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      <title>TRABALHO ANÁLOGO À ESCRAVIDÃO NO BRASIL by Helder Elias Will Tetemann</title>
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      <description>SÁBADO LETIVO 28/08/2021</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-08-27 18:49:18 UTC</pubDate>
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         <title>Você Sabia?</title>
         <author>heldertetemann</author>
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         <pubDate>2021-08-27 19:06:02 UTC</pubDate>
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         <title>Escravidão Século XXI</title>
         <author>heldertetemann</author>
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         <pubDate>2021-08-27 19:11:07 UTC</pubDate>
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         <title>Agora é a Sua Vez...</title>
         <author>heldertetemann</author>
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         <description><![CDATA[<div>Se o Trabalho análogo à escravidão existe, Poste um Comentário de como acabar com o trabalho escravo no Brasil? Os trabalhadores têm qual papel nessa história? ( Não esqueça de Colocar seu Nome e Turma).</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-27 19:16:21 UTC</pubDate>
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         <title>Ciclo do Trabalho Escravo  Contemporêneo</title>
         <author>heldertetemann</author>
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         <description><![CDATA[<div>Conheça um Pouco mais Sobre esse Ciclo!</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-27 19:28:39 UTC</pubDate>
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         <title>Nome: Davi Freitas Araújo Miranda. Turma: 309</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Para acabar com a escravidão é preciso atacar esse tripé. Temos que garantir condições de vida e de trabalho, saúde, segurança, habitação, moradia e educação para que essas pessoas que possuam trabalhos análogos à escravidão possam sair dessa condição de pobreza e vulnerabilidade. A erradicação do trabalho escravo deve passar também pela criação de políticas públicas articuladas que contemplem a assistência à vítima e a prevenção ao problema, de forma que os trabalhadores possam se desvincular da situação de exploração à qual estão ou possam estar submetidos. Dentre as políticas de prevenção, estão as ações afirmativas no âmbito da Educação.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-30 13:18:03 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Cada&nbsp;um pode contribuir para o fim da escravidão, os governos podiam organizar um meio de fiscalização que conseguisse punir quem contribui com ela e incentivar as pessoas a denunciar qualquer ato de escravidão. Giovana Santos de Andrade 309</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-30 14:40:01 UTC</pubDate>
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         <title>Para acabar com a escravidão é precisamos atacar esse tripé Temos que garantir condições de vida e de trabalho, saúde, segurança, habitação, moradia e educação para que essas pessoas que possuam trabalhos análogos à escravidão possam sair dessa condição de pobreza e vulnerabilidade. alice santana 309</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/heldertetemann/67ke6uoi8ewt53a8/wish/1705157429</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-08-30 18:32:54 UTC</pubDate>
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         <title>marcos vinicios ferreira dos santos 309</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>queria falar da escravidão q muitos sofrem hoje em dia, a escravidão por necessidade que exploram as pessoa de origem humilde q acreditam q não  tem muitas oportunidades ao seu alcance e acabam aceitando muito trabalho por pouca remuneração, que poderia ser evitada se a essas pessoas fosse levada uma educação escolar de qualidade </div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-31 00:26:44 UTC</pubDate>
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         <title>Trabalho escravo </title>
         <author>julia6522733</author>
         <link>https://padlet.com/heldertetemann/67ke6uoi8ewt53a8/wish/1707435870</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>A erradicação do trabalho escravo deve passar também pela criação de políticas públicas articuladas que contemplem a assistência à vítima e a prevenção ao problema, de forma que os trabalhadores possam se desvincular da situação de exploração à qual estão ou possam estar submetidos<br></strong><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-31 15:42:55 UTC</pubDate>
