência prática valiosa, especialmente ao pensar no futuro, quando estarei recém-formado e terei que lidar com casos semelhantes sem a retaguarda de uma equipe grande.</p><p><br/></p><p>Essa primeira semana reforçou algo essencial: na pediatria, cada caso pode ser um aprendizado único. Seja diante de doenças raras ou de condições comuns que exigem uma abordagem criteriosa, o desafio é sempre manter a curiosidade clínica e a capacidade de adaptação.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-02-17 23:44:59 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/internato2ped/6bmdkqelme3v3hil/wish/3331897299</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-02-17 23:47:31 UTC</pubDate>
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         <title>Segunda Semana no Rodízio de Pediatria

</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/internato2ped/6bmdkqelme3v3hil/wish/3331898264</link>
         <description><![CDATA[<p>A segunda semana trouxe mais movimento: de dois pacientes, saltamos para sete, garantindo que cada interno tivesse um caso sob sua responsabilidade. Isso transformou a rotina, tornando as discussões mais dinâmicas e os aprendizados mais ricos.</p><p><br></p><p>Mais uma vez, tive sorte com meu paciente. Embora ele tivesse como base uma fibrose hepática congênita hipertensiva, seu motivo de internação foi algo muito mais comum: uma pneumonia por atípico. Isso me deu a chance de aprofundar o manejo de uma condição frequente na pediatria, somando mais um recurso ao meu repertório clínico.</p><p><br></p><p>O que mais me impressionou foi a resposta rápida ao tratamento. Em apenas dois dias de antibiótico, a melhora na ausculta pulmonar foi notável, algo que, no início da minha formação, eu dificilmente acreditaria ser tão evidente. E, melhor ainda, tive a satisfação de conduzir mais uma alta, acompanhando o ciclo completo da internação à recuperação.</p><p><br></p><p>Essa semana reforçou que, por mais que casos raros nos desafiem, são os agravos comuns bem manejados que fazem a diferença no dia a dia da pediatria.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-02-17 23:49:04 UTC</pubDate>
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         <title>Preceptoras que Inspiram</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/internato2ped/6bmdkqelme3v3hil/wish/3331900533</link>
         <description><![CDATA[<p>Uma das melhores surpresas deste rodízio tem sido a oportunidade de aprender com profissionais excepcionais. Dra. Alfa e Dra. Indhira não são apenas médicas brilhantes, mas também preceptoras que transformam cada visita em uma verdadeira aula, equilibrando conhecimento e leveza de uma forma rara de se ver.</p><p><br></p><p>O ambiente que elas criam é didático e descontraído, tornando até os casos mais complexos menos intimidantes. A forma como explicam, questionam e estimulam o raciocínio clínico faz com que o aprendizado seja natural e envolvente. Não há aquela sensação de pressão excessiva ou medo de errar—pelo contrário, há espaço para discutir, refletir e construir segurança na tomada de decisões.</p><p><br></p><p>Cada dia com elas tem sido uma chance de evoluir, não só tecnicamente, mas também na forma de enxergar a medicina pediátrica. Se tem algo que vou levar desse rodízio, com certeza será o impacto positivo que bons preceptores têm na formação de um médico.</p><p><br></p><p>Ah, como esquecer Dra Ive que tive contato no PE de sábado e domingo da primeira semana. Compartilhou seus conhecimentos e uma playlist de Caetano Veloso e Maria Bethania.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-02-17 23:52:10 UTC</pubDate>
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         <title>Valente </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Pequena flor, menina tão pequena,</p><p>assustada, sem sorriso</p><p>corpo murcho, cabelos claros </p><p>sem paraíso.</p><p><br/></p><p>A mesa vazia espera,</p><p>mas o sustento não vem,</p><p>e a criança, tão sem força,</p><p>olha o mundo sem ninguém.</p><p><br/></p><p>A terra é cheia de frutos,</p><p>mas ela não pode colher,</p><p>quem passa não cresce,</p><p>só aprende a sofrer.</p><p><br/></p><p>És o espelho quebrado,</p><p>onde reflete a dura verdade,</p><p>que na balança do destino,</p><p>pesam crueldades.</p><p><br/></p><p>Quem sofre é o silêncio do amanhã,</p><p>no grito de quem não sabe falar,</p><p>que o vazio, como sombra, carrega</p><p>o direito de sonhar.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-02-18 01:30:33 UTC</pubDate>
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         <title>Terceira Semana: Histórias que Marcam

</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Nesta terceira semana, sigo acumulando experiências que não apenas ampliam meu conhecimento, mas também me fazem refletir sobre a resiliência dos pequenos pacientes que encontramos pelo caminho.</p><p><br></p><p>Minha paciente atual tem apenas cinco meses e já enfrentou desafios que muitos adultos jamais vivenciaram. Com uma colite Crohn-like, ela precisou de múltiplas internações e até suporte em UTI com droga vasoativa. Ainda assim, a resposta ao imunobiológico foi impressionante, trazendo uma esperança renovada para sua jornada.</p><p><br></p><p>Ao longo do rodízio, alguns pacientes me marcaram profundamente. Murilo, João e Iris—nomes que carrego comigo não apenas pelo aprendizado clínico, mas pela força que demonstraram desde tão cedo. Espero, de verdade, que a vida seja mais leve para vocês daqui em diante. Se a medicina tem algo de belo, é essa possibilidade de, mesmo diante das dificuldades, encontrar caminhos para oferecer uma chance melhor.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-02-19 12:29:35 UTC</pubDate>
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         <title>A Realidade Dura da Desnutrição Primária</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/internato2ped/6bmdkqelme3v3hil/wish/3336283349</link>
         <description><![CDATA[<p>...sobre a poesia acima,</p><p><br></p><p>algo que me chocou profundamente neste rodízio foi a admissão de uma criança com desnutrição primária, cujos efeitos foram devastadores no seu desenvolvimento neuromotor. Com apenas três anos, a paciente mostrava-se tão indefesa e assustada durante o exame físico, lutando com sua habilidade extremamente restrita de interagir com o mundo à sua volta. Era impossível não perceber a tristeza nas suas pequenas expressões, como se ela estivesse completamente desconectada de tudo ao seu redor.</p><p><br></p><p>O que mais me impactou, porém, foi a sensação de que ela não deveria estar ali, em um hospital, com o desenvolvimento comprometido por algo tão evitável. A desnutrição, uma condição que poderia ser prevenida com o acesso a alimentos adequados, se tornou um reflexo sombrio das contradições e contrastes que permeiam nossa sociedade.</p><p><br></p><p>Embora eu venha de uma realidade difícil, felizmente sem escassez extrema, pude perceber com clareza o quanto essas desigualdades afetam o futuro de crianças como ela. É difícil não se sentir impotente diante de uma situação tão estrutural. Ninguém, em qualquer lugar, deveria viver assim. Isso me deixou com um gosto amargo sobre as realidades que ainda persistem em nosso mundo e como a saúde e o desenvolvimento de uma criança estão diretamente ligados às condições sociais e econômicas de onde ela vem.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-02-20 16:13:46 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Um Caso Curioso: Alucinações, Cardiomiopatia e Alterações Hepáticas em um Garoto de 10 Anos</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/internato2ped/6bmdkqelme3v3hil/wish/3341023722</link>
