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      <title>Mural Leitura 11ºE by Isabel Araújo</title>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2025-03-07 09:20:35 UTC</pubDate>
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         <title>Livro A Metamorfose</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>O livro <em>A Metamorfose</em> é uma obra da autoria de Franz Kafka, um escritor checo de uma família judaica da pequena burguesia. Este é um dos livros mais emblemáticos da literatura do século XX. O livro foi publicado em 1915 e pertence ao género da ficção e da literatura fantástica, é considerado uma das mais poderosas reflexões sobre a identidade, a condição humana e a alienação. As obras de Kafka apresentam como principais temas o absurdo e a luta dos indivíduos pela liberdade e identidade.</p><p>Recentemente, lemos este livro e ficamos impressionadas com a forma como a obra reflete sobre a alienação na sociedade moderna. Escolhemos este livro pela sua relevância atemporal e pelos temas atuais retratados no livro. Achamos muito interessante como Kafka nos faz refletir de uma forma profunda sobre a experiência humana.</p><p>Esta obra narra a história de Gregor Samsa, um homem que quando acorda de manhã está transformado num grande inseto. Esta mudança altera profundamente a sua vida e a da sua família, principalmente a forma como as pessoas o observam. A obra é curta e decorre maioritariamente no quarto de Gregor, intensificando assim o desconforto existente na história. A linguagem da obra é descritiva e objetiva, mas com uma grande carga simbólica e metafórica, como muitas ambiguidades, permitindo que os leitores interpretem de várias formas a obra.</p><p>A metamorfose de Samsa é uma metáfora para a alienação, o peso das responsabilidades familiares e a perda de identidade. A sua transformação não é apenas física, mas reflete também o distanciamento da sociedade e principalmente, da sua própria família. No início da obra, Gregor não se consegue comunicar com as outras pessoas e percebe que a sua existência passou a ser indiferente para o resto da família, que o vê como um fardo e não como um ser humano. Esta desconexão física e emocional entre o Gregor e a família é uma das reflexões mais fortes do livro sobre a pressão que a sociedade e a família colocam sobre os indivíduos. A metamorfose de Gregor é, simbolicamente, uma forma de nos fazer questionar sobre até onde a nossa identidade e personalidade podem ser influenciadas pela nossa família e pela sociedade em geral. O sofrimento de Gregor, quando foi reduzido a um simples “bicho”, incapaz de se adequar à sua vida anterior, demonstra as crises de identidade e os dilemas existenciais que muitas pessoas enfrentam ao lidar com as pressões sociais, profissionais e familiares.</p><p>Concluindo, a obra <em>A Metamorfose</em> permanece extremamente relevante nos dias de hoje, devido à sua reflexão profunda sobre a alienação e as crises existenciais. O livro não é apenas sobre um homem que sofre uma transformação num inseto, mas uma reflexão sobre a sociedade, a família e o trabalho, que acabam por reduzir os seres humanos à condição de objetos descartáveis. O livro permite-nos refletir sobre a nossa identidade e o nosso valor como pessoas. Nós recomendamos a leitura desta obra para as pessoas que queiram explorar a complexidade da condição humana e que procuram entender as questões atemporais sobre a identidade. Este livro retrata a nossa sociedade que casa vez é mais alienada e impessoal.</p><p>Grupo: Bia Martins, Lara Carneiro e Maria Mota</p><p>&nbsp;</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-27 19:48:03 UTC</pubDate>
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         <title>O vício dos livros de Afonso Cruz</title>
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         <description><![CDATA[<p><em>    O vício dos livros</em> de Afonso Cruz, tem como objetivo fazer-nos refletir sobre a leitura na vida das pessoas. Afonso Cruz é um escritor, ilustrador, cineasta e músico da banda “The Soaked Lamb”, que já recebeu vários prémios e distinções nas diversas áreas em que trabalha. O livro está escrito em prosa, contém 31 contos para mostrar a importância de um livro e exalta isso com as suas experiências, como também com de outras pessoas que também gostam de ler.