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      <title>Padlet de Estudos by Aprendizados Animados</title>
      <link>https://padlet.com/aprendizadosanimados/6aigctbrfruvoa5y</link>
      <description>Tudo para saber sobre espanhol, matemática, filosofia, ciências, geografia, português, história, artes, inglês, física, biologia e química</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2024-02-08 00:13:37 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>aprendizadosanimados</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2024-02-08 00:32:08 UTC</pubDate>
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         <title>Fontes e tipos de energia</title>
         <author>aprendizadosanimados</author>
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         <description><![CDATA[<p>O Sol, junto com as outras estrelas do universo, produz quantidades enormes de energia, que se baseia na luz e na radiação. Ao atingir o planeta Terra, as qualidades de vida da biodiversidade melhoram, graças à luz.</p><p>A energia elétrica é uma fonte de energia muito conhecida, mas algumas também são essenciais para os seres vivos, como a energia luminosa. Por causa da luz solar, plantas e outros organismos fotossintetizantes conseguem realizar a fotossíntese. Assim, a maioria das florestas é encontrada no Equador, onde a luz solar é mais frequente.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-02-08 00:47:08 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>aprendizadosanimados</author>
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         <pubDate>2024-02-08 00:54:30 UTC</pubDate>
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         <title>Revoluções na Inglaterra</title>
         <author>aprendizadosanimados</author>
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         <description><![CDATA[<p>A Grã-Bretanha é a maior ilha do conjunto conhecido como Ilhas Britânicas, que fica perto do noroeste da Europa, no Atlântico Norte. Nessa região, fica a Inglaterra, que faz parte do Reino Unido. Talvez você já tenha ouvido falar desses lugares nas aulas de História e Geografia, nas notícias ou na internet, já que eles têm uma grande influência na política e economia mundial hoje em dia. Mas essa importância não é de agora, vem de muitos séculos atrás.</p><p>Atualmente, o Reino Unido é composto por quatro países diferentes: Inglaterra, Escócia, Irlanda do Norte e País de Gales. O que mantém todos esses lugares juntos é um governo compartilhado, uma espécie de monarquia parlamentar que cria e aplica leis para as pessoas dessas áreas. Nesse sistema, o Parlamento toma as decisões mais importantes do governo, enquanto a rainha ou o rei tem um papel mais simbólico, sem o poder de mudar ou criar novas leis.</p><p>Para entender como esse sistema político surgiu, é preciso voltar aos séculos XVI e XVII e estudar as <strong>Revoluções Inglesas</strong>. Nesse período, diferentes grupos sociais se uniram para lutar contra o poder excessivo do rei da Inglaterra, obrigando-o a compartilhar suas responsabilidades com o Parlamento. Essas revoluções foram o ponto de partida para a criação da primeira monarquia parlamentar na Europa.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-02-08 21:55:14 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>aprendizadosanimados</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2024-02-08 22:03:02 UTC</pubDate>
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         <title>Neologismo</title>
         <author>aprendizadosanimados</author>
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         <description><![CDATA[<p>Neologismo significa denominação de uma palavra nova na língua, no caso do neologismo lexical, ou a denominação de um novo significado para uma palavra que já existe, no caso do neologismo semântico. Alguns exemplos:</p><p><strong>Covid-19</strong> é uma sigla (neologismo lexical)</p><p>Que atitude <strong>legal</strong>! (neologismo semântico) (significa admirável, e não relativa a leis)</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-02-08 22:07:47 UTC</pubDate>
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         <title>Estrangeirismo</title>
         <author>aprendizadosanimados</author>
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         <description><![CDATA[<p>Estrangeirismo significa um termo que originalmente pertencia a outras línguas, mas foi adaptado pelo português. Alguns exemplos:</p><p><em>Live</em>, tuíte, gol, futebol, <em>bug</em>, cachorro-quente, arranha-céu, <em>home office</em>, <em>feed</em>, <em>crush</em> (inglês)</p><p><em>Déjà-vu</em>, abajur, cuscuz, piquenique, degradê, <em>gourmet</em> (francês)</p><p><em>Pizza</em>, pizzaria, tchau, <em>paparazzo</em>, <em>cappuccino</em> (italiano)</p><p><em>Idem</em>, <em>sic</em>, <em>campus</em>, <em>versus</em> (latim)</p><p><em>Diesel</em>, hambúrguer, <em>hamster</em>, <em>blitz</em> (alemão)</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-02-08 22:16:15 UTC</pubDate>
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         <title>Variação linguística</title>
         <author>aprendizadosanimados</author>
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         <description><![CDATA[<p>Uma realidade revelada pelo português. Há linguagens e falares diferentes, que constituem em variações históricas, geográficas, de modalidade ou estilo e socioculturais. Alguns exemplos:</p><p>Vós, tardança, fidalgo (histórica)</p><p>Mandioca, macaxeira, aipim, biscoito, bolacha (geográfica)</p><p>Blz, tô, vc, q (modalidade u estilo)</p><p>Efetivação dos direitos fundamentais, prerrogativas de índole constitucional, amparo a referidos direitos, tutela, dever de preservação dos bens jurídicos (socioculturais)</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-02-08 22:23:23 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author>aprendizadosanimados</author>
         <link>https://padlet.com/aprendizadosanimados/6aigctbrfruvoa5y/wish/2882164397</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2024-02-13 12:51:03 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>O fluxo migratório dos primeiros humanos (parte 1)</title>
         <author>aprendizadosanimados</author>
         <link>https://padlet.com/aprendizadosanimados/6aigctbrfruvoa5y/wish/2882181771</link>
         <description><![CDATA[<p>Pelo tempo, os seres humanos procuraram território para a sobrevivência deles ser garantida. Provavelmente, as bebidas, a comida e abrigos foram os responsáveis para o deslocamento dos seres humanos durante a Pré-história.</p><p>De acordo com arqueólogos e historiadores, os seres humanos teriam sido de origem africana, e depois, migraram, respectivamente, para a Ásia, a Europa, a Oceania e a América. Isso pode ser confirmado na imagem acima.</p><p>Hoje em dia, as condições não se resumem à distribuição de recursos da natureza, então alguns fatores dão influência à dinâmica atual dos fluxos migratórios.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-02-13 13:11:25 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>aprendizadosanimados</author>
         <link>https://padlet.com/aprendizadosanimados/6aigctbrfruvoa5y/wish/2883471899</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2024-02-14 13:45:24 UTC</pubDate>
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         <title>Conjuntos numéricos</title>
         <author>aprendizadosanimados</author>
         <link>https://padlet.com/aprendizadosanimados/6aigctbrfruvoa5y/wish/2883500176</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Números naturais e inteiros:</strong></p><p>O <strong>conjunto dos números naturais </strong>é indicado pelo símbolo N.</p><p>N = {0, 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9, 10, 11, 12, ...}</p><p>Convencionou-se o uso do símbolo *(asterisco) para indicar a exclusão do número zero de qualquer conjunto numérico. Assim, o <strong>conjunto dos números naturais não nulos</strong> é indicado pelo símbolo N*.</p><p>N* = {1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9, 10, 11, 12, ...}</p><p>Acrescentando os números inteiros negativos ao conjunto dos números naturais, forma-se o <strong>conjunto dos números inteiros</strong>, indicado pelo símbolo Z.</p><p>Z = {..., -6, -5, -4, -3, -2, -1, 0, 1, 2, 3, 4, 5, 6, ...}</p><p><strong>Números racionais:</strong></p><p>O número racional é definido como todo número que pode ser escrito na forma de fração em que o numerador e o denominador são números inteiros, sendo o denominador diferente de zero.</p><p>Em outras palavras, são racionais os números que são razões (quocientes) de dois números inteiros. Simbolicamente, o conjunto dos números racionais, indicado pelo símbolo Q, é representado da seguinte maneira:</p><p>Q = {x/x = a/b, sendo a E Z e b E Z*}</p><p><em>Transformação de frações naturais em números decimais:</em></p><p>Dado um número racional a/b, com b /=/ (diferente de) 0, a representação decimal desse número é obtida dividindo-se <strong>a</strong> por <strong>b </strong>(a/b). Como pôde ser observado nos exemplos anteriores, é possível que as frações tenham representações decimais exatas ou não exatas. Na representação decimal não exata, um algarismo ou um grupo de algarismos repete-se periodicamente. Números com essas características são denominados <strong>dízimas periódicas.</strong></p><p><strong>Dízima periódica:</strong></p><p>Em uma dízima periódica, são usadas as partes inteiras (algarismo ou grupo de algarismos que antecede a vírgula), períodos (algarismo ou grupo de algarismos que se repete indefinidamente na parte decimal) e parte não periódica (algarismo ou grupo de algarismos que aparece logo após a vírgula e que não compõe o período). São chamadas de dízimas periódicas simples aquelas que não apresentam a parte não periódica. São chamadas de dízimas periódicas compostas aquelas que apresentam a parte não periódica.</p><p><em>Fração geratriz de uma dízima:</em></p><p>Toda dízima periódica é um número racional, pois pode ser escrita na forma de fração. Essa fração é chamada de <strong>geratriz da dízima periódica</strong>.</p><p>É possível obter a fração geratriz de uma dízima periódica simples utilizando os princípios da igualdade. Para obter a fração geratriz de uma dízima periódica composta, também é possível utilizar os princípios da igualdade.</p><p><em>Subconjunto dos números racionais:</em></p><p>Além do conjunto dos números naturais (N) e do conjunto dos números inteiros (Z), também são subconjuntos especiais do conjunto dos números racionais (Q) o conjunto dos:</p><ul><li><p>números racionais não nulos: Q*</p></li><li><p>números racionais não negativos: Q+</p></li><li><p>números racionais positivos: Q*+</p></li><li><p>números racionais não positivos: Q-</p></li><li><p>números racionais negativos: Q*-</p></li></ul><p><em>Representação dos números racionais na reta numérica:</em></p><p>Os números racionais podem ser representados em uma reta. Para isso, têm-se:</p><ul><li><p>um ponto O, denominado origem, associado ao número zero;</p></li><li><p>um sentido positivo, indicado pela seta;</p></li><li><p>uma unidade de medida.</p></li></ul><p><em>Números quadrados perfeitos e raiz quadrada exata de um número:</em></p><p>Os números quadrados perfeitos (0 = 0², 1 = 1², 4 = 2², 9 = 3², 16 = 4², 25 = 5², ...) são números naturais que podem ser escritos como potência de expoente 2. Somente esses números têm como raiz quadrada um número natural. Assim, a raiz quadrada do quadrado perfeito a² é igual a a, em que a ∈ N. Calcula-se a raiz quadrada de um número quadrado perfeito decompondo-o em fatores primos para escrevê-lo na forma de potência de expoente 2. Pode-se ainda utilizar a regra prática de decomposição do quadrado perfeito em fatores primos distintos, que, obrigatoriamente, apresentarão apenas expoentes pares. A raiz quadrada será o produto desses fatores primos elevados, respectivamente, à metade de seus expoentes originais.</p><p><em>Números cubos perfeitos e raiz cúbica exata de um número:</em></p><p>Um número cubo perfeito é todo número que pode ser escrito na forma a<sup>3</sup>, em que <strong>a</strong> ∈ N. Um cubo perfeito apresenta, em sua decomposição em fatores primos, todos os expoentes múltiplos de 3. Assim, de modo análogo à raiz quadrada de quadrados perfeitos, pode-se calcular sua raiz cúbica dividindo os expoentes originais por 3.</p><p><em>Raiz quadrada aproximada de um número positivo:</em></p><p>Quando um número não é quadrado perfeito, sua raiz quadrada não é um número natural, ou seja, ele não tem raiz quadrada exata. Nesse caso, é possível calcular a raiz quadrada aproximada desse número. Observe, a seguir, como se calcula a raiz quadrada aproximada de um número. Neste exemplo, será determinada a raiz quadrada aproximada de 12 com uma casa decimal, ou seja, com aproximação até os décimos (aproximação menor que 0,1).</p><ol><li><p>Determinam-se os números quadrados perfeitos mais próximos do número procurado. 12 está entre 9 (3<sup>2</sup>) e 16 (4<sup>2</sup>), logo sua raiz está entre 3 e 4.</p></li><li><p>Estima-se a posição do número de acordo com os quadrados. 12 está a 3 unidades de 3<sup>2</sup> e a 4 unidades de 4<sup>2</sup>; logo, sua raiz está mais próxima da raiz de 3 do que da raiz de 4. Nesse caso, como as diferenças não são muito grandes entre si, pode-se concluir que ele está mais próximo de 3,5.</p></li><li><p>Com base na estimativa, determina-se o valor do número ao quadrado. Como estimou-se que a raiz de 12 é menor que 3,5, então calcula-se 3,4<sup>2</sup> = 11,56.</p></li><li><p>Calcula-se outro número ao quadrado, obedecendo ao seguinte raciocínio:</p></li><li><p>-Se o resultado obtido for menor que o número dado, calcula-se uma casa decimal acima;</p></li><li><p>-Se o resultado obtido for maior que o número dado, calcula-se uma casa decimal abaixo.</p></li><li><p>Como 11,56 é menor que 12, calcula-se 3,5<sup>2</sup> = 12,25. Como se busca um número de uma casa decimal, que é o mais próximo de 12 e que não o ultrapasse, o correto, então, é usar 3,4<sup>2</sup> como aproximação para o 12. Desse modo, a raiz quadrada aproximada de 12 com uma casa decimal é 3,4.</p></li></ol><p><strong>Números irracionais:</strong></p><p>Números com parte decimal infinita e não periódica não podem ser escritos na forma de fração em que o numerador é um número inteiro e o denominador é um inteiro diferente de zero. Nesse caso, esse tipo de número não é racional. Na Matemática, esses números formam o <strong>conjunto dos números irracionais</strong>, representado pelo símbolo Q'. Exemplos: 0,1234567891011… e 1,01002000300004000005…</p><p><strong>Números reais:</strong></p><p>Da reunião dos números racionais aos números irracionais, resulta um novo conjunto numérico chamado <strong>conjunto dos números reais</strong>, representado pelo símbolo R.</p><p><em>Representação dos números reais na reta numérica:</em></p><p>O conjunto dos números reais pode ser associado ao conjunto dos pontos de uma reta. A essa reta dá-se o nome de<strong> reta real</strong>. Ela estabelece uma correspondência um a um entre os pontos da reta e os números reais.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-02-14 14:07:28 UTC</pubDate>
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         <title>La publicidad</title>
         <author>aprendizadosanimados</author>
         <link>https://padlet.com/aprendizadosanimados/6aigctbrfruvoa5y/wish/2884556572</link>
         <description><![CDATA[<p>Afiche=Pôster</p><p>Anuncio electrónico=Propaganda eletrônica</p><p>Anuncio impreso=Propaganda impressa</p><p>Catálogo=Catálogo</p><p>Folleto=Informação do usuário</p><p>Propaganda=Propaganda</p><p>Valla publicitária=Acumulação</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-02-15 10:09:37 UTC</pubDate>
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         <title>Apócope</title>
         <author>aprendizadosanimados</author>
         <link>https://padlet.com/aprendizadosanimados/6aigctbrfruvoa5y/wish/2884579147</link>
         <description><![CDATA[<p>Apócope es la superción de la última letra o sílaba de una palabra. Ello irá ocurrir cuando algunos adjetivos o adverbios anteceden un nombre, un numeral, un adjetivo o un adverbio. En portugués, ese fenómeno linguístico tambíen existe, pero generalmente en textos literários.</p><p>La apócope ocurre por cuestiones de eufonia y también para evitar ambigüedades cuanto al significado de algunas palabras en determinadas posiciones de una frase.</p><p>La apócope generalmente ocurre con algunos adjetivos que están escritos antes de substantivos de distintos géneros y de algunas otras particularidades.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-02-15 10:32:43 UTC</pubDate>
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         <title>Potenciação</title>
         <author>aprendizadosanimados</author>
         <link>https://padlet.com/aprendizadosanimados/6aigctbrfruvoa5y/wish/2889979580</link>
         <description><![CDATA[<p>No treinamento para a maratona que será disputada entre os colégios de seu estado, Mateus percorreu 2 km no primeiro dia e, a partir disso, decidiu percorrer o dobro da distância alcançada no dia anterior durante 5 dias de treinamento. Se Mateus conseguir atingir sua meta, quantos quilômetros correrá no quinto dia de treinamento? Na situação descrita, para calcular a distância que Mateus deverá percorrer no quinto dia de treinamento, é necessário multiplicar o número 2 por ele mesmo 5 vezes. Ou seja: 2 x 2 x 2 x 2 x 2 = 32</p><p>Podemos representar multiplicações de fatores iguais de modo mais simples usando a operação matemática denominada <strong>potenciação</strong>.</p><p><strong>Propriedades da potenciação:</strong></p><ol><li><p>Multiplicação de potências de mesma base (a<sup>m</sup> · a<sup>n</sup> = a<sup>m + n</sup>, em que <strong>a</strong> ∈ R)</p></li><li><p>Divisão de potências de mesma base (a<sup>m</sup>:a<sup>n</sup>=a<sup>m−n</sup>, em que <strong>a</strong> ∈ R*)</p></li><li><p>Potência de potência ((a<sup>m</sup>)<sup>n</sup> = a<sup>m · n</sup>, em que <strong>a</strong> ∈ R)</p></li><li><p>Propriedade distributiva da potenciação em relação à divisão e multiplicação ((a : b)<sup>n</sup> = a<sup>n</sup> : b<sup>n</sup>, em que <strong>a</strong> ∈ R e <strong>b</strong> ∈ R*) ((a · b)<sup>n</sup> = a<sup>n</sup> · b<sup>n</sup>, em que <strong>a</strong> e <strong>b</strong> ∈ R)</p></li></ol>]]></description>
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         <pubDate>2024-02-20 19:46:16 UTC</pubDate>
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         <title>Notação científica</title>
         <author>aprendizadosanimados</author>
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         <description><![CDATA[<p>A <strong>notação científica</strong> se baseia na utilização de potências de base 10 e expoente inteiro para representar números com muitos algarismos, como distâncias em anos-luz, a massa de partículas atômicas, entre outros.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-02-20 19:47:18 UTC</pubDate>
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         <title>Tempo e autonomia</title>
         <author>aprendizadosanimados</author>
