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      <title>somos lindos by </title>
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      <description>Made with panache</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2017-05-12 13:39:26 UTC</pubDate>
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         <title>• Narração curta;• Descreve fatos da vida cotidiana;• Pode ter caráter humorístico, crítico, satírico e/ou irônico;• Possui personagens comuns;• Segue um tempo cronológico determinado;• Uso da oralidade na escrita e do coloquialismo na fala das personagens;• Linguagem simples.</title>
         <author>11qq22ww33ee44rr66yy</author>
         <link>https://padlet.com/battousai_retalhador/1234567890/wish/171486181</link>
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         <pubDate>2017-05-12 13:45:07 UTC</pubDate>
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         <title>Crônica é uma narrativa histórica que expõe os fatos seguindo uma ordem cronológica. A palavra crônica deriva do grego &quot;chronos&quot; que significa &quot;tempo&quot;.</title>
         <author>11qq22ww33ee44rr66yy</author>
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         <pubDate>2017-05-12 13:45:32 UTC</pubDate>
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         <description><![CDATA[<div>Crônica<br><br></div><div>O padeiro<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div><div>Levanto cedo, faço minhas abluções, ponho a chaleira no fogo para fazer café e abro a porta do apartamento - mas não encontro o pão costumeiro. No mesmo instante me lembro de ter lido alguma coisa nos jornais da véspera sobre a "greve do pão dormido". De resto não é bem uma greve, é um lock-out, greve dos patrões, que suspenderam o trabalho noturno; acham que obrigando o povo a tomar seu café da manhã com pão dormido conseguirão não sei bem o que do governo.<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div><div>Está bem. Tomo o meu café com pão dormido, que não é tão ruim assim. E enquanto tomo café vou me lembrando de um homem modesto que conheci antigamente. Quando vinha deixar o pão à porta do apartamento ele apertava a campainha, mas, para não incomodar os moradores, avisava gritando:<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div><div>- Não é ninguém, é o padeiro!<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div><div>Interroguei-o uma vez: como tivera a ideia de gritar aquilo?<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div><div>"Então você não é ninguém?"<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div><div>Ele abriu um sorriso largo. Explicou que aprendera aquilo de ouvido. Muitas vezes lhe acontecera bater a campainha de uma casa e ser atendido por uma empregada ou outra pessoa qualquer, e ouvir uma voz que vinha lá de dentro perguntando quem era; e ouvir a pessoa que o atendera dizer para dentro: "não é ninguém, não senhora, é o padeiro". Assim ficara sabendo que não era ninguém...<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div><div>Ele me contou isso sem mágoa nenhuma, e se despediu ainda sorrindo. Eu não quis detê-lo para explicar que estava falando com um colega, ainda que menos importante. Naquele tempo eu também, como os padeiros, fazia o trabalho noturno. Era pela madrugada que deixava a redação de jornal, quase sempre depois de uma passagem pela oficina - e muitas vezes saía já levando na mão um dos primeiros exemplares rodados, o jornal ainda quentinho da máquina, como pão saído do forno.<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div><div>Ah, eu era rapaz, eu era rapaz naquele tempo! E às vezes me julgava importante porque no jornal que levava para casa, além de reportagens ou notas que eu escrevera sem assinar, ia uma crônica ou artigo com o meu nome. O jornal e o pão estariam bem cedinho na porta de cada lar; e dentro do meu coração eu recebi a lição de humildade daquele homem entre todos útil e entre todos alegre; "não é ninguém, é o padeiro!"<br><br></div><div>E assobiava pelas escadas.<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div><div>Texto extraído do livro:&nbsp;<br><br></div><div>Para gostar de ler, Vol I -Crônicas . Carlos Drummond de Andrade, Fernando Sabino, Paulo Mendes Campos e Rubem Braga. 12ª Edição. Editora Ática . São Paulo.1989. p.63 - 64.<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div><div>A crônica é uma&nbsp; narração curta, forma textual no estilo de narração que tem por base fatos que acontecem em nosso cotidiano.&nbsp;<br><br></div><div>A crônica é um gênero que tem relação com a ideia de tempo e consiste no registro de fatos do cotidiano em linguagem literária, conotativa.