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      <title>Coletivo Bugia - textos, artes e muito mais by Bugia Abelhaaazz</title>
      <link>https://padlet.com/coletivobugia/67flr8wg5il12kkm</link>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2024-09-13 20:11:44 UTC</pubDate>
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         <title>Porque coletivo?</title>
         <author>coletivobugia</author>
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         <description><![CDATA[<p>Antes de começar, temos que compartilhar um pouco da nossa base. Somos livreiras-pesquisadoras-professoras-artistas. Muito dos textos do coletivo irão trazer textos acadêmicos, mas queremos que esses textos aproximem a nossa vida do que é dito ali. A pesquisa pode ser algo próximo de nós.</p><p>Quando nos organizamos coletivamente temos a dimensão de nossa potência. Quando estou trocando ideias com outras mulheres eu me sinto mais forte. Os gestos e palavras de acolhimento e cuidado que recebo me ajudam a suportar o dia. Me trazem um alívio e um momento em que consigo pensar em realizar projetos. (Maria Tereza Aoki)</p><p>Encontramos um artigo da Juliana Bem Brizola da Silva, que pesquisou sobre COLETIVOS DE MULHERES ARTISTAS COMO ESPAÇOS DE APARIÇÃO NA SOCIEDADE CAPITALISTA, em 2022 e essa pesquisa tem tudo a ver com o post de agora. Porque é importante trabalhar em coletivo?</p><p>Citando seu artigo de modo íntegro, e que pode ser lido no link: <a rel="noopener noreferrer nofollow">https://www.revistas.usp.br/extraprensa/article/view/193489/182570</a></p><p>&nbsp;Processo criativo e atuação política se entrelaçam nas obras, práticas e reflexões produzidas nestes coletivos, nos revelando uma sensibilidade artística intrinsecamente vinculada aos afetos, mostrando que as emoções têm uma importância na política.</p><p>Os trabalhos artísticos e as dinâmicas vivenciadas no coletivo alimentam o processo criativo e o ativismo, gerando reflexões e ações que transbordam do coletivo, chegando ao público das minorias sociais que são uma maioria real sedento por mudanças.</p><p>A emergência e disseminação dos coletivos de mulheres artistas no Brasil evidenciam os desejos de mudança de pessoas oprimidas, que cada vez mais repudiam as práticas e políticas capitalistas de morte e de controle social dos corpos dissidentes.</p><p>&nbsp;</p><p>O coletivo Bugia em parceria com Maitê Livros e Artes é uma polinização desse movimento de afeto e criação.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-13 20:22:52 UTC</pubDate>
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         <title>Chimamanda Ngozi Adichie: Nós deveríamos ser todos feministas</title>
         <author>coletivobugia</author>
         <link>https://padlet.com/coletivobugia/67flr8wg5il12kkm/wish/3138604252</link>
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         <pubDate>2024-09-25 17:19:28 UTC</pubDate>
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         <title>O potencial inovador das periferias - Monique Evelle</title>
         <author>coletivobugia</author>
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         <pubDate>2024-09-25 17:27:55 UTC</pubDate>
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         <title>Drive do Coletivo com textos </title>
         <author>coletivobugia</author>
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         <pubDate>2024-09-25 17:42:23 UTC</pubDate>
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         <title>Cursos gratuitos - Empreendedorismo feminino</title>
         <author>coletivobugia</author>
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         <pubDate>2024-10-08 13:52:01 UTC</pubDate>
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         <title>Pamela Colman Smith </title>
         <author>coletivobugia</author>
