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      <title>Análise da Obra Literária - Mayombe - Pepetela by Rafael Bento da Silva</title>
      <link>https://padlet.com/rafaelbentosax/69k7lfzdc07y7zyt</link>
      <description>Disciplina: Diálogo com a Literatura - a cultura em contexto
E.E. Aníbal Vítor Fava 
Santo Expedito SP</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-03-18 01:03:21 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2022-03-18 21:14:40 UTC</lastBuildDate>
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         <title>capa do livro</title>
         <author>lylyeday</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2022-03-18 10:52:03 UTC</pubDate>
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         <title>O tempo da obra é cronológico, com uma narrativa assaz linear. Quanto ao espaço, destaca-se o papel da floresta do Mayombe, por vezes considerada uma das protagonistas do livro, condicionando o comportamento das personagens.Ela é, ao mesmo tempo, uma figura materna, oferecendo abrigo e alimento, e um obstáculo, pois põe os guerrilheiros num estado de medo e solidão. É neste estado, porém, que os guerrilheiros amadurecem e se emancipam.</title>
         <author>lylyeday</author>
         <link>https://padlet.com/rafaelbentosax/69k7lfzdc07y7zyt/wish/2101713125</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2022-03-18 10:52:38 UTC</pubDate>
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         <title>Personagens</title>
         <author>soaresemily598</author>
         <link>https://padlet.com/rafaelbentosax/69k7lfzdc07y7zyt/wish/2101721021</link>
         <description><![CDATA[<div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;<strong>Teoria</strong>: professor da base pertencente ao MPLA. É filho de um português com uma africana.</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;<strong>Comissário</strong>: um dos líderes políticos do MPLA chamado João.</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;<strong>Chefe de Operações</strong>: um dos líderes do MPLA.</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;<strong>Sem Medo</strong>: o comandante do MPLA.</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;<strong>Lutamos</strong>: guerrilheiro do MPLA.</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;<strong>Verdade</strong>: guerrilheiro do MPLA.</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;<strong>Muatiânvua</strong>: guerrilheiro do MPLA.</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;<strong>Ekuikui</strong>: guerrilheiro do MPLA.</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;<strong>Pangu-A-Kitina</strong>: guerrilheiro do MPLA.</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;<strong>Milagre</strong>: guerrilheiro do MPLA.</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;<strong>Ingratidão do Tuga</strong>: guerrilheiro do MPLA.</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;<strong>Vewê</strong>: guerrilheiro do MPLA.</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;<strong>Mundo Novo</strong>: guerrilheiro do MPLA.</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;<strong>André</strong>: primo do comandante, responsável pelo envio de alimentos à Base.</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;<strong>Ondina</strong>: professora e noiva do Comissário.</div><div><br>&nbsp;nome: Emely soares n:4 serie: 2ano a</div><div>&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-18 10:59:16 UTC</pubDate>
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         <title>Enredo da Obra </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/rafaelbentosax/69k7lfzdc07y7zyt/wish/2101722055</link>
         <description><![CDATA[<div>O livro é dividido em seis capítulos: A Missão; A Base; Ondina; A Surucucu; a Amoreira e o Epílogo. Os personagens são nomeados como alegoria de guerra conforme os objetivos do MPLA. Assim, temos o personagem Sem Medo (o comandante), Teoria (o professor), Verdade e Lutamos (destribalizados) e Mundo Novo, representante da elite africana que vai estudar fora de país, entre outros.<br>&nbsp;<br>&nbsp;Ondina, a personagem feminina, é a mulher que instaura as<br>transformações em alguns guerrilheiros do Mayombe. Por exemplo, o Comissário<br>Político, seu noivo, é obrigado a amadurecer diante da traição e do rompimento<br>da relação com ela. Sem Medo é impelido a refletir sobre o amor e a sacrificar<br>seu desejo por ela.