<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div><div>cronista constituem suas escritas com base em acontecimentos diários. No entanto, as informações, enquanto o cronista tem a liberdade de conferir à crônica, toques próprios, incluindo-lhe fantasias, ficção e outros elementos que um artigo meramente informativo não possui. Assim, a crônica é considerada por muitos como o meio termo entre a literatura e o jornalismo, sendo o cronista visto como um poeta dos acontecimentos diários.<br><br></div><div>Geralmente, a crônica é narrada em primeira pessoa, de forma que o próprio cronista “dialogue” com seu leitor. O escritor pode apresentar a sua própria visão sobre determinado assunto, selecionando palavras e desenvolvendo seu estilo próprio, expondo dessa forma a sua visão de mundo, sua maneira pessoal de compreender os acontecimentos aos quais toma conhecimento. É importante que a crônica seja transmitida numa linguagem espontânea e simples, situada entre a linguagem literária e a oral, o que gera uma identificação entre o leitor e o cronista.<br><br></div><div>A palavra <strong>crônica</strong> é derivada do latim <em>Chronica</em> e do grego <em>Khrónos</em> (tempo), e significado principal que acompanha esse tipo de texto é exatamente o conceito de tempo. A crônica é o relato de um ou mais acontecimentos em um determinado tempo. A quantidade de personagens é reduzida, podendo inclusive não haver personagens. É a <a href="http://www.infoescola.com/redacao/narracao/">narração</a> de um fato do cotidiano das pessoas, algo que naturalmente acontece com muitas pessoas. Esse fato é incrementado com um tom de <a href="http://www.infoescola.com/linguistica/ironia/">ironia</a> e bom humor, fazendo com que as pessoas vejam por outra ótica aquilo que parece óbvio demais para ser observado.<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div><div>A característica mais relevante de uma crônica é o objetivo com que ela é escrita. Seu eixo temático é sempre em torno de uma realidade social, política ou cultural. Essa mesma realidade é avaliada pelo autor da crônica e uma opinião é gerada, quase sempre com um tom de protesto ou de argumentação. Esse tipo de crônica pode ser simplesmente argumentativa, e dispensar o uso da narração. É possível que percam-se assim, elementos típicos do gênero como personagens, tempo, espaço.<br><br></div><div>Sendo assim podemos identificar duas maneiras de se produzir uma crônica: a primeira é a narrativa, que como já foi dito, conta um fato do cotidiano, utilizando-se de personagens, <a href="http://www.infoescola.com/redacao/enredo/">enredo</a>, espaço, tempo, etc. A outra maneira é a crônica dos textos jornalísticos, é uma forma mais moderna do gênero, e ao contrário da outra não narra e sim <a href="http://www.infoescola.com/redacao/dissertacao/">disserta</a>, defende ou mostra um ponto de vista diferente do que a maioria enxerga.<br><br></div><div>As semelhanças entre as duas são justamente o caráter social crítico, abordando sempre uma maneira de enxergar a realidade, e o tom humorístico, irônico ou até mesmo sarcástico. Podem se utilizar, para esse objetivo, de “personagens tipo”, da sociedade que criticam.<br><br></div><div>Não se pode confundir a crônica com outros gêneros como o conto ou a fábula, estes têm características individuais que os diferenciam daquela.<br><br></div><div>A crônica conta um fato comum do dia a dia, relatam o cotidiano da vida real das pessoas, enquanto o conto e a fábula contam fatos inusitados ou até fantásticos. Ou seja, distantes da realidade.<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div><div>Você já deve ter lido algumas crônicas, pois estão presentes em jornais, revistas e livros. Além do mais, é uma leitura que nos envolve, uma vez que utiliza a primeira pessoa e aproxima o autor de quem lê. Como se estivessem em uma conversa informal, o cronista tende a dialogar sobre fatos até mesmo íntimos com o leitor.<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div><div>O texto é curto e de linguagem simples, o que o torna ainda mais próximo de todo tipo de leitor e de praticamente todas as faixas etárias. A sátira, a ironia, o uso da linguagem coloquial demonstrada na fala das personagens, a exposição dos sentimentos e a reflexão sobre o que se passa estão presentes nas crônicas.<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div><div>Como exposto acima, há vários motivos que levam os leitores a gostar das crônicas, mas e se você fosse escrever uma, o que seria necessário? Vejamos de forma esquematizada as características da crônica:<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div><div>• Narração curta;<br><br></div><div>• Descreve fatos da vida cotidiana;<br><br></div><div>• Pode ter caráter humorístico, crítico, satírico e/ou irônico;<br><br></div><div>• Possui personagens comuns;<br><br></div><div>• Segue um tempo cronológico determinado;<br><br></div><div>• Uso da oralidade na escrita e do coloquialismo na fala das personagens;<br><br></div><div>• Linguagem simples.<br><br></div><div>Portanto, se você não gosta ou sente dificuldades de ler, a crônica é uma dica interessante, pois possui todos os requisitos necessários para tornar a leitura um hábito agradável!