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      <title>Alfabetização, Letramento e Tecnologias Digitais by LORENA BARBARA RIBEIRO</title>
      <link>https://padlet.com/lorenabarbarauab/683ob5093dyr7e5f</link>
      <description>Síntese coletiva do texto</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2023-11-09 23:13:27 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2023-11-15 19:32:56 UTC</lastBuildDate>
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         <title>Síntese do texto Laboratórios experimentais</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/lorenabarbarauab/683ob5093dyr7e5f/wish/2785715774</link>
         <description><![CDATA[<p>O texto aborda sobre como a sociedade tem reduzido o indivíduo apenas a sua relevância econômica, uma formação para o empreendedorismo voltado para o desenvolvimento pessoal e privado, esquecendo o coletivo.</p><p><br/></p><p>A prática educativa, para os autores, deve suscitar a criatividade para o bem comum e autonomia das crianças, através de arranjos criativos e postura colaborativa.</p><p><br/></p><p>Os autores apresentam, então, três exemplos de projetos em forma de laboratório como espaços sociais de convivência, dentro do contexto da educação formal no Brasil. Os autores defendem, ainda, que se deve construir uma "atitude hacker" para promover a resolução de problemas num ambiente escolar criativo, flexível de colaboração entre professores e alunos. Assim, a aprendizagem será compartilhada entre os alunos, fomentando sua autonomia. Este ambiente se opõe à formação tradicional que reduz a educação apenas à formação para o mercado de trabalho.</p><p><br/></p><p>Daniele Silva </p><p>Verônica Cristina José </p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2023-11-11 15:09:48 UTC</pubDate>
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         <title>Síntese do texto</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Em pleno século XXI, os jovens ainda têm dificuldades em se adaptar às novas tecnologias, essa geração ao invés de se expandir as novas possibilidades consequentemente  precisam se reinventar na busca de empreender com criatividade e autonomia , para ganhar um espaço na sociedade e no mercado de trabalho. </p><p>A educação formal cria iniciativas. Muitas vezes com algumas limitações mesmo assim tiveram projetos visíveis que  potencializaram  as práticas  tornando um ambiente onde os jovens assimilaram novos conhecimentos e recursos tecnológicos.</p><p>Nessas experiências onde tiveram êxito foram observados que os jovens tiveram um interesse maior utilizando da sua própria vontade os horários do recreio, foi observado também o desejo de criação e a descoberta de talentos e de uma cultura aberta e de autonomia.</p><p>Por conseguinte compreendemos que mesmo nos espaços em branco na educação informal é importante e válido toda a iniciativa para que os jovens invistam na criatividade, ideias, inovação propiciando assim um futuro promissor  ,permanente nesse mundo globalizado e digital.</p><p><br/></p><p>Patrícia Lopes e Anny Clessia </p>]]></description>
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         <pubDate>2023-11-11 15:20:32 UTC</pubDate>
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         <title>Síntese do texto Laboratórios experimentais: espaços em branco na educação formal</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>O texto laboratório experimental espaços em brancos na educação formal de Felipe Fonseca e Luciana Fleischman, aborda experiências exitosas na educação formal a partir do que os autores chamam de "espaços em branco".</p><p> Os autores sugerem a imersão em uma cultura de abertura na qual a criatividade do estudante é voltada ao bem comum e a autonomia em vez de expor os estudantes a lógica usual do empreendedorismo comercial. Para tal, apresentam o uso de laboratórios como espaços sociais de convivência e aprendizagem intencional deixada em branco, e com isso surgem novos arranjos e metodologias que auxiliam a educação formal estabelecida a questionar as expectativas da própria escola, do mercado e da sociedade mais ampla, levando o estudante a construir uma "atitude hacker".</p><p> Dentre as experiências destacadas no texto para tornar possível preenchimento de forma intencional desses espaços em branco na Educação básica, os autores trazem os seguintes projetos: o projeto Aprender Brincando que desenvolve atividades colaborativos em arte-ciência, cultura e tecnologia. O segundo projeto destacada foi o projeto EletriCAP, uma oficina de música eletrônica e o último: o projeto Res-telinha, um programa de residências em educação arte e tecnologia.</p><p> Em todas essas experiências, o foco está nos processos de pesquisa e na construção colaborativa entre todos os sujeitos envolvidos. Apesar dos desafios existentes nas escolas públicas, os autores mostram que os laboratórios experimentais são possíveis e relevantes para tornar a educação pública um terreno fértil para uma aprendizagem mais significativa.</p><p><br/></p><p>Michele Nascimento </p><p>Daniele Santana </p>]]></description>