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         <description><![CDATA[<p>Você já observou que as impressões acerca do tempo mudam? Quando as pessoas se divertem com os amigos, por exemplo, elas têm a sensação de que o tempo passa mais rápido. Independentemente da percepção, o ser humano existe no tempo. Vive-se no presente, como uma ponte que liga o passado ao futuro. A vida é constante movimento.</p><p>Essa ideia de movimento remete a Heráclito de Éfeso (mostrado na imagem acima), um filósofo da Grécia Antiga. Ele afirmava que todas as coisas estão em perpétuo estado de fluxo, e que nada é permanente, a não ser a mudança. Se a realidade for observada de maneira metódica, será constatado que tudo está em processo contínuo de transformações, ora pequenas e sutis, ora grandes e repentinas. O pensamento de Heráclito de Éfeso foi difundido por meio de vários fragmentos.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-02-20 20:05:09 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>aprendizadosanimados</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2024-02-20 20:06:40 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>aprendizadosanimados</author>
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         <pubDate>2024-02-20 21:20:11 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>aprendizadosanimados</author>
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         <pubDate>2024-02-20 21:21:09 UTC</pubDate>
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         <title>Recursos naturais</title>
         <author>aprendizadosanimados</author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Origem dos recursos naturais:</strong></p><p>Além de os componentes da natureza serem fundamentais para a manutenção da vida, os seres humanos empregam alguns deles para outras finalidades. A madeira, por exemplo, é usada na fabricação de móveis; os minérios, na criação de peças metálicas; os derivados do petróleo, na produção de plásticos; e os raios solares, na geração de energia elétrica. Nesses casos, esses componentes estão sendo utilizados como <strong>recursos naturais</strong>. Ou seja, os recursos naturais são os elementos da natureza que podem ser coletados e transformados ou não, para serem usados de alguma forma pelo ser humano. Esses recursos são obtidos do mesmo lugar, a natureza, mas apresentam origens diferentes, podendo ser vegetais, minerais ou animais.</p><p><em>Exemplos de produtos de origem animal:</em></p><p>Leite (vaca), mel (abelha), ovos (galinha) e fios de seda (bicho-da-seda)</p><p><em>Exemplos de produtos de origem vegetal:</em></p><p>Frutas, verduras, legumes, fibra (algodão) e os carotenoides bixina e norbixina (urucum)</p><p><em>Exemplos de produtos de origem mineral:</em></p><p>Objetos de cerâmica (argila), talheres, pregos, parafusos e peças de automóveis (todos os quatro feitos de alumínio e ferro) e vidro (sílica, da areia, e cálcio, do calcário)</p><p><strong>Recursos naturais não renováveis:</strong></p><p>Os recursos naturais não renováveis não podem ser repostos por um tempo com os humanos. Isso significa que os recursos não renováveis demoram centenas ou milhares de anos para serem repostos.</p><p><strong>Recursos naturais renováveis:</strong></p><p>Os recursos naturais renováveis são basicamente tudo que tem vida. Esses recursos, ao contrário dos não renováveis, podem ser repostos por um tempo com os humanos, pois, além do mais, a vida humana é um exemplo de recurso natural renovável.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-02-20 21:46:34 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>aprendizadosanimados</author>
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         <pubDate>2024-02-20 21:52:48 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>aprendizadosanimados</author>
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         <pubDate>2024-02-21 18:03:20 UTC</pubDate>
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         <title>Energia</title>
         <author>aprendizadosanimados</author>
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         <description><![CDATA[<p>A palavra <strong>energia</strong> faz parte do vocabulário do nosso dia a dia. Ela é usada em diferentes contextos e, mesmo quando não se sabe qual é o significado exato da palavra, não é difícil compreender a informação transmitida quando ela é citada.</p><p><strong>Energia elétrica:</strong></p><p>A energia elétrica é a energia utilizada no funcionamento de eletrodomésticos, computadores e lâmpadas, por exemplo. A geração de energia elétrica ocorre em grandes usinas, e a sua utilização envolve a passagem de corrente elétrica entre dois pontos.</p><p><strong>Energia mecânica:</strong></p><p>A energia mecânica é a energia definida como sendo a capacidade que um corpo possui de realizar trabalho. Essa energia pode ser transferida por meio de uma força. Quando uma força é aplicada a um corpo, fazendo com que ele se movimente, fala-se que essa força realizou um trabalho mecânico.</p><p><strong>Energia térmica:</strong></p><p>A energia térmica é a energia responsável pela agitação das partículas que formam um corpo. A grandeza que define o grau de agitação dessas partículas é a temperatura do corpo estudado. Quanto maior a temperatura de um corpo, mais agitadas estão as partículas que o constituem. Quando dois corpos que apresentam diferentes temperaturas são colocados em contato, ocorre transferência de energia térmica entre eles: a energia é transferida do corpo com maior temperatura para o corpo com menor temperatura. Essa transferência é sentida na forma de calor. Assim, o calor nada mais é do que energia térmica em movimento.</p><p><strong>Energia luminosa:</strong></p><p>A energia luminosa é a energia emitida por objetos luminosos e captada pelos olhos. Pode atravessar grandes distâncias, sem depender de um meio material para se propagar.</p><p><strong>Energia sonora:</strong></p><p>A energia sonora é a energia transportada por ondas sonoras e captada pelas orelhas. As ondas sonoras constituem o som e precisam de um meio material para se propagar, seja ele sólido, líquido ou gasoso. A velocidade de propagação do som varia com o tipo de meio.</p><p><strong>Energia química:</strong></p><p>A energia química é a energia liberada em reações químicas. Esse tipo de energia é fundamental para nossa sobrevivência e realização das mais diversas atividades. Sua obtenção, em nosso organismo, ocorre por meio do processamento de alimentos classificados como energéticos, ou seja, por meio da quebra de ligações químicas que constituem os açúcares e as gorduras, principalmente.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-02-21 18:13:09 UTC</pubDate>
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         <title>Ocupação humana nos continentes</title>
         <author>aprendizadosanimados</author>
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         <description><![CDATA[<p>Grande parte terrestre da Terra está com água ao seu redor. O resto se torna em ilha ou continente. Os seres humanos só ocupam essas áreas quando elas têm condições de sobrevivência. Fisicamente, os continentes correspondem às maiores porções das terras emersas. Ou seja, a divisão do mundo em seis continentes (América, África, Europa, Ásia, Oceania e Antártica), adotada atualmente, faz parte de uma classificação política. Ou seja, essa divisão é o resultado de escolhas e de ordens definidas em convenções, que, nesse caso, consideram a forma natural dos territórios, os aspectos históricos e as características culturais dos povos que os ocupam. De acordo com a divisão política, as ilhas pertencem aos continentes. Observe no mapa acima como a Oceania, por exemplo, é um continente que abrange um grande número de ilhas que se somam ao extenso território da Austrália. Europa e Ásia, apesar de compartilharem uma única massa continental do ponto de vista físico (a chamada “Eurásia”), constituem politicamente continentes distintos, devido às grandes diferenças históricas e culturais entre os dois. Em razão disso, convencionou-se a separação desse bloco de terras em dois continentes. O limite físico entre Europa e Ásia é composto pelos Montes Urais, pelo Rio Ural, pelo Mar Cáspio, pelas Montanhas do Cáucaso e pelo Mar Negro.</p><p><strong>O quadro natural e as possibilidades de ocupação:</strong></p><p>As características naturais encontradas em cada parte do planeta influenciam as condições de sobrevivência do ser humano. As condições naturais mais importantes para a ocupação do espaço são: climas favoráveis; relevo que possibilite a circulação de pessoas, a instalação de moradias e a disponibilidade de água; fontes de alimento ou terras cultiváveis.</p><p><em>África:</em></p><p>As maiores concentrações populacionais na África encontram-se em áreas de solos férteis, geralmente nas proximidades dos rios mais importantes e em regiões mais úmidas, tanto em trechos do litoral quanto no interior do continente. Em torno do Rio Nilo, por exemplo, foi possível o assentamento de civilizações, mesmo em áreas de clima árido, devido aos solos agricultáveis das margens do rio, que são fertilizados naturalmente pela matéria orgânica trazida pelas águas. Ainda hoje, o Rio Nilo é um importante elemento para a ocupação humana. Já nas áreas desérticas, como o Deserto do Saara, as condições naturais hostis, marcadas pela escassez de chuvas e de cursos-d'água e pela variação extrema de temperaturas (intenso calor durante o dia e frio à noite), influenciam para uma baixa concentração populacional. Nessas regiões, ainda é comum a presença de povos nômades, que não têm uma habitação fixa e vivem constantemente mudando de lugar.</p><p><em>Ásia:</em></p><p>A Ásia é o continente com a maior extensão territorial e também o mais populoso. Quanto ao quadro natural, conta com uma diversidade de tipos de vegetação e de relevo. O continente asiático apresenta muitos lagos, geleiras e ilhas. Alguns países, como o Japão, as Filipinas e a Indonésia, possuem quase todo o seu território constituído apenas por ilhas oceânicas, que são formadas por relevo montanhoso, dificultando sua ocupação. Dessa forma, as áreas de alta densidade demográfica estão concentradas em planaltos e planícies. Uma das explicações para o alto índice populacional do continente asiático, principalmente nas regiões sul e sudeste, foi a presença de rios, como o Indo, o Ganges, o Amarelo (Huang Ho) e o Mekong, que favoreciam a agricultura. O regime glacial contribui para o grande volume de água desses rios, com o degelo dos topos nevados das montanhas, e intenso regime de chuvas, especialmente no verão. Os rios também foram fundamentais para a ocupação do Oriente Médio, por exemplo, o Tigre e o Eufrates nascem alimentados por chuvas e pela neve das montanhas situadas na Turquia, o que permite que seus cursos-d'água fluam por terrenos áridos nos atuais territórios da Síria e do Iraque. Na Antiguidade, a região entre esses dois rios, conhecida como Mesopotâmia, abrigou importantes civilizações, como os sumérios, os babilônios e os assírios, que se beneficiavam dos rios para a pesca e usavam a água para o consumo e para a irrigação de plantações nas margens férteis. Por sua vez, o norte gelado da Sibéria, as áreas desérticas e as regiões montanhosas – como as formadas pela Cordilheira do Himalaia – são as áreas menos habitadas do continente asiático, abrigando algumas cidades e povoados.</p><p><em>Oceania:</em></p><p>A Oceania difere dos demais continentes não apenas por ser o menor em extensão territorial e em população, mas, sobretudo, pela configuração do território. Em meio aos oceanos Índico e Pacífico, está localizada a Austrália, um dos maiores países do mundo e o único da Oceania com dimensão continental. Já a outra parte do território do continente é composta por milhares de ilhas espalhadas pela extensão do Oceano Pacífico e que se agrupam em países independentes e em áreas dominadas por nações de outros continentes. A configuração do território da Oceania faz com que as águas oceânicas tenham um papel fundamental na vida da população, que tem a atividade pesqueira como importante fonte alimentar e que se utiliza de transportes marítimos como meio de conexão entre as diferentes localidades. Na Austrália, a maior parte da população ocupa áreas próximas do litoral, no sudeste do país. Esse movimento deve-se a razões históricas, pois essa região foi a primeira a ser colonizada pelos europeus no século XVIII. Além disso, as condições climáticas também são fundamentais para a ocupação dessas áreas, pois nelas estão presentes climas mais úmidos, como o temperado e o subtropical, em contraposição ao interior do território, que possui vastas áreas desérticas. A Nova Zelândia é o segundo maior país da Oceania, constituído principalmente por duas grandes ilhas, a do Norte e a do Sul, e várias ilhas menores. O território apresenta relevo irregular, com cadeias de montanhas, planaltos, fiordes e vulcões ativos. A Ilha do Sul é a mais montanhosa, o que faz com que as maiores densidades populacionais do país se encontrem na Ilha do Norte. Os demais países da Oceania apresentam populações pequenas, que vivem em relativo isolamento entre si por causa da distância entre as ilhas em meio ao Oceano Pacífico.</p><p><em>Europa:</em></p><p>Com relação à extensão territorial, o continente europeu supera apenas a Oceania. No entanto, conta com uma população bem maior, com concentração de pessoas no sul do continente e nas planícies centrais. A Europa localiza-se predominantemente na zona temperada da Terra, o que determina a alternância entre quatro estações bem definidas e a regularidade na distribuição das chuvas. As temperaturas mais amenas ocorrem na porção sul do continente, enquanto mais ao norte encontram-se terras próximas ao Círculo Polar Ártico, onde as temperaturas permanecem baixas ao longo do ano, restringindo a ocupação humana. O território europeu é cortado por muitos rios, o que favorece o estabelecimento de portos fluviais, a circulação entre localidades no interior do continente e o crescimento de cidades em suas proximidades. Os oceanos e os mares que banham o litoral europeu também são importantes para o estabelecimento de sistemas de integração marítima entre os próprios países da Europa e entre estes e outros continentes. A partir do século XVI, no período das Grandes Navegações, os portos europeus, banhados pelo Mar Mediterrâneo e pelo Oceano Atlântico, foram fundamentais para a exploração do comércio com a Ásia, com o norte e o oeste da África e com as colônias europeias que se formavam no continente americano.</p><p><em>América:</em></p><p>O território do continente americano é constituído por três partes: duas grandes massas continentais, no Norte e no Sul, ligadas por uma estreita faixa de terra. Essa configuração do território é utilizada como critério para subdividir o continente, do ponto de vista natural-geográfico, em regiões conhecidas como América do Norte, América Central e América do Sul. Na América, a distribuição da população ocorre de maneira irregular pelo território. Na porção leste da América do Norte e da América do Sul, principalmente nas áreas mais próximas do litoral, encontram-se as maiores aglomerações populacionais do continente. Nessa faixa, estão situadas as primeiras localidades colonizadas pelos europeus a partir do século XV. Portanto, a ocupação histórica criou condições para um maior dinamismo econômico, o que atrai mais pessoas para a faixa leste do continente como um todo. O quadro natural é o fator mais importante na formação de vazios demográficos e de áreas pouco povoadas no continente americano. Assim como ocorre na Ásia e na Europa, a densidade populacional na América é menor em áreas próximas aos polos, em razão do clima rigoroso. O mesmo acontece em regiões semiáridas e desérticas no oeste dos Estados Unidos, no México e em porções da América do Sul. Na faixa oeste do continente, são encontradas cadeias de montanhas que também impõem restrições à ocupação humana. Na porção norte da América do Sul, a grande área ocupada pela Floresta Amazônica também apresenta baixa densidade demográfica. Ainda assim, cidades de grande porte são encontradas nessas regiões.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-02-21 18:41:22 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>aprendizadosanimados</author>
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         <title>Radiciação</title>
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         <description><![CDATA[<p>A potenciação e a radiciação são operações inversas.</p><p><strong>Raízes reais:</strong></p><ul><li><p>No conjunto real (R), só existe raiz de índice par (raiz quadrada, quarta, sexta etc.) se o radicando for positivo ou zero. Isto é, em R, não existem raízes de índice par para radicandos negativos.</p></li><li><p>No conjunto real (R), sempre existe raiz de índice ímpar (raiz cúbica, quinta, sétima etc.), independentemente de o radicando ser negativo ou positivo.</p></li></ul><p><strong>Potência com expoente fracionário:</strong></p><p>De modo geral, sendo <strong>a</strong> um número real não negativo, <strong>m</strong> um número inteiro e <strong>n</strong> um número natural maior que 1, então <sup>n</sup>√a<sup>m</sup>=a<sup>m:n</sup>.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-02-21 19:15:11 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>aprendizadosanimados</author>
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         <title></title>
         <author>aprendizadosanimados</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2024-02-22 20:50:55 UTC</pubDate>
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         <title>Grandezas proporcionais</title>
         <author>aprendizadosanimados</author>
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         <description><![CDATA[<p>O estudo das razões e das proporções possibilitou o uso da regra de três para resolver vários problemas envolvendo grandezas diretamente e inversamente proporcionais. Agora, esse estudo será retomado e aprofundado com diversas estratégias de cálculo mental para resolver situações que envolvem proporcionalidade. Denomina-se <strong>grandeza</strong> tudo o que pode ser medido ou contado. São exemplos de grandeza o tempo, a velocidade, o preço, a altura, o comprimento, o número de alunos em uma turma, entre outros. Para comparar duas grandezas, utiliza-se a <strong>razão</strong>.</p><p><strong>Razão:</strong></p><p>Chama-se <strong>razão</strong> entre dois números racionais <strong>a</strong> e <strong>b</strong>, sendo b ≠ 0, o quociente do primeiro número pelo segundo. Escreve-se <strong>a : b</strong>. Uma razão também pode ser expressa por um número decimal. Para se obter a razão de proporcionalidade, deve-se observar a ordem entre as grandezas.</p><p><strong>Grandezas diretamente proporcionais:</strong></p><p>As situações de compra e venda estão sempre presentes no cotidiano, por isso, estratégias de cálculo mental podem orientar as escolhas rápidas, favorecendo o consumo consciente. Duas grandezas são <strong>diretamente proporcionais</strong> quando, aumentando-se (ou diminuindo-se) uma delas, a outra aumenta (ou diminui) na mesma proporção. Assim:</p><ul><li><p>Se o valor de uma grandeza é <strong>multiplicado</strong> por um número, o valor da outra grandeza é <strong>multiplicado</strong> pelo mesmo número.</p></li><li><p>Se o valor de uma grandeza é <strong>dividido</strong> por um número, o valor da outra grandeza é <strong>dividido</strong> pelo mesmo número.</p></li></ul><p><em>Representação algébrica:</em></p><p>Denomina-se <strong>k</strong> a <strong>razão de proporcionalidade</strong> entre duas grandezas. Se duas grandezas <strong>x </strong>e <strong>y</strong> são <strong>diretamente proporcionais</strong> e a razão de proporcionalidade entre elas é <strong>k</strong>, a relação entre <strong>x</strong> e <strong>y</strong> é dada pela expressão algébrica <strong>y = k · x</strong>.</p><p><strong>Grandezas inversamente proporcionais:</strong></p><p>Duas grandezas são <strong>inversamente proporcionais</strong> quando, aumentando-se uma, a outra diminui na mesma proporção. Dessa forma, tem-se que:</p><ul><li><p>Se o valor de uma grandeza é <strong>multiplicado</strong> por um número, o valor da outra é <strong>dividido </strong>pelo mesmo número.</p></li><li><p>Se o valor de uma grandeza é <strong>dividido</strong> por um número, o valor da outra é <strong>multiplicado</strong> pelo mesmo número.</p></li></ul><p>Se duas grandezas <strong>x</strong> e <strong>y</strong> são <strong>inversamente</strong> <strong>proporcionais</strong>, o produto delas é sempre constante. Indicando esse produto por <strong>k</strong>, a relação entre duas grandezas inversamente proporcionais é descrita pela expressão algébrica <strong>x · y = k</strong>.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-02-22 21:03:45 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>aprendizadosanimados</author>
