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      <title>Trabalho Fundamentos da Clínica Cognitiva Comportamental by </title>
      <link>https://padlet.com/mariaantoniarossatobranco/5y600sy6ziuf0wtr</link>
      <description>Maria Antônia Rossato Branco / 202412631</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2024-10-24 13:14:25 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2024-10-28 20:46:02 UTC</lastBuildDate>
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         <title>Behaviorismo: conceitos e pré conceitos </title>
         <author>mariaantoniarossatobranco</author>
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         <description><![CDATA[<blockquote><p>“Nunca é tarde para abrirmos mão de nossos preconceitos” (Thoreau, Walden)</p></blockquote><p><br/></p><p>Pré conceitos e rejeições da teoria: Os estereótipos levam a uma rejeição ao conteúdo e mesmo ao conhecimento e compreensão real dos objetivos desta abordagem. DEBELL &amp; HARLESS (1992) descreveram <mark>cinco mitos</mark> apresentados comumente em relação ao ponto de vista de Skinner: </p><ol><li><p>Não considera o papel da fisiologia e da genética no comportamento; </p></li><li><p>Acredita que qualquer comportamento pode ser condicionado;</p></li><li><p>Negligencia a individualidade de cada pessoa; </p></li><li><p>Utiliza a punição como o método preferencial de controle do comportamento </p></li><li><p>Nega a existência de eventos internos.</p><p><br/></p></li></ol><p>A matriz de pensamento, tanto de discentes, como docentes, dos cursos de Psicologia é dominada por pensamentos não-behavioristas. A aversão a essa disciplina vem de crenças externas à faculdade, baseadas em mídias e textos incoerentes.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-24 14:02:49 UTC</pubDate>
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         <title>Bases teóricas e filosóficas</title>
         <author>mariaantoniarossatobranco</author>
         <link>https://padlet.com/mariaantoniarossatobranco/5y600sy6ziuf0wtr/wish/3185952663</link>
         <description><![CDATA[<p><mark>Behaviorismo metafísico:</mark> John Brodus Watson fundou a Terapia Comportamental, a qual chamaremos de Behaviorismo. Seu nome está fortemente ligado ao behaviorismo metafísico, pela rejeição do conceito de "mente" e "estados mentais". Esse Behaviorismo não se manteve forte, perdendo espaço para o Radical, apresentado por Skinner.</p><p><mark>Behaviorismo Radical: </mark>A teoria representava, à Skinner, uma consequência da falta de compreensão dos fenômenos estudados. Também negava a existência da mente, mas admitiu o estudo dos fenômenos privados. Essa teoria fazia a distinção de Público X Privado, ao invés de Físico X Mental.</p><p><mark>Behaviorismo Metodológico:</mark> Esse, mais preocupado com o método científico, incluía a identificação de variáveis independentes e dependentes, além de variáveis intervenientes. O behaviorismo metodológico acredita na existência da mente, mas a ignora em suas explicações sobre o comportamento. Para o behaviorismo metodológico, os estados mentais não se classificam como objetos de estudo empírico.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-24 14:50:28 UTC</pubDate>
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         <title>Behaviorismo radical</title>
         <author>mariaantoniarossatobranco</author>
         <link>https://padlet.com/mariaantoniarossatobranco/5y600sy6ziuf0wtr/wish/3185953313</link>
         <description><![CDATA[<p>O behaviorismo radical de Skinner foi e ainda é muito criticado de forma indevida e até preconceituosa. Muitas dessas críticas, na verdade, são críticas à psicologia de Watson e não ao behaviorismo radical. </p><p><br></p><ul><li><p>Posição antimentalista;</p></li><li><p>A raiz de tudo seria resultado direto do condicionamento operante;</p></li><li><p>Reforço: qualquer consequência que aumente a frequência de um comportamento;</p></li><li><p>Punição: uma consequência que diminui a frequência de um comportamento.</p></li></ul><p><br></p><blockquote><p>É necessário tornar claro que o behaviorismo radical não nega sentimentos, emoções ou a importância da significação de uma experiência para um indivíduo, simplesmente não toma emoções, sentimentos, nem a significação deles como causa dos comportamentos, e, sim, como maneiras de se comportar.</p><p>- Rodrigo Pinto Guimarães</p></blockquote><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-24 14:50:51 UTC</pubDate>
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         <title>Pensamentos de Bandura</title>
