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      <title>Medicalização na infância by EDUARDA KAUFFMANN</title>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-06-24 23:16:29 UTC</pubDate>
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         <title>Capítulo: PREVENIR É REMEDIAR? OS PROBLEMAS DA MEDICALIZAÇÃO DA INFÂNCIA (2021)</title>
         <author>brunafpaz</author>
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         <description><![CDATA[<div><em><br>Andreia C. C. Sanches ;<br>Carla B. H. F. Campos;</em></div><div><em>Elvenice T. Zoia ;<br>Fabíola B. G. Firbida;&nbsp;<br>Neide S. D. de Matos;<br>Rejane T. Coelho;</em></div><div><em>Rosana A. A. Bonadio.</em></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-29 22:17:55 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>valeriareginas</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-06-30 01:01:53 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>camilaschaefer1</author>
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         <description><![CDATA[<div>Uma das hipóteses que  texto traz sobre o excesso da medicalização é que o remédio torna-se um recurso que 'atua na solução imediata do problema' e um recurso com menos custo. Mais barato pois investir em uma educação de qualidade, com melhores condições físicas nas escolas, capacitação aos professores, adquirir materiais pedagógicos melhorados, entre outras coisas, torna-se muito mais caro e trabalhoso do que ofertar o medicamento para a criança.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-30 01:13:01 UTC</pubDate>
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         <title>COMO A GUERRA FRIA DEU ORIGEM Á RITALINA,A DROGA DA&quot;CONCENTRAÇÃO INFANTIL&quot;</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>A chamada&nbsp; "pílula da matemática", a ritalina, continua&nbsp; a ser uns dos tratamentos mais usados para&nbsp; tratar o transtorno de déficit de atenção .O seu principal componente&nbsp; é o metilfenidato da família das anfetaminas, tem a&nbsp; propriedade de estimular a concentração e reduzir a impulsividade. </div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-30 18:51:03 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>POR QUE DIZER NÃO Á MEDICALIZAÇÃO DA EDUCAÇÃO </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Nem toda criança agitada ou que não se concentra em classe é hiperativa ou tem déficit de atenção.  Pelo contrário. Na maioria dos casos, trata-se de características  a essa etapa da vida. O entusiasmo, a vontade de se fazer presente no mundo,  fazem parte da aquisição de conhecimento. É papel dos pais e das instituições de ensino prover as crianças de momentos apropriados para correr, gritar, conversar, fazer bagunça. Elas precisam de situações nas quais descansem a mente e cansem o corpo para que, quando chegar a hora de ter concentração para aprender, isso não seja maçante e sofrível.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-30 19:28:04 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-06-30 23:54:45 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>brunafpaz</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-07-01 00:05:35 UTC</pubDate>
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         <title>O QUE É UM REMÉDIO?</title>
         <author>brunafpaz</author>
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         <description><![CDATA[<div>"É uma substância ou recurso utilizado para combater uma dor, uma doença, e que serve para aplacar sofrimentos, para atenuar os males da vida (BRUNTON, 2012). De acordo com o Boletim Informativo da Agência Nacional de Vigilância Sanitária – ANVISA– (BRASIL, 2012, p.13), a função do medicamento é “[...] funcionar como um adjuvante no estabelecimento do equilíbrio comportamental do indivíduo, aliado a outras medidas, como educacionais, sociais e psicológicas”.&nbsp;(p. 30)</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-07-01 00:08:14 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author>brunafpaz</author>
         <link>https://padlet.com/eduardakauffmann/medicalizacaonainfancia/wish/1632460011</link>