         <link>https://padlet.com/aprendizadosanimados/6aigctbrfruvoa5y/wish/2892921546</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2024-02-22 21:09:33 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Porcentagem</title>
         <author>aprendizadosanimados</author>
         <link>https://padlet.com/aprendizadosanimados/6aigctbrfruvoa5y/wish/2892928002</link>
         <description><![CDATA[<p>A ideia de porcentagem está associada à divisão de uma unidade em um cento de partes e é representada pelo símbolo <strong>%</strong>. Assim como no anúncio apresentado na abertura deste capítulo, você já deve ter visto outros dados mostrados por meio de porcentagens em jornais, revistas ou noticiários. Para que cálculos envolvendo valores percentuais sejam resolvidos com mais rapidez, basta associar o símbolo <strong>%</strong> a uma fração cujo denominador é 100. Desse modo, calcular 10% de um valor é o mesmo que calcular 1 : 10 desse valor ou, ainda, dividir esse valor por 10.</p><p><strong>Números decimais e taxas percentuais:</strong></p><p>Os cálculos envolvendo porcentagens podem ser realizados usando, também, os números decimais. Utiliza-se o símbolo <strong>i</strong> para indicar a taxa percentual. Em geral, nos cálculos de percentuais relativos a números ou medidas, utiliza-se a taxa percentual na forma decimal.</p><p><strong>Fator de aumento e fator de redução:</strong></p><p>Em várias situações do cotidiano, é necessário calcular valores acrescidos de algum percentual ou que tenham algum percentual de desconto. Nessas situações, pode-se trabalhar com as taxas percentuais na forma decimal e utilizar os fatores de aumento ou de redução. O termo <strong>fatores</strong> está associado à operação de multiplicação.</p><p><em>Fator de aumento:</em></p><p>Se um valor inicial sofrer um <strong>aumento</strong> percentual correspondente a uma taxa <strong>i</strong>, seu valor final será igual ao valor inicial multiplicado pelo fator <strong>1 + i</strong>, denominado <strong>fator de aumento</strong>.</p><p><em>Fator de redução:</em></p><p>Se um valor inicial sofrer um <strong>desconto</strong> percentual correspondente a uma taxa <strong>i</strong>, seu valor final será igual ao valor inicial multiplicado pelo fator <strong>1 – i</strong>, denominado <strong>fator de redução</strong>.</p><p><em>Cálculo de taxas percentuais:</em></p><p>Para calcular a taxa percentual de aumento ou de redução de um determinado valor, divide-se o valor final V<sub>F</sub> pelo valor inicial V<sub>I</sub> e calcula-se a diferença.</p><p>Taxa percentual de <strong>aumento</strong>: V<sub>F</sub> : V<sub>I</sub>−1</p><p>Taxa percentual de <strong>redução</strong>: 1−V<sub>F</sub> : V<sub>I</sub></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-02-22 21:19:36 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>A circunferência e seus elementos</title>
         <author>aprendizadosanimados</author>
         <link>https://padlet.com/aprendizadosanimados/6aigctbrfruvoa5y/wish/2892937469</link>
         <description><![CDATA[<p>Os conceitos de circunferência e de arco de circunferência auxiliam na compreensão das técnicas utilizadas em construções geométricas com utilização do compasso. Denomina-se <strong>circunferência</strong> a figura geométrica formada por todos os pontos de um plano que distam igualmente de um ponto fixo <strong>O</strong> desse plano. Esse ponto fixo <strong>O</strong> é o <strong>centro da circunferência</strong>. Considera-se <strong>arco</strong> de uma circunferência cada uma das duas partes em que a circunferência fica dividida por dois de seus pontos distintos.</p><p><strong>O traçado de uma circunferência:</strong></p><p>Para traçar uma circunferência, abre-se o compasso de acordo com o raio desejado. Em seguida, fixa-se a ponta seca do compasso em um ponto O (que será o centro da circunferência) e traça-se a circunferência com a ponta grafite, dando um giro de volta completa no compasso.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-02-22 21:34:14 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Bissetriz de um ângulo</title>
         <author>aprendizadosanimados</author>
         <link>https://padlet.com/aprendizadosanimados/6aigctbrfruvoa5y/wish/2893889391</link>
         <description><![CDATA[<p>Denomina-se <strong>bissetriz</strong> de um ângulo a semirreta contida no ângulo, com origem no seu vértice e que o divide em dois ângulos congruentes.</p><p><strong>Construção da bissetriz de um ângulo com régua e compasso:</strong></p><p>Observe, a seguir, como foi feita a construção da bissetriz do ângulo PÔR.</p><ol><li><p>Com centro no vértice O e uma abertura qualquer no compasso, traça-se um arco intersectando os lados do ângulo.</p></li><li><p>Com centro em A e depois em B, traçam-se dois arcos, com a mesma abertura, e marca-se o ponto C na interseção desses arcos. Utilizando uma régua, traça-se a semirreta OC→, que será a bissetriz do ângulo PÔR.</p></li></ol>]]></description>
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         <pubDate>2024-02-23 17:17:30 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Construção geométrica dos ângulos de 90°, 60°, 45° e 30°</title>
         <author>aprendizadosanimados</author>
         <link>https://padlet.com/aprendizadosanimados/6aigctbrfruvoa5y/wish/2893896207</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Construção de ângulos com o auxílio dos esquadros-padrão:</strong></p><p>Um dos instrumentos geométricos úteis para a construção de ângulos é o esquadro. Alguns esquadros têm um formato padrão quanto às medidas dos ângulos.</p><p>Construção de ângulos com o auxílio do compasso:</p><p>Observe, a seguir, as instruções para a construção de um <strong>ângulo, de 90°</strong>.</p><ol><li><p>Trace uma semirreta -&gt;OA→, que será um dos lados do ângulo reto, e prolongue-a a partir da origem O.</p></li><li><p>No compasso, faça uma abertura qualquer e fixe a ponta seca do compasso no ponto O. Trace um arco de circunferência intersectando a semirreta →OA→ e seu prolongamento nos pontos P e Q.</p></li><li><p>Com a mesma abertura do compasso, fixe a ponta seca em P e depois em Q para construir dois arcos acima da semirreta →OA→. Represente por B o ponto de interseção desses arcos.</p></li><li><p>Trace a semirreta →OB→, que será o outro lado do ângulo reto.</p></li></ol>]]></description>
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         <pubDate>2024-02-23 17:24:46 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Simetrias e transformações geométricas</title>
         <author>aprendizadosanimados</author>
         <link>https://padlet.com/aprendizadosanimados/6aigctbrfruvoa5y/wish/2893904301</link>
         <description><![CDATA[<p>As técnicas usadas nos trabalhos com simetria são chamadas de <strong>transformações isométricas</strong>. As transformações isométricas incluem movimentos de reflexão, translação e rotação, que podem ocorrer em torno de pontos, retas ou planos. </p><p><strong>Simetria de reflexão:</strong></p><p><strong>Simetria de reflexão</strong> é aquela em que pontos, objetos ou partes de objetos são a imagem espelhada um do outro em relação a uma reta, denominada <strong>eixo de simetria</strong>.</p><p><strong>Simetria de translação:</strong></p><p><strong>Simetria de translação</strong> é aquela em que a figura se desloca paralelamente a uma reta. Em um movimento de translação, todos os pontos da figura são deslocados em um mesmo sentido e direção, mantendo a mesma distância entre os pontos correspondentes.</p><p><strong>Sistema de rotação:</strong></p><p><strong>Simetria de rotação</strong> é aquela em que a figura gira em torno de um ponto fixo denominado <strong>centro de rotação</strong>.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-02-23 17:33:42 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Características dos fluxos migratórios</title>
         <author>aprendizadosanimados</author>
         <link>https://padlet.com/aprendizadosanimados/6aigctbrfruvoa5y/wish/2893913381</link>
         <description><![CDATA[<p>Desde a jornada que conduziu os primeiros seres humanos da África para os outros continentes, a migração marcou a trajetória da humanidade. Ainda na Antiguidade, a mobilização humana tornou viável os contatos entre diferentes povos, e essa troca cultural contribuiu para a organização de civilizações, como a babilônica, a grega, a romana e a chinesa. Já no período entre os séculos XVI e XIX, ocorreram grandes fluxos migratórios relacionados ao processo de colonização europeia de territórios na América, na África, na Ásia e na Oceania. Os europeus que vieram para a América tinham o objetivo de povoar a região, desenvolver atividades produtivas e explorar recursos naturais, como os metais preciosos, inicialmente descobertos nas colônias espanholas. No processo de colonização da América, milhões de africanos foram trazidos forçadamente pelos europeus como mão de obra escravizada. A partir do século XIX, o desenvolvimento econômico nos Estados Unidos e o processo de abolição da escravidão levaram à necessidade de substituir a mão de obra escravizada no sul da América do Norte e na América Latina. Dessa forma, imigrantes de nacionalidades variadas foram atraídos para o continente americano. Na atualidade, a desigualdade econômica e os conflitos armados são alguns dos motivos que mais geram fluxos migratórios. Dos países em desenvolvimento da América Latina, da Ásia e da África saem muitos emigrantes que tentam recomeçar a vida, sobretudo na Europa e na América Anglo-Saxônica. Portanto, pode-se perceber que as condições de sobrevivência, tais como recursos naturais, economia e segurança, também são fatores que possibilitam ou não a instalação de um grupo humano em determinado local.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-02-23 17:43:31 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>A organização do espaço geográfico</title>
         <author>aprendizadosanimados</author>
         <link>https://padlet.com/aprendizadosanimados/6aigctbrfruvoa5y/wish/2893925243</link>
         <description><![CDATA[<p>As sociedades humanas, com o passar do tempo, espalharam-se pelo mundo e ocuparam os continentes. Nesse processo, essas sociedades demarcaram territórios que, com exceção da Antártica, foram divididos politicamente, formando países que são controlados pelos Estados. Todo país possui um <strong>território</strong>, ou seja, uma área delimitada, ocupada por um número de pessoas e administrada por um governo. O conceito de território é fundamental para a compreensão dos efeitos da subdivisão política do espaço geográfico sobre as sociedades, pois expressa as relações de poder que determinam o controle e a soberania sobre cada porção da superfície da Terra. Portanto, o território de um país costuma ter limites demarcados, que indiquem onde termina o domínio primordial e onde começa o poder local exercido pelos governos dos países vizinhos. Muito antes da delimitação e da consolidação dos territórios que deram origem aos países conhecidos hoje, os primeiros grupos humanos encontravam nos ambientes naturais relevos acidentados, matas fechadas, animais perigosos e outros aspectos que dificultavam a circulação e a sobrevivência. No entanto, não existiam barreiras territoriais políticas rígidas e extensas que pudessem impor grandes restrições aos deslocamentos desses indivíduos. Em razão da constante busca por alimentos, eles geralmente não se fixavam por longos períodos em áreas específicas e, por isso, não tinham como estabelecer relações de dominância duradouras sobre o espaço. Apesar de ainda existirem grupos nômades atualmente, a maior parte dos grupos humanos passou a habitar áreas fixas a partir do surgimento de técnicas que permitiram o cultivo da terra para a obtenção de alimentos e matérias-primas. Com a fixação das pessoas em torno das áreas de cultivo, as sociedades passaram a criar procedimentos e regras de uso, de ocupação e de circulação pelas terras dominadas, desenvolvendo as condições necessárias para a formação de territórios. Na atualidade, praticamente todas as áreas habitadas são compreendidas por territórios que integram os países e, em cada um deles, há leis que regulamentam as relações sociais e determinam regras para entrar ou sair dessa localidade. Portanto, os deslocamentos humanos entre os diferentes pontos da superfície terrestre não são mais considerados livres, pois estão sujeitos às condições impostas pelas leis vigentes nos diferentes países. O conceito de <strong>Estado</strong> é referente ao conjunto das instituições que organiza política e administrativamente o espaço do país e que coloca em prática medidas para garantir o controle sobre o seu território. A principal instituição do Estado é o governo. A maioria dos países do mundo possui uma Constituição, documento que reúne suas leis fundamentais e determina os princípios que devem nortear a administração pública, bem como a criação de novas leis. O Sistema Judiciário é responsável por garantir o cumprimento dessas leis e julgar eventuais infrações e disputas envolvendo quaisquer cidadãos. Considerando que Estado corresponde às instituições de domínio político-administrativo, a definição de <strong>país</strong> pode ser compreendida como uma região geograficamente delimitada e tudo o que esta abrange: elementos naturais, povo, cultura, história, produtos de trabalho da população, entre outros. Cada Estado pode articular suas leis e adotar medidas de acordo com seus próprios interesses. Isso pode trazer questões diplomáticas delicadas, como a formação de barreiras que dificultam a circulação de mercadorias e pessoas entre os países. Em praticamente todos eles é comum a adoção de critérios para controlar ou restringir a entrada de estrangeiros. Em certos casos, porém, algumas dessas medidas podem virar motivo de conflitos. O ex-presidente dos Estados Unidos Donald Trump, por exemplo, foi eleito em 2016 prometendo estender um muro (já existente em alguns trechos) que acompanharia o comprimento da fronteira com o México. Já no Oriente Médio, um muro construído pelo Estado de Israel já é realidade e separa territórios israelenses e palestinos, que permanecem em constante conflito por divergências religiosas e territoriais.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-02-23 17:56:42 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Dividindo em partes</title>
         <author>aprendizadosanimados</author>
         <link>https://padlet.com/aprendizadosanimados/6aigctbrfruvoa5y/wish/2893929338</link>
         <description><![CDATA[<p>A organização do espaço em porções facilita a compreensão do mundo, a análise e o estudo de diversas características de países e de outras áreas. Além disso, essa divisão do espaço em regiões, conhecida como regionalização, pode ser realizada de acordo com diversos critérios, como a cultura, a economia, o clima e outros fatores do local. No mapa anterior, o mundo é dividido de acordo com o clima, assim, os países foram organizados de acordo com a zona climática que ocupam, podendo ser zonas polares, temperadas ou intertropicais.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-02-23 18:01:23 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Regionalizações do espaço mundial</title>
         <author>aprendizadosanimados</author>
         <link>https://padlet.com/aprendizadosanimados/6aigctbrfruvoa5y/wish/2893937512</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Regionalização mundial na Guerra Fria:</strong></p><p>Durante parte do século XX, a organização geopolítica do espaço mundial era bipolar, pois as relações entre os países eram ditadas pelos Estados Unidos (capitalista) e pela União das Repúblicas Socialistas Soviéticas, considerados as duas maiores potências econômicas e militares da época. Nesse contexto, o capitalismo apresenta divisão entre classes sociais, defesa da propriedade privada e da economia de mercado. Já o socialismo pregava uma sociedade sem divisão de classes, com estatização das propriedades e economia planificada. Consequentemente, eles são classificados como sistemas político-econômicos antagônicos. O sistema socialista passou a ser adotado por grande parte do Leste Europeu, em países como Polônia, Tchecoslováquia, Hungria, Iugoslávia, Albânia, Bulgária, Romênia e em parte da Alemanha. Os Estados Unidos, por sua vez, concentraram esforços para estreitar as relações com os países da Europa Ocidental, visando combater qualquer ação que desestabilizasse a porção capitalista do continente europeu e que possibilitasse uma revolução socialista. A disputa Estados Unidos <em>versus</em> União Soviética passou a reger a ordem mundial, marcada pelo aumento das disputas por maiores áreas de influência e pela tensão entre as duas partes. Configurou-se, desse modo, a chamada <strong>Guerra Fria</strong>. Nesse período, os dois blocos travaram uma corrida aeroespacial e armamentista. Na questão armamentista, os esforços eram concentrados em testar e desenvolver armas, incluindo as nucleares, o que colocaria em risco a existência do planeta, caso houvesse um conflito direto. Na disputa aeroespacial, Estados Unidos e União Soviética desenvolviam tecnologias para alcançar o espaço como forma de intimidação da potência inimiga. Afinal, quem tivesse condições tecnológicas de dominar o espaço poderia facilmente vencer o seu rival. O conflito político-militar entre essas duas potências se acirrou de tal modo que, em 1961, o Muro de Berlim foi construído em uma parceria entre as autoridades da Alemanha Oriental e da União Soviética, rodeando os limites da capital da Alemanha Ocidental, Berlim Ocidental. Apesar de fazerem parte do sistema capitalista, algumas nações tentaram não se alinhar a nenhuma das superpotências, declarando-se neutras no período da Guerra Fria. A política de cooperação entre esses países foi chamada de Movimento dos Países Não Alinhados, em geral, formada por países em desenvolvimento. Assim, o mundo bipolar ficou regionalizado em Primeiro, Segundo e Terceiro Mundo com base nos critérios ideológicos e socioeconômicos.</p><p><em>O fim da ordem bipolar da Guerra Fria:</em></p><p>O modelo socialista soviético começou a evidenciar sua fragilidade a partir de meados da década de 1980. Mudanças na economia e na política eram necessárias, tendo em vista a crescente insatisfação da população. As condições de vida eram ruins, a infraestrutura era deficiente e faltavam alimentos. Em 1985, ao assumir o governo, Mikhail Gorbachev (1931-2022) iniciou a abertura política na União Soviética, conhecida como <em>glasnost</em> (transparência), permitindo liberdades democráticas como forma de acalmar a população que protestava contra as medidas ditatoriais do regime socialista. Gorbachev incentivou também a abertura econômica, a <em>perestroika</em> (reestruturação), para que fosse possível modernizar o país, com a participação de empresas particulares ou multinacionais e com a aquisição de tecnologias das nações capitalistas. Essas medidas eram impensáveis durante a maior parte do regime socialista, em que todos os meios de produção pertenciam ao Estado soviético. Nesse período, União Soviética e Estados Unidos assinaram acordos de redução do arsenal nuclear, amenizando as tensões da Guerra Fria. Com as reformas, a União Soviética retirou parte de suas tropas dos países do Leste Europeu, enfraquecendo as ditaduras com as quais se aliava. Ao mesmo tempo, multiplicaram-se as manifestações populares reivindicando liberdade e democracia. Com o declínio da União Soviética, os regimes socialistas do Leste Europeu começaram a desmoronar. No fim de 1989, caíram o Muro de Berlim e a simbólica divisão Leste-Oeste, com a reunificação da Alemanha (1990) e a conversão da antiga Alemanha Oriental em capitalista. Em 1991, a União Soviética se fragmentou, dando origem a 15 países. Doze desses novos países, ou seja, doze repúblicas que compunham a União Soviética e agora estavam independentes, passaram a fazer parte de um bloco econômico entre os antigos aliados – a CEI (Comunidade dos Estados Independentes), liderados pela Rússia. Os três países que já fizeram parte da União Soviética, mas não entraram na CEI, são Estônia, Letônia e Lituânia.</p><p><strong>Regionalização após o fim da Guerra Fria:</strong></p><p>Com o fim do regime socialista soviético e o desmembramento da União Soviética, o cenário mundial se reconfigurou. O capitalismo tornou-se dominante, e a bipolaridade deu lugar à multipolaridade, ou seja, o mundo não estava mais sob o domínio apenas de duas potências, mas de algumas delas, principalmente Estados Unidos, Japão, China e União Europeia, que passaram a exercer influência sobre o restante dos países.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-02-23 18:10:54 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Outras formas de regionalização no mundo</title>
