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      <title>Análise de Implicação e Sobreimplicação by TAMIRIS COIMBRA BOEIRA</title>
      <link>https://padlet.com/boeira2/6568i35r19pu8zet</link>
      <description>Conceitos de Análise Institucional</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-04-11 22:04:48 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2021-04-23 21:45:15 UTC</lastBuildDate>
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         <title>Referências</title>
         <author>boeira2</author>
         <link>https://padlet.com/boeira2/6568i35r19pu8zet/wish/1405077505</link>
         <description><![CDATA[<div>COIMBRA, C. M. B.; NASCIMENTO, M. L. do. <em>Sobreimplicação: práticas de esvaziamento político?.</em>- Práticas PSI inventando a vida, 2007 - app.uff.br. Disponível em: &lt;<a href="https://app.uff.br/slab/uploads/texto221.pdf">https://app.uff.br/slab/uploads/texto221.pdf</a>&gt;. Acesso em: 06 abr. 2021.<br><br><a href="https://www.scielo.br/pdf/fractal/v20n1/a07v20n1.pdf">MONCEAU, Gilles.<strong>&nbsp;Implicação, sobreimplicação e implicação profissional.</strong><em>&nbsp;Fractal, Rev. Psicol.</em>&nbsp;[online]. 2008, vol.20, n.1, pp.19-26. ISSN 1984-0292.</a><br><br><a href="http://educonse.com.br/2011/cdroom/eixo%2014/PDF/Microsoft%20Word%20-%20O%20CONCEITO%20DE%20IMPLICAcaO%20EM%20PRaTICAS.pdf">SANTOS, Paloma A. C. dos; SOUZA, Antônio V. M. de; SANTOS, Vinicius Santos<strong>. O CONCEITO DE IMPLICAÇÃO EM PRÁTICAS DA ANÁLISE INSTITUCIONAL CONTEMPORÂNEA. </strong>V Colóquio Internacional, “Educação e Contemporaneidade”.</a><br><br><a href="https://www.e-publicacoes.uerj.br/index.php/mnemosine/article/view/41389/pdf_58">RODRIGUES, Daniele de OLIVEIRA et al.&nbsp;<strong>Práticas, implicações e produções da Psicologia no Judiciário.</strong>&nbsp;Universidade Federal Fluminense, 2005.<br></a><br></div>]]></description>
         <pubDate>2021-04-11 22:55:37 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>boeira2</author>
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         <description><![CDATA[<div>&nbsp;A implicação é a relação que os indivíduos desenvolvem com a instituição.&nbsp;<br>Ele está tomado por ela, querendo ou não. Mesmo querendo tomar distância e tendo posições críticas, estamos implicados pela instituição.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-11 23:04:17 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title></title>
         <author>boeira2</author>
         <link>https://padlet.com/boeira2/6568i35r19pu8zet/wish/1405088574</link>
         <description><![CDATA[<div>"Para a corrente institucionalista, a implicação é um nó de relações (LOURAU, 1990), conexões que o pesquisador estabelece com as múltiplas instituições que o atravessam: sexo, família, posição socioeconômica, política, justiça etc. Sendo assim, podemos afirmar que implicado sempre se está, uma vez que tais relações não podem ser renegadas para fins de obtenção de uma ciência neutra. "</div>]]></description>
         <pubDate>2021-04-11 23:05:52 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>boeira2</author>
         <link>https://padlet.com/boeira2/6568i35r19pu8zet/wish/1405091494</link>
         <description><![CDATA[<div>A análise de implicação é um trabalho coletivo. Podemos dividir as implicações em 2: primárias e segundárias. Nossas implicações primárias são nossas implicações dentro da própria situação de intervenção e as implicações secundárias são nossas implicações do campo de análise.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-11 23:08:50 UTC</pubDate>
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         <title>Para Coimbra e Nascimento a sobreimplicação é o contrário da implicação.</title>
         <author>daianepozzebon</author>
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         <description><![CDATA[<div>Dessa forma, a <strong>sobreimplicação </strong>acontece quando não estamos de fato implicados a instituição, e sim, apenas reproduzindo comportamentos e atitudes que simplesmente fazem a instituição funcionar/ um bem para a instituição, e não, uma implicação de fato. Isso faz com que passamos a nos confundir com a instituição, o que é um erro. <br><br><em>[...] é uma dificuldade de análise e que, mesmo quando realizada, pode considerar como referência apenas um único nível, um só objeto, impossibilitando que outras dimensões sejam pensadas, que as multiplicidades se façam presentes, que as diferentes instituições sejam consideradas.&nbsp; &nbsp;</em>&nbsp; &nbsp; &nbsp; <br><br><em>[...] A </em><strong><em>sobreimplicação,</em></strong><em> é portanto</em><strong><em>,</em></strong><em> a crença no sobretrabalho, no ativismo da prática, que pode ter como um de seus efeitos a dificuldade de se processar a análises de implicações, visto que todo o campo permanece ocupado por um certo e único objetivo. (COIMBRA e NASCIMENTO,2004:4).<br><br></em>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; <em>&nbsp; &nbsp;<br></em><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-13 22:46:45 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>daianepozzebon</author>
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         <description><![CDATA[<div>&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-14 00:52:48 UTC</pubDate>
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         <author>boeira2</author>