&nbsp;<br>&nbsp;Interessante notar que Ondina é a personagem que não tem voz<br>na narrativa de Pepetela, o que reflete a crítica para a desigualdade de gênero<br>na luta instaurada em Angola por libertação e justiça.<br>&nbsp;&nbsp;<br>&nbsp;Por fim, a floresta – personagem – gesta um novo homem para<br>um novo momento histórico em Angola. Pepetela, por meio da apropriação do<br>espaço do Mayombe, procura, simbolicamente, percorrer a história angolana por<br>meio do território invadido e ocupado pelos colonos, seja no que diz respeito à<br>terra ou à identidade do povo de Angola.&nbsp;<br><br>Enyla Vitória<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-18 11:00:06 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Informações da obra </title>
         <author>isabelaromeu20</author>
         <link>https://padlet.com/rafaelbentosax/69k7lfzdc07y7zyt/wish/2101723999</link>
         <description><![CDATA[<div>Pepetela (Artur Carlos Maurício Pestana dos Santos) <strong>nasceu em 29 de outubro de 1941, em Benguela,</strong> cidade <a href="https://brasilescola.uol.com.br/geografia/angola.htm">angolana</a>. Com 15 anos de idade, foi para a cidade de Lubango, onde iniciou seu engajamento político.<br>Em 1958,<strong> mudou-se para Portugal</strong>, onde estudou no Instituto Superior Técnico e na Universidade de Lisboa. Durante os quatro anos que viveu nesse país, participou de discussões na Casa dos Estudantes do Império, uma espécie de albergue para estudantes das colônias portuguesas, onde grupos de estudantes anticolonialistas e antifascistas refletiam sobre política e <a href="https://brasilescola.uol.com.br/cultura/">cultura</a>.&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; <strong><br>Prêmios de Pepetela<br></strong><br></div><ul><li>Prêmio Nacional de Literatura (1980 e 1985) — Angola.<br><br></li><li>Prêmio Especial dos Críticos de São Paulo (1993) — Brasil.<br><br></li><li>Camões (1997) — Brasil/Portugal.<br><br></li><li>Prinz Claus (1999) — Holanda.<br><br></li><li>Prêmio Nacional de Cultura (2002) — Angola.<br><br></li><li>Escritor Galego Universal (2007) — Espanha.<br><br></li><li>Rosalía de Castro (2014) — Espanha.<br><br></li><li>Fonlon-Nichols (2015) — Associação de Literatura Africana (ALA).<br><br></li><li>Casino da Póvoa (2020) — Portugal<br>&nbsp;</li></ul><div><br><strong><br>Obras de Pepetela&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;&nbsp;</strong></div><ul><li><em>As aventuras de Ngunga</em> (1973) — romance<br><br></li><li><em>Muana Puó</em> (1978) — romance<br><br></li><li><em>A corda</em> (1978) — teatro<br><br></li><li><em>A revolta da casa dos ídolos</em> (1979) — teatro<br><br></li><li><em>Mayombe</em> (1980) — romance<br><br></li><li><em>O cão e os caluandas</em> (1985) — romance<br><br></li><li><em>Yaka</em> (1985) — romance<br><br></li><li><em>Lueji, o nascimento de um império</em> (1989) — romance<br><br></li><li><em>A geração da utopia</em> (1992) — romance<br><br></li><li><em>O desejo de Kianda</em> (1995) — romance<br><br></li><li><em>Parábola do cágado velho</em> (1996) — romance<br><br></li><li><em>A gloriosa família</em> (1997) — romance<br><br></li><li><em>A montanha da água lilás</em> (2000) — romance<br><br></li><li><em>Jaime Bunda, agente secreto</em> (2001) — romance<br><br></li><li><em>Jaime Bunda e a morte do americano</em> (2003) — romance<br><br></li><li><em>Predadores</em> (2005) — romance<br><br></li><li><em>O terrorista de Berkeley, Califórnia</em> (2007) — romance<br><br></li><li><em>O quase fim do mundo</em> (2008) — romance<br><br></li><li><em>Contos de morte</em> (2008) — contos<br><br></li><li><em>O planalto e a estepe</em> (2009) — romance<br><br></li><li><em>Crônicas com fundo de guerra</em> (2011) — crônicas<br><br></li><li><em>A sul. O sombreiro</em> (2011) — romance<br><br></li><li><em>O tímido e as mulheres</em> (2013) — romance<br><br></li><li><em>Crônicas maldispostas</em> (2015) — crônicas<br><br></li><li><em>Se o passado não tivesse asas</em> (2016) — romance<br><br></li><li><em>Sua Excelência de corpo presente</em> (2018) — romance&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;<br><br></li></ul><div><strong><br></strong><br>Referências<br><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Pepetela">https://pt.wikipedia.org/wiki/Pepetela</a></div><div><a href="https://brasilescola.uol.com.br/literatura/pepetela.htm">https://brasilescola.uol.com.br/literatura/pepetela.htm<br></a><br><strong>Aluna Isabela Soares Romeu</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-18 11:01:51 UTC</pubDate>
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         <title>Foco Narrativo</title>