         <author>aprendizadosanimados</author>
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         <description><![CDATA[<p>A divisão do mundo, segundo o critério ideológico da Guerra Fria, perdeu o sentido com a fragmentação do modelo socialista, na nova ordem mundial. Atualmente, o principal critério utilizado para dividir o mundo é o de desenvolvimento econômico. Conheça, a seguir, as principais formas de regionalização do mundo atual.</p><p><strong>Países desenvolvidos e países subdesenvolvidos:</strong></p><p>No contexto pós-Segunda Guerra Mundial, <strong>países desenvolvidos</strong> eram aqueles que apresentavam elevados índices socioeconômicos. Ou seja, a produção econômica era avançada, em geral baseada na industrialização, e a maior parte de sua população detinha grande poder de consumo e havia conquistado boa qualidade de vida. Além disso, eles se beneficiavam economicamente das exportações para os países que ainda não haviam se industrializado e que dependiam da importação de produtos industrializados. Os então chamados <strong>países subdesenvolvidos</strong> eram os que compunham esse segundo grupo. Eles tinham uma indústria em estágio inicial e dependiam da importação de bens e recursos financeiros dos países desenvolvidos, e sua estrutura socioeconômica não supria as necessidades da maior parte de sua população. Essa forma de regionalizar o espaço mundial ainda é bastante utilizada. Porém, muitos países subdesenvolvidos se industrializaram e apresentaram melhorias socioeconômicas, passando a ser chamados de <strong>países em desenvolvimento</strong>. Atualmente, o principal grupo que se destaca nessa categoria são os BRICS, sigla que reúne Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul.</p><p><strong>Norte-Sul:</strong></p><p>Com o fim da realidade bipolar, em um novo contexto geopolítico, paralelamente à classificação em países desenvolvidos e subdesenvolvidos, especialistas e organismos internacionais passaram a promover outra forma de dividir o mundo, conforme seu grau de desenvolvimento: a <strong>divisão Norte-Sul</strong>. Essa divisão surgiu quando muitos países passavam pela transição do socialismo para o capitalismo, fazendo com que o Segundo Mundo deixasse de existir. Tomando-se como referência o Trópico de Câncer, os países do mundo foram divididos em Norte e Sul. Os países do Norte são aqueles com maior grau de desenvolvimento socioeconômico, que faziam parte do Primeiro Mundo e de grande parte do Segundo Mundo, na classificação da Guerra Fria. Os países do Sul, por sua vez, são os que faziam parte do Terceiro Mundo e alguns do Segundo Mundo, ou seja, países com menor grau de desenvolvimento. Entre os países do Sul, há ainda os chamados países emergentes, ou países em desenvolvimento, que são aqueles que passaram por um intenso processo de industrialização, principalmente na segunda metade do século XX. Essa divisão considera Austrália e Nova Zelândia como países do Norte por causa do alto nível de desenvolvimento deles.</p><p><strong>Países centrais e países periféricos:</strong></p><p>Outra regionalização, que indica o nível de desenvolvimento das nações, separa o mundo com base na DIT (Divisão Internacional do Trabalho). Os <strong>países centrais</strong> são constituídos por exportadores de bens industriais e de tecnologia com grande valor comercial agregado (produtos mais caros). Esses países realizam investimentos além de suas fronteiras e controlam a economia e a informação em âmbito global, instalando filiais de suas empresas mundo afora, as chamadas multinacionais. Isso contribui para acelerar o crescimento econômico deles e manter o alto nível de vida da maior parte de suas populações. Nesse grupo, estão Estados Unidos, alguns países europeus (como Reino Unido, França e Alemanha), Japão, Austrália, Nova Zelândia, entre outros. Os <strong>países periféricos</strong> compreendem aqueles especializados na produção e na exportação de matérias-primas ou de produtos industrializados de menor valor comercial, cuja fabricação não requer alta tecnologia nem grandes investimentos. Muitos países periféricos possuem grande dependência econômica dos países centrais, precisando importar capital, tecnologia e bens industriais de alto valor, o que leva ao seu endividamento. Embora também possuam filiais instaladas em outros países, as empresas das nações periféricas são dominadas em grande parte pelas multinacionais dos países centrais, que são atraídas pela expressiva oferta de matéria-prima e de mão de obra baratas, pelo crescente mercado consumidor e pelos subsídios oferecidos pelos governos. A maior parte da tecnologia necessária à produção industrial e os lucros gerados por essa atividade, portanto, não pertence aos países periféricos, mas aos países centrais. O grupo dos <strong>países</strong> <strong>semiperiféricos</strong> é formado por países com níveis industriais e tecnológicos superiores aos dos países periféricos, porém, sem a qualidade de vida e liderança econômica dos países centrais. São semiperiféricos os BRICS (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul), a Argentina, o Chile, o México e a Turquia. No entanto, na maioria das vezes que essa classificação é apresentada, ela limita-se a dividir o mundo entre países centrais e periféricos.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-02-23 18:21:39 UTC</pubDate>
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         <title>Desigualdades e desenvolvimento</title>
         <author>aprendizadosanimados</author>
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         <description><![CDATA[<p>Todos os seres humanos precisam de uma estrutura socioeconômica para viver, que abrange ter acesso a saúde, educação, moradia, renda, bens e serviços, entre outros aspectos necessários para subsistência. No entanto, o acesso a essa estrutura não é o mesmo para todos, o que revela a existência de desigualdades. Essa diferença de acesso pode ser observada, por exemplo, entre pessoas que moram em uma mesma cidade ou mesmo entre as populações de países diferentes.</p><p><strong>Questões históricas da diferença de desenvolvimento entre países:</strong></p><p>A classificação dos países como desenvolvidos e subdesenvolvidos ganhou força após o fim da Segunda Guerra Mundial, servindo, dessa forma, para expressar a condição econômica e social verificada entre os países. As raízes das diferenças de desenvolvimento verificadas entre os países são históricas, com algumas remetendo ao período das Grandes Navegações, no século XV, quando parte das metrópoles europeias empreenderam a colonização de terras na América, na África e em parte da Ásia. Nessa fase de estabelecimento de práticas econômicas mercantilistas (conhecidas também como capitalismo comercial), o comércio tornou-se a atividade mais importante. Os países europeus buscavam, assim, controlar novas terras para terem acesso a mais matérias-primas valiosas no mercado mundial. Na busca por matérias-primas, os países europeus (metrópoles) exploraram os recursos naturais, minerais e agrícolas de suas terras coloniais. Essa prática, comum entre os séculos XV e XVI, foi definida como <strong>colonização de exploração</strong>. Posteriormente, nos séculos XVIII e XIX, essas metrópoles conquistaram o capital necessário ao seu processo de industrialização e os territórios dominados foram impedidos de se desenvolver, sendo obrigados a enviar suas riquezas para fora e a comprar bens manufaturados e, mais tarde, industrializados de suas metrópoles ou intermediados por elas. Essa relação de exclusividade comercial ficou conhecida como Pacto Colonial. Porém, determinados lugares passaram por outro tipo de colonização. Algumas regiões do norte da América, por exemplo, não apresentavam os atrativos imediatos que justificassem o empreendimento colonial clássico, por não terem, a princípio, riquezas que pudessem ser exploradas no mercado mundial. Assim, essas regiões não receberam a mesma atenção das metrópoles e tornaram-se, em alguns casos, a moradia de povos europeus que eram perseguidos em seu país de origem – como os ingleses puritanos, perseguidos por razões religiosas. Essa relação colonial foi chamada <strong>colonização de povoamento</strong>. No entanto, mesmo que em menor grau, esses territórios também foram gradativamente explorados pelas obrigações dos seus respectivos pactos coloniais estabelecidos com suas metrópoles. O estabelecimento da segunda fase do capitalismo – iniciada no século XVIII na Inglaterra e conhecida por deflagrar a Revolução Industrial – foi marcado pela soberania dos países que dominavam as técnicas industriais. Dessa forma, mesmo com o processo de independência política dessas colônias entre os séculos XIX e XX, a sujeição econômica continuou. Com uma indústria pouco desenvolvida, uma população carente em diversos aspectos sociais (como habitação, saneamento básico, saúde e educação) e uma produção agrícola ainda com base em aspectos do sistema <em>plantation</em>, várias nações da América, da África e da Ásia continuaram necessitando do capital, dos produtos e da tecnologia dos países ricos, alimentando um ciclo de pobreza e dependência. Outras consequências do colonialismo podem ser percebidos na concentração fundiária, na industrialização tardia, na concentração de renda e no processo de urbanização, que se deu de forma rápida e sem planejamento.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-02-23 18:28:12 UTC</pubDate>
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         <title>Indicadores de desenvolvimento</title>
         <author>aprendizadosanimados</author>
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         <description><![CDATA[<p>Para mensurar o desenvolvimento de um determinado lugar, são utilizados alguns indicadores socioeconômicos que permitem, por exemplo, observar a capacidade de produção do país e a qualidade de vida de sua população. Essas variáveis são importantes tanto para analisar as realidades regionais e buscar o bem-estar coletivo da população como para facilitar a leitura do cenário global, fazendo comparativos entre os níveis de desenvolvimento dos países e entendendo as desigualdades. Entre os indicadores mais importantes, estão o <strong>Produto Interno Bruto</strong> (<strong>PIB</strong>) e o <strong>Índice de Desenvolvimento Humano</strong> (<strong>IDH</strong>). É importante ressaltar, contudo, que esses índices não medem as desigualdades propriamente. Qualquer indicador ou índice de um país, um estado, um município ou uma região é a média das condições avaliadas desse lugar. Isso explica por que pode haver pessoas muito ricas em lugares com condições sociais e econômicas precárias e pessoas muito pobres em lugares com altos índices socioeconômicos.</p><p><strong>PIB:</strong></p><p>O PIB é a soma, em dinheiro, de todos os produtos fabricados e os serviços consumidos pela população de um país, geralmente no período de um ano. Isso quer dizer que a roupa que você comprou, a mensalidade da sua escola, o jogo ou celular que você ganhou, o carro adquirido pela sua família, os materiais usados na construção de uma ponte da cidade, enfim, os produtos e serviços finais calculados dentro de determinado período entram na conta do PIB. Além disso, o PIB indica o desempenho econômico de um país. Se ele aumenta, significa que as pessoas estão consumindo mais, as indústrias, a agropecuária e o setor de serviços estão produzindo em maior quantidade, o governo está arrecadando mais impostos para investir em obras, há um número maior de empregos, entre outros. Se ele diminui, significa que está ocorrendo o inverso: menos produção, consumo, emprego, investimentos etc. Cada país calcula seu PIB de maneira padronizada, por meio de critérios e metodologias comuns. Dessa forma, é possível comparar o desempenho econômico dos países. No Brasil, o PIB é oficialmente calculado pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Tradicionalmente, os países calculam os seus respectivos PIBs e convertem o resultado para o dólar, que é a moeda internacional, de modo a ser possível comparar seus valores. Ainda assim, as diferentes taxas de câmbio de cada moeda para o dólar podem distorcer a realidade econômica de cada país. Uma tentativa de solucionar esse problema foi proposta pelo economista sueco Gustav Cassel, criador da <strong>Paridade do Poder de Compra</strong> (<strong>PPC</strong>). A PPC procura medir o quanto cada moeda pode comprar, já que bens e serviços têm diferentes preços de um país para outro. Assim, a PPC relaciona o poder aquisitivo da população do país ao custo de vida nacional.</p><p>IDH:</p><p>Embora o PIB indique o tamanho da economia e o crescimento econômico de um país, ele não mostra o seu grau de desenvolvimento, pois desconsidera a qualidade de vida da população, como o acesso à saúde e à educação. Para avaliar a qualidade de vida e o nível de desenvolvimento de uma sociedade, a Organização das Nações Unidas (ONU), por meio do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud), criou o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), que avalia o desempenho socioeconômico do país com base em três indicadores: <strong>renda</strong> <strong><em>per capita</em></strong>, ou seja, o PIB dividido pelo número de habitantes (econômico), <strong>grau de escolaridade </strong>(educação) e <strong>expectativa de vida </strong>(saúde). O IDH varia de 0 a 1. Quanto mais próximo de zero, mais baixa a qualidade de vida em um país; quanto mais próximo de um, mais elevada a qualidade de vida. De acordo com o índice, o desenvolvimento humano dos países pode ser classificado em quatro níveis:</p><ul><li><p>baixo (abaixo de 0,550);</p></li><li><p>médio (de 0,550 a 0,699);</p></li><li><p>alto (de 0,700 a 0,799);</p></li><li><p>muito alto (de 0,800 a 1).</p></li></ul><p>O IDH revela bem mais sobre a qualidade de vida da população, se comparado com o PIB. No entanto, esses dois índices não refletem particularidades como a distribuição de renda, ou seja, o quanto o país apresenta de desigualdades. Apesar da classificação que o Brasil apresenta no IDH, parte de sua população tem condições de vida precárias, com qualidade inferior à média do país e equivalente, em alguns casos, às condições de países de IDH médio ou até baixo. Tendo em vista a falta de números que expressem essas particularidades, o Pnud redige, com base no IDH, o <strong>Relatório de Desenvolvimento Humano </strong>(<strong>RDH</strong>). A publicação apresenta dados e análises relevantes à agenda global e aborda as políticas públicas, as estratégias e os desafios para a melhoria nos fatores de desenvolvimento humano.</p><p><strong>Índice de Gini:</strong></p><p>Na tentativa de complementar os dados fornecidos pelo PIB e pelo IDH, foi criado o <strong>Índice de Gini</strong>, ou <strong>Coeficiente de Gini</strong>. Elaborado pelo estatístico italiano Corrado Gini, esse índice consiste em um cálculo usado para medir o grau de concentração de renda em determinado grupo ou país. O índice apresenta dados que variam entre zero e um (ou cem). O valor zero representa a situação de igualdade, em que todos teriam a mesma renda, enquanto o valor um (ou cem) corresponderia a uma completa desigualdade entre as rendas, isto é, uma só pessoa deteria toda a riqueza e as demais nada teriam.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-02-23 18:37:04 UTC</pubDate>
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         <title>Técnica e tecnologia</title>
         <author>aprendizadosanimados</author>
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         <description><![CDATA[<p>Diariamente, as pessoas estão cercadas por tecnologia e empregam uma série de técnicas para sobreviver e melhorar a vida. As tecnologias mostram-se um fator importante para analisar o desenvolvimento econômico e humano no cenário global. Os novos avanços tecnológicos podem auxiliar, dentre muitas coisas, a combater a fome, o analfabetismo e a pobreza. O acesso à internet, tecnologia intimamente ligada ao cotidiano das pessoas, contribui para qualidade de vida da população e pode integrar países à economia mundial. As técnicas, por sua vez, são utilizadas desde os primórdios da humanidade para obter alimentos e superar os desafios que são impostos pela natureza. Veja, a seguir, o conceito de cada uma. <strong>Técnica</strong> pode ser definida como o conjunto de conhecimentos, habilidades e instrumentos, organizados em métodos ou processos que são aplicados para realizar determinada atividade ou controlar as forças da natureza. As técnicas resultam da capacidade que as pessoas têm de pensar e criar. Dessa forma, para expor uma ideia, criar um texto, andar de bicicleta, cultivar uma planta ou usar o computador, o ser humano faz uso de técnicas. Já a <strong>tecnologia</strong> é resultado da aplicação do conhecimento científico para o desenvolvimento de técnicas. Essa aplicação pode ser rudimentar, como as tecnologias aplicadas desde a antiguidade no aprimoramento de ferramentas e técnicas, ou aperfeiçoada pela ciência moderna, que se consolidou nos séculos XVII e XVIII e vem continuamente se desenvolvendo. O computador, o <em>software</em> utilizado nele, a fibra óptica para a transmissão de dados ou um equipamento usado para diagnosticar doenças são exemplos de tecnologias mais modernas.</p><p><strong>O avanço tecnológico e as desigualdades entre os países:</strong></p><p>A intensificação do desenvolvimento tecnológico, a partir da segunda metade do século XX, trouxe avanços para os setores de transporte e de comunicações. Assim, empresas de grande porte puderam fragmentar o seu processo produtivo, enviando as linhas de produção, mais repetitivas e menos tecnológicas, para onde a mão de obra fosse mais barata, pois nesse momento já era possível que a sede da empresa coordenasse seu setor produtivo a distância. A expansão contínua das unidades de produção para países menos desenvolvidos, além de ter sido uma estratégia utilizada por diversos países desenvolvidos como forma de reduzir custos e aumentar a competitividade, foi uma forma de manter o domínio do comércio mundial. Porém, apenas as maiores empresas, os países mais desenvolvidos e os setores mais privilegiados da sociedade tiveram acesso a tais avanços e foram beneficiados. Desse modo, esse crescimento tecnológico acentuou as desigualdades socioeconômicas. As empresas que fragmentaram seu processo produtivo tornaram-se multinacionais e se espalharam pelos países menos desenvolvidos, barateando o processo produtivo e alcançando novos consumidores. Com isso, ampliaram seus lucros e seu poder econômico. Dessa forma, as empresas privadas e os governos dos países mais desenvolvidos têm melhores condições de investimento em pesquisas, portanto, apresentam maior possibilidade de avançar tecnologicamente. Concentram, assim, o conhecimento tecnológico a ser aplicado na produção de mercadorias de alto valor, como supercomputadores, satélites artificiais e medicamentos. Sem esse domínio tecnológico – ou pela falta de investimento local –, os países com menor grau de desenvolvimento precisam comprar tais produtos dos países desenvolvidos, tornando-se dependentes deles.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-02-23 18:40:39 UTC</pubDate>
