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      <title>Portfólio de Laina by Laina Cariele</title>
      <link>https://padlet.com/LainaCariele/64w7oi5lclwxgip6</link>
      <description>Produções e vivências de uma estudante de Pedagogia em meio ao Ensino Remoto Emergencial.</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2020-11-09 22:29:49 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2024-10-25 13:47:56 UTC</lastBuildDate>
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         <title>Paciência- Lenine</title>
         <author>LainaCariele</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Compositor</strong>: Lenine, Dudu Falcão<br><strong>Letra disponível em : </strong><a href="https://www.vagalume.com.br/lenine/paciencia.html"><strong>Vagalume</strong></a></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-19 23:00:37 UTC</pubDate>
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         <title>Resenha: Estágio e Docência </title>
         <author>LainaCariele</author>
         <link>https://padlet.com/LainaCariele/64w7oi5lclwxgip6/wish/943798400</link>
         <description><![CDATA[<div>LIMA, m. S.; PIMENTA, s. Estágio e docência: diferentes concepções. Poíesis pedagógica, v. 3, n. 3 e 4, p. 5-24, 25 out. 2006.<br><br></div><div>     <strong>Laina Cariele da Cruz Ribeiro<br></strong><br></div><div>    Selma Garrido Pimenta é Doutora em Educação: Filosofia da Educação pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (1985), sua principal atuação é na formação de professores, didática pedagogia e pesquisa educacional. Maria Socorro Lucena Lima é Doutora em Educação na área de Didática, Teorias de Ensino e Práticas Escolares pela Universidade de São Paulo - USP (2001) com Pós-doutorado em Educação junto ao Departamento de Metodologia de Ensino e Educação Comparada na Universidade de São Paulo-USP (2007). <br>    As autoras retratam por meio do artigo Estágio e Docência: diferentes concepções, como a prática e docência presentes nas atividades de estágios direcionam a formação do educador. Desse modo, elas diferenciam a atividade prática e teórica, porém ressaltam que a atividade do professor depende do reconhecimento de que não há uma boa docência sem que a teoria seja firmada e definida como autora da prática docente realizada.<br>   O artigo é dividido em considerações iniciais e quatros tópicos, ao longo dos quais as autoras buscam uma aproximação das atividades teóricas estudadas durante a licenciatura com a prática exercida durante a atividade de estágio. Para tanto, define-se a atividade de estágio como uma atividade teórico-prática, considerando-o também como um instrumento da práxis docente.<br>   Durante as considerações iniciais, apresenta-se o estágio como um momento de desenvolver as práticas educativas, sendo também um momento de pesquisa e estudo. Pontua-se também que para muitos alunos a prática exercida durante a atividade de estágio é muito distante da teoria estudada durante todo o curso, para tanto, pontua-se a necessidade de superar essa fragmentação entre prática e teoria. <br>   O tópico um, denominado como <em>A prática como imitação de modelos</em>, as pesquisadoras pontuam que o desenvolvimento de qualquer profissão parte das primícias da prática, se aprende fazendo, observando e reproduzindo. Atentando-se a esse fato, entende-se que a atividade docente acaba sendo resumida apenas a o fazer, sendo descartada mudanças na prática, desde a formação tradicional do educador.<br>    Posteriormente, as autoras criticam também o uso da prática pela prática, o que reduz a atividade de estágio à um momento apenas, e não como um processo de aprendizagem. De tal modo, a atividade é exercida para aperfeiçoamento de técnicas e habilidades, gerando um distanciamento do que acontece no ambiente escolar com a vida. Evidentemente, é de suma importância a utilização de técnicas para aperfeiçoar a prática docente, porém quando o estágio é realizado somente com esse intuito perde-se o sentido, ocasionando conflitos entre as escolas receptoras e estagiários. <br>   Logo em seguida, as autoras iniciam um tópico acerca da superação da separação teoria e prática, dividindo-o em dois subtópicos. Por meio da pesquisa realizada por PIMENTA e LIMA, o estágio é considerado como uma atividade teórica de transformação da realidade. Para tanto, considera-se a pesquisa no estágio como uma estratégia de formação, considerando as situações observadas como objetos a serem pesquisados e analisados, afim de mudar a realidade do aluno, da escola e da educação. Necessita-se formar professores críticos e inovadores, isso só é possível quando a teoria e prática encontram-se alinhadas de tal modo que tornam indispensáveis para toda e qualquer ação docente.<br>   Claramente, a leitura desse artigo, proporcionará aos estudantes e profissionais da área da educação, uma reflexão acerca da importância do estágio e das experiências proporcionadas pelo mesmo, na prática da docência. Sendo de suma importância um processo de formação em que entende a relevância dos aspectos teóricos e práticos para a carreira profissional.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-19 23:07:54 UTC</pubDate>
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         <title>O que é pesquisa?</title>
         <author>LainaCariele</author>
         <link>https://padlet.com/LainaCariele/64w7oi5lclwxgip6/wish/943799604</link>