         <description><![CDATA[<p><br/></p><p>Recentemente, um caso intrigante chamou a atenção da equipe médica da UDAP. Um menino de 10 anos deu entrada com um quadro atípico de alucinações visuais complexas, sem histórico psiquiátrico prévio. Exames clínicos revelaram uma cardiomiopatia hipertrófica e alterações significativas nos marcadores de função hepática, gerando um grande desafio diagnóstico.</p><p>Diante desse cenário complexo, a principal suspeita recaiu sobre a Doença de Wilson, uma desordem genética caracterizada pelo acúmulo de cobre em órgãos como fígado e cérebro, levando a manifestações neurológicas e hepáticas variadas. No entanto, para a surpresa dos médicos, os exames específicos – incluindo ceruloplasmina, cobre sérico e urinário estavam dentro da normalidade, afastando inicialmente o diagnóstico de Wilson e deixando o caso ainda mais desafiador.&nbsp;</p><p>A ausência de um diagnóstico definitivo gerou intensos debates entre clínicos, cardiologistas, hepatologistas e neurologistas. Seria um caso atípico de outra doença metabólica rara? uma condição autoimune de apresentação incomum?&nbsp;</p><p>Independentemente do diagnóstico de base, a disfunção cardíaca da criança exigirá uma abordagem cirúrgica. Ele foi indicado para uma cirurgia cardíaca visando melhorar sua função miocárdica. No entanto, a presença de alterações hepáticas elevou o nível de complexidade da decisão. O uso da circulação extracorpórea durante o procedimento poderia potencialmente piorar a função hepática, especialmente no contexto de um fígado já fragilizado. Isso levou a discussões detalhadas sobre o risco-benefício da intervenção e a necessidade de estratégias para minimizar complicações pós-operatórias.</p><p>O caso continua sendo acompanhado por uma equipe multidisciplinar, com investigações em andamento para elucidar a etiologia subjacente ao quadro clínico. Enquanto isso, a condução da cirurgia e o manejo perioperatório do paciente seguem como desafios críticos, reforçando a importância da colaboração entre diferentes especialidades médicas para proporcionar o melhor desfecho possível para essa criança.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-02-24 23:38:06 UTC</pubDate>
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         <title>Sorte no Ambulatório de Nefropediatria</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/internato2ped/6bmdkqelme3v3hil/wish/3342449164</link>
         <description><![CDATA[<p>Costumo dizer que, na faculdade de Medicina, da sorte não posso reclamar. E mais uma vez ela me sorriu no sorteio do ambulatório de nefropediatria. Desde o primeiro dia, percebi que essa experiência seria especial, tanto pelo contato com casos clínicos instigantes quanto pela oportunidade de aprendizado com uma preceptora excepcional.</p><p><br/></p><p>Dra. Roberta é o tipo de professora que todo aluno gostaria de ter: dedicada, acolhedora e genuinamente entusiasmada em compartilhar conhecimento. Cada consulta se transforma em uma aula estruturada, com discussões profundas que vão muito além do protocolo, estimulando um raciocínio clínico que integra fisiopatologia, manejo prático e uma visão holística do paciente.</p><p><br/></p><p>Além disso, estou tendo contato com doenças que tenho gostado cada vez mais de estudar e manejar. Ver na prática as implicações das síndromes nefróticas, das glomerulopatias e das complicações renais em pediatria tem sido um aprendizado riquíssimo. O nível das discussões me desafia, me motiva e reforça que cada dia nesse rodízio está valendo a pena.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-02-25 18:36:58 UTC</pubDate>
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         <title>Mãe no Leito</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/internato2ped/6bmdkqelme3v3hil/wish/3348172227</link>
         <description><![CDATA[<p>Nos olhos dela, um medo aflito,</p><p>na voz cansada, um tom de pranto.</p><p>Vela o filho, tão pequenino,</p><p>presa no tempo, em puro espanto.</p><p><br></p><p>A febre arde, o peito aperta,</p><p>o soro pinga, a espera é longa.</p><p>Cada batida do coração dela</p><p>é uma prece, é uma sombra.</p><p><br></p><p>Ah, se pudesse tomar pra si</p><p>a dor que o frágil corpo sente…</p><p>Mas resta apenas segurar a mão,</p><p>fingir coragem, seguir em frente.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-02 20:53:43 UTC</pubDate>
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         <title>Além dos Protocolos...</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/internato2ped/6bmdkqelme3v3hil/wish/3354904698</link>
         <description><![CDATA[<p>Nos dias que se seguiram, os exames e as avaliações dos diversos serviços de transplante de medula óssea trouxeram uma notícia difícil: a doença de base havia progredido, e o tão esperado TMO não era mais uma opção viável. A fragilidade do pequeno paciente, somada às complicações que já enfrentava, contraindicava o procedimento. Era um momento de reavaliar caminhos e, acima de tudo, garantir que ele e a família recebessem o cuidado mais terno e acolhedor possível.</p><p>Diante desse cenário, a equipe de cuidados paliativos foi chamada. Na medicina, falar de cuidados paliativos não significa desistir. Pelo contrário, significa garantir que cada momento seja vivido com dignidade, carinho e sem dor. Significa cuidar do pequeno com todo o afeto que ele merece, proporcionando conforto e alívio para que sua jornada seja a mais suave possível.</p><p>A medicina, naquele momento, não estava apenas nos protocolos, mas na escuta atenta da mãe que precisava ser ouvida, na escolha de uma luz mais suave para que ele dormisse melhor, na decisão de permitir que o colo fosse seu lugar seguro sempre que possível. Porque, no fim das contas, cuidar também é isso: estar presente, garantir conforto e transformar o ambiente hospitalar em um espaço onde o amor segue sendo a essência do cuidado.</p><p>Nosso pequeno paciente não estava sozinho. E nunca estaria. Porque enquanto houvesse uma equipe disposta a cuidar com empatia, enquanto sua família estivesse ao seu lado, enquanto o carinho fosse tão prioritário quanto qualquer medicação, ele seguiria sendo envolvido pelo mais importante de todos os remédios: o amor.</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-06 21:32:34 UTC</pubDate>
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         <title>Cada pequeno detalhe conta.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/internato2ped/6bmdkqelme3v3hil/wish/3354914202</link>