         <author>mariaantoniarossatobranco</author>
         <link>https://padlet.com/mariaantoniarossatobranco/5y600sy6ziuf0wtr/wish/3185954715</link>
         <description><![CDATA[<p><mark>Modelação Social:</mark> A Modelação Social, teoria de Bandura, propõe que os humanos adquirem habilidades e comportamentos através da observação dos comportamentos alheios, sendo ela governada por quatro processos: a atenção, a retenção, a produção e a motivação. O meio social é o fator que afeta o comportamento, uma vez que o ambiente de aprendizagem é influenciador.</p><p><br></p><p><mark>Modelagem: </mark>consiste no ensino através de aproximações sucessivas e reforçamento de respostas parecidas com a desejada, utiliza-se de modificações graduais para atingir o comportamento final desejado.</p><p><br></p><p><mark>Agência Humana:</mark> Todos indivíduos possuem uma característica única - a agência humana. A agência humana consiste no gerenciamento que cada indivíduo faz acerca de suas ações. Como suas ideias principais, temos: a intencionalidade - as pessoas formam intenções que incluem planos e estratégias de ação para realizá-las, e a extensão temporal da agência por meio da antecipação - os futuros imaginados servem como guias e motivadores atuais do comportamento.</p><p><br></p><p><mark>Autoeficácia:</mark> A Autoeficácia é o senso de que podemos, por esforço pessoal, dominar uma situação e provocar o resultado esperado. Ela pode ser dividida como um senso de eficácia e uma expectativa de resultado. De acordo com Bandura, esse senso de Autoeficácia afeta o início e a persistência do comportamento de manejo, sendo eterminante de como as pessoas pensam, se comportam e se sentem.</p><p><br></p><p><mark>Aprendizagem observacional:</mark> Envolve quatro processos, sendo eles:</p><p>1) atenção; 2) retenção; 3) reprodução motora e 4) motivação.</p><p><br></p><p><mark>Auto-eficácia: </mark>É a crença na própria capacidade de organizar e executar os cursos de ação necessários para gerenciar situações prospectivas.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-24 14:51:46 UTC</pubDate>
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         <title>As Ciências Cognitivas</title>
         <author>mariaantoniarossatobranco</author>
         <link>https://padlet.com/mariaantoniarossatobranco/5y600sy6ziuf0wtr/wish/3185956884</link>
         <description><![CDATA[<p>O cognitivismo busca compreender a percepção, transformação, armazenamento, recuperação e utilização das informações bem como essas ações são representadas. A Psicologia Cognitiva em como um contraponto ao Behaviorismo, uma vez que explica os processos humanos sem desconsiderar a relevância dos fatores emocionais que são próprios de cada indivíduo.</p><p><br></p><p>Além da <mark>Psicologia Cognitiva</mark> surge nesta mesma época uma outra área interessada pelo estudo da cognição humana, a <mark>Ciência Cognitiva.</mark> Faz-se necessário, então, uma diferenciação entre elas para uma melhor compreensão da própria Psicologia Cognitiva. A Ciência Cognitiva é uma disciplina criada objetivando o estudo da cognição de diferentes pontos de vista, seja abstrato, humano ou mecânico. Ela caracteriza-se pela interdisciplinariedade do estudo da mente. Cada disciplina constituinte interessa-se pela natureza da inteligência mas o método, as teorias e observações são distintas.</p><p><br></p><p><mark>O Computador:</mark>  Tomados pelo Zeitgeist da época, os psicólogos ficaram fascinados com o computador digital . Primeiro porque os computadores comprovaram que ações complexas podiam ser reduzidas em séries de decisões de sim e não. Teoricamente, essa capacidade indicava que não importava quão complexo fosse o conhecimento ou informação humana, ela poderia ser representada por um código binário simples. Assim, se no computador esse processo funcionava, teoricamente a máquina poderia simular o comportamento humano, o que levou os psicólogos a desenvolver modelos de comportamento baseados nas ideias de feedback e operações binárias.</p><p><br></p><p><mark>A Teoria do Processamento da Informação:</mark> Analogia do funcionamento da mente ao funcionamento do computador, o uso da metáfora do computador como modelo da cognição humana. O modelo computacional propicia uma linha de pensar sobre o funcionamento da cognição humana, conhecida como processamento da informação.</p><p>Os processos mentais correspondentes a atividades como percepção, memória, pensamento e linguagem são muito mais complexas do que qualquer computador existente. </p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-24 14:52:51 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Discussão sobre Inteligências Artificiais </title>
