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      <title>Exposição &quot;Políticas de Branqueamento no Brasil: a criminalização da música preta&quot; by Mafe Pinto</title>
      <link>https://padlet.com/mafeeducadora/2A</link>
      <description>Pesquisa em sociologia e artes produzida por estudantes do 2º ano do Ensino Médio do Colégio Anglo Chácara Santo Antonio - 2021</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-04-29 14:19:43 UTC</pubDate>
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         <title>Rap: Desabafo</title>
         <author>mafeeducadora</author>
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         <description><![CDATA[<div><br>Marcelo D2&nbsp;<br>2008<br><br>Está pesquisa foi feita por:&nbsp;<br>Mariana Montanini&nbsp;<br><br>No trecho "Porque a bala vai acabar ricocheteando na gente", ele aborda a conduta violenta das autoridades com as pessoas negras, ou seja, o estado vê as pessoas negras como objeto e não como vidas. Também é possível perceber que ele dá um duplo sentido para as leis do Brasil, na parte "Aqui não tem pena de morte, mas segue o pensamento", pois para pessoas brancas e ricas, seus atos raramente tem consequências, já para pessoas pretas, além de consequências horríveis, só por ela terem nascido com a pele escura, carregam um peso nas costas, pois novamente o estado vê elas como um objeto, e infelizmente atira, só pela cor.<br>Infelizmente como a maioria das culturas criadas por pessoas negras, esse estilo musical foi muito criticado pelos brancos, por ter sido criado em periferias, por pessoas negras e pobres. Na época em que essa musica foi lançada ela fico muito conhecida por seu ritmo contagiante, porém os versos de Marcelo trazem pensamentos muito fortes sobre o contexto atual.</div><div><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-29 14:19:43 UTC</pubDate>
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         <title>MPB- a coisa tá preta </title>
         <author>mafeeducadora</author>
         <link>https://padlet.com/mafeeducadora/2A/wish/1473949729</link>
         <description><![CDATA[<div><br></div><div>Mc Rebecca e Elza Soares&nbsp;<br>2020</div><div><br></div><div>Está pesquisa foi feita por: Juliana Mello</div><div><br></div><div>Um dos momentos que está música se relaciona com a imposição da cultura branca é quando fala “ Por que que a fome é negra?” pois a sociedade sempre usou a palavra negra/o como algo pejorativo, como por exemplo, “denegrir, a coisa tá preta, cor do pecado, moreno” e na música a cantora se pergunta o porque a fome é negra sendo que quem é negro é a beleza, ela teve o objetivo é contradizer aquilo que as pessoas acham. A criminalização que as músicas de origens pretas sofrem que eu eé quando a música diz que se ela rebola o homem já vê sacanagem e de fato é isso, as pessoas objetificam muito as mulheres e ainda mais as pretas dando a entender que ela são apenas funkeiras, preguiçosas e que não tem talentos. E as pessoas falam muito isso dos pretos como se eles fossem preguiçosos, estivessem envolvidos com esquemas entre outras coisas.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-29 14:19:43 UTC</pubDate>
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         <title>Rap: Pantera Negra</title>
         <author>mafeeducadora</author>
         <link>https://padlet.com/mafeeducadora/2A/wish/1473949734</link>
         <description><![CDATA[<div><br>Emicida<br>2018<br><br>Esta pesquisa foi feita por Luan Luz<br><br>A música “Pantera Negra” critica diretamente a visibilidade da cultura e do homem preto na sociedade, utilizando diversas referências culturais negras, como Luanda, capital da Angola, trazendo a representatividade preta, e até mesmo Wakanda, do universo da Marvel, filme que trouxe tamanha visibilidade para os Pretos no universo da marvel. Analisando as estrofes da rima, ela traz assuntos como a liberdade que foi roubada da população negra na época das grandes navegações nas colonizações, levando as terras e culturas daqueles que a habitavam. Na outra estrofe podemos identificar uma crítica sociedade atual, em que ele critica o ódio gratuito apenas pela cor de pele, e que eles não vão se silenciar, fazendo uma analogia a população negra a panteras mostrando suas garras, escondendo-se na noite em que a pele negra ajudavam a se esconder no escuro, como as panteras, como no poema de Castro Alves. Concluindo, Emicida critica diretamente esse infringimento da liberdade dos pretos, onde suas culturas foram roubadas e, aos poucos, foram se desmanchando, e que eles vão lutar para terem os mesmos direitos independente da cor de pele. De acordo com Emicida, a forma de expressar sua insatisfação é através de suas músicas, e em cada verso, é possível sentir o peso e a dor que cada um reflete, que são trazidos à tona com diversas referências de filmes, poetas e locais, que de algum modo, agregam na representatividade preta, e através das rimas, Emicida diz que deseja deixar orgulhosos seus ancestrais que lutaram tanto pela liberdade.</div><div><br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=Xi1BfosGv2E" />
         <pubDate>2021-04-29 14:19:43 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>mafeeducadora</author>