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         <title>Globalização</title>
         <author>aprendizadosanimados</author>
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         <description><![CDATA[<p>A partir da queda do Muro de Berlim, da dissolução da União Soviética e do fim do socialismo na maioria dos países, a bipolaridade que dividia o mundo entre Estados Unidos e União Soviética chegou ao fim. Nesse cenário, surgiu uma nova configuração político-econômica, denominada nova ordem mundial. Com o fim da bipolaridade, passou a existir uma ordem <strong>multipolar</strong>, caracterizada pela ascensão de diversas potências em aspectos políticos e econômicos, com a divisão do mundo em áreas influenciadas pelos Estados Unidos, pelo Japão e pelos países da Europa Ocidental, sobretudo Alemanha, França e Reino Unido. Porém, alguns estudiosos defendem que, na verdade, a ordem mundial se tornou <strong>unipolar</strong>, pois os EUA seriam, do ponto de vista militar, a única superpotência nessa área. Mais recentemente, a China também despontou como uma das protagonistas da geopolítica mundial. Com a população ultrapassando a marca de 1,4 bilhão de pessoas, o país possui significativo potencial econômico e de consumo e tem relações comerciais com diversas nações. Além dessa nova configuração geopolítica, o mundo atual passou a ser marcado pelo processo de <strong>globalização</strong>, que é caracterizado pela intensificação das trocas – comerciais, financeiras e de informações, além do maior fluxo de pessoas – entre os países. Esse processo teve início na etapa do capitalismo que possibilitou avanços dos meios de transporte e de comunicação, aproximando as diferentes regiões da Terra. Promoveu também grandes impactos na organização do espaço geográfico mundial, modificando-o nos planos econômico, político, cultural e social. Dentre todas essas mudanças, pode-se dizer que a globalização econômica foi a mais expressiva. Iniciada em meados do século XX, a Terceira Revolução Industrial, ou Revolução Técnico-Científico-Informacional, intensificou a globalização e teve como marco principal o uso da eletrônica e da informática para a modernização industrial, o que significou uma grande mudança no processo produtivo. Alguns exemplos de inovações desse período são a biotecnologia, a robótica e a engenharia genética. Os principais agentes da globalização econômica são as multinacionais, as organizações supranacionais e a organização do comércio com base em blocos econômicos. Além desses agentes, merece destaque a política econômica liberal, que defende a menor intervenção do Estado na economia, a privatização de empresas estatais (públicas) e a abertura da economia para o comércio exterior.</p><p><strong>A atuação das multinacionais:</strong></p><p>Com a grande expansão do comércio ocorrida com o advento da Terceira Revolução Industrial, muitas empresas sediadas em países desenvolvidos instalaram suas linhas de produção em outras nações, com o objetivo de reduzir custos e conquistar novos mercados consumidores. As filiais passaram a ser instaladas, sobretudo, nos países que haviam deixado de ser socialistas e nos que eram mais pobres. Surgiam, então, as <strong>multinacionais</strong> (ou transnacionais). O aumento do número de empresas na segunda metade do século XX acirrou a competitividade no comércio global, obrigando-as a melhorar a qualidade dos produtos e serviços e a reduzir os preços para conquistar o mercado. Outra estratégia largamente utilizada pelas multinacionais foi a fragmentação da cadeia produtiva, ou seja, a distribuição das etapas de produção em vários países para otimizar os lucros. Considere, por exemplo, a fabricação de um <em>smartphone</em>. As atividades de criação (desenvolvimento dos projetos e das tecnologias), de gestão e de <em>marketing</em> concentram-se na matriz, geralmente localizada em um país desenvolvido. Já as atividades de montagem ou de produção dos componentes utilizados no produto concentram-se nas fábricas das multinacionais, instaladas, sobretudo, em países mais pobres. Nestes, geralmente, os custos de produção são menores por causa da mão de obra mais barata, de incentivos fiscais e de leis ambientais menos severas. Esse modelo de produção forma uma verdadeira rede entre as nações. Além de baratear a produção por meio do aumento do número de filiais, essas empresas podem se fundir às concorrentes ou comprá-las para se fortalecerem. Assim, elas formam megacorporações, com alta concentração de capital e de mercado, obtendo mais lucros e, por vezes, eliminando a concorrência.</p><p><strong>Organizações supranacionais:</strong></p><p>Com a intensificação do comércio internacional, várias organizações de atuação global passaram a assistir ou a regular as relações entre países. Essas entidades não pertencem a nenhum país e, por isso, são conhecidas como <strong>supranacionais</strong>. </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-02-23 18:46:35 UTC</pubDate>
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         <title>O fluxo migratório dos primeiros humanos (parte 2)</title>
         <author>aprendizadosanimados</author>
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         <description><![CDATA[<p>Os <em>Homo sapiens</em> (os primeiros humanos) deixaram a África e se espalharam pelo planeta há 60.000 anos atrás. Essa migração começou quando eles atravessaram uma área conhecida com Bab el Mandeb, que ligava a África à Península Arábica.</p><p>Isso aconteceu porque as condições na África mudaram, e eles precisavam de mais alimentos e abrigos. Eles também eram inteligentes, pois sabiam se comunicar, controlar o fogo e criar ferramentas.</p><p>Porém, os <em>Homo sapiens</em> tiveram que enfrentar vários desafios, como encontrar os Neandertais. No entanto eles se adaptaram e voltaram a se espalhar.</p><p>Isso pode ser provado por DNA, artefatos e fósseis.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-02-24 12:13:32 UTC</pubDate>
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         <title>El cumpleaños</title>
         <author>aprendizadosanimados</author>
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         <description><![CDATA[<p>Cumpleañero=Aniversariante</p><p>Pito=Apito</p><p>Globos=Balões</p><p>Banderitas=Bandeirinhas</p><p>Tarta=Bolo</p><p>Gorrito=Chapéu</p><p>Golosinas=Doces</p><p>Matasuegras=Língua de sopro</p><p>Regalos=Presentes</p><p>Gaseosa=Refrigerante</p><p>Velas=Velas</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-02-26 16:46:36 UTC</pubDate>
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         <title>Posições relativas de duas retas em um plano</title>
         <author>aprendizadosanimados</author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Retas paralelas:</strong></p><p>Duas retas são <strong>paralelas</strong> se, e somente se, são coplanares e não têm ponto em comum. Se escreve como a//b.</p><p><strong>Retas coincidentes:</strong></p><p>Duas retas são <strong>coincidentes</strong> se possuem todos os pontos em comum. Se escreve como a = b.</p><p><strong>Retas concorrentes:</strong></p><p>Duas retas são <strong>concorrentes</strong> se são coplanares e têm um único ponto comum.</p><p><strong>Retas perpendiculares e retas oblíquas:</strong></p><p>Duas retas são <strong>perpendiculares</strong> se, e somente se, são concorrentes e determinam quatro ângulos congruentes iguais a 90° (ângulo reto). Se escreve como a ⊥ b. Quando duas retas são concorrentes e não são perpendiculares, diz-se que elas são <strong>oblíquas</strong>.</p><p><em>Propriedades das retas perpendiculares:</em></p><p>Se duas retas distintas <strong>r</strong> e <strong>s</strong> são paralelas e se uma delas é perpendicular à reta <strong>t</strong>, então a outra também será perpendicular à reta <strong>t</strong>. Se um ponto pertence a uma reta, em um mesmo plano existe uma, e somente uma, reta perpendicular à reta dada que passa por esse ponto. Dado um ponto P externo a uma reta qualquer, existe uma, e somente uma, reta perpendicular à reta dada que passa por P.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-02-26 17:07:26 UTC</pubDate>
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         <title>Distância</title>
         <author>aprendizadosanimados</author>
         <link>https://padlet.com/aprendizadosanimados/6aigctbrfruvoa5y/wish/2896366592</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Distância entre dois pontos:</strong></p><p>Se os pontos A e B são coincidentes, então a distância entre A e B é nula.</p><p><strong>Distância de um ponto a uma reta:</strong></p><p>Sendo um ponto P externo a uma reta <strong>r</strong>, a distância do ponto P à reta <strong>r</strong> (indica-se: d<sub>P,r</sub>) é dada pela medida do segmento de reta perpendicular a <strong>r</strong> com extremidades em P e em um ponto Q, pertencente a <strong>r</strong>.</p><p><strong>Distância entre duas retas paralelas:</strong></p><p>Considere duas retas paralelas <strong>r</strong> e <strong>s</strong>. A distância entre elas (indica-se: d<sub>r,s</sub>) é dada pela medida do segmento de reta perpendicular às retas <strong>r</strong> e <strong>s</strong> com extremidades em um ponto Q, pertencente a <strong>r</strong>, e um ponto P, pertencente a <strong>s</strong>.</p><p><strong>Como fazer um traçado de retas paralelas com um jogo de esquadros:</strong></p><ol><li><p>Apoie um esquadro no outro e trace a reta <strong>r</strong>.</p></li><li><p>Para traçar as retas <strong>s</strong>, <strong>t</strong> e <strong>u</strong>, fixe um esquadro na posição inicial e deslize o outro esquadro sobre a borda do esquadro fixo.</p></li></ol>]]></description>
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         <pubDate>2024-02-26 17:50:33 UTC</pubDate>
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         <title>Significado de autonomia</title>
         <author>aprendizadosanimados</author>
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         <description><![CDATA[<p>A autonomia envolve a capacidade de intervir na sua própria situação. Por meio dela, é possível definir uma posição diante de um fato, sem se submeter à autoridade de outros. A vida com autonomia exige um novo olhar, uma nova maneira de proceder e de se expressar: as pessoas podem afetar e serem afetadas. Todos têm uma parcela de contribuição para a construção da autonomia do outro.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-02-26 18:05:31 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Recursos naturais como fontes de energia</title>
         <author>aprendizadosanimados</author>
         <link>https://padlet.com/aprendizadosanimados/6aigctbrfruvoa5y/wish/2896418080</link>
         <description><![CDATA[<p>Além do que já foi visto a respeito da importância dos recursos naturais para o ser humano, há outro ponto que merece destaque: alguns recursos naturais, denominados <strong>recursos energéticos</strong>, podem ser usados como fontes para geração de energia. Eles são classificados em <strong>não renováveis</strong> (combustíveis fósseis e urânio) e <strong>renováveis</strong> (biomassa, água, vento e Sol).</p><p><strong>Fontes de energia não renováveis:</strong></p><p>Atualmente, a maior parte de toda a energia consumida no mundo é gerada por meio de recursos não renováveis. Isso significa que extensa parte das fontes de energia pertence ao grupo de recursos que não podem ser regenerados quando suas reservas forem esgotadas. Entre essas fontes de energia não renováveis, destacam-se os combustíveis fósseis e o urânio.</p><p><em>Combustíveis fósseis:</em></p><p>Os combustíveis fósseis foram formados há milhões de anos por meio de processos naturais. Carvão mineral, petróleo e gás natural são os três principais tipos dessa fonte de energia, que é dita química. Eles são a fonte central de energia utilizada no planeta e servem como matéria-prima para diferentes produtos. Apesar de bastante utilizados, esses combustíveis liberam muitos poluentes na atmosfera ao serem queimados. Podem também causar danos ao ambiente terrestre ou aquático, decorrentes de possíveis vazamentos ocasionados por falhas durante sua exploração e seu transporte.</p><p><strong><em>Carvão mineral:</em></strong></p><p>O carvão mineral foi originado há aproximadamente trezentos milhões de anos, como consequência de vegetais que foram soterrados por sedimentos e sofreram transformações químicas induzidas por alterações de temperatura e pressão. Essa fonte de energia é explorada por vários países desde o século XVIII, sendo o principal recurso energético até a primeira metade do século XX. É o combustível fóssil mais abundante e mais poluente.</p><p><strong><em>Petróleo e gás natural:</em></strong></p><p>O petróleo é uma substância inflamável e de consistência oleosa; e o gás natural é um combustível incolor (sem cor) e inodoro (sem cheiro). A formação de ambos está relacionada ao soterramento de seres vivos, como vegetais, algas e organismos aquáticos microscópicos, que sofreram alterações de pressão e de temperatura durante milhões de anos. A extração dessas substâncias ocorre em depósitos subterrâneos, localizados no continente ou no fundo do oceano, por meio de perfurações que atingem a camada petrolífera e possibilitam o bombeamento desses materiais para a superfície. O petróleo, quando atinge a superfície, passa por variados processos de separação e purificação nas refinarias. Por meio do refino, são obtidos diversos produtos, como gasolina, querosene, óleo diesel, óleos lubrificantes e parafina. Além desses produtos, são obtidas matérias-primas utilizadas na produção de borracha sintética, plásticos, inseticidas, fertilizantes e tintas. O gás natural, por sua vez, após ser extraído, é transportado até o local de consumo ou de armazenamento por meio de tubulações chamadas de gasodutos. Esse gás é utilizado na geração de energia elétrica e como combustível de automóveis, sendo menos poluente que os demais combustíveis fósseis.</p><p><em>Urânio:</em></p><p>O urânio é o elemento radioativo mais utilizado na produção de energia nuclear. Em resumo, nas usinas nucleares, o calor liberado pela divisão dos átomos de urânio é utilizado para vaporizar a água, e esse vapor movimenta um gerador que produz energia elétrica. A produção desse tipo de energia é muito arriscada, pois os resíduos gerados nessa atividade, denominados lixo atômico, contêm elevada quantidade de radiação e podem contaminar seriamente o meio ambiente e causar doenças graves. Dessa forma, esses resíduos precisam ser armazenados durante centenas ou até milhares de anos em recipientes metálicos, protegidos por caixas de concreto, a fim de evitar vazamentos.</p><p><strong>Fontes de energia renováveis:</strong></p><p>Além das fontes de energia não renováveis, existem as fontes de energia renováveis, que são abundantes na natureza e menos poluentes. Há, contudo, algumas dificuldades relacionadas à produção desse tipo de energia, como o elevado custo de instalação dos equipamentos necessários para sua geração, a deficiência da rede de distribuição e a falta de conscientização sobre o assunto. A biomassa e os recursos hídrico, eólico e solar são as principais fontes renováveis de energia.</p><p><em>Biomassa:</em></p><p>A biomassa é um material constituído por substâncias de origem orgânica, tais como cana-de-açúcar, sementes (de soja, mamona, algodão, dendê etc.), resíduos agrícolas ou pecuários (bagaço de cana, fezes de animais etc.), além do lixo orgânico (restos de alimentos e cascas). É considerada uma fonte de energia renovável, pois se baseia na reciclagem de matéria orgânica, que é biodegradável e, portanto, pode ser decomposta por outros organismos. Utilizando-se a biomassa, é possível produzir os <strong>biocombustíveis</strong>. Esse tipo de combustível é vantajoso por ser menos poluente que os combustíveis fósseis; possibilitar uso ilimitado, uma vez que o recurso necessário para sua produção é reposto pelo ser humano ou pela natureza; e apresentar queima de carbono neutra, pois a planta reaproveita, durante seu crescimento, o dióxido de carbono (CO<sub>2</sub>) liberado durante a combustão. Entre os exemplos de biocombustível, estão:</p><ul><li><p><strong>Etanol (álcool) –</strong> primeiro biocombustível produzido em larga escala no Brasil. Sua principal fonte é a cana-de-açúcar, mas também pode ser produzido com os açúcares do milho, da uva e da beterraba.</p></li><li><p><strong>Biodiesel –</strong> é acrescentado ao diesel obtido do petróleo. Grande parte do biodiesel brasileiro é obtida por meio das sementes de soja, mas também se utilizam sementes de mamona e dendê em sua produção.</p></li><li><p><strong>Biogás –</strong> composto pelo gás metano produzido durante a fermentação de matéria orgânica (esterco de animais, lixo orgânico ou animais mortos) no interior de equipamentos chamados de biodigestores.</p></li></ul><p>Apesar de suas vantagens, biocombustíveis como o etanol e o biodiesel provocam a devastação de áreas florestais para a cultura de sua matéria-prima. Além disso, sua produção acarreta o aumento do consumo de vegetais, ocasionando a elevação dos preços do produto usado como alimento e prejudicando a agropecuária, uma vez que alguns desses vegetais são utilizados na produção de ração para animais.</p><p><em>Recursos hídrico, eólico e solar:</em></p><p>O recurso hídrico é utilizado na produção de <strong>energia hidrelétrica</strong>, que equivale a aproximadamente dezesseis por cento de toda a energia consumida no planeta. No Brasil, mais de sessenta por cento da energia consumida é produzida pelas usinas hidrelétricas, em razão da abundante quantidade de rios presentes no território nacional. De forma simplificada, pode-se dizer que, para a geração de energia hidrelétrica, é necessária uma queda-d'água natural ou criada pelo represamento da água em uma barragem; à medida que a água passa por turbinas, estas ativam um gerador elétrico que produz energia. A força dos ventos, por sua vez, é responsável pela produção de um tipo de energia renovável bastante crescente: a <strong>energia eólica</strong>. Utilizada há anos, por meio das velas dos barcos ou dos moinhos de vento, atualmente essa energia também pode ser aproveitada pelos modernos aerogeradores ou pelo tradicional cata-vento. Ao se chocar com as hélices dos aerogeradores, o vento produz energia cinética (movimento), que é posteriormente transformada em energia elétrica em um gerador. Já os raios solares, que constituem a <strong>energia solar</strong>, são aproveitados para a produção de energia elétrica ou de energia térmica (utilizada para aquecer água e alimentos). A transformação da energia solar em energia elétrica ocorre por meio da ação da radiação (luz e calor) sobre materiais semicondutores, chamados painéis fotovoltaicos. Ainda que a produção de energia por meio desses recursos renováveis seja vantajosa em relação aos índices de poluição, a implantação de usinas hidrelétricas, eólicas e solares não está isenta de gerar impactos socioambientais.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-02-26 18:29:49 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>A formação do absolutismo inglês</title>