         <description><![CDATA[<div>Referência: MARTUCCI, Elisabeth Márcia. Estudo de caso Etnográfico. Revista de Biblioteconomia de Brasília. V. 25, n2,p. 167-180, 2001. Disponível em: &lt;http://www.brapci.inf.br/_repositorio/2010/03/pdf_1e9bd793d3_0008783.pdf&gt;. Acesso em: 02 ago. 2019</div><div> </div><div>      <strong>Laina Cariele da Cruz Ribeiro</strong></div><div> </div><div>   Elisabeth Márcia Martucci possui graduação em Biblioteconomia pela Escola de Biblioteconomia e Documentação de São Carlos(1972), mestrado em Ciência da Informação pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas(1980) e doutorado em Educação pela Universidade Federal de São Carlos(1999). Tem experiência na área de Educação, com ênfase em Formação de Professores e de Outros Agentes Educativos. </div><div>   No artigo “<em>Estudo de caso etnográfico” </em>a autora apresenta princípios, concepções e técnicas do estudo de caso etnográfico, na abordagem qualitativa ou interpretativa da pesquisa. Desse modo, o artigo é dividido em três tópicos de discussão: </div><div>1.    Alguns princípios da pesquisa interpretativa;</div><div>2.    As microcultural e as pesquisa etnográfica;</div><div>3.     O estudo de caso etnográfico.</div><div>    Em sua primeira seção, alguns princípios da pesquisa interpretativa, utiliza-se dos conceitos elaborados por diversos pesquisadores para abordar os princípios fundantes para o paradigma interpretativo da pesquisa. Segundo expõem Bogdan; Biklen (1994,p 54-55), na abordagem qualitativa a experiência humana é mediada na interpretação e nas diferentes maneiras que a mesma pode ser desenvolvida. Enquanto para Erickson as pessoas constroem significados simbólicos para algumas ações e agem de acordo com as interpretações que construíram.</div><div>    Mediante as análises dos diferentes pensadores, Martucci conclui a pesquisa qualitativa como:</div><div>·         <strong>Naturalista ou de campo</strong>, considerando o ambiente como local de ocorrência das ações e comportamentos humanos;</div><div>·         <strong>Descritiva</strong>, devido a maneira minuciosa como os dados são coletados;</div><div>·         <strong>Indutiva</strong>, é desenvolvida com base em muitas informações;</div><div>·         <strong>Significativa</strong>, pois busca compreender como as pessoas buscam o sentido das suas vidas.</div><div>     Em <em>“ As microculturas e a pesquisa etnográfica”</em>, a autora aponta as microculturas como não estáticas, visto que o processo interpretativo é formado pelas situações cotidianas, as quais encontram-se em constantes mudanças. A sociedade é organizada por meio das interações do ser humano, produzindo assim construção de normas culturais. O interesse fundamental da pesquisa interpretativa é a particularidade, a especificidade ou a peculiaridade dos significados em ação.</div><div>      A pesquisa do caso etnográfico envolve um trabalho longo no campo e apresenta o pesquisador como principal instrumento na coleta de dados.  A coleta de dados é realizada por meio da observação participante, almejando informações sobre os valores, hábitos, crenças e comportamentos sociais do grupo.</div><div>    No último tópico, a autora apresenta o estudo de caso como uma tradição na pesquisa cientifica, sendo utilizado para fins de resolução de situações problemas. Um estudo de caso possui sete características que sobrepõem às caraterísticas gerais da pesquisa qualitativa:</div><ul><li>Visam à descoberta;</li><li>Retrata a realidade de forma completa;</li><li>Enfatiza a interpretação em contexto;</li><li>Variedades de fontes informativas;</li><li>Generalização naturalísticas;</li><li>Representam diferentes pontos de vista;</li><li>Utilizam uma linguagem cientifica acessível.</li></ul><div> O estudo de caso etnográfico possui três momentos: o primeiro é de planejamento, outro de trabalho de campo ou coleta e a última de sistematização e elaboração do relatório final de pesquisa. Para a coleta de dados é necessário a utilização de três técnicas: a primeira é a observação participante, seguida da entrevista e concluída nos textos escritos pelo sujeito.</div><div>     Conclui-se reconhecendo as vantagens do estudo de caso etnográfico para a execução da pesquisa, como a visão ampla que o mesmo possibilita e a capacidade de retratar as situações sociais, sendo extremamente pertinente para a elaboração de novas teorias.</div><div> </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-19 23:08:34 UTC</pubDate>
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         <title>Jornada Pedagógica na Rede Municipal</title>
         <author>LainaCariele</author>
         <link>https://padlet.com/LainaCariele/64w7oi5lclwxgip6/wish/943800980</link>
         <description><![CDATA[<div>A Jornada Pedagógica da Rede Municipal de Jequié ocorreu no início do mês de março do ano de  2020, apresentando como tema: <strong>Currículo escolar e suas interfaces com a aprendizagem: Diálogos no contexto das políticas públicas educacionais</strong>. Contou com a participação da Professora Alda Pepe, como palestrante na noite de abertura. A mesma trouxe uma fala acerca da implantação da BNCC e a importância da escola como espaço sociocultural.<br>Toda a jornada foi marcada pela manifestação dos docentes municipais no que tange ao cenário de desvalorização profissional, o momento foi utilizado como meio de reivindicação (necessário) de direitos negados pelo o prefeito regente, Sérgio da Gameleira. De tal modo, durante todo o período foram dispostos faixas que indicassem o direito a valorização do professor e priorização da educação.<br>Desse modo, foi discutido o caráter político da educação em todas as falas, afinal esse era um momento histórico no cenário educacional municipal, visto que nunca houve uma política de tamanha desvalorização docente. Em concordância com Paulo Freire : "Ser professor e não lutar é uma contradição pedagógica." Não podemos nos calar, não podemos deixar de lutar por uma educação justa e igualitária. Que sejamos porta-vozes da mudança.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-19 23:09:19 UTC</pubDate>
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         <title>Uma escola se faz com todos!</title>
         <author>LainaCariele</author>
         <link>https://padlet.com/LainaCariele/64w7oi5lclwxgip6/wish/943801927</link>