</p><p>&nbsp;&nbsp;&nbsp; Este livro surge no contexto pós-pandemia, onde muitas pessoas redescobriram a leitura como uma forma de refúgio e introspeção, encontrando nos livros um escape para a realidade incerta e desafiadora. Destacamos 7 contos neste livro: “Feridas Abertas”, que nos fala de certas feridas que não devemos esquecer para evitar erros do passado, pois faz-nos ter pensamento crítico, mente aberta e valores de sabedoria e verdade. Já o conto “Porque não há muitos leitores” refere que a maior parte das pessoas argumenta que “tem falta de tempo”, mas quem quer ler livros tem sempre tempo, pois a leitura promove a reflexão crítica, a empatia e a imaginação que outras formas de entretenimento não oferecem, fazendo analogia com o conto “A morte, perante os livros, fica sem poder” pois está comprovado com o “efeito de Xerazade”, um estudo de Yale, que ler 30 minutos por dia fará viver, em média mais dois anos. Por fim temos os contos: “Para roubar como deve de ser é preciso cultura”, “Um pão e um livro”, “Liberdade” e “O terceiro pulmão de Bagdade”, estes têm em comum o facto de transmitirem valores como justiça, igualdade, progresso e cultura, provocada pela a leitura do livro que torna a sociedade iluminada com liberdade de expressão, com mais conhecimento e com esperança de enfrentar os desafios, transformando a sociedade.</p><p>&nbsp;&nbsp;&nbsp; Concluindo, os livros trazem benefícios para a nossa saúde mental e física: estimula o cérebro, é um entretenimento, ajuda-nos a ter mais longevidade e fomenta a liberdade de expressão que é um veículo transformador da sociedade.</p><p><br></p><p>Grupo: Sofia Santana, Dinis Mendes e Rúben Lima</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-27 21:13:47 UTC</pubDate>
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         <title>Não forces, a vida flui - Manuel Clemente </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p><em>   “Não forces, a vida flui” </em>é uma obra inspiradora que nos convida a refletir sobre a necessidade de controlar a vida e a ansiedade que isso nos traz. Manuel Clemente, conhecido pelo seu trabalho na área de desenvolvimento pessoal, apresenta uma abordagem fácil e prática para quem pretende aprender a aceitar a incerteza e a viver com mais calma. Escolhemos esta obra devido ao seu tema atual, uma vez que muitos de nós lutam contra a necessidade constante de prever e controlar o futuro.</p><p>   O livro está estruturado em vários capítulos que exploram diferentes aspetos da ansiedade e do desejo de querer controlar tudo. Clemente utiliza exemplos do dia a dia e reflexões filosóficas para mostrar como a tentativa de forçar resultados gera apenas mais sofrimento. A sua escrita é fluida e envolvente, o que facilita a compreensão dos conceitos apresentados. O autor defende que a ansiedade é, geralmente, fruto da nossa resistência à realidade tal como ela é. Ele recorre a ideias de pensadores como David Hume e Descartes para explicar como a nossa mente cria cenários imaginários que aumentam o medo e a incerteza. A leitura é enriquecedora, pois combina filosofia, psicologia e aceitação.</p><p>   O que mais apreciamos na obra foi a forma como Manuel Clemente consegue transmitir conceitos complexos de uma forma simples e aplicável. A mensagem principal do livro - "não forces, a vida flui" — convida o leitor a adotar uma perspetiva mais flexível e a confiar no processo natural da vida. Identificamo-nos particularmente com a discussão sobre a ilusão do controlo e como esta necessidade gera apenas mais tensão. Contudo, um ponto que poderia ter sido mais desenvolvido é a exploração de estudos científicos que comprovem os benefícios da abordagem sugerida pelo autor.</p><p>Embora os exemplos práticos sejam inspiradores, a inclusão de referências científicas poderia reforçar a credibilidade da obra.</p><p>   Em suma, "Não Forces, a Vida Flui" é um livro essencial para qualquer pessoa que deseja aprender a lidar melhor com a ansiedade e a imprevisibilidade da vida. Com uma abordagem fácil e reflexiva, Manuel Clemente oferece ferramentas práticas para nos libertarmos da pressão de querer controlar tudo. Recomendamos a leitura desta obra, pois proporciona esclarecimentos valiosos sobre a relação entre a mente e as emoções, incentivando uma vida mais leve e equilibrada.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-27 21:38:00 UTC</pubDate>
