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      <title>Radioterapia by Ana Cristina</title>
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      <description>Deslocar-se para ver</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2024-05-19 22:21:34 UTC</pubDate>
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         <title>O papel do técnico em Radioterapia</title>
         <author>anacristinaindina</author>
         <link>https://padlet.com/anacristinaindina/60bfftre8t8645jx/wish/2999060134</link>
         <description><![CDATA[<p>A Radioterapia exige uma equipe multidisciplinar de profissionais composta de médicos, físico hospitalar e técnico em radioterapia. O técnico em radioterapia deve ter, no mínimo, o 2º. Grau escolar, treinamento específico na especialidade e certificado do Conselho Regional dos Técnicos em Radiologia. Tem por missão ajudar o radioterapêuta e o físico hospitalar na preparação dos tratamentos e, principalmente, efetuar o tratamento dos pacientes e registrar todos os dados importante relativos a esse tratamento. Também prepara moldes e blindagens para o paciente sob a supervisão do físico hospitalar e participa nas simulações de tratamento. </p><ul><li><p><strong>Aplicar apropriadamente, com mínima supervisão, o tratamento prescrito pelo radioterapêuta e planejado pelo físico hospitalar.</strong></p></li></ul><ol><li><p> Identificar o paciente e a ficha técnica respectiva;  </p></li><li><p>Verificar e conferir o diagnóstico, a clareza da prescrição e os dados da ficha técnica;  </p></li><li><p>Explicar ao paciente as formas de comunicação e os procedimentos a serem seguidos em casos de emergência, durante o tratamento;  </p></li><li><p>Reforçar os conselhos médicos aos pacientes quanto a possíveis reações do tratamento e os cuidados gerais às reações;  </p></li><li><p>Preparar a sala de tratamento e o equipamento para atender à prescrição e ao planejamento, principalmente quanto a:</p><p> - tamanho de campo </p><p>- distância de tratamento </p><p>- orientação dos feixes de radiação </p><p>- tempo ou dose monitor prescritas </p><p>- uso de dispositivos de imobilização (máscaras, etc.) </p><p>- uso de dispositivos de blindagem (chumbos, blocos, etc.) </p><p>- uso de bandejas aparadoras de blindagem </p><p>- uso de filtros modificadores de feixe, etc.  </p></li><li><p>Colocar correta e seguramente o paciente na maca de tratamento, dando atenção especial ao posicionamento e à imobilização;  </p></li><li><p>Manter marcas e tatuagens no paciente de forma visível, clara e inequívoca; </p></li><li><p>Localizar corretamente o campo de irradiação na região a ser tratada, usando os dispositivos de localização de feixe e as marcas e tatuagens no paciente;  </p></li><li><p>Verificar diariamente o tempo de tratamento ou a dose monitor prescritos e colocá-los corretamente no painel de controle; </p></li><li><p> Aplicar o tratamento prescrito na ficha técnica;  </p></li><li><p>Manter comunicação visual e audível com o paciente durante o tratamento;  </p></li><li><p>Assegurar que o tratamento diário prescrito foi realizado;  </p></li><li><p>Retirar o paciente da maca e da sala de tratamento após o término do tratamento;  </p></li><li><p>Registrar diariamente tratamento aplicado na ficha técnica do paciente.</p><p><strong><em>Referências: </em></strong>PROGRAMA DE QUALIDADE EM RADIOTERAPIA. MANUAL PARA TÉCNICO EM RADIOTERAPIA. Capítulo 1 pág: 09</p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.inca.gov.br/sites/ufu.sti.inca.local/files//media/document//pqrt_man_tec_rdtrp.pdf">https://www.inca.gov.br/sites/ufu.sti.inca.local/files//media/document//pqrt_man_tec_rdtrp.pdf</a></p></li></ol>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-19 22:55:31 UTC</pubDate>
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         <title>Avanços Históricos da radioterapia</title>
         <author>anacristinaindina</author>
         <link>https://padlet.com/anacristinaindina/60bfftre8t8645jx/wish/2999225167</link>
         <description><![CDATA[<p>A radioterapia é uma forma de tratamento que usa radiações ionizantes. Radioterapia e Física Radiológica estão associadas desde a descoberta dos raios X e da radioatividade por vários aspectos que integram o médico, o físico, o dosimetrista e o técnico. A radiação foi uma das primeiras vias de tratamento do cancro, tendo sido realizado o primeiro tratamento com sucesso em 1898. </p><p>Os raios X foram descobertos por Wilhelm Conrad Roentgen em 8 de novembro de 1895, no laboratório do Instituto de Física da Universidade Julius Maximilians, de Wüzburg, na Bavária. Roentgen estava investigando o fenômeno causado pela passagem de uma descarga elétrica em tubos de vidro, contendo gases rarefeitos. Observou que um papel ecran, coberto com material fluorescente de platinocianureto de bário tornava-se iluminado, mesmo quando o tubo era coberto com papel preto e o experimento realizado em um quarto totalmente escuro. A essa radiação desconhecida, que produzia o fenômeno da fluorescência, chamou de raios X.