         <description><![CDATA[<div>A Jornada Pedagógica na Escola Doutor Celi de Freitas, campus do estágio, foi marcada pelo planejamento participativo de todos funcionários da escola. A gestão escolar, a todo instante ressaltava a importância de todos para o fazer pedagógico, compreendendo a escola como junção de todos.<br> <br>A gestão participativa corresponde a junção de vários princípios que permitem mediar o envolvimento de pessoas na tomada de decisões, afim de alcançar a meta de todos, nesse caso: educação de qualidade. Concordando assim com Luck:<br> <br>O entendimento do conceito de gestão já pressupõe, em si, a ideia de participação, isto é, do trabalho associado de pessoas analisando situações, decidindo sobre seu encaminhamento e agindo sobre elas em conjunto. Isso porque o êxito de uma organização depende da ação construtiva conjunta de seus componentes, pelo trabalho associado, mediante reciprocidade que cria um "todo" orientado por uma vontade coletiva. (LUCK,1996,p.37)<br><br>  No primeiro momento houve uma discussão sobre a BNCC, sendo disponibilizado parte dela para as professoras aprenderem a adequar a prática docente à nova Base Nacional Comum Curricular.<br>   <br>Durante a jornada os estagiários foram apresentados as respectivas professoras docentes, e juntamente com a escola, planejamos a primeira semana de aula. As salas foram ornamentadas e organizadas para receber os alunos.<br><br>Foi uma experiência de afirmar a necessidade de uma educação de qualidade para todos, ressaltando a importância da qualificação profissional para a realização de tal objetivo. <br><br><strong>REFERÊNCIA:</strong><br>LUCK, Heloisa. <strong>Gestão educacional: estratégia, ação global e coletiva no ensino</strong>. In. FINGER,A. et al. Educação: caminhos e perspectivas. Curitiba: Champagnat: Vozes, 2001.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-19 23:09:48 UTC</pubDate>
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         <title>A Escola e a Cultura</title>
         <author>LainaCariele</author>
         <link>https://padlet.com/LainaCariele/64w7oi5lclwxgip6/wish/943803214</link>
         <description><![CDATA[<div>Compreender a escola como espaço sociocultural, de acordo com Dayrell (1996) é "resgatar o papel dos sujeitos na trama social que a constitui, enquanto instituição." Sendo assim, a escola passa a ser analisada como o ambiente de produção e reprodução das estruturas sociais.<br><br>Durante o período de observação na Escola Municipal Doutor Celi de Freitas, percebemos que a escola atende, em sua maioria, às crianças de bairros como Cachoeirinha e Jardim tropical, necessitando assim, de transporte escolar.  Posto isso, o processo educacional acontece desde o momento em que a criança entra no ônibus escolar.<br><br>Por meio das observações, notamos que a escola não possui acessibilidade para alunos com deficiências físicas, contando apenas com uma sala de AEE. Partindo do pressuposto, a escola, por meio da heterogeneidade alunos e profissionais, é posta como construtora de diversidade e respeito, como também aponta Dayrell (1996):<br><br> [...]<em>a escola se constitui de um conjunto de tempos e espaços ritualizados. Em cada situação, há uma dimensão simbólica, que se expressa nos gestos e posturas acompanhados de sentimentos. Cada um dos seus rituais possui uma dimensão pedagógica, na maioria das vezes implícita, independente da intencionalidade ou dos objetivos explícitos da escola.<br><br></em>Em entrevista com a coordenadora pedagógica, Luciene Dias de Almeida, a falta de participação da família no ambiente escolar é um dos principais problemas encontrado. Indo contra, a ideia de a participação da comunidade é extremamente importante para a prática educacional.<br><em><br></em>Concluo, relembrando que para além do ensino, a escola desempenha o papel crucial na formação do individuo, sendo necessário repensar sempre sua prática.<br><br><strong>Referência:</strong> DAYRELL, Juarez. A escola como espaço sócio-cutural. In: _____. (Org.). Múltiplos olhares sobre educação e cultura. Minas Gerais: UFMG, 1996.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-19 23:10:28 UTC</pubDate>
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         <title>Psicogênese da Língua Escrita</title>
         <author>LainaCariele</author>
         <link>https://padlet.com/LainaCariele/64w7oi5lclwxgip6/wish/943804026</link>
         <description><![CDATA[<div>MENDONÇA, Onaide Schwartz; MENDONÇA, Olympio Correa de. Psicogênese da Língua Escrita: contribuições, equívocos e consequências para alfabetização. São Paulo: UNESP, UNIVESP: 2011, pg. 36-57.</div><div><br></div><div><strong>Laina Cariele da Cruz Ribeiro</strong></div><div><br></div><div>Onaide Schwartz Correa de Mendonça possui graduação em Letras pela Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho” (1990), mestrado e doutorado em Letras pela mesma Universidade. Atualmente é professora da  Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho”.Olympio Correa de Mendonça possui graduação em Letras/ Linguística pela Universidade de São Paulo (1968); bacharelado em Ciências Jurídicas pela Universidade  Braz Cuba (1985). Atualmente, é docente aposentado de Linguística e Ensino de Língua Materna da Universidade de São Paulo (1978). .</div><div>No artigo, <em>Contribuições da Psicogênese da Língua Escrita para a Alfabetização: Interpretações e Consequências</em>, Onaide e Olympio Mendonça apresentam resultados da pesquisa <em> Psicogênese da língua escrita, </em>autoria de Emília Ferreiro e Ana Teberosky. A pesquisa funda-se na maneira como ocorre o processo de leitura e escrita da criança, compreendendo-o como objeto de conhecimento. Por meio de estudos as pesquisadoras, apontam a escrita como construção do sistema representativo, afirmando que para conquistar o domínio da língua materna o aprendiz deve ser o sujeito da aprendizagem, havendo a necessidade um uma teoria atrelada ao método. Onaide e Olympio Mendonça, discorrem acerca dos equívocos advindos desse estudo, defendendo uma alfabetização que abrange os aspectos linguístico e social do indivíduo.