         <description><![CDATA[<div>"Porque educar com qualidade significaria viabilizar melhores condições físicas nas escolas, adquirir materiais pedagógicos melhores, investir na formação e contratação de professores, na diminuição de número de alunos em sala de aula, propiciar trabalhos especializados com as crianças que necessitariam deles para desenvolver-se e aprender. Sem dúvidas, criar todas essas condições requer mais investimentos por parte do Estado do que ofertar medicamentos “apaziguadores de ânimos” nas redes públicas." (p. 31)</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-07-01 00:27:39 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>valeriareginas</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-07-01 00:33:12 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>eduardakauffmann</author>
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         <description><![CDATA[<div>"A atribuição de explicações biológicas como argumentos para justificar problemas<br>de natureza social tratando-os como doença, é a base explicativa do termo medicalização,<br>que não pode ser identificada como um fenômeno contemporâneo, nem tão pouco, algo exclusivo da área da educação." P. 27</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-07-01 00:59:39 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>eduardakauffmann</author>
         <link>https://padlet.com/eduardakauffmann/medicalizacaonainfancia/wish/1632537183</link>
         <description><![CDATA[<div>"De acordo com Moysés (2013), a sociedade, ao longo da história, sempre utilizou mecanismos para dominar e controlar o comportamento daqueles que se apresentaram diferentes, insubordinados e subversivos, com o intuito de torná-los dóceis<br>e submissos." P. 28</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-07-01 01:09:01 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>eduardakauffmann</author>
         <link>https://padlet.com/eduardakauffmann/medicalizacaonainfancia/wish/1632614021</link>
         <description><![CDATA[<div>"DELEGA-SE A CRIANÇA A RESPONSABILIDADE PELO PRÓPRIO FRACASSO, VISTO QUE É ORGÂNICO OU PSICOLÓGICO" P.32</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-07-01 01:51:36 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>valeriareginas</author>
         <link>https://padlet.com/eduardakauffmann/medicalizacaonainfancia/wish/1632653964</link>
         <description><![CDATA[<div>"Assim, as explicações biológicas passaram a justificar problemas de natureza social “Cérebros disfuncionais são a causa da violência. Cérebros disléxicos e baixo QI justificam fracasso na escola. Alterações genéticas&nbsp;</div><div>explicam os medos de viver em meio à violência” (MOYSÉS, 2013, p.12)." (p. 28)</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-07-01 02:15:32 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>valeriareginas</author>
         <link>https://padlet.com/eduardakauffmann/medicalizacaonainfancia/wish/1632659386</link>
         <description><![CDATA[<div>"O segundo dispositivo foi a expansão da indústria farmacêutica. De acordo com&nbsp;</div><div>Rilke Novato Públio, vice-presidente da Federação Nacional dos Farmacêuticos (FENAFAR), em artigo para o site da Federação, aponta que o Brasil, nos anos de 2007 a 2013,&nbsp; ficou em sexto lugar entre os países que mais cresceram no mercado farmacêutico mundial, e em 2017 pode ficar na quarta posição." (p. 29)</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-07-01 02:18:54 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>MAS ENTÃO O MEDICAMENTO NÃO DEVE SER ADMINISTRADO?</title>
         <author>valeriareginas</author>
         <link>https://padlet.com/eduardakauffmann/medicalizacaonainfancia/wish/1632675290</link>
