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      <title>3. Determinismo e livre arbítrio  by Vera Braga</title>
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      <description>Felicidade_ escolher</description>
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      <pubDate>2023-08-20 12:00:32 UTC</pubDate>
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         <title>Determinismo</title>
         <author>vabraga</author>
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         <description><![CDATA[<div>Subjetivo: vontade do homem<br>Objetivo: condições da sua própria existência. JHP</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-08-20 12:12:02 UTC</pubDate>
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         <author>vabraga</author>
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         <description><![CDATA[<div>L.E. 844<br>Desenvolvimento infantil<br>JHP</div>]]></description>
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         <author>vabraga</author>
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         <pubDate>2023-08-20 12:25:21 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>vabraga</author>
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         <pubDate>2023-08-20 12:31:36 UTC</pubDate>
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         <author>vabraga</author>
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         <description><![CDATA[<div>3.&nbsp; Há uma lei geral de evolução, a que tudo se submete, <strong>inclusive o homem</strong>, resta saber se estamos ou não diante da estrutura <strong>rígida do pensamento espinosiano</strong>.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-08-22 15:00:16 UTC</pubDate>
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         <author>vabraga</author>
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         <description><![CDATA[<div>Há <strong>liberdade </strong>para esse homem que amadurece, que tem de amadurecer, queira ou não queira, <strong><em>no processo evolutivo</em></strong>? JHP</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-08-22 15:00:41 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>vabraga</author>
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         <description><![CDATA[<div>A liberdade é impossível? JHP</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-08-22 15:37:29 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>vabraga</author>
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         <description><![CDATA[<div>Segundo Descartes, existem elementos básicos no universo:<br><br>1. Matéria: A matéria é a substância física que compõe os corpos físicos. Descartes acreditava que a matéria era composta por partículas indivisíveis chamadas "átomos".<br><br>2. Extensão: A extensão é a propriedade espacial dos corpos físicos. Descartes considerava que todos os corpos ocupavam um espaço físico definido e possuíam uma forma determinada.<br><br>Esses elementos eram fundamentais para a compreensão da natureza e eram considerados independentes da mente humana.</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-08-24 17:35:15 UTC</pubDate>
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         <title>Dialética</title>
         <author>vabraga</author>
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         <description><![CDATA[<div>Para Hegel, toda a realidade poderia ser compreendida por meio da dialética, alcançando a verdade mais universal por meio dela. A dialética mostra como as ideias contraditórias dependem uma da outra e estão em constante atrito.<br><br></div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-08-27 09:52:41 UTC</pubDate>
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         <title>Vamos ao 3.2. </title>
         <author>vabraga</author>
         <link>https://padlet.com/vabraga/5z05rggcezejqxe/wish/2674140500</link>
