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      <title>Timeline da História da Agronomia by AGRONOMIA UNIDEAU</title>
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      <description>Principais eventos que moldaram o campo da agronomia ao longo do tempo.</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2025-04-26 14:16:40 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2025-06-09 22:46:25 UTC</lastBuildDate>
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         <title>1900: A Criação e Consolidação da Profissão no Brasil</title>
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         <description><![CDATA[<p>Entre 1900 e 1960, a profissão de engenheiro agrônomo no Brasil se consolidou com a criação de instituições como a <strong>ESALQ </strong> e a <strong>UFRRJ</strong>, que foram fundamentais para a formação de profissionais na área. Em 1933, a profissão foi regulamentada pelo <strong>Decreto nº 23.196</strong>, estabelecendo normas para sua atuação. Os engenheiros agrônomos desempenhavam um papel crucial nas fazendas, colônias agrícolas, assistência técnica e no ensino, ajudando a modernizar a agricultura e contribuindo significativamente para a eficiência na produção, especialmente na cultura do café, que era um dos principais produtos da época.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-28 23:21:26 UTC</pubDate>
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         <title>2000: O Engenheiro Agrônomo no Século XXI</title>
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         <description><![CDATA[<p>O engenheiro agrônomo no século 21 enfrenta novas demandas que incluem. </p><p><em>Sustentabilidade:</em> Implementação de práticas agrícolas que minimizem impactos ambientais e promovam a agroecologia. <em>Tecnologia:</em> Uso de agricultura de precisão, drones e big data para otimizar a produção. <em>Mudanças Climáticas:</em> Desenvolvimento de estratégias para adaptação e gestão eficiente de recursos hídricos. <em>Segurança Alimentar:</em> Aumento da produção e garantia da qualidade dos alimentos para atender à crescente população. <em>Empreendedorismo:</em> Iniciativas inovadoras e engajamento comunitário para soluções adaptadas às realidades locais.  <em>Educação Contínua:</em> Necessidade de atualização constante sobre novas tecnologias e práticas do setor.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-28 23:35:47 UTC</pubDate>
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         <title>AGRICULTURA MEDIEVAL</title>
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         <description><![CDATA[<p>Na Idade Média, a agricultura era a base da economia. Ela não apenas fornecia alimentos, mas também moldava as relações sociais e políticas. A maior parte da população era formada por camponeses, livres ou servos, que trabalhavam nas terras de propriedade da nobreza ou da Igreja. Esses senhores feudais recebiam uma parte da colheita como forma de aluguel ou imposto, o que garantia sua riqueza e poder. O sucesso ou fracasso das colheitas afetava diretamente a estabilidade da sociedade, tornando a agricultura uma preocupação crítica para todos.</p><p>Um dos principais sistemas que caracterizava a agricultura medieval era o sistema de campo aberto, em que grandes extensões de terra eram divididas em faixas para as famílias camponesas cultivarem. Esse sistema envolvia a rotação de culturas entre diferentes campos ao longo de anos, para evitar o esgotamento do solo. O sistema de três campos, introduzido por volta do século VIII, foi uma melhoria em relação ao sistema de dois campos. Nesse sistema, um campo era plantado com uma cultura de inverno, outro com uma cultura de primavera, e o terceiro era deixado em repouso (pousio). Isso aumentava a produtividade ao permitir que mais terras fossem cultivadas simultaneamente e melhorava a fertilidade do solo.</p><p>Os agricultores medievais empregavam várias técnicas para melhorar os rendimentos das colheitas. Eles usavam ferramentas simples, como arados, grades e foices, embora a tecnologia tenha melhorado ao longo do tempo. O arado pesado, por exemplo, foi um desenvolvimento importante no norte da Europa. Ele permitiu que os agricultores trabalhassem solos mais pesados, ricos em argila, que eram difíceis de cultivar com arados mais leves, expandindo assim a quantidade de terras aráveis.</p><p>A agricultura foi passada de geração em geração, principalmente através da prática e do conhecimento transmitido dentro das comunidades, como famílias e aldeias, entre os séculos 500 e 1500. Este processo envolvia o ensino de técnicas de plantio, seleção de sementes, uso de ferramentas e, eventualmente, métodos de irrigação e fertilização do solo.&nbsp;</p><p>Detalhes sobre a transmissão da agricultura:</p><p>Comunidades e Famílias:</p><p>A agricultura era parte essencial da vida das comunidades, e o conhecimento era transmitido dentro das famílias e entre diferentes grupos, como aldeias ou tribos.&nbsp;</p><p>Prática e Observação:</p><p>A aprendizagem era, em grande parte, prática, onde os jovens observavam os adultos e, com o tempo, eram incentivados a participar do processo de plantio, colheita e manejo das culturas.&nbsp;</p><p>Herança Cultural:</p><p>A agricultura estava intrinsecamente ligada à cultura de cada região, com rituais e tradições que acompanhavam o ciclo das colheitas.&nbsp;</p><p>Técnicas e Ferramentas:</p><p>A transmissão da agricultura também envolvia o uso de ferramentas e técnicas, como enxadas, machados, lanças e, mais tarde, métodos de irrigação e fertilização.&nbsp;</p><p>Seleção de Sementes:</p><p>A seleção de sementes era crucial para garantir a qualidade das colheitas, e essa prática também era transmitida de geração em geração, com o conhecimento sobre as melhores variedades para cada região.&nbsp;</p><p>Conhecimento Local:</p><p>A agricultura também se beneficiava do conhecimento local sobre o clima, solo e as plantas que melhor se adaptavam a cada região.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-29 00:16:16 UTC</pubDate>