</p><p>A radioatividade foi descoberta em Paris e anunciada no dia 1º. de março de 1896, quando Antoine Henri Becquerel, um professor de Física, revelou chapas fotográficas que foram previamente colocadas sob amostras de um sal duplo de sulfato de urânio e potássio.</p><p>Em 26 de dezembro de 1898, na Academia de Ciências de Paris, o casal Curie anunciou a descoberta do radium. Nesta época, Madame Curie demonstrava também que as radiações descobertas por Becquerel poderiam ser medidas usando técnicas baseadas no efeito de ionização.</p><ul><li><p>A braquiterapia Conhecida também por irradiação interna, atua por meio de implantação de sementes de iodo-125, sementes de ouro-198, fios removíveis de irídio-192. A Braquiterapia utiliza isótopos radioativos em contato direto com o tumor. Também é conhecida como Curieterapia.</p></li><li><p>A Teleterapia emprega uma fonte externa, colocada a certa distância do</p><p>paciente, através de um aparelho emissor de radiação. Por esta razão, também é</p><p>conhecida como radioterapia externa e representa a modalidade mais comum de</p><p>tratamento radioterápico.</p></li><li><p>O aparelho de telecobaltoterapia tem um aspecto físico semelhante a do</p><p>Acelerador Linear, utiliza uma fonte radioativa de Co-60 que emite raios gama, Essa</p><p>fonte fica alojada na extremidade do braço do aparelho (gantry) dentro de uma</p><p>cápsula de aço inoxidável com uma forma cilíndrica, seu mecanismo permite que se</p><p>utilize o feixe de radiação apenas quando desejado.</p></li><li><p>Os aceleradores lineares não possuem fontes radioativas em seu interior.</p><p>Funcionam por meio de aceleração de partículas, que permitem a realização de</p><p>múltiplos tratamentos utilizando apenas um aparelho. Entretanto, os aceleradores lineares requerem potencial elétrico bastante estável, mais manutenção e pessoal mais habilitado para o seu funcionamento.</p></li></ul><p>A descoberta dos Raios-X foi um marco muito importante, pois</p><p>indiretamente auxiliou muito em alguns outros setores de estudo de combate ao</p><p>câncer, obrigando então que a cada dia todos os profissionais envolvidos se</p><p>aperfeiçoem acompanhando o desenvolvimento tecnológico mundial.</p><p><strong><em>Referências: </em></strong><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.inca.gov.br/sites/ufu.sti.inca.local/files//media/document//pqrt_man_tec_rdtrp.pdf"><em>https://www.inca.gov.br/sites/ufu.sti.inca.local/files//media/document//pqrt_man_tec_rdtrp.pdf</em></a></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://drive.google.com/file/d/1Hg-HUUPJE5WqMvauPDxX13GDYuPLp6JC/view">https://drive.google.com/file/d/1Hg-HUUPJE5WqMvauPDxX13GDYuPLp6JC/view</a></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-20 01:26:22 UTC</pubDate>
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         <title>Acelerador Linear</title>
         <author>anacristinaindina</author>
         <link>https://padlet.com/anacristinaindina/60bfftre8t8645jx/wish/2999296584</link>
         <description><![CDATA[<p>Nos equipamentos que usam tubos de raios X a energia máxima disponível, fica limitada a algumas centenas de KV devido a problemas principalmente de isolação desta tensão. Para energia maiores uma das tecnologias disponível é o acelerador linear.</p><p>A idéia de se usar tensão alternada para acelerar partículas carregadas já existia no começo dos anos 20 . Uma serie de tubos condutivos é conectada a uma fonte de tensão alternada conforme mostram as figuras seguintes. O elétron é acelerado da esquerda para a direita através do eixo do tubo. O primeiro e o segundo tubo irão proporcionar aceleração para o elétron somente quando ele estiver entre os tubos e não quando ele estiver dentro do tubo, neste momento em que o elétron se encontra dentro do tubo a tensão tem que ser invertida para que quando o elétron estiver novamente na borda entre o segundo e o terceiro tubo ele encontre novamente tensões favoráveis para a aceleração, como o elétron esta cada vez mais veloz o comprimento das placas tem que ser maior para que não se perca o sincronismo e este é o principio básico de aceleração num tubo de ondas progressivas. Também existem os aceleradores com ondas estacionarias porem o principio básico de aceleração é semelhante.</p><p>Os aceleradores lineares utilizam um circuito tipo modulador que será descrito abaixo: A principal finalidade do modulador é fabricar um pulso de alta tensão para ser aplicado a magnetron (ou Klystron), e na maioria dos aceleradores este pulso também é aplicado no gun do tubo acelerador para dar a primeira acelerada nos elétrons. As falhas mais comuns neste tipo de circuito, são sem dúvidas nos thyratons que estão sujeitos a um desgaste.