         <description><![CDATA[<div><br>3.2. O professor cita uma frase do poeta Rainer Maria Rilke, que diz que Deus nos faz amadurecer, mesmo que não o queiramos. Ele diz que o Espiritismo parece ter dito isso antes, ou seja, que o Espiritismo também defende que Deus tem um plano para a nossa evolução, que independe da nossa vontade. Ele diz que o Espiritismo realmente disse isso, mas acrescentou algo importante: sem o livre-arbítrio, o homem seria uma máquina. Ele se refere ao item 843 de “O Livro dos Espíritos” , que afirma que o homem é livre de pensar, querer e agir, mas dentro dos limites impostos pela sua natureza e pelas leis divinas. Afirma que o homem é livre dentro das suas próprias condições de ser, ou seja, dentro das suas possibilidades e circunstâncias. Esclarece que o simples fato de existir é uma condição, ou seja, uma limitação e uma oportunidade. E que dentro dessa condição, porém, o homem é livre: pode ser útil ou inútil, bom ou mau, segundo a sua própria determinação, ou seja, segundo as suas escolhas e ações. Existe, pois, uma dialética do determinismo, que é ao mesmo tempo a dialética da liberdade. Ele se refere à ideia de que há uma interação entre a lei divina e natural que determina tudo o que acontece e a vontade humana que pode modificar as coisas.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-08-27 14:05:29 UTC</pubDate>
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         <title>Vamos ao 3.3. </title>
         <author>vabraga</author>
         <link>https://padlet.com/vabraga/5z05rggcezejqxe/wish/2674140963</link>
         <description><![CDATA[<div>3.3. O texto apresenta uma reflexão sobre a liberdade humana e o determinismo. O determinismo subjetivo é a vontade do homem, enquanto o determinismo objetivo é o conjunto de condições que determinam a existência do homem. A liberdade surge da oposição constante entre essas duas vontades, a do homem e a das coisas.</div><div>O item 844 de “O Livro dos Espíritos” aborda essa questão de maneira simples, ao tratar do desenvolvimento infantil. Segundo o livro, nas primeiras fases da vida, a liberdade é quase nula e se desenvolve com o crescimento das faculdades da criança. <a href="http://olivrodosespiritoscomentado.com/fev17q844.html">A criança aplica seu livre-arbítrio às coisas que são necessárias para sua idade. </a><br>Logo, a<strong> passagem sugere que a liberdade é um processo em constante evolução e está relacionada ao desenvolvimento das faculdades humanas. </strong>À medida que as faculdades se desenvolvem, a liberdade aumenta e muda de objeto, permitindo ao indivíduo exercer seu livre-arbítrio de maneira mais ampla. Isso significa que a liberdade é relativa à possibilidade de escolha e ação do indivíduo. É importante notar que essa é apenas uma interpretação do texto e outras interpretações são possíveis.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-08-27 14:06:42 UTC</pubDate>
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         <title>Vamos ao 3.4. </title>
         <author>vabraga</author>
         <link>https://padlet.com/vabraga/5z05rggcezejqxe/wish/2674142002</link>
         <description><![CDATA[<div>3.4. Isso nos mostra que o homem não amadurece como o fruto, <strong>mas como espírito</strong>. Na proporção em que a criança amadurece, ela deixa de ser criança, para tornar-se adulto. <strong>Assim, o homem, na proporção em que amadurece, deixa de ser homem — essa criatura humana, contraditória e falível, enleada nas ilusões da vida física — para tornar-se Espírito.</strong> A morte, em vez de ser a frustração do existencialismo sartreano, ou o fim da vida, ou ainda o momento de mergulhar no desconhecido, de toda a tradição religiosa, apresenta-se como o momento de maturação e de alforria. <strong>Morrer, como o disse Victor Hugo, não é morrer, mas simplesmente mudar-se. Bing: </strong>Victor Hugo foi um poeta, dramaturgo e romancista francês, considerado um dos maiores escritores da língua francesa. Ele é conhecido por suas obras literárias, incluindo “Os Miseráveis” e “Notre-Dame de Paris”.</div><div><a href="https://www.escritas.org/pt/t/35427/morrer-nao-e-acabar-e">A frase é uma citação de Victor Hugo que diz: “Morrer não é acabar, é a suprema manhã”</a>. Ela sugere que a morte não é o fim, mas sim uma transição para algo novo. É uma reflexão sobre a natureza da vida e da morte e pode ser interpretada de várias maneiras, dependendo do contexto em que é usada.