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         <title>Talita Pereira dos Santos - 310</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>O trabalho escravo é uma grave violação de direitos humanos que restringe a liberdade do indivíduo e atenta contra a sua dignidade. O fenômeno é distinto da escravidão dos períodos colonial e imperial, quando as vítimas eram presas a correntes e açoitadas no pelourinho. Hoje, o trabalho escravo é um crime expresso no Artigo 149 do Código Penal.<br>A primeira alternativa, talvez a mais importante, e cujos resultados serão sentidos a longo prazo, mas de forma essencial, é propiciar a educação de qualidade para a sociedade.</div><div>Se houver investimento em educação adequada, aqueles que não se envolvem diretamente com o trabalho escravo indignar-se-iam com o problema de tal forma que passariam a buscar soluções para acabar com ele. Essas soluções podem variar de ajuda aos explorados e denúncia dos patrões, ou ao boicote na compra do material proveniente das áreas conhecidas por meio de denúncia.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-31 20:04:09 UTC</pubDate>
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         <title>Para acabar com o trabalho escravo é fundamental que exista uma intensa fiscalização dos órgãos como o Ministério Público do Trabalho e a Divisão de Fiscalização para Erradicação do Trabalho Escravo. Como esta situação atinge principalmente pessoas com pouco estudo e que se encontram em situação de pobreza é preciso que seja feito investimento em campanhas que conscientizem que o trabalho escravo é crime, para que os trabalhadores possam reconhecer situações de abuso e de violação de seus direitos. Além disso também é preciso que os governos invistam na execução de políticas públicas e programas educativos de prevenção nessa área.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/heldertetemann/67ke6uoi8ewt53a8/wish/1708096360</link>
         <description><![CDATA[<div>Kamila Vitória Marques Alves 307</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-31 21:31:28 UTC</pubDate>
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         <title>Amanda - 308</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>A universalidade consiste no reconhecimento de que os direitos humanos são direitos de todos, combatendo a visão estamental de privilégios de uma casta de seres superiores. Por sua vez, a essencialidade implica que os direitos humanos apresentam valores indispensáveis e que todos devem protegê-los. Além disso, os direitos humanos são superiores a demais normas, não se admitindo o sacrifício de um direito essencial para atender as “razões de Estado”; logo, os direitos humanos representam preferências preestabelecidas que, diante de outras normas, devem prevalecer. Finalmente, a reciprocidade é fruto da teia de direitos que une toda a comunidade humana, tanto na titularidade (são direitos de todos) quanto na sujeição passiva: não há só o estabelecimento de deveres de proteção de direitos ao Estado e seus agentes públicos, mas também à coletividade como um todo. Essas quatro ideias tornam os direitos humanos como vetores de uma sociedade humana pautada na igualdade e na ponderação dos interesses de todos (e não somente de alguns).</div><div>A universalidade explica que deve-se alcançar todos os seres humano sem distinção, independe de raça, cor, nacionalidade ou qualquer outro fator. Já a essencialidade explica que os Direitos Humanos são inerentes ao ser humano, tendo como base os valores maiores, como o respeito à dignidade e seus aspectos formais.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-31 22:36:40 UTC</pubDate>
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         <title>Alice Vitória Miranda. Turma:309</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Para&nbsp;acabarmos com o trabalho analogo a escravidão, devemos ir até a raiz do problema. Tudo começou quando os africanos, arrancados de sua terra natal, chegaram ao Brasil para serem escravizados. Desde então, os negros vem sendo inferiorizados e isso acontece até os dias atuais. Para que esse trabalho seja extinto, cabe ao Governo promover campanhas visando esclarecer o que é o trabalho analogo a escravidao. Assim se alguem conhecer um indivíduo nessa situação, cabe a ele denunciar. Também cabe a ele promover visitas de orgaos da lei principalmente no interior, onde esse trabalho ocorre com mais frequencia, para verificar