         <author>dou680777</author>
         <link>https://padlet.com/rafaelbentosax/69k7lfzdc07y7zyt/wish/2101730463</link>
         <description><![CDATA[<div>O processo de narração é responsável direto por essa aproximação. Há basicamente dois modelos de Foco narrativo: a maior parte do livro é narrada em 3ª pessoa, com um narrador onisciente e onipresente.&nbsp;<br>Porém, há momentos em que os personagens assumem a fala em 1ª pessoa. A identificação desses momentos é fácil, pois eles sempre são iniciados da mesma forma:<br><br></div><div><strong><em>Eu, o narrador, sou (nome do personagem)</em></strong><em><br></em><br></div><div>Dentro da floresta do Mayombe, os guerrilheiros angolanos planejam uma série de ataques aos colonos portugueses ainda instalados no país africano. O Mayombe é descrito logo de cara:<br><br></div><div><strong><em>“As árvores enormes, das quais pendiam cipós grossos como cabos, dançavam em sombras com os movimentos das chamas. Só o fumo podia libertar-se do Mayombe e subir, por entre as folhas e as lianas dispersando-se rapidamente do alto, como água precipitada por cascata estreita que se espalha num lago.”<br></em></strong><em><br></em><strong>Fonte: </strong>https://geekiegames.geekie.com.br/blog/livros-fuvest-mayombe-resumo/<strong><br><br></strong>Douglas Elias de Lima</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-18 11:07:51 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Tempo cronológico/psicológico </title>
         <author>annabeatrizgoncalvesb023</author>
         <link>https://padlet.com/rafaelbentosax/69k7lfzdc07y7zyt/wish/2101745020</link>
         <description><![CDATA[<div>A <strong>narrativa ocorre durante a<br>Guerra de Independência de Angola</strong>. A princípio, portanto, em algum momento entre 1961 e 1974.<br>No entanto, o personagem Sem Medo menciona sua ida à Europa em 1962 e sua volta<br>para a guerrilha em 1964. Por fim, no epílogo, temos o relato do último<br>narrador — o Comissário Político —, assinado em Dolisie, no ano de 1971.<br><br>Referencia: https://brasilescola.uol.com.br/literatura/mayombe.htm<br>&nbsp;<br> Anna Beatriz Gonçalves Moreira<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://brasilescola.uol.com.br/literatura/mayombe.htm" />
         <pubDate>2022-03-18 11:21:20 UTC</pubDate>
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         <title>Analíse da obra Mayombe</title>
         <author>lujuju18</author>
         <link>https://padlet.com/rafaelbentosax/69k7lfzdc07y7zyt/wish/2102483174</link>
         <description><![CDATA[<div><br></div><div>Como se dá a luta de um povo que muitas vezes não tem voz? A proposta de <em>Mayombe</em> é justamente esta: narrar uma história por muitos ignorada, mas com fundamental importância para a <strong>libertação dos povos </strong><a href="https://www.stoodi.com.br/blog/geografia/africa-tudo-sobre-esse-continente-incrivel/"><strong>africanos</strong></a>. Essa é uma das belezas da <a href="https://www.stoodi.com.br/blog/portugues/literatura/">Literatura</a>.<br><br></div><div><em>Mayombe</em> nos conta a história de vários personagens que integravam as tropas angolanas contra Portugal. Aqui, o objetivo de Pepetela é fazer com que cada “tipo” participante da luta fosse representado.<br><br></div><div><strong>Angola era composta por muitas</strong> <strong>tribos</strong>, muitas delas rivais. Cada uma tinha seu próprio idioma, seus costumes e modo de vida. Quando unidas, isso gerou uma certa tensão interna, ainda que todos estivessem lutando por um objetivo em comum.<br><br></div><div>Esse aspecto é muito bem explorado na obra, enquanto navegamos pelo íntimo de cada personagem. Tudo isso, é claro, tendo um <strong>personagem principal: a própria floresta do </strong><strong><em>Mayombe</em></strong>, que, como em <a href="https://www.stoodi.com.br/materias/literatura/aluisio-azevedo-o-cortico/personagens/"><em>O cortiço</em></a>, por vezes aparece como um <strong>organismo vivo e dotado de decisões e sentimentos</strong>.<br><br></div><div>Observação: além da participação da floresta em todo o enredo, outro personagem oculto é muito importante: o idioma português. Foi por meio dele que as tropas — vindas de tribos diferentes, com linguagens diversas — se comunicaram e conseguiram alcançar seus objetivos.<br><br>Fonte:https://www.google.com/amp/s/www.stoodi.com.br/blog/portugues/mayombe/amp/<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-18 20:08:03 UTC</pubDate>
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