         <description><![CDATA[<p>Se tem um lugar onde a medicina se mistura com investigação digna de Sherlock Holmes, esse lugar é a UTI Pediátrica do CPPHO. Ali, entre monitores apitando e pequenos guerreiros enfrentando batalhas gigantes, aprendi que a UTI vai muito além do que se imagina. Claro, todo mundo sabe que uma Unidade de Terapia Intensiva é aquele espaço onde os pacientes mais críticos recebem suporte avançado. Mas essa UTI em especial tinha um quê a mais: um verdadeiro papel investigativo! Sim, porque além de cuidar, estabilizar e tratar, ela também funcionava como uma enfermaria que desvendava mistérios clínicos que desafiavam até os médicos mais experientes. Entre um ajuste de ventilação aqui e uma coleta de exames ali, percebi que os profissionais da UTI não só tratavam os sintomas — eles iam a fundo, buscando respostas onde ninguém mais tinha olhado. Era um quebra-cabeça diário! A maioria dos pacientes já era conhecida pela equipe, crianças com doenças crônicas, de longos internamentos, que exigiam uma atenção minuciosa e um olhar além do óbvio. E não era só ciência pura, não! O cuidado vinha embalado com doses generosas de carinho, paciência e até um desfile carnavalesco improvisado para alegrar os pequenos pacientes. Porque, no fim das contas, além de tecnologia e conhecimento, o que realmente fazia a diferença era o acolhimento. Saí dessa experiência com a certeza de que a UTI Pediátrica é muito mais do que um ambiente de alta complexidade. É um lugar onde cada detalhe importa, onde cada profissional é um detetive do bem, e onde o objetivo final não é só salvar vidas, mas garantir que cada criança receba o melhor cuidado possível — seja ele investigativo, intensivo ou simplesmente humano.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-06 21:46:23 UTC</pubDate>
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         <title>06/03/2025 - Encerrando o ambulatório.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/internato2ped/6bmdkqelme3v3hil/wish/3354919213</link>
         <description><![CDATA[<p>Hoje finalizo minha passagem pelo ambulatório de Gastropediatria, uma experiência extremamente enriquecedora tanto do ponto de vista técnico quanto humano. Durante esse período, acompanhei a abordagem diagnóstica e terapêutica de diversas condições gastrointestinais pediátricas, desde distúrbios funcionais até doenças crônicas complexas.</p><p>A vivência permitiu aprofundar o conhecimento sobre o manejo nutricional de pacientes com diversas patologias e queixas, como: constipação, alergias alimentares, doenças inflamatórias intestinais... Além da importância da interdisciplinaridade no acompanhamento desses casos. Foi possível compreender melhor a relação entre a saúde digestiva e o desenvolvimento infantil, reforçando a necessidade de um olhar global e individualizado para cada paciente.</p><p>Encerrar esse ciclo traz a certeza de que a Gastropediatria exige não apenas conhecimento técnico, mas também sensibilidade para entender o impacto dessas condições na qualidade de vida das crianças e de suas famílias. Saio dessa experiência mais capacitado, grato e motivado.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-06 21:53:22 UTC</pubDate>
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         <title>Novo capítulo! 07/03/2025</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/internato2ped/6bmdkqelme3v3hil/wish/3356461720</link>
         <description><![CDATA[<p>Iniciei minha experiência no Hospital Ana Nery, referência em cirurgia cardíaca, acompanhando a rotina da enfermaria de cardio pediatria. Nestes primeiros dois dias, observei de perto os protocolos clínicos, o manejo pós-operatório e o trabalho da equipe multiprofissional no cuidado de crianças com cardiopatias. O setor é altamente estruturado para garantir um atendimento preciso e seguro. Em breve, trarei mais detalhes sobre a rotina e os desafios enfrentados.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-07 22:32:32 UTC</pubDate>
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         <title>Fim da primeira etapa</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/internato2ped/6bmdkqelme3v3hil/wish/3356485810</link>
         <description><![CDATA[<p>Chegou ao fim a primeira etapa. Pouco mais de um mês na UTIP foi tempo suficiente para descobrir um mundo - e também suficiente para saber que há outros para serem descobertos. Deixo todo meu reconhecimento à equipe médica da UTIP que está à frente do cuidado diário. Sabem muito! Muito, mesmo! E estão dispostos a dividir. Só tenho a agradecê-los. As equipes de enfermagem, fisioterapia, fonoaudiologia e nutrição também desenvolvem seus papeis com maestria e dedicação! O cuidado é, realmente, pleno! Fico muito grato de ter estado nessa unidade e de saber que pude contribuir com o cuidado dos pacientes de forma a fazer diferença na equipe!</p><p>Finaliza também a etapa do Ambulatório de Hepatologia: muitas histórias, muitos tratamentos e muitas vidas mudadas. O HUPES é, definitivamente, um lugar rico de diagnósticos e de equipes preparadas para lidar com eles. De residentes a preceptoras, todos muito envolvidos com os casos e dispostos a discuti-los nos mínimos detalhes, como o paciente tem direito e merece.</p><p>Por fim, ambos foram espaços de aprendizado da verdadeira Medicina e de contribuição para com ela.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-07 23:36:10 UTC</pubDate>
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         <title>Nutrição na Pediatria: Uma Verdadeira Alquimia</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/internato2ped/6bmdkqelme3v3hil/wish/3358726601</link>
         <description><![CDATA[<p>Se tem algo que me impressionou neste rodízio de Pediatria, foi a arte quase mágica que a equipe de nutrição realiza para garantir que os pacientes recebam exatamente o que precisam. Nunca tinha parado para pensar no nível de precisão envolvido até acompanhar de perto a elaboração dos planos nutricionais.</p><p><br/></p><p>Cada grama conta. Cada gota tem um propósito. Ver a equipe calcular proteínas, lipídios e carboidratos com uma precisão milimétrica, ajustando micronutrientes e necessidades calóricas para cada paciente, foi quase como assistir a uma alquimia sofisticada. Crianças em recuperação, com restrições metabólicas ou em estado crítico não podem simplesmente "comer melhor" – elas precisam de fórmulas específicas, de ajustes contínuos e de uma sintonia fina entre nutrição e clínica.</p><p><br/></p><p>Um dos momentos que mais me marcou foi ver como um simples ajuste na composição da dieta pode acelerar a recuperação de uma criança desnutrida ou estabilizar um paciente com um erro inato do metabolismo. Parece algo invisível, mas está no centro da terapêutica. Esse rodízio me mostrou que, na pediatria, nutrição não é um detalhe – é parte do tratamento, e muitas vezes, a diferença entre a evolução favorável e um desfecho complicado.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-10 12:00:08 UTC</pubDate>
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         <title>UTI</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/internato2ped/6bmdkqelme3v3hil/wish/3358726978</link>
         <description><![CDATA[<p>Um lugar difícil...</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-10 12:00:24 UTC</pubDate>