</p><ul><li><p><strong>Principais Áreas de um Acelerador Linear: </strong></p></li></ul><ol><li><p>Canhão de elétrons: Responsável pela geração dos elétrons que serão acelerados. </p></li><li><p>Tubo acelerador: Acelera os elétrons até a velocidade (energia) desejada. </p></li><li><p>Bomba ionica de vácuo: Responsável por manter o vácuo em toda a estrutura aceleradora. </p></li><li><p>Circuito de radio frequência: Neste exemplo podemos ver uma klystron porém poderíamos usar uma magnetron, dependendo da energia desejada. </p></li><li><p>Guia de onda: Usada para transportar a radio frequência até o tubo acelerador. </p></li><li><p>Circulador e carga de água: Responsáveis pela absorção da onda de radio freqüência que não é absorvida pelo tubo acelerador. </p></li><li><p>Desviação: Responsável pelo direcionamento do feixe de elétrons através de 270 graus de curvatura para a área do colimador. </p></li><li><p>Carrossel: Responsável pela colocação do correto filtro equalizador para fótons ou do correto filtro espalhador para elétrons. </p></li><li><p>Colimadores: Responsável pela definição do campo a ser tratado. </p></li><li><p>Circuito de água: Responsável pela circulação de água em todo o equipamento com o intuito de refrigerar as diversas áreas do equipamento.</p><p>Atualmente, o uso do colimador multifolhas já está mais difundido, o que eliminará, quase que na totalidade, o uso dos blocos.</p><p><strong><em>Referências:</em></strong><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.inca.gov.br/sites/ufu.sti.inca.local/files//media/document//pqrt_man_tec_rdtrp.pdf"><em>https://www.inca.gov.br/sites/ufu.sti.inca.local/files//media/document//pqrt_man_tec_rdtrp.pdf</em></a></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://drive.google.com/file/d/1LRwWBN81rz1cKceiB78kj_lsBHQRrJl4/view"><em>https://drive.google.com/file/d/1LRwWBN81rz1cKceiB78kj_lsBHQRrJl4/view</em></a></p></li></ol><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-20 02:03:27 UTC</pubDate>
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         <title>Acessórios e Imobilizadores oficinas e proteção em radioterapia.</title>
         <author>anacristinaindina</author>
         <link>https://padlet.com/anacristinaindina/60bfftre8t8645jx/wish/2999399984</link>
         <description><![CDATA[<p>Atualmente existem dezenas de equipamentos e opções diferentes disponíveis no mercado, inclusive as chamadas opções "home-made" como gostamos de chamar as improvisações conhecidas como o vantajoso "jeitinho brasileiro". Os custos e características desses equipamentos são muito variados e é preciso ponderar muito bem cada item a ser adquirido para que não se tenha um equipamento obsoleto, muito menos um equipamento sub-utilizado.</p><ul><li><p><strong>Imobilizadores de cabeça e pescoço</strong></p><p>São os mais populares, geralmente conhecidos como "máscaras". As máscaras têm uma função extra. Além de ajudar a posicionar e manter o paciente corretamente posicionado, as máscaras também servem para evitar que o paciente tenha que ser tatuado numa região visível do corpo, o que certamente evita uma série de constrangimentos aos pacientes, fazendo com que a aceitabilidade do tratamento seja maior e a intervenção médica seja menos agressiva.</p><p>O uso correto da máscara depende da qualidade com que é confeccionada. O paciente deve ser posicionado do modo mais confortável possível, dentro dos limites aceitáveis para as finalidades do tratamento. Aliás, a máscara não é feita para amarrar o paciente e impossibilitá-lo de fazer qualquer tipo de movimento. A máscara não é uma "camisa de força". As máscaras termoplásticas são as mais usadas, tanto no Brasil, como em todo o mundo.</p><p>Para a confecção da máscara termoplásticas devemos deixá-la na água a cerca de 70 ºC até que fique mole em toda a sua extensão. Em seguida, ela deve ser retirada da água e agitada para retirar a água retida nos furos do termoplástico. Essa água pode criar desconforto ao paciente, ou mesmo queimar sua pele, porque está muito quente. Quando o termoplástico já está livre desse excesso de água, pode ser imediatamente colocado no paciente e moldado com as mãos até que endureça. Esse processo demora de 2 a 3 minutos. Uma vez endurecida a máscara pode ser utilizada imediatamente.</p><p>Junto com a máscara, o paciente utiliza um suporte sob a cabeça. É importante observar que esse suporte seja sempre o mesmo todos os dias. Além do suporte existem diferente bases de fixação. Umas são boas para pacientes que devem ficar em decúbito dorsal, outras para decúbito ventral, outras ainda para posições nas quais a cabeça deva estar inclinada.</p></li><li><p><strong>Imobilizadores Pelvicos</strong></p><p>São muito parecidos com as máscaras para cabeça e pescoço. Trata-se de acessório extremamente útil para pacientes obesos ou para tratamentos que exijam melhor precisão do que a radioterapia convencional. É o caso da radioterapia conformacional.