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      <title>Vivências na UPC by Hiviny Oliveira</title>
      <link>https://padlet.com/hivinychaves/642aoidxqsjegrg7</link>
      <description>Na prática, a gente cresce... </description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2025-07-22 21:31:40 UTC</pubDate>
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         <title>Expectativas para esse primeiro setor...❤️😶</title>
         <author>hivinychaves</author>
         <link>https://padlet.com/hivinychaves/642aoidxqsjegrg7/wish/3526294420</link>
         <description><![CDATA[<p>Dei início neste primeiro setor, e confesso que estou com uma mistura de sentimentos, por ser um ambiente totalmente diferente, que exige atenção e cuidado em cada detalhe. Quero aproveitar esse módulo para desenvolver mais do que apenas habilidades técnicas, preciso aprender a lidar com situações que vão mexer comigo, a observar melhor os detalhes e a entender que cada paciente reage de um jeito. Também quero melhorar a forma como me comunico, tanto com os pacientes quanto com a equipe, quero aprender a escutar melhor, a entender os sinais e a enxergar cada detalhe que pode fazer a diferença na recuperação de alguém.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-07-22 21:47:24 UTC</pubDate>
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         <title>28 de julho, primeira visita sozinha, segunda punção e muito aprendizado...</title>
         <author>hivinychaves</author>
         <link>https://padlet.com/hivinychaves/642aoidxqsjegrg7/wish/3531418157</link>
         <description><![CDATA[<p>Na segunda-feira, vivi uma experiência diferente, fiz minha primeira visita sozinha. Fiquei bem nervosa e com medo, porque estava acostumada a fazer tudo em dupla, e isso sempre me dava uma sensação de segurança. Ter alguém ao lado ajuda a lembrar do que pode ter passado despercebido, além de ser uma forma de dividir a responsabilidade. Mas dessa vez, precisei enfrentar esse momento sozinha e foi um desafio necessário para o meu crescimento.</p><p>Me senti um pouco insegura, estar ali por conta própria, tendo que lembrar de cada detalhe, observar a paciente com atenção e tomar nota de tudo, sem ter alguém para confirmar ou complementar, mexeu comigo. Mas também me fez perceber que estou evoluindo. Foi um passo importante para a construção da minha autonomia como futura enfermeira. Não vou dizer que foi o meu melhor atendimento, mas para a primeira visita na atenção hospital, acredito que consegui enfrentar o meu medo. Graças a Deus, a paciente com quem fiquei era tranquila, colaborativa e estava em acompanhamento após uma cirurgia de revascularização de MID. Seu histórico clínico incluía DAOP (Doença Arterial Obstrutiva Periférica), hipertensão (HAS) e diabetes (DM). Durante a avaliação dos exames laboratoriais, notei uma queda nos parâmetros do hemograma, o que indicava um possível quadro de anemia, e observei que o tratamento já estava sendo feito com Noripurum.</p><p>Também tive a oportunidade de auxiliar minha colega Mari na sua primeira colocação de uma sonda enteral. Mesmo as duas com receio por ser algo novo, fiz questão de estar presente, ajudar e observar cada passo que ela fazia com a orientação do professor com atenção. Espero ter outras oportunidades para realizar procedimentos como esse, mesmo com medo, tenho bastante disposição para aprender. Sinto que quanto mais vivências práticas eu tiver, mais segura vou me sentir. E ainda consegui realizar minha segunda punção venosa! Foi um momento importante para mim, pois aos poucos estou ganhando confiança, aprimorando a técnica e perdendo o medo. Cada pequena conquista dentro do setor tem significado muito para mim. Estou tentando aproveitar cada oportunidade ao máximo.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-07-29 23:27:05 UTC</pubDate>
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         <title>Minha primeira semana</title>
         <author>hivinychaves</author>