<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div><div>Por Sabrina Vilarinho<br><br></div><div>Graduada em Letras<br><br></div><div>Equipe Brasil Escola<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div><div>Veja mais!<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div><div>A crônica - As diferentes classificações da crônica.<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div><div>Gostaria de fazer a referência deste texto em um trabalho escolar ou acadêmico? Veja:<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div><div>VILARINHO, Sabrina.&nbsp; &nbsp; &nbsp;"Crônica "; Brasil Escola. Disponível em &lt;http://brasilescola.uol.com.br/redacao/cronica.htm&gt;. Acesso em 12 de maio de 2017.<br><br></div><div>A crônica pode receber diferentes classificações:<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div><div>- a lírica, em que o autor relata com nostalgia e sentimentalismo;<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div><div>- a humorística, em que o autor faz graça com o cotidiano;<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div><div>- a crônica-ensaio, em que o cronista, ironicamente, tece uma crítica ao que acontece nas relações sociais e de poder;<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div><div>- a filosófica, reflexão a partir de um fato ou evento;<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div><div>- e jornalística, que apresenta aspectos particulares de notícias ou fatos, pode ser policial, esportiva, política etc.<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div><div>Por Marina Cabral<br><br></div><div>Especialista em Língua Portuguesa e Literatura<br><br></div><div>.<br><br></div><div><br>Classificações da Crônica<br><br></div><div><strong>A crônica pode ser:</strong></div><div>– humorística, na qual o autor faz graça dos acontecimentos cotidianos;<br>&nbsp;– filosófica, onde o cronista faz reflexões a partir de eventos ou fatos;<br>&nbsp;– lírica, em que o escritor relata os fatos com sentimentalismo e nostalgia;<br>&nbsp;– jornalística, apresentando aspectos particulares de fatos ou notícias de qualquer cunha;<br>&nbsp;– crônica-ensaio, na qual o cronista tece críticas sobre as relações sociais e de poder, de forma irônica.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2017-05-12 13:48:44 UTC</pubDate>
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         <description><![CDATA[<div>A crônica é uma narração curta, forma textual no estilo de narração que tem por base fatos que acontecem em nosso cotidiano, característica mais relevante dela é o objetivo com que ela é escrita. Seus temas sempre em torno de uma realidade social, política ou cultural. Essa mesma realidade é avaliada pelo autor da crônica e uma opinião é gerada, quase sempre com um tom de protesto ou de argumentação. No entanto, as informações, enquanto o cronista tem a liberdade de conferir à crônica, toques próprios, incluindo-lhe fantasias, ficção e outros elementos que um artigo meramente informativo não possui. Assim, a crônica é considerada por muitos como o meio termo entre a literatura e o jornalismo.</div><div>&nbsp;Geralmente é narrada em primeira pessoa, de forma que o próprio cronista “dialogue” com seu leitor. É importante que a crônica seja transmitida numa linguagem espontânea e simples, situada entre a linguagem literária e a oral, o que gera uma identificação entre o leitor e o cronista, podendo ter ironia, bom humor, sátira.<br>&nbsp;<br>&nbsp;</div><div>.</div><div>Sendo assim podemos identificar duas maneiras de se produzir uma crônica: a primeira é a narrativa, conta um fato do cotidiano, utilizando-se de personagens, <a href="http://www.infoescola.com/redacao/enredo/">enredo</a>, espaço, tempo, etc. A outra maneira é a crônica dos textos jornalísticos, é uma forma mais moderna do gênero, e ao contrário da outra não narra e sim <a href="http://www.infoescola.com/redacao/dissertacao/">disserta</a>, defende ou mostra um ponto de vista diferente do que a maioria enxerga.<br>&nbsp;<br>&nbsp;</div><div>&nbsp;<br>&nbsp; A crônica pode receber diferentes classificações:</div><div>&nbsp;</div><div>- A lírica, em que o autor relata com nostalgia e sentimentalismo;</div><div>&nbsp;</div><div>&nbsp;- A humorística, em que o autor faz graça com o cotidiano;</div><div>- A crônica-ensaio, em que o cronista, ironicamente, tece uma crítica ao que acontece nas relações sociais e de poder;</div><div>&nbsp;</div><div>&nbsp;- A filosófica, reflexão a partir de um fato ou evento;</div><div>&nbsp;</div><div>- A jornalística, que apresenta aspectos particulares de notícias ou fatos, pode ser policial, esportiva, política etc.</div><div>&nbsp;</div><div>&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2017-05-17 13:26:22 UTC</pubDate>
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