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      <title>Canção do Exílio revisitada DINT I-3M by Raquel Souza de Oliveira</title>
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      <description>pesquisa sobre intertextualidade</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-02-14 17:49:44 UTC</pubDate>
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         <title>Intertexto Canção do Exílio- Beatriz Pons da Silveira- DINT3M- Música “Sabiá”, de Tom Jobim e Chico Buarque</title>
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         <description><![CDATA[<div><strong><em>Sabiá</em></strong></div><div><br>Vou voltar<br>Sei que ainda vou, vou voltar<br>Para o meu lugar<br>Foi lá e é ainda lá<br>Que eu hei de ouvir cantar uma sabiá<br>O meu sabiá<br><br></div><div>Vou voltar<br>Sei que ainda vou voltar<br>Vou deitar à sombra de uma palmeira que já não há<br>Colher a flor que já não dá<br>E algum amor talvez possa espantar<br>As noites que eu não queria<br>E anunciar o dia<br><br></div><div>Vou voltar<br>Sei que ainda vou, vou voltar voltar<br>Não vai ser em vão<br>(Que fiz tantos planos de me enganar) Que fiz tantos planos de me enganar<br>(Como fiz enganos de me encontrar) Como fiz enganos de me encontrar<br>(Como fiz estradas de me perder) Como fiz estradas de me perder<br>(Fiz de tudo e nada de te esquecer) Fiz de tudo e nada de te esquecer</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-20 22:41:51 UTC</pubDate>
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         <title>Ana Steinmetz DINT3M      Intertexto Canção do Exílio- Poema &quot; Nova canção do Exílio&quot; de Carlos Drummond de Andrade.                                     </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Nova Canção do Exílio<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;<br>Um sabiá na&nbsp;</div><div>palmeira, longe.&nbsp;</div><div><br></div><div>Estas aves cantam&nbsp;</div><div>um outro canto. &nbsp;</div><div>O céu cintila&nbsp;</div><div>sobre flores úmidas.&nbsp;</div><div>Vozes na mata,&nbsp;</div><div>e o maior amor.&nbsp;</div><div><br></div><div>Só, na noite,&nbsp;</div><div>seria feliz:&nbsp;</div><div>um sabiá,&nbsp;</div><div>na palmeira, longe.&nbsp;</div><div><br></div><div>Onde tudo é belo&nbsp;</div><div>e fantástico,&nbsp;</div><div>só, na noite,&nbsp;</div><div>seria feliz.&nbsp;</div><div>(Um sabiá na palmeira, longe.)&nbsp;</div><div><br></div><div>Ainda um grito de vida e&nbsp;</div><div>voltar&nbsp;</div><div>para onde tudo é belo&nbsp;</div><div>e fantástico:&nbsp;</div><div>a palmeira, o sabiá,&nbsp;</div><div>o longe.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-21 21:15:08 UTC</pubDate>
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         <title>Intertextualidade da Canção do Exílio: </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Parte da canção do exílio foi adicionada ao nosso Hino Nacional, assim trazendo um pouco da nossa Literatura para a letra:<br><br>Deitado eternamente em berço esplêndido<br>Ao som do mar e à luz do céu profundo<br>Fulguras, ó Brasil, florão da América<br>Iluminado ao Sol do Novo Mundo!<br><br></div><div>Do que a terra mais garrida<br>Teus risonhos, lindos campos têm mais flores<br><strong><em>Nossos bosques têm mais vida<br>Nossa vida, no teu seio, mais amores</em></strong><br><br></div><div>Ó Pátria amada<br>Idolatrada<br>Salve! Salve!<br><br>Jeniffer Tessmer, DINT3M<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-22 10:04:05 UTC</pubDate>