</div><div> O texto encontra-se organizado em quatro tópicos, sendo o segundo subdividido em onze partes, nas quais narra as consequências acerca das diferentes interpretações da psicogênese. Dentre elas, explica-se a diferença entre alfabetização e letramento, afirmando os dois como fatores indissociáveis no processo de alfabetização. Onaide e Olympio Mendonça também ressaltam a importância de que o alfabetizador desenvolva em sala de aula, práticas educativas que garantam ao aluno o domínio e compreensão do sistema de escrita. Ademais, os autores posicionam-se contra ao ensino mecânico de aquisição do código da escrita e a leitura como memorização, defendem que a alfabetização se dá por meio do aprendizado efetivo de tais códigos, compreendendo assim o uso social dos mesmos.</div><div>Referindo-se aos níveis e hipóteses de aquisição da leitura e escrita, os autores explanam acerca do preconceito linguístico criado contra a sílaba, o qual é um aspecto necessário para a alfabetização. A criança precisa entender como a palavra é formada ( letras e sílabas) para efetuar a escrita, e só assim avançar em seu processo de aprendizagem. A postura do professor alfabetizador também  define a maneira como os aprendizes dominam e compreendem  o SEA, de tal modo que cabe ao mesmo, que compreendendo a psicogênese da língua escrita, direcione o trabalho em sala de aula para aprendizagens significativas.</div><div>   Partindo do pressuposto, o texto afirma que para que a alfabetização ocorra compreendendo os aspectos sociais e linguísticos, é urgente a adoção de uma metodologia atrelada à teoria para efetivação de  tal procedimento. Faz-se necessário mais objetividade e clareza no ensino de conteúdos, profissionais docentes com maior qualificação e desejo de transformar a educação. É preciso compreender o aprendiz como sujeito de direito.<br><br><a href="http://metodologiadaalfabetizacao.blogspot.com/2015/08/resumo-alfabetizacao-metodo.html">Fonte:</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-19 23:10:52 UTC</pubDate>
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         <title>Roda de Conversa</title>
         <author>LainaCariele</author>
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         <description><![CDATA[<div>A roda de conversa realizada no dia 05/11/2020, com a presença da professora Onaide Mendonça, foi de extrema relevância para a nossa formação. Esse momento aproximou os nossos olhares para o método sociolinguístico, compreendendo a relevância e eficiência do mesmo.<br><br>Um dos pontos que mais me marcou foi uma fala da autora: "As crianças estão prontas para aprender", levando assim a reflexão acerca de questionamento da maneira como o docente conduz essa aprendizagem, desde a Educação Infantil.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-19 23:11:47 UTC</pubDate>
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         <title>Uma lição de vida</title>
         <author>LainaCariele</author>
         <link>https://padlet.com/LainaCariele/64w7oi5lclwxgip6/wish/943806711</link>
         <description><![CDATA[<div>O filme Uma lição de vida, baseado em fatos reais, narra a história de Kimani Maruge, que nasceu no Quênia, e decide ir à escola aos 84 anos. Diante de muita dificuldade e preconceito, com a ajuda da professora, Jane Obinchu, ele é inserido na classe de crianças de 6 anos.<br>Ao analisar o filme percebi a importância de o professor saber sua função para além da sala de aula, compreendendo, que educar é um ato social e por meio do conhecimento tecemos novos arranjos na sociedade.<br>Infelizmente algumas cenas do filme ainda são muito presentes na nossa estrutura educacional, como as salas lotadas e falta de materiais. Mas que igualmente a professora Jane, possamos ser persistentes em educar com qualidade.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-19 23:12:16 UTC</pubDate>
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         <title>Projeto de Estágio</title>
         <author>LainaCariele</author>
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         <description><![CDATA[<div><br>Esse projeto de intervenção pedagógica, intitulado: <strong>“A importância da música no processo de alfabetização da criança”</strong>, foi pensado pelas estagiárias partindo do tema anual da escola-campo de estágio: <em>Música,</em> o qual foi escolhido mediante acompanhamento da reunião de planejamento da escola, realizada no início deste ano letivo. Compreendendo que para que o processo de alfabetização ocorra de maneira significativa é preciso que o mesmo se aproxime do contexto social da criança. Por isso, estamos propondo um projeto de intervenção que visa associar o trabalho com a música ao processo de aprendizagem da leitura e da escrita. Com isto, acreditamos que a criança aprenderá de maneira direcionada e lúdica. </div><div><br>Segundo o corpo docente, as músicas que fazem parte, em sua maioria, do contexto social dos estudantes, não apresentam letras e conteúdos considerados apropriados para suas respectivas idades. Partindo desse pressuposto, existe uma necessidade de as crianças conhecerem novos gêneros musicais, como também, diferentes gêneros textuais. A motivação desse tema é resultado da observação ativa do momento de planejamento anual realizado pela escola, contando com a participação das professoras e da equipe gestora. Com isto, a escola pretende utilizar a música para que a criança expanda seu conhecimento de mundo, de textos e de oralidade.