         <author>aprendizadosanimados</author>
         <link>https://padlet.com/aprendizadosanimados/6aigctbrfruvoa5y/wish/2910203240</link>
         <description><![CDATA[<p>No início do século XVI, a Inglaterra estava dividida, basicamente, em três grandes grupos sociais. No topo da pirâmide social inglesa, encontravam-se o alto clero e a nobreza. O alto clero era formado pelos mais poderosos sacerdotes da Igreja Católica, que formavam uma nobreza à parte. Eram os cardeais, arcebispos, bispos, abades e vários outros funcionários eclesiásticos importantes. Todos dispunham de múltiplos privilégios e exerciam considerável poder sobre o povo. A nobreza, por sua vez, dividia-se em uma aristocracia de origem feudal, bastante antiga, que disputava o poder com os monarcas. Eram os duques, marqueses, condes, viscondes e barões. Entre os séculos XV e XVII, ela tendeu a se fragilizar até desaparecer, esvaziada de seus poderes tradicionais, primeiro pelos monarcas absolutistas, depois pela burguesia representada pelo Parlamento. A segunda parte da nobreza, inferior, era a chamada <em>gentry</em>, a pequena nobreza. Era uma aristocracia de formação mais recente, cujo poder ligava-se mais à sua condição econômica favorável, por suas conexões com as mais poderosas famílias burguesas, do que a seus privilégios ancestrais. A <em>gentry</em> tendeu a explorar suas terras de um modo novo, mais conectado às exigências da economia de mercado, apoiando o cercamento dos campos comunais e inserindo-se na economia burguesa. Seus títulos de nobreza eram recentes e concedidos diretamente pelos monarcas absolutistas, de quem era, a princípio, dependente. Abaixo do clero e da nobreza, encontrava-se o restante da população. Eram burgueses, artesãos, camponeses e servos. Constituíam a base da sociedade e tinham poucos direitos políticos e privilégios. Desde o século XII, a monarquia inglesa era de certa forma marcada pela limitação dos poderes dos reis. Os monarcas, que eram advindos da nobreza, não podiam, por exemplo, criar novas leis ou aumentar os impostos sem a aprovação do Grande Conselho, órgão controlado pela nobreza e pelo clero. Do ponto de vista econômico, a Inglaterra dependia fortemente da agricultura, com o comércio ocupando posição secundária. Somente no século XVI, a Inglaterra iniciou seu processo de expansão comercial e colonial, primeiramente buscando novas rotas de comércio com o Oriente e, depois, explorando outras partes do mundo, como a América. Todas essas características sofreram grandes transformações entre os séculos XVI e XVII. Nesse período, a monarquia inglesa se fortaleceu e conseguiu superar os privilégios da nobreza e do clero, criando um regime absolutista. Com isso, os reis passaram a ter maiores poderes para interferir, de maneira mais direta, na economia e em diversos outros aspectos da sociedade. Esse processo ocorreu lentamente, sobretudo durante a dinastia dos Tudor, iniciada com a subida ao trono de Henrique VII, em 1485, e continuada por seus sucessores, Henrique VIII (que governou de 1509 a 1547) e Elizabeth I (de 1558 a 1603). Com o apoio do Parlamento, pouco a pouco, os reis foram concentrando cada vez mais o poder. A nobreza enfraqueceu, e a burguesia comercial se fortaleceu devido às medidas mercantilistas colocadas em prática pelos Tudor. Entre essas medidas, estavam a modernização da frota marítima inglesa, a expansão do comércio, o povoamento de territórios americanos e o aperfeiçoamento técnico das atividades agrícolas. O auge desse processo de centralização política foi durante o governo de Elizabeth I. A rainha adotou medidas para espionar seus adversários e reduzir a participação do Parlamento nas decisões políticas do reino. Por isso, tornou-se símbolo do absolutismo inglês.</p><p><strong>Desenvolvimento econômico e transformações sociais:</strong></p><p>O processo de centralização política e as medidas econômicas adotadas durante a dinastia dos Tudor possibilitaram um grande avanço do capitalismo na Inglaterra. Esse desenvolvimento econômico esteve relacionado tanto com a expansão comercial quanto com as mudanças na organização da propriedade da terra na Inglaterra, fatores que beneficiaram as camadas mais elevadas da sociedade. Durante o governo de Elizabeth I, os camponeses foram expulsos de suas terras. Estas passaram a ser cercadas e foram transformadas em propriedades privadas. Esse processo ficou conhecido como <strong>cercamento</strong>. Com os cercamentos, a <em>gentry</em> expandiu suas propriedades e começou a arrendá-las para o cultivo e a criação de ovelhas (cuja lã era fornecida para as manufaturas domésticas). Economicamente fortalecida, a <em>gentry</em> passou a lutar por mais participação política no Parlamento. Além da <em>gentry</em>, os cercamentos beneficiaram a burguesia, que utilizou uma parcela de seus lucros para a aquisição de terras e para conquistar títulos de nobreza. Já os camponeses foram forçados a migrar em massa para as cidades em busca de trabalho. Ali, porém, se depararam com péssimas condições de vida, enfrentando fome, miséria, doenças e baixos salários. Todas essas transformações, observadas entre os séculos XVI e XVII, levaram a burguesia e a <em>gentry</em> a pressionar a alta nobreza e os monarcas por maior participação política, aliando-se a membros do Parlamento inglês cujo poder fora enfraquecido com a centralização em torno do rei. A burguesia e a <em>gentry</em> começaram a defender reformas políticas no país, pregando a redução dos poderes absolutos do monarca. Em meio a esse cenário, com a morte da rainha Elizabeth I em 1603, a dinastia Tudor chegou ao fim. Elizabeth I foi sucedida por um primo, Jaime I, que governou de 1603 a 1625. Também rei da Escócia, a ascensão de Jaime I ao trono inglês marcou o início da dinastia dos Stuart na Inglaterra.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-07 17:55:32 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Crise do absolutismo inglês</title>
         <author>aprendizadosanimados</author>
         <link>https://padlet.com/aprendizadosanimados/6aigctbrfruvoa5y/wish/2910231010</link>
         <description><![CDATA[<p>O início do governo de Jaime I foi marcado por ações que buscavam dar continuidade ao processo de centralização política iniciado na dinastia anterior. Porém, não demorou para que as transformações sociais dessem início a tensões entre o rei e os diferentes grupos sociais ingleses. Jaime I era visto como um governante autoritário. Ele desagradou a burguesia pelo excessivo controle das atividades econômicas e chegou a dissolver o Parlamento. O monarca foi também responsável por perseguir protestantes seguidores do calvinismo (chamados de puritanos). Dessa forma, o governo de Jaime I foi marcado pelos primeiros desgastes do absolutismo inglês. Esse processo se agravou durante o reinado de seu sucessor, Carlos I, que governou a Inglaterra entre 1625 e 1649. O novo rei deu continuidade às medidas absolutistas e centralizadoras, praticando o aumento dos impostos e outras ações que interferiam nos negócios da burguesia e dos proprietários de terras ingleses. Tudo isso sem a aprovação do Parlamento. Esse cenário contribuiu para distanciar ainda mais a monarquia da burguesia e do Parlamento. Para tentar impor sua autoridade e controlar os grupos opositores, em 1640, Carlos I chegou a convocar o Parlamento em busca de apoio político. Porém, os parlamentares decidiram não apoiar as decisões do governante. Em resposta, o rei fechou o Parlamento, que voltou a se recompor. A tensão entre o monarca e os parlamentares cresceu, culminando no início de uma guerra civil em 1642, a Revolução Puritana, que se estendeu até 1649.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-07 18:18:46 UTC</pubDate>
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         <title>Revolução Puritana</title>
         <author>aprendizadosanimados</author>
         <link>https://padlet.com/aprendizadosanimados/6aigctbrfruvoa5y/wish/2910238447</link>
         <description><![CDATA[<p>O confronto entre a monarquia e o Parlamento era agravado por divergências religiosas, que opunham católicos e protestantes. Nesse cenário complexo, ocorreu o estopim para a revolução. Em 1641, um grupo de católicos irlandeses revoltou-se contra o domínio inglês. O Parlamento recusou-se a entregar a Carlos I o comando do Exército, que deveria reprimir os rebeldes. Inconformado, o rei organizou tropas, mergulhando a Inglaterra na <strong>Revolução Puritana</strong>, uma violenta guerra civil. De um lado, estavam os <strong>cavaleiros</strong>, defensores do rei. Do outro, os chamados <strong>cabeças redondas</strong>, partidários do Parlamento. Inicialmente, os cabeças redondas não tinham projetos revolucionários e defendiam apenas reformas que diminuíssem a autoridade do monarca e fortalecessem o papel do Parlamento no governo inglês. Os cabeças redondas foram liderados por Oliver Cromwell (1599-1658), puritano membro da <em>gentry</em> que descendia de uma família que teve importante influência política no reinado de Henrique VIII. Durante a revolução, Cromwell foi responsável por reorganizar e comandar as forças militares, o que ajudou suas tropas a vencer as forças reais, obrigando o monarca a fugir para a Escócia em 1647. A proposta de Cromwell e seus seguidores era obrigar o rei a aceitar a monarquia constitucional, na qual seus poderes seriam limitados por uma Constituição. Carlos I recusou-se a aceitá-la e tentou uma nova investida para retomar o controle político da Inglaterra. Entretanto, essa tentativa também fracassou, e o rei acabou preso, julgado e condenado à morte por traição. Em 1649, Carlos I foi decapitado, o que pôs fim à dinastia dos Stuart. A morte do rei provocou também o fim da monarquia e a criação de uma república na Inglaterra.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-07 18:25:42 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Notícia e reportagem</title>
         <author>aprendizadosanimados</author>
         <link>https://padlet.com/aprendizadosanimados/6aigctbrfruvoa5y/wish/2910255318</link>
         <description><![CDATA[<p>Enquanto a <strong>notícia</strong> é o relato de um fato que acabou de acontecer ou de vir ao conhecimento do jornalista ou do público, a <strong>reportagem </strong>é um relato mais aprofundado, mais ampliado de um acontecimento ou temática que gerou ou gera impacto na sociedade. Esse segundo gênero aborda, com detalhes, a origem/causa, o desenvolvimento e os efeitos em torno do fato ou do tema. Feita essa distinção, cabe destacar que tanto um gênero quanto o outro apresentam a seguinte estrutura básica:</p><ul><li><p><strong>título:</strong> de linguagem atrativa, objetiva e concisa, anuncia o fato ou tema do texto; em geral, para ser mais expressivo e impactante, apresenta um verbo e utiliza o presente do indicativo, por mais que se refira a um fato já ocorrido;</p></li><li><p><strong>subtítulo ou linha-fina:</strong> frase que aparece abaixo do título, complementando-o ou acrescentando-lhe informações; é opcional e, em geral, não apresenta ponto final;</p></li><li><p><strong>lide ou lead:</strong> parágrafo que abre o texto. Devido à sua função introdutória, seu conteúdo, geralmente, procura responder às seguintes perguntas fundamentais: “O quê?”, “Quem?”, “Quando?”, “Onde?”, “Como?”, “Por quê?” (lide noticioso ou factual); outro tipo básico de lide utiliza outros recursos, sem receita pronta, para cumprir seu objetivo (lide não noticioso ou não factual);</p></li><li><p><strong>corpo da matéria:</strong> desenvolvimento do texto com mais detalhes e outros dados importantes para a compreensão do assunto tratado.</p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-07 18:40:24 UTC</pubDate>
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         <title>A composição</title>
         <author>aprendizadosanimados</author>
         <link>https://padlet.com/aprendizadosanimados/6aigctbrfruvoa5y/wish/2910297576</link>
         <description><![CDATA[<p>Na língua portuguesa, a composição constitui um dos dois processos mais básicos de formação de palavras. O outro é a derivação, que você já estudou. Na derivação, as palavras se formam a partir de um único radical, diferentemente do processo de composição, em que há junção de dois ou mais radicais.</p><p><strong>Composição por justaposição ou aglutinação:</strong></p><p>Na <strong>composição por justaposição</strong>, os radicais ou as palavras que se unem não sofrem alteração, como ocorre, por exemplo, em “biologia” como estudo da vida (bio- + -logia), “caminhão-pipa” (caminhão + pipa), “vaivém” (vai + vem), “anglo-brasileiro” (brasileiro inglês)(anglo- + brasileiro), “quarta-feira” (quarta + feira), “médico-cirurgião” (médico + cirurgião), “girassol” (gira + sol), “fotorreportagem” (foto + reportagem). Já na <strong>composição por aglutinação</strong>, pelo menos um dos elementos que forma a palavra composta sofre alteração em sua forma, como ocorre em “petróleo”, que vem de pedra + óleo. Outros exemplos: sambódromo (samba em movimento) (samba + -o- + -dromo), fidalgo (filho + de + algo), planalto (plano + alto), vinagre (vinho + acre), outrora (outra + hora).</p><p><strong>Palavras compostas e unidade semântica:</strong></p><p>As palavras compostas podem apresentar diferentes formações. Entre elas, temos casos de composição por meio de palavras de mesma classe gramatical ou de classes diferentes. Para saber se a palavra é composta ou não, é preciso observar se o conjunto de palavras forma uma <strong>unidade semântica</strong>, ou seja, se os sentidos de cada palavra separadamente se transformaram em um único sentido.</p><p><strong>Radicais na composição:</strong></p><p>Como você viu, além de haver palavras compostas pela junção de duas ou mais palavras, é possível compor palavras juntando radicais ou juntando radicais e palavras. É o que acontece, por exemplo, em agropecuária (pecuária referente à agricultura), neoclássico (o novo clássico), tele-entrega (entrega à distância), telefone (som à distância), audiovisual (visível pela audição), extraordinário (além do ordinário), geografia (ciência da Terra), biociência (ciência da vida), micro-ônibus (ônibus pequeno), monoácido (ácido único) e videochamada (chamada à visão). Em sua origem, esses radicais eram a base de vocábulos gregos ou latinos e chegaram até o português se transformando, não podendo aparecer, em geral, a não ser na composição de palavras. No entanto, não perderam seu sentido original e independente. Em sua origem, esses radicais eram a base de vocábulos gregos ou latinos e chegaram até o português se transformando, não podendo aparecer, em geral, a não ser na composição de palavras. No entanto, não perderam seu sentido original e independente. Parte significativa dos radicais, nos exemplos dados, aparece no início de palavras. Nesse caso, podemos chamá-los de <strong>antepositivos</strong>. Mas, como você viu, também há os que entram em posição final. Ou seja, são <strong>pospositivos</strong>. Esse último grupo inclui radicais com origem em línguas indígenas, em geral no tupi. Outros exemplos de pospositivos: lacrimogêneo (aquele que gera lágrimas), idolatria (adoração de um ídolo), carnívoro (aquele que come carne), tamanduá-mirm (tamanduá pequeno) e jacaré-açu (jacaré grande).</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-07 19:19:49 UTC</pubDate>
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         <title>Energia e suas transformações</title>
         <author>aprendizadosanimados</author>
         <link>https://padlet.com/aprendizadosanimados/6aigctbrfruvoa5y/wish/2910338392</link>
         <description><![CDATA[<p>Além de sua utilização em equipamentos eletrônicos e eletrodomésticos, a energia elétrica, em uma residência, também é importante para outras funções, como iluminar ambientes e aquecer a água de chuveiros e torneiras. Em cada situação, ocorrem transformações específicas. Para iluminação, a energia elétrica é transformada principalmente em luminosa, enquanto no aquecimento da água ela é transformada em energia térmica. Por sua vez, os setores da indústria e do comércio utilizam a energia elétrica para iluminar ambientes e para fazer funcionar máquinas e equipamentos específicos de cada uma dessas áreas. Para compreender a importância desse recurso, pense nas máquinas de uma indústria automotiva, nos computadores e dispositivos eletrônicos de bancos e nos fornos elétricos de padarias. Sem energia elétrica, como seria possível desempenhar essas atividades? Provavelmente, elas seriam interrompidas ou se tornariam extremamente lentas e trabalhosas.</p><p><strong>Geração de energia:</strong></p><p>Após ter visto exemplos de transformação de energia, é possível que você tenha começado a entender o <strong>Princípio da Conservação de Energia</strong>. Segundo esse princípio, a energia não pode ser criada nem destruída, somente transformada ou transferida, conservando-se no sistema. A transformação de um tipo de energia em outro não ocorre apenas com a energia elétrica. Outros tipos de energia também podem passar por esse processo. Por exemplo, a energia química liberada pela queima de gasolina ou <em>diesel</em> no motor de um automóvel é transformada em energia mecânica, que fará o veículo se movimentar. Outro exemplo é o da transformação da energia química originada pela ingestão de alimentos em energia mecânica, que proporcionará a realização de atividades físicas. Como foi visto, a energia pode ser obtida de recursos naturais, denominados fontes energéticas, sendo estas classificadas em renováveis ou não renováveis. Portanto, quando se fala em geração de energia, está se falando também de transformação e transferência de energia.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-07 20:00:40 UTC</pubDate>
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         <title>Perspectiva</title>
         <author>aprendizadosanimados</author>
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         <description><![CDATA[<p>O Renascimento artístico ocorreu entre a metade do século XIV até o fim do século XVI. Foi durante esse momento histórico que as técnicas do desenho em perspectiva foram desenvolvidas e a ilusão da profundidade em uma superfície plana passou a integrar as pinturas. Os quatro elementos da perspectiva são: linha do horizonte, ponto de fuga, linhas de fuga e ponto de vista.</p><ul><li><p><strong>Linha de horizonte:</strong> linha horizontal que representa o nível dos olhos do observador</p></li><li><p><strong>Linhas de fuga:</strong> linhas imaginárias que convergem para o ponto de fuga, gerando a sensação visual de profundidade</p></li><li><p><strong>Ponto de fuga:</strong> ponto onde as linhas de fuga se encontram</p></li><li><p><strong>Ponto de vista:</strong> relação espacial entre o objeto e a posição de onde ele é visto</p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-08 17:34:00 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>aprendizadosanimados</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2024-04-26 00:33:34 UTC</pubDate>
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         <title>A Inglaterra na primeira metade do século XVIII</title>