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         <title>Carolina Silveira de Souza---- foi na poesia de Gonçalves de Magalhães que houve primeiramente o uso da flora e da fauna brasileiras, através de índices como o dialógo Brasil-Portugal na nascente historiográfica da literatura brasileira, sabiá e palmeira, como desejava Garret, e que se tornaram emblemáticos na literatura brasileira através de Gonçalves Dias e seus intertextos.</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-23 00:26:20 UTC</pubDate>
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         <title>Intertexto Canção do Exílio:</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Canto de Regresso à Pátria</strong></div><div>"<em>Minha terra tem palmares</em><br><em>Onde gorjeia o mar</em><br><em>Os passarinhos daqui</em><br><em>Não cantam como os de lá<br></em><br></div><div><em>Minha terra tem mais rosas</em><br><em>E quase tem mais amores</em><br><em>Minha terra tem mais ouro</em><br><em>Minha terra tem mais terra<br></em><br></div><div><em>Ouro terra amor e rosas</em><br><em>Eu quero tudo de lá</em><br><em>Não permita Deus que eu morra</em><br><em>Sem que eu volte para lá<br></em><br></div><div><em>Não permita Deus que eu morra</em><br><em>Sem que volte pra São Paulo</em><br><em>Sem que veja a Rua 15</em><br><em>E o progresso de São Paulo</em>."<br><br></div><div>(Oswald de Andrade)<br><br>Segundo as fontes Oswald de Andrade falou sobre escravidão e opressão, a troca de palmeiras da canção original para palmares fez com que ficasse marcado o nacionalismo crítico dos modernistas. Mantém o caráter nacionalista de um ponto de vista crítico.<br><br><br>Jamily conceição, DINT3M<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-23 01:31:16 UTC</pubDate>
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         <title>Intertextualidade da Canção do Exílio:</title>
         <author>gabrielvmachado2002</author>
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         <description><![CDATA[<div>&nbsp; A canção do exílio é um poema composto por cinco estrofes, das quais três são quartetos (quatro versos) e dois são sextetos (seis versos).</div><div>&nbsp; A obra foi escrita por Gonçalves Dias no ano de 1843, quando ele ainda estava na Universidade de Coimbra (Portugal), cursando direito.</div><div>&nbsp; Em um dos trechos do poema é possível notar a saudade que ele sentia do Brasil. Inclusive, Gonçalves Dias transcreve esse sentimento na última estrofe do poema Canção do Exílio. Observe:</div><div>“Não permita Deus que eu morra,<br>&nbsp;Sem que eu volte para lá;”.</div><div>Canção do exílio como inspiração</div><div>&nbsp; Dois versos escritos no poema canção do exílio foram usados na composição do Hino Nacional Brasileiro, feito em 1822. O trecho do hino diz o seguinte:</div><div>“<em>Nossos bosques têm mais vida, Nossa vida, (no teu seio) mais amores</em>”.</div><div>&nbsp; Outro trecho do poema de Gonçalves Dias foi usado na Canção do Expedicionário, música símbolo da Força Expedicionária Brasileira (FEB). Composta por Guilherme de Almeida, a música ficou mais famosa do que o próprio hino da FEB.</div><div><br><br><sub>Gabriel Vergara Machado, DINTI 3M</sub></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-23 01:32:12 UTC</pubDate>
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         <title>Intertextualidade - Canção do exílio </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Gonçalves Dias foi poeta, professor, advogado, teatrólogo, etnólogo e jornalista maranhense da primeira fase do romantismo (1836-1852)</div><div>A principal característica desse período foi a busca de uma identidade nacional, expressa pelo binômio nacionalismo-indianismo.</div><div>O rompimento do Brasil com Portugal provocou a Independência do Brasil, que aconteceu em 1822.