</div><div><br>A pretensão de associação da Alfabetização com o Letramento na fase de alfabetização das crianças é ensiná-las a ler e escrever, utilizando os elementos da música. Desse modo, a criança passará a perceber a prática da leitura e escrita em todo e qualquer contexto, considerando a possibilidade da presença da música em todo e qualquer contexto. Segundo Mendonça e Mendonça (2013, p.12):</div><div><br></div><div>O alfabetizador pode compreender a variedade linguística de seus alunos e, respeitando-a e partindo dela, trabalhar suas diferenças, levando-os ao domínio de mais uma variedade, padrão, que é instrumento para o exercício da cidadania.</div><div><br></div><div>Ao desenvolver a prática do ensino da língua materna, na perspectiva do letramento, com o intuito de fundamentar o processo de ensino e aprendizagem da leitura e da escrita das crianças, reconhecemos a importância da valorização do conhecimento de mundo e das habilidades que os educandos trazem para a escola. De acordo com Soares (2003, p. 16):<br><br></div><div>Letrar é mais que alfabetizar, é ensinar a ler e a escrever dentro de um contexto onde a leitura e a escrita tenham sentido e façam parte da vida do aluno. Segundo o dicionário Aurélio, letrado é aquele “versado em letras, erudito”, enquanto que iletrado é “aquele que não tem conhecimentos literários” e também o “analfabeto ou quase analfabeto”.</div><div><br>Para obter um processo alfabetizador de qualidade é preciso que o professor promova atividades e experiências que estimulem a necessidade das crianças de aprenderem a ler e a escrever, oferecendo instruções objetivas e diretas para elas. O alfabetizador deve utilizar de conhecimentos e ferramentas para que a aprendizagem da leitura e escrita sejam efetivadas.</div><div><br>Reconhecendo que durante o processo de alfabetização a criança precisa ter conhecer os diferentes gêneros textuais, a fim de . Sendo assim, a utilização do gênero textual música, como uma das principais ferramentas de aprendizagem, contribuindo nos aspectos cognitivo, psicológico, afetivo e social das crianças, facilitando a compreensão de códigos gestuais e motores, auxiliando na aprendizagem de novos saberes. desenvolvendo assim não somente habilidades de leitura e escrita, como também o estímulo à arte, a sensibilização, os valores e princípios de convívio em sociedade.</div><div><br>De acordo com a Diretrizes Curriculares da Educação Básica (BRASIL, 2008), cabe ao educando a prática, a discussão, a leitura de textos das diferentes esferas sociais (jornalística, literária, publicitária, digital, entre outros). Sendo assim, o educador tem como dever apresentar diferentes gêneros textuais para os educandos, de maneira que a prática da leitura não se isole em apenas um determinado gênero e texto. Partindo dessa compreensão, durante o desenvolvimento deste projeto de intervenção apresentaremos e ensinaremos o gênero textual música, tendo o enfoque nas produções da dupla musical “Palavra Cantada”, estendendo também ao estudo dos gêneros poesia e biografia.</div><div><br>A apresentação e a familiarização com os diferentes gêneros textuais permitem que a criança compreenda as diferentes estruturas que os textos podem ter, os diferentes tipos de letras e as características das palavras. De acordo com a proposta curricular: Educação para Jovens e Adultos- Proposta Curricular para o 1º Segmento (BRASIL, 2001a, p. 55):<br><br></div><div><br>Para que os alunos leiam e escrevam com autonomia, precisam familiarizar-se com a diversidade de textos existentes na sociedade. Precisam reconhecer as várias funções que a escrita pode ter (informar, entreter, convencer, definir, seduzir), os diferentes suportes materiais onde pode aparecer (jornais, livros, cartazes etc.), as diferentes apresentações visuais que pode adquirir e suas características estruturais (organização sintática e vocabulário). <br><br></div><div><br>As intervenções pensadas nesse projeto visam o aprimoramento da oralidade, da escrita e das habilidades socioemocionais das crianças, estabelecendo uma relação cultural e afetiva, por meio da música. O processo alfabetizador não acontece de maneira isolada do mundo e do contexto social em que a criança está inserida. Sendo assim, suas experiências e conhecimentos também são parte desse processo. É preciso que a criança seja autora de suas experiências e saberes. Entendendo, desse modo, a alfabetização como o ensino da técnica da leitura e escrita, de maneira que não desassocia a alfabetização do letramento.</div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-19 23:13:09 UTC</pubDate>
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         <title>Objetivos do Projeto de Estágio</title>
         <author>LainaCariele</author>
         <link>https://padlet.com/LainaCariele/64w7oi5lclwxgip6/wish/943808707</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>OBJETIVO GERAL:</strong></div><div><br>Desenvolver aprendizagens significativas de maneira lúdica, no que tange a escrita, oralidade, leitura e interpretação textual, compreendendo e conhecendo uma variedade de gêneros textuais.<br><br></div><div><strong>OBJETIVOS ESPECÍFICOS:  <br></strong><br></div><ul><li>Conhecer e explorar diversas práticas de linguagem (artísticas, corporais e linguísticas), em diferentes campos da atividade humana.</li><li>Utilizar diferentes formas da oralidade, escrita e leitura para expor seus pensamentos.</li><li>Identificar o gênero textual música, suas características e usos sociais.</li><li>Aprender a escrita das palavras.</li><li>Pesquisar, explorar, improvisar, compor e interpretar sons de diversas naturezas e procedências.</li><li>Conhecer as variadas manifestações musicais. </li><li> Estabelecer relação de respeito com o próximo.</li><li> Aprimorar habilidades como a atenção e a memória.</li><li>Relacionar o tema com outros conhecimentos adquiridos posteriormente.</li><li>Desenvolver a capacidade de trabalhar em equipe.</li><li>Exercitar o pensamento reflexivo durante as atividades de leitura e escrita;</li><li>Reconhecer os diferentes gêneros textuais.</li><li>Ampliar o repertório linguístico, a partir das atividades propostas.</li><li>Expressar-se através da escrita espontânea.</li><li>Produzir elementos artísticos.</li><li>Expor conhecimentos e pensamentos oralmente.</li><li>Reconhecer as letras do alfabeto</li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-19 23:13:25 UTC</pubDate>