</p><p>Esses imobilizadores constituem-se por uma base adaptada à mesa de tratamento e por um termoplástico moldado diretamente sobre o paciente. Para o correto posicionamento do paciente podem ser usados junto com outros acessórios de imobilização como os colchões a vácuo ou os colchões preenchidos com um líquido que endurece após alguns minutos. Esse colchões são colocados sob o paciente e modelam seu corpo, fazendo com que o paciente tenha mais uma referência para que fique deitado corretamente.</p><p>O colchão deve ser estendido sobre a mesa e o paciente deita sobre ele. Uma bomba de vácuo conectada ao colchão faz com que as bolinhas fiquem comprimidas umas sobre as outras, endurecendo o colchão, o molde formado pode ser utilizado durante todo o tratamento do paciente, facilitando muito a reprodutibilidade da localização.</p><p>Concluídas todas as sessões de tratamento, basta abrir a válvula para que entre ar no colchão para que ele possa ser reutilizado em outro paciente.</p></li><li><p><strong>Imobilizadores de mama</strong></p><p>Permitem que haja reprodutibilidade e conforto durante o tratamento. Podem estar acompanhadas de termoplásticos que modelam a mama, caso estejamos tratando pacientes com mama muito volumosa.</p><p>As rampas mais modernas permitem marcar a posição do tronco, da cabeça, do braço e do antebraço da paciente, facilitando a reprodutibilidade do tratamento. Embora parece simples, a localização dos campos de tratamento da mama é extremamente delicada. Se o campo for marcado com o braço numa posição que não é reproduzida no tratamento, as estruturas internas irradiadas serão outras.</p></li><li><p><strong>Blocos</strong></p><p>Mesmo com o advento dos colimadores multifolhas, ainda recorremos muito aos blocos individuais para colimação de campos, produzindo campos irregulares de formatos variados. A confecção desses blocos passa pelas seguintes etapas:</p></li><li><p><strong>Escolha do material</strong></p><p>As opções mais comuns são o chumbo e a liga conhecida como Cerrobend. O chumbo tem um custo aproximado de US$ 1,00/kg e funde a aproximadamente 350ºC. o Cerrobend, o custo é bem maior. Mesmo com a fórmula em mãos, 50% de bismuto, 26,7% de chumbo, 13,3% de estanho e 10% de cádmio, não é fácil conseguir uma mistura bem feita. O Cerrobend funde a 70ºC, facilitando enormemente o trabalho.</p><p>Para o uso de chumbo, devemos ter um cadinho com capacidade mínima de 2 litros e controle de temperatura eficiente que mantenha o chumbo 5 ou 10ºC mais quente que a temperatura de fusão. Se estivermos utilizando o Cerrobend podemos optar por um "banho Maria", por exemplo, a imersão de um jarro de aço num reservatório de água aquecida entre 70 e 75ºC.</p><p>O polipropileno expandido (isopor) é a opção usual para molde, permitindo corte e modelagem a custo baixo. A opção mais barata é a compra de isopor de densidade baixa, geralmente conhecido como P1 e produzido no Brasil. Esse material tem "granulação" maior e densidade menor. Não resiste a temperatura acima de 50 ou 60ºC. Conseqüentemente, não pode ser usado diretamente com o Cerrobend, muito menos com o chumbo.</p><p>Dos cortadores de isopor disponíveis no mercado as opções caseiras têm custo de aproximadamente US$ 1.000 a US$ 2.000,00 e exigem mais atenção do operador, gerando mais erros e a necessidade de se cortar novo bloco.</p><p>O número de bandejas a ser adquirido deve levar em consideração o número de pacientes, a técnica de tratamento a ser empregada e as perdas de bandejas, que com o tempo, quebram ou ficam muito amareladas ou riscadas, inviabilizando seu uso correto.</p></li><li><p><strong>Bolus</strong></p><p>A quantidade de bolus a ser adquirida depende muito da disponibilidade, ou não, de feixes de elétrons no Serviço. Tratamentos com elétrons freqüentemente exigem a colocação de bolus no paciente.</p></li><li><p><strong>Compensadores</strong></p><p>Em geral, os blocos compensadores têm formato bastante irregular e a confecção desses blocos só será de boa qualidade quando utilizado um sistema microprocessado. Um sistema computadorizado tem custo bastante elevado, cerca de US$ 100.000,00 e está praticamente fora de possibilidade de implantação no Brasil.</p></li><li><p><strong>Moldes para Braquiterapia</strong></p><p>O procedimento mais comum é utilizar material odontológico. O auxílio de um especialista na área é muito interessante, ajudando na escolha do material e na busca de um fornecedor. Também foram desenvolvidos materiais específicos para radioterapia, com características mais apropriadas para a área.</p></li><li><p><strong>Material de apoio</strong></p><p>Toda oficina de moldes deve ter uma furadeira, se possível uma furadeira de bancada, esmeril, morsa, ferramentas menores como chaves, martelo comum, martelo de borracha, lixa, etc..</p><p><strong><em>Referências:</em></strong><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.inca.gov.br/sites/ufu.sti.inca.local/files//media/document//pqrt_man_tec_rdtrp.pdf"><strong><em>https://www.inca.gov.br/sites/ufu.sti.inca.local/files//media/document//pqrt_man_tec_rdtrp.pdf</em></strong></a></p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-20 03:00:46 UTC</pubDate>