         <author>mariaantoniarossatobranco</author>
         <link>https://padlet.com/mariaantoniarossatobranco/5y600sy6ziuf0wtr/wish/3185972194</link>
         <description><![CDATA[<p>Será mesmo que o trabalho do psicólogo possa ser substituído pela IA? Ou seria o uso dessas tecnologias uma forma complementar de trabalhar? É ético? É seguro?</p><p><br></p><pre><code>É fato que o contato humano é insubstituível, mas já é realidade que os “atendimentos psicológicos” por Inteligências Artificiais existam. </code></pre><p><br></p><p>Argumentos a favor: a IA pode ajudar a criar planos de tratamento personalizados ao analisar dados individuais e identificar quais abordagens terapêuticas têm maior probabilidade de sucesso para cada paciente. Isso inclui a recomendação de técnicas específicas de terapia cognitivo-comportamental, intervenções baseadas em mindfulness, entre outras. Outra aplicação importante da IA é o monitoramento contínuo dos pacientes. Dispositivos wearable e aplicativos de saúde mental equipados com IA podem monitorar o humor, os níveis de atividade física e outros indicadores de saúde mental em tempo real.</p><p><br></p><p>Argumentos contra: A interação humana e a empatia são componentes essenciais da terapia psicológica, e a IA deve ser usada como uma ferramenta complementar, não substitutiva - é importante que os psicólogos não se tornem excessivamente dependentes da tecnologia. Privacidade, sigilo e seguro de dados, qual a garantia?</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-24 15:02:53 UTC</pubDate>
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         <title>“Guarda Chuva” das TCCs</title>
         <author>mariaantoniarossatobranco</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2024-10-28 13:39:13 UTC</pubDate>
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         <title>Quem foi Albert Bandura?</title>
         <author>mariaantoniarossatobranco</author>
         <link>https://padlet.com/mariaantoniarossatobranco/5y600sy6ziuf0wtr/wish/3190584145</link>
         <description><![CDATA[<p>Albert Bandura nasceu em 04/12/1925 na cidade de Mundare, no Canadá. No início da década de 1960, Bandura propôs a teoria da Aprendizagem social , essa teoria recebeu outra denominação em 1986 para teoria cognitiva social.</p><p><br/></p><p>Essa teoria aborda o conceito de modelagem e é representada pelas pessoas que podem aprender através da imitação do comportamento dos outros indivíduos. Bandura passou a criticar a terapia comportamental por um suposto determinismo ambiental excessivo, embora estivesse fazendo referência principalmente ao modelo respondente de análise do comportamento.</p><p><br/></p><blockquote><p>“Ser agente significa influenciar o próprio funcionamento das circunstâncias de vida”</p></blockquote>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-28 13:46:44 UTC</pubDate>
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         <title>O Behaviorismo como Ciência Natural</title>
         <author>mariaantoniarossatobranco</author>
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         <description><![CDATA[<p>Todo behaviorista é um puro pragmatista, para quem conhecimento não poderia ser outra coisa do que comportamento, definido pelo seu relacionamento com o ambiente. Desde Watson, o aspecto revolucionário do behaviorismo reside na sua rejeição de uma meta-linguagem que possibilitaria a tradução e avaliação de todas as outras linguagens. Para o behaviorista, cada fenômeno deve ser entendido em relação ao seu ambiente específico, e cada proposta teórica precisa ser analisada no contexto em que surge. Dessa forma, o behaviorismo pode parecer, à primeira vista, uma abordagem desprovida de teoria, mas, na realidade, é uma teoria auto-referente que se renova a cada nova investigação.</p><p><br></p><p>Dessa forma, os paradoxos de uma ciência precisa que abrange a subjetividade do cientista, a visão do ser humano como produto e ao mesmo tempo moldador de seu ambiente, e uma abordagem que exige rigor objetividade enquanto relaciona o conhecimento ao pragmatismo, geram tensões dialéticas. Essas tensões são fundamentais para a continuidade do behaviorismo como uma proposta científica, evitando que se torne um sistema dogmático e, consequentemente, estéril.</p><p><br></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-28 13:56:28 UTC</pubDate>
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         <title>Aprendizagem por condicionamento </title>