         <author>aprendizadosanimados</author>
         <link>https://padlet.com/aprendizadosanimados/6aigctbrfruvoa5y/wish/2970391120</link>
         <description><![CDATA[<p>Com a Revolução Gloriosa (1688-1689), a Inglaterra tornou-se o primeiro país a passar por uma revolução burguesa. Esse processo provocou a restrição dos poderes do rei e da alta nobreza e possibilitou o fortalecimento de outros grupos sociais, especialmente a burguesia. A revolução também ajudou a promover o crescimento das atividades econômicas inglesas, uma vez que o governo passou a tomar medidas que beneficiavam os burgueses e permitiam a expansão do comércio e da atividade manufatureira na Inglaterra. Entre essas medidas, destacam-se a criação de companhias comerciais para incentivar as trocas de produtos ingleses com mercadorias produzidas em territórios americanos e do Pacífico, o incentivo às exportações com a abolição de taxas variadas e a consolidação do Banco da Inglaterra. Essas medidas transformaram a Inglaterra no centro comercial mais importante da Europa, fazendo com que os ingleses ultrapassassem os holandeses na posição de principal intermediário no comércio entre a Europa e suas colônias espalhadas pela América, Ásia, África e Oceania. Outro fator importante para compreender as transformações inglesas no século XVIII é a intensificação dos cercamentos, o que acentuou as desigualdades sociais no país. De um lado, os proprietários de terra enriqueceram e passaram a investir em outras atividades econômicas, como a produção manufatureira e o desenvolvimento de novas tecnologias e técnicas de produção. De outro, inúmeros camponeses, agora desprovidos de terras, viram-se forçados a se mudar para as cidades, onde eram contratados como mão de obra barata nas manufaturas e em outras atividades urbanas. Aqueles que permaneceram no campo também foram obrigados a vender sua força de trabalho para sobreviver. Com isso, a economia inglesa deixava de se organizar de modo predominantemente agrário e se diversificava. Esse processo possibilitou um acúmulo de riquezas mais rápido do que em outras regiões da Europa, sendo os burgueses os principais beneficiários.</p><p><strong>Protagonismo inglês na industrialização:</strong></p><p>À combinação entre expansão do comércio e transformações no meio rural, somaram-se outros fatores econômicos que foram decisivos para promover a industrialização nas cidades inglesas. O território inglês era rico em jazidas de ferro e carvão. Isso favoreceu a construção de máquinas de ferro, que funcionavam sobretudo com o vapor produzido com a queima do carvão mineral. Além disso, a Inglaterra contava com o fornecimento de matérias-primas de baixo custo produzidas em suas colônias. Assim, os ingleses podiam, por exemplo, importar algodão mais barato de suas colônias na América do Norte e utilizá-lo para a produção de tecidos e roupas. Essa grande oferta de recursos, entre outros fatores, ajudava a reduzir os custos de produção das mercadorias, estimulando o comércio inglês. Todos esses fatores econômicos (inclusive os investimentos da <em>gentry</em> e da burguesia em manufaturas e novas tecnologias) e as transformações políticas do século XVII fizeram com que a Inglaterra se tornasse uma das principais potências mundiais nas primeiras décadas do século XVIII, ajudando a entender o início do processo de Revolução Industrial no país, em meados daquele século.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-26 00:44:22 UTC</pubDate>
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         <title>Expressões algébricas</title>
         <author>aprendizadosanimados</author>
         <link>https://padlet.com/aprendizadosanimados/6aigctbrfruvoa5y/wish/2991410075</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Expressão algébrica </strong>é uma expressão matemática que contém números e letras, ou somente letras, a qual se transforma em expressão numérica apenas quando se substituem as letras por números. Em uma expressão algébrica, as letras são chamadas de <strong>variáveis</strong>. Para escrever uma expressão algébrica, considera-se que uma mesma letra, em uma mesma situação, representa um mesmo número. Também é possível usar uma só letra para representar vários números, mas é necessário diferenciá-los por meio de índices. Por exemplo, é possível adotar x<sub>1</sub>, x<sub>2</sub> e x<sub>3</sub> para representar o comprimento, a largura e a altura, respectivamente, de uma figura. Nesse caso, utiliza-se apenas a letra <strong>x</strong>, mas há três variáveis: x<sub>1</sub>, x<sub>2</sub> e x<sub>3</sub>.</p><p><strong>Classificação das expressões algébricas:</strong></p><p>Uma expressão algébrica pode ser <strong>irracional</strong> ou <strong>racional</strong>, de acordo com a existência (ou não) de variáveis no radical. Veja alguns exemplos das expressões citadas.</p><ul><li><p><strong>Expressões algébricas irracionais –</strong> São as expressões algébricas que apresentam variável no radical.</p></li><li><p><strong>Expressões algébricas racionais –</strong> São as expressões algébricas que não apresentam variável no radical.</p></li></ul><p>Considerando as expressões algébricas racionais, elas podem ser <strong>fracionárias</strong>, se apresentarem variável no denominador, ou <strong>inteiras</strong>, caso não apresentem variável no denominador.</p><p><strong>Valor numérico de uma expressão algébrica:</strong></p><p>Chama-se <strong>valor numérico </strong>de uma expressão algébrica o número real obtido quando se substituem as letras por valores determinados e, em seguida, efetuam-se as operações indicadas.</p><p><em>Restrições para um cálculo do valor numérico de uma expressão:</em></p><p>É possível que uma expressão algébrica não possua solução para determinados valores atribuídos à variável ou que ela não represente um número real. Essas situações ocorrem, respectivamente, quando a expressão apresenta variável no denominador ou quando o radicando de uma raiz com índice par for um número negativo.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-13 23:47:59 UTC</pubDate>
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         <title>Monômios</title>
         <author>aprendizadosanimados</author>
         <link>https://padlet.com/aprendizadosanimados/6aigctbrfruvoa5y/wish/2991426657</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Monômio</strong> ou <strong>termo algébrico </strong>é o nome que se atribui a uma expressão racional inteira formada ou por um número real ou por apenas uma variável real ou por uma multiplicação de números e de variáveis reais. Um monômio é formado pela parte numérica, denominada <strong>coeficiente</strong>, e pela variável ou produto de variáveis (que podem ou não estar elevadas a algum expoente), denominada <strong>parte literal</strong>.</p><p><strong>Grau de um monômio:</strong></p><p>O <strong>grau de um monômio </strong>não nulo (coeficiente ≠ 0) é igual ao expoente da variável que forma sua parte literal, caso ela seja formada apenas por uma variável. Quando o monômio é formado por duas ou mais variáveis, seu grau é obtido pela soma dos expoentes das variáveis de sua parte literal.</p><p><strong>Monômios semelhantes:</strong></p><p>Dois ou mais monômios são <strong>semelhantes</strong> quando têm a mesma parte literal, considerando variáveis e expoentes. Quando dois monômios semelhantes têm coeficientes opostos, são chamados de <strong>monômios opostos</strong>.</p><p><strong>Operações com monômios:</strong></p><p><em>Adição algébrica:</em></p><p>A <strong>adição algébrica</strong> de termos semelhantes é feita ao somar algebricamente os coeficientes numéricos e conservar a parte literal.</p><p><em>Multiplicação:</em></p><p>Para multiplicar dois ou mais monômios, é preciso efetuar o procedimento a seguir:</p><ol><li><p>Multiplique os coeficientes numéricos entre si, obedecendo às regras de sinais.</p></li><li><p>Multiplique as partes literais entre si, obedecendo às regras de potenciação.</p></li></ol><p><em>Divisão:</em></p><p>Para dividir dois monômios, é preciso efetuar o procedimento a seguir:</p><ol><li><p>Divida os coeficientes numéricos entre si, obedecendo às regras de sinais.</p></li><li><p>Divida as partes literais, obedecendo às regras de potenciação.</p></li></ol><p><em>Potenciação:</em></p><p>Para elevar um monômio a um expoente, é necessário elevar todos os seus fatores (coeficiente e parte literal) a esse expoente.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-14 00:01:30 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Polinômio</title>
         <author>aprendizadosanimados</author>
         <link>https://padlet.com/aprendizadosanimados/6aigctbrfruvoa5y/wish/2991438870</link>
         <description><![CDATA[<p>Toda expressão racional inteira composta de um ou mais termos, isto é, de um ou mais monômios, é denominada <strong>polinômio</strong>.</p><p><strong>Grau de um polinômio:</strong></p><p>O <strong>grau de um polinômio</strong> não nulo é dado pelo seu termo de maior grau, sendo definido pela soma dos expoentes das variáveis do termo. O grau de um polinômio não nulo também pode ser determinado em relação a uma de suas variáveis. Nesse caso, o maior expoente da variável considerada indica o grau do polinômio.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-14 00:12:47 UTC</pubDate>
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         <title>Surgimento da vida na Terra</title>
         <author>aprendizadosanimados</author>
         <link>https://padlet.com/aprendizadosanimados/6aigctbrfruvoa5y/wish/2991452961</link>
         <description><![CDATA[<p>Visto do espaço, o planeta Terra se assemelha a um imenso oásis de mares azuis e continentes verdejantes. Contudo, nem sempre foi assim... Há bilhões de anos, nosso planeta era uma esfera rochosa, repleta de vulcões em erupção constante, sem água líquida e gás oxigênio e envolta por uma atmosfera tóxica. Como a vida surgiu em um ambiente tão hostil assim? Obviamente, não existem testemunhas para nos contar detalhadamente como isso aconteceu; afinal, nosso planeta surgiu há cerca de 4.600.000.000 anos. Entretanto, diversas pesquisas científicas e evidências permitem aos cientistas pressupor algumas hipóteses sobre o surgimento dos primeiros seres vivos na Terra. Uma das questões principais seria como surgiram a água e as moléculas orgânicas, substâncias necessárias para a formação dos seres vivos. Uma das hipóteses mais aceitas para responder a essa pergunta é a <strong>origem por evolução química</strong> desenvolvida pelo bioquímico russo Aleksandr Oparin e pelo botânico inglês John Haldane. Na década de 1920, Oparin propôs que os compostos orgânicos específicos dos seres vivos se originaram por meio de uma evolução química, ou seja, modificações lentas e graduais ocorridas nas substâncias existentes na Terra primitiva. Em estudos independentes, Haldane chegou a conclusões semelhantes; logo, a hipótese foi creditada aos dois. Em 1950, o pesquisador Stanley Miller e seu professor Harold Urey, da Universidade de Chicago, desenvolveram um experimento para testar a hipótese de Oparin e Haldane. Eles simularam as condições da Terra primitiva, expondo uma mistura de substâncias inorgânicas a faíscas elétricas, que simulavam raios. Como resultado, originaram-se alguns compostos orgânicos básicos encontrados na composição dos seres vivos, corroborando a hipótese da origem por evolução química. Além da origem por evolução química, há outras duas hipóteses para a origem da vida na Terra. São elas a origem extraterrestre, também chamada de <strong>panspermia cósmica</strong>, e a da <strong>origem por criação divina</strong>.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-14 00:22:07 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Operações com polinômios</title>
         <author>aprendizadosanimados</author>
         <link>https://padlet.com/aprendizadosanimados/6aigctbrfruvoa5y/wish/2992946577</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Adição de polinômios:</strong></p><p>A adição de dois ou mais polinômios é feita escrevendo-se um polinômio após o outro e conservando-se o sinal de cada termo. Em seguida, faz-se a redução dos termos semelhantes, caso existam. A soma de dois ou mais polinômios também pode ser obtida por meio de um <strong>dispositivo prático</strong>, que consiste em posicionar os polinômios um abaixo do outro, agrupando os termos semelhantes em uma mesma coluna, para, em seguida, efetuar a adição algébrica.</p><p><strong>Polinômios opostos ou simétricos:</strong></p><p>Denomina-se <strong>oposto</strong> ou <strong>simétrico</strong> do polinômio A o polinômio B que possui todos os seus termos opostos ou simétricos em relação ao polinômio A. Para obter o oposto de um polinômio não nulo, basta trocar os sinais de todos os seus termos. A adição de dois polinômios opostos ou simétricos resulta no polinômio nulo.</p><p><strong>Subtração de polinômios:</strong></p><p>A subtração de dois polinômios é feita adicionando-se o primeiro polinômio ao oposto do segundo.</p><p><strong>Multiplicação de polinômios:</strong></p><p><em>1º caso - Multiplicação de um monômio por um polinômio:</em></p><p>Na <strong>multiplicação</strong> de um monômio por um polinômio, é preciso aplicar a propriedade distributiva da multiplicação em relação à adição algébrica, multiplicando o monômio por cada termo do polinômio. Em seguida, adiciona-se algebricamente os resultados obtidos.</p><p><em>2º caso - Multiplicação de um polinômio por um polinômio:</em></p><p>Na <strong>multiplicação</strong> de um polinômio por outro polinômio, cada termo de um polinômio é multiplicado por todos os termos do outro. Em seguida, os resultados obtidos são adicionados algebricamente e, se possível, os termos semelhantes são reduzidos.</p><p><strong>Divisão de polinômios:</strong></p><p><em>1º caso - Divisão de um polinômio por um monômio:</em></p><p>Na <strong>divisão </strong>de um polinômio por um monômio não nulo, divide-se cada termo do polinômio pelo monômio e adicionam-se algebricamente os resultados obtidos.</p><p><em>2º caso - Divisão de um polinômio por um polinômio:</em></p><p>Para calcular esse tipo de divisão, siga o passo a passo:</p><ol><li><p>Ordene os polinômios segundo as potências decrescentes da variável. O dividendo deve estar na forma completa.</p></li><li><p>Divida o primeiro termo do dividendo pelo primeiro termo do divisor, obtendo, assim, o primeiro termo do quociente.</p></li><li><p>Multiplique cada termo do divisor pelo termo obtido como quociente no passo anterior e subtraia o resultado do dividendo, obtendo, assim, um resto parcial.</p></li><li><p>Divida o resto parcial pelo divisor, procedendo como no 2º e no 3º passos.</p></li></ol>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-14 19:10:29 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Produtos notáveis</title>
         <author>aprendizadosanimados</author>
         <link>https://padlet.com/aprendizadosanimados/6aigctbrfruvoa5y/wish/2992960081</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Quadrado da soma de dois termos:</strong></p><p>Na expressão (a + b)<sup>2</sup>, <strong>a</strong> é o 1º termo e <strong>b</strong>, o 2º termo. Sendo <strong>a</strong> e <strong>b</strong> dois valores quaisquer, tem-se: (a + b)<sup>2</sup> = a<sup>2</sup> + 2ab + b<sup>2</sup>.</p><p><strong>Quadrado da diferença de dois termos:</strong></p><p>Quando <strong>a</strong> e <strong>b</strong> possuem sinais iguais, tem-se <strong>2ab</strong> no resultado, e, quando possuem sinais diferentes, aparece <strong>–2ab</strong>. Já o quadrado do 1º termo e o quadrado do 2º termo são positivos, independentemente dos sinais de <strong>a</strong> e <strong>b</strong>.</p><p><strong>Produto da soma pela diferença de dois termos:</strong></p><p>Na expressão (a + b) · (a – b), <strong>a</strong> é o 1º termo e <strong>b</strong>, o 2º termo. Assim, o resultado do produto da soma pela diferença de dois termos pode ser descrito por a² + b².</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-14 19:24:25 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>A França do século XVIII</title>
         <author>aprendizadosanimados</author>
         <link>https://padlet.com/aprendizadosanimados/6aigctbrfruvoa5y/wish/2993016781</link>
         <description><![CDATA[<p>No fim dos anos 1800, a França era uma das monarquias da Europa com maior poder, seguida da Inglaterra. Ela foi governada, desde 1774, por Luís XVI e Maria Antonieta. O problema é que a monarquia era absolutista. Naquele momento ela também era um centro irradiador de cultura europeu.</p><p><strong>Sociedade estamental:</strong></p><p>Existia uma desigualdade na França. A população era separada em estamento, Estado e ordem. O primeiro estamento era composto pelo clero da Igreja. O segundo, pela nobreza. E o terceiro se originava dos plebeus.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-14 20:29:59 UTC</pubDate>
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         <title>A crise do final do século XVII</title>
         <author>aprendizadosanimados</author>
         <link>https://padlet.com/aprendizadosanimados/6aigctbrfruvoa5y/wish/2993040407</link>
         <description><![CDATA[<p>Ao passar do tempo, a desigualdade causou uma revolta. Isso aconteceu porque, por causa do clima, o trigo ia sumindo aos poucos. Logo as crises alimentícias se tornaram problemas. Outro fator foi a interferência da França na guerra com as treze colônias da América do Norte.</p><p><strong>A convocação da Assembleia dos Estados Gerais:</strong></p><p>O rei da França foi alarmado pelas reclamações dos ministros. Pelo menos, a aristocracia estava ao lado do rei. Ela iria aceitar os impostos se os privilégios aumentassem. Sem saída em relação à crise, Luís convocou a Assembleia dos Estados Gerais, uma reunião entre os representantes das três classificações.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-14 21:00:02 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Os EUA no mundo</title>
         <author>aprendizadosanimados</author>
         <link>https://padlet.com/aprendizadosanimados/6aigctbrfruvoa5y/wish/3066521071</link>
         <description><![CDATA[<p>Com um terreno de cerca de 10 milhões de quilômetros quadrados e acima do Trópico de Câncer, os Estados Unidos da América são o terceiro maior país em extensão, com aproximadamente 330 milhões de habitantes. Eles são a maior potência de economia, com um PIB equivalente a 20 trilhões de dólares.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-08-02 23:32:21 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Aspectos físicos dos EUA (Clima e vegetação)</title>
         <author>aprendizadosanimados</author>
         <link>https://padlet.com/aprendizadosanimados/6aigctbrfruvoa5y/wish/3066531944</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Temperado:</strong> dividido em oceânico (que sofre influência de oceanos e mares, amenizando a temperatura negativa do inverno) e continental (que sofre grande amplitude térmica entre o inverno e o verão). Presente em florestas temperadas e pradarias.</p><p><strong>Subtropical:</strong> verificado com grande amplitude térmica anual. As temperaturas variam de 0 a 10 graus Celsius (inverno) e  de 20 a 25 graus Celsius (verão). Presente em florestas subtropicais, estepes e pradarias.</p><p><strong>Tropical:</strong> possui temperaturas elevadas, com um inverno fraco e um verão intenso. Presente em florestas tropicais.</p><p><strong>Desértico:</strong> os índices pluviométricos chegam até 25 centímetros. A amplitude térmica é elevada. Presente perto das Montanhas Rochosas.</p><p><strong>Semiárido:</strong> os índices pluviométricos podem chegar até 60 centímetros. A sua amplitude é baixa. Presente em regiões semidesérticas.</p><p><strong>Polar:</strong> tem muitas temperaturas baixas e um chão coberto de gelo. Presente em tundras.</p><p><strong>Frio:</strong> também tem temperaturas baixas, mas são maiores que as do clima polar, permitindo a presença de árvores coníferas. Presente em florestas coníferas e vegetações de montanha.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-08-03 00:22:37 UTC</pubDate>