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         <title>“Não forces, a vida flui”</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>&nbsp;Recentemente li um livro intitulado <em>“Não forces, a vida flui” </em>de Manuel Clemente, um escritor que se interessa pela mente humana e que adora deconstruir a realidade.</p><p>&nbsp;O livro que mencionei ao longo das suas páginas fala sobre a dificuldade de aceitarmos que não temos o poder de controle sobre tudo na nossa vida, há coisas que têm um fluxo natural e só temos que o aceitar. Ao longo da leitura que vamos fazendo, percebemos que o livro pode ajudar- -nos a aprender a lidar melhor com as nossas ansiedades e medos que possivelmente tenha-mos do futuro, ou até de coisas que ainda nem aconteceram, mas que acabamos por imaginar como seriam.</p><p>&nbsp;Ao longo do livro o autor propõe que a verdadeira felicidade vem da aceitação do fluxo natural da vida, em vez de forçar situações ou resultados, de um modo claro e sem rodeios, como podemos verificar em “só&nbsp;tens de ser tu próprio”, em que o autor usa um vocabulário de fácil entendimento. Manuel Clemente no seu livro propõe também uma abordagem de aceitação e confiança no processo e nas mudanças, contrariando várias crenças sociais.</p><p>&nbsp;No geral <em>“</em>Não forces, a vida flui<em> </em>é um livro que pode ser usado como um psicólogo para pensamentos ou comportamentos que o ser humano pode ter inconscientemente. Convida os seus leitores a refletirem sobre as suas ações, razões e ansiedades de modo mais detalhado e a procurarem libertarem-se dessa ansiedade e falta de controle.</p><p><br/></p><p>Isa Barbosa </p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-27 21:56:56 UTC</pubDate>
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         <title>&quot;Se eu ficar&quot;</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Se Eu Ficar, de Gayle Forman, que foi publicado em 2009, é um romance jovem adulto que mistura drama, romance e reflexões sobre a vida e a morte. O enredo acompanha Mia Hall, uma jovem violoncelista que, após um acidente de carro, se encontra em um estado intermediário entre a vida e a morte. A partir desse ponto, ela relembra momentos marcantes de sua vida enquanto precisa tomar uma decisão crucial: continuar a viver ou partir.</p><p>A escrita de Gayle é envolvente e fluída, intercalando o presente com "flashbacks" que enriquecem a narrativa. A escolha desse formato permite que o leitor compreenda profundamente as relações e os dilemas da protagonista. A temática do livro, centrada no amor, perda e escolha, é abordada de maneira sensível e marcante, proporcionando momentos de grande emoção.</p><p>As personagens são bem construídas, com destaque para Mia, cuja paixão pela música a define de maneira autêntica. A dinâmica entre ela e Adam, seu namorado, é envolvente, ainda que pudesse ser mais aprofundada. A relação de Mia com seus pais e seu irmão é especialmente tocante, conferindo à obra um peso emocional significativo.</p><p>Apesar de sua carga dramática intensa, o livro pode parecer previsível em alguns momentos, especialmente para leitores acostumados com esta literatura. No entanto, a mensagem principal da história é sobre o poder das escolhas e a importância dos laços afetivos.</p><p>A obra fez grande sucesso, sendo adaptada para o cinema em 2014. Embora a adaptação tenha dividido opiniões, o livro segue como uma leitura recomendável para quem aprecia narrativas emocionantes e reflexivas.</p><p>Em suma, com a sua escrita delicada e um enredo que convida à introspeção, Se Eu Ficar é um livro capaz de emocionar e provocar reflexões sobre os momentos da vida e a força das relações humanas.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-31 16:20:58 UTC</pubDate>
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         <title>O mundo à beira de um ataque de nervos - Matt Haig</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>  Lemos recentemente <em>O Mundo à Beira de um Ataque de Nervos,</em> de Matt Haig, lançado em 2019. A ansiedade e a depressão têm sido temas centrais no debate atual, e o livro oferece uma visão crua e honesta das lutas interiores que muitas pessoas enfrentam. Haig, um escritor britânico com experiência pessoal em saúde mental, partilha essas vivências de forma íntima e autêntica nas suas obras. Além deste livro, escreveu também <em>Razões para Continuar a</em> <em>Viver</em>, onde aborda diretamente a sua luta contra a depressão, consolidando-se como uma voz relevante na literatura contemporânea sobre o tema.