         <author>mariaantoniarossatobranco</author>
         <link>https://padlet.com/mariaantoniarossatobranco/5y600sy6ziuf0wtr/wish/3190603774</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2024-10-28 13:58:15 UTC</pubDate>
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         <title>Análise funcional dos fatores </title>
         <author>mariaantoniarossatobranco</author>
         <link>https://padlet.com/mariaantoniarossatobranco/5y600sy6ziuf0wtr/wish/3190621740</link>
         <description><![CDATA[<p><mark>S</mark>= estímulo</p><p><mark>R</mark>= resposta</p><p><mark>O</mark>= fator intermediário-organismo</p><p><br/></p><p>A resposta <mark>R</mark> sempre consiste de três níveis diferentes: </p><p><mark>C</mark> = o nível cognitivo que compreende todos os eventos mentais como, por exemplo, pensamentos, idéias, impulsos, desejos, etc.; </p><p><mark>A</mark>= o nível das respostas do sistema nervoso autônomo como, por exemplo, taquicardia, tensão muscular, tremor, sudorese, etc; </p><p><mark>M</mark>= o nível das respostas motoras, tudo que a pessoa realmente faz.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-28 14:08:40 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>mariaantoniarossatobranco</author>
         <link>https://padlet.com/mariaantoniarossatobranco/5y600sy6ziuf0wtr/wish/3190623721</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2024-10-28 14:09:44 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title></title>
         <author>mariaantoniarossatobranco</author>
         <link>https://padlet.com/mariaantoniarossatobranco/5y600sy6ziuf0wtr/wish/3190626080</link>
         <description><![CDATA[<p>A valorização dos aspectos cognitivos para a alteração comportamental também se refletiu nas propostas de Bandura para um modelo de intervenção terapêutica, favorecendo ainda mais a aproximação entre a terapia comportamental e as psicoterapias que partem do pressuposto de que a mudança das cognições do cliente sobre ele próprio e sobre o mundo é condição <em>sine qua non</em> para a alteração do seu comportamento (cf. Bandura, 1977b).</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-28 14:10:33 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Introdução</title>
         <author>mariaantoniarossatobranco</author>
         <link>https://padlet.com/mariaantoniarossatobranco/5y600sy6ziuf0wtr/wish/3190637362</link>
         <description><![CDATA[<p>A partir dos anos 70, as terapias cognitivo-comportamentais ganharam cada vez mais espaço e aceitação entre os terapeutas comportamentais que, no início daquela década, poderiam ser divididos em dois grupos distintos. Um grupo mais tradicional que continuava atuando junto a crianças e adultos com problemas de desenvolvimento, empregando princípios de modificação do comportamento em ambientes específicos, como instituições escolares, penitenciárias ou psiquiátricas; e os terapeutas "cognitivo-comportamentais", assim denominados porque incorporaram à sua prática-clínica conceitos provenientes de outros sistemas teóricos, que valorizavam os aspectos cognitivos do comportamento.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-28 14:15:47 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Premissas</title>
         <author>mariaantoniarossatobranco</author>
         <link>https://padlet.com/mariaantoniarossatobranco/5y600sy6ziuf0wtr/wish/3190646185</link>
         <description><![CDATA[<p><mark>1</mark>. A atividade cognitiva afeta o comportamento: essa ideia resgata a noção básica do modelo mediacional de Tolman, e suas implicações clínicas são evidentes, já que alterações cognitivas levariam a alterações comportamentais;</p><p><mark>2</mark>. A atividade cognitiva pode ser monitorada e alterada: os terapeutas cognitivo-comportamentais concordam que a pessoa tem acesso direto às suas próprias cognições e, portanto, são capazes de alterá-las;</p><p><mark>3</mark>. A mudança de comportamento almejada pode ser afetada pela mudança cognitiva: em uma perspectiva mediacional, os terapeutas cognitivo-comportamentais argumentam que, além da mudança nas contingências de reforçamento, as alterações ao nível cognitivo funcionariam como métodos alternativos para se efetuar mudanças comportamentais e enfatizam os procedimentos que levam em conta tal processo. Tal ênfase é, muitas vezes, citada como um diferencial importante em relação aos terapeutas comportamentais.</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-28 14:20:26 UTC</pubDate>