</div><div>Esse seria um momento determinante para o desenvolvimento de uma arte que focasse nos aspectos brasileiros.</div><div>Por isso, o nacionalismo e o ufanismo são as principais características dessa fase inicial, unidas ao tema do índio, eleito o herói nacional.</div><div>A "Canção do Exílio” de Gonçalves Dias, é um dos mais emblemáticos poemas da fase inicial do romantismo. O autor expressa o nacionalismo ufanista por meio da exaltação da natureza.</div><div>O poeta maranhense estava estudando direito em Portugal quando escreveu o poema, refletindo assim o sentimento de saudade e patriotismo. Como forma de exaltação da natureza, ele usa termos que exprimem a grandiosidade e beleza do Brasil, ele utiliza o termo "palmeiras", uma árvore imponente e também símbolo de riqueza; e "sabiá", um pássaro que possui um canto belo. A terra natal é vista com um olhar exagerado, pois o poema é estruturado em contrastar a paisagem do Brasil com a do exílio (Portugal).</div><div>Já o poema "Canto de regresso à pátria" foi escrito pelo poeta, dramaturgo e ensaísta brasileiro Oswald de Andrade em 1924. O poeta era pertencente à primeira geração modernista da literatura brasileira, foi um expoente e produtor da semana de arte moderna em 1922. era considerado o mais rebelde escritor daquela época. Como outros poetas do modernismo, Oswald de Andrade procurava escrever com a espontaneidade da linguagem, e vocabulário simplificado, rompendo de vez e fazendo duras críticas à linguagem rebuscada da escola parnasiana.</div><div>Isto posto, o poema de Gonçalves Dias foi a base para o surgimento do poema de Oswald de Andrade, em que o escritor o transformou em uma "paródia forte e extremamente crítica contra a alienação social, no Brasil".<br><br>Minha terra tem palmares &nbsp;<br>onde gorjeia o mar&nbsp; &nbsp;<br>Os passarinhos daqui&nbsp; &nbsp;<br>Não cantam como os de lá&nbsp;</div><div>Minha terra tem mais rosas &nbsp;<br>E quase que mais amores &nbsp;<br>Minha terra tem mais ouro &nbsp;<br>Minha terra tem mais terra&nbsp;</div><div>Ouro terra amor e rosas &nbsp;<br>Eu quero tudo de lá&nbsp; &nbsp;<br>Não permita Deus que eu morra&nbsp;<br>Sem que volte para lá &nbsp;</div><div>Não permita Deus que eu morra&nbsp;<br>Sem que volte pra São Paulo &nbsp;<br>Sem que veja a Rua 15 &nbsp;<br>E o progresso de São Paulo &nbsp;</div><div><br><br><br><br><br><strong>Henzo Mesko<br>DINT 3M</strong></div><div>&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-23 03:19:48 UTC</pubDate>
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         <title>Intertextualidade na Canção de Exílio</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>A Canção do Exílio, é um dos poemas líricos mais conhecidos do poeta romântico brasileiro Gonçalves Dias<br>Sem dúvida, a “Canção do Exílio” de Gonçalves Dias, é um dos mais emblemáticos poemas da fase inicial do romantismo.<br>&nbsp;<br>O Gonçalves Dias (1823-1864) foi poeta, professor, advogado, teatrólogo, etnólogo e jornalista maranhense da primeira fase do romantismo (1836-1852). A principal característica desse período foi a busca de uma identidade nacional, expressa pelo binômio nacionalismo-indianismo.O rompimento do Brasil com Portugal provocou a Independência do Brasil, que aconteceu em 1822.<br><br>Muitos autores parodiaram ou parafrasearam a “Canção do Exílio”. Têm destaque as versões dos escritores modernistas Murilo Mendes, Oswald de Andrade e Carlos Drummond de Andrade.<br>&nbsp;<br>A Canção do Exílio, que começa com os versos "Minha terra tem palmeiras, onde canta o Sabiá", foi publicado em 1857 no livro “Primeiros Cantos”.<br><br>"Minha terra tem palmeiras,<br>Onde canta o Sabiá;<br>As aves, que aqui gorjeiam,<br>Não gorjeiam como lá.