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         <title>UDAP</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/internato2ped/6bmdkqelme3v3hil/wish/3360894186</link>
         <description><![CDATA[<p>Minha experiência na enfermaria de pediatria (UDAP) tem sido um grande aprendizado. Trabalhar com crianças mais velhas me trouxe uma visão diferente sobre o cuidado pediátrico. A comunicação com os pacientes e com seus pais é um ponto crucial. Precisamos ser claros e, ao mesmo tempo, sensíveis às preocupações deles. Além do desafio em criar um vínculo médico paciente para conseguir colaboração no exame físico, coleta de exames ou administração de medicamentos. Em muitos momentos, a empatia se torna tão importante quanto o conhecimento técnico, porque a compreensão dos aspectos emocionais e sociais dos pacientes contribui significativamente para o sucesso do tratamento.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-11 13:38:24 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/internato2ped/6bmdkqelme3v3hil/wish/3363055718</link>
         <description><![CDATA[<p>Durante o rodizio na UPL tive a oportunidade de acompanhar um RNPT muito prematuro, que ao chegar ao nosso serviço ainda não havia nascido pela idade corrigida. Com todos os seus 2 Kg, aos 63 dias de vida era um exemplo de superação, uma vez que a maioria deles foi passado em UTI devido a Síndrome do Desconforto Respiratório.  Acompanhá-lo foi desafiador em vários aspectos, mas trouxe um grande aprendizado no manejo de uma criança pré-termo.  </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-12 15:51:57 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Um breve relato sobre minha passagem na UDAP...</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/internato2ped/6bmdkqelme3v3hil/wish/3365351944</link>
         <description><![CDATA[<p>Durante as quatro semanas do meu estágio em pediatria na enfermaria UDAP, vivi uma experiência extremamente desafiadora e enriquecedora. A rotina foi intensa, com pacientes que apresentavam doenças complexas, muitas delas de difícil diagnóstico e manejo. Cada caso exigia uma atenção especial, um raciocínio clínico apurado e, frequentemente, decisões rápidas. Apesar dos desafios, essa experiência foi fundamental para o meu crescimento profissional. A curva de aprendizado foi gigante, e tive a oportunidade de adquirir conhecimentos práticos que não se comparam aos estudos teóricos. O contato com os pacientes, as famílias e, principalmente, com os profissionais da equipe, me proporcionou uma visão mais ampla da medicina pediátrica, muito além do que poderia imaginar, além de me ensinar sobre empatia e a importância do cuidado integral da criança. Tive a honra de estar com professores excepcionais, que não apenas transmitiram seu vasto conhecimento, mas também me deram suporte constante, estimulando minha curiosidade e me incentivando a refletir sobre cada diagnóstico e tratamento. A troca de experiências foi intensa, e pude aprender não só com as orientações, mas também com os próprios erros e acertos do dia a dia. Sem dúvidas, o estágio na UDAP foi uma das melhores experiências da minha faculdade. O aprendizado adquirido, as habilidades desenvolvidas e a confiança que ganhei para lidar com situações clínicas desafiadoras marcaram profundamente minha formação. Sairei dessa vivência com uma bagagem valiosa para a minha futura carreira na medicina.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-13 22:22:34 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Primeiras impressões na UPL</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/internato2ped/6bmdkqelme3v3hil/wish/3365355983</link>
         <description><![CDATA[<p>Hoje completo uma semana na UPL.</p><p><br/></p><p>Tem sido bom contato novamente com pacientes nos seus primeiros dias de vida. O rodízio de Neonatologia do 5º ano foi excelente e tendo que revisitar alguns assuntos discutidos nele hoje em dia tem sido muito proveitoso.</p><p><br/></p><p>A equipe médica da unidade é uma das mais atenciosas que tive contato. Dão um suporte muito bom aos alunos. Isso é fundamental para o aprendizado.</p><p><br/></p><p>Estou acompanhando um caso de uma criança em tratamento de infecção congênita. A vigilância e o cuidado se tornaram rotina, mesmo que tudo ocorra bem com o tratamento.</p><p><br/></p><p>Tenho ainda muita expectativa das próximas semanas.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-13 22:29:09 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>UPL - Balanço final</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>A UPL proporcionou um ambiente riquíssimo de aprendizagem, nos dando a oportunidade de interagir com uma equipe multidisciplinar composta por médicos de diferentes especialidades, farmacêutico, fonoaudiólogo e TO, permitindo uma visão mais ampla do cuidado do lactente. Todas as discussões sempre foram muito ricas, com participação ativa dos internos, além das apresentações semanais com a professora Priscila. Dessa forma, foram experiências que contribuíram de forma substancial para o meu aprendizado.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-17 19:47:44 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Final de semana</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Plantão de final de semana na enfermaria é uma rotina totalmente diferente. Ao passo que temos um ambiente mais tranquilo e calmo, o que é ótimo para trabalhar, há também uma lentidão sistemática. As pendências nunca são resolvidas durante o final de semana. E são dois dias a mais de internamento para o paciente, que fica aguardando a tão esperada segunda feira, quando um especialista irá passar ou quando irá descer para fazer um exame. </p><p><br/></p><p>Por outro lado, para nós internos é a oportunidade de ver mais de perto os outros pacientes da enfermaria, já que estamos responsáveis por evoluir não apenas os nossos pacientes. Estudei mais a fundo dois casos específicos, bem intrigantes, mas que não tinha tido tempo de vê-los e examina-los com calma. </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-17 21:28:31 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Terceira/quarta semana UDAP </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/internato2ped/6bmdkqelme3v3hil/wish/3371079284</link>
         <description><![CDATA[<p>As semanas finais foram uma imersão diferente, já nos sentíamos parte da equipe e das discussões. </p><p><br/></p><p>Sem dúvidas são casos que não vão aparecer no nosso dia a dia como médicos, mas que abre a nossa mente para expandir os diagnósticos diferenciais e entender que não podemos ter uma concretude ao fazer as suspeitas diagnósticas. Experiência muito enriquecedora. </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-18 11:15:19 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Primeiras impressões UPL </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/internato2ped/6bmdkqelme3v3hil/wish/3371086047</link>