se ha algo de errado ou não </div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-01 00:19:33 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Assim como sugere a música de Chico Buarque, composta em 1971, há no Brasil um significativo contingente de pessoas que vivem em circunstâncias degradantes, subjugadas por outra pessoa. Dentre elas, há aquelas que são sujeitadas ao trabalho escravo.Escravo, em uma das definições encontradas no dicionário Aurélio, é caracterizado como “aquele que está inteiramente sujeito a outrem, ou a alguma coisa”.Legalmente, a escravidão foi abolida no Brasil no ano de 1888, por meio da Lei Áurea. Porém, a prática de sujeitar uma pessoa a oferecer-se inteiramente aos ditames de outra é ainda freqüente no país, mesmo passados mais de 100 anos do “fim da escravidão”.Atualmente, o trabalho escravo pode ser identificado de várias formas, entre elas há o aliciamento de pessoas para trabalhos forçados em zonas rurais de difícil acesso, e a imigração de bolivianos para cidades do Brasil, São Paulo principalmente, para o trabalho em confecções.Em ambos os casos, as pessoas são atraídas pela proposta de emprego por acreditarem que ele será justo e digno. Entretanto, são levadas até o local combinado e, depois, forçadas fisicamente a permanecerem lá, seja por homens armados, ameaças, espancamentos, ou pelo simples fato de serem mantidos trancados dentro do ambiente de trabalho. Há também a coação moral pela dívida que os trabalhadores contraem com o empregador, ao serem obrigados a pagar pelo transporte que as deixou ali, pela estadia, instrumento de trabalho e alimentação que, na maioria dos casos, só são oferecidos pelo patrão, e a preços exorbitantes.Nota-se, portanto, que embora a escravidão moderna não seja marcada por pessoas acorrentadas em senzalas oitocentistas, grilhões, pelourinhos e chicotes, ela é tão degradante e presente quanto àquela “abolida” há mais de 100 anos. Resta-nos encontrar alternativas eficientes o bastante para erradicar o trabalho escravo.A primeira alternativa, talvez a mais importante, e cujos resultados serão sentidos a longo prazo, mas de forma essencial, é propiciar a educação de qualidade para a sociedade.O ensino muda o homem e faz com que ele mude a sociedade. Se o governo investir em educação eficaz para todos, as pessoas irão perceber que têm seus direitos individuais e sociais e também que o governo tem a obrigação de garantir escolas para seus filhos, saúde, transporte, higiene básica… Elas não aceitarão mais serem submetidas a condições degradantes de trabalho; passarão até mesmo a observar mais atentamente às condições “suspeitas” do trabalho que lhes é oferecido.Se houver investimento em educação adequada, aqueles que não se envolvem diretamente com o trabalho escravo indignar-se-iam com o problema de tal forma que passariam a buscar soluções para acabar com ele. Essas soluções podem variar de ajuda aos explorados e denúncia dos patrões, ou ao boicote na compra do material proveniente das áreas conhecidas por meio de denúncia.E essa educação não pode ser resumida a cartilhas, ou propagandas televisivas referentes ao tema. Medidas dessa natureza são ineficazes na resolução dos problemas que afetam a população brasileira. Tomemos como exemplo o fato de que, em época de chuva, o governo lança dessas mesmas estratégias para tentar erradicar a dengue. Oferece cartilhas, lança vídeos educativos, e até contrata agentes para que, de casa em casa, peçam para que não  se deixe acumular água parada… Porém, como se percebe, ainda há dengue, e em níveis similares a dos anos anteriores.Dessa forma, para que as pessoas tenham consciência do tamanho do problema que é o trabalho escravo, é necessário que sejam educadas de acordo com programas honestamente elaborados, que as façam conhecer seus direitos.A segunda alternativa sugerida é a maior fiscalização das áreas, conhecidas por meio de denúncia, que utilizam o trabalho escravo em suas atividades. Uma pesquisa realizada em 2003, pela Secretaria de Inspeção e Trabalho e pela Comissão Pastoral da Terra, traz uma comparação entre o número de denúncias e o de resgate relativos ao trabalho escravo. Revela que quanto maior a incidência de trabalhos forçados no estado, maior é a diferença entre denúncia e resgate. O estado do Pará, por exemplo, campeão em ocorrências de trabalho forçado, marca 4.556 denúncias e somente 1.774 resgates. Mato Grosso, que está entre os cinco estados brasileiros de maior incidência de trabalho escravo, relaciona 927 denúncias contra 676 resgates. Como se percebe, a margem de diferença entre denúncias