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         <pubDate>2023-11-11 15:22:17 UTC</pubDate>
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         <title>Síntese do texto Laboratórios experimentais : espaços em branco na educação formal . Estudantes: Carine de Andrade Santos e Cilene de Andrade Santos Valença.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/lorenabarbarauab/683ob5093dyr7e5f/wish/2785723591</link>
         <description><![CDATA[<p>O texto apresenta em seu corpo um descompasso  entre os modelos tradicionais de ensino e o universo de inovações contemporâneas que as pessoas em especial estudantes estão inseridos e ao mesmo tempo precisam de maturidade para enfrentar tempos difíceis como crise econômica, desumanização do cenário urbano, o eminente colapso ambiental e a falta de políticas públicas. Mesmo em meio a mudanças e desafios o sistema educacional insiste em continuar agravando com  mecanismos que restringem novas possibilidades de protagonismo do estudante . Felipe Fonseca e Luciana Fleischmann citam exemplos de projetos de crianção de laboratórios em diferentes instituições que demonstram a estimulação da renovação da educação formal através de projetos desenvolvidos para estimular desde muito cedo o empreendedorismo, para que os jovens possam serem inseridos em um mundo globalizado regido pela informação digital.  Tais buscaram desenvolver uma visão expandida de laboratórios não como lugar , mas sim como postura colaborativa na qual a criatividade é voltada ao bem comum e a autonomia, onde seja visto como um espaço social de convivência e aprendizagem capaz de questionar o sistema que está inserido . </p><p>Entre os exemplos citados pode-se destacar o Aprender brincando da Universidade federal do Rio de Janeiro que trouxe a criação de um protótipo de rede mesh livre , que não depende de acesso a internet oferecendo serviços para produção e compartilhamento de conteúdo digital, de forma criativa dublaram a dificuldade da falta de conectividade. </p><p>Outra iniciativa surgida no mesmo contexto foi é  o EletriCAp, uma oficina de música eletrônica criada pelo Colégio de aplicação ( CAp- UFRJ), os alunos do ensino médio tem a oportunidade de explorarem e experimentarem de forma colaborativa, crie suas próprias pesquisas e composições musicais com meios eletrônicos utilizando software livres, licenças abertas e equipamentos básicos. Com esse projeto os alunos são progressivamente estimulados a adquirir autonomia na construção da sua própria trilha de aprendizagem, a refletir sobre esses processos e a sistematizar suas ideias em projetos concretos utilizando equipes de fácil acesso como geradores, celulares e reutilização de tecnologias. Por último foi apresentado o Projeto Res-Telinha um programa de residências em educação, arte e tecnologia na cidade de Goiânia, esse teve o objetivo de promover a democratização do acesso á experimentação  artista e didática nas regiões mais afastadas dos grandes centros . Os alunos compartilhavam as técnicas aprendidas com o artista em escolas públicas , ONGs e associação de moradores . </p><p>Para concluir os autores enfatizaram que ainda existe a necessidade da utilização de aparelhos de fácil acesso aos estudantes na educação formal tornando-o o seu uso significativo, dessa forma alguns laboratórios de informática organizados nas escolas apresentam barreiras que dificultam o acesso e dinamismo para as novas propostas da era digital , a qual os jovens já estão inseridos no seu cotidiano.  Em destaque está o Projeto aprender brincando , pois apresentou um enorme potencial das práticas criativas para facilitar a assimilação de novos conhecimentos e recursos tecnológicos , a autonomia, aprendizagem compartilhada e não competitiva .</p><p>Assim, o ensino tradicional precisa ceder espaços para os laboratórios experimentais e aceitar sua natureza de espaços intensamente deixados em branco .</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-11-11 15:27:40 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/lorenabarbarauab/683ob5093dyr7e5f/wish/2785723591</guid>
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         <title>Síntese do texto</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/lorenabarbarauab/683ob5093dyr7e5f/wish/2785728922</link>