         <description><![CDATA[<div>"De acordo com Franco et al.(2013) a medicação se faz necessária para tratar doenças&nbsp; orgânicas, pois elas existem e&nbsp; precisam ser medicadas&nbsp; corretamente, mas o que verificamos é o exagero nos&nbsp; diagnósticos, evidenciando o que&nbsp; Moysés e Collares (2014) chamam de “era dos transtornos”, o que tem contribuído para o aumento descontrolado de crianças medicalizadas." (p. 32)</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-07-01 02:28:46 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>"Durante muito tempo essa função esteve sob o poder da religião, mas foi na modernidade, com o desenvolvimento da medicina, que a ciência, ao mesmo tempo&nbsp;</div><div>que&nbsp; trouxe&nbsp; enormes&nbsp; avanços&nbsp; sobre&nbsp; a&nbsp; possibilidade&nbsp; de&nbsp; curar&nbsp; doenças,&nbsp; extirpar&nbsp; a&nbsp; dor&nbsp; e &nbsp;</div><div>prolongar a existência humana, despontou também como uma área do saber para exercer a função de <strong>controle e classificação</strong> sobre os comportamentos humanos, por meio&nbsp;</div><div>de definições como saúde/doença ou de padrões de normal e de patológico." (p.28)</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-07-01 03:23:04 UTC</pubDate>
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         <title>O REMÉDIO É PARA AJUDAR OU CONTROLAR?</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/eduardakauffmann/medicalizacaonainfancia/wish/1632773371</link>
         <description><![CDATA[<div>No capítulo foi ligado a medicação a uma maneira de controle, inclusive, foi evidenciado que a medida que a modernidade, o capitalismo e a tecnologia avançam o processo de medicalização vai inovando com técnicas e dispositivos que permitem um controle mais eficaz dos comportamentos. </div>]]></description>
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         <pubDate>2021-07-01 03:29:29 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>MANUAL DIAGNÓSTICO DE DOENÇAS MENTAIS</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/eduardakauffmann/medicalizacaonainfancia/wish/1632784890</link>
         <description><![CDATA[<div>Conhecido como a bíblia da psiquiatria, na segunda metade do século XX foi criando um manual diagnóstico e estatístico das doenças mentais (DSM), organizado pela Associação Americana de Psiquiatria (APA). Hoje ele é constituído por mais de 300&nbsp; tipos de transtornos.&nbsp;<br>" Conforme a matéria de Brum (2013) intitulada Acordei doente&nbsp;</div><div>mental, está cada vez mais difícil não se encaixar em uma ou várias doenças descritas pelo&nbsp; manual:&nbsp; se&nbsp; a&nbsp; pessoa&nbsp; come&nbsp; de&nbsp; forma&nbsp; exagerada,&nbsp; se&nbsp; tem&nbsp; dificuldade&nbsp; de&nbsp; se&nbsp; separar&nbsp; de&nbsp; objetos&nbsp; estimados,&nbsp; se&nbsp; sente&nbsp; ciúmes,&nbsp; entre&nbsp; outros&nbsp; comportamentos&nbsp; cotidianos,&nbsp; ao&nbsp; consultar o Manual, poderá estar classificada em uma ou mais categorias diagnósticas." (p.29)</div>]]></description>
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         <title>A busca pela felicidade e suas consequências</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>"Passamos&nbsp; a&nbsp; acreditar&nbsp; que&nbsp; precisamos&nbsp; consumir&nbsp; remédios&nbsp; para&nbsp; sermos&nbsp; felizes, seguros e não nos abatermos diante dos obstáculos."<br>A busca por remédio tarja preta que prometem aliviar o sofrimento é cada vez maior, como se sofrer não fosse humano, não fizesse parte da vida, como se não fosse necessário pensar e agir sobre o motivo desse sentimento.&nbsp;<br>No entanto, esses medicamentos trazem junto efeitos colaterais e podem causar dependência química.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-07-01 04:00:48 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/eduardakauffmann/medicalizacaonainfancia/wish/1632831647</link>
         <description><![CDATA[<div>A bula dos medicamentos RITALINA e CONCERTA, remédios mais comuns de serem prescritos para crianças, apresenta que a ação do Metilfenidato não foi completamente esclarecida, embora tenha hipóteses. No entanto, vemos o crescimento da medicalização infantil mesmo sem comprovação científica.<br>Um exemplo é que as crianças e adolescentes buscam mais essas medicações perto do final do ano, onde as exigências com a escola são maiores, mostrando que o diagnóstico antecipado e a prescrição do medicamento sem um acompanhamento acaba por criar uma epidemia de diagnósticos quando, em muitos casos, o uso não é necessário.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-07-01 04:12:57 UTC</pubDate>
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