e resgates é absurda, e contribui para a manutenção da exploração.A pesquisa citada demonstra que, em determinados estados, a política de fiscalização voltada ao combate do trabalho escravo deve ser revista. Faz-se necessário que ações sejam desenvolvidas no sentido de garantir a presença permanente de fiscalização nos locais onde há maior incidência de denúncias.Cabe ressaltar, porém, que o trabalho de fiscalização deve ser acompanhado de aparato policial para garantir sua plena execução, pois se sabe que alguns fiscais são ameaçados ou até mesmo assassinados quando estão no desempenho de suas funções.A terceira alternativa para a erradicação do trabalho escravo é a promoção de desenvolvimento nas regiões de onde provêm os cativos. Cerca de 40% dos explorados vêm do estado do Maranhão, conforme pesquisa desenvolvida pela Organização Internacional do Trabalho.Faz-se necessário que sejam implementados programas que resultem na melhoria da condição de vida das pessoas oriundas daquelas áreas. Atualmente, existem programas do Governo Federal, como Fome Zero, Bolsa Escola, Programa para Prevenção e Eliminação da Exploração do Trabalho Infantil – PETI, dentre outros que deveriam garantir o mínimo necessário para a sobrevivência das famílias mais pobres, mas não atingem ao objetivo.Se houvesse, porém, integração dos programas federais, com iniciativas de ONG’s, movimentos sociais e com programas estaduais e municipais, já implicaria em desenvolvimento significativo nas regiões, e conseqüente desinteresse dos explorados a saírem de onde vivem para trabalharem em outros locais.Em suma, é fato que existem pessoas que são submetidas a trabalhos forçados até os dias de hoje no Brasil. Por isso, é necessário que alternativas como maior fiscalização de áreas conhecidas como usurpadoras de trabalho escravo, desenvolvimento das regiões de onde provêm os cativos e educação adequada para a sociedade, sejam utilizadas como ferramentas para a erradicação do trabalho forçado.“Por mais um dia, agonia, pra suportar e assistir. Pelo rangido dos dentes, pela cidade a zunir. E pelo grito demente que nos ajuda a fugir… Deus lhe pague”. Embora passados 35 anos da composição, o tema da degradação e subjugação humana sugerido pela música “Deus lhe pague” é ainda contemporâneo. É possível por um fim nisso, de forma que nossos netos só tenham referência do que foi o trabalho escravo por livros de história. </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Matheus Miranda Souza<br>Turma: 309</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-01 22:20:52 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Se o governo investir em educação eficaz para todos, as pessoas irão perceber que têm seus direitos individuais e sociais e também que o governo tem a obrigação de garantir escolas para seus filhos, saúde, transporte, higiene básica… Elas não aceitarão mais serem submetidas a condições degradantes de trabalho; passarão até mesmo a observar mais atentamente às condições “suspeitas” do trabalho que lhes é oferecido. Ana Luiza Rodrigues Pires 310</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-02 00:33:53 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/heldertetemann/67ke6uoi8ewt53a8/wish/1712425792</link>
         <description><![CDATA[<div>Para acabar com a escravidão é precisamos atacar esse tripé Temos que garantir condições de vida e de trabalho, saúde, segurança, habitação, moradia e educação para que essas pessoas que possuam trabalhos análogos à escravidão possam sair dessa condição de pobreza e vulnerabilidade. Julia Oliveira 307</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-02 10:16:26 UTC</pubDate>
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         <title>trabalho escravo1 e o tráfico de pessoas são graves situações deviolação de direitos humanos e práticas criminosas ainda presentesno mundo inteiro, inclusive fazendo parte da trajetória de vida demuitos brasileiros e brasileiras, apesar de prevalecer no imaginário social que essassituações são mitos.É importante destacar que o trabalho escravo e o tráfico de pessoas não são situações sinônimas, possuindo dinâmicas distintas, mas que frequentemente se relacionam de forma muito próxima. O trabalho escravo é uma das possíveis finalidadesde exploração decorrente do tráfico de pessoas.Em muitos casos, na prática pode ser difícil distingui-las, mas essa diferenciaçãoconceitual é relevante para o aprimoramento das políticas públicas de combate às essas situações e para garantir atendimento cada vez mais adequado a essas vítimas, deacordo com a especificidade de cada situação</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>JOAO VITOR PERES GUIMARAES 308</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-02 18:14:41 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>A educação é a principal política de prevenção ao trabalho escravo. Em primeiro lugar, é fundamental que haja a educação e a conscientização do trabalhador sobre o problema. Entender as causas desse processo e quais são seus direitos e deveres.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-02 21:19:31 UTC</pubDate>