         <link>https://padlet.com/mafeeducadora/2A/wish/1473949736</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Rap: GOOD MORNING AMERIKKKA<br><br></strong>Joey Bada$$<br>2017<br><br>Esta pesquisa foi feita por: Alexandre Rodrigues<br><br>a) Essa música se relaciona com a questão da imposição branca, pois o artista canta sobre o racismo presente nos Estados Unidos e as consequências do mesmo(como esse preconceito afeta a população negra no país). Além disso, o próprio nome da música se relaciona com o assunto, já que o artista nomeia a América como “AmeriKKKA”(“KKK” é a abreviação para Klu Klux Klan) e há a existência de um programa nos Estados Unidos chamado “Good Morning America”, e que é um dos programas matinais mais populares no país. Joey Bada$$ usa o programa como referência, trocando “America” por “AmeriKKKa”, com o intuito de dizer que a audiência do programa( que é na maioria branca) é indiferente da marginalização social/política da população negra.<br><br>b) Apesar de a música ser americana, ela “fala” de assuntos presentes no Brasil, também. É inegável que o racismo nos EUA é algo muito mais sério e alarmante(atualmente) do que no Brasil, porém tanto músicas americanas quanto músicas brasileiras que são de origem negra, sofrem criminalização por parte da população, podendo ser por conta do ritmo( que no caso é o Rap), ou podendo ser por conta do assunto abordado na música. No caso da música escolhida, com certeza há pessoas que não concordam com o que foi dito por Joey Bada$$ e com certeza há pessoas que não levam a sério o tema abordado pelo mesmo.<br><br><strong><br><br><br><br><br></strong><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-29 14:19:43 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>mafeeducadora</author>
         <link>https://padlet.com/mafeeducadora/2A/wish/1473949738</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Rap: Pantera Negra</strong></div><div><br></div><div>Emicida</div><div>2018</div><div><br></div><div>pesquisa feita por: Thiago Ratão</div><div><br></div><div>&nbsp; &nbsp;Nesta música Emicida desde o começo ao fim da letra ele cita vários elementos da cultura geek, principalmente coisas relacionadas ao pantera negra, para chamar a atenção junto destas referências, momentos/ épocas históricas de domínio dos brancos, mostrando que apesar do Brasil ter sido o país que mais escravizou africanos e mesmo com a maioria das pessoas sendo negras nos Brasil ainda foi necessário incentivar os europeus para ocorrer o embranquecimento da população brasileira, isso transformando tudo relacionado ao negro como algo ruim, por isso a nomencratura muito extença para se referir ao negro buscando esconder tudo de negro que tinha na sociedade.</div><div>&nbsp; &nbsp; ´´prum novo mar vermelho, uma nova travesia´´,&nbsp; neste trecho Emicida mostra como o rap pode abrir portas em um periodo de perseguição como o que ainda vivem os negros,</div><div>ou como no trecho ´´Pro povo ter reis no espelho</div><div>Minha caneta cria ́ ́, mais uma vez apresentando que para um povo que precisa de poder e reconhecimento ele como rap irá fazer de tudo para criar e ajudar. Assim indo na luta contra a criminalização das músicas de origem preta no Brasil, mostrando sua importância em mexer com toda uma multidão de pessoas que sofrem todos os dias.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://youtu.be/Xi1BfosGv2E" />
         <pubDate>2021-04-29 14:19:43 UTC</pubDate>
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         <title>Rap: Eu não sou racista </title>
         <author>mafeeducadora</author>
         <link>https://padlet.com/mafeeducadora/2A/wish/1473949739</link>
         <description><![CDATA[<div><br>Nego Max&nbsp;<br>16 de dezembro de 2020<br><br>esta pesquisa foi feita por:<br>felipe sato<br><br>Inspirado na musica ´i am not racist´ de Jorney Lucas, a musica aborda um dialogo sobre o racismo, no qual há uma certa discussão argumentativa , de pensamentos diferentes, em que justapõe ideias opostas, a musica e o clipe procuram mostrar um pouco da realidade e as dificuldades que a população negra sofre na sociedade , além de como é vista e entendida na sociedade branca, nego Max defende e argumenta com o homem branco, mostra como esta presente o preconceito e o racismo dentro da sociedade , além de citar momentos históricos como prova que o racismo vem se alastrando por muitos anos e usa uma frase muito vista atualmente que mesmo depois de ser extremamente racista fala que não é racista , que é vitimismo e coisas do tipo , a musica reflete um pouco da sociedade de hoje e mostra o lado população negra em relação as falas do homem branco</div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=v2DCHWp2XyA" />
         <pubDate>2021-04-29 14:19:43 UTC</pubDate>
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         <title>Explicando a exposição</title>
         <author>mafeeducadora</author>
         <link>https://padlet.com/mafeeducadora/2A/wish/1473949741</link>
         <description><![CDATA[<div><br><strong>No 2o ano, estamos estudando a formação do Estado brasileiro. E foi este contexto que nos levou a uma reflexão sobre a construção da Identidade Nacional e sobre os processos de criminalização, direta ou indireta, das culturas não-brancas que compõem nosso país. <br><br>O uso de criminalizações, como as leis contra a vadiagem, a perseguição à capoeira, ao samba e às religiões de matriz afrobrasileira, foram uma constante na história da nossa República - e persistem até hoje através dos inúmeros preconceitos contra gêneros como o Rap e o Funk.&nbsp; <br><br>Foi assim que as/os estudantes foram convidados a refletir sobre a questão da imposição da cultura branca como cultura dominante e também sobre a criminalização das músicas de origem preta no Brasil.<br><br>Espero que gostem e se divirtam!<br>Um abraço apertado<br>Mafê</strong><br><br><br><strong>Samba: Agoniza mas não morre</strong><br>Nelson Sargento<br>1979</div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=DrgfPiYhFV8" />