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         <description><![CDATA[<p>Oi, eu sou a Nath Reichel, ilustradora do coletivo Bugia, e pesquisei muito a vida da artista Pamela Colman Smith. Fiz um resumo do livro da sua biografia que está disponível na Maitê Livros:<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.estantevirtual.com.br/sebos-e-livreiros/maite-livros?editora=palimpsestus">https://www.estantevirtual.com.br/sebos-e-livreiros/maite-livros?editora=palimpsestus</a></p><p><br/></p><p><strong>Pamela Colman Smith</strong></p><p><br/></p><p>A vida e o trabalho de Pamela Colman Smith foi reunida em uma pesquisa rica feita pela professora Elizabeth Foley O’ Connor, publicada no Brasil pela editora Palimpsestus, seu título acompanha o que pensamos da sua poética e vida: Pamela Colman Smith, artista, feminista e mística.</p><p>Mais conhecida pela ilustração de um dos deck de tarot mais famosos do mundo, o tarot <em>Rider-Waite</em>, agora reconhecido pela igual contribuição de sua feitura como tarot Waite-Smith, Pamela Colman Smith, apelidada como Pixie pela sua amiga e mentora Edy Craig, teve sua vida e trabalho apagado pela sociedade patriarcal e racista. Sendo uma mulher biracial <em>queer,</em> a sociedade artística da época, na qual Pamela sempre esteve inserida, não conseguiam reconhecer a potência de seus trabalhos. Ao mesmo tempo que precisavam de seu talento, pois como diz um de seus parceiros de longa data, o famoso poeta William Butler Yeats: “Apenas Pixie Smith(...) parece entender o que eu quero”, eles muitas vezes diminuem seu trabalho a algo infantil, ou exótico, em um sentido para diminuí-lo.</p><p>Nascida na Inglaterra em 1878, sua mãe jamaicana e seu pai inglês, Pamela, foi filha única. Mesmo com todas as barreiras da sociedade no século XIX e XX, Pamela teve uma vida com muita arte. Seu círculo de amizades e relacionamentos eram naturalmente relacionados ao trabalho artístico, um movimento colaborativo entre artistas, sua família tinha um entorno artístico e de uma posição social que permitia seu caminhar entre as classes mais ricas da sociedade da época. Disso, trazemos o mistério envolto de sua racialidade, pois era confundida como asiática, entre outras etnias, muitas vezes chamada como “exótica”, o que fez Pamela, com seu humor um pouco ácido, brincar com isso fazendo um autorretrato com um kimono. Seu círculo de amizade, em grande maioria feito por mulheres, demonstra que Pamela tinha uma força de trabalho e algo como um “fazer acontecer”. Estudou no Instituto Pratt. Foi artista, escritora, contadora de histórias, cenografista e editora, trabalhou como ilustradora para o movimento sufragista, criando charges que se enquadram nas categorias que apoiam o sufrágio feminino, sobre o direito de voto das mulheres,&nbsp; e a disparidade entre o gênero entre homens e mulheres.</p><p>Suas ilustrações trazem suas referências em uma fusão única, entre as referências das gravuras ukiyo-e, ligada ao movimento arts-and-crafts, teve influências da art nouveau e dos simbolismos. Sua relação e descoberta da sinestesia é uma virada em seu estilo de ilustração. Foi a primeira artista ilustradora a ter uma exposição na galeria do fotógrafo <em>Alfred Stieglitz.</em> Contribuiu com ilustrações e como co-editora para a revista literária A Broad Sheet, de William Blake Yeats, em 1902. Cansada das articulações de esperar o trabalho chegar, criou sua própria revista: The Green Sheaf, que teve treze edições impressas em papel grosso feitas à mão, entre 1903 e 1904.</p><p>Mesmo com todos esses trabalhos, a vida financeira de Colman Smith não foi algo fácil. Em cartas para sua prima Mary Reed, a qual se comunicava com frequência, ela constantemente reclamava das comissões que recebia de seus trabalhos, ou das recusas para publicações em revistas ilustradas. Em uma das cartas, ela diz que recebeu muito pouco pela sua ilustração no baralho de tarot, o qual fez em parceria com Arthur Edward Waite.</p><p>Encontrar a história de vida de Pamela, como também tantas outras artistas e trazê-las à tona como parte de um processo de reconhecimento tanto de si, quanto histórico é essencial para criar uma base de luta.</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-08 13:55:11 UTC</pubDate>
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