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         <description><![CDATA[<p>Na primeira semana, tivemos dois dias iniciais dedicados à ambientação. O professor começou nos apresentando o setor, a equipe que trabalha ali e os principais dispositivos utilizados. Depois, ele nos explicou como funciona a evolução do enfermeiro e nos ensinou passo a passo. Isso foi muito importante para que a gente não se sentisse tão perdidos nos dias seguintes e já começasse com uma base.</p><p>Nos últimos três dias da semana, começamos a fazer as visitas em dupla. A cada dia fiquei com uma colega diferente, o que foi muito legal, porque assim pude trocar experiências e aprender com cada uma. Cada pessoa tem seu jeito de pensar e agir, e isso enriquece muito nossa prática. Durante a semana, tive a chance de fazer meu primeiro curativo. Era um curativo simples, mas exigia atenção e técnica. Acabei cometendo alguns erros, principalmente no uso da luva de toque e na forma de manusear a gaze, o que poderia ter causado contaminação. Fiquei um pouco frustrada, mas entendi que esses deslizes fazem parte do processo de aprendizado. O importante é reconhecer o erro e buscar melhorar sempre.</p><p>No outro dia, pude fazer mais um curativo e, dessa vez, foi totalmente diferente. Eu já estava mais confiante, mais atenta aos detalhes, e consegui realizar o procedimento com mais segurança. Foi um momento especial, porque percebi minha evolução em pouco tempo.</p><p><br></p><p>Essa primeira semana foi desafiadora, mesmo com erros, me mostrou o quanto estou crescendo e aprendendo. Estou animada com as próximas oportunidades e com tudo que ainda vou aprender nesse módulo.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-07-30 18:47:54 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>hivinychaves</author>
         <link>https://padlet.com/hivinychaves/642aoidxqsjegrg7/wish/3533279852</link>
         <description><![CDATA[<p>Durante essa primeira semana de nivelamento, a experiência foi extremamente enriquecedora. Os professores conduziram atividades voltadas para nos preparar de forma mais segura e confiante para os desafios da prática clínica. Tivemos a oportunidade de trabalhar em grupos, que foram previamente sorteados e com os quais permaneceremos durante todo o semestre, o que também favoreceu o entrosamento entre os colegas. </p><p>No primeiro dia, tivemos o caso de um paciente adulto que apresentava uma hemorragia interna, ele estava perdendo muito volume de sangue sem que isso fosse percebido logo no início. A situação, que parecia simples de início, evoluiu rapidamente. Como não houve uma intervenção a tempo, o paciente teve uma queda da pressão arterial, o que fez evoluir para uma PCR e, infelizmente, levou o paciente a óbito. Esse caso nos mostrou o quanto é essencial ter atenção aos sinais clínicos e agir rapidamente, mesmo quando o quadro parece estável no começo.</p><p>No segundo dia, o caso foi com um recém-nascido que tinha suspeita de diabetes e apresentou um episódio de hipoglicemia. Diferente do primeiro caso, conseguimos identificar o problema a tempo, fizemos o tratamento adequado e o bebê se estabilizou. Foi um alívio ver que conseguimos evitar uma PCR e garantir a segurança do paciente.</p><p>No último dia, o caso foi de uma gestante que teve um parto normal, mas que tinha risco de desenvolver uma hemorragia pós-parto. Nós ficamos atentos aos sinais e acompanhamos ela de perto durante o trabalho de parto e após o nascimento do bebê. Felizmente, não houve nenhuma complicação, e tudo ocorreu bem.</p><p>Essa semana foi cheia de aprendizados e situações que nos fizeram pensar bastante sobre a nossa responsabilidade como futuros profissionais. Vimos de perto como a atenção aos detalhes e a agilidade na assistência fazem toda a diferença no cuidado com o paciente.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-07-31 20:22:07 UTC</pubDate>
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         <title>Motivos que fazem os pacientes de uma UTI desenvolver lesões por pressão</title>
         <author>hivinychaves</author>
         <link>https://padlet.com/hivinychaves/642aoidxqsjegrg7/wish/3534174714</link>