&nbsp;</div><div><strong>&nbsp;Confirmando:</strong>&nbsp; Este texto apresenta uma reflexão sobre o amadurecimento humano e a morte. De acordo com o texto, o homem não amadurece como um fruto, mas como um espírito. À medida que a criança amadurece, ela deixa de ser criança e se torna adulta. Da mesma forma, à medida que o homem amadurece, ele deixa de ser apenas um ser humano, com suas contradições e falhas, preso às ilusões da vida física, e se torna um Espírito.</div><div>A morte é vista não como uma frustração ou o fim da vida, mas como um momento de maturação e libertação. É o momento em que o homem se liberta das limitações da vida física e se transforma em Espírito. O texto cita Victor Hugo, que disse que morrer não é morrer, mas simplesmente mudar-se. <strong>Essa passagem sugere que a morte é apenas uma transição para uma nova fase da existência, em que o homem se torna um Espírito livre das limitações da vida física.&nbsp;</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-08-27 14:09:15 UTC</pubDate>
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         <title>Vamos ao 3.5. </title>
         <author>vabraga</author>
         <link>https://padlet.com/vabraga/5z05rggcezejqxe/wish/2674142936</link>
         <description><![CDATA[<div>3.5. O professor explica que o homem, ao morrer, não muda completamente a sua essência, mas apenas a sua condição de existência. <strong>Ele deixa de ser um ser material e passa a ser um ser espiritual, mas mantém a sua individualidade, a sua personalidade e a sua memória.</strong> Nessa nova condição, ele continua a ter o seu livre-arbítrio, mas também está sujeito ao determinismo das leis divinas e naturais. Ele tem que enfrentar as consequências das suas escolhas e ações na vida anterior, que podem ser boas ou más, felizes ou infelizes. Ele se vê envolvido pelas suas próprias obras, que refletem o seu grau de evolução moral e intelectual. Ele percebe que a sua liberdade aumentou, pois ele não depende mais das limitações do corpo físico, mas também se limita pelas suas próprias imperfeições. Ele reconhece que as circunstâncias em que se encontra foram determinadas pela sua própria vontade, e isso lhe desperta a compreensão da sua capacidade de agir e da sua responsabilidade pelos seus atos. Ele sente então o desejo de voltar à vida material, ao mundo onde criou o seu próprio mundo espiritual, para reformar a sua obra, ou seja, para reparar os seus erros, resgatar as suas dívidas e progredir moralmente. E ao voltar, ele não vem apenas enfrentar as dificuldades impostas pelo mundo externo, mas também as dificuldades impostas pela sua própria vontade, representadas nas circunstâncias de uma vida adequada às suas necessidades de desenvolvimento. Esse texto mostra a visão espírita sobre a reencarnação, a lei de causa e efeito e a evolução do espírito.&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-08-27 14:11:01 UTC</pubDate>
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         <title>Vamos ao 3.6.</title>
         <author>vabraga</author>
         <link>https://padlet.com/vabraga/5z05rggcezejqxe/wish/2674144158</link>
         <description><![CDATA[<div>3.6. Concluindo o pensmanto já exposto, temos que <strong> o homem, ao exercer o seu livre-arbítrio, supera o determinismo, ou seja, a submissão às leis divinas e naturais que regem o universo</strong>. O professor diz que o homem tem a liberdade de se determinar a si próprio, ou seja, de escolher o seu caminho e as suas ações, e que isso lhe confere o poder de criar. <strong>Ele cria o seu próprio mundo, as suas formas de vida, o seu destino, de acordo com o seu grau de evolução e consciência.</strong> Ele compara esse processo ao de uma criança que aprende com as suas experiências, tanto as boas como as más, e que vai amadurecendo gradualmente. <strong>Ele diz que o destino do homem, no sentido geral de sua posição no Universo, é ser deus, não no sentido de se igualar à Inteligência Suprema, mas de atingir a compreensão dessa Inteligência, integrar-se no seu plano de vida e pensamento, participar de sua plenitude. Ele diz que o homem constrói o seu destino no plano do contingente, ou seja, no plano das coisas temporárias e relativas, mas no plano do transcendente, ou seja, no plano das coisas eternas e absolutas, o seu destino já está determinado pelas leis universais.