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         <title>A amizade é tudo!</title>
         <author>LainaCariele</author>
         <link>https://padlet.com/LainaCariele/64w7oi5lclwxgip6/wish/943809853</link>
         <description><![CDATA[<div>Palavra Geradora: Amizade<br>Gênero textual: Música</div><div><strong><br>OBJETIVOS:</strong></div><ul><li>Compreender o significado da palavra “Amizade’ e a importância de ter amigos; </li><li>Perceber o significado e importância de partilhar;</li><li>Ler textos, mesmo que que ainda de forma não convencional;</li><li>Expressar-se oralmente;</li><li>Interpretar texto;</li><li>Conhecer o alfabeto;</li><li>Apropriar-se da escrita da palavra geradora: <strong>AMIZADE</strong>;</li><li>Conhecer a estrutura do gênero textual música, suas características e usos sociais..</li></ul><div><strong><br>ORIENTAÇÕES DIDÁTICAS</strong></div><div><strong><br>I- Primeiro momento</strong></div><ul><li><br>Contação da história: “O pequeno livro da amizade”, da autora Christine Coirault;</li><li>Discussão do texto, conduzida pelas seguintes questões:<br>- O que é amizade?<br>- Você tem amigo?<br>-Qual a importância de se ter um amigo?<br>- Quem são seus melhores amigos?</li><li>Dinâmica Teia da Amizade</li></ul><div><strong><br>Disponível em: </strong><a href="http://kerolaynejaime.blogspot.com/2014/11/dinamica-do-">http://kerolaynejaime.blogspot.com/2014/11/dinamica-do-</a> barbante-teia-da -amizade.html</div><div>Forme uma roda com sua turma, todos em pé. O coordenador não participa da roda. Uma pessoa inicia a brincadeira segurando uma ponta do barbante/cordão e jogando o rolo do cordão para alguém que tenha muita afinidade e fala “uma qualidade/característica marcante da pessoa”.</div><div>A pessoa que recebe faz a mesma coisa: segura a parte recebida do cordão e joga o rolo do cordão para alguém que tenha afinidade, fala uma qualidade da pessoa, essa pessoa também passa o cordão para outra, e assim vai, sucessivamente até todos participarem. Quando todos tiverem participado, terão formado uma grande teia com o cordão.</div><ul><li>Ouvir a música: “Amigo, amiga” de Palavra Cantada (Compositores :Luiz Tatit e Sandra Peres) ;</li><li>Fixar a letra da música na parede;</li><li>Discutir a música:<br>- Do que ela fala?<br>- Do que você e seu amigo gostam de brincar? <br>- Todo mundo tem amigo?<br>- Todo mundo precisa ter um amigo? Por que?<br>- O que é mais legal em se ter um amigo<br>- Qual o nome do seu melhor amigo?<br>- É bom ter amigo?<br>- Qual a importância de um amigo?</li><li>Apresentar o gênero textual música e suas características;</li><li>Fazer a leitura acompanhada do texto.</li></ul><div><strong><br>III- Terceiro momento</strong></div><ul><li>Leitura do alfabeto de forma salteada;</li><li>Apresentar a palavra geradora <strong>AMIZADE</strong>;</li><li>Reconhecimento das letras da palavra geradora;</li><li>Identificação:<br> - Letra inicial<br> - Letra final<br> - Letras repetidas<br> - Quantidade de letras (vogais e consoantes)</li><li>Perguntar quantas vezes abrimos a boca para falar a palavra <strong>AMIZADE</strong>;</li><li>Fazer a separação das sílabas, mostrando quantas vezes abrimos a boca para falar a palavra <strong>AMIZADE</strong>;</li><li>Apresentação das famílias silábicas:</li></ul><div><strong><br>             AMIZADE<br>          </strong>A-MI-ZA-DE<br>      A  -   O  -  U  -   I  -  E <br> MA - MO - MU - MI - ME - MÃO<br>  ZA - ZO - ZU -  ZI  - ZE -  ZÃO <br>  DA - DO - DU -  DI -  DE -  DÃO</div><ul><li>Leitura das sílabas;</li><li>Formação de novas palavras com as famílias silábicas da palavra geradora;</li><li>Socialização das palavras formadas pelas crianças.</li></ul><div><strong><br>IV- Quarto momento</strong></div><ul><li>Jogo coletivo: “Twister Alfabético”</li><li>Aplicação da atividade  por nível de escrita</li></ul><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-19 23:14:00 UTC</pubDate>
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         <title>Atividade nível Pré-Silábico </title>
         <author>LainaCariele</author>
         <link>https://padlet.com/LainaCariele/64w7oi5lclwxgip6/wish/943811369</link>
         <description><![CDATA[<div>Nessa hipótese a criança ainda não difere a escrita do desenhos, por isso quando orientada à escrever algo, mistura o desenho e algumas letras que conhece ( na maioria das vezes são letras do seu próprio nome). Além disso, as palavras não tem um número de letras, ou seja,  escreve PORDPEPO= BOLA ( o nome da criança é Pedro).</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-19 23:14:54 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Atividade nível Silábico</title>
         <author>LainaCariele</author>
         <link>https://padlet.com/LainaCariele/64w7oi5lclwxgip6/wish/943812675</link>
         <description><![CDATA[<div>Nesse nível a criança já compreende que cada palavra é diferente, havendo a necessidade de escrever cada uma de um modo.  No início busca representar cada sílaba da palavra sem se preocupar com o valor sonoro, demonstrando uma atenção à quantidade de letras em relação à quantidade de sílabas da palavra escrita, apresentando a escrita:<br>            OLT= JANELA<br>         LTOL= TELEVISÃO</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-19 23:15:39 UTC</pubDate>
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         <title>Atividade nível Silábico-Alfabético</title>
         <author>LainaCariele</author>
         <link>https://padlet.com/LainaCariele/64w7oi5lclwxgip6/wish/943813287</link>