         <description><![CDATA[<p>Nesta semana, durante os dois primeiros dias de ambientação na UPC, tivemos momentos muito importantes de aprendizado ao lado do professor. Durante nossa “aula”, algo que me chamou bastante atenção foi a explicação sobre os motivos que levam os pacientes de uma UTI a desenvolverem lesões por pressão.</p><p>Durante os dias no módulo, pude perceber na prática que, de fato, muitos pacientes apresentam algum tipo de lesão, principalmente aqueles que estão intubados e permanecem por longos períodos em decúbito dorsal. A equipe de enfermagem, no entanto, atua de forma ativa na prevenção, utilizando estratégias como o uso frequente de Aquacel (que é um curativo indicado para proteger a pele, ajudando a evitar o atrito e a umidade, que são causas comuns dessas feridas) na região sacral, justamente para evitar o surgimento dessas lesões.</p><p>Com base nessa experiência, fiquei interessada em pesquisar mais sobre o assunto, para entender melhor os fatores que causam essas lesões, como prevenir e o papel da enfermagem nesse cuidado.</p><p><br></p><p>Sua incidência em pacientes críticos é elevada, uma vez que esse perfil de paciente apresenta diversos fatores que aumentam o risco para o seu surgimento. Entre os fatores relacionados às condições do próprio paciente, podemos citar a idade avançada, deficiências nutricionais, diminuição da circulação sanguínea, incontinência urinária ou fecal, perda da sensibilidade, baixa imunidade e a presença de doenças crônicas como diabetes e problemas cardíacos. Já entre os fatores ligados ao ambiente hospitalar e ao cuidado, estão a pressão contínua em áreas específicas do corpo, a fricção com superfícies da cama, o atrito causado por movimentações inadequadas e a umidade excessiva da pele, que favorece o surgimento dessas lesões. Esses riscos aumentam ainda mais em pacientes com mobilidade reduzida, que fazem uso de dispositivos invasivos, estão sob ventilação mecânica, utilizam sedação contínua ou apresentam instabilidade nos sinais vitais. Por isso, a atuação da equipe de enfermagem é essencial tanto para identificar esses riscos com antecedência quanto para aplicar medidas eficazes de prevenção, como mudanças de posição frequentes, uso de colchões e almofadas especiais, cuidados com a pele e aplicação de curativos protetores.</p><p><br></p><p>SANTOS, W. S. G. dos. FATORES DE RISCO PARA O DESENVOLVIMENTO DE LESÃO POR PRESSÃO EM PACIENTES EM UNIDADE DE TERAPIA INTENSIVA. <strong>Brazilian Journal of Implantology and Health Sciences </strong>, <em>[S. l.]</em>, v. 6, n. 1, p. 580–591, 2024. DOI: 10.36557/2674-8169.2024v6n1p580-591. Disponível em: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://bjihs.emnuvens.com.br/bjihs/article/view/1228">https://bjihs.emnuvens.com.br/bjihs/article/view/1228</a>.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-02 14:35:52 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>hivinychaves</author>
         <link>https://padlet.com/hivinychaves/642aoidxqsjegrg7/wish/3537288661</link>
         <description><![CDATA[<p>Algo que se tornou parte essencial da nossa rotina foi a checagem diária dos exames laboratoriais e do balanço hídrico dos pacientes durante as visitas. Através desses dados, conseguimos observar de forma mais precisa a evolução do quadro clínico, identificar possíveis complicações e tomar decisões mais seguras junto à equipe multiprofissional. Confesso que no início eu não tinha muito domínio sobre os valores de referência dos exames, o que dificultava um pouco a compreensão dos resultados. Mas, com o tempo e a constância das visitas, fui assimilando os parâmetros mais comuns, como hemograma, eletrólitos, função renal e hepática, entre outros. Acabei decorando alguns valores de tanto analisar e discutir com o professor e os colegas.</p><p>Entendi que interpretar exames não é apenas "decorar números", mas saber relacioná-los com o estado clínico do paciente, seus diagnósticos e o tratamento que está sendo realizado. Cada resultado tem um motivo, e cabe a nós, enquanto futuros profissionais, desenvolver esse olhar mais analítico e criterioso.</p><p>Esse aprendizado prático foi extremamente valioso para mim. Ele reforçou a importância de uma formação atenta aos detalhes e da atuação do enfermeiro como parte ativa no processo de avaliação e tomada de decisões assistenciais.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-07 00:08:25 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>hivinychaves</author>
         <link>https://padlet.com/hivinychaves/642aoidxqsjegrg7/wish/3539180056</link>
