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      <title>Meu padlet magnífico by Laura Caeiro</title>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2025-01-23 10:09:16 UTC</pubDate>
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         <title>Página 118 Laura Medronheira Caeiro 10°F</title>
         <author>LauraCaeir0</author>
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         <description><![CDATA[<p>  <mark><sup>Cortesão com influências medievais </sup></mark></p><p>  Os autos de Gil Vicente retomam para fazer a crítica social temas da lírica trovadoresca. O específico personagem de <em>Auto da Lusitânia</em>, o Cortesão apresenta certas semelhanças com as cantigas de amor.</p><p>  Como já conhecidas as cantigas de amor representam um ambiente palaciano um emissor masculino que revela "coita de amor" face à sua "senhor". Ainda representam um amor não correspondido por parte da dama elogiada. O Cortesão, no <em>Auto da Lusitânia</em>, apresenta essas características ao enaldecer Lediça hipérbolicamente tal como nas cantigas de amor. Lediça faz-se desentendida, mostrando, dessa forma, o amor não correspondido. Nota-se também o desespero do Cortesão pelo amor de Lediça "Peço esperança cuitado e favor favorecido" apresentando de certa forma a "coita de amor".</p><p>  Concluindo, o Cortesão assemelha-se a um trovador provençal por apresentar sentimentos e características típicas das cantigas de amor.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-01-23 10:22:37 UTC</pubDate>
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         <title>Resumo das páginas 170-171</title>
         <author>LauraCaeir0</author>
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         <description><![CDATA[<p>Novela Menina e Moça apresenta diversas variantes textuais: a 1ª edição de 1554 em Ferrara, Itália, a 2ª edição de 1557 em Évora com acrescentos apócrifos cuja autenticidade não foi provada ainda e a 3ª edição em Colónia, todas estas impressas. Ainda, o manuscrito não impressos da Real Academia de História de Madrid de finais do século XVI, e o manuscrito descoberto por Eugénio Asensio(1546).</p><p>A obra é um exemplo da melancolia portuguesa com marcas da presença do destino, o fatalismo e a valorização da saúde. Em termos de estrutura a obra está organizada em 4 grandes sequências narrativas: a 1ª sequência tem grande proximidade com os diálogos bucólicos(sinónimo do género da poesia pastoril, campestre) ao apresentar uma narradora feminina, triste e isolada te tudo e todos, que assiste à morte de um rouxinol. A narradora entertanto encontra uma Dona infeliz que lhe vai contar três histórias de sofrimento amoroso nas quais as mulheres surgem como vítimas do destino e dos homens como seres inferiores em termos de expressão de sentimentos. A 1ª história, Lamentor e Belisa em que morre a donzela, a 2ª história, Binmarder e Aónia que aborda um casamento forçado da donzela e o desaparecimento do cavaleiro e finalmente a 3ª história,  Arima e Avalor em que a donzela regeita o amor do cavaleiro.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-02-07 12:25:04 UTC</pubDate>
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         <title>Sobre Bernadim Ribeiro</title>
         <author>LauraCaeir0</author>
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         <description><![CDATA[<p>Sobre Bernadim Ribeiro não se sabe ao certo muito sobre a sua biografia, crê-se que nasceu na vila de Torrão, em 1482 e que talvez tenha morrido em 1552, em Lisboa, por uma alusão que assim pode ser interpretada numa das suas éclogas. Frequentou a corte onde foi poeta conhecido entre os colaboradores do Cancioneiro Geral, de Garcia de Resende e Sá de Miranda refere-se-lhe em obras suas como amigo e companheiro de letras e, com as suas éclogas, introdutor do bucolismo em Portugal.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-02-07 12:43:36 UTC</pubDate>
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         <title>O tema da mudança </title>
         <author>LauraCaeir0</author>