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         <title>Agricultura nas grandes Civilizações Antigas (3000 a.C - 500 d.C.)</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>A agricultura foi essencial para o desenvolvimento das grandes civilizações, como as mesopotâmica, egípcia, chinesa e maia. Técnicas inovadoras, como irrigação e domesticação de plantas e animais, permitiram o crescimento populacional e a complexidade das sociedades.</p><p> Avanços técnicos gerais:</p><p>Domesticação de plantas e animais (trigo, arroz, milho, etc.).</p><p>Ferramentas como o arado e técnicas de irrigação.</p><p>Uso de fertilizantes orgânicos e rotação de culturas.</p><p>Armazenamento de alimentos e comércio agrícola entre regiões.</p><p>Exemplos regionais:</p><p>Egito: Aproveitamento das inundações do Nilo para cultivo e uso de ferramentas como arados e shadufs.</p><p>Mesopotâmia: Irrigação essencial devido ao clima árido, cultivando trigo, cevada, frutas e legumes, apesar de desafios como salinização.</p><p>Índia: Irrigação inicial e uso de arados no Vale do Indo, além de um calendário agrícola baseado em observações astronômicas.</p><p>China: Cultivo de arroz ao sul e painço ao norte, com avanços em irrigação e adubação orgânica.</p><p>Grécia antiga: Agricultura limitada pelo solo montanhoso, mas essencial, focada em oliveiras, cereais e videiras.</p><p>Legislação e tratados agrícolas: Exemplo de Roma, com reformas agrárias dos irmãos Graco para redistribuir terras e combater a pobreza rural.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-29 00:34:39 UTC</pubDate>
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         <title>Revolução da agronomia entre os anos 1960 a 1990</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Entre os anos 1960 a 1990 a agricultura passou por um processo de modernização, expandindo a fronteira agrícola, destacando a mecanização, com novos usos de tecnologias e ampliação de novas áreas cultivadas, sendo marcada pelo revolução verde que trouxe novos avanços na produção de alimentos. A revolução verde, entre 1960 a 1970, trouxe inovação tecnológicas ao meio agrícola, com modernização na agronomia em escala global, no Brasil a revolução verde foi implantada em 1970, com incentivo dos governantes, as principais mudanças foi a implantação de sementes híbridas, fertilizantes químicos agrotóxicos. </p><p>A monocultura no Brasil teve sua expansão em 1990, tendo destaque nas culturas de soja, algodão e milho, o próalcool contribuiu para a expansão da monocultura da cana de açucar. A monocultura teve impacto no ambientais, como perda de biodiversidade, desmatamento e problemas socioeconômicos.</p><p>Entre esses anos também houve o êxodo rural no Brasil onde um número significativo de famílias se mudaram do inteiror para a area urbano, sendo um longo processo, tendo seu auge entre 1960 a 1980, nesse período um total de 27 milhões de pessoas se dirigiram a zona urbana.</p><p>Nesse tempo também houve a criação da Embrapa(Empresa brasileira de pesquisa agropecuária), vinculada ao ministério de agricultura, pecuária e abastecimento. Fundada em 1973 tendo como objetivo desenvolver a base tecnológica para a agricultura e pecuária brasileira, ela atua na geração de conhecimentos, tecnologias para a agropecuária nacional, visando sustentabilidade, segurança alimentar e desenvolvimento do agronegócio brasileiro.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-29 12:24:13 UTC</pubDate>
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         <title>Revolução Agrícola Europeia (1500 - 1800)</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>-&gt; A revolução agrícola estendeu-se ao norte da Itália, da Espanha e de Portugal, estava ligada ao desenvolvimento da indústria, comércio e cidades;</p><p><br></p><p>-&gt; A caça e pesca são substituídas por plantações;</p><p><br></p><p>-&gt; O Nitrogênio começou a ser usado. Por meio do esterco dos animais criados pelos povos e plantações de Trevo como cobertura.</p><p><br></p><p><strong>Novas técnicas de cultivo:</strong> rotação de culturas.</p><p><strong>Mecanização: </strong>uso de máquinas.</p><p><strong>Concentração de terras: </strong>proprietários cercavam suas terras.</p><p><strong>Êxodo rural: </strong>aumento da produção agrícola e a concentração de terras levaram a um êxodo rural.</p><p><strong>Crescimento populacional: </strong>aumento da produção para a demanda crescente da população. </p><p><strong>Mão de obra para a Revolução Industrial: </strong>migrou do campo para as cidades.