         <description><![CDATA[<p>Essa segunda semana de estágio foi extremamente enriquecedora para mim. Tive a oportunidade de realizar diversos procedimentos que contribuíram muito para o meu aprendizado e prática. Participei da colocação de uma SNE, com o apoio da sênior Rayssa, e foi super interessante, pois, antes de realizar o procedimento, pude observar e ajudar minha colega Mariana, que foi crucial, pois me deu mais segurança no momento de executar o procedimento “sozinha”. Realizei um ECG e também uma retirada de pontos do PAI de uma paciente, sob orientação do sênior Yuri.</p><p>No último dia, formei dupla com a Natalia que é técnica de enfermagem, o que foi uma experiência muito positiva, pois ela me ajudou muito durante o banho no leito, já que possui mais prática nesse tipo de cuidado. Juntas, prestamos um cuidado integral ao paciente que acompanhamos, desde o banho no leito até a administração de medicamentos. Esse momento foi muito importante, pois reforçou que o ato de cuidar vai muito além de apenas passar visita e registrar evoluções. É claro que, na rotina, nem sempre estaremos diretamente responsáveis por realizar todos esses cuidados, mas considero fundamental dominarmos as técnicas. Assim, quando necessário, estaremos aptos a orientar e ensinar a equipe técnica, garantindo um cuidado seguro, humanizado e completo.</p><p>Foi muito gratificante poder vivenciar esses momentos e colocar em prática diferentes habilidades, essa semana foi, sem dúvida, muito construtiva e me proporcionou aprendizados que levarei para toda a minha trajetória profissional.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-09 23:44:54 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>hivinychaves</author>
         <link>https://padlet.com/hivinychaves/642aoidxqsjegrg7/wish/3541842246</link>
         <description><![CDATA[<p>Durante esses dias no setor, pude observar que na UPC é muito utilizado o uso dos sedativos para manter o conforto, a segurança e a estabilidade dos pacientes críticos, principalmente os que estão entubados ou precisam passar por procedimentos invasivos. A sedoanalgesia nos pacientes críticos é utilizada a fim de diminuir as dores e a ansiedade do paciente e tornar o processo menos desconfortável e mais eficaz.</p><p>Entre os mais utilizados estão:</p><ul><li><p><strong>Fentanil</strong> – Analgésico potente, usado para aliviar dores intensas e auxiliar na sedação. Tem ação rápida e é indicado para pacientes que necessitam de controle rigoroso da dor, principalmente os em ventilação mecânica.</p></li><li><p><strong>Cetamina</strong> – Anestésico que também sedar e alivia a dor. Mantém a respiração espontânea e ajuda a preservar a pressão arterial, sendo útil em pacientes com risco de hipotensão.</p></li><li><p><strong>Midazolam</strong> – Sedativo de ação rápida, usado para reduzir a ansiedade, promover relaxamento e facilitar a adaptação aos aparelhos.</p></li><li><p><strong>Propofol</strong> – Sedativo de início rápido e curta duração, muito usado para manter sedação contínua em pacientes entubados. Permite ajuste rápido da profundidade da sedação.</p></li><li><p><strong>Dexmedetomidina</strong> – Sedativo que mantém o paciente calmo, mas mais desperto e responsivo. Tem menos impacto sobre a respiração e ajuda a reduzir a necessidade de outros sedativos mais fortes.</p></li></ul><p><br></p><p>A Escala de Agitação-Sedação de Richmond <strong>(RASS)</strong> é usada na UPC para medir o nível de sedação e agitação dos pacientes. Ela ajuda a equipe a ajustar a sedação corretamente, evitando complicações como remoção acidental de dispositivos e internação prolongada.</p><p><br></p><p><strong>ENFERMAGEM EM FOCO.</strong> Medicamentos sedativos, analgésicos e vasoativos em pacientes críticos: desenvolvimento de uma tecnologia educacional. <em>Enferm Foco</em>, v. 16, e-2025026, 2025. Disponível em: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://enfermfoco.org/wp-content/uploads/articles_xml/2537-707x-enfoco-16-e-2025026/2537-707x-enfoco-16-e-2025026.pdf">https://enfermfoco.org/wp-content/uploads/articles_xml/2537-707x-enfoco-16-e-2025026/2537-707x-enfoco-16-e-2025026.pdf</a>.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-13 00:39:04 UTC</pubDate>
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         <title>Como prevenir evisceração nos pacientes</title>
         <author>hivinychaves</author>