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         <title>1° onda da TCC</title>
         <author>mariaantoniarossatobranco</author>
         <link>https://padlet.com/mariaantoniarossatobranco/5y600sy6ziuf0wtr/wish/3190656412</link>
         <description><![CDATA[<p><mark>Comportamentalista:</mark> Inicialmente, envolveu o modelo clássico pautado na teoria pavloviana, através do qual técnicas de exposição dominam o tratamento (Eysenck, 1994).</p><p><br></p><p><mark>Ivan Pavlov</mark> desenvolveu, na década de 1920, um modelo sobre o condicionamento na psicologia comportamental, conhecido como reflexo condicionado. Durante seus estudos sobre a produção de saliva em cães expostos a diferentes estímulos palatares, ele notou que, com o tempo, os cães começavam a salivar em resposta a estímulos que anteriormente não provocavam essa reação, como o som dos passos de seu assistente. Através de experimentos controlados em laboratório, Pavlov formulou a teoria do condicionamento clássico, que descreve um processo de aprendizado por associação entre um estímulo incondicionado e um neutro, resultando em uma resposta condicionada.</p><p><br></p><p><mark>John B. Watson</mark> fundou o Behaviorismo Metodológico, que defendia que o comportamento observável deveria ser o foco da psicologia. Ele argumentava que a ciência do comportamento deveria formular leis sobre as condições que o estimulam, ignorando a consciência e a mente, baseando-se no realismo, que vê as experiências como originadas no mundo real e não influenciadas por características internas.</p><p><br></p><p><mark>Burrhus Frederic Skinner</mark> desenvolveu o Behaviorismo Radical, enfatizando que a pesquisa deve buscar entender os efeitos práticos do comportamento, em vez de uma verdade absoluta. Introduziu o Condicionamento Operante, que se baseia no modelo estímulo-comportamento-consequência (E-R-C), destacando a influência das consequências no comportamento. Influenciado pelo funcionalismo de William James, Skinner afirmava que sentimentos são comportamentos, e o estudo do ser humano deveria focar nos comportamentos observáveis, sem a necessidade de entidades mentais para entender eventos internos. Através do operacionalismo, ele propunha registrar e observar o comportamento para compreender sua relação com as contingências que o controlam.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-28 14:25:48 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/mariaantoniarossatobranco/5y600sy6ziuf0wtr/wish/3190656412</guid>
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         <title>2° onda da TCC</title>
         <author>mariaantoniarossatobranco</author>
         <link>https://padlet.com/mariaantoniarossatobranco/5y600sy6ziuf0wtr/wish/3190671021</link>
         <description><![CDATA[<p><mark>Cognitivista</mark></p><p><br/></p><p><mark>Edward Chace Tolman</mark> foi o primeiro behaviorista a levantar que o organismo deveria ser considerado para a descrição completa do comportamento, propondo o modelo estímulo-organismo-resposta (E-O-R). Desta forma, esse pesquisador pode ser considerado um predecessor da psicologia cognitiva, desenvolvendo um modelo mediacional entre a terapia comportamental e a terapia cognitiva.</p><p><br/></p><p>No início da década de 60, <mark>Aaron Beck</mark> propôs a Psicoterapia Cognitiva como um tratamento eficaz para a depressão (Beck, 1963). Este autor, a partir de questionamentos sobre eficácia de modelos anteriores, postulou o modelo cognitivo de tratamento que tem por objetivo fazer com que o paciente substitua a suposta avaliação distorcida em relação aos eventos, por uma avaliação mais realista e adaptativa. Este modelo parte do princípio, observado por Beck, de que o pensamento distorcido e avaliações cognitivas irreais podem afetar negativamente os sentimentos e o comportamento do sujeito.</p><p><br/></p><p>A segunda onda da terapia cognitivo-comportamental sofre influências de <mark>Karl Popper</mark>, filósofo do século XX, defensor do falsificacionismo como um critério da demarcação entre a ciência e a não-ciência. O pensador ataca a visão tradicional de objetividade da observação científica (presente na primeira onda da terapia cognitivocomportamental) e ratifica a observação como não objetiva, já que é diretamente impulsionada por uma teoria. Para Popper, a observação científica será sempre im-pelida por hipóteses e teorias, o que gera um viés: o fenômeno observado dependerá do que se quer ver. Segundo ele, as teorias se baseiam em generalizações e, por isso mesmo, não se justificam do ponto de vista lógico como verdades. Traz a falsificação como uma ferramenta para diminuir o viés das hipóteses e teorias, ou seja, propõe que as verdades podem ser "verificadas" ou "confirmadas" por um fluxo incessante de provas observacionais. Afirma que a boa ciência envolve tanto a confirmação quanto a falsificação e que é esse elemento dinâmico e dialético que não permite a sua estagnação, a sua morte.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-28 14:33:18 UTC</pubDate>