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         <description><![CDATA[<p>A mudança é um tema representado em varias obras da literatura portuguesa,  nomeadamente, na obra de Menina e Moça mais especificamente o prólogo e em sonetos de Camões e Sá de Miranda: Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades e O sol é grande, caem co' a calma as aves, respetivamente.</p><p>O prólogo de Menina e Moça revela o tema da mudança como algo inevitável e destrutivo. Algo que lembra a narradora do paraíso que era o passado e a tristeza que a mesma sente ao mudar para o presente.</p><p>Os sonetos de Camões d Sá de Miranda ambos abordam o tema da mudança na natureza e no ser humano, simultaneamente. Onde a natureza muda de forma ciclica por meio das estações do ano. A natureza muda, de certa forma, de uma maneira feliz ao contrário do ser humana. Todas estas obras concordam que o ser humano, sempre que muda, é de forma negativa ou raramente positiva. Em que no caso do ser humano, a mudança marca-nos como uma magoa sem cura.</p><p>Em suma, a mudança inevitável é normal na natureza mas em nós é como um fim inevitável que nos persegue constantemente.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-02-20 10:17:54 UTC</pubDate>
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         <title>Renascimento pp.185-186</title>
         <author>LauraCaeir0</author>
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         <description><![CDATA[<p>O Renascimento foi um movimento cultural, artístico e político, surgido na Itália no século XIV e se estendeu até o século XVII por toda a Europa.</p><p>Inspirado nos valores da Antiguidade Clássica e gerado pelas modificações econômicas e sociais ocorridas na Baixa Idade Média, o Renascimento reformulou a vida medieval e deu início à Idade Moderna.</p><p>O termo Renascimento foi criado no século XVI para descrever o movimento artístico que surgiu um século antes. Posteriormente, esse conceito acabou incorporando também as mudanças sociais e políticas do período, embora sua ideia apresente contestações hoje em dia.</p><p>O conceito "Renascimento" carrega a ideia de que esse período trouxe profundas e drásticas mudanças para o contexto europeu</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-14 12:19:23 UTC</pubDate>
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         <title>Humanismo p.187</title>
         <author>LauraCaeir0</author>
         <link>https://padlet.com/LauraCaeir0/60y1edj8r7au1qfv/wish/3371132503</link>
         <description><![CDATA[<p>O movimento humanista surge da necessidade de ideias novas e da vontade de renovação do saber. As atenções passam a centrar-se no Homem desviando-se de Deus, passando o Homem a ser a medida de todas as coisas. O interesse suscitado pela ação do Homem fez crescer um orgulho enraizado nas suas capacidades.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-18 11:56:58 UTC</pubDate>
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         <title>Classicismo p.187</title>
         <author>LauraCaeir0</author>
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         <description><![CDATA[<p>Designa-se assim o conjunto dos princípios desenvolvidos pelos artistas renascentistas. Os elementos do Classicismo europeu, recebidos do renascimento italiano, são a noção de modelo artístico e de imitação desses modelos (para o caso, os modelos greco-latinos da Antiguidade e os italianos quatrocentistas), a noção da intemporalidade do Belo, o princípio da obediência às regras próprias de cada género literário ou de cada modalidade artística, o gosto pela perfeição, o gosto prla estabilidade, clareza e simplicidade na literatura.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-18 12:05:53 UTC</pubDate>
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         <title>O desconcerto de um espírito torturado p.215</title>
         <author>LauraCaeir0</author>
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         <description><![CDATA[<p>A experiência amorosa e experiência de vida colocam Camões perante uma constatação: a de que o mundo e a realidade são absurdos e domínios do "desconcerto"  em que os maus são premiados e os bons castigados. Ainda a ingratidão, o egoísmo, o abusode poder, as perseguições são manifestações de um Destino humano e pessoal que o poeta sente como inexplicavelmente hostil e ameaçador. Ao refletir sobre a sua experiência, o Poeta conclui que sempre às maiores expectativas sucederam os maiores desenganos, que para ele, vítima da "Fortuna", a felicidade foi sempre uma ilusão. A mudança, para ele fez-se sempre para o pior. Dadas estas constatações o Poeta revela sentimentos fortes de dúvida e inquietação.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-18 12:41:50 UTC</pubDate>
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         <title>Nascimento de Vénus </title>
         <author>LauraCaeir0</author>