</p><p>&nbsp;&nbsp;&nbsp; A obra narra a história de Matt, um homem que, após um ataque de pânico, começa a questionar o rumo da sua vida e sente que está a perder o controlo. A narrativa mergulha na mente do protagonista, permitindo ao leitor compreender os seus medos e dificuldades. A escrita de Haig é simples, mas profundamente comovente, oferecendo uma reflexão honesta sobre a saúde mental e o impacto nas relações pessoais e no dia a dia.</p><p>&nbsp;&nbsp; O que torna o livro verdadeiramente cativante é a maneira realista com que Haig descreve a depressão e a ansiedade. Uma das passagens mais fortes é quando a depressão é comparada a um peso que se instala no fundo do estômago, uma metáfora clara do sufoco e da impotência que muitos experienciam. Além disso, o autor critica a pressão social para sermos sempre felizes, algo especialmente relevante no contexto atual, onde os meios de comunicação promovem uma imagem irreal de felicidade constante. Haig consegue equilibrar temas pesados com humor sarcástico, tornando a leitura acessível, sem perder a seriedade.</p><p>&nbsp;&nbsp; Esta obra, apesar de tratar de temas difíceis, é profunda e leve ao mesmo tempo, proporcionando uma experiência emocionalmente rica e introspetiva. O Mundo à Beira de um Ataque de Nervos é, assim, um livro essencial para quem deseja compreender melhor a ansiedade e a depressão, oferecendo uma abordagem honesta e sensível que ressoa em muitos leitores.</p><p><br/></p><p>Trabalho realizado por:</p><p> - Joana Veiga;</p><p> - Márcia Tavares; </p><p>- Luana Carneiro;</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-01 13:46:20 UTC</pubDate>
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         <title>O Retrato de Dorian Gray- Óscar Wilde </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Recentemente, no âmbito das disciplinas de português, moral e filosofia, lemos o livro</p><p>intitulado <em>O Retrato de Dorian Gray,</em> da autoria de Oscar Wilde. No nosso ponto de vista,</p><p>esta leitura foi bastante enriquecedora, profunda e reflexiva. O romance é um clássico da</p><p>literatura inglesa, no entanto, aborda temas que continuam a ser bastante importantes e</p><p>atuais, nomeadamente a vaidade, a imoralidade, a influência que os outros têm sobre nós</p><p>e a corrupção.</p><p>Esta história gira em torno de Dorian Gray, um rapaz jovem e com uma beleza única, esta</p><p>beleza encantou um pintor chamado Basil Hallward, tornando-se assim o modelo do</p><p>mesmo. Basil estava várias vezes com Dorian para o desenhar, e um certo dia Dorian</p><p>conhece Lord Henry, amigo de Basil, que é caracterizado por ser um homem cínico e</p><p>hedonista. Depois deste encontro, Dorian influenciado por Lord Henry deseja permanecer</p><p>jovem para sempre, estando disposto a sacrificar a sua alma para atingir essa finalidade. À</p><p>medida que a história se vai desenrolando, o retrato envelhece e torna-se cada vez mais</p><p>horrendo, refletindo as ações imorais de Dorian.</p><p>Apreciamos bastante este romance, salientando três razões. Em primeiro lugar, a crítica</p><p>social que se estende até aos dias de hoje. Wilde expõe a hipocrisia da sociedade vitoriana,</p><p>uma sociedade que valorizava a aparência e a reputação, mas escondia vícios e atitudes</p><p>imorais, criticando assim esta dualidade e refletindo sobre a tensão entre a moral</p><p>conservadora e o desejo de liberdade individual. Em segundo lugar, a mudança em termos</p><p>psicológicos, de Dorian Gray que vai ocorrendo ao longo da história. No início da história</p><p>Dorian mostra-se um jovem puro e simpático, mas com o desenrolar da história ele</p><p>vai-se tornando um ser sem escrúpulos, que faz de tudo para atingir o seu objetivo, ou</p><p>seja, a beleza eterna. Por último, mas não menos importante, a forma como o livro é</p><p>escrito, a escrita do livro é elegante, cheia de aforismos, que se estendem até aos dias</p><p>de hoje.</p><p>Concluindo, <em>O Retrato de Dorian Gray</em> é uma obra intemporal, que nos faz refletir</p><p>sobre a moralidade e a identidade. Esta obra alerta-nos sobre os perigos do</p><p>hedonismo descontrolado e o peso negativo que a influência externa pode ter sobre nós.</p><p>Este perigo é evidente nos dias de hoje e para o qual devemos estar preparados e</p><p>atentos. Nós recomendaríamos a leitura deste livro, no entanto a partir da idade certa, já</p><p>que é um livro com profundidade filosófica e com personagens complexas.</p><p>Grupo: Inês Santos e Inês Nunes</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-03 15:35:52 UTC</pubDate>
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