         <description><![CDATA[<p>A unidade de pequenos lactentes é um privilégio para a pediatria. Um setor que concentra crianças entre 0 a 3 meses, aquela fase em que a criança fica grande demais para o neonato e pequena demais para os pediatras. </p><p><br/></p><p>Vemos aqui como proceder com esses doentes, como identificar as principais patologias. Além disso, vemos quando encaminhar ou não um paciente. </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-18 11:21:19 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>UDAP</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/internato2ped/6bmdkqelme3v3hil/wish/3371705367</link>
         <description><![CDATA[<p>A mudança de ambiente sempre traz novas expectativas. A UDAP difere da UPL em diversos aspectos, sendo o principal deles o público alvo. Aqui temos a oportunidade de acompanhar crianças mais velhas, que trazem demandas completamente distintas. </p><p>A primeira paciente que acompanhei foi uma menina de 9 anos, procedente de Jaguaquara/BA, com diagnóstico de Síndrome Nefrótica há 3 anos. A criança estava acompanhada da prima, que pouca sabia dos antecedentes médicos da paciente. Pelo que pudemos resgatar, em 2022 ela abriu um quadro de anasarca, sendo realizado o diagnóstico e tratamento, com regressão dos sintomas. No entanto, não foi feito acompanhamento. Há dois meses abre um novo quadro de edema<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="http://manejo.Com">. Com</a> essa paciente pude aprender o manejo da criança com síndrome nefrótica, bem como as principais etiologias. </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-18 18:00:14 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author>rodrigoamo</author>
         <link>https://padlet.com/internato2ped/6bmdkqelme3v3hil/wish/3371839992</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-03-18 20:03:55 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>UDAP</title>
         <author>rodrigoamo</author>
         <link>https://padlet.com/internato2ped/6bmdkqelme3v3hil/wish/3371842045</link>
         <description><![CDATA[<p>Atender a M., uma menina de 8 anos com anemia hemolítica autoimune corticoide-dependente, foi um dos casos mais desafiadores que acompanhei. Apesar da esplenectomia, a anemia persistia, e a síndrome de Cushing provocada pelo uso prolongado de corticoides a deixava visivelmente fragilizada. Foi difícil ver o impacto da doença e do tratamento na sua infância, mas aprendi a importância de equilibrar riscos e benefícios no manejo de doenças crônicas. Além disso, a relação com a paciente e sua família reforçou meu olhar humano sobre o sofrimento infantil e a necessidade de comunicação clara sobre as limitações do tratamento.</p><p><br/></p><p>O caso de L., um menino de 7 anos com anemia crônica e hemorragia digestiva de origem indeterminada, me fez refletir sobre a complexidade da investigação diagnóstica. Ele estava em programação para colonoscopia, e discutimos hipóteses como pólipos intestinais, doença inflamatória intestinal e angiodisplasia. A espera pelo exame e a incerteza do diagnóstico foram angustiantes para a família, o que me fez perceber a importância de um acompanhamento próximo e da habilidade de oferecer suporte emocional enquanto aguardamos resultados. </p><p><br/></p><p>Acompanhar J., um paciente com febre persistente, perda de peso e linfonodomegalias mediastinais e supraclaviculares, foi uma experiência marcante. A suspeita inicial de linfoma era angustiante, e as dificuldades na investigação por falta de reagentes e exames sorologicos no hospital tornaram tudo ainda mais complicado. Ele tinha febre diária de 38-39°C por semanas, e a incerteza sobre a causa era frustrante tanto para a equipe médica quanto para a família. Esse caso me ensinou que, além da medicina baseada em evidências, a realidade do serviço público exige criatividade e resiliência para buscar alternativas quando os recursos são escassos.</p><p><br/></p><p>O caso de D., um menino de 9 anos com artrite idiopática juvenil refratária a imunossupressores. Ele já estava em fase paliativa, devido a resposta parcial ao tratamento com imunossupressão, internando frequentemente por crises álgicas intensas que limitavam sua deambulação. O impacto da dor na sua qualidade de vida me fez refletir sobre a importância do controle sintomático e do cuidado multidisciplinar. Aprendi a enxergar a medicina além da cura, compreendendo que, em algumas situações, oferecer conforto e acolhimento é o melhor que podemos fazer.</p><p><br/></p><p>Esses casos me marcaram profundamente, tanto pelo aprendizado técnico quanto pelo impacto humano. A pediatria exige muito mais do que conhecimento médico; exige empatia, paciência e resiliência diante das dificuldades enfrentamos no dia a dia.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-18 20:06:02 UTC</pubDate>
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         <title>UPL</title>
         <author>rodrigoamo</author>
         <link>https://padlet.com/internato2ped/6bmdkqelme3v3hil/wish/3371842442</link>
         <description><![CDATA[<p>O caso de B., um bebê de 2 meses e 30 dias, prematuro de 36 semanas e 4 dias, internado há 40 dias sem diagnóstico definitivo, me trouxe um grande aprendizado sobre as dificuldades da neonatologia. Ele apresenta síndrome colestática e hipoglicemias persistentes, com suspeita de hiperinsulinismo, insulinoma e ,até mesmo, erro inato do metabolismo, mas a falta de exames específicos no hospital, como peptídeo C e GH, dificultava diagnóstico. Ver a preceptoria pagar exames do próprio bolso para ajudar o paciente me fez entender a realidade da medicina no SUS e reforçou minha vontade de buscar soluções e lutar por melhores condições de trabalho e assistência.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-18 20:06:27 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>HAN</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/internato2ped/6bmdkqelme3v3hil/wish/3377744364</link>
         <description><![CDATA[<p>A chegada ao Hospital Ana Nery foi outra caixa de surpresas aberta. Surpresas positivas! Uma equipe extremamente preparada para lidar com patologias cardíacas graves e raras está a postos para cuidar de forma meticulosa dos pacientes... e, sem prejuízo disso, para ensinar aos alunos. Um hospital acreditado, verdadeiro orgulho para os profissionais e para os pacientes. Muito aprendizado atrelado!</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-23 00:31:03 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>... cuidando do coração (literalmente)</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/internato2ped/6bmdkqelme3v3hil/wish/3377755587</link>
         <description><![CDATA[<p>A Cardiopediatria nos colocou num cenário muito específico, mas extremamente diverso. DSAV, T4F, TGA, FOP, PCA e várias outras siglas resumem a complexidade enorme dos diagnósticos dos pacientes lá tratados. E a cada sigla dessa não traz somente um diagnóstico, mas, sim, uma vida, uma história, uma família... que tem esperança e acredita na cura e no controle das condições dos seus entes queridos. De outro lado, a equipe se prepara: estuda, evolui, cuida... a cada terça, uma aula nova e, a cada sexta, uma sessão do Heart Team e uma discussão de casos novas também. Cuidar exige dedicação constante de ambos os lados. Seguimos em frente cuidando e aprendendo sempre!</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-23 01:14:23 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/internato2ped/6bmdkqelme3v3hil/wish/3379748652</link>