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         <title>As Guerras Napoleônicas e o Império Português</title>
         <author>aprendizadosanimados</author>
         <link>https://padlet.com/aprendizadosanimados/6aigctbrfruvoa5y/wish/3070120188</link>
         <description><![CDATA[<p>Em 1801, apesar de controlar territórios da América, da Ásia e da África, Portugal era conhecido como um dos países europeus com a situação econômica mais grave. Para resolver os problemas, conta com o comércio da Inglaterra. Só que a França tem como objetivo derrotá-la. Nos primeiros anos do século XIX, após a derrota naval francesa, Napoleão Bonaparte impôs o Bloqueio Continental para enfraquecer os centros econômicos ingleses, e, para piorar, Napoleão ameaçou destruí-los. Isso causou problemas em Portugal.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-08-07 22:02:01 UTC</pubDate>
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         <title>Sistema genital masculino</title>
         <author>aprendizadosanimados</author>
         <link>https://padlet.com/aprendizadosanimados/6aigctbrfruvoa5y/wish/3071861511</link>
         <description><![CDATA[<p>Quando participa da reprodução, um indivíduo do sexo masculino libera gametas masculinos, conhecidos como espermatozoides. Assim, o corpo muda.</p><p><strong>Componentes do sistema genital masculino:</strong></p><p>As estruturas que compõem o sistema genital dos homens são: pênis, uretra, testículos, escroto, epidídimo, dutos deferentes, próstata, glândulas seminais e glândulas bulbouretrais.</p><p><em>Pênis:</em></p><p>O pênis é uma espécie de proteção da uretra, um canal que elimina o sêmen e a urina. Graças ao estímulo sexual, a irrigação sanguínea dele aumenta, e origina a cópula. A abertura da uretra se chama glande e está localizada na extremidade do pênis.</p><p><em>Testículos e produção de gametas:</em></p><p>Os testículos são duas glândulas em formato de ovo localizados no escroto e abaixo do pênis. Eles são constituídos por muitos túbulos seminíferos, na qual formam os espermatozoides, que ganham mobilidade no epidídimo.</p><p><strong><em>Morfologia de um espermatozoide:</em></strong></p><p>Um espermatozoide é formado por três partes: cabeça, corpo e cauda. A cabeça é composta pelo núcleo (que representa a maior porção e contêm o DNA) e pelo acrossoma (um tecido com enzimas que ajudam o gameta a entrar no ovócito). O corpo contêm as mitocôndrias, responsáveis no movimento da cauda. E a cauda ajuda o gameta a se deslocar.</p><p><strong><em>Produção de testosterona:</em></strong></p><p>Dentro dos testículos, estão as células intersticiais, que produzem o principal hormônio sexual masculino: testosterona. Ela é produzida pelo feto durante a gestação e é responsável pela origem dos órgãos sexuais masculinos. Após o nascimento, as células ficam inativas até a puberdade. Após ela, a hipófise anterior libera o hormônio luteinizante, que estimula a testosterona, e o hormônio folículo-estimulante, responsável pela geração de espermatozoides. As influências da testosterona são o aumento do desejo sexual, a melhora no humor, a confiança, a função de memória, o crescimento muscular, o aumento da força física, o aumento da resistência, a manutenção da densidade óssea, a produção de células vermelhas do sangue, o crescimento de pelos, o aumento do colágeno, a produção do esperma, a função erétil e o crescimento da próstata.</p><p><em>Próstata e glândulas seminais:</em></p><p>Abaixo da glândula urinária, está a próstata, responsável por produzir o líquido prostático, que reduz a acidez na vagina e na uretra. Isso favorece a sobrevivência dos espermatozoides. As glândulas seminais têm o formato de bolsa e produzem um líquido que fortalece esses gameta e que é ejetado junto com o prostático. A secreção seminal é feita de carboidrato frutose e é usada pelas mitocôndrias. A união entre os espermatozoides e os fluídos se chama sêmen. Também existem as glândulas bulbouretrais, perto das seminais e da próstata. Durante o coito, elas secretam uma solução que limpa a uretra.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-08-09 21:58:06 UTC</pubDate>
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         <title>Sistema genital feminino</title>
         <author>aprendizadosanimados</author>
         <link>https://padlet.com/aprendizadosanimados/6aigctbrfruvoa5y/wish/3072239474</link>
         <description><![CDATA[<p>Esse sistema favorece não só a produção dos gametas, como também a do futuro embrião.</p><p><strong>Componentes do sistema genital feminino:</strong></p><p>Os componentes do sistema genital das </p><p>mulheres é dividido em duas áreas, as genitálias externa e interna.</p><p><em>Pudendo feminino e vagina:</em></p><p>Abaixo do ventre feminino, existem dois lábios que se estendem abaixo do púbis: os pequenos e os grandes. Eles são os principais componentes do pudendo feminino e protegem a uretra e o canal da vagina. Na região frontal e central do vestíbulo desta existe o clitóris, que é parecido com o pênis. A vagina, que mede 8X10 centímetros, é o canal que liga o útero ao meio. Esse canal é formado por uma membrana mucosa e uma parede de músculos, e é elástico para o pênis entrar e o bebê sair do parto. O hímen obstrui o orifício vaginal e costuma ser rompido nas primeiras relações sexuais, causando um provável sangramento. Contudo, o hímen varia entre as mulheres e pode não romper.</p><p><em>Útero, tubas uterinas e ovários:</em></p><p>O útero é formado por três camadas: o perimétrio (que reveste ele externamente), o miométrio (que protege mediamente) e o endométrio (que o cobre internamente). Acima do útero, existem as tubas uterinas, que ligam-no aos ovários. Os responsáveis pelo deslocamento do gameta feminino do ovário até a parte superior dessa tuba são o batimento dos cílios internos e os movimentos de relaxamento e de contração muscular. Nessa área, ocorre a fecundação do óvulo pelo espermatozoide. Os ovários são os correspondentes pelo local de produção, pela maturação e pela liberação de óvulos.</p><p><strong><em>Produção dos hormônios femininos:</em></strong></p><p>Além dos óvulos, os ovários produzem o estrogênio (que estimula o desenvolvimento dos caráteres sexuais) e a progesterona (que espessa o endométrio, aumenta a espessura e fica apto a receber o embrião na gestação). As influências do estrogênio nas mulheres são o ajustamento da temperatura corporal, a função de memória, o aumento da libido, a proteção contra o colesterol, a regulação da proteção deste, a estimulação da maturação dos ovócitos, o efeito antienvelhecimento, o crescimento das mamas, a amamentação, o fortalecimento dos ossos, o aumento da densidade óssea e a preparação mensal para gravidez/ciclo menstrual.</p><p><strong>Ovulação:</strong></p><p>Ao nascer, o bebê do sexo feminino contêm folículos ovarianos, que originam os óvulos. Dentro deles, estão os ovócitos I, prestes a serem formados. Geralmente, os ovócitos são maduros na puberdade, graças à secreção do hormônio folículo-estimulante, liberado pela hipófise. Depois, eles voltam ao amadurecimento até se tornarem um ovócito II. Esse é o gameta que contém os componentes celulares que desenvolvem o embrião. Após o amadurecimento, ocorre a ruptura do folículo ovariano, que libera o gameta feminino para as tubas uterinas. Esse processo se chama ovulação e é estimulado por um hormônio que é produzido na hipófise. Em seguida, o folículo é chamado de corpo lúteo e normalmente secreta hormônios sexuais para a manutenção do endométrio. Em torno dos cinquenta anos, o ciclo menstrual para, e a ovulação chega ao fim. Esse período é conhecido como menopausa.</p><p><strong>Menstruação:</strong></p><p>Durante o ciclo menstrual, a hipófise libera um hormônio que atua nos ovários e amadurece o folículo ovariano. Graças a isso, existe um aumento na produção do estrogênio, que provoca a espessura e a irrigação sanguínea do endométrio. A alta concentração desse hormônio estimula a liberação do luteinizante, que inicia a produção de progesterona. Caso a fecundação não ocorra, o ovócito II e o corpo lúteo se degeneram, os níveis hormonais caem e o endométrio descama. Assim, alguns vasos sanguíneos se rompem e iniciam a menstruação. Após a primeira vez, os períodos menstruais se tornam sucessivos e acontecem em intervalos de 28 dias. Nos dias de menstruação, os níveis do hormônio progesterona caem, assim dificultando a produção de substâncias. Logo, ocorrem desconfortos, resultando na tensão pré-menstrual.</p><p><strong>Fecundação:</strong></p><p>A fusão entre o espermatozoide e o ovócito II se chama fecundação. Para ocorrer a fusão, é necessária a chegada de espermatozoides no sistema genital feminino. Isso acontece no momento da relação sexual, por meio da ejaculação. Nesse momento, o batimento da cauda dos gametas do homem faz com que eles se movam para as tubas uterinas. Nas tubas, um deles penetra o ovócito II disponível, fertilizando-o. Nesse período, o espermatozoide perde a cauda e o ovócito II recebe o nome de óvulo. No período fértil, as chances da fecundação aumentam. Com isso, os espermatozoides são capazes de resistir por até 3 dias. Quando ocorre a fusão de núcleos de duas células germinativas, aparece o zigoto, que passa por um processo de divisão celular. No quinto ou sexto dia, o embrião chega ao útero e é implantado na parede uterina. Isso marca o início da gravidez. Se houver a liberação de mais de um ovócito II, pode ocorrer o nascimento de gêmeos.</p><p><strong>Gestação:</strong></p><p>Quando o embrião se fixa no útero, a placenta (uma estrutura composta por tecidos) é formada. Ela realiza as trocas gasosas entre a mãe e o feto, como nutre este. É importante saber que os sangues da mãe e do feto não se misturam. A placenta também produz o hormônio gonadotrofina coriônica, que ativa a produção de progesterona.</p><p><strong>Parto:</strong></p><p>Com o fim da gestação, as paredes uterinas se contraem e tentam expulsar o feto, graças à secreção de ocitocina. Durante o parto, a bolsa se rompe, e o líquido que a preenche é liberado. Pouco antes do nascimento, o bebê normalmente fica de cabeça para baixo, o que favorece o parto normal, saindo pelo canal vaginal. Caso não seja possível, é necessária uma cirurgia para o parto cesáreo, na qual sai pelo abdômen.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-08-10 21:08:58 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Classificação e elementos de um quadrilátero</title>
         <author>aprendizadosanimados</author>
         <link>https://padlet.com/aprendizadosanimados/6aigctbrfruvoa5y/wish/3090970373</link>
         <description><![CDATA[<p>Quadriláteros são figuras geométricas planas formadas por quatro lados e quatro ângulos. Eles podem ser classificados em convexos (quando todo o segmento de reta que une dois pontos é contido no quadrilátero) e côncavos (quando não é contido). No caso do convexo da imagem, os segmentos são lado (AB, BC, CD e AD), vértice (A, B, C e D), diagonal (AC e BD) e ângulo interno (Â, ^B, ^C e ^D).</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-08-27 21:12:12 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Estados Unidos: organização político-administrativa</title>
         <author>aprendizadosanimados</author>
         <link>https://padlet.com/aprendizadosanimados/6aigctbrfruvoa5y/wish/3090981891</link>
         <description><![CDATA[<p>Depois da independência, os Estados Unidos precisaram de uma organização administrativa. Assim, se tornaram um país federalista. Durante o federalismo, um país conserva o seu ser autônomo. Nesses momentos, os EUA tiveram alguns princípios, como a junção dos estados, as leis preeminentes ao governo, os poderes de Legislação, Juízo e Execução e o poder federal acima das leis fundamentais.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-08-27 21:25:30 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Lista de elementos da tabela periódica</title>
         <author>aprendizadosanimados</author>
         <link>https://padlet.com/aprendizadosanimados/6aigctbrfruvoa5y/wish/3092676027</link>
         <description><![CDATA[<p>Hidrogênio (H)</p><p>Hélio (He)</p><p>Lítio (Li)</p><p>Berílio (Be)</p><p>Boro (B)</p><p>Carbônio (C)</p><p>Nitrogênio (N)</p><p>Oxigênio (O)</p><p>Flúor (F)</p><p>Neônio (Ni)</p><p>Sódio (Na)</p><p>Magnésio (Mg)</p><p>Alumínio (Al)</p><p>Silício (Si)</p><p>Fósforo (P)</p><p>Enxofre (S)</p><p>Cloro (Cl)</p><p>Argônio (Ar)</p><p>Potássio (K)</p><p>Cálcio (Ca)</p><p>Escândio (Sc)</p><p>Titânio (Ti)</p><p>Vanádio (V)</p><p>Crômio (Cr)</p><p>Manganês (Mn)</p><p>Ferro (Fe)</p><p>Cobalto (Co)</p><p>Níquel (Ni)</p><p>Cobre (Cu)</p><p>Zinco (Zn)</p><p>Gálio (Ga)</p><p>Germânio (Ge)</p><p>Arsênio (As)</p><p>Selênio (Se)</p><p>Bromo (Br)</p><p>Criptônio (Kr)</p><p>Rubídio (Rb)</p><p>Estrôncio (Sr)</p><p>Ítrio (Y)</p><p>Zircônio (Zr)</p><p>Nióbio (Nb)</p><p>Molibdênio (Mo)</p><p>Tecnécio (Tc)</p><p>Rutênio (Ru)</p><p>Ródio (Rh)</p><p>Paládio (Pd)</p><p>Prata (Ag)</p><p>Cádmio (Cd)</p><p>Índio (In)</p><p>Estanho (Sn)</p><p>Antimônio (Sb)</p><p>Telúrio (Te)</p><p>Iodo (I)</p><p>Xenônio (Xe)</p><p>Césio (Cs)</p><p>Bário (Ba)</p><p>Lantânio (La)</p><p>Cério (Ce)</p><p>Praseodímio (Pr)</p><p>Neodímio (Nd)</p><p>Promécio (Pm)</p><p>Samário (Sm)</p><p>Európio (Eu)</p><p>Gadolínio (Gd)</p><p>Térbio (Tb)</p><p>Disprósio (Dy)</p><p>Hólmio (Ho)</p><p>Érbio (Er)</p><p>Túlio (Tm)</p><p>Itérbio (Yb)</p><p>Lutécio (Lu)</p><p>Háfnio (Hf)</p><p>Tântalo (Ta)</p><p>Tungstênio (W)</p><p>Rênio (Re)</p><p>Ósmio (Os)</p><p>Irídio (Ir)</p><p>Platina (Pt)</p><p>Ouro (Au)</p><p>Mercúrio (Hg)</p><p>Tálio (Tl)</p><p>Chumbo (Pb)</p><p>Bismuto (Bi)</p><p>Polônio (Po)</p><p>Ástato (At)</p><p>Radônio (Rn)</p><p>Frâncio (Fr)</p><p>Rádio (Ra)</p><p>Actínio (Ac)</p><p>Tório (Th)</p><p>Protactínio (Pa)</p><p>Urânio (U)</p><p>Neptúnio (Np)</p><p>Plutônio (Pu)</p><p>Amerício (Am)</p><p>Cúrio (Cm)</p><p>Berquélio (Bk)</p><p>Califórnio (Cf)</p><p>Einstênio (Es)</p><p>Férmio (Fm)</p><p>Mendelévio (Md)</p><p>Nobélio (No)</p><p>Laurêncio (Lr)</p><p>Rutherfórdio (Rf)</p><p>Dúbnio (Db)</p><p>Seabórgio (Sg)</p><p>Bóhrio (Bh)</p><p>Hássio (Hs)</p><p>Meitnério (Mt)</p><p>Darmstádtio (Ds)</p><p>Roentgênio (Rg)</p><p>Copernício (Cn)</p><p>Nihônio (Nh)</p><p>Fleróvio (Fl)</p><p>Moscóvio (Mc)</p><p>Livermório (Lv)</p><p>Tenesso (Ts)</p><p>Oganessônio (Og)</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-08-28 18:59:03 UTC</pubDate>
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         <title>As esculturas de Lygia Clark</title>
         <author>aprendizadosanimados</author>
         <link>https://padlet.com/aprendizadosanimados/6aigctbrfruvoa5y/wish/3231031194</link>
         <description><![CDATA[<p>A carioca Lygia Clark (1920-1988) desenvolveu uma série interativa de esculturas de alumínio em que o espectador manipulava a obra.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-23 15:56:52 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Física: o estudo dos fenômenos da natureza</title>
         <author>aprendizadosanimados</author>
         <link>https://padlet.com/aprendizadosanimados/6aigctbrfruvoa5y/wish/3396806413</link>
         <description><![CDATA[<p>Ela é a ciência do comportamento da matéria (tudo o que ocupa um espaço e possui massa) e da energia (o que é obtido para fazer determinada ação), desde os quarks, neutrinos e léptons até a UY Scuti. A Física surgiu a mais de cem mil anos atrás, quando começamos a interagir com a natureza. No século VII a.C., os filósofos gregos começaram a dividir a Ciência. Eles são importantes no assunto de ciência, política e ética. Entretanto, a Física surgiu no século XVII, graças a cientistas, entre eles Johannes Kepler (o criador do telescópio kepleriano) e Galileu Galilei (o que comprovou o heliocentrismo). Eles utilizaram o método científico. Com o avanço da ciência, conseguimos explorar através dos microcosmos e os macrocosmos.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-05 11:13:19 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Biologia: o estudo da vida</title>
         <author>aprendizadosanimados</author>
         <link>https://padlet.com/aprendizadosanimados/6aigctbrfruvoa5y/wish/3396812111</link>
         <description><![CDATA[<p>Ela é a ciência dos seres vivos. A Biologia se divide em especializações, contendo o estudo dos organismos que não podem ser vistos a olho nu e a análise da biosfera (o conjunto de todos os ambientes terrestres). Embora tenha sido estudada desde os tempos antigos, a Biologia só se desenvolveu no século XVI, graças ao método científico, ao microscópio e ao material genético, o que marcou essa área. </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-05 11:27:00 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Química: o estudo da matéria</title>
         <author>aprendizadosanimados</author>
         <link>https://padlet.com/aprendizadosanimados/6aigctbrfruvoa5y/wish/3396813859</link>
         <description><![CDATA[<p>Ela é a ciência das transformações materiais e enérgicas. A Química se conecta com todas as outras áreas, como mostrado na ilustração desse padlet.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-05 11:29:58 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Áreas de estudo da Física</title>
         <author>aprendizadosanimados</author>
         <link>https://padlet.com/aprendizadosanimados/6aigctbrfruvoa5y/wish/3396825121</link>
         <description><![CDATA[<p>Ela se divide em Mecânica, Termologia, Eletricidade, Ondulatória, Óptica, Moderna e Astronomia.</p><p><strong>Mecânica:</strong></p><p>Estuda o movimento, como uma manobra de <em>skate</em>.</p><p><strong>Termologia:</strong></p><p>Estuda os fenômenos térmicos e termodinâmicos, como água fervendo numa panela.</p><p><strong>Eletricidade:</strong></p><p>Estuda as ações da carga elétrica, como um aparelho eletrônico na tomada.</p><p><strong>Ondulatória:</strong></p><p>Estuda os diferentes tipos de ondas, como um violão sendo tocado.</p><p><strong>Óptica:</strong></p><p>Estuda os eventos luminosos, como uma câmera fotográfica.</p><p><strong>Moderna:</strong></p><p>Estuda as ações macrocósmicas e microcósmicas, como o uso de usinas nucleares.</p><p><strong>Astronomia:</strong></p><p>Estuda os fenômenos relacionados ao universo, como a ida de máquinas para Marte.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-05 11:48:20 UTC</pubDate>
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         <title>Áreas de estudo da Biologia</title>
         <author>aprendizadosanimados</author>
         <link>https://padlet.com/aprendizadosanimados/6aigctbrfruvoa5y/wish/3396835212</link>
         <description><![CDATA[<p>As áreas da Biologia são a Ecologia, a Botânica, a Genética, a Evolutiva, a Fisiologia e a Zoologia.</p><p><strong>Ecologia:</strong></p><p>Estuda a relação dos seres vivos com o ambiente</p><p><strong>Botânica:</strong></p><p>Estuda os aspectos das plantas.</p><p><strong>Genética:</strong></p><p>Estuda os genes e suas transmissões.</p><p><strong>Evolutiva:</strong></p><p>Estuda a evolução dos seres vivos ao passar dos anos.</p><p><strong>Fisiologia:</strong></p><p>Estuda o funcionamento dos organismos.</p><p><strong>Zoologia:</strong></p><p>Estuda os aspectos dos animais.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-05 12:03:57 UTC</pubDate>
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      </item>
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