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         <title>Radioterapia de intensidade modular (IMRT)</title>
         <author>anacristinaindina</author>
         <link>https://padlet.com/anacristinaindina/60bfftre8t8645jx/wish/2999449228</link>
         <description><![CDATA[<p>A Intensity Modulated Radiation Therapy (IMRT) é uma avançada modalidade de tratamento altamente preciso que permite administrar altas doses de radiação aos volumes alvos, quer seja tumores grosseiros principais, visíveis em exames de imagem (GTV), que seja em regiões de alta probabilidade de dispersão celular (CTV), minimizando as doses nos tecidos normais adjacentes de forma muito eficaz.</p><p>Foi desenvolvida para superar as limitações da técnica 3DCRT. Ela permite uma distribuição de doses altamente conformada no volume alvo, e a diminuição importante de doses nos tecidos normais adjacentes ainda menores que o 3DCRT.</p><p>Como a IMRT pode reduzir os danos aos tecidos normais, é muitas vezes utilizada para</p><p>tratar tumores localizados próximos a órgãos ou estruturas importantes. Por exemplo, quando IMRT é usada para tratar tumores pélvicos, pode reduzir o risco de problemas de intestino a longo prazo. Em casos de tumores de cabeça e pescoço, pode reduzir os danos às glândulas salivares e o risco de secura permanente na boca.</p><p> O planejamento é feito de uma maneira inversa, na qual são prescritas aos volumes-</p><p>alvo doses mínimas e máximas necessárias ao controle tumoral, além de serem prescritas também doses máximas aos órgãos de risco, com base em restrições bem estabelecidas de probabilidade de complicações. Com isso, a distribuição de dose ajusta-se mais precisamente em torno do tumor ou em volumes-alvo em três dimensões, por meio da modulação ou do controle da intensidade da radiação em pequenos múltiplos volumes de cada campo.</p><p>Em geral, é utilizado cerca de cinco a nove campos de radiação, orientados em torno</p><p>do paciente e administrados em aceleradores lineares com Sistemas de Colimação de</p><p>Múltiplas Folhas – MLC. O paciente permanece imóvel sobre uma mesa de tratamento e são feitas imagens para servir de guia na localização precisa do paciente em relação às imagens de referência (IGRT) e para a visualização das estruturas internas, que em alguns casos podem ser volumes móveis, como a próstata.</p><p><strong><em>Referências: </em></strong><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.einstein.br/especialidades/oncologia/exames-tratamentos/radioterapia-intensidade-modulada"><strong><em>https://www.einstein.br/especialidades/oncologia/exames-tratamentos/radioterapia-intensidade-modulada</em></strong></a></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.oncoguia.org.br/conteudo/radioterapia-externa/4626/698/#:~:text=Radioterapia%20de%20intensidade%20modulada%20(IMRT,normais%20adjacentes%20de%20forma%20eficaz."><strong>https://www.oncoguia.org.br/conteudo/radioterapia-externa/4626/698/#:~:text=Radioterapia%20de%20intensidade%20modulada%20(IMRT,normais%20adjacentes%20de%20forma%20eficaz.</strong></a></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-20 03:31:05 UTC</pubDate>
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         <title>Arcoterapia volumétrica modulada (VMAT)</title>
         <author>anacristinaindina</author>
         <link>https://padlet.com/anacristinaindina/60bfftre8t8645jx/wish/2999520087</link>
         <description><![CDATA[<p>Um método de tratamento o qual a intensidade da radiação pode ser alterada durante o tratamento por meio do giro da máquina em torno do paciente. Na terapia convencional, diferentemente do VMAT, a intensidade da radiação é definida para toda a sessão de tratamento.diminuída a probabilidade de movimentos durante o mesmo.&nbsp;</p><p>Terapia de radiação de intensidade modulada por arco volumétrico (VMAT) permite ao Radioterapeuta uma capacidade de "esculpir" as bordas do tumor, minimizando os danos ao tecido saudável adjacente de forma ainda mais eficaz que as técnicas 3 D convencionais e IMRT possuindo grande capacidade poupadora de tecido sadio.</p><p>Os tumores são de forma irregular, mas tratamentos de radioterapia convencionais ( sem IMRT ou RapidArc) entregam radiação em linhas retas. Isso significa que, enquanto todo o tumor é tratado, qualquer tecido saudável próximo ao tumor pode também receber tratamento.</p><p>A tecnologia do VMAT (RapidArc) permite ao Radioterapeuta entregar radiação a um tumor com mais precisão e exatidão, resultando em potencial para minimizar efeitos colaterais e elevar as taxas de cura.