</strong></div><div>Esse texto mostra a visão espírita <strong>sobre a liberdade e a responsabilidade do homem na sua evolução espiritual</strong>. <br>O texto é uma continuação do trecho anterior, que fala sobre o determinismo e o livre-arbítrio no Espiritismo. O autor questiona se o homem é o único ser que tem um destino transcendente, ou seja, que pode se elevar acima da condição material e se aproximar de Deus. <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Monismo">Ele diz que o Espiritismo responde que o Universo é formado por dois elementos fundamentais, as duas substâncias cartesianas, ou seja, as duas realidades distintas que René Descartes propôs para explicar a natureza das coisas: a rés cogitans, que é a substância pensante, e a rés extensa, que é a substância extensa </a><br>Em termos espíritas, essas substâncias são chamadas de elemento inteligente e elemento material. O elemento inteligente é o princípio ativo e criador do Universo, que se manifesta nos seres dotados de razão e consciência. <a href="https://conceitos.com/monismo/">O elemento material é o princípio passivo e receptivo do Universo, que se manifesta nos seres inertes e nos corpos dos seres vivos</a>. O autor diz que essa dualidade entre <strong>inteligência e matéria</strong> se resolve em uma espécie de monismo tridimensional, ou seja, em uma concepção que afirma que há uma única fonte de onde derivam esses dois elementos. Essa fonte é Deus, que é a inteligência suprema e a causa primária de todas as coisas. <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Materialismo_monista">O autor se inspira no pensamento de Espinosa, um filósofo do século XVII que defendeu que Deus e a natureza são uma só realidade <sup>3</sup></a>. Ele diz que Deus não é uma concepção antropomórfica, ou seja, que não tem forma humana nem atributos humanos, mas sim a hipóstase de Plotino. <a href="https://filosofianaescola.com/metafisica/dualismo-mente-corpo-descartes/">Plotino foi um filósofo do século III que propôs uma teoria das hipóstases, ou seja, das realidades derivadas de Deus.&nbsp;</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-08-27 14:13:46 UTC</pubDate>
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         <title>Vamos ao 3.7. </title>
         <author>vabraga</author>
         <link>https://padlet.com/vabraga/5z05rggcezejqxe/wish/2674144601</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>3.7</strong>.O texto é uma continuação do trecho anterior, que fala sobre o determinismo e o livre-arbítrio no Espiritismo. O autor questiona se o homem é o único ser que tem um destino transcendente, ou seja, que pode se elevar acima da condição material e se aproximar de Deus. Em termos espíritas, essas substâncias são chamadas de elemento inteligente e elemento material. O elemento inteligente é o princípio ativo e criador do Universo, que se manifesta nos seres dotados de razão e consciência. <a href="https://conceitos.com/monismo/">O elemento material é o princípio passivo e receptivo do Universo, que se manifesta nos seres inertes e nos corpos dos seres vivos </a>.</div><div>O autor diz que essa dualidade entre inteligência e matéria se resolve em uma espécie de monismo tridimensional, ou seja, em uma concepção que afirma que há uma única fonte de onde derivam esses dois elementos. Essa fonte é Deus, que é a inteligência suprema e a causa primária de todas as coisas. <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Materialismo_monista">O autor se inspira no pensamento de Espinosa, um filósofo do século XVII que defendeu que Deus e a natureza são uma só realidade <sup>3</sup></a>. Ele diz que Deus não é uma concepção antropomórfica, ou seja, que não tem forma humana nem atributos humanos, mas sim a hipóstase de Plotino. <a href="https://filosofianaescola.com/metafisica/dualismo-mente-corpo-descartes/">Plotino foi um filósofo do século III que propôs uma teoria das hipóstases, ou seja, das realidades derivadas de Deus </a>.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-08-27 14:14:34 UTC</pubDate>
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         <title>Vamos ao 3.8</title>
         <author>vabraga</author>