         <pubDate>2021-04-29 14:19:43 UTC</pubDate>
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         <title>Rap: Olho de tigre </title>
         <author>mafeeducadora</author>
         <link>https://padlet.com/mafeeducadora/2A/wish/1473949745</link>
         <description><![CDATA[<div>Djonga<br>2017<br><br>Essa pesquisa foi feita por: Lorenzo Pavan Guimarães<br><br>A canção&nbsp; de Djonga&nbsp; é um desabafo e crítica sobre a sociedade brasileira que estamos inseridos. Essa música fez grande barulho na mídia pelo verso “fogo nos racistas”, que acabou se tornando uma representação&nbsp; do&nbsp; movimento que luta contra o&nbsp; racismo&nbsp; brasileiro. Ele utiliza o trecho para evidenciar a sua repulsa ao racismo, que é materializado por uma parcela da população branca que usa o racismo para tentar impor o seu estilo de vida “superior” a cultura negra. Conseguimos relacionar o&nbsp; racismo a questão da imposição da cultura, já que na grande maioria das vezes os indivíduos que fazem tal crime simpatizam com ideias de supremacia branca, onde evidenciamos outro trecho da letra do cantor:&nbsp;<br><br>“Um boy branco, me pediu um high five</div><div>Confundi com um Heil, Hitler</div><div>Quem tem minha cor é ladrão”<br><br>A maneira que Djonga aborda a verdade e realmente expressa seus sentimentos em suas músicas abordando causas sociais, foram os divisores de águas em sua carreira e&nbsp; o marco da inserção do Brasil na cena do Hip Hop mundial. Djonga sendo o único artista brasileira indicado ao <strong>BET Awards Hip Hop 2020, </strong>&nbsp;uns dos prêmios mais relevantes no cenário da música internacional&nbsp; então quando ela fala:</div><div><br>Utilizando esse trecho da música, podemos fazer uma interpretação da maneira que ele irá tratar pessoas com viés parecidos com os de Danilo, que faz comentários muitas vezes racista, desmerecendo a luta contra o racismo na cena brasileira. Dessa maneira, se pensarmos que comentários como esses diminuem a cultura da população preta e ou&nbsp; periférica, onde o funk e o rap são mais presentes,&nbsp; um tipo de criminalização é feita. Como movimento de reação, são feitas músicas que criticam esse sistema e exaltam o crescimento de muitos, indo muito longe com muito pouco “ E tem quem chega longe de jangada”.</div><div><br><br></div><div><a href="https://www.youtube.com/watch?v=0D84LFKiGbo"><br></a><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=0D84LFKiGbo" />
         <pubDate>2021-04-29 14:19:43 UTC</pubDate>
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         <title>Rap: A vida é desafio</title>
         <author>mafeeducadora</author>
         <link>https://padlet.com/mafeeducadora/2A/wish/1473949748</link>
         <description><![CDATA[<div>Racionais Mc's<br>2002<br><br>Esta pesquisa foi feita por Rafaela Cantisano<br><br>As músicas escritas pelos Racionais Mc's, se relacionam com a questão da imposição da cultura branca em diversos momentos e situações distintas, relatando também diversas cenas de criminalização no Brasil. Uma delas é "A vida é desafio", em que pode-se observar uma atitude extremamente violenta e preconceituosa do Estado, em que muitos negros são mortos cada vez mais por serem acusados injustamente por crimes que não cometeram, sendo apontados como criminosos simplesmente por sua aparência (o que inclui cor da pele, vestimentas e etc) de um morador da periferia. Deve-se lembrar que a polícia do Estado deve agir de forma justa e, quando contrário, servem de mal exemplo para a sociedade atual facilmente influenciável. É exatamente isso que é retratado nessa letra, nos versos: "A atitude do mal influencia a minoria boa<br>Morrer à toa (e que mais?) matar à toa (e que mais?)<br>Ir preso à toa, sonhando com uma fita boa".&nbsp;<br>Em relação a criminalização das músicas de origem negra no Brasil, muitas ainda sofrem preconceito e ainda não são aceitas em pleno século XXI. O funk e o rap por exemplo, nascidos e cultivados dentro das comunidades de todo o país, são protestos e revoluções em forma de música, encontrando uma maneira de expor seus sentimentos diante de todas as dificuldades que estes enfrentam diariamente simplesmente por serem negros. A cultura branca se vê superior, muitas vezes ignorando essa forma de movimento dos menos privilegiados, assim como nos versos: "Na mais rica metrópole, suas várias contradições<br>É incontável, inaceitável, implacável, inevitável<br>Ver o lado miserável se sujeitando com migalhas, favores<br>Se esquivando entre noite de medo e horrores". </div>]]></description>
         <enclosure url="https://youtu.be/52NT9cSWC_8" />
         <pubDate>2021-04-29 14:19:43 UTC</pubDate>
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         <title>Música: Carta à Mãe África</title>
         <author>mafeeducadora</author>
         <link>https://padlet.com/mafeeducadora/2A/wish/1473949749</link>