<br><br><br>Nosso céu tem mais estrelas,<br>Nossas várzeas têm mais flores,<br>Nossos bosques têm mais vida,<br>Nossa vida mais amores.<br><br>Em cismar, sozinho, à noite,<br>Mais prazer encontro eu lá;<br>Minha terra tem palmeiras,<br>Onde canta o Sabiá.<br><br>Minha terra tem primores,<br>Que tais não encontro eu cá;<br>Em cismar — sozinho, à noite —<br>Mais prazer encontro eu lá;<br>Minha terra tem palmeiras,<br>Onde canta o Sabiá.<br><br>Não permita Deus que eu morra,<br>Sem que eu volte para lá;<br>Sem que desfrute os primores<br>Que não encontro por cá;<br>Sem qu'inda aviste as palmeiras,<br>Onde canta o Sabiá"<br><br>Emily Oliveira Alves<br>DINT 3M<br><br></div><div><br></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-23 04:34:52 UTC</pubDate>
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         <title>Carolina Silveira de Souza                 Jô Soares, transforma em poesia os escândalos do governo do então presidente da República, Fernando Collor. </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Canção do Exílio às Avessas<br>Jô Soares<br><br>Minha Dinda tem cascatas<br>Onde canta o curió<br>Não permita Deus que eu tenha<br>De voltar pra Maceió.<br>Minha Dinda tem coqueiros<br>Da Ilha de Marajó<br>As aves, aqui, gorjeiam<br>Nào fazem cocoricó.<br><br>O meu céu tem mais estrelas<br>Minha várzea tem mais cores.<br>Este bosque reduzido<br>deve ter custado horrores.<br>E depois de tanta planta,<br>Orquídea, fruta e cipó,<br>Não permita Deus que eu tenha<br>De voltar pra Maceió.<br><br>Minha Dinda tem piscina,<br>Heliporto e tem jardim<br>feito pela Brasil's Garden:<br>Não foram pagos por mim.<br>Em cismar sozinho à noite<br>sem gravata e paletó<br>Olho aquelas cachoeiras<br>Onde canta o curió.<br><br>No meio daquelas plantas<br>Eu jamais me sinto só.<br>Não permita Deus que eu tenha<br>De voltar pra Maceió.<br>Pois no meu jardim tem lagos<br>Onde canta o curió<br>E as aves que lá gorjeiam<br>São tão pobres que dão dó.<br><br>Minha Dinda tem primores<br>De floresta tropical.<br>Tudo ali foi transplantado,<br>Nem parece natural.<br>Olho a jabuticabeira<br>dos tempos da minha avó.<br>Não permita Deus que eu tenha<br>De voltar pra Maceió.<br><br>Até os lagos das carpas<br>São de água mineral.<br>Da janela do meu quarto<br>Redescubro o Pantanal.<br>Também adoro as palmeiras<br>Onde canta o curió.<br>Nào permita Deus que eu tenha<br>De voltar pra Maceió.<br><br>Finalmente, aqui na Dinda,<br>Sou tartado a pão-de-ló.<br>Só faltava envolver tudo<br>Numa nuvem de ouro em pó.<br>E depoies de ser cuidado<br>Pelo PC, com xodó,<br>Não permita Deus que eu tenha<br>De acabar no xilindró.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-23 10:51:54 UTC</pubDate>
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         <title>EMILY PEREIRA GARCIA DINT 3M</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Canção do Exílio</strong> é uma <a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Romantismo#Romantismo_na_literatura">poesia romântica</a> do escritor brasileiro <a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Gon%C3%A7alves_Dias">Gonçalves</a> Dias. A composição foi criada em julho de 1843, quando o autor se encontrava em Coimbra e ressalta o patriotismo e o saudosismo em relação à sua terra natal. Introduzida na <a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Poesia_l%C3%ADrica">obra lírica</a> <em>Primeiros cantos</em>, de 1846. Foi produzida no primeiro momento do <a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Romantismo_no_Brasil">Romantismo no Brasil</a>, época na qual se vivia uma forte onda de <a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Nacionalismo">nacionalismo</a>, que se devia ao recente <a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Independ%C3%AAncia_do_Brasil">rompimento</a> do <a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Coloniza%C3%A7%C3%A3o_do_Brasil">Brasil colônia</a> com Portugal. O poeta trata, neste sentido, de demonstrar aversão aos valores portugueses e ressaltar os valores naturais do Brasil.<br><br>EMILY PEREIRA GARCIA<br>DINT 3M</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-23 22:40:11 UTC</pubDate>