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         <description><![CDATA[<p>O nascimento de Venus, de Sandro Botticelli.</p><p><br></p><p>Alessandro di Mariano Vanni Filipepi nasceu em Florença em 1.º de março de 1445. Reconhecido pela sagacidade e rapidez, Sandro era filho de um curtidor. Recebeu treinamento para ourives, mas atuou muito cedo no estúdio do pintor renascentista florentino Fra Filippo Lippi, em Florença, de quem foi discípulo.</p><p>O estilo de Lippi, um dos mais importantes pintores da época, é evidenciado na maior parte da obra de Botticelli.</p><p>Por meio de Lippi, Botticelli apreendeu a técnica da perspectiva linear e o uso de cores pálidas e ressonantes muito usadas nas obras do renascentista.</p><p>Também sofreu influência de Antonio Pollaiuolo e Andrea del Verrocchio. </p><p>Sandro Botticelli morreu dia 17 de maio de 1510 em sua cidade natal. O artista morreu pobre e atropelado pela popularidade de seus contemporâneos como Michelangelo, Rafael Sanzio e Leonardo Da Vinci.</p><p>O quadro O nascimento de Vénus, pintado por Sandro Botticelli em 1482, faz parte, em conjunto com a tela A Alegoria da primavera realizada entre 1477 e 1478, de uma encomenda de Lorenzo di Pier Francesco, primo do influente Lourenço de Medicis, o Magnífico, que as queria colocar numa das Villas da família.</p><p>A pintura procura captar, com requintado lirismo, a altura do nascimento da deusa, momento que simboliza igualmente o surgir dos ideiais platónicos de beleza e de verdade. Colocada no centro da composição, a Deusa ergue-se sobre uma concha que se aproxima da costa, empurrada pelo doce movimento das ondas e acompanhada por dois personagens, tradicionalmente associados aos deuses do vento que tentam imprimir a Vénus a sua essência divina. Do lado oposto encontra-se a figura de Flora que procura cobrir a deusa com um longo manto florido.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-20 10:32:29 UTC</pubDate>
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         <title>Cancioneiro Geral de Garcia de Resende </title>
         <author>LauraCaeir0</author>
         <link>https://padlet.com/LauraCaeir0/60y1edj8r7au1qfv/wish/3374764274</link>
         <description><![CDATA[<p><mark>Cancioneiro Geral de Garcia de Resende </mark></p><p>Volumosa coletânea poética, reunida e organizada por Garcia de Resende, impressa em Lisboa, em 1516, por Hermão de Campos. Agrupa a produção poética de 289 poetas portugueses e de 29 poetas castelhanos, num total de 1000 composições. Aí encontramos novas formas poéticas como vilancetes, cantigas, esparsas, trovas, em medida velha - redondilha menor ou maior - e ainda um certo número de composições de arte maior.</p><p><br></p><p>Entroncando na tradição galego-portuguesa dos cancioneiros trovadorescos coletivos e em contacto com os cancioneiros castelhanos quatrocentistas, nomeadamente o de Hernando del Castilho, o Cancioneiro Geral nasce do propósito de perpetuar as "cousas de folgar e gentylezas", no qual conto entra a "arte de trovar", cultivadas nos serões palacianos, declarando-se o autor, no prólogo, leal ao princípio de não continuar a incúria com que os portugueses registam as coisas "dinas de grande memoria", votando-as, assim, ao esquecimento. Refletindo nas composições dos seus cerca de 300 colaboradores, a mentalidade e os costumes das cortes de D. Afonso V, D. João II e D. Manuel I, a poesia palaciana, produzida entre cerca de 1440 e 1516, na sua dupla vocação, lúdica e de convívio social, desenvolve aí géneros, temas, e tradições literárias diversas.</p><p><br></p><p><mark>Garcia de Resende</mark> </p><p>Escritor português, nasceu em Évora por volta de 1470, de uma família nobre, a que pertencem dois humanistas ilustres: André de Resende e André Falcão de Resende. Contemporâneo de Gil Vicente e de Sá de Miranda, Garcia de Resende desenvolveu na corte o seu talento de escritor e de artista, como poeta, músico, desenhador e cronista, granjeando ainda em vida uma aura de homem culto e ilustre. Morreu em 1536, sendo sepultado na capela de Nossa Senhora que mandara edificar. Personalidade complexa, homem de gosto e cultura, Garcia de Resende impôs-se sobretudo como escritor e compilador</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-20 10:53:46 UTC</pubDate>
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         <title>Florbela Espanca 21/03 dia mundial da poesia </title>
         <author>LauraCaeir0</author>