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         <title>3° onda da TCC</title>
         <author>mariaantoniarossatobranco</author>
         <link>https://padlet.com/mariaantoniarossatobranco/5y600sy6ziuf0wtr/wish/3190689745</link>
         <description><![CDATA[<p><mark>Múltiplas correntes</mark></p><p><br></p><p>A terapia cognitiva baseada em <mark>mindfulness</mark> propõe que é possível modificar a função dos pensamentos sem precisar alterar sua forma. Originada dos princípios orientais de meditação, a prática de mindfulness foi incorporada à área da saúde em 1982 com os programas de redução de estresse de Jon Kabat-Zinn. Essa meditação tem raízes no budismo Theravada e nas práticas tradicionais de yoga, exigindo uma concentração estável da atenção. Ao invés de focar em um único objeto, a abordagem sugere uma observação que flui de um momento a outro. Inicialmente, isso se realiza concentrando-se em um único objeto, como a respiração. Com a atenção estabilizada, pode-se expandir o foco para outros eventos mentais e físicos, como sensações e pensamentos. A auto-observação não é central nesse processo, pois a mente tende a divagar e se preocupar com ideias, memórias e desejos, o que pode levar à diminuição ou perda da atenção.</p><p><br></p><p>A <mark>Terapia Comportamental Dialética</mark> foi desenvolvida para tratar comportamentos parassuicidas manifestados por indivíduos com transtorno de personalidade borderline. Esta abordagem se baseia em uma visão <strong>biopsicossocial</strong>, que enfatiza uma interação entre uma predisposição constitucional do indivíduo para a desregulação emocional e um ambiente invalidante às experiências emocionais deste. </p><p><br></p><p>A <mark>terapia analítica-funcional</mark> (PAF) é uma abordagem que analisa a relação terapêutica e pode ser integrada a métodos comportamentais tradicionais. É especialmente indicada quando as dificuldades interpessoais do paciente são centrais para a terapia. Ela sugere que problemas de relacionamento fora da terapia também se manifestarão com o terapeuta, e a relação terapêutica deve ser utilizada para ajudar o paciente a desenvolver habilidades interpessoais mais eficazes. Essa abordagem considera que o comportamento pode ser moldado durante o processo terapêutico, refletindo conceitos behavioristas.</p><p><br></p><p>A<mark> Terapia de Aceitação e Compromisso </mark>(ACT) é baseada na análise da linguagem através de uma perspectiva funcional. Assim, esta análise sugere que é comum às pessoas considerarem reações (como sensações físicas, interpretações cognitivas ou percepções) como aversivas. Isso faz com que os sujeitos exerçam tentativas de modificar ou eliminar estas reações, que são ineficazes e podem acabar fazendo com que aumente a frequência desses pensamentos ruins e emoções negativas. Devido a isto, ela enfatiza a aceitação como a principal habilidade para que o indivíduo se aproxime dos seus valores. Neste contexto, a aceitação se refere ao abandono consciente da agenda de mudanças mentais e emocionais e a adoção de uma abertura para a própria emoção e para a experiência dos outros. Seus objetivos são ajudar o paciente a reconhecer a ineficácia da aversão em relação às experiências e desenvolver um novo e mais efetivo repertório de pensamentos e sentimentos para as experiências.</p><p><br></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-28 14:43:49 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Multifaces da TCC</title>
         <author>mariaantoniarossatobranco</author>
         <link>https://padlet.com/mariaantoniarossatobranco/5y600sy6ziuf0wtr/wish/3190735699</link>