         <description><![CDATA[<div>2006<br>Esta pesquisa foi feita por: Gabriella Tucci Wieniewicz<br><br>A música "Carta á Mãe África foi composta e escrita pelo rapper brasileiro GOG, em 2006.&nbsp; A letra da música começa com uma introdução sobre a situação da população negra aqui no Brasil, descrita para a África, que o cantor chama de Mãe na música. Ele descreve a situação do Brasil, e fala que decide não guardar silêncio de uma verdade que muitos querem esconder, que o racismo e a desigualdade ainda continuam presentes na sociedade atual. Na continuação da introdução, o rapper conta com suas palavras ; " Tudo é igual, só que de maneira diferente", se referindo a escravidão, e como agora, apesar de ser diferente, ainda assim é um "diferente igual".&nbsp; Ele descreve que antes as senzalas agora as anti-salas na delegacia, como vários negros são presos por discriminação e mortos pela cor de pele, como os brancos são os heróis falsos da história, e continuam a ser.&nbsp;<br>A música não só com rimas e verdades, quer expor a todos a verdadeira história, não há como negar que o racismo não está ausente mas sim presente desde o início da história do Brasil. " Nos mergulharam numa grande confusão,<br>Racismo não existe e sim uma social exclusão,<br>Mas sei fazer bem a diferenciação.<br>Sofro pela cor, o patrão e o padrão".  O trecho conta como o padrão é o branco, e o preconceito para muitos, é com uma mera "exclusão". Apesar do título ser "Carta à Mãe África", acredito que esse seja uma carta que todos deveriam ler.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://youtu.be/C1Q1mtChWmE" />
         <pubDate>2021-04-29 14:19:43 UTC</pubDate>
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         <title>MPB: Olhos Coloridos</title>
         <author>mafeeducadora</author>
         <link>https://padlet.com/mafeeducadora/2A/wish/1473949754</link>
         <description><![CDATA[<div>Macau<br>1974<br><br></div><div>Pesquisa feita por: Afonso Czuy Ferreira<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div><div>A música foi gravada por Macau em uma fita em 74, mas ficou desconhecida até chegar às mãos de Sandra de Sá, por meio de um produtor. Em 1982, ela gravou "Olhos Coloridos", que estourou nas rádios.<br><br></div><div>&nbsp;Macau, autor da música, a compôs na década de 1970, após ser preso injustamente pela Polícia Militar do Rio de Janeiro em uma exposição de escolas públicas no Estádio de Remo da Lagoa. A canção é considerada um símbolo do orgulho negro no Brasil.&nbsp;<br><br></div><div>&nbsp;A música mobiliza e denuncia o racismo, avisando que a mesma pessoa que ri do negro também ‘tem sangue crioulo’, que é o maior paradoxo brasileiro. é uma música que prega a conscientização, é uma denúncia contra o racismo, mas também é um elogio à mestiçagem, que faz a canção funcionar em vários contextos e ser adotada por vários grupos.<br><br></div><div>Para Luciana Xavier, jornalista e pesquisadora de música brasileira, a força da mensagem da canção é um dos segredos de seu sucesso para que seja cantada&nbsp; até hoje. “É uma canção repetida à exaustão porque tem uma mensagem muito forte, que afirma a identidade negra por meio da valorização da beleza do ‘cabelo duro, sarará’".<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=bo1pg3AJ2wQ" />
         <pubDate>2021-04-29 14:19:43 UTC</pubDate>
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         <title>Rap: Mandume </title>
         <author>mafeeducadora</author>
         <link>https://padlet.com/mafeeducadora/2A/wish/1473949755</link>
         <description><![CDATA[<div>Emicida<br>2015<br><br>Está pesquisa foi feita por:<br>Giovana Borges Teixeira&nbsp;<br><br>Mandume, foi um dos principais Reis dos Cuanhamas, do sul da Angola, onde liderou vários movimentos contra a colonização portuguesa.&nbsp;<br><br>A música Mandume do emitida, não é composta apenas por músicos, mas também nomes influentes do movimento negro no Brasil, que aparecem interpretando a música e confrontando o telespectador.&nbsp;<br><br>No clipe, um casal de negros encontram apenas pessoas brancas em capas de revista e em forma de protesto, por não se sentirem representeados ,decidem colar rostos de artistas brasileiros que são negros. Temos também policiais expulsando jovens negros periféricos do shopping, pois normalmente negros/ mulatos são designados como ladrões por exemplo.&nbsp;<br><br>No videoclipe se tem referência a religiões africanas, que foi representada pelo ritual da umbanda, mas o ritual é parado quando um padre chega.<br><br>Ao final da música, Drik ainda passa um recado dizendo que os negros, estão cansados de tentar retomar o que é deles por direito, e querem mais do que uma reparação histórica, por descendentes da África, e tem como legado a diáspora de um povo oprimido.&nbsp;<br><br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=mC_vrzqYfQc" />
         <pubDate>2021-04-29 14:19:43 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Rap: Negro Drama</title>
         <author>mafeeducadora</author>
         <link>https://padlet.com/mafeeducadora/2A/wish/1473949758</link>
         <description><![CDATA[<div>Racionais Mc's <br>2002<br><br>Esta pesquisa foi feita por: Ana Carolina Ali Murakami<br><br>Os Racionais possuem fama à longo prazo por produzirem músicas com letras as quais fazem críticas e questionam a situação dos negros, das favelas e das pessoas mais pobres no Brasil. A música "Negro Drama" é mais um exemplo das incríveis músicas feitas pelo grupo de rap mais famoso do Brasil.<br>A música inteira trata sobre o drama da vida de um negro, no Brasil. Esse drama é justificado e exemplificado com questões cotidianas e pessoais do "personagem" e também com questões culturais e históricas enraizadas na sociedade que em conjunto integram o racismo estrutural. <em>"Desde o início, por ouro e prata<br>Olha quem morre, então<br>Veja você quem mata</em></div><div><em>Recebe o mérito a farda que pratica o mal<br>Me ver pobre, preso ou morto já é cultural<br>Histórias, registros e escritos<br>Não é conto nem fábula, lenda ou mito" </em>Esse trecho da música explicita um contexto em que os negros são oprimidos em relação aos brancos, em que a história e o que acontece com eles, em geral, até hoje parece ser ignorado, parece que as pessoas se acostumaram e se acomodaram com essas situações. Mesmo trazendo questões e questionamentos tão relevantes para nossa sociedade, o rap e a música de origem preta no Brasil ainda são muito criminalizados, o preconceito sobre ambos continua tendo destaque em nosso corpo social, o mesmo ocorre com outros estilos musicais como funk, samba, pagode.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=tWSr-NDZI4s" />