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         <title>Riquelme Henrique 308</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>A educação é a principal política de prevenção ao <strong>trabalho escravo</strong>. Em primeiro lugar, é fundamental que haja a educação e a conscientização do trabalhador sobre o problema. Entender as causas desse processo e quais são seus direitos e deveres.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-02 21:20:01 UTC</pubDate>
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         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>A primeira alternativa, talvez a mais importante, cujos resultados serão sentidos a longo prazo, mas de forma essencial, é propiciar educação de qualidade para sociedade. A segunda alternativa sugerida é a maior fiscalização das áreas, conhecidas por meio de denúncias, que utilizam o trabalho escravos em suas atividades. A terceira alternativa para erradicação do trabalho escravo é a promoção de desenvolvimento nas regiões de onde provem os cativos<br>Jeniffer Vitoria 307</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-03 17:34:41 UTC</pubDate>
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         <title>A época escravista (1550 à 1888), pode ser considerada a parte mais triste da história do Brasil, onde pessoas, por sua raça, eram retiradas à força do seu próprio país para trabalhar, de forma escrava e indubitavelmente crítica, num local totalmente diferente, no caso, o Brasil. Isso é só um mísero resumo do que aconteceu nestes infelizes 300 anos que duraram a escravidão, e não muito surpreendentemente, este acontecimento deixou diversas marcas no nosso país e no mundo todo. O racismo estrutural é um exemplo agravante do que essa época nos deixou, mas hoje, o assunto é sobre como até os dias atuais, existem pessoas e empresas - inescrupulosas, diga-se de passagem - que acham viáveis práticas escravistas para, claramente, lucrar mais em cima do seu produto, marginalizando os direitos do trabalhador. É importante lembrar que trabalho escravo, ou, que faça analogia (semelhança) ao mesmo, é todo aquele em que seres humanos estão submetidos a trabalhos forçados; jornadas de trabalho maiores do que as impostas nas leis do trabalho existentes no Brasil (CLTS), ou, tão longas que podem causar danos físicos; condições degradantes e restrição de locomoção em razão de dívida contraída com empregador ou preposto, e salário não compatível com o trabalho e horas de serviço prestado.                                                                           É imprescindível o combate ao trabalho análogo à escravidão em todos os sentidos, em todos os lugares do mundo, pelos mais óbvios motivos de como este fenômeno é repulsivo e contra os direitos da vida. A prevenção pode ser feita por cada um de nós, das mais simples maneiras, como não darmos lucro, ou seja, não consumir produtos de marcas suspeitas, e, a principal maneira, a denúncia quando suspeitarmos de alguma empresa praticante do crime. Outra forma seria a maior participação de pessoas importantes na prática, promovendo movimentação em torno do assunto e começo de investigações sérias em empresas de grande porte, pois estas têm a demanda muito grande de pedidos, logo, muitos funcionários, é preciso garantir que o direito deles seja cumprido.  Precisamos saber que muitas pessoas estão &quot;trabalhando&quot; em locais de tal precariedade devido o aumento gradual de desemprego nos países, também por imigrantes que deixam suas origens em busca de oportunidades ou fugindo de crises no país (como guerras ou miséria), necessitando aceitar qualquer emprego para o mínimo de sustento, portanto, a disponibilização de vagas de trabalho, o direito à moradia e à alimentação, acolhimento dos imigrantes em sociedade, e claro, a educação, diminuiriam em peso essa questão tão séria.                        Manuela Monteiro Guimarães / Turma 308                                                        </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-09-09 05:20:25 UTC</pubDate>