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         <title>Intertextualidade na Canção de Exílio </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>CANÇÃO DO EXÍLIO<br><br></div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Murilo Mendes (1930<strong>)<br></strong><br></div><div>&nbsp;<br><br></div><div>Minha terra tem macieiras da Califórnia<br>onde cantam gaturamos de Veneza.<br>Os poetas da minha terra<br>são pretos que vivem em torres de ametista,<br>os sargentos do exército são monistas, cubistas,<br>os filósofos são polacos vendendo a prestações.<br>A gente não pode dormir<br>com os oradores e os pernilongos.<br>Os sururus em família têm por testemunha<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;[Gioconda].<br><br></div><div>Eu morro sufocado<br>em terra estrangeira.<br>Nossas flores são mais bonitas<br>nossas frutas mais gostosas<br>mas custam cem mil réis a dúzia.<br><br>Ai quem me dera chupar uma carambola de<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;[verdade]<br>e ouvir um sabiá com certidão de<br><br></div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; [idade].&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;<br><br></div><div>&nbsp; &nbsp; Diferentemente da “Canção do Exílio” de Gonçalves Dias, o poema de Murilo Mendes ridiculariza o nacionalismo demonstrando que a pátria brasileira é uma mistura de elementos estrangeiros e que a cultura e natureza estão possuídos por elementos que não são genuinamente brasileiros.&nbsp;<br><br><br>Claudini Caramez - DINT3M</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-23 23:06:35 UTC</pubDate>
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         <title>Intertextualidade na Canção do Exílio </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><br>A <strong>Canção do Exílio</strong>, que começa com os versos "Minha terra tem palmeiras, onde canta o Sabiá", foi publicado em 1857 no livro “Primeiros Cantos”.<br><br></div><div>É um dos poemas líricos mais conhecidos do poeta romântico brasileiro <strong>Gonçalves Dias.<br></strong>Sem dúvida, a “Canção do Exílio” de Gonçalves Dias, é um dos mais emblemáticos poemas da fase inicial do romantismo.<br><br>Nele o autor expressa o nacionalismo ufanista por meio da exaltação da natureza.<br><br></div><div>Composto por cinco estrofes, sendo três quartetos e dois sextetos, o autor escreveu esse poema em julho de 1843, quando estava estudando Direito na Universidade de Coimbra, em Portugal. Assim, com saudades de seu país, sentia-se exilado.</div><div><br>Muitos autores parodiaram ou parafrasearam a “Canção do Exílio”. Têm destaque as versões dos escritores modernistas Murilo Mendes, Oswald de Andrade e Carlos Drummond de Andrade.<br><br></div><div>A paródia é um gênero literário, geralmente de caráter crítico, humorístico ou irônico. Ela utiliza a intertextualidade com intuito de recriar um novo texto, com base num texto célebre já existente.<br><br></div><div>Mesmo sendo do século XIX, ainda muito pertinente, foi parodiada por dois estudantes da Zona Norte do Rio de Janeiro, retratando a violência na região, e fez muito sucesso nas redes sociais em 2017:<br><br><strong>Minha terra tem horrores</strong><br>Minha terra é a Penha,<br>o medo mora aqui.