         <description><![CDATA[<p>Por coincidência, a segunda paciente que acompanhei na UDAP também tinha síndrome nefrótica. No entanto, em um contexto diferente. Neste caso, secundária a uma nefrite lúpica. É uma menina de 12 anos, diagnosticada com LES há cerca de 3 anos que, inicialmente, evoluiu com um bom controle, mas com acometimento renal e neurológico após 1 ano do diagnóstico. Vários fatores foram interessantes neste caso. Além dos acadêmicos, como o manejo da pressão arterial, a avaliação laboratorial de uma paciente com síndrome nefrótica, bem como o tratamento do LES, o contexto social de uma criança com adoecimento prolongado me trouxe uma perspectiva diferente. Apesar de hoje estar estável, no pior momento da doença, a paciente passou por momentos críticos, com necessidade de leito de UTI e hemodiálise, passando semanas internada. Isso levou a incorporação da equipe de saúde no cotidiano da criança de tal forma que ela estava um pouco resistente a alta hospitalar. Percebia-se que naquele momento ela estava aproveitando aquela rotina, conversando e brincando com os outros pacientes e demais membros da equipe, indo a escola, interagindo com todos. Isto me trouxe uma reflexão como a abordagem ao paciente pode tornar menos traumático o seu cuidado em ambiente hospitalar.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-24 15:21:51 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/internato2ped/6bmdkqelme3v3hil/wish/3381712669</link>
         <description><![CDATA[<p>Ainda na nefrologia, acompanhei uma criança de 1 ano e 9 meses, com doença renal crônica estágio 5, secundária a uma uropatia obstrutiva (Válvula de Uretra Posterior, fulgurada com 1 mês de vida) associado a Refluxo Vesico-Ureteral à direita com exclusão funcional do Rim Direito. Atualmente em Diálise Peritoneal. Ele estava internado para troca do cateter de Tenckhoff que estava se exteriorizando. Foi interessante aprender todos os cuidados necessários com o paciente neste contexto clínico. Mas, para além disso, os entraves associados a um serviço público de saúde. A criança estava se internando pela terceira vez para a realização do procedimento que, em todas as ocasiões (incluindo o internamento atual) não foi realizado por falta do insumo no local. No entanto, para além dos problemas relacionados a falta de material na unidade, chama a atenção o internamento do paciente, que mora fora da cidade, sem ao menos o material na instituição, ocasionando um impacto no próprio paciente, que se deslocou da da  sua residência e no serviço, que poderia atender a uma demanda mais urgente.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-25 16:00:12 UTC</pubDate>
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         <title>Experiência UPL </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/internato2ped/6bmdkqelme3v3hil/wish/3382132645</link>
         <description><![CDATA[<p>Minha passagem pela Unidade de Pequenos Lactentes (UPL), tive a oportunidade de atender crianças de 0 a 3 meses com diversas patologias, aprofundando meus conhecimentos em pediatria neonatal. O manejo clínico envolveu desde condições mais comuns, como icterícia neonatal e refluxo gastroesofágico, até quadros mais complexos, como hipoglicemias neonatais e cardiopatias congênitas. Cada atendimento exigiu atenção minuciosa aos sinais clínicos sutis dessa faixa etária, além de tomada de decisões fundamentada.</p><p>Além da vivência prática, as aulas coordenadas pela Dra. Priscila Lyra foram extremamente enriquecedoras, proporcionando uma base teórica sólida para a compreensão dos casos clínicos. </p><p>Outro aspecto marcante da experiência foi o contato direto com os familiares, um componente essencial do cuidado neonatal. A necessidade de comunicação clara e empática se mostrou fundamental, especialmente ao orientar pais e responsáveis sobre a evolução dos pequenos pacientes. Essa vivência não apenas aprimorou minha capacidade técnica, mas também fortaleceu minha sensibilidade e responsabilidade na abordagem pediátrica.</p><p>Sem dúvida, esse período na UPL foi transformador.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-25 22:39:44 UTC</pubDate>
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         <title>Caso de atresia duodenal associado a síndrome colestática </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/internato2ped/6bmdkqelme3v3hil/wish/3385657638</link>
         <description><![CDATA[<p>Durante minha vivência na Unidade de Pequenos Lactentes (UPL), acompanhei o caso de uma paciente de 1 mês de vida com diagnóstico de atresia duodenal, submetida previamente à correção cirúrgica, que evoluiu com síndrome colestática associada. O caso me proporcionou uma compreensão mais profunda sobre as possíveis complicações pós-operatórias de malformações intestinais congênitas, especialmente aquelas relacionadas à drenagem biliar e ao metabolismo hepático nos primeiros meses de vida.</p><p>A criança apresentava icterícia persistente, colúria e acolia fecal, além de elevação das enzimas canaliculares, o que sugeria a presença de uma colestase intra-hepática. Foi essencial revisar os mecanismos fisiopatológicos da colestase neonatal, diferenciando as causas obstrutivas das metabólicas e infecciosas. O seguimento clínico e laboratorial do caso evidenciou a importância da vigilância multiprofissional e da abordagem precoce para evitar complicações como fibrose hepática progressiva e déficit de crescimento.</p><p>As discussões nas visitas multiprofissionais com as professoras Dra. Morgana, Leandra e Cláudia foram extremamente enriquecedoras, permitindo uma visão mais ampla e integrada do caso, além de aprofundar o raciocínio clínico e a abordagem centrada no paciente.</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-27 21:11:12 UTC</pubDate>
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         <title>Um parênteses para um simples elogio</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/internato2ped/6bmdkqelme3v3hil/wish/3385744298</link>
         <description><![CDATA[<p>Um parênteses na correria dos estudos para fazer um elogio à Oficina de Notícias Difíceis. Realizando uma atividade "simples", que de simples não tem nada, encontramos um ambiente elaborado que mostrou que existe muito conhecimento conosco... e da melhor forma: sendo reforçados e elogiados os pontos que sabíamos; e apontados, de forma muito humana e didática, sem perder a seriedade, os que não sabíamos. Estar junto com meus amigos e colegas nessa atividade tão importante foi uma ótima experiência durante esse rodízio. "Simplesmente" recomendo!</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-27 23:31:04 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Segunda semana na UM</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/internato2ped/6bmdkqelme3v3hil/wish/3388083987</link>