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         <description><![CDATA[<p>Florbela Espanca (1894-1930) foi uma poetisa portuguesa, autora de sonetos e contos importantes da literatura portuguesa. Foi uma das primeiras feministas de Portugal.</p><p><br></p><p>A sua poesia é conhecida por um estilo peculiar, com forte teor emocional, na qual o sofrimento, a solidão e o desencanto estão aliados ao desejo de ser feliz.</p><p><br></p><p>Eu quero amar, amar perdidamente!</p><p><br></p><p>Amar só por amar: Aqui... além...</p><p><br></p><p>Mais Este e Aquele, o Outro e toda a gente…</p><p><br></p><p>Amar! Amar! E não amar ninguém!</p><p><br></p><p>Recordar? Esquecer? Indiferente!...</p><p><br></p><p>Prender ou desprender? É mal? É bem?</p><p><br></p><p>Quem disser que se pode amar alguém</p><p><br></p><p>Durante a vida inteira é porque mente!</p><p><br></p><p>Há uma Primavera em cada vida:</p><p><br></p><p>É preciso cantá-la assim florida,</p><p><br></p><p>Pois se Deus nos deu voz, foi pra cantar!</p><p><br></p><p>E se um dia hei-de ser pó, cinza e nada</p><p><br></p><p>Que seja a minha noite uma alvorada,</p><p><br></p><p>Que me saiba perder... pra me encontrar...</p><p><br></p><p>O meu mundo não é como o dos outros, quero demais, exijo demais; </p><p>há em mim uma sede de infinito, uma angústia constante que eu nem mesma compreendo, pois estou longe de ser uma pessimista;</p><p>sou antes uma exaltada, com uma alma intensa, violenta, atormentada, uma alma que não se sente bem onde está, que tem saudade… sei lá de quê!</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-21 12:01:10 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>LauraCaeir0</author>
         <link>https://padlet.com/LauraCaeir0/60y1edj8r7au1qfv/wish/3381302885</link>
         <description><![CDATA[<p><mark>Medida velha</mark></p><p><em>Cantiga</em>: poesia cantada, em redondilhas ou versos mais pequenos , dividida em estrofes iguais.</p><p><em>Esparsa</em>: Trova de tema amoroso que não é precedida nem de glosa nem de mote, constituída por uma única estrofe de redondilha maior, com oito a dezasseis versos, generalizada na Península Ibérica a partir do século XV e presente no Cancioneiro Geral.</p><p><em>Vilancete</em>:Antiga composição poética de caráter campesino, constituída por um terceto, o mote, glosado em duas ou mais oitavas, as voltas, cujo verso final repete integral ou parcialmente um dos versos do terceto.</p><p><br/></p><p><mark>Medida nova</mark></p><p><em>Soneto</em>: é um poema de forma fixa, composto por quatro estrofes, sendo que as duas primeiras são constituídas por quatro versos, cada uma, os quartetos, e as duas últimas de três versos, cada uma, os tercetos</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-25 11:51:01 UTC</pubDate>
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         <title>Ficha de leitura-Quero comer o teu pâncreas</title>
         <author>LauraCaeir0</author>
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         <description><![CDATA[<p>Yoru Sumino:Nasceu e vive atualmente na prefeitura de Osaka no Japão. Quero comer o teu pâncreas foi o seu primeiro romance, publicado fisicamente por volta de 2015. Este romance deu origem a um manga e dois filmes, e já vendeu mais de 3 milhões de exemplares.</p><p><br></p><p>Quero comer o teu pâncreas é uma história muito comovente sobre dois colegas de turma que partilham um segredo devastador.</p><p><br></p><p>Sakura uma rapariga popular e extrovertida que esconde um segredo, algo de que apenas a sua família tem conhecimento: está a morrer de uma doença no pâncreas que, na altura onde se passa a história, a medicina não era evoluida o suficiente e a doença de Sakura não tinha cura. Sakura não queria que ninguém soubesse da sua situação por não querer que as pessoas a tratassem de maneira diferente, mas um dia a sua condição é descoberta ppr um colega de turma. Ele percebe que lhe resta pouco tempo de vida e Sakura fá-lo prometer não contar a ninguém sobre a sua doença. Sakura decide então tirar partido da situação e realizar os seus últimos desejos na companhia do rapaz, um introvertido, sem amigos e amante de livros. E o que resulta é uma amizade única, tão intensa quanto breve, tão poderosa como a própria vida.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-01 08:28:23 UTC</pubDate>
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         <title>Biografia de Luís Vaz de Camões </title>
         <author>LauraCaeir0</author>
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         <description><![CDATA[<p>Luís de Camões (1524-1580) foi um poeta português. Autor do poema Os Lusíadas, uma das obras mais importantes da literatura portuguesa, que celebra os feitos marítimos e guerreiros de Portugal. É o maior representante do Classicismo Português.</p><p><br></p><p>Camões é um poeta clássico e popular. É o poeta erudito do Renascimento, mas as vezes, se inspira em canções ou trovas e escreve poesias que lembram as velhas cantigas medievais.</p><p><br></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-04 10:51:44 UTC</pubDate>
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