</p><p>Radioterapia convencional (sem VMAT) afeta tanto a tecido tumoral quanto tecidos normais circundantes, causando efeitos secundários tais como a diarreia grave, dor abdominal e úlceras na boca e garganta uma vez que proporcionam dose altamente conformada apenas ao alvo limitando ao máximo doses em tecidos sadios.</p><p>Com a tecnologia de IMRT ou VMAT, os pacientes experimentam, significativamente, menores efeitos colaterais relacionados com o tratamento. VMAT também oferece o potencial para maiores taxas de cura.</p><p>O paciente é posicionado estereotáxicamente com uma precisão milimétrica, por meio</p><p>da fusão da Tomografia Computadorizada de planejamento com a imagem de Feixe cônico (CBCT), obtida diretamente na máquina de tratamento, pois imediatamente antes de começar a irradiar o paciente, é possível utilizar uma ferramenta chamada IGRT, onde através de um simples procedimento de imagiologia de dois minutos usando a máquina de On-Board Imagens ou Cone Beam CT acoplado ao acelerador é possível fazer imagens que serão revistas pelo radioterapeuta, possibilitando ajuste no posicionamento, não havendo necessidade do paciente se mover da mesa para este processo, pois todos os ajustes são feitos automaticamente.</p><p>O tempo de tratamento varia dependendo do diagnóstico do paciente, porém, no</p><p>geral a dose é fracionada em sessões diárias de 10 minutos, geralmente cinco dias por semana, durante seis ou sete semanas. O fracionamento diário, bem como a pausa do tratamento no fim de semana possibilita a regeneração de células sadias, o que favorece a diminuição de efeitos colaterais.</p><p><strong><em>Referências: </em></strong><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="http://www.radioterapiaheaa.com.br/vmat.php"><strong><em>http://www.radioterapiaheaa.com.br/vmat.php</em></strong></a></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://drive.google.com/file/d/1kNC72qFgoRvIjdwu0AEuX_Eoa2i3FWd1/view">https://drive.google.com/file/d/1kNC72qFgoRvIjdwu0AEuX_Eoa2i3FWd1/view</a></p>]]></description>
         <enclosure url="https://images.unsplash.com/photo-1587010579793-d870e1f79325?crop=entropy&amp;cs=srgb&amp;fm=jpg&amp;ixid=M3w3ODI2fDB8MXxzZWFyY2h8MXx8cmFkaW90ZXJhcGlhfHB0fDF8fHx8MTcxNjE1OTAyNnww&amp;ixlib=rb-4.0.3&amp;q=85" />
         <pubDate>2024-05-20 04:25:58 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Radioterapia com orientação por imagem (IGRT)</title>
         <author>anacristinaindina</author>
         <link>https://padlet.com/anacristinaindina/60bfftre8t8645jx/wish/2999536608</link>
         <description><![CDATA[<p>Imagem Guided Ratiotherapy (IGRT) é definida como, uma nova técnica que</p><p>utiliza recursos de imagens para melhor localizar e melhor acompanhar a</p><p>movimentação da área interna do paciente que será tratada. A IGRT ao contrario</p><p>3DCRT e IMRT não é uma técnica de liberação de doses, e sim uma técnica que</p><p>melhora o controle de quantidade na 3DCRT e IMRT e até mesmo na convencional.</p><p>A radioterapia guiada por imagem (IGRT) surgiu da necessidade de localizar de forma</p><p>mais precisa o tumor ou os órgãos internos, acometidos pela doença, no momento do</p><p>tratamento, de modo que ocorra uma melhor correlação com as imagens de referência.</p><p>O objetivo da IGRT é garantir com a maior precisão possível que o tumor estará dentro</p><p>do campo de irradiação em todos os dias do tratamento, uma vez que eles podem mudar de posição entre os tratamentos, ou ainda em um mesmo tratamento. Isso pode ocorrer devido aos movimentos respiratórios, ao preenchimento ou esvaziamento de alguns órgão, ou mesmo</p><p>por pequenas alterações de posicionamento de um dia para o outro.</p><p>A IGRT envolve radioterapia conformada guiada por imagem, como tomografia, ultrassom e raios X, realizados diariamente na sala de tratamento, antes do procedimento radioterápico. A imagem obtida é comparada com a imagem realizada no processo de planejamento e então são feitos os ajustes necessários. Isso permite maior precisão no tratamento, poupando os tecidos normais adjacentes. Em alguns casos, os médicos implantam pequenos marcadores no tumor, ajudando a visualizar a movimentação do tumor ou dos órgãos.</p><p>A IGRT pode ser indicada para auxiliar em tratamentos que requerem extrema precisão, como a radiocirurgia de dose única ou com máscara e a radiocirurgia estereotáxica</p><p>corpórea. Essa técnica de tratamento é indicada principalmente para tumores que tem movimentações maiores que 2 cm para qualquer lado.</p><p><strong><em>Referências:</em></strong><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.oncoguia.org.br/conteudo/radioterapia-externa/4626/698/"><strong><em>https://www.oncoguia.org.br/conteudo/radioterapia-externa/4626/698/</em></strong></a></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://drive.google.com/file/d/1Hg-HUUPJE5WqMvauPDxX13GDYuPLp6JC/view"><strong><em>https://drive.google.com/file/d/1Hg-HUUPJE5WqMvauPDxX13GDYuPLp6JC/view</em></strong></a></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-20 04:38:38 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Radiocirurgia: Radioterapia estereotáxica</title>