         <description><![CDATA[<p>Essa semana foi completamente diferente da anterior. Fui surpreendida na segunda feira com 5 novas admissões, dessa vez estávamos com 7 pacientes e pude acompanhar e evoluir uma única paciente,  inclusive desde sua admissão. </p><p><br/></p><p>Estou acompanhando o caso de uma menina de 2 meses com diarreia crônica e infecções de corrente sanguínea de repetição por Salmonella e Klebsiella. O principal ponto de aprendizado para mim tem sido tanto a investigação de causas de diarreiac rônica mas também a suspeita de imunodeficiência. </p><p><br/></p><p>Os colegas também tiveram casos interessantes e nessa semana as discussões em visita tiveram que ser mais direcionadas, o que também foi útil para o aprendizado. </p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2025-03-30 16:03:37 UTC</pubDate>
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         <title>Terceira semana na UM</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/internato2ped/6bmdkqelme3v3hil/wish/3388086377</link>
         <description><![CDATA[<p>Nessa terceira semana tive que me despedir da paciente que vinha acompanhando desde o começo do rodízio, mas por um bom motivo: alta médica. Afinal, fechamos o diagnóstico de APLV e houve melhora clínica completa com uso de Neocate. Curioso como a parte nutricional nas pediatria muitas vezes é parte essencial do manejo do paciente. O papel das professoras médicas especialistas e da nutrição é imprescindível. Por fim, a paciente seguirá a investigação de imunodeficiências ambulatorialmente.  </p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2025-03-30 16:07:52 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>O ambinete enriquecedor do ambulatório...</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/internato2ped/6bmdkqelme3v3hil/wish/3388088548</link>
         <description><![CDATA[<p>Já na terceira semana de rodízio e portanto de ambulatório de Cardiopediatria. Gostaria de trazer uma reflexão acerca da contribuição dos ambulatórios do AMN para nossa formação. </p><p><br/></p><p>Poder treinar habilidades de antedimento num centro especializado é um privilégio. A experiência é enriquecedora especialmente na pediatria, em que precisamos atender diferentes faixas etárias e lidar diretamente com a família. Nem sempre é fácil. Foi interessante observar a forma com as médicas especialistas lidam bem com a situação. </p><p><br/></p><p>Acumulei nessas semanas uma experiência de ausculta cardíaca que não tinha tido até então em quase 6 anos de internato. Venho seguindo muitos casos de alterçaões cardíacas congênitas, principalmente CIV e CIA. Um caso que me marcou muito foi o de um garoto de 06 anos com aneurismas de artéria axilar gigantescos, que podiam ser vistos a olhos nus, e que não éram pa ssíveis de abordagem pela vascular. O HUPES e suas raridades...</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2025-03-30 16:12:36 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Última semana na UM</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/internato2ped/6bmdkqelme3v3hil/wish/3388091246</link>
         <description><![CDATA[<p>Essa última semana foi um pouco atípica por conta do carnaval, muitas idas em esquema de PE. Esse formato também traz aprendizados pois precisamos exercer habilidades como objetividade e capacidade de admistração de tempo e prioridades no ambiente de enfermaria. Foi bom poder ter contato mais próximo com os pacientes dos colegas. </p><p><br/></p><p>De saldo final, após 4 semanas na Unidade Metabólica, fica muito aprendizado. Embora casos de etiologias muito raras, a investigação auxilia no criação de um raciocínio como médica generalista. Saio com conhecimento aprofundado em fórmulas, alergias alimentares, investigação de diarreia crônica e fibrose cística. Dificlmente consolidaria esses conhecimentos estudando apenas em livros. </p><p><br/></p><p>Saio também com a persistência de um enigma na enfermaria. Desde o início acompanhamos um garoto com diarreia crônica e acidoses metabólicas recorrentes sem etiologia definida. Tem sido um desafio enorme uma vez que todos os exames não foram elucidativos e nenhuma terapêutica parece trazer melhora ao paciente. Até síndrome de Munchausen está no diagnóstico diferencial. Espero conseguir atualizações do caso através dos colegas que seguirão na UM a partir de agora. </p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2025-03-30 16:18:23 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Primeiras impressões UTI</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/internato2ped/6bmdkqelme3v3hil/wish/3388094170</link>
         <description><![CDATA[<p>Já tive 3 plantões na UTI ped, o suficiente para poder registrar minhas primeiras impressões do rodízio: </p><p><br/></p><ol><li><p>Perfil de pacientes: crônicos, com doenças raras das quais outros pediatras ficariam de cabelo em pé (rs). A UTI é composta majoritariamente por pacientes acompanhados no serviço que apresentam algum tipo de complicação ou necessitam de manejos como traqueostomia ou gastrostomia. </p></li><li><p>Ambiente acolhedor! Me chamou atenção a diferença de postura da equipe de enfermagem e tecnicos em relação a UTI adulto. Muito bem preparados para o comportamento que um ambiente como esse pede. </p></li><li><p>Histórias muito comoventes mas inspiradoras! Me peguei diversas vezes pensando como seria difícil estar no lugar dessses pais que dedicam suas vidas a cuidar de seus filhos, muitos com doenças terminais. Fazem isso por um amor que é incondicional, mesmo sabendo que a convivência é apenas questão de tempo. Me fez pensar o quanto meus problemas são pequenos quando comparados aos deles.  </p></li><li><p>Aprendizado. Essa semana pude estudar e revisar muitos temas em antibioticoterapia, principalmente infecções nosocomiais. Espero sair desse rodízio dominando mais esse assunto assim como ventilação mecânica (embora no momento apenas 1 paciente esteja em ventilação mecânica). </p></li></ol>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-30 16:24:19 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Primeiro paciente agudo! </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/internato2ped/6bmdkqelme3v3hil/wish/3388097170</link>
         <description><![CDATA[<p>Pude acompanhar nos últimos plantões um caso muito interessante de paciente previamente hígido que abriu um quadro de toxemia com lesões bolhosas e descamação de pele difusa. Foi uma oportunidade interessante de revisar diagnóstico diferencial de doenças bolhosas mas principalmente de SSJ/NET e Síndrome da Pele Escaldada. O paciente acabou recendo o último diagnóstico, já que tinha uma apresentação clínica muito típica, sem envolvimento de mucosas ou história de exposição a qualquer droga. Outro ponto interessante foi observar a progressão do paciente, que chegou em péssimo estado geral, precisando de sedoanalgesia contínua, tendo recebido um tratamento relativamente simples (antibioticoterapia) e evoluindo incrivelmente com recuperação completa em poucos dias. Antibióticos realmente salvam vidas. O caso foi apenas um pouco atípico devido a contaminação secundária por germes hospitalares, precisando de expansão da antibioticoterapia para além do esquema padrão apenas com Oxacilina.</p><p><br/></p><p>Fiquei feliz em fugir um pouco do padrão e acompanhar um caso de doença aguda. </p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2025-03-30 16:30:42 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Primeira morte na pediatria</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/internato2ped/6bmdkqelme3v3hil/wish/3388098668</link>