<br>Todo dia chega a notícia<br>que morreu mais um ali.<br><br></div><div>Nossas casas perfuradas<br>pelas balas que atingiu.<br>Corações cheios de medo<br>do polícia que surgiu.<br><br></div><div>Se cismar em sair à noite,<br>já não posso mais.<br>Pelo risco de morrer<br>e não voltar para os meus pais.<br><br></div><div>Minha terra tem horrores<br>que não encontro em outro lugar.<br>A falta de segurança é tão grande,<br>que mal posso relaxar.<br><br></div><div>‘Não permita Deus que eu morra’,<br>antes de sair deste lugar.<br>Me leve para um lugar tranquilo,<br>‘onde canta o sabiá’.<br><br></div><div>Assim como na <em>Canção do Exílio</em> de Gonçalves Dias, as paródias apresentadas também falam sobre o Brasil, mas carregam o caráter de crítica e de ironia expressando diferentes sentidos sobre o país.<br><br></div><div><br><br>Bruna Mendes da Rosa DINT 3M</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-23 23:36:05 UTC</pubDate>
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         <title>BIANCA DE OLIVEIRA ZURCHIMITTEN DA CRUZ DINT3M</title>
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         <description><![CDATA[<div><br>-Murilo Mendes<br><br>"Minha terra tem macieiras da Califórnia<br>onde cantam gaturamos de Veneza.<br>Os poetas da minha terra<br>são pretos que vivem em torres de ametista,<br>os sargentos do exército são monistas, cubistas,<br>os filósofos são polacos vendendo a prestações.<br>A gente não pode dormir<br>com os oradores e os pernilongos.<br>Os sururus em família têm por testemunha a Gioconda.<br>Eu morro sufocado<br>em terra estrangeira.<br>Nossas flores são mais bonitas<br>nossas frutas mais gostosas<br>mas custam cem mil réis a dúzia.<br>Ai quem me dera chupar uma carambola de verdade<br>e ouvir um sabiá com certidão de idade!"<br>Esse poeta modernista, alterou totalmente o sentido do texto original, dando um ar mais crítico e irônico à poesia. É um exemplo de intertextualidade da canção de Gonçalves Dias.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-23 23:59:20 UTC</pubDate>
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         <title>Intertextualidade na Canção de Exílio por Debora Sieburger Carvalho DINT 3M</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>No poema de Gonçalves Dias ``CANÇÃO DO EXÍLIO``&nbsp; dois aspectos são fundamentais: a valorização do Brasil e a intertextualidade, características muito presentes nas obras da época. Falando sobre intertextualidade, o poema faz uma relação com o Hino Nacional, de Ósorio Duque Estrada. Com isto, apresento um poema do autor Fagner Ricardo, nos dias de hoje.&nbsp;<br><br>Ó Pátria Amada<br><br></div><div>Ó pátria amada,<br>Diga-me, quem ainda te ama?<br>O povo heróico ama o dinheiro,<br>O brado que retumba reclama<br><br></div><div>E me diga, ó liberdade,<br>O que brilha no meu céu,<br>A mancha das falsidades?<br>Meu brilho hoje está ao léu.<br><br></div><div>Quem conquista com braço forte?<br>Os governantes não governam.<br>E o povo vai pela sorte,<br>Ó pátria amada, quem ama?<br><br></div><div>De tanta esperança, a terra desceu,<br>E hoje estamos num mundo moderno,<br>Desce terra, desce!<br>E hoje descemos ao inferno!<br><br></div><div>Salve! Me Salve Pátria amada,<br>O Sol da liberdade é frio,<br>cadê os risonhos, lindos campos?<br>Só vejo terrenos Baldios.<br><br></div><div>Terra adorada,<br>Entre outras mil,<br>Muito obrigado,<br>Por NADA Brasil!<br><br>Contrastando com a valorizacao do Brasil por Goncalves Dias, aqui temos a desvalorizacao, por meio de criticas ao atual cenario do pais. </div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-24 01:46:48 UTC</pubDate>
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