         <author>anacristinaindina</author>
         <link>https://padlet.com/anacristinaindina/60bfftre8t8645jx/wish/2999550585</link>
         <description><![CDATA[<p>A radiocirurgia estereotáxica é uma técnica de tratamento não invasiva, que envolve a administração de altas doses de radiação a uma determinada região do cérebro, em uma única</p><p>fração de tratamento ou em poucas frações, em geral, menos de cinco.</p><p> É mais adequada para tumores pequenos e bem definidos que possam ser visualizados em exames de imagem, como a tomografia computadorizada ou ressonância magnética. A radiocirurgia é realizada com um acelerador linear, que gera um feixe de radiação de alta energia precisamente focalizado sobre o tumor. O feixe é direcionado a partir de múltiplos ângulos para cada parte do tumor e fornece a dose de radiação prescrita.</p><p>Enquanto uma rotina de radioterapia convencional pode incluir até 40 tratamentos (5 dias por semana, durante várias semanas), a radiocirurgia é realizada em cinco sessões ou</p><p>menos, num período de duas semanas. Embora o número total de tratamentos na radiocirurgia seja menor, cada sessão normalmente leva mais tempo do que um tratamento típico de radioterapia, a fim de garantir o exato posicionamento do paciente.</p><p>Não há incisões, sem pontos, e, portanto, não há necessidade de recuperação pós-cirúrgica. É realizada em regime ambulatorial, de modo que o paciente geralmente pode retornar às suas atividades normais no dia seguinte ao tratamento.</p><ul><li><p><strong>Radiocirurgia Estereotáxica -</strong> Quando se refere ao tratamento de tumores localizados no cérebro ou na coluna vertebral, que são normalmente tratados num máximo de cinco sessões.</p></li><li><p><strong>Radiocirurgia Estereotáxica Corpo -</strong> É uma técnica muito semelhante a anterior, mas é usada para alvos externos ao cérebro e a coluna vertebral. É mais comumente utilizada para alvos no pulmão, fígado , pâncreas e rim, e é normalmente realizada num máximo de 5 sessões.</p></li></ul><p>A radiocirurgia é indicada para o tratamento de tumores cerebrais pediátricos, metástases ou recidivas cerebrais e, inclusive, para tratamentos de lesões benignas, como</p><p>gliomas, adenomas pituitários, neuralgia de trigêmeo, má formação arteriovenosa, meningeomas da base do crânio, entre outros.</p><p><strong><em>Referências:</em></strong><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://drive.google.com/file/d/1K3LQC6mLBFe-JOxHM3llUCnFF3_dwjFL/view"><strong><em>https://drive.google.com/file/d/1K3LQC6mLBFe-JOxHM3llUCnFF3_dwjFL/view</em></strong></a></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-20 04:48:42 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/anacristinaindina/60bfftre8t8645jx/wish/2999550585</guid>
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      <item>
         <title>Radioterapia Intraoperatória</title>
         <author>anacristinaindina</author>
         <link>https://padlet.com/anacristinaindina/60bfftre8t8645jx/wish/2999569165</link>
         <description><![CDATA[<p>A radioterapia intraoperatória (RT-IO) é a administração de níveis terapêuticos de radiação diretamente no tumor alvo, enquanto o mesmo está exposto durante a cirurgia, poupando o tecido circundante normal. O objetivo da RT-IO é melhorar o controle local do tumor e as taxas de sobrevida para pacientes com diferentes tipos de câncer.</p><p>Essa modalidade de tratamento permite a utilização de doses eficazes mais elevadas de radiação em comparação com a radioterapia convencional, onde nem sempre é possível a utilização de doses muito elevadas, uma vez que os órgãos sensíveis podem estar próximos. Na RT-IO, ainda existe a possibilidade dos médicos afastarem temporariamente os órgãos vizinhos ou protegê-los da exposição à radiação.</p><p>A RT-IO é utilizada para tratar tumores que são difíceis de serem retirados durante a cirurgia, sem a preocupação de que quantidades microscópicas da doença possa permanecer no leito cirúrgico.</p><p>A RT-IO pode ser realizada tanto com feixes de elétrons como de raios X. Os atuais aceleradores lineares miniaturizados móveis fornecem uma gama variável de energia de elétrons de 3 a 12 MeV. E os equipamentos de raios X móveis em miniatura emitem radiação de baixa intensidade de no máximo 50 kV. Devido à maior densidade de ionização causada pela radiação dos raios X no tecido mole, a eficácia biológica relativa dos raios X de baixa energia nas células tumorais é maior quando comparado com os raios X de alta energia ou raios gama que são emitidos por aceleradores lineares. </p><p>A radiação que é produzida por sistemas móveis de radiação tem uma gama limitada. Por esta razão, as paredes convencionais são consideradas suficientes para impedir a difusão da radiação produzida na sala de cirurgia, sem necessidade de medidas adicionais para proteção contra as radiações. Isso faz com que a RT-IO se torne acessível para mais hospitais.