         <pubDate>2021-04-29 14:19:43 UTC</pubDate>
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         <title>Rap: Boa Esperança</title>
         <author>mafeeducadora</author>
         <link>https://padlet.com/mafeeducadora/2A/wish/1473949759</link>
         <description><![CDATA[<div><br>Emicida<br>2015<br><br>Esta pesquisa foi feita por: Julia&nbsp;Castro<br><br>Emicida, rapper conhecido por expor situações sociais em suas letras, lançou a música `Boa Esperança´ que retrata a discriminação racial no Brasil, com auxílio de uma narrativa que compõe retratos de acontecimentos com funcionários de uma mansão.</div><div>&nbsp; A letra retrata a luta racial iniciada na colonização do Brasil e como a sociedade brasileira lida com os cenários de discriminação racial. O trecho `Favela ainda é senzala, Jão!<em>` </em>explicita que a estrutura da sociedade brasileira ainda apresenta desigualdades na sua distribuição, um problema que reafirma a permanência da vulnerabilidade social.&nbsp;</div><div>&nbsp; `<em>Violência se adapta, um dia ela volta pu cêis`, </em>Emicida apresenta as influências da cultura branca e seus pensamentos na população, como o movimento de ódio que foi o holocausto e traz a reflexão da possível replicação deste ato.</div><div>&nbsp; &nbsp;Uma sociedade que supervaloriza as crenças e costumes de países ricos ao mesmo tempo que criticam e escondem as marcas e verdade da sua própria história, comparam a cultura brasileira com países que pecam em disseminar conceitos básicos de história e geografia.</div><div>&nbsp; Com o rap, Emicida consegue mais uma vez provar que ainda há muito trabalho a ser feito, que independente da época e do lugar o combate ao racismo é diário.</div><div><br><br></div><div><br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=AauVal4ODbE" />
         <pubDate>2021-04-29 14:19:43 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Capoeira: Navio Negreiro </title>
         <author>mafeeducadora</author>
         <link>https://padlet.com/mafeeducadora/2A/wish/1473949761</link>
         <description><![CDATA[<div><br>Brucutu e Magôo<br>Por volta de 2012<br><br>Essa pesquisa foi feita por Ana Julia Julião<br><br>Musicas tocadas dentro da roda de capoeira, em sua maioria, trazem a historia do povo negro e sua luta e sofrimento durante a escravidão no Brasil.<br>A capoeira é um estilo de luta e dança, datada da época da escravidão; para não despertar suspeitas a capoeira modificou seus movimento com cantos da África e tornou como é hoje, uma luta gingada. Os movimentos usados usam de grande inspiração movimentos dos próprios animais da natureza, com ações rápidas que podem nocautear, ou derrubar alguém em poucos segundos.<br>A letra retrata o momento de chegada dos Africanos através dos navios negreiro ao Brasil, como sua força bruta e trabalho manual eram usados semelhantes a animais de arado. Logo depois comenta o orgulho de ser negro, mas que a dor dos seus antepassados ainda alastram o peito. Contudo não desiste, pois algo dentro de si é mais forte e o faz vencer a morte: "[...]Mas algo<br>Dentro de mim é mais forte<br>Me conduz além da morte<br>E guia meu coração<br>Sinto em meu peito<br>A força da capoeira<br>Essa arte brasileira&nbsp;<br>Luta de libertação<br>Por isso&nbsp;<br>Quando eu toco um berimbau<br>Sinto arrepiar a alma<br>Sinto a mente mais calma&nbsp;<br>Minha dor se vai então[...]"<br>A capoeira se tornou uma luta/dança nacional, sua historia faz parte de um momento importante do país, é a marca viva da resistência desses povos que lutaram ate o fim pelo que era importante parar si.&nbsp;<br>- Oi mafe! queria compartilhar que escolhi essa musica pois fiz capoeira por cerca de 7 anos, e a historia que escrevi peguei um pouco da internet e o restinho do que meu mestre me contou quando era mais nova.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://youtu.be/D-H4iawjAQ8" />
         <pubDate>2021-04-29 14:19:43 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Rap: Racistas Otarios</title>
         <author>mafeeducadora</author>
         <link>https://padlet.com/mafeeducadora/2A/wish/1473949762</link>
         <description><![CDATA[<div><br>Racionais Mc's<br><br>Está pesquisa foi feita por;&nbsp;<br>Enzo Ferreira Murgolo<br><br><br>A música “Racistas Otarios” de Mano Brown ele faz uma crítica para a sociedade e o sistema racista, dando varios exemplo e situação onde é presenciado e vivenciado atitudes racista. Pode-se ver uma das críticas ao sistema racista quando ele fala “negro quando é preso vai pra qualquer prisão, só pra encontrar mais um irmão” ou seja ele crítica que quando um negro é preso ele é mandado para qualquer cadeia, sem ninguém estar nem ai, e mesmo assim ele sabe que vai encontrar um “irmão” sabendo que outro teve o mesmo “destino” que ele. Essa critica ao sistema continua ao longo da música dizendo várias vezes que eles (pessoas negras) vivem em sociedade onde o sistema está contras eles, e da alguns exemplos como “ réu quando é branco é inocente”.