         <description><![CDATA[<div>A criança nesse nível faz correspondência das letras ao som, escrevendo algumas vezes mediante a correspondência fonética ou ortográfica. Escrevendo: <br>              MEA= MESA<br>             JNEA= JANELA</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-19 23:16:01 UTC</pubDate>
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         <title>Atividade nível Alfabético</title>
         <author>LainaCariele</author>
         <link>https://padlet.com/LainaCariele/64w7oi5lclwxgip6/wish/943815079</link>
         <description><![CDATA[<div>Ao atingir o nível alfabético o alfabetizando passa a escrever com base na oralidade, reconhecendo a função da escrita Inicialmente a escrita ainda apresenta alguns erros ortográficos, como:<br>         AJNELA= JANELA<br>          PINEU= PNEU<br>Porém, com a intervenção e auxilio do professor alfabetizador passa a escrever fazendo análise dos fonemas da palavra, o "erro" nessa fase, é um sinal da reflexão da escrita que a criança está passando.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-19 23:17:01 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Twister Alfabético</title>
         <author>LainaCariele</author>
         <link>https://padlet.com/LainaCariele/64w7oi5lclwxgip6/wish/943816294</link>
         <description><![CDATA[<div>Esse jogo tem como objetivo reconhecer as letras do alfabeto de maneira lúdica e por meio de estratégias, compreendendo a letra inicial de cada palavra. É composto por um tapete colorido com letras do alfabeto salteadas e uma roleta de comandos.</div><div><strong><br>Como jogar?</strong></div><ul><li>O professor irá escolher uma dupla para cada rodada;</li><li>Ao girar a roleta será indicado um comando para cada parte do corpo. Por exemplo: </li></ul><div> <br>Mão direita: Verde        <br> Mão esquerda: Amarela<br>Pé direito: Vermelho        <br>Pé esquerdo: Vermelho</div><div><br>Ao realizar cada comando a criança terá que dizer qual letra colocou a parte do corpo ( Mão direita= Letra V de vaca, Pé direito= Letra B de bola, e assim sucessivamente) , e manter-se nessa posição até que o colega também jogue. Não podendo repetir nenhuma palavra dita pelo colega.</div><ul><li>Dependendo do nível de dificuldade dos alunos pode ser jogado com apenas dois comandos.</li><li>O jogo acaba quando todos da turma já tiverem participado ao menos de uma rodada.</li><li>Não existe um ganhador, a finalidade é que todos joguem e aprendam a reconhecer as letras e seu som.</li></ul><div>Inspiração: <a href="http://psicopedagogiabrincareaprender.blogspot.com/2015/02/jogo-twister-adaptado-para.html">http://psicopedagogiabrincareaprender.blogspot.com/2015/02/jogo-twister-adaptado-para.html</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-19 23:17:41 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Produzindo o Twister Alfabético</title>
         <author>LainaCariele</author>
         <link>https://padlet.com/LainaCariele/64w7oi5lclwxgip6/wish/943817000</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2020-11-19 23:18:04 UTC</pubDate>
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         <title>Reflexões sobre o Estágio </title>
         <author>LainaCariele</author>
         <link>https://padlet.com/LainaCariele/64w7oi5lclwxgip6/wish/958318711</link>
         <description><![CDATA[<div>No momento inicial, o sentimento acerca do estágio remoto foi desesperador e ao mesmo tempo acendeu uma pitada de esperança, diante de todo o cenário que estávamos ( ainda estamos, infelizmente) vivendo.<br><br>O desespero foi passando e dando lugar a inúmeros aprendizados, que   muito provavelmente, não teria no ensino presencial. Foi desafiador? Sim. Preferia o presencial? Sim. Mas toda aprendizagem que foi obtida nesse período marcou a minha vida de uma maneira muito diferente.<br><br>Enfim, diante de toda a dificuldade que todos passamos para entender a plataforma digital e aprender a estudar de um novo modo, acredito que foi muito proveitoso.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-25 01:12:23 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>A educação como instrumento de transformação social!</title>
         <author>LainaCariele</author>
         <link>https://padlet.com/LainaCariele/64w7oi5lclwxgip6/wish/958356281</link>
         <description><![CDATA[<div>A professora Sirlei Oliveira, ministrante da roda de conversa que ocorreu no dia 02/12/2020, é gestora da escola em que foi desenvolvido o método sociolinguístico com  Onaide Mendonça.<br>A fala que mais me chamou atenção foi a relação escola-comunidade, e como essa junção é/pode ser proveitosa para o desenvolvimento da educação escolar.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-25 01:31:44 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Roda de conversa: Dislexia</title>
         <author>LainaCariele</author>
         <link>https://padlet.com/LainaCariele/64w7oi5lclwxgip6/wish/958358942</link>
         <description><![CDATA[<div>O professor Gesivaldo ministrou no dia 03/12/2020, o último webinário do VII Semestre. O tema, foi bem abordado e explanado, trazendo a tona uma nova visão sobre a dislexia, mostrando como ocorre a aprendizagem.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-25 01:33:07 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Ideologia </title>
         <author>LainaCariele</author>
         <link>https://padlet.com/LainaCariele/64w7oi5lclwxgip6/wish/988702500</link>