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         <title>Ellen 310</title>
         <author>ellenfigueiredo224</author>
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         <description><![CDATA[<div>Para acabar com a escravidão é preciso atacar esse tripé. Temos que garantir condições de vida e de trabalho, saúde, segurança, habitação, moradia e educação para que essas pessoas que possuam trabalhos análogos à escravidão possam sair dessa condição de pobreza e vulnerabilidade.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-09 13:49:57 UTC</pubDate>
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         <title>Raquel Eloá, 309</title>
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         <description><![CDATA[<div>Dando um novo impulso à ação de combate ao trabalho forçado, exigindo que os países adotem medidas adicionais para a prevenção, proteção e assistência às vítimas do trabalho escravo, além de permitir que elas tenham acesso à justiça e à compensação.<br><br></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-13 13:09:55 UTC</pubDate>
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         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>A <strong>escravidão no Brasil</strong> iniciou-se por volta da década de <strong>1530</strong>, quando os portugueses implantaram as bases para a <a href="https://brasilescola.uol.com.br/historiab/colonizacao-brasil.htm">colonização</a> da América portuguesa, para atender, mais especificamente, à demanda dos portugueses por mão de obra para o trabalho na lavoura. Tal processo deu-se, primeiramente, com a escravização dos indígenas, e, ao longo dos séculos XVI e XVII, essa foi sendo substituída pela escravização dos africanos, trazidos por meio do <a href="https://brasilescola.uol.com.br/historiab/trafico-negreiro.htm">tráfico negreiro</a>.<br>Yasmin Herzog-308</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-25 12:48:36 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title> O trabalho escravo deve ser combatido com políticas que visem a fiscalização dos órgãos responsáveis por reproduzir esse tipo de conduta, assim, é necessário extinguir esse meio de trabalho e fazer de tudo para que ninguém passe impune por isso. Assim, o trabalho escravo é exaustivo e não deve acontecer, pelo fato de que nós todos devemos e podemos ir atrás dos nossos direitos. Infelizmente, o trabalho escravo ocorreu muito na colonização brasileira, onde os africanos viviam sem nenhuma dignidade.</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Luiz Henrique Rodrigues Moreira<br>Turma: 307</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-27 22:05:39 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Ryan</title>
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         <description><![CDATA[<div>Para acabar com a escravidão é preciso atacar esse tripé. Temos que garantir condições de vida e de trabalho, saúde, segurança, habitação, moradia e educação para que essas pessoas que possuam trabalhos análogos à escravidão possam sair dessa condição de pobreza e vulnerabilidade.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-24 17:18:05 UTC</pubDate>
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         <title>Maria Eduarda Souza Dias Oliveira turma 310</title>
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         <description><![CDATA[<div>A escravidão, não só no Brasil, mas em todo mundo, é mantida por um tripé: ganância, pobreza e impunidade. Para acabar com a escravidão é preciso atacar esse tripé. Temos que garantir condições de vida e de trabalho, saúde, segurança, habitação, moradia e educação para que essas pessoas que possuam trabalhos análogos à escravidão possam sair dessa condição de pobreza e vulnerabilidade. Além disso, também temos que punir os empregadores que utilizam esse tipo de mão de obra. Seja uma punição criminal, civil ou trabalhista para que essa pessoa sinta que há uma verificação do que é legal e o que não é.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-24 21:39:22 UTC</pubDate>
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         <title>Para acabar com a escravidão é preciso atacar esse tripé. Temos que garantir condições de vida e de trabalho, saúde, segurança, habitação, moradia e educação para que essas pessoas que possuam trabalhos análogos à escravidão possam sair dessa condição de pobreza e vulnerabilidade.</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-11-25 00:03:54 UTC</pubDate>
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