&nbsp; Por fim ele fala a seguinte frase “acham que as crianças vão virar vagabundos mas na verdade são crianças boas” ai pode-se interpretar que as pessoas acham que crianças se periferias vão crescer e virar marginais, mas na verdade não é bem isso. Na música o mais impactante é como ele usa a repetição da frase “ racistas otários nos deixem em paz” dizendo que eles não querem guerra, nem conflito só querem paz por serem de outra cor.<br>B) Através da interpretação feita pela música dos “Racionais Mc's” pode-se ver as diversas críticas para a nossa sociedade feita pro Mano brown, e ainda sim elas se encaixam perfeitamente hoje em dia,&nbsp; tantos nas injúrias racistas que vem de outras pessoas, tanto nos exemplos mostrando o racismo presente no sistema. Basta analisar os exemplos o ver o tanto de casos que se encaixam ainda nos dias de hoje mesmo música sendo de 9 anos atrás. Ou seja as coisas não melhoram de lá para cá, e sim pioraram. Mas não só no Brasil, mas sim no mundo inteiro, ainda o preconceito reina.<br><br><br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://youtu.be/2nLLihbYNFs" />
         <pubDate>2021-04-29 14:19:43 UTC</pubDate>
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         <title>Musica/ canção popular Brasileira: Negroide </title>
         <author>mafeeducadora</author>
         <link>https://padlet.com/mafeeducadora/2A/wish/1473949765</link>
         <description><![CDATA[<div>Música escrita por: Taiguara, Arnaldo da Costa e Mauricio Einhorn<br><br>Pesquisa feita por: Giulia Haydée &nbsp;<br><br>Esta musica tras a imposição cultural branca e o preconceito&nbsp; como a sua principal pauta. Embora seja curta, tendo apenas 5 versos a letra possui frases marcantes que evidenciam a opinião dos compositores como por exemplo em "Pois do meu canto/ Nasce Cresce vence minha liberdade" onde o autor além de se referir a marginalização das pessoas negras também tras a liberdade de expressão e de demonstrar sua cultura, e em também "Se muito branco cantasse/ Se o mundo me amasse/ Se tudo pudesse ser mais feliz" eles também mostram que embora pessoas brancas participassem do meio cultural e musical as essoas negras também estavam lá mesmo que silenciadas, mostrando a revolta decepção e desentendimento em relação aos preconceitos vividos.&nbsp;<br>ao falar "Quando canto sou mais negro sou mais forte " e "Liberdade, se ela é branca tenho tudo que quis"&nbsp; a marginalização e os privilégios e imposições brancas se tornam ainda mais fortes, ainda mais qudo o autor diz "Deixa eu cantar..." (letra da música na descrição do vídeo)&nbsp;</div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=aqZjXODlnLU&amp;t=109s" />
         <pubDate>2021-04-29 14:19:43 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Rap: Ismália</title>
         <author>mafeeducadora</author>
         <link>https://padlet.com/mafeeducadora/2A/wish/1473949768</link>
         <description><![CDATA[<div>Emicida<br>2019<br><br>Pesquisa feita por: Fábio Xavier<br><br>É possível relacionar esta música com a imposição da cultura branca, porque em vários momentos da letra da música é possível indentificar relatos de discriminação racial. Já no caso da relação com a criminalização das músicas de origem negra, é por conta do fato que a música relata casos de violência policial, somente por conta da cor da pele das vítimas<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=4pBp8hRmynI&amp;ab_channel=Emicida" />
         <pubDate>2021-04-29 14:19:43 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/mafeeducadora/2A/wish/1473949768</guid>
      </item>
      <item>
         <title>A carne- Samba de Elza Soares</title>
         <author>mafeeducadora</author>
         <link>https://padlet.com/mafeeducadora/2A/wish/1473949769</link>
         <description><![CDATA[<div>Pesquisa feita por: Isabella M. Dias<br>&nbsp;<br>A obra de 2002 leva uma das maiores frases da música brasileira, “a carne mais barata do mercado é a carne negra.” Trecho esse que já é grandioso e cheio de significado por si só, já que afirma que o negro, primeiramente, é visto como mercadoria socialmente, e se já não fosse absurdo o suficiente, uma mercadoria sem valor, descartável. Logo depois, ao seguir a música, a linha ganha mais significado ainda: “Que vai de graça pro presídio e para debaixo do plástico. Que vai de graça pro subemprego e pros hospitais psiquiátricos." De novo Elza mostra como a população negra nem sequer é notada, é empurrada para as margens sociais, sem motivo são acusados e presos, tidos e vistos como loucos, mantidos pobres quase sem chance de mudar tudo isso.&nbsp;</div><div>A música continua com ela cantando que os pretos são aqueles que fizeram e fazem historia, se referindo a escravidão vivida por esse grupo racial por milhares de anos e também sobre como a luta contra o racismo é grandiosa e vai, na verdade já está, deixando marcas na história do Brasil e do mundo. Outro pedaço da obra aborda a violência estatal usada contra a luta pelo fim do racismo quando diz: “o cabra aqui não se sente revoltado porque o revólver já está engatilhado”&nbsp; sugerindo que com o uso da violência legítima, do governo através dos militares e da polícia, deixa a movimentação da população negra mais lenta, por conta do medo, aqueles que tem que se revoltar não se revoltam, revoluções são censuradas com armas.</div><div>Além da letra, o clipe também passa sua mensagem, onde no começo uma mulher branca desfere tapas na cara de mulheres e homens pretos, que não reagem à agressão, depois alguns deles aparecem no chão enrolados em correntes, com Elza cantando em meio aos corpos. O conjunto da obra é muito forte e significativo, contando de forma gráfica oque é ser preto no Brasil.</div><div><br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=yktrUMoc1Xw" />