         <description><![CDATA[<p>Laboratórios experimentais: espaços em branco na educação formal</p><p><br/></p><p>Felipe S. Fonseca</p><p>Luciana Fleischman</p><p><br/></p><p><br/></p><p>O texto apresenta uma discussão sobre o uso das tecnologias no ambiente escolar, de forma que os alunos possam ter uma participação ativa, na exploração desses recursos. Os autores destacam que as novas gerações, precisam ir além do que a educação formal propõe por meio da instrumentalização comercial de sua criatividade, em que são preparados para um empreendedorismo determinado, para suprir as necessidades de um mercado global.</p><p><br/></p><p>Sendo assim, destaca a importância da criatividade voltado ao bem comum da autonomia e á autonomia do educando frente a essas , para buscar novos caminhos para escapar das amarras dos tempos atuais em que é preciso uma visão expandida de laboratório, não como um lugar, mas sim, como postura colaborativa, humana e aberta a experimentação em direções múltiplas, em que novos caminhos podem ser cultivados.</p><p><br/></p><p>Segundo (FOSNECA; FLEISCHMAN, 2015, p. 210), é justamente esse desaparecer das ideias preconcebidas que exige que se garanta espaços para arranjos criativos que exercitem desejos, demandas, recursos e soluções […]. É necessário que essas iniciativas sejam estimuladas a produzir nas fronteiras entre cultura, arte, tecnologia e ciência, em vez de abordadas apenas com ferramentas do design de produtos de administração de negócio. No lab não devem existir limites para imaginação.</p><p><br/></p><p>Dessa forma, que os alunos se engajem em processo de cooperação, na construção colaborativa e compartilhamento de saberes em seu processo de aprendizagem, para que possam construir autonomia na sua própria trilha de conhecimento, refletindo sobre os processos e sistematização de suas ideias em projetos concretos.</p><p><br/></p><p>Portanto, na visão dos autores, as tecnologias não podem ser reduzidas a usos pontuais ou instrumentais de laboratórios de informática em que utilizam versões desatualizadas de sistemas operacionais e fechados. Pois, a circulação e a replicação de experiências não estimuladas como costuma ser a educação formal&nbsp; , não possibilita processos experimentais de espaços em branco para que o aluno desenvolva seu potencial.</p><p><br/></p><p>Moisés dos Santos Correia</p><p>Melrituti M. Gomes dos Santos</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2023-11-11 15:39:45 UTC</pubDate>
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         <title>SÍNTESE DO TEXTO</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/lorenabarbarauab/683ob5093dyr7e5f/wish/2791355088</link>
         <description><![CDATA[<p>Laboratórios experimentais: espaços em branco na educação formal</p><p>&nbsp;</p><p>Felipe S. Fonseca</p><p>Luciana Fleischman</p><p>&nbsp;</p><p>O texto aborda um desconforme entre os modelos educacionais tradicionais e as ocorrências contemporâneos como uma necessidade das novas gerações para enfrentar as crises econômicas, a desumanização e o colapso ambiental.</p><p>E os projetos de educação formal busca renovar, a fim de garantir a adaptação ao mercado sendo necessário a remissão da instrumentalização comercial e a criatividade portanto, o indivíduo necessita de constante adaptação e inovação estimulando o empreendedorismo. E em busca do improvável novas metodologias surgem tendo preconcepções em busca de desejos, demandas, recursos e soluções, sendo necessários para estimular a cultura, arte, tecnologias e ciências.</p><p>Os autores citam exemplos de laboratórios experimentais associados a educação formal do Brasil tentando trazer para esse contexto as práticas de construção do conhecimento, metodologias e temáticas adaptando esses modelos as realidades locais e compartilhando saberes de forma colaborativa.</p><p>O Aprender Brincando é um dos laboratórios experimentais aplicado pelo Colégio de Aplicação da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) onde foi criado um protótipo: rede interna que não depende de acesso à internet, tendo uma importância no contexto da escola pública em frente a precariedade e a restrição da conexão à internet.</p><p>Outra iniciativa foi o EletriCap que faz parte do currículo do Colégio de Aplicação (CAp-UFRJ) com oficina de música eletrônica possibilitando de forma colaborativa criar suas próprias pesquisas e composições com meios eletrônicos, metodologias inovadoras estimulando os educandos a conquistar autonomia e adquirindo conhecimentos técnicos usando celular e gravadores semiprofissionais.</p><p>E por último é o RES-Telinha programa de residência em educação, arte e tecnologia na cidade de Goiânia (GO) com o objetivo de promover a democratização do acesso nas regiões mais afastadas dos grandes centros promovendo atividades, encontros e workshops com a participação de artistas reaplicando técnicas aprendidas em escolas públicas.</p><p>Para concluir aparelhos como o celular que é muito utilizado pelos jovens em seu dia a dia não tem amplitude para ser utilizado nas escolas como um instrumento de pesquisa por vários motivos e os laboratórios experimentais são ótimas opções de oportunizar e favorecer essa aproximação das tecnologias com a educação formal nos ambientes escolares sendo limitados, portanto a proposta do Aprender Brincando traz uma forma criativa, flexiva e facilitadora para os jovens aprenderem novos conhecimentos associados as tecnologias, estimulando a autonomia e a não competição. Os espaços em brancos são as oportunidades que se necessitam para o surgimento de novas ideias.</p><p>&nbsp;</p><p>Adriana Meneses dos Santos</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-11-15 19:32:56 UTC</pubDate>
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