         <link>https://padlet.com/vabraga/5z05rggcezejqxe/wish/2674145133</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>3.8</strong>. O texto é a continuação do trecho anterior, que fala sobre o determinismo e o livre-arbítrio no Espiritismo. O autor compara as três hipóstases do Espiritismo (Deus, espírito e matéria) com as três hipóstases plotinianas (o uno, o nous e a alma). <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Plotino">Ele diz que, diferentemente da concepção de Plotino </a> as hipóstases espíritas não estão separadas, mas são apenas aspectos de um mesmo todo. Ele diz que há uma interpenetração entre Deus, espírito e matéria, de modo que Deus está em tudo e tudo está em Deus, que a matéria existe desde o início e que espírito e matéria estão sempre relacionados. <a href="https://periodicos.ufpe.br/revistas/perspectivafilosofica/article/download/253140/40591">Ele usa a analogia da doutrina de forma e matéria em Aristóteles </a> para explicar que o espírito informa a matéria, ou seja, dá-lhe uma determinação e uma finalidade, e que a matéria manifesta o espírito, ou seja, expressa a sua inteligência e a sua vontade. Ele diz que toda essa interação se realiza em Deus, porque é pela sua vontade e sob o poder constante de suas leis que tudo acontece. Ele menciona o fluido universal e o fluido vital como elementos que resultam da combinação de espírito e matéria e que servem de aglutinação entre eles. <a href="https://repositorio.ufrn.br/bitstream/123456789/19709/1/RuanFernandesDaSilva_DISSERT.pdf">O fluido universal é o fluido que origina toda a matéria, seja ela orgânica ou inorgânica</a>. <a href="https://filosofiadoinicio.com/materia-e-forma-segundo-aristoteles/">O fluido vital, por sua vez, é o fluido necessário para manter viva a natureza e os seres encarnados. </a> Pois o fluido vital, tema do nosso artigo, é o fluido que animaliza a matéria. <a href="https://www.brasilparalelo.com.br/artigos/materia-e-forma-em-aristoteles">Portanto, só está presente nos seres orgânicos e encarnados </a><br>Ele diz que todos os seres, desde os minerais até os arcanjos, estão integrados no mesmo processo e submetidos às mesmas leis e ao mesmo destino. <a href="https://fasbam.edu.br/2020/07/17/aristoteles-forma-e-materia/">Ele cita o final da resposta do item 540 de “O Livro dos Espíritos” </a>que afirma que tudo se encadeia na natureza, desde o átomo primitivo até o arcanjo, pois ele mesmo começou pelo átomo. Ele elogia a lei de harmonia que rege o universo, mas reconhece que o nosso espírito limitado ainda não pode abranger no seu conjunto.</div><div>Esse texto mostra a visão espírita sobre a origem e a constituição do universo, bem como a relação entre Deus, espírito e matéria. </div>]]></description>
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         <pubDate>2023-08-27 14:15:34 UTC</pubDate>
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         <title>Vamos ao 3.9.</title>
         <author>vabraga</author>
         <link>https://padlet.com/vabraga/5z05rggcezejqxe/wish/2674145413</link>
         <description><![CDATA[<div>3.9. O texto é a continuação do trecho anterior, que fala sobre o determinismo e o livre-arbítrio no Espiritismo. <strong>O autor questiona como se explica a finalidade desse imenso processo de evolução do universo e de todos os seres que nele existem, em direção à perfeição e à inteligência.</strong> Ele diz que essa pergunta não pode ser respondida pela Filosofia, porque pertence à Mística, ou seja, ao domínio da fé e da revelação. <a href="https://en.wikipedia.org/wiki/Gonzague_Truc">Ele cita Gonzague Truc, um escritor e crítico literário francês do século XX, que era um defensor do tomismo e da Action Française, uma corrente política nacionalista e monarquista</a>.  