         <pubDate>2021-04-29 14:19:43 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>RAP: Capitulo 4 Versículo 3</title>
         <author>mafeeducadora</author>
         <link>https://padlet.com/mafeeducadora/2A/wish/1473949771</link>
         <description><![CDATA[<div>Racionais MC´s</div><div>2004<br><br>Pesquisa feita por: Bruno César<br><br>A música composta pelos Racionais MC´s do álbum “Sobrevivendo no inferno” retrata sobre à luta de resistência negra aos ataques constantes das classes dominantes desde a escravização, surgindo dessas tensões, do racismo estrutural, e procura com sua comunidade o combate a essas opressões. As estatísticas mostradas inicialmente demonstram ao público ao qual as canções em maioria se direcionam (“A cada quatro horas um jovem negro morre violentamente em São Paulo) buscando conscientizá-los e combater a alienação que são propagados nas grandes mídias para manter a ordem social. O racismo ainda é o problema mais antigo e, na música é bem explicito o quanto a parte periférica sofre todos os dias com questões raciais além da desigualdade existente no país. A partir disso, a faixa sonora composta por latidos e gritos é proposto afim de expor o sofrimento vivido por essas pessoas, manifestando ainda mais sua dor e repassando isso para os ouvintes.&nbsp;<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://youtu.be/2LQSFLTiwS8" />
         <pubDate>2021-04-29 14:19:43 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Negro é lindo - Jorge Ben </title>
         <author>mafeeducadora</author>
         <link>https://padlet.com/mafeeducadora/2A/wish/1473949773</link>
         <description><![CDATA[<div>Essa pesquisa foi feita por: Victor Estrella Almeida&nbsp;<br><br>A musica "Negro é lindo" do Jorge Ben retrata bem como a população afro-brasileira quer viver. Eles só querem viver! Em uma parte da musica, Jorge fala que "negro também é filho de deus". Significa que somos iguais e a coisa não muda só por causa da cor da pele. Também tem a parte que ele fala "Eu só quero que Deus me ajude ver meu filho nascer e crescer". Ou seja ele só quer viver a vida dele em paz, como as outras pessoas.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=8sz3Ffp0Qz4" />
         <pubDate>2021-04-29 14:19:43 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/mafeeducadora/2A/wish/1473949773</guid>
      </item>
      <item>
         <title>MPB - A mão da limpeza </title>
         <author>mafeeducadora</author>
         <link>https://padlet.com/mafeeducadora/2A/wish/1473949778</link>
         <description><![CDATA[<div><br></div><div>Gilberto Gil e Chico Buarque&nbsp; 1984<br><br></div><div>Pesquisa feita por : Henrique Krause&nbsp;<br><br></div><div>&nbsp; &nbsp; Na música A mão da limpeza,&nbsp; Gilberto Gil e Chico Buarque mostram como os negros são injustiçados , criminalizados e oprimidos mesmo historicamente seguindo as imposições dos brancos como na letra da música ,que inicialmente fala que se o negro não suja na entrada vai sujar na saída mesmo sendo eles que limpam o chão e lavam as roupas podendo interpretar que na verdade são ele que fazem o branco ser limpo .</div><div>&nbsp; &nbsp; No revolucionário videoclipe da canção , Gilberto Gil se pinta de branco e Chico Buarque de preto e todo o cenário é feito apenas com as cores brancas e pretas para demostra igualdade.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=tzFxd4gxbpQ" />
         <pubDate>2021-04-29 14:19:43 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>MPB- Olhos coloridos</title>
         <author>mafeeducadora</author>
         <link>https://padlet.com/mafeeducadora/2A/wish/1473949782</link>
         <description><![CDATA[<div>Sandra de Sá (composição: Macau)<br>1980<br><br>Esta pesquisa foi feita por: Gabriela Moreira<br><br>Macau, compositor de "olhos coloridos", teve inspiração através de uma das experiências que na minha opinião é uma das mais cruéis que um ser humano pode viver: o racismo, no qual uma pessoa se sente superior a outra somente pela diferença da cor de pele. Na letra de Macau ele descreve um desabafo logo após ter sido preso por policiais que falavam de forma debochada de seu cabelo, roupa e principalmente cor de pele, evidenciando cada vez mais a imposição da cultura branca em cima da preta, como se a nossa cor, religião e cultura fosse capaz de diferenciar o "bom" do "mal".</div><div>Essa atitude dos policiais diante a Macau demonstra também a criminalização das musicas de origem preta no Brasil, onde enquadravam não só músicos com instrumentos, mas com calos nos dedos ou somente se estivessem em rodas de capoeira. Muitas vezes essa ação vinda do governo era uma forma de expor o sentimento de ameaça pela força e o tamanho do significado disso para os pretos. Hoje a musica "olhos coloridos" é um símbolo do orgulho negro.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://youtu.be/X2tb8YVfOqI" />
         <pubDate>2021-04-29 14:19:43 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Samba: A Carne</title>
         <author>mafeeducadora</author>
         <link>https://padlet.com/mafeeducadora/2A/wish/1473949785</link>