</p><p> Essa técnica de tratamento foi considerada útil e viável no tratamento multidisciplinar de muitos tipos de tumores sólidos.</p><p><strong><em>Referências:</em></strong><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://drive.google.com/file/d/1TYAkwsrbklZXatlqQ8IUs7cUL8gpb-hj/view"><strong><em>https://drive.google.com/file/d/1TYAkwsrbklZXatlqQ8IUs7cUL8gpb-hj/view</em></strong></a></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-20 05:00:36 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Radioterapia de corpo inteiro</title>
         <author>anacristinaindina</author>
         <link>https://padlet.com/anacristinaindina/60bfftre8t8645jx/wish/2999608495</link>
         <description><![CDATA[<p>A irradiação de corpo inteiro é realizada com muito menos frequência do que outros tipos de radioterapia, mas pode ser administrada aos pacientes que farão um transplante de</p><p>células tronco como parte do tratamento.</p><p>A irradiação de corpo inteiro envolve apenas uma única dose de radiação, ou de 6 a 8 frações com doses menores, em todo o corpo para destruir as células da medula óssea.</p><p>A Irradiação Corporal Total é uma técnica utilizada para administrar grandes campos de radiação no corpo inteiro.</p><p>As salas de tratamento da Radioterapia são dimensionadas para realizar o tratamento com campos de até 2 metros de extensão, dando todo o conforto aos pacientes.</p><p><strong>TBI E TSI SÃO TÉCNICAS ESPECIAIS DE IRRADIAÇÃO</strong></p><p>• de corpo inteiro (TBI)</p><p>• meio corpo (TSI)</p><p><strong>IRRADIAÇÃO CORPORAL TOTAL COM FÓTONS – TBI</strong></p><p>TBI A Irradiação Corporal Total é uma técnica utilizada para administrar grandes campos de radiação no corpo inteiro. A irradiação de corpo inteiro, do inglês TBI: <em>Total Body Irradiation</em>, é uma importante técnica que utiliza feixe de fótons de megavoltagem. Constitui uma das etapas de tratamento da leucemia e outras formas de linfoma com o uso de radioterapia.</p><p>Trata-se de um complexo programa de tratamento para anemia aplásica, leucemias, linfomas e outros tipos de tumores que são combinados com altas doses de quimioterapia e utilizado na preparação para o transplante de medula óssea. Usualmente é administrado em seis frações, duas vezes ao dia. Cada tratamento leva cerca de uma hora, só podendo ser repetido depois de um período de seis horas, e consiste na irradiação anterior e posterior, com o paciente alternando o decúbito lateral sobre um exclusivo sistema de apoio.</p><p><strong>IRRADIAÇÃO CORPORAL TOTAL COM ELÉTRONS – TSI</strong></p><p>TSI tem uma técnica chamada de “Técnica de Stanford”, que utiliza feixe de elétrons de 4 MeV com uma taxa de dose de 400 UM/min e apresenta resultados excelentes na literatura médica. A radiação penetra poucos milímetros na pele e atinge completamente a parte afetada, sem penetrar nos órgãos internos. É utilizada principalmente para o tratamento de linfomas de Células-T. Se o tumor for detectado precocemente, o tratamento resulta no desaparecimento completo de todos os sinais e sintomas da doença.</p><p>O TSI tem por objetivo tratar toda a pele a uma profundidade de 0,5 mm a 5 mm, tratando, desta forma, a infiltração cutânea da Micose Fungóide.</p><p>O TSI é um procedimento de alta complexidade em radioterapia, pois cada sessão requer em média duas horas por dia de aplicação por paciente, durando aproximadamente 12 semanas. Além do alto tempo de ocupação dos aparelhos de radioterapia, o TSI requer um acelerador linear que emita feixe de elétrons e que um controle de qualidade (avaliação dosimétrica) seja realizado constantemente e com extremo rigor, com uso de diversos equipamentos específicos para este fim com uma equipe de Física Médica.</p><p>No Brasil, não há relato de quantos serviços de radioterapia oferecem o TSI para tratamento de Micose Fungóide, mas estimamos que menos que dois serviços ofereçam esta técnica. Com isso, a maioria dos pacientes com Micose Fungóide não consegue receber este tratamento. Sua principal dificuldade, é o tempo de tratamento extremamente longo, de até duas horas por sessão e a necessidade de que o paciente permaneça em posição ereta durante todo este período, com os olhos vendados para proteção dos mesmos.</p><p><strong><em>Referências: </em></strong><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://drive.google.com/file/d/1aYjFm2w0tnc-uTjwNM6qNtRbnNAywx9_/view"><strong><em>https://drive.google.com/file/d/1aYjFm2w0tnc-uTjwNM6qNtRbnNAywx9_/view</em></strong></a></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-20 05:24:21 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/anacristinaindina/60bfftre8t8645jx/wish/2999608495</guid>
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