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         <description><![CDATA[<div>"... a análise de implicações, que supõe uma análise dos lugares que ocupamos, dos processos que nos constituem como intelectuais, das produções dos nossos saberes, da repercussão de nossas práticas e do contexto em que tais práticas se configuram."</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-16 19:34:55 UTC</pubDate>
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         <title>Práticas, implicações e produções da Psicologia no Judiciário </title>
         <author>boeira2</author>
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         <description><![CDATA[<div>O artigo refere-se a necessidade de pensar no que se pretende o sistema judiciário instituir o psicólogo como mais um especialista a exercer seu saber/poder. Considera-se interessante colocar em análise as implicações que envolvem o saber psicológico e a de cada profissional disposto a trabalhar na justiça.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-16 19:57:10 UTC</pubDate>
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         <title>análise de implicação</title>
         <author>boeira2</author>
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         <description><![CDATA[<div>"Seria possível entrar nesse território de poderes tão demarcados, de instituições tão duras, e propor outras produções, que não sejam fortalecedoras da manutenção de uma ordem excludente, conservadora? Acreditamos que sim, mas sabemos que não é fácil<br>"</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-16 20:00:52 UTC</pubDate>
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         <author>boeira2</author>
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         <description><![CDATA[<div>O psicólogo tem como discurso buscar elementos que explicam os comportamentos e o seu psiquismo. O psicólogo na Justiça precisa subverter a sua formação, estranhar o seu saber para criar novas visões do ser humano. Deve estranhar o seu cotidiano para pensar em outras formas de atuar.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-16 20:01:52 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>boeira2</author>
         <link>https://padlet.com/boeira2/6568i35r19pu8zet/wish/1427082682</link>
         <description><![CDATA[<div>Os psicólogos entrevistados apontaram que a produção de laudos com as características de prescrever terapêuticas, apontar aptidões, qualificar ou desqualificar sujeitos, no sentido de chegar a uma verdade sobre os mesmos, para facilitar o julgamento do juiz, são uma das principais funções que são cobradas. “Encontrar formas de escapar a essa exigência, ou pelo menos contorná-la, é um desafio. A pressão por que passam é grande, principalmente nos casos em que o juiz é francamente hierárquico, não admitindo laudos e relatórios que não atendam aos chamados ‘princípios de objetividade’, chegando por vezes a devolver os que considera insuficientes, e até desqualificando o profissional que os produziu.”</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-16 20:08:03 UTC</pubDate>
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         <title>AQUII</title>
         <author>boeira2</author>
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         <description><![CDATA[<div>A burocracia e o ativismo combinam perfeitamente, produzindo sobreimplicação no trabalho dos técnicos. Eles se vêem extremamente atarefados na produção de relatórios, nos atendimentos individuais, na resposta aos mecanismos burocráticos. Com isso, muitas vezes, sentem-se impossibilitados de produzir análises mais amplas e coletivas em seu cotidiano, onde possam pensar mais tranquila e criticamente sobre seu funcionamento. Essa sobreimplicação dificulta, também, a saída dos gabinetes, a busca por parcerias fora do Judiciário, como por exemplo com os Conselhos Municipal e Estadual e demais Fóruns − espaços onde as políticas de proteção à infância são discutidas.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-16 20:09:47 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>boeira2</author>
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         <description><![CDATA[<div>"Entretanto, nos interessa problematizar aqui que fatores poderiam contribuir para um certo entendimento, talvez ainda predominante, de que a psicologia estaria intrinsecamente ligada a uma determinada clínica. Ou mais ainda, que implicações do psicólogo poderiam estar impedindo-o, muitas vezes de perceber outras possibilidades de intervenção − possibilidades estas que, para além da produção dos laudos, não estejam circunscritas a uma certa prática clínica, que naturaliza as dicotomias individual-social, subjetividade-objetividade, desejo-necessidade."<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-16 20:10:58 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>boeira2</author>
         <link>https://padlet.com/boeira2/6568i35r19pu8zet/wish/1427091592</link>
         <description><![CDATA[<div>Ao que se nota, essas questões surgem devido as implicações do psicólogo com as teorias nas quais é formado.<br>Outra questão abordada sobre as implicações dos profissionais são os motivos para trabalhar na Justiça. A maioria dos entrevistados aborda que a questão financeira é o principal motivo. Percebe-se nisto as subjetividades da sociedade capitalista.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-16 20:11:24 UTC</pubDate>
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