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         <description><![CDATA[<p>Tivemos uma experiência bem interessante com um paciente que cuidamos. Ele havia passado por uma cirurgia e, ao realizarmos o curativo na ferida operatória, percebemos a eliminação de uma pequena quantidade de conteúdo abdominal. Achamos a situação um pouco diferente do esperado, mas seguimos com os cuidados. Alguns dias depois, a Gabrielle, que havia acompanhado esse paciente comigo, nos relatou que, ao atendê-lo novamente, sua ferida operatória havia evoluído para uma <strong>evisceração</strong>. Naquele momento, eu não sabia exatamente o que era e, por isso, resolvi pesquisar sobre o assunto e sobre a forma correta de realizar o curativo.</p><p><br/></p><p>A evisceração é caracterizada pela saída de vísceras através da ferida operatória, geralmente após deiscência da sutura. As vísceras que saem pela ferida cirúrgica devem ser com solução fisiológica estéril e protegê-las com plástico estéril apropriado ou compressas úmidas, isolando-as do ambiente. É fundamental não tentar reintroduzir as vísceras no abdome, pois isso pode agravar o sangramento ou propiciar extravasamento de fezes.</p><p>Após essa estabilização, o curativo deve proteger o leito da ferida, controlar o exsudato, atuar como barreira contra microrganismos e promover conforto ao paciente, até que a equipe cirúrgica realize intervenção definitiva. Conforme os estudos analisados, solução fisiológica 0,9% (em temperatura ambiente ou aquecida) e limpeza mecânica são as práticas mais indicadas para higienização do leito da ferida. Em casos onde não é possível aproximar as bordas da ferida, técnicas como curativo a vácuo podem ser utilizadas, favorecendo cicatrização por segunda intenção e redução do risco de infecção.</p><p><br/></p><p>NEYZE MARTINS FERNANDES, M. et al. Assistência de enfermagem na deiscência de ferida operatória abdominal: relato de experiência. <strong><em>Congresso Brasileiro de Estomaterapia</em></strong>, [S. l.], 2024. Disponível em: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://anais.sobest.com.br/cbe/article/view/599">https://anais.sobest.com.br/cbe/article/view/599</a>.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-14 17:07:04 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>hivinychaves</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-08-14 23:41:40 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>hivinychaves</author>
         <link>https://padlet.com/hivinychaves/642aoidxqsjegrg7/wish/3543804820</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-08-14 23:53:37 UTC</pubDate>
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         <title>Considerações finais...</title>
         <author>hivinychaves</author>
         <link>https://padlet.com/hivinychaves/642aoidxqsjegrg7/wish/3543818424</link>
         <description><![CDATA[<p>Esse foi o meu primeiro módulo e, apesar da insegurança inicial, consegui perceber o quanto aprendi e evoluí ao longo das atividades. No início, senti insegurança, principalmente por ainda estar me adaptando à rotina prática e aos procedimentos que até então eu só tinha visto na teoria. Aos poucos, percebi que cada situação era uma oportunidade de aprendizado e que, mesmo com alguns erros ou incertezas, eu estava evoluindo. A minha melhor experiência foi na passagem de sonda, porque além de ser algo que eu ainda não tinha feito na prática, consegui aplicar tudo que aprendi na teoria e senti que estava fazendo da forma correta e segura. Durante o módulo, busquei realizar todos os procedimentos propostos, perguntar quando tinha dúvidas e observar atentamente a forma como os profissionais mais experientes executavam as técnicas. Reconheço que ainda preciso melhorar minha agilidade, mas sempre priorizando a segurança e o bem-estar do paciente. </p><p>Como ponto positivo, destaco minha disposição para aprender e minha dedicação em realizar tudo da melhor forma possível. Como fragilidade, ainda preciso trabalhar a autoconfiança, mas sei que isso virá com a prática e com a vivência de mais módulos como este.</p><p>No geral, considero que meu desempenho foi bom e que houve um avanço visível no meu aprendizado. Esse primeiro módulo me deu mais segurança, me ajudou a superar medos e mostrou que cada experiência prática é única e valiosa para minha formação como futura enfermeira. Saio dessa etapa com a sensação de que estou no caminho certo e com a motivação de continuar aprendendo e me aperfeiçoando.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-15 00:20:18 UTC</pubDate>
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