         <description><![CDATA[<p>Meus últimos plantões me maracaram muito emocionalmente. Pude acompanhar o caso de um garoto de 16 anos com cirrose hepática por CMV congênito que abriu uma descompensação da doença com ascite. Foi interessante poder manejar um paciente cirrótico descompensado, inclusive com procedimentos (paracentese). Entretanto, a progressão do paciente foi frustrante. Evoluiu com sepse de foco abdominal e veio a óbito 3 dias após a admissão. Essa foi a primeira morte que acompanhei na pediatira, vou ficar para sempre marcada. De toda forma, me impressionei positivamente com a resiliência e força da genitora, que foi firme e compreensiva durante todo o processo. Mais uma história inspiradora! </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-30 16:33:46 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Chegando ao fim...</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/internato2ped/6bmdkqelme3v3hil/wish/3388100548</link>
         <description><![CDATA[<p>Já no final do rodízio, tenho um saldo muito positivo da experiência na UTI ped. Embora no início tivesse ficado um pouco decepcionada com o perfil crônico dos pacientes, consegui ter muitos aprendizados. A verdade é que essas crianças, embora portadoras de doenças raríssimas, também apresentam complicações como todos as outras. Consegui acompanhar manejo de insuficiêcias respiratórias, abstinência a opioide, infecções nosocomiais, manejo de distúrbios hidroeletrolíticos, emergências hiperglicêmicas... O saldo foi muito positivo! </p><p><br/></p><p>Gostei muito também do ambiente de trabalho. As médicas coordenadoras da UTI, as plantonistas e a equipe multi - formada majoritariamente por mulheres - foram incríveis. Acolhedoras, gentis, agradáveis, organizadas. Um ótimo exemplo de ambiente de trabalho </p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-30 16:37:33 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/internato2ped/6bmdkqelme3v3hil/wish/3388102686</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-03-30 16:42:18 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/internato2ped/6bmdkqelme3v3hil/wish/3388218080</link>
         <description><![CDATA[<p>Finalização do rodízio em Pediatria</p><p><br/></p><p>A vivência nesse período proporcionou não apenas a experiência assistencial, mas também a observação de aspectos relacionados ao gerenciamento de equipe e processos, ainda que de maneira indireta, no HAN. Destaco a importância da oficina de notícias difíceis, uma atividade enriquecedora e necessária, que poderia ser inserida em um momento anterior ao internato, permitindo uma prática mais efetiva durante essa fase do curso.</p><p><br/></p><p>De maneira geral, nos campos em que estive alocado, além do aprimoramento em semiologia, as discussões e os temas abordados foram fundamentais não apenas para o aprofundamento nas especificidades da especialidade, mas, sobretudo, para o reconhecimento de situações frequentes da prática médica e para o adequado encaminhamento do médico generalista.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-30 20:03:47 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>italopedra1</author>
         <link>https://padlet.com/internato2ped/6bmdkqelme3v3hil/wish/3388289229</link>
         <description><![CDATA[<p>Olá, meu nome é Italo, estou animado com o rodizio de pediatria, é uma área da medicina complexa, espero poder aprender o máximo possível. </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-30 23:04:13 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>UPL</title>
         <author>italopedra1</author>
         <link>https://padlet.com/internato2ped/6bmdkqelme3v3hil/wish/3388298043</link>
         <description><![CDATA[<p>Na UPL, admiti e acompanhei durante minha estadia um RN, 2meses, com uma história complexo de sofrimento em sala de parto, necessidade de suporte ventilatório, internamento em unidade avançada na qual evoluiu com sepse precoce e tardia, ambas resolvidas porém apresentando constantes e persistentes hipoglicemias. Além do complexo contexto social, só mantinha níveis glicêmicos adequados sob venóclise e dieta via SNE. Uma vez estabilizado na unidade de origem, foi regulado pro HUPES neste contexto. Já conosco, o RN foi lentamente melhorando o estado nutricional, a venóclise deixou de ser necessária porém nunca foi possível sair da SNE. As causas mais comuns? Descartadas. As mais exóticas? Também. Extremamente frustrante esse contexto e a ausência de direcionamentos possíveis pro caso. Era sabido que seria necessário realizar exames caríssimos e não disponíveis na instituição. Estar no centro de referência que não realiza os exames que deveria é aterrador. A preceptoria tirar dos próprios recursos deveria ser e é uma vergonha para a saúde pública. Este RN passou para os cuidados de Rodrigo na mudança dos campos, que me informou que foi realizada uma biópsia hepática para investigação da sua colestase. Torçamos pelo melhor. </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-30 23:24:08 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Impressão Final</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/internato2ped/6bmdkqelme3v3hil/wish/3388322849</link>
         <description><![CDATA[<p>Entre as áreas da medicina, admito que Pediatria nunca se configurou como uma escolha de carreira para mim. No entanto, depois desse rodizio, várias barreiras foram rompidas e consegui ver este campo da medicina com outros olhos. Apesar de já presumir, ver pessoalmente o impacto substancial que o profissional tem na vida do paciente e o nível de dedicação de cada um, me deixou sinceramente impressionada. Apesar do tempo limitado, consegui aprender muito durante o rodizio e, com certeza, finalizo estas 8 semanas com umas perspectiva pessoal e profissional completamente diferente.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-30 23:58:27 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/internato2ped/6bmdkqelme3v3hil/wish/3388322849</guid>
      </item>
      <item>
         <title>UDAP</title>
         <author>italopedra1</author>
         <link>https://padlet.com/internato2ped/6bmdkqelme3v3hil/wish/3388405149</link>
         <description><![CDATA[<p>A UDAP foi um rodizio muito divertido, sem dúvida umas melhores experiências do internato. Convivência excelente com a preceptoria e os residentes. Assumo honrosamente que brinquei ao máximo com os pacientes. Participei do cuidado de um paciente, 1 ano, DM1 que abriu o quadro de cetoacidose diabética num contexto de possível infecção urinária como fator desencadeante, sendo esse seu primeiro evento. Foi regulado para o HUPES em contexto de necessidade de ajuste de esquema insulinico com Endocrinologia e orientações para a familia sobre os cuidados, administração da insulina, sinais de alerta. Foi muito interessante observar esse cuidado e a importância da educação como ferramenta em saúde. </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-31 01:11:55 UTC</pubDate>
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