         <description><![CDATA[<div>"[...]é por causa da ideologia subjacente ao discurso liberal que a violência intrínseca ao sistema capitalista pode ser ocultada e percebida como paz – sendo a própria ideologia um modo de violência: tendo a metafísica do mercado global como lei inquestionável, uma crise que arruína milhares ou milhões de vidas deve ser percebida como não violência, como um mal necessário a ser suportado." (LORENZATTO)<br><br>A ideologia opera diretamente em nossa vidas, invertendo a realidade, de modo que gera uma falsa sensação de igualdade e justiça. A burguesia opera os meios de comunicação e propagam a ideologia dominante, de modo que as redes de tecnologia propagam tais ideias e manipulam o pensamento de grande parte da população.<br><br>Para Zizek a ideologia presente no sistema capitalista é um modo de violência, fazendo com que a vida acontecesse por meio de capas. O capitalismo, utiliza da cultura consumista e das mídias para propagar a cultura dominante. </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-04 18:28:41 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Territorialidade</title>
         <author>LainaCariele</author>
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         <description><![CDATA[<div>No contexto indígena terra e território são questões distintas, de modo que:<br>"[...]o estudo da organização territorial de uma dada sociedade indígena deve levar em conta contextos específicos, historicamente localizados e não se limitar a tomar como dado que limites étnicos correspondem a limites territoriais (GALLOIS, p.4)."<br><br>Desse modo o conceito de terra indígena refere-se ao processo político, definido pelos Estado, enquanto território é um conceito que engloba aspectos particulares de uma comunidade, como ancestralidade e relação de sobrevivência. Essa diferenciação é vista  claramente em cenas do filme Terras Vermelhas.<br>Territorialidade está diretamente ligado à história da comunidade, suas vivências, experiências de ocupação. </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-04 18:35:45 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Educação diferenciada intercultural e bilíngue indígena </title>
         <author>LainaCariele</author>
         <link>https://padlet.com/LainaCariele/64w7oi5lclwxgip6/wish/988734876</link>
         <description><![CDATA[<div>Pensar uma educação intercultural é compreender o espaço escolar como um lugar de diálogo, de respeito e construção de uma cidadania emancipatória e participante. Desse modo, a formação dos docentes precisam considerar a cultura, diversidade e diferença cultural. Faz-se necessário também um currículo que considere as especificidade dos diferentes povos indígenas.  <br> O português não é a língua materna dos índios, mesmo vivendo no Brasil, existe uma diversidade de línguas indígenas em suas comunidades. De modo que, a educação bilíngue é preparar para a convivência com não índios, de modo a respeitar a cultura e ancestralidade indígena. </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-04 18:36:15 UTC</pubDate>
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         <title>Etnicidade</title>
         <author>LainaCariele</author>
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         <description><![CDATA[<div>O conceito de etnicidade está diretamente ligado à identidade.  A etnicidade indígena ( dos povos Tupinambá), é marcada pela os arranjos e conjuntura culturais, construída por meio das relações culturais. <br><br>Weber aponta a etnicidade como uma unidade política, não somente caracteriza um determinado grupo como também demarca  o futuro. Desse modo, a etnicidade é formada por um conjuntos de características, que diferenciam um determinado grupo do outro. Língua, cultura, religião, vestimenta, dentre outros.  A identidade étnica diferencia os grupos e os classificam de acordo com os aspectos culturais, sendo essa uma forma de representatividade.  </div>]]></description>
         <enclosure url="https://vimeo.com/126566470" />
         <pubDate>2020-12-06 12:33:16 UTC</pubDate>
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         <title>Educação para as relações étnicos raciais</title>
         <author>LainaCariele</author>
         <link>https://padlet.com/LainaCariele/64w7oi5lclwxgip6/wish/991453414</link>
         <description><![CDATA[<div>Pensar uma educação para além das relações étnicos raciais, é de todo modo, pensar uma prática educacional antirracista. É formar professores conscientes, que não destinam apenas um dia no ano para pensar as relações étnicos raciais, mas faz dessa uma prática presente em todo o contexto escolar e social.<br><br>A lei 10.639/03 torna obrigatório o ensino sobre História e Cultura Afro- Brasileira nas escolas (Ensino Fundamental e Médio), objetivando uma educação antirracista. <br><br>Em sala de aula, é preciso repensar e reformular o currículo de modo que a história da cultura afro brasileira não seja sempre contada e narrada da perspectiva do homem branco. O professor pode utilizar de textos, histórias e músicas para fazer essa aproximação de aprendizagem.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=qmYucZKoxQA&amp;ab_channel=Globo" />
         <pubDate>2020-12-06 12:34:41 UTC</pubDate>
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         <title>Cultura</title>
         <author>LainaCariele</author>
         <link>https://padlet.com/LainaCariele/64w7oi5lclwxgip6/wish/991453897</link>
         <description><![CDATA[<div>Wolf compreende a cultura como elo de ligações e relações (econômicas, políticas, ecológicas). Enquanto Thompson procura compreender a cultura por meio das relações sociais estabelecidas pelo povo.<br><br>"A cultura, sobretudo, diz respeito ao conjunto de ações concretas e simbólicas responsável pela mediatização das interações sociais e construção dos novos arranjos[...]"<br><br>Desse modo a cultura é conceituada como o ponto mediador das relações sociais. É um conjunto de tradições, costumes e crenças, que são passados à gerações futuras de um determinado grupo social. A cultura é o que define as ações a serem tomadas e direciona as relações sociais.<br><br>A cultura é dinâmica, ou seja, ela se modifica, perdendo ou acrescentando traços, com o passar do tempo e por meio das trocas culturais.  </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-06 12:35:07 UTC</pubDate>
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