         <description><![CDATA[<p>A Terapia Cognitiva Comportamental está constantemente evoluindo e mudando, de acordo com as necessidades e adaptações das época envolvidas. </p><p>Por ser multifacetada de sua origem até a contemporaneidade, a TCC sofre influências de concepções filosóficas milenares, assim como de teorias modernas e pós-modernas. </p><p>A flexibilização destas favorece a construção de uma psicologia cognitivo-comportamental adequada à sua época, com inúmeras técnicas que têm evidenciado eficácia nos processos terapêuticos. Assim, proporciona aos profissionais inúmeros veículos para lidarem com a variedade de demandas existentes. </p><p>Assim, podemos afirmar que a primeira, a segunda e a terceira ondas da terapia cognitivo-comportamental devem ser entendidas como <strong>complementares e não rivais</strong>: casadas, tendem a proporcionar estratégias eficazes para o tratamento de diversas patologias psíquicas.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-28 15:09:19 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/mariaantoniarossatobranco/5y600sy6ziuf0wtr/wish/3190735699</guid>
      </item>
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         <title>O Manifesto Behaviorista</title>
         <author>mariaantoniarossatobranco</author>
         <link>https://padlet.com/mariaantoniarossatobranco/5y600sy6ziuf0wtr/wish/3191090121</link>
         <description><![CDATA[<p>Na historiografia da psicologia, considera-se normalmente que o behaviorismo, enquanto escola psicológica teve seu marco oficial com o artigo de John B. Watson “A psicologia como o behaviorista a vê”, <mark>o famoso Manifesto Behaviorista</mark>, publicado em 1913 na revista Psychological Review. </p><p><br/></p><p>Nesse artigo, Watson teve como principais ideias:</p><ul><li><p>Tornar a psicologia uma ciência objetiva como as outras ciências naturais; isto é, oferecer um modelo que garantisse que a construção do conhecimento ocorreria segundo critérios de verificação pública dos dados e os mesmos resultados poderiam ser atingidos por outros pesquisadores que seguissem o mesmo modelo;</p></li><li><p>﻿﻿Defende a utilização dos mesmos métodos utilizados na psicologia animal comparada;</p></li><li><p>﻿﻿Define o objeto de estudo da psicologia como sendo o comportamento animal (humano e não-humano);</p></li><li><p>O comportamento seria compreendido enquanto fenômeno natural e enquanto</p><p>objeto de estudo autônomo, isto é, observável e manipulável;</p></li><li><p>﻿﻿O objetivo da psicologia seria a previsão e controle do comportamento;</p></li><li><p>﻿﻿Propõe que os conhecimentos produzidos na psicologia fossem utilizados para o desenvolvimento de tecnologia comportamental e a resolução de problemas humanos</p><p>(psicologia aplicada).</p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-28 19:16:17 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>A importância e os benefícios da Terapia Cognitivo Comportamental </title>
         <author>mariaantoniarossatobranco</author>
         <link>https://padlet.com/mariaantoniarossatobranco/5y600sy6ziuf0wtr/wish/3191176003</link>
         <description><![CDATA[<p>Podemos conceituar a TCC o encontro da psicologia cognitiva e da psicologia comportamental, com os objetivos clínicos, através de uma terapia que ajuda o paciente a compreender seus pensamentos e seus sentimentos e sua influência em seu comportamento, ou seja, ajuda as pessoas a compreenderem melhor sua forma de receber, por meio de pensamentos e sentimentos (<strong>cognição</strong>), sua forma de agir (<strong>comportamento</strong>).</p><p><br/></p><p>Ao contrário de outros ramos da psicologia, a TCC é um procedimento diretivo, geralmente com objetivos definidos e com prazo específico para implementação. Isso faz sentido se acreditarmos que o foco da TCC <strong>não é uma busca geral de autoconhecimento, mas sim a resolução de uma dificuldade, sintoma ou problema de voar,</strong> o terapeuta não examinará toda a sua infância, sentimentos mais profundos e assim por diante.</p><p><br/></p><p>A TCC assume que sofremos não por causa de situações ou eventos de vida que nos acontecem, mas pela forma como <strong>pensamos e interpretamos</strong> esses eventos. Dessa maneira, precisa-se ajudar a entender a maneira como pensa, modifica sua relação com esses pensamentos muitas vezes disfuncionais, estimulando assim uma maior flexibilidade em emoçõesm e comportamento, resolvendo problemas, tomando decisões, entre outros.</p><p><br/></p><p><mark>Em idosos</mark>, o modelo terapêutico da TCC demonstrou ser igualmente eficaz, melhorando significativamente a saúde mental, os sintomas ansiosos e depressivos. Dependendo da classe socioeconômica do grupo de idosos, ela pode ser aplicada em grupos, atendendo a um maior número de pacientes em um menor número de sessões, mantendo eficácia e custo-benefício. </p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-28 20:45:20 UTC</pubDate>
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      </item>
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