         <description><![CDATA[<div>Elza Soares</div><div>2002</div><div><br></div><div>Esta pesquisa foi feita por:</div><div>Rodrigo Portella</div><div><br></div><div>&nbsp; “A carne" é uma das diversas músicas de Elza Soares que visam criticar o racismo, porém, esta faixa, particularmente, fez grande sucesso, se popularizando tanto no Brasil, quanto no exterior, sendo reconhecida como um “grito de guerra”, que deu início a uma onda na luta negra por igualdade.&nbsp;</div><div>&nbsp; Ao cantar o icônico trecho “a carne mais barata do mercado é a carne negra”, explicita-se o como a cultura negra e o negro em si, são desvalorizados, nos quesitos de importância, relevância e respeito recebido pela população branca que preconceituosamente julga essa cultura e raça como “inferior” em relação à sua.&nbsp;Seu significado é extremamente profundo, pois além de simbolizar o negro como "carne", ou seja, mercadoria, demonstra com extrema facilidade o quão desrespeitoso nosso país é com a população negra.<br>  Fica evidente o repúdio e desprezo que a música apresenta ao racismo, questionando o “por que?” desse preconceito, tendo em mente a enorme diversidade que abrange nosso país. Mas apesar disso, a compositora sempre o enfrentou com muita coragem, sem deixar se abalar, física ou psicologicamente por essa hostilidade, assim, se tornando um ícone na luta por igualdade, em meio a dívida que o país possui com essa parcela da população.</div><div>&nbsp; Recentemente, Elza remasterizou a música, alterando o refrão para “a carne mais barata do mercado <strong>foi </strong>a carne negra” - reiterando a notoriedade que o movimento recebeu, assim como as importantes medidas que foram tomadas a favor de tal.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=yktrUMoc1Xw" />
         <pubDate>2021-04-29 14:19:43 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/mafeeducadora/2A/wish/1473949785</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Rap: Reza a vela + Norte Nodeste</title>
         <author>mafeeducadora</author>
         <link>https://padlet.com/mafeeducadora/2A/wish/1474229117</link>
         <description><![CDATA[<div><br>O Rappa + Rapadura<br><br>Esta pesquisa foi feita por: Felipe Lacerda Paes<br><br></div><div>A música "Reza a Vela" de O Rappa com participação de Rap dura com sua música "Nordeste em Veste", aborda as mensagens de forma implícita sobre como as pessoas (influenciada por boa parte da população branca), fazem muitas vezes vista grossa, ignoram o preconceito, ou repetem coisas do famoso "senso comum" que nem sempre esta certo, como se fossem meras cópias uns dos outros. Como mencionados em alguns trechos da música "Nordeste em Veste"<br><br>"Toma! Eu meto lacres com backs derramo frases, ataques<br>Atiro charques nas bases dos meus sotaques<br>Oxe! Querem entupir nossos fones a repetirem nomes<br>Reproduzindo seus clones se afastem dos microfones"<br><br>"Exerce influência, tendência, em vivência em crenças destinos<br>Se assumam, são clandestinos, se negam, não nordestinos<br>Vergonha do que são, produção sem expressão própria<br>Se afastem da criação, morrerão por que são cópias"<br><br>Como podemos observar, o estilo da música selecionada, é o rap. Que como já conhecemos, é uma musica de origem preta ( a palavra adequada para se referir a tal etnia, já que o termo "negro" se refere á palavra sujo, e foi criado de forma pejorativa), do qual músicas das mesmas origens tem sido perseguidas pela "lei" e pelo estado há muitos anos atrás e são ainda hoje.<br><br>Esses estilos musicais não são mais perseguidos de forma direta e explícita hoje. Porém, uma das formas de se observar um tipo de perseguição indireta; é quando associamos, que cada estilo musical é uma espécie de cultura, que agrega a estilos de vida e vestimenta. Dos quais sabemos que muitas das vezes são considerados "padrões suspeitos dignos a investigação" pela policia estatal, que como já vimos usa e abusa do "monopólio da violência" em tais situações.<br><br>Já a música "Reza a Vela" fala muito sobre o "candomblé", que é, uma cultura muito perseguida de forma social com termos pejorativos e pré-conceitos criados pelo "senso comum branco" pela nossa sociedade.<br><br>Como pudemos observar, a perseguição das etnias ( preta e parda) ocorrem desde sempre, de forma da qual hoje em dia, podemos ver como músicas dessas etnias são marginalizadas de forma preconceituosa, pejorativa, e até violenta em algumas ocasiões.<br><br><br>Mais abaixo poderá se ouvir a edição especial da junção das músicas.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=JR8Cl7hRn8M&amp;t=2s" />
         <pubDate>2021-04-29 15:10:07 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Rap: Preto e dinheiro</title>
         <author>arthuryamagami</author>
         <link>https://padlet.com/mafeeducadora/2A/wish/1477721883</link>
         <description><![CDATA[<div><br><br></div><h1>Kyan e Dfideliz</h1><div>2020<br><br>Esta pesquisa foi feita por Arthur Umeda<br><br>A musica "Preto e Dinheiro", ela aborda diretamente a conduta da policia em relacao ao jovem negro de periferia&nbsp; que conseguiu mudar de vida, ou seja, tanto as autoridades quanto o estado vem as pessoas negras apenas como somente&nbsp; "ladres de galinha"&nbsp; ou traficantes quando comecam a ganhar muito dinheiro.&nbsp;<br>A musica e o clip retrata uma abordagem policial, no qual eles sao julgados de ladroes ou traficantes e referente a isso a musica e a fala do cantor com o policial.<br><br>"Sei que quando viu os malote' no bolso<br>Pensou que nós era os peixe' grande<br>Caiu do cavalo, equivocado<br>Quem não 'tava certo também não 'tá errado<br>Sem multa e sem precedente<br>Parece seu pesadelo acordado"<br><br>No trexo acima o cantor retrata  exatamente o que foi dito no primeiro paragrafo. <br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=5NP-V589lJc" />
         <pubDate>2021-04-30 11:45:23 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/mafeeducadora/2A/wish/1477721883</guid>
      </item>
   </channel>
</rss>