Ele diz que o Espiritismo, porém, admite o desenvolvimento da Filosofia até o plano da antiga Mística e além dela, ou seja, reconhece que a razão humana pode se elevar até o conhecimento das verdades divinas e transcendentais. Ele diz que o Espiritismo responde à pergunta sobre a finalidade do processo cósmico com a nossa incapacidade atual para abarcar a complexidade e as consequências desse processo, dentro do qual nos encontramos. Ele diz que do nosso ponto de vista atual, demasiado restrito, condicionado pela estreiteza de nossas mentes, em funcionamento na aparelhagem de cérebros animais, ou seja, limitado pelas nossas condições materiais e sensoriais, é impossível a compreensão daquilo que poderíamos chamar, nos termos da filosofia aristotélica, as causas finais. <a href="https://www.estantevirtual.com.br/livros/gonzague-truc/historia-da-filosofia/653902677">As causas finais são as finalidades ou os propósitos para os quais as coisas existem ou são feitas</a>. Ele sugere que há uma causa final para o universo e para os seres que nele evoluem, mas que essa causa nos escapa à compreensão.</div><div>Esse texto mostra a visão espírita sobre a finalidade do processo cósmico e a limitação da razão humana para compreendê-la. </div>]]></description>
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         <pubDate>2023-08-27 14:16:18 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Vamos ao 3. 10.</title>
         <author>vabraga</author>
         <link>https://padlet.com/vabraga/5z05rggcezejqxe/wish/2674145850</link>
         <description><![CDATA[<div>3. 10. O texto é a conclusão do trecho anterior, que fala sobre o determinismo e o livre-arbítrio no Espiritismo. <strong>O autor reconhece que, além da limitação da razão humana para compreender a finalidade do processo cósmico, há também a limitação da linguagem humana para expressar essa compreensão.</strong> Ele diz que, quando saímos do plano do pensamento, ou seja, quando tentamos traduzir as nossas ideias em palavras, maior ainda se revela a nossa incapacidade, diante das dimensões conceptuais, ou seja, diante da complexidade e da abstração dos conceitos envolvidos. <strong>Ele cita Kardec, o codificador do Espiritismo , que na “Introdução ao Estudo da Doutrina Espírita”, assinalou as deficiências da linguagem humana, ou seja, as dificuldades e as imprecisões que surgem ao se tentar comunicar as verdades espirituais.</strong> Ele diz que essas deficiências mostram quanto seria vã a nossa pretensão de investigar o princípio e o fim das coisas, ou seja, quanto seria inútil e arrogante a nossa tentativa de descobrir a origem e o destino de tudo o que existe. <strong>Mas ele diz que, ao mesmo tempo, o Espiritismo nos acena com as possibilidades futuras, ou seja, nos mostra que há uma esperança e uma promessa de um maior conhecimento e compreensão</strong>. Ele diz que o Espiritismo nos mostra como, a cada giro da Terra sobre si mesma, ou seja, a cada dia que passa, o nosso avanço no tempo equivale ao desenvolvimento psíquico, ou seja, ao progresso moral e intelectual do nosso espírito. <strong>Ele diz que compete a cada um de nós, e a todos nós em conjunto, superarmos as nossas limitações, pelo nosso desenvolvimento próprio e pelo desenvolvimento da Civilização, ou seja, que depende de nós mesmos e da nossa cooperação com os outros o nosso aperfeiçoamento individual e coletivo.</strong></div><div>Esse texto mostra a visão espírita sobre a limitação da linguagem humana e as possibilidades futuras de evolução espiritual.&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-08-27 14:17:24 UTC</pubDate>
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         <title>4.7. O trabalho é uma lei natural e através dele o homem progride, então fugir do trabalho é transgredir essa lei. Trabalhar é modificar-se e modificar o mundo, contribuindo para o progresso geral. </title>
         <author>vabraga</author>
         <link>https://padlet.com/vabraga/5z05rggcezejqxe/wish/2707028675</link>
         <description><![CDATA[<div>A igualdade e a liberdade são leis que unem os seres humanos e devem levá-los a praticar a fraternidade.&nbsp;</div><div>Essa fraternidade é expressa plenamente através da justiça, amor e caridade, estabelecendo um mundo superior ao atual, marcado por injustiça, ódio e egoísmo.&nbsp;</div><div>O ensinamento de Kardec é que o amor e a caridade são complementos da lei de justiça, porque amar o próximo é fazer o bem que gostaríamos que fosse feito a nós mesmos.&nbsp;</div><div>Isso está de acordo com as palavras de Jesus: amai-vos uns aos outros.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-09-16 20:41:12 UTC</pubDate>
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