</p><p><br></p><ul><li><p><strong>ECONOMIA</strong></p></li></ul><p>-Agricultura deixa de ser apenas de subsistência;</p><p><strong>-Capitalismo agrário: </strong>Produção de maior escala voltada ao lucro e expansão do comércio agrícola;</p><p>-Aumento da concorrência agricultura familiar/ agricultura industrial;</p><p>-Diminuição da diversidade alimentar.</p><p><strong>-Dependência de insumos: </strong>Agricultores ficam vulneráveis aos valores do mercado de insumos externos.</p><p><br></p><ul><li><p><strong>AMBIENTAL</strong></p></li></ul><p>-Contaminação do solo</p><p>-Desmatamento</p><p><br></p><ul><li><p><strong>SOCIAL</strong></p></li></ul><p><strong>Mecanização e Desemprego: </strong>redução de mão de obra rural;</p><p><strong>Perda de Direitos sobre a Terra: </strong>desenvolvimento de sistemas de cercas levaram muitos agricultores à perda de direitos sobre suas terras;</p><p><strong>Desigualdade Social: </strong>concentração grande de terra nas mãos de poucos donos.</p><p><br></p><ul><li><p><strong>CONCLUSÃO</strong></p></li></ul><p><strong>-</strong>A aplicação do conhecimento científico, com experimentações, melhoramento de sementes e novas técnicas de cultivo, tornou a produção agrícola mais <strong>eficiente e produtiva</strong>.</p><p><strong>-</strong>Aumentou a oferta de alimentos, sustentou o crescimento populacional e abriu caminho para o surgimento da Revolução Industrial.&nbsp;</p><p><strong>-</strong>Deixou de ser uma atividade de subsistência e se tornou uma prática moderna voltada para o mercado.<br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-29 13:57:51 UTC</pubDate>
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         <title>As origens da agricultura e os saberes Empíricos (até 3.000 a.C.).</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/agronomia2/66u9e9s3uy7x7d8r/wish/3431605841</link>
         <description><![CDATA[<p>As origens da agricultura estão intimamente ligadas aos saberes empíricos, acumulados ao longo de gerações através da experiência e observação da natureza.</p><p>Os saberes empíricos da agricultura referem-se aos conhecimentos práticos e tradicionais, transmitidos de geração em geração, que os agricultores acumulam ao longo de sua experiência no campo. Estes saberes, baseados na observação e prática, incluem práticas de cultivo, manejo de pragas e doenças, conhecimento do solo e do clima, entre outros aspectos da produção agrícola.</p><p><strong>Origens Empíricas</strong></p><p>A agricultura surgiu a partir da observação e experiência. Os primeiros agricultores, por meio da observação da natureza, perceberam que plantas lançadas no solo cresciam e davam frutos, dando início ao processo de cultivo.</p><p>O uso do fogo para limpar o terreno, a domesticação de plantas e animais, e o conhecimento sobre o ciclo das estações são exemplos de saberes empíricos que foram importantes para o desenvolvimento da agricultura.</p><p><strong>Domesticação de plantas e animais</strong></p><p>A domesticação de plantas e animais é o processo em que espécies selvagens são adaptadas para uso humano, resultando em modificações genéticas e comportamentais que tornam as espécies dependentes da intervenção humana.</p><p>Este processo envolve a seleção artificial de indivíduos com características desejáveis, levando a mudanças que os diferenciam dos seus ancestrais selvagens.</p><p>Exemplos de plantas domesticadas incluem arroz, trigo, milho, batata, mandioca, entre outras. Animais domesticados incluem cães, gatos, cavalos, vacas, ovelhas, entre outros.</p><p><strong>Conhecimento das estações</strong></p><p>Na agricultura da antiguidade, o ciclo das estações do ano era fundamental para o planejamento das culturas, influenciando o momento ideal para o plantio, a colheita e o cuidado com as plantas. As variações climáticas, como temperatura, luz solar e umidade, afetavam o desenvolvimento das plantas, exigindo que os agricultores adaptassem suas práticas à sazonalidade.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-30 12:21:52 UTC</pubDate>
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         <title>A Revolução Agrícola Europeia (1500 a 1800) </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/agronomia2/66u9e9s3uy7x7d8r/wish/3431900072</link>
         <description><![CDATA[<p>A Revolução Agrícola na Europa, entre 1500 e 1800, foi um período de grandes transformações na agricultura, com a introdução de novas técnicas e práticas que aumentaram significativamente a produção de alimentos.&nbsp;Essa revolução, que começou na Grã-Bretanha e se espalhou pela Europa, teve como principais características a mecanização, a rotação de culturas e a criação de um mercado nacional.&nbsp;</p><p><strong>Novas Técnicas e Práticas:</strong></p><p>A Revolução Agrícola envolveu a introdução de novas técnicas de cultivo</p><p><strong>Mecanização:</strong></p><p>A utilização de máquinas agrícolas.</p><p><strong>Crescimento Populacional:</strong></p><p>O aumento da produção agrícola contribuiu para o crescimento populacional, fornecendo alimentos para um número maior